FIQUE EM CASA. FIQUE EM CASA. FIQUE EM CASA. FIQUE EM CASA. FIQUE EM CASA. FIQUE EM CASA.

FIQUE EM CASA. FIQUE EM CASA. FIQUE EM CASA. FIQUE EM CASA. FIQUE EM CASA. FIQUE EM CASA. FIQUE EM CASA. FIQUE EM CASA. FIQUE EM CASA.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Carlos Romeira: todos ficaram a saber a partir de hoje que é o coordenador nacional autárquico do Partido da Terra. Mas, na Figueira e a nível nacional, poucos sabem quem é Carlos Romeira...

O foco, é este: esta manhã o mar deixou assim o Cabedelo...
O resto, é politiquice. Ponto final. Parágrafo.
Mais fotos aqui.
Notícia de hoje do jornal AS BEIRAS.
"O candidato do PSD à Câmara da Figueira da Foz juntou-se a uma iniciativa da candidatura do MPT/Partido da Terra, aquando da recente visita do eurodeputado José Inácio Faria à cidade. A “colagem” gerou desconforto junto dos anfi triões. E, também, no PSD. Teotónio Cavaco, deputado municipal social-democrata, não se sentiu confortável a comentar o episódio na Foz do Mondego Rádio, onde integra um painel de comentadores residentes. “A participação de Carlos Tenreiro na visita não estava pré-anunciada nem pré-acordada. Já sabíamos que tinha manifestado intenção de ir, o que não nos surpreendeu, tendo em conta que o cidadão Carlos Tenreiro é muito ativo”, declarou ao Diário As Beiras Carlos Romeira, coordenador nacional autárquico do Partido da Terra. No entanto, aquele dirigente admitiu que não é fácil dissociar o cidadão do candidato. “Carlos Tenreiro apareceu com um fotógrafo e aproveitou essa ocasião para anunciar o encontro com o eurodeputado. Achei estanho. Quando um cidadão anuncia que é candidato, é difícil despir a pele de candidato”, disse Romeira. E acrescentou que aquilo que o candidato do PSD fez “não costuma ser prática”. Os dois partidos, recorde-se, integram a coligação Somos Figueira, criada para as eleições autárquicas de 2013, que não deverá repetir-se nas deste ano.
“Apareci como cidadão e como candidato”, admitiu Carlos Tenreiro. “Um eurodeputado vem inteirarse sobre um assunto da nossa terra e as pessoas que queiram ter uma voz ativa e ser interventivas no concelho, obviamente deviam estar presentes para apoiar a iniciativa. Até defendo que deviam estar presentes autarcas com responsabilidades no concelho”, aduziu o candidato do PSD, realçando a importância do tema da visita – a erosão costeira. “Contactou-me a manifestar interesse em marcar um encontro com o eurodeputado. Disse-lhe que o encontro não garantia, mas que podia aparecer na visita, porque é um cidadão. Considero que possa ter havido aproveitamento político. Ele apareceu com vários dirigentes e militantes do PSD, todos a tirarem fotografias, que depois publicaram nas redes sociais. Eu não teria ido, até porque aquilo era uma ação de campanha da minha candidatura”, afirmou António Durão, candidato do MPT à Câmara da Figueira da Foz." 

Já ando por aqui a virar frangos há muitos anos. 
Conheço de gingeira as politiquices figueirenses. 
Por isso, em devido tempo, fiz esta postagem. O importante é não perder o foco...
Carlos Tenreiro, além de candidato do PSD, também é um cidadão... 
Portanto, como não temos dois sistemas, a meu ver, a igualdade formal dos cidadãos, os candidatos e os outros, todos podem ter os mesmos interesses, as mesmas motivações e as mesmas preocupações...
Tudo o que seja tentar questionar a igualdade do cidadão Carlos Tenreiro, sendo ou não candidato, perante uma situação de alerta real e de preocupação para um problema que afecta todo o concelho, é tentar polemizar e fazer uma manobra de diversão.
Que o mesmo é dizer, é querer que se "tome a nuvem por Juno"...
As coisas são bem claras: António Durão, candidato do MTP à Câmara Municipal da Figueira trouxe à nossa cidade um Eurodeputado.
Carlos Tenreiro, candidato do PSD à Câmara Municipal da Figueira da Foz, colocou os interesses da terra acima dos partidos e foi felicitar o promotor da iniciativa.
Não vejo onde esteve o problema ou a preocupação?
Preocupante, quanto a mim, foi não ter estado ninguém ligado ao poder a receber o eurodeputado.
A diferença de opinião entre pessoas nunca deve ser motivo de preocupação. 
A diversidade é que é fecunda. 

E pronto. 
O Pedro já disse o que tinha a dizer.
Por mim, apenas, se essa importante figura do partido da Terra, que é Carlos Romeira, mo permitir, apenas lhe deixo meia dúzia de palavras.
Juízo eu sei que tem. Só espero, que o saiba usar. 
Para bem da Figueira e do candidato António Durão...

Porque hoje não é dia dos plebeus pra embaraçar a coisa, pus-me ao fresco...

Foto Pedro Agostinho Cruz
"Há tanta gente chata hoje em dia na Figueira, que não foi difícil terem reparado num gajo bem disposto como eu...", é o que costumo dizer a quem gaba a minha prestação, dedicada e diária, neste espaço.

Presunção e água benta, cada um toma a que quer. 
A acreditar no que me transmitem, chego a pensar que faço falta por aqui...
Hoje, porém, dia oficial de carnaval na Figueira, tenham paciência, com tanta gente na cidade, temo que nem sequer haja um lugarzito para mim na copa de uma árvore, pelo que resolvi por-me ao fresco.

Para quem gosta de conhecer, encontrar, descobrir, a viagem leva-nos ao encontro do que desejamos e queremos. 
Claro que vou viajar!.. 
Preciso respirar.

O carnaval faz-me lembrar o casamento.
Casamo-nos por falta de juízo. Separamo-nos por falta de paciência. E, alguns de nós, tornam a casar-se por falta de memória.
Como não quero nada a sério com o carnaval da Figueira e, muito menos, retirar protagonismo ao verdadeiro rei do carnaval, neste ano de 2017, até amanhã...

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Na Figueira é o que sabemos... *

Foto Jornal de Montemor
"Ontem, fui distinguido na comemorações do 85° aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Montemor-o-Velho, onde esteve presente o secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes, por uma fotografia e história que partilhei aqui na Internet. A história de um miúdo que ajudou um bombeiro.
Esta distinção é deles! 
Portugal precisa de mais Homens como os bombeiros!
Portugal precisa de mais Homens de futuro como o Rafael!"
Pedro Agostinho Cruz

Nota de rodapé.
* Nesse campo, para atalhar caminho, sobre o que se passa na Figueira em relação aos jovens fora da caixa, sublinhe-se e registe-se a coerência do senhor vereador da cultura dr. António Tavares...
Esta nota de rodapé, foi sá para  fazer o respectivo registo. 
São estas pequenas descobertas que fazem com que me sinta bem, pois recordam-me os tempos do Barca Nova do ZÉ MARTINS, O MESTRE.
Se já fazia falta no tempo de Cervantes, hoje em dia, então, um pouco de Quixotismo faz uma falta enorme.
Não quero cair na tentação da queixa fácil da brutal ausência de valores na política actual, porque o comportamento do homem sempre foi vil, pouco tendo melhorado, em termos éticos, desde que há memória do registo comportamental deste bicho... 

