quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Mais ricos do país duplicam valor detido em imóveis, no banco e em empresas

 Diário de Notícias


"Isto de estar vivo ainda um dia acaba mal" *

* (Esta frase é de Manuel da Fonseca e define de maneira muito clara uma inevitabilidade)

Foto: daqui

Carlos Monteiro - Figueira, mais qualidade de vida

- "O desabamento do muro de proteção em frente ao antigo Restaurante Teimoso
Há várias questões relacionadas com a APA — Agência Portuguesa do Ambiente — que se arrastam há anos no nosso concelho. Entre elas, destacam-se a substituição das comportas da Maria da Mata, no Vale do Pranto, a questão do domínio público no Cabo Mondego e o desabamento do muro de proteção em frente ao antigo Restaurante Teimoso.
Comecemos por esta última situação que, embora talvez não seja a que maiores prejuízos tem causado aos figueirenses, é, até ao momento, a única que mereceu um cartaz da Câmara Municipal a responsabilizar a APA."

Como dizia alguém: "isto acaba mal para toda a gente. E é incrível como a maioria das pessoas passa a vida sem olhar para a morte".

Concorda com a solução para o multiusos?

José Couto, via Diário as Beiras: "Esta questão não é sim ou não"

"Considero que a resposta a esta questão não é apenas um sim ou não.
Antes de tudo convém dizer que, se não há o dinheiro suficiente e uma “obra” desta envergadura implicar endividamento com risco de condicionar outro tipo de necessidades do Concelho, temos que admitir que é uma solução apropriada e revela boa gestão, é avisado não a realizar. 
Haverá, por certo, em alternativa, outras obras com um custo de oportunidade mais adequado. Assim, não pôr todos os ovos no mesmo cesto, porque inviabiliza outras infraestruturas, parece o mais sensato.
Quanto ao resto, o que foi chamado de “desmultiplicação do multiusos”, já me parece que deve ser avaliado em termos de ganhos efetivos por afirmação de infraestruturas que não existem – uma piscina olímpica ou um espaço para a feira de atividades económicas (que pode albergar outras valências) – e que aportam externalidades vantajosas para a oferta da cidade, importa pois avaliar a pertinência de outras infraestruturas, como é um centro de congressos, que poderá ter custos altos de gestão e manutenção e conflituar com outra instalação de grande qualidade (CAE), que existe na cidade e que se apresenta como multifacetada, podendo quiçá aportar valor para a atividade de eventos e congressos. 
Se a decisão encontrada, como parece, tem a preocupação da utilização de recursos financeiros com eficácia e eficiência, juntando-lhe a capacidade de gerar valor económico e de qualidade de vida, há que lhe reconhecer assertividade. 
Contudo tenho dúvidas no que respeita à solução apresentada para os terrenos da Salmanha – porventura por falta de informação."

"Segunda edição da F!Next supera a primeira e a terceira é uma incerteza"

 Via Diário as Beiras

Campus universitário

 Via Diário as Beiras

«A convicção do presidente da Câmara da Figueira da Foz e do reitor da Universidade de Coimbra é a de que, seja quem for o sucessor de Amílcar Falcão, o desenvolvimento do campus universitário não deverá ser afetado. “Não receio nada. Estou absolutamente convencido de que, seja qual for a escolha, qualquer um deles lidará muito bem com esta realidade irreversível. Este projeto é extraordinário. Não tenho nenhum receio”, afirmou ontem Santana Lopes, em declarações aos jornalistas, no final da sessão de abertura da feira de inovação, tecnologia e mar.» 

Por sua vez, «o reitor da UC, ressalvando que “os momentos e os tempos são os que são, há sempre alterações”, disse que quer acreditar que quem o suceder “terá o bom senso de perceber que o Campus da UC na Figueira da Foz é uma ferramenta extraordinária para as próximas décadas da UC, especialmente para o seu trabalho na área da economia azul”. 

A atividade do campus universitário inclui duas licenciaturas, cinco mestrados e centros de investigação dedicados ao mar e à economia azul.»

"Santana Lopes ressalvou que, por ora, trata-se apenas de uma hipótese"...

 Via Diário as Beiras (para ler melhor clicar na imagem)

Contrariando Luís Neves...

