Ernest Hemingway: «Um homem pode ser destruído mas não vencido.»

terça-feira, 12 de maio de 2015

Não sei que escrever mais! Talvez falte apenas deixar um obrigado...

Como na Figueira os incautos não buscam a sapiência no museu nem no CAE -  coisas que faltam noutras cidades - e preferem o Ruizinho de Penacova, antes que apareça alguém a dançar ao ritmo pimba do Emanuel, o que continua a fazer falta é agitar a malta... 
Dentro da minha modéstia e pequenez, limito-me a citar algumas palavras de um homem, que ainda há poucos anos alguns julgavam um fantasma sem rosto, invisível e sem sentimentos, aparentemente frio e objectivo, mas que agora sabemos sensível, também escritor e vereador, que sabe pensar, que é mestre em lisonjear e ser servil ao poder, acima de tudo com o seu silêncio, em especial ao emanado do presidente,  que passou a vestir-se como deve ser, que nunca levanta a voz, e que um dia apareceu num cargo de decisão política, onde serve zelosamente... 

“É evidente, para quem acompanha os múltiplos eventos do concelho, que os figueirenses vivem de costas uns para os outros. Cada qual preocupa-se com a sua “quintinha” e pressupõe que não acontece mais nada. Quantos figueirenses visitaram a magnífica exposição de Alberto de Lacerda que o museu promoveu? Quantos assistiram ao extraordinário concerto de Fábio Falsetta e Sandro Meo, no CAE, com entrada gratuita? Quantos irão agora visitar a exposição de arte australiana inaugurada pela embaixadora deste país no passado sábado? Como pode a atracão principal da feira de sabores ser o Ruizinho de Penacova, quando temos grupos musicais, corais, folclóricos e outros de excelente qualidade? Se, como diz Mário Esteves, da associação, “é preciso acordar, unir esforços e sinergias”, pois que se faça, mas o exemplo deve começar lá por casa.”

6 comentários:

Fernando Neto disse...

Concordo indubitavelmente com a posição do vereador Tavares.
Com tantos grupos no concelho é incompreensível a atuação de um qualquer Ruizinho, numa mostra gastronómica de sabores locais. Sendo a gastronomia também cultura, o referido artista só empobrece o evento, nada acrescentando.
Ainda assim, não sei qual maior pecado, se a atuação do Ruizinho, efémera por natureza, se o espaço onde o evento decorre. O denominado pavilhão multiusos, versão "chique", na gíria um barracão, feio, mais parecido com instalação militar. Maior perda fará na paisagem de uma zona nobre da cidade. Haverá maior miopia?...

Anónimo disse...

E a posição do vereador Tavares sobre o carnaval?
Alguém conhece?..

Fernando Neto disse...

Concordo indubitavelmente com a posição do vereador Tavares.
Com tantos grupos de qualidade no concelho, resulta incompreensível a atuação de um qualquer Ruizinho, numa mostra gastronómica de sabores locais.
Sendo a gastronomia também cultura, o Ruizinho só empobrece o evento e nada acrescenta.
Ainda assim, não sei qual o maior pecado, se a performance do Ruizinho, efémera por natureza, se o espaço onde decorre o acontecimento.
O intitulado pavilhão multiusos, versão “chique”, na gíria um barracão, feio, aparentando instalação militar, enorme perda inflinge na imagem cidade.
Haverá maior miopia?...

Anónimo disse...

Ó sr Dr mas e vocês no vosso partido estão todos virados de frente uns para os outros?
Parece-me Sr.Dr. que o Sr. acabou de dar um tiro no pé.
Só não sei se foi no esquerdo ou no direito.

A Arte de Furtar disse...

O vereador Tavates é o Romeiro da peça!
Virá o tempo da candidatura. Agora é candura e cultura.

Anónimo disse...

Ó Doutor unir esforços? pois convem que diga isso ao srs do seu partido.