Se eu quisesse... (2)

...em 2017, ano de eleições autárquicas, era tão fácil enlouquecer na Figueira...
Mais uma...
"João Ataíde quer reconversão do projceto turístico das lagoas"...

"Chuva espera pelo fim da festa com 12 mil pessoas na Figueira da Foz"...

Imagem jornal As  Beiras
Ainda bem que não choveu no dia de carnaval, pois a  paisagem ficava tomada de de tons de cinzento. 
O som monocordicamente ritmado da chuva a cair poderia tornar amorfos os foliões.
Em dias de chuva, as pessoas ficam mais iguais e mais cinzentas...
A chuva tem este triste sabor de uma igualdade imposta.
Dias de chuva são dias sem imaginação?

Desta vez, S. Pedro não quis estragar a festa. Pelo contrário, esperou que o desfile acabasse para libertar a chuva. E se o corso não tivesse arrancado com cerca de meia hora de atraso, o Carnaval de Buarcos/Figueira da Foz não teria metido água. 
Segundo o que já tive oportunidade de ler no jornal AS BEIRAS, a organização facturou bem, mas não ganhou para o susto. Romana, a rainha, sofreu uma intoxicação alimentar, anteontem, em Lisboa, e ao final da manhã de ontem ainda não havia garantias se podia reinar na avenida do Brasil. 
Mas, tudo não passou de um susto:  a cantora recuperou e cumpriu com a real missão de animar o Carnaval de Buarcos/Figueira da Foz, ao lado do rei Carlos Queirós. 
Quem gostou mesmo do que viu, foi  presidente da Câmara da Figueira da Foz: “foi um Carnaval bem passado, muito animado, com grupos muito bem recriados. A organização pela associação parece que está a resultar. Por outro lado, fico muito satisfeito por ter muita adesão”, declarou João Ataíde ao Diário As Beiras. 
O desfile de ontem foi o segundo de quatro. O Carnaval Infantil Solidário, no primeiro, foi na sexta-feira, com cerca de 1600 crianças das escolas do concelho. Hoje, pelas 22H00, desfilam as escolas de samba locais – A Rainha, Unidos do Mato Grosso e Novo Império. 
Amanhã, pelas 14H30, realiza-se o derradeiro corso, com os reis e os seus 1200 súbditos. A entrada custa quatro euros – crianças até aos 12 anos e foliões integralmente caraterizados não pagam.

Há uma série de estereótipos que damos por adquiridos e nem pensamos se estão certos ou errados. 
Por exempo, associar a chuva com a tristeza. 
Porquê?
Não é a chuva que viceja os campos, que renova os rios e as fontes, que tudo prepara para que finalmente venha o sol?
Vamos apreciá-la como merece.

Dar sangue, é salvar uma vida!.. Os figueirenses são mesmo humanistas: andam há quase 8 anos a ser picados por uma melga e deixam (que continue?..)

"Desde há algumas semanas, a primeira coisa que faço logo pela manhãzinha é ler o que durante a noite foi prometido para a Figueira. 
E sinto-me tão confiante! Vamos ser a capital (mundial?) do destino turístico dos desportos de areia; vão proporcionar-nos (aos residentes) condições para a prática de diversas modalidades no extenso areal urbano; vamos ter um centro de alto rendimento, sendo o parque municipal de campismo a sua base (com bangalôs, piscina e ginásio); vamos ter muitas mais unidades hoteleiras, para receber estágios de seleções e de clubes, nacionais e estrangeiros; vamos ter um Anel das Artes, também na praia; a Piscina-Praia vai ser remodelada, coberta… 
E quando, por brevíssimos momentos de lucidez, penso que, nos últimos sete anos, tivemos, no concelho da Figueira da Foz, um deserto de ideias e de ação relativamente a quase tudo o que é fundamental preparar tendo em conta os próximos 20/30 anos, imediatamente elevo os meus pensamentos mesquinhos e maldizentes, e confirmo que tudo isto não é um sonho – não! para cada uma destas ideias há cartazes grandes, desenhos coloridos, bonitos, impantes - ah, como estou confiante!... 
Há quem na Figueira se sinta impante (em sentido literal “cheio de comida ou de bebida, inchado”, em sentido figurado “cheio de soberba, ufano”), esquecendo que o seu primeiro significado é “o que soluça convulsivamente”… Mal posso esperar pela promessa de amanhã!..."
Impante, uma crónica de Teotónio Cavaco Deputado municipal do PSD, publicada hoje no jornal AS BEIRAS.

Nota de rodapé.
Depois de ler o texto acima, senti-me mais confortável, mas, ao mesmo tempo, mais preocupado.
Já andavam para aí a propagar, em sectores políticos diferentes - tanto no PS, como em certos nichos do PSD - que eu só dizia mal do presidente Ataíde...
Assim, dado que esta crónica, a meu ver, oportuna, assertiva, concisa e clara, não foi publicada pela Agência de Notícias "Calharete", mas por um meio insuspeito, credível, altamente prestigiado na melhor sociedade figueirense, creio que não há fumo sem fogo.
Será que as campaínhas políticas figueirenses que andam a tocar sinais de alarme, não deveriam merecer alguma atenção?
Possivelmente tal não acontecerá.
A mercearia política no poder figueirense tem uma máquina de agitação e propaganda bem oleada.
Faz-me lembrar o Lidl,  um supermercado muito à frente: não tarda nada, já estamos a receber tudo sobre promoções de chocolates e adereços para o Natal! 
Eles não brincam em serviço: sabem que há clientes que gostam de fazer as suas compras com calma, o que nunca foi o meu caso...
Por isso, sempre detestei essa coisa dos supermercados começarem a falar do natal e da passagem de ano meses antes, fazendo parecer que já estão aí à porta, quase querendo atropelar o tempo.
Tão ridícula, só mesmo a crença que acredita que, só por mudar de mandato, um político como Ataíde vai fazer diferente e não mais do mesmo.
Dois mandatos, com Ataíde como presidente da câmara da Figueira da Foz, foram um aglomerado de dias e horas, que nada mudarama de substancial, para melhor, na cidade e no concelho. 
Mudar o mandato ou não, com este presidente, não vai mudar nada. 
Pelo saber de experiência feita, sabemos que as famosas promessas antes das eleições, não costumam chegar sequer ao dia de reis...
Desta vez, depois de saber isto tudo, só me apetece gritar que passe depressa 2017... E que, 2018, seja um ano de jeito para a Figueira!