O Governo português tem  um polícia na Administração Interna, 
Isso, por si só, era complicado. 
Tudo se agrava, quando esse ministro é um cadáver político a tentar fazer prova de vida política, a qualquer custo.
Além de grave, é penoso e, sobretudo, perigoso.

terça-feira, 20 de outubro de 2026

Eleições autárquicas alteraram constituição da estrutura intermunicipal

 Via Diário as Beiras (para ler melhor clicar na imagem)

Concorda com a solução para o multiusos?

Carlos Beja, via Diário as Beiras: "discordo"
"Coerentemente com o que sempre escrevi, baseado também na minha experiência profissional, discordo: 
1. Centro de congressos e hotel: pode ser uma opção, mas nada obsta que este seja um espaço multidisciplinar, sem acréscimo de custos. Hoje, é tecnicamente possível fazer coexistir no mesmo espaço polivalente congressos, feiras, exposições e eventos desportivos, com a vantagem de todas as infraestruturas de apoio ligadas à restauração e afins ficarem confinadas ao hotel. 
2. Pavilhão de exposições em Seiça: ideia interessante a amadurecer como âncora para um conjunto de eventos de carácter diversificado, onde feiras de vários tipos, culturais, gastronómicas, agrícolas, possam ter lugar também no terreiro adjacente, tendo o Mosteiro e o pavilhão como elementos de suporte. 
3. Piscina Olímpica: integrada na rede de alto rendimento, que agregue piscina coberta e aquecida, ginásio, salas de apoio e alojamento para os atletas. Parece-me óbvio que esta integração nos centros de alto rendimento facilitará o acesso a financiamentos nacionais e/ou europeus.
4. O apoio ao Pavilhão Galamba Marques, bem como a gestão da Piscina Olímpica a cargo do Ginásio Clube Figueirense, parecem-me incontestáveis. Nesta perspetiva, não teríamos desdobramento do pavilhão multiusos. O espaço multidisciplinar ficaria integrado no hotel, de iniciativa privada, como em tantas cidades do mundo, o pavilhão de Seiça seria o princípio de uma âncora para atividades económicas de pequena/média dimensão, e Piscina Olímpica integrada na rede nacional de centros de alto rendimento."

segunda-feira, 19 de outubro de 2026

"Chamar "tumultos" ao que se está a passar em Portugal é uma prova de que o governo entrou em modo pânico"

 Via Público (para ler melhor clicar na imagem)

Políticos que aprovam mudanças no arrendamento têm mais de mil imóveis avaliados em 55,6 milhões de euros

"Os 220 políticos que integram o Governo e os grupos parlamentares do PSD, Chega, Iniciativa Liberal e CDS-PP possuem, em conjunto, 1.039 imóveis, avaliados em cerca de 55,6 milhões de euros, segundo o Jornal Público. O património inclui ainda mais de 807 mil euros em rendimentos prediais declarados e participações em dezenas de empresas imobiliárias, num grupo que tem aprovado medidas favoráveis aos proprietários, incluindo benefícios fiscais e alterações às leis do arrendamento.
Os dados resultam da análise feita pelo Público às declarações de rendimentos e património dos governantes e deputados, documentos que os titulares de cargos políticos são obrigados a entregar ao Tribunal Constitucional até 60 dias após o início de funções. A maioria das declarações foi apresentada em 2025, aquando da tomada de posse do actual Governo, e os rendimentos declarados dizem, por isso, respeito a 2024, salvo nos casos em que foram actualizados."
Via CNN / Imagem: Público