Fotos para a posteridade...

Vida longa ao rei da horta! 
Depois de ler o aviso expreso nesta foto, lembrei-me de uma das minhas imbirrações. 
 Detesto quando me querem explicar o óbvio...

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Coisas que irritam Passos: offshores...

Cito o camarada Jerónimo de Sousa: «saída de 10 mil milhões de euros para paraísos fiscais sem fiscalização da Autoridade Tributária entre 2011 e 2014 é a prova de que PSD e CDS "à banca, aos ricos, aos poderosos fecharam os olhos" ao mesmo tempo que aplicavam austeridade à generalidade dos portugueses.»
Entretanto, hoje, Núncio assumiu responsabilidade política e entala Passos.
Recorde-se que nas primeiras declarações à imprensa, Paulo Núncio tentou responsabilizar a Autoridade Tributária, até ontem ter sido desmentido pelo anterior Director-Geral Azevedo Pereira.

Núncio deixa agora Passos Coelho e Maria Luís Albuquerque numa situação complicada. Ainda recentemente, em declarações à imprensa, o líder do PSD afirmava não estar em causa qualquer responsabilidade política. Mais acrescentou estar indignado por haver quem insinuasse poder ter havido qualquer acção ou omissão do anterior governo que tivesse levado à não publicação das transferências.

Já agora, que estamos no carnaval, acrescente-se e clarifique-se, que este é apenas um vestígio da verdadeira lei que há pelo menos cinco séculos governa o mundo: a pirataria.

Canta, canta, minha gente...

Em casa onde mulher manda, até o galo canta fino...
Carnaval: não leves a mal.
Tu és estrume, fermento,
sorriso franco, alento...

Solta-me deste ser bisonho...
Que tudo não seja parte de um sonho!
Vá lá, carnaval, vem
e traz uma rainha que, também,
faça perder o tino...

Haja decência.
Carnaval figueirense,
sem música brasileira,
era uma pasmaceira vazia e indecente...
Era como fazer amor por correspondência...
Canta, canta, minha gente!..
 

Mais vale tarde... Que tarde de mais!

Até o o PSD/Figueira já tem candiadato à Câmara!..
E lá  por Lisboa, nada!.. 
Querem ver que o PSD está a preparar alguma candidatura genial?...
As candidaturas geniais, tal como as ideias  geniais, são aquelas que nos espantamos de não ter tido antes...
Que tal, o PSD  começar por aqui:  "lançar um concurso de ideias e duas comissões de inquérito para encontrar um candidato à Câmara de Lisboa."

A Figueira hoje, mas não apenas hoje, é um dos principais destinos da região para quem gosta de assistir a folias

A Democracia, para quem tem de se sujeitar a ir a votos,  pode ser uma coisa muito aborrecida... 
Tão, tão aborrecida, vejam lá,  que os votos  - imagine-se! - são todos iguais.
Pelo andar do carnaval, bem pode o presidente Ataíde fazer as catarses públicas que quiser dos seus vícios (até ao momento, só ainda confessou um gosto enorme pelas construções de mau gosto na areia e pela dificuldade em conseguir localizar a praia da sardinha ...) que os figueirenses dificilmente lhe não darão novo voto.
As sondagens já dão mais de 6% ao PCP e 3% ao BE. À sua direita, espera-se que tarde ou cedo, o PSD reorganizar-se-á, pelo que irá subir nas sondagens. Durão continua a  ser a incógnita.
Ataíde, para já, continua a ser a certeza.

Podem sossegar as almas menos confiantes: na Figueira, o regime dos liberais na economia está de pedra e cal...
Os adeptos dos monopólios e das concertações de preços, até ao tutano, têm é de se organizar rapidamente.
A mercearia figueirense está a crescer desmesuradamente. 
Pela parte de quem de direito, existe a esperança, para regularizar a oferta, que os merceeiros se comam uns aos outros!..
Nem tudo está perdido. Eis a esperança da salvação da Figueira, por quem tem o dever e a obrigação de tomar medidas, pois a responsabilidade da governação da cidade é sua: "os merceieros figueirenses" serem autofágicos!

Trampas e Liberdade ao chegaram, no passado dia 19...

Não percamos a esperança. Vivemos numa cidade e num concelho,  onde todos somos iguais! 
Só que ALGUNS SÃO MAIS IGUAIS QUE OS OUTROS.  
Esta é uma cidade e um concelho, onde os HONESTOS SÃO ESTÚPIDOS E POBRES.
Vivemos tempos de máscaras e aparências, em que se esquece o valor do serviço e o respeito pela realidade.
Vivemos tempos sem glória.
Vivemos tempos de resignação e de fatalismo.
Vivemos tempos de carnaval.

Entre a ilusão, que nos engana, e a realidade, que nos interpela e desafia, será que alguma vez iremos saber escolher a verdade efectiva das coisas?
Siga. 
Na Figueira continua ser sempre carnaval. 
Hoje há desfile na avenida.  
A Figueira da Foz assume-se, não só hoje, mas também hoje, como um dos principais destinos da região aos visitantes que queiram assistir  à folia.
Figueirenses: quem nos protege do "estado a que isto chegou"?..

Via Agência de Notícias "Caralhete" 

Entrudo tradicional português e escolas de samba

"Os costumes alusivos às brincadeiras no período do Carnavla foram introduzidas no Brasil pelos portugueses provavelmente no séc. XVI, também com o nome do Entrudo. Contudo, seguiram evolução diferente da portuguesa e acabaram por influenciar, negativamente, as nossas práticas.
De facto, nas últimas décadas, o Entrudo tradicional português veio a ser adulterado, designadamente, pelas paradas brasileiras carnavalescas das escolas de samba, fazendo cair em desuso as já debilitadas práticas ancestrais das nossas populações consumindo, paralelamente, importantes recursos financeiros."
João Pinho, historiador e investigador, no jornal Campeão das Províncias, Edição de 23 de Fevereiro de 2017.
Para ler melhor e na totalidade o artigo de opinião, basta clicar aqui..

Por ser verdade e para que conste...

Ser do contra, é a forma mais fácil, popular e expressiva, para se referir a alguém que não segue modas, opiniões, gostos comuns, padrões, entre outros factores
Isto, não é visto de uma maneira esclarecida por todos.
Entre outras coisa, pode levar a achar que a minha pessoa faz questão de não gostar do que todo mundo acha que se deve gostar. 
Ser do contra é algo que, frequentemente, aparece numa conversa para me descrever:  "ele é do contra", dizem. 
Como não me importo de ser honesto digo: sou do contra, sim senhora

Admito.
Umas vezes, acertadamente. Outras, talvez nem por isso. 
E, isso, certamente não dignifica a minha imagem. 
Contudo, para mim,  esse problema só se levantaria se desse importância à minha imagem. 
E a explicação é fácil...
É, a meu ver,  mais importante a ideia que temos das coisas que a sua imagem em concreto. 
A ideia permanece. A imagem  vai-se tornando difusa com o andar dos tempos! 
A ideia é compreensão.
A imagem é memorização... 
E, esta, vai-se perdendo com o passar dos tempos!