Os miúdos não estão bem

David Pontes, Público

«"A população, quando se manifesta, manifesta-se com razão porque sente, porque dói, porque há dor." O ministro das Infra-estruturas e da Habitação mostrou este domingo compreensão perante o protesto que ganhou expressão no Porto e transbordou para Lisboa. Foi uma mudança de tom, numa semana em que o poder revelou uma falta de empatia e uma cegueira que acabaram por ser determinantes para mobilizar a contestação, num país caracteristicamente afónico na hora do protesto. 
Com a carga policial de violência escusada sobre manifestantes pacíficos, o país contemplou a expressão máxima da incapacidade do poder político para entender o mal-estar transversal, contínuo e crónico provocado pela crise da habitação. Se se levantam tendas em D. João I e no Rossio é porque sucessivos governantes se mostraram incapazes de perceber até que ponto esta "dor" mina a vida de milhões e compromete o bem-estar social. 
E se o cassetete que bate na cabeçа com rastas não percebe que está a esmurrar uma geração inteira que não consegue sair da casa dos pais, era de esperar que políticos mais experientes tivessem maior sensibilidade do que o "implacável" ou o "egoístas", as palavras que marcaram a semana. Em vez de olhar para a causa com a urgência devida, o executivo preferiu atacar o efeito, tentando desviar o olhar do essencial.
Seguindo o espírito do tempo, primeiro preferiu saltar para a trincheira e atacar quem protesta, procurando deslegitimar a contestação. São “cópias" do que vem de fora, são violentos, não respeitam a "lei e a ordem”, são manipulados por forças partidárias... Mas, mesmo que a câmara prefira sempre o caixote a arder ao rapaz com uma guitarra, о que os ecrãs acabaram por mostrar esta semana não foi o filme sobre o qual o executivo quis construir a sua narrativa. 
Os jovens portugueses têm motivos suficientes, à razão do preço do metro quadrado, para não serem a cópia de ninguém. A acampada que fizeram não tem qualquer comparação com a irracionalidade violenta que vemos tomar as ruas noutros países. E a participação de partidos neste tipo de manifestações é própria de uma democracia e não macula as razões do protesto. 
Hoje, a habitação não é uma causa de direita ou de esquerda, é um problema de todos. Foram precisos quatro dias para o Governo interiorizar isto e era bom que não o esquecesse mais. Porque os nossos miúdos não estão bem e a dor que sentem não vai passar quando as tendas saírem das praças.  Se queremos pensar no futuro, é mesmo preciso que esta dor se torne a prioridade máxima da acção política. Se queremos pensar no futuro, é mesmo preciso que esta dor se torne a prioridade máxima da acção política.»

O "rastilho social" que provocou as manifestações

Nova lei do arrendamento: o que pode mudar?
Despejos mais fáceis em caso de incumprimento, fim do travão de 2% nas novas rendas, até três rendas antecipadas, cauções sem limite de valor e actualização dos contratos anteriores a 1990. Estas são algumas das alterações propostas pelo Governo à lei do arrendamento. O pacote já passou na generalidade com a abstenção do Chega e seguiu para a especialidade.

Desobediência civil

Rafael Barbosa, Director do JN
"A desobediência civil não é uma anormalidade. Ao contrário, o protesto no espaço público, as palavras de ordem, a pressão da rua, não são mais do que o sinal da vitalidade e liberdade de uma sociedade. A democracia não se esgota no voto. E ainda menos no cano de esgoto em que se transformaram as redes sociais. Isso seria absurdo.
Não vivemos num país ou numa região do Mundo onde a única coisa que há a esperar da vida é uma sucessão de misérias e guerras. Mas também não vivemos no país dos contos de fadas. Não se iludam com as estatísticas e os números agradáveis da macroeconomia. A riqueza per capita pode crescer e esconder, ainda assim, uma desigualdade cada vez mais acentuada.Há razões mais do que suficientes para protestar por não se poder pagar ou arrendar uma casa, por causa do aumento desmesurado do preço dos combustíveis e do custo de vida, pelos salários mínimos que não chegam ao fim do mês, pelas pensões miseráveis dos mais velhos.
Não é só Luís Montenegro que prefere viver num país sem turbulência. Ninguém quer ser testemunha, nas nossas cidades, do nível de violência e destruição a que assistimos em França. Mas isso não significa que os atos de desobediência civil inicial dos estudantes franceses ou o dos jovens que se juntaram na Praça de D. João I tenham de ser tratados como um ato criminoso.
Há uns anos, cruzei-me com as teorias de John Rawls e Jurgen Habermas, o primeiro por causa do liberalismo, o segundo pela democracia deliberativa. Ambos tiverem em conta o protesto e a desobediência nos seus escritos complexos mas luminosos. O primeiro definiu os pilares que a deviam sustentar: dar visibilidade a uma injustiça, ser pacífica, aceitar as consequências legais e servir como apelo ao sentido de justiça da maioria. O segundo defendeu desobediência civil como uma parte fundamental e até uma salvaguarda da democracia, por ser motor da transformação social.
Habermas recusou conceções legalistas e positivistas do direito, como as que temos ouvido por estes dias a Pedro Duarte, Luís Montenegro ou até António José Seguro. Como escreveu, "uma cultura política madura é aquela que reconhece na desobediência civil um sinal de vitalidade democrática. (...) Quando certos princípios ou direitos fundamentais estão em jogo e parecem ser seriamente contrariados pela legislação ou por um ato do Governo, a desobediência civil é legítima - mais do que isso, é desejável e necessária". Confundi-la com delinquência diminui as democracias e abre caminho ao autoritarismo."