A mercearia figueirense continua a crescer...

Olhar para uma imagem é tentar ver a mensagem que ela transmite. 
Uma imagem contém sempre uma mensagem. 
Que vêem aqui? 
Eu vejo o início de uma gestação: sugere-me, de imediato, que estamos perante o início de uma gravidez, que vai resultar em mais uma grande merecearia...
Não dá para ser otimista com mais este "modelo". 
No início não havia nada. 
Agora, no sector da mercearia estamos a assistir ao explodir de tudo...

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Há quem diga que não se vive de memórias: não as podemos mudar, mas podemos fazer diferente no futuro...

Luís Ribeiro, apoia "naturalmente... Rui Duarte".

"Há momentos na Vida em que não podemos deixar de assumir uma posição. 

"Ao iniciar-se um processo aberto e de ampla Participação Cívica e Democrática de escolha de Candidatos do PS, um processo sem paralelo na Figueira da Foz, assumimos a responsabilidade política de escolher aqueles que terão nas mãos o futuro de Buarcos e S. Julião. O Futuro da nossa Figueira. 

Por isso a minha escolha é clara. 

Votarei num Autarca com experiência e várias provas dadas na gestão da nossa Freguesia nos últimos oito anos. Um Ser Humano extraordinário e Fraterno. Um Amigo de todas as horas. 

Naturalmente que apoiarei aquele que considero o mais bem preparado para ser candidato a Presidente da Junta de Buarcos e S. Julião. 

Naturalmente que apoiarei o RUI DUARTE."

Nuno Lopes, jovem empresário da Baixa da Figueira da Foz

Pergunta do jornalista:
"Por que é que a ACIFF se tem recolhido no silêncio?
Resposta de Nuno Lopes:
"A ACIFF teve um papel interventivo em demover a abertura destes espaços comerciais. Num decreto lei de 2004, era tomada em consideração. [Entretanto], foram extintas as comissões distrital e municipal e deixou de ser necessário o parecer da ACIFF. Actualmente, a câmara tem a liberdade de aprovar a abertura, mas, no nosso entender, seria importante haver uma conversação, uma parceria, para delinearmos uma estratégia conjunta.
Pergunta do jornalista:
"A lei não impede que a autarquia dialogue com a ACIFF. Tem havido diálogo?"
Resposta de Nuno Lopes:
"No mandato actual, não.

Esta entrevista pode ser ouvida na íntegra, também hoje, pelas 21H00, na Foz do Mondego Rádio (99.1FM), e vista na Figueira TV.

O jornalismo sério, as fontes e o humor crítico, sensato e acutilante

Para ver melhor, clicar na imagem
No Jornalismo, as fontes são portadores de informação. 
Podem ser pessoas,  ou documentos escritos ou audiovisuais, por meio dos quais os jornalistas tomam conhecimento de informações, opiniões ou dados.
Os jornalistas raramente estão em condições de assistir a um acontecimento que se quer manter secreto. 
Por isso necessitam de fontes.

Qualquer jornalista sério, sabe ques as fontes têm sempre algum interesse na informação que passam. 
Cabe ao jornalista a responsbilidade de saber escolher o que é o interesse público. 
Cabe ao jornalista aferir o rigor dos dados obtidos e a veracidade dos factos que lhe foram apresentados.

Hoje, para quem já viveu muito e acompanha desde há mais de 4 décadas a política figueirense, verifica que o  25 de Abril, na nossa cidade, começa a ter o estatuto de efeméride. 
A mensagem, salvo raríssimas excpções, deixou de estar viva nas novas gerações dos políticos que fizeram chegar a Figueira ao estado a que isto chegou,  o que pode constituir um perigo.
Aqueles valores que nos foram trazidos pelo 25 de Abril,  precisam ser protegidos, pois  continuam a ter validade.
É responsablidade de todos nós, os que continuam a acreditar no 25 de Abril, fazer perceber isso aos mais novos.

Sempre encarei a vida, como um grande espectáculo de humor. 
O problema é que, às vezes, alguns não entenderam a piada.
A vida, para quem cultivou ao longo da existência, uma escrita acutilante e  um humor crítico, nunca foi fácil. 
Mas não foi isso que me fez, até hoje, perder o bom humor.
Se isso tivesse acontecido estava tramado:  quem o achasse jamais mo devolveria.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Exposição Olìvia Ribau: "o naufrágio não é o pior"... (6)

Jornal As Beiras. Edição do dia 24 de Fevereiro de 2017 

Antigamente era assim: espalhava-se a fruta pela casa. Tinha duas funções. Uma, era aguardar até que estivesse boa para se comer. A outra, dar bom cheirinho à casa... Hoje, utilizam-se aerosóis...

Imagem sacada daqui.

Nota de rodapé.
Cito Alice Mano-Carbonnier
"Não me cabe, obviamente, pronunciar-me sobre as escolhas do Partido Socialista, mas preocupa-me o presente e o futuro do nosso concelho e, tanto um como outro estão, em grande medida, nas mãos dos Autarcas.
A ser confirmada, a solução avançada não me surpreende mas incomoda-me. 
Aliás, neste processo como noutros semelhantes - mesmo que não na política - incomodam-me exactamente as duas situações que estão aqui amplamente espelhadas:
A) Alguém que quer apenas manter o poder e não consegue fazer autocrítica avaliando objectivamente a sua competência, consistência, capacidade (ou a ausência delas) para o desempenho da função;
B) Alguém que se sente capaz de desempenhar melhor o lugar e tem, teoricamente pelo menos, capacidade para ele, deixar-se "convencer" a desistir da candidatura (ou do sonho) a troco da promessa de atribuição de outro cargo,eventualmente até de título mais pomposo. 
E assim se constroem as equipas, não com os mais capazes mas com os mais "moldáveis".
Aguardemos..."

O importante é não perder o foco...

Cito Carlos Tenreiro:
"António Durão,  do MPT,  trouxe ontem até nós o Eurodeputado José Faria desse partido para se inteirar do grave problema de erosão costeira sentida no nosso concelho. Os interesses da terra estão acima dos partidos, razão, pela qual, não pude deixar de felicitar a iniciativa."
Nada de mais normal. E a explicação é fácil e óbvia.
Cito António Durão
"...a  nossa candidatura irá trazer à Figueira da Foz o Eurodeputado Jose Inácio Faria a fim deste se inteirar sobre a situação da erosão costeira na margem sul. Haverá um encontro com os promotores do movimento cívico Sos Cabedelo onde falaremos da solução proposta - o Bypass - para ultrapassar o flagelo que se vai agravando de ano para ano. O ponto de encontro será no cabedelo, à frente do Parque de Campismo.
De seguida rumaremos ao Cabo Mondego, outro dos dossiers que temos em mãos, para visitar o Património Geológico do Cabo Mondego.
Aos cidadãos que queiram estar presentes, fica desde já o convite".
Carlos Tenreiro, além de candidato do PSD, também é um cidadão... 
Portanto, como não temos dois sistemas, a meu ver, a igualdade formal dos cidadãos, os candidatos e os outros, todos podem ter os mesmos interesses, as mesmas motivações e as mesmas preocupações...
Tudo o que seja tentar questionar a igualdade do cidadão Carlos Tenreiro, sendo ou não candidato, perante uma situação de alerta real e de preocupação para um problema que afecta todo o concelho, é tentar polemizar e fazer uma manobra de diversão.
Que o mesmo é dizer, é querer que se "tome a nuvem por Juno"...

As coisas são bem claras: António Durão, candidato do MTP à Câmara Municipal da Figueira trouxe à nossa cidade um Eurodeputado.
Carlos Tenreiro, candidato do PSD à Câmara Municipal da Figueira da Foz, colocou os interesses da terra acima dos partidos e foi felicitar o promotor da iniciativa.
Não vejo onde esteve o problema ou a preocupação?
Preocupante, quanto a mim, foi não ter estado ninguém ligado ao poder a receber o eurodeputado.
A diferença de opinião entre pessoas nunca deve ser motivo de preocupação. 
A diversidade é que é fecunda. 
foto António Agostinho
Preocupante, é o menor respeito por essa opinião discordante.
Estamos numa cidade onde reina o pensamento único.
Isso sim,  é que é negativo: estreita as soluções para os problemas agudos que vivemos, como é caso da erosão costeira a sul da barra do estuário do Mondego!
É importante que saibamos aquilo em que nos focamos. 
É importante que seja a meritocracia.
E, nunca, a competitividade balofa, o exibicionismo fútil. 
Tudo isso é supérfluo.

Pensamento profundo

António Augusto Menano
"A relação entre a palavra e o objecto constitui um ponto fulcral. Da nossa vida quotidiana, da filosofia. O homem vive no meio de palavras: há para todos os gostos, amáveis, irritantes, correctas, oblíquas, as relações que estabelecemos diariamente são feitas com palavras, são as palavras que nos põem em contacto, com os outros e com a coisa.

As coisas não se relacionam entre si, a sua qualidade, a sua substância é-nos dada por palavras. E chegamos à situação da palavra ser muito mais decisiva, importante, do que a coisa que ela designa. Já não representa a realidade. Ela é realidade, em si. Os objectos são formatados pelas palavras. A mentira é construída por palavras, os factos idem. Mesmo quando são mentiras, verdades “alternativas”, nascem de palavras."

Palavras, uma crónica de António Augusto Menano, hoje publicada no jornal AS Beiras.
Quem quiser continuar a ler, é só clicar aqui.

A técnica já é velha: se a mensagem não interessa, machadada no mensageiro

"Na classificação divulgada, a câmara de Coimbra cai 100 lugares em relação a 2015, é o quinto pior entre os 19 concelhos do distrito e, pior, o índice é negativo, cerca de 40%.
O presidente do executivo de Coimbra, em vez de refletir seriamente sobre os resultados, aproveitou a reunião do Conselho Diretivo da Associação Nacional de Municípios e o seu estatuto de presidente da associação para atacar o ITM, usando a reunião em proveito próprio à revelia da generalidade dos associados. Ironicamente, esta atitude só reforça a assertividade do ITM.
Relembremos que este é um presidente que se eterniza no seu quarto mandato, um mandato cansado, sem ideias e refratário à vivacidade da oposição. Não espanta por isso, este ITM digno de república das bananas."
Machadada na transparência. Rui Curado da Silva, ontem no jornal AS BEIRAS.

Se eu quisesse...

...em 2017, ano de eleições autárquicas, era tão fácil enloquecer na Figueira...

Agitação e propaganda (continuação...)*

Se é para prometer e não cumprir, ao menos que seja mesmo à grande...
Em vez do Anel das Artes,  no Parque das Gaivotas ficaria melhor uma cópia da Torre do Parque das Nações, com restaurante panorâmico, centro de congressos, hotel do Grupo Sana,etc. e outras coisas a pormenorizar para depois de outubro de 2017... 

Via Agência de Notícias "Caralhete" 

Nota de rodapé.
* Propaganda - é um modo específico de se apresentar uma informação, com o objectivo de servir uma agenda.

A cerimónia foi apenas uma formalidade: "o acordo já está no terreno há cerca de dois anos..."

O Ginásio Clube Figueirense, a Misericórdia – Obra da Figueira e o Centro Paroquial de Solidariedade Social da Paróquia de Buarcos celebraram ontem, dia 23 de Fevereiro de 2017, um protocolo tendo em vista o fomento da prática desportiva a cerca de 50 crianças entre os 3 e os 13 anos de idade que frequentam a instituição gerida pelo Padre Carlos Noronha.
O protocolo agora «oficializado» permite às crianças, preferencialmente durante o período da Páscoa e início do ano escolar seguinte, iniciarem-se em diversas modalidades desportivas (14 no total, entre elas basquetebol, remo, natação e ténis de mesa), acompanhados por professores ou monitores, nas instalações do pavilhão, piscina e centro náutico. A Misericórdia disponibiliza o seu campo polivalente e piscina.
Em contra-partida, o Centro Paroquial concede ao Ginásio e Misericórdia um desconto de 10% no seu restaurante Stella Maris nas refeições de grupo (mínimo de 10 pessoas). O acordo agora assinado por Carlos Noronha (Paróquia de Buarcos), Ana Lúcia Rolo (Ginásio) e Joaquim de Sousa (Ginásio) tem a duração de um ano, sendo automaticamente renovado não havendo indicações em contrário.
O acordo já está no terreno há cerca de dois anos, quisemos experimentar primeiro e consolidar depois”, considerou Joaquim de Sousa sublinhando que “este não é um ato isolado, há uma efectiva colaboração de há anos e que integra um conjunto mais alargado e mais importante” de parcerias já firmadas.

Via Figueira na Hora

Piscina-Mar hoje em discussão na Assembleia Municipal

A Assembleia Municipal reúne-se esta sexta-feira, pelas 15H00. 
Entre os diversos assuntos da agenda, destacam-se a votação do concurso público para a reconversão e exploração da piscina-mar, o regulamento de incentivos fiscais da câmara para novos investimentos e o Plano Municipal para a Igualdade de Género.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

No dia em que passam 30 anos sobre a data da sua morte, ficam excertos da entrevista que José Afonso deu ao jornal «Sete» de 22 de Abril de 1980...