domingo, 18 de outubro de 2026

O fascínio da violência

José Gil


«Numa investigação recente (publicada em livro, A Recaída), Philipp Ruch chega à conclusão de que a ascensão vertiginosa do Partido Nazi, nas eleições de Setembro de 1930, não se deveu a factores económicos ou ideológicos, ao carisma de Hitler ou à propaganda de Goebbels, nem à corrupção dos partidos democráticos, mas sim à incitação permanente à violência política, com a promessa da execução fisica dos opositores. Incitação que atraiu irresistivelmente os alemães.

Da mesma maneira, é sem dúvida a violência desmedida da oratória política dos populistas que hoje explica o seu rápido sucesso e o seu alastramento planetário. Com uma diferença: enquanto o nazismo e o fascismo escondiam a crueldade e os crimes, a extrema-direita actual escancara-os e faz disso uma pedagogia do terror. Quando Peter Hegseth, o secretário da Defesa americano, ordena a transmissão em directo de uma execução por fuzilamento, ou quando Trump ameaça, com grande ostentação, varrer a civilização iraniana da face da Terra, a publicitação gloriosa do crime contribui para a normalização da violência. André Ventura é aplaudido quando clama pela prisão imediata do primeiro-ministro espanhol. Não se trata da "banalização do mal", mas da elevação da excepção e da crueldade ao estatuto de normas - vamos agora viver fora da lei como heróis, a assaltar o Capitólio, a invadir a Gronelândia, a tirar um ditador da cama, raptá-lo pelos ares e metê-lo na cadeia.

A violência contagia como uma epidemia. Ao mesmo tempo que sidera, a expressão sem freios da energia transmite a afirmação de si, a certeza, a determinação, veiculando os piores clichés do machismo e da superioridade viril; mas traz também uma aura de transcendência quase divina. Só um deus se atreve a quebrar as leis humanas indo além dos seus limites sem pestanejar. Por isso, os tiranos mais cruéis provocam tantas vezes um fascínio irresistível aterrorizadas, as multidões adulam-nos.

Além de arrebatar, capturar e suscitar na vítima o desejo de a espelhar, a violência tem a propriedade de regressar ao emissor em feedback ampliado. O exercício da violência não só acorda nos corpos atingidos uma energia adormecida, mas é reenviada de volta com uma força acrescida. Produz mais violência, nos outros e em si próprio. Num clima de impunidade política, a brutalidade do crime requer mais crime ainda mais brutal. O ciclo só pára com a morte do violador. Assim foi, nos campos de extermínio e nos gulags.

Actualmente, na Europa e no mundo, a violência dos movimentos populistas, no poder ou na oposição, é ainda atenuada pela força da ideia de democracia. Mas se, proximamente, a extrema-direita ganhar as eleições em França, em Espanha, na Polónia e em Itália, instalar-se-ão em todos os países europeus regimes claramente autocráticos. As tendências já manifestas para o exercício desmedido da força expandir-se-ão livremente: a moderação de Meloni ou de Le Pen mostrará o seu verdadeiro rosto, a vertente autoritária agudizar-se-á. Que esperar do Chega no poder, quando o seu líder pratica uma demagogia desbocada, oS seus deputados assediam grosseiramente (e com violência) as deputadas de esquerda no Parlamento, quando a sua política defendia a restauração da pena de morte, a guetização da comunidade cigana, e preconiza a castração química dos pedófilos?

A violência não é a força porque a força pode apenas canalizar a livre expressão da vida. Pelo contrário, a violência só surge para esmagar ou destruir o outro na sua integridade vital. Há sempre, no fascínio pela violência, o secreto desejo de matar. É o que a defesa, necessariamente vigorosa da democracia, tão ameaçada