Exposição Olìvia Ribau: "o naufrágio não é o pior"... (5)

Voz da Figueira. 23 de Fevereiro de 2017
Para ver melhor, clicar na imagem

Agitação e propaganda (continuação...)*

Notícia do jornal As Beiras, edição de hoje. Passo a citar.
"O Anel das Artes, estrutura com formato redondo, vai ser instalado no espaço onde se encontra o pavilhão multiusos do parque das Gaivotas. Ao que o Diário As Beiras apurou, o imóvel, destinado a acolher eventos, vai ficar parcialmente descoberto. Segundo fonte da autarquia, o projeto está a ser elaborado. Por sua vez, o orçamento deverá rondar um milhão de euros. De acordo com a mesma fonte, parte do imóvel poderá ficar numa cota abaixo da superfície, para melhor se enquadrar na paisagem envolvente – a praia e a cidade. Deverá ocupar uma área de cerca de dois mil metros quadrados. Recorde-se que o Anel da Artes foi um dos elementos do projecto vencedor do concurso de ideias para o areal urbano que ficou de fora da requalificação daquele espaço. A construção deverá começar em 2018, devendo ficar concluída durante aquele mesmo ano. O pavilhão só começará a ser desmontado no final deste ano, para ser reinstalado junto ao quartel dos Bombeiros Municipais da Figueira da Foz, para onde vão ser transferidas as oficinas e o armazém da câmara. A nave foi instalada no parque das Gaivotas para acolher as bancas do mercado municipal da cidade, durante a sua remodelação. Entretanto, foi ficando, sendo utilizado como espaço multiusos. Até ao final do ano, deverá receber uma exposição sobre dinossauros. O projecto do Anel das Artes é da autoria do vencedor do concurso de ideias, Ricardo Vieira de Melo, projectista das obras do areal e das do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano de Buarcos. Em declarações ao Diário As Beiras, o arquitecto de Aveiro confirmou «que o projeto está em desenvolvimento».

Nota de rodapé.
* Propaganda - é um modo específico de se apresentar uma informação, com o objectivo de servir uma agenda.

O eurodeputado do MPT José Inácio Faria veio inteirar-se dos problemas da erosão costeira a sul do concelho

Por iniciativa de António Durão, candidato do MPT à Câmara da Figueira da Foz, esteve esta manhã na Figueira da Foz, o eurodeputado José Inácio Faria com a finalidade de se inteirar sobre a situação da erosão costeira na margem sul do Mondego, nomeadamente na Cova-Gala.
Miguel Figueira e Eurico Gonçalves, do movimento cívico SOS Cabedelo, também estiverem presentes e apresentaram a solução do Bypass com a possibilidade de resolver esta situação.
Quem também esteve presente nesta visita e felicitou o eurodeputado pela sua presença, foi Carlos Tenreiro, candidato do PSD à Câmara da Figueira da Foz.

Daqui

Esta semana pode ficar resolvido o problema de Buarcos S. Julião: Esteves vai candidatar-se a um terceiro mandato e Duarte pode ir para assessor ou para a Figueira Domus

O segundo round entre José Esteves, o presidente da junta de freguesia de Buarcos/S. Julião, que pretende recandidatar-se,  e Rui Duarte, que lhe quer ocupar o lugar, vai realizar-se em breve.
Segundo o apurado por este blogue, sexta-feira  João Galamba, deputado do PS, vem à Figueira tentar convencer Rui Duarte a desistir a favor de José Esteves.
A reunião, ao que conseguimos apurar, terá lugar nos Lavadouros de Buarcos, com os secretariados do PS Buarcos e S. Julião. A mediação diplomática ficará a cargo de João Galamba, deputado eleito por Coimbra e membro do secretariado nacional do PS, apenas com 6 anos militância.
João  Portugal e João Galamba são os elementos que mais pressão fazem em Lisboa para reconduzir José Esteves a um terceiro mandato à frente da maior freguesia do concelho da Figueira da Foz.
Tudo isto ainda está no segredo dos deuses do PS local, para evitar fugas de informação e alarme nas hostes do PS local.
Contudo, OUTRA MARGEM conseguiu furar o bloqueio e apurou ainda, junto de fonte segura, que existe um plano B: a  reunião prevista para os Lavadouros de Buarcos, para sábado à noite, pode ser substituída por um jantar de mediação, entre os representantes de José Esteves e Rui Duarte.

Também para a lista do PS à Câmara as coisas estão a compor-se.
António Tavares sai. Vai ser  substituído por José  Fernandes - actual assessor para a parte económica de João Ataíde.
João Portugal sai. Mas,  com a condição de ser substituído pelo Nuno Gonçalves, actual administrador da Figueira Domus. 
José Fernandes e Nuno Gonçalves, são de Montemor. A actual vereadora Ana Carvalho vai manter-se, e também não é da Figueira, tal como  João Ataíde. 
Se o PS, nas próximas eleições, mantiver os cinco vereadores,  quatro não são figueirenses. Apenas o professor de Biologia, Carlos Monteiro, será  da Figueira.
Entretanto, a resolução do difícil e intrincado  problema de Buarcos/S. Julião pode passar pelo seguinte: ser oferecido a Rui Duarte o lugar de adjunto ou assessor no gabinete de apoio a Ataíde, ou, em alternativa, um lugar de administrador na Figueira Domus.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

E não é que, neste momento, apetecia-me um regresso!..

Via o sítio dos desenhos

Passear pela praia fora de época é ter a ocasião de reparar em coisas surpreendentes...

Quando me disponho a ter o tempo para mim, detenho-me a olhar o outro lado.
Ver o outro lado,  é ver duas realidades diferentes. É procurar ver e entender o outro lado. Sim, porque há sempre um outro lado...
Imagem retirada da edição de hoje do Diário de Coimbra.
Para ver melhor, basta clicar na em cima da imagem.
Ontem, ao fim da tarde, dei comigo a contemplar, a partir do lado de Buarcos,  a “milagrosa” obra onde se estão gastar (estragar...) mais de 2,1 milhões de euros.
Tirei a foto publicada nesta postagem mais acima.
Ao reparar no computador, fiquei perplexo!..
Vista desta perspectiva, fiquei ainda mais convencido da verdade, na resposta que temos de dar à questão: deve-se aproximar a CIDADE DO MAR, ou o MAR DA CIDADE?
Insisto: a meu ver, devemos procurar a todo o custo aproximar o MAR DA CIDADE, como no tempo em que a Figueira era a Rainha das praias.
Quem tomou esta a iniciativa de tentar aproximar a FIGUEIRA DO MAR desconhece que foi a “Praia da Claridade” que deu a grandeza e beleza à Figueira e não é esta “milagrosa” obra que irá repor essa condição!
Olhar, ver e reparar para esta Praia (outrora da Claridade e agora transformada numa calamidade paisagística e ambiental) são conceitos diferentes
Há os que se limitam a olhar sem estar a ver. 
Há outros que chegam a ver sem estar a olhar.
Mas, reparar é outra coisa:  necessita de uma atitude completamente diferente. 
Há um ecletismo de conhecimento que se pode adquirir no reparar, que ultrapassa em muito a visão daqueles que se limitam a olhar e a ver.

Carlos Tenreiro aprovado pela Comissão Política Nacional do PSD

A Comissão Política Nacional do PSD aprovou ontem mais 49 candidatos autárquicos, um segundo conjunto de nomes que se juntam aos 46 aprovados e divulgados no final de janeiro.

Em Coimbra, foram aprovados, além da capital de distrito, os candidatos a presidentes das Câmaras de Cantanhede, Maria Helena Cruz Gomes de Oliveira, Condeixa-a-Nova, Nuno Manuel Mendes Claro, Figueira da Foz, Carlos Tenreiro, Penacova, António Simões da Cunha Santos (assinalado pelo PSD como independente), e Tábua, José Tavares Pereira (também independente).

Via Jornal de Notícias

A caminho da indiferença?..

Uma imagem das  primeiras eleições livres para a Assembleia Constituinte, realizadas nesse dia 25 de abril de 1975, que jamais vou esquecer, que tiveram a participação de mais de 90% dos eleitores...
"Abstenção ao poder?", é o título de uma crónica hoje publicada no jornal AS BEIRAS, por Daniel Santos.
Passo a citar.
"As interpretações possíveis dos resultados eleitorais são tantas quantas aqueles que a isso se quiserem dedicar. Já assistimos à transformação de tremendas derrotas em vitórias, o que normalmente ocorre por parte de quem de facto não conseguiu os seus objetivos eleitorais. Como fomos testemunhas de análises que derrotam definitivamente os adversários mesmo quando as respetivas metas foram alcançadas. Sim porque isto de ganhar eleições tem muito a ver com os objetivos das candidaturas. Ninguém acreditaria, por exemplo, que um pequeno partido, de repente, por artes mágicas, transmutasse a sua votação habitual numa vitória por maioria absoluta. Como é difícil de imaginar que os partidos tradicionalmente do “arco do poder”, de repente, perdessem toda a sua representação. Podem porém traduzir-se com razoável probabilidade de ausência de contraditório alguns dos números que resultam da verificação dos resultados finais. 
Um deles é, sem dúvida, a evolução da abstenção. Em concreto, o valor da abstenção tem vindo a crescer significativamente na Figueira da Foz: 40,63% em 2001, 42,55% em 2005, 42,78% em 2009 e 52,29% (!) em 2013
De cerca de 33000 votantes em 2001, apenas 25000 se apresentaram nas últimas eleições, apesar do número de inscritos ter subido cerca de 3000 eleitores desde 2001. 
Será que os candidatos se vão predispor a refletir sobre isto, ou será que a abstenção vai subir ao poder?"

Nota de rodapé.
É verdade que a abstenção não coloca em causa a legitimidade dos eleitos. Contudo, torna-os vulneráveis,  enfraquece a consistência social e política da sua representatividade e menoriza a democracia representativa.
O certo, porém, é que desde as  primeiras eleições livres para a Assembleia Constituinte, realizadas nesse dia 25 de abril de 1975, que jamais vou esquecer, que tiveram a participação de mais de 90% dos eleitores, que o aumento da abstenção se tornou num problema crónico e cada vez mais grave da nossa democracia. 
Repito, para que não restem dúvida.
A abstenção não põe em causa a legitimidade dos eleitos, mas vulnerabiliza-os. Todavia, os mandatos ficam mais fracos do que se houvesse ampla participação eleitoral e mobilização da cidadania. 
Existe a ideia, falsa, de que quanto maior a proximidade dos órgãos a eleger, mais alta é a participação eleitoral. 
Não é verdade.  As eleições autárquicas têm normalmente participação mais baixa do que as eleições legislativas. 
E, desde a entrada no século XXI, a abstenção tem vindo a subir continuamente. A partir do  ano 2000 - a Figueira da Foz, conforme a crónica de Daniel Santos sublinha, confirma isso - iniciou-se um caminho que nos conduziu a um estado em que  mais de metade do total dos eleitores não votam.
É difícil encontrar outro tão forte e evidente sinal de fracasso de um sistema político: mais de metade dos cidadãos do nosso concelho não se interessam e não querem saber da sua vida e da gestão da sua cidade. 
A origem do problema - os políticos sabem isso - está no funcionamento deficiente dos partidos. As manobras, as jogadas de bastidores, os truques, os jogos dos aparelhos partidários, foram desgostando e afastando os cidadãos e minimizando o exercício da cidadania. Primeiro, da participação. Depois, também do próprio exercício do direito ao voto
Cada vez menos pessoas olham para os partidos como expressão das suas preocupações. Cada vez mais pessoas deixaram  de ver os deputados como representantes do Povo. Cada vez mais pessoas olham para os deputados como papagaios amestrados para servirem cegamente e sem sentido crítico as direcções partidárias. 
Entretanto - e isso é o mais grave para a saúde da democracia - o sistema parece estar de pedra e cal. 
Porquê? 
Simplesmente, porque a reforma necessária, teria de ir no sentido de atrair o envolvimento da cidadania, reforçar o poder de escolha dos eleitores, limitar e diminuir o poder absoluto dos directórios – e os directórios partidários não querem, mandam e não deixam
O efeito deste estado de coisas  é o que sabemos: a deterioração do sistema, a degradação da vida política e o definhamento da democracia.
Mas, isso, interessa pouco aos políticos no poleiro.
O importante, para eles, é garantir o "tacho", nem que para isso se tenham de prestar a todas as "panelinhas".

O atraso é como o progresso. Só que ao contrário...

"Fiquei hoje convencida que a Figueira da Foz, ao longo dos anos, se deixou ultrapassar por outras localidades bem mais pequenas. Perdeu serviços, perdeu comércio e perdeu importância como cidade. 
Valoriza-se por aqui o lazer de má qualidade e a zona da praia que, objectivamente e na minha perspectiva, está cada vez mais feia.
Basta olhar para a repetição de fotos sempre e invariavelmente da mesma zona e depressa nos apercebemos que aqui é o que se valoriza.
Alguém já pensou por que razão os figueirenses são obrigados a ir a Juntas Médicas a Montemor-o-Velho? "
Isabel Maria Coimbra

Manuel da Costa Cintrão, um velho lutador pela Liberdade que sempre agiu por imperativo de consciência cívica, espírito livre e de missão...

TENHAM PACIÊNCIA, NÃO TENHO FORMA DE ESTAR CALADO…
Como sempre tenho perfilhado e defendido um conjunto de valores que incluem a profunda convicção que o exercício de cidadania e em particular o direito de opinião devem ter uma dimensão ética.
Isto vem a propósito de algumas pessoas e alguns políticos se sentirem incomodados e, até se queixarem de não me calar. Tenham paciência, a mordaça não se encaixa no meu perfil. 
Por mais que tentem colocar-me a mordaça não conseguirão, estejam cientes disso.

Por exemplo, ainda há poucos dias apagaram comentários meus na página “Grupo PS Buarcos”, prática reincidente. Pior que isso, acabaram por me expulsar daquele Grupo impossibilitando-me de tecer qualquer comentário. Atitudes dos jovens “democratas (?)”, que temos, que não podem ser incomodados para não se sentirem prejudicados no assalto ao poleiro!..

Pasme-se, atitudes de camaradas da minha área política. Ao que isto chegou!...
Nas minhas críticas de cidadania procuro não enveredar por questões colaterais que possam constituir “faits divers”. Prefiro apontar frontalmente coisas concretas, verdadeiras, tal como o azeite que vem sempre ao de cima. Por isso, fui sempre um homem livre sem papas na língua, sem peias, nem albardas no pensamento - sempre no combate político contra as injustiças sociais, por necessidade telúrica e onírica de exercitar a liberdade.
Sempre agi por imperativo de consciência cívica, espírito livre e de missão, pelo que nunca me renderei. Só a morte me vencerá.
Todavia, permanecerei presente nas lutas actuais e na memória colectiva, de acérrimo combate, sem tréguas, contra as injustiças sociais.

Toda a vida fui um guerrilheiro do pensamento e de combate, nas palavras e na acção em prol da minha região, não obstante residir habitualmente em Lisboa. Nunca me desenraizei, com muita honra, da minta terra natal e da minha região.
Desde os meus quinzes anos tenho escrito, em participação activa, durante anos para jornais regionais de Figueira da Foz, Leiria e Pombal, também para jornais diários e não diários e algumas revistas. Também produzi alguns livros que foram editados, tendo mais três prontos para edição se, porventura, surgir algum patrocínio. 
Um trabalho solitário, de toda uma vida, em prol da nossa terra e nossa região. Haja saúde, nunca me cansarei disso, continuarei a escrever numa missão cívica e cultural, num dever de cidadania.
As armas que tenho utilizado têm sido as palavras escritas e as palavras faladas, para manter a chama da luta para os combates que se avizinham. Não faço promessas, teço apenas sonhos, porque o sonho comanda a vida!..

Porque para cumprir promessas tem que surgir verbas na Câmara Municipal da Figueira da Foz que, tradicionalmente, nunca chegam à nossa freguesia de Marinha das Ondas ou, quanto muito, chegam às pinguinhas, muito insuficiente, que mal chegam para manter as contas correntes.
Não obstante ser a freguesia que mais contribui em impostos para os cofres da nossa Câmara Municipal da Figueira da Foz, ainda assim não tem tido a correspondência e o reconhecimento que lhe é devida, tem sido constantemente ignorada, esquecida.
Sendo a última freguesia do concelho de Figueira da Foz, Marinha das Ondas tem sido, historicamente, sempre esquecida e remetida para as calendas gregas, quando de forma secular os responsáveis pelos destinos do nosso concelho, quer a nível político ou de gestão, só têm pensado e ainda pensam de forma narcísica na cidade como se não houvesse mais concelho.

Mas vamos ao facto que mais interessa à nossa freguesia de Marinha das Ondas, que é a prioridade primeira, a defesa da nossa Unidade de Saúde (Posto Médico). Temos que tecer uma luta sem tréguas, porque sem combate não poderemos evitar o seu encerramento.
Será preferível irmos até às últimas consequências, no campo da batalha, para exigirmos aquilo a que temos legitimamente direito. 
Porque somos uma população demasiado exposta à poluição das grandes indústrias locais e com uma grande percentagem de envelhecimento. Porque somos uma população que vive numa zona em que os veios freáticos estão altamente inquinados pelos efeitos das mesmas indústrias locais e que, quer se queira quer não, são altamente lesivos da saúde pública. 
Por que temos direito legítimo de termos a nossa Unidade de Saúde do ponto de vista social e na defesa da mobilidade, ainda acresce as razões de poluição a que uma população numerosa está altamente exposta.

Ainda não há muito tempo foi promovido os sinos a rebate por iniciativa do actual Executivo da Junta de Freguesia de Marinha das Ondas. Foram uns valentões, repito, foram uns valentões mau grado a indisposição que causou ao Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Dr. João Ataíde, responsável pela política de saúde criminosa para o concelho que prevê o encerramento de todos os Postos médicos a sul e norte, para os incorporar nos Centros de Saúde de Alhadas e de Lavos.
Pena esta luta não ter sido secundada por outras freguesias onde as Unidades de Saúde irão ser encerradas ou já foram encerradas, como o caso do Alqueidão e da Cova / Gala, esta a funcionar a meio gás até à machadada final. Não tenhamos dúvidas, se nada se fizer, as Unidades de Saúde a sul, Cova / Gala, Marinha das Ondas e Paião serão para fechar.

Era interessante, de facto, que se alastrasse a revolta no sul e norte do concelho em defesa das suas Unidades de Saúde.
A brilhante iniciativa do Executivo da Junta de Freguesia de Marinha das Ondas na promoção recente dos sinos a rebate não chega, há que haver forte mobilização das pessoas e utentes de saúde em torno do Executivo da nossa Junta de Freguesia e da nossa Unidade de Saúde (Posto Médico), já que os membros da Assembleia de Freguesia, que eu saiba, ainda não tiveram coragem de promover, constituir e aprovar uma «Comissão Permanente», com poder jurídico, um instrumento de trabalho ao nosso alcance, de acordo com a Lei n.º 75 / 2013, Artigo n.º 12.
A luta contra o encerramento da nossa Unidade de Saúde, mais que nunca, exige a mobilização de todos nós para o combate, numa luta determinada e sem quartel.
Se nada se fizer, depois não se queixem que a nossa Unidade de Saúde encerrou. Pensem bem nisso, se acontecer o que não desejamos será culpa de todos nós e não do Executivo da Junta de Freguesia. 
As “guerras” ganham-se não apenas com as tropas que estão na frente, mas com toda a rectaguarda, com todo o apoio logístico, neste caso, o POVO, a população!..

Há que programar e promover novas formas de luta. 
Sugiro começar, em data oportuna, a mobilização das pessoas e utentes de saúde para o combate, uma vez que se aproximam as eleições autárquicas para uma chamada de atenção das entidades responsáveis e dos poderes instituídos. 
Será agora e nos próximos meses óptima altura e uma boa oportunidade para nos mexermos para a luta, para o combate, para o alertar de consciências que se encontram arredadas dos interesses públicos e sociais.
Teremos que promover, à mesma hora, em data a determinar os sinos a rebate, da nossa Igreja Matriz e de todas as capelinhas da nossa freguesia, como sinal de mobilização para a luta. Para declarar guerra, sem limites, às entidades que querem fechar o nosso Posto Médico.
Em última instância, promover o corte de estradas pelo sul do concelho impedindo o trânsito para sul e para norte.
Porque, como dizia alguém: «A saúde é um estado de espírito que não augura nada de bom». É verdade, a doença não tem dia nem hora marcada, poderá surgir a qualquer momento!...
O futuro não se aceita passivamente. Constrói-se!... A luta continua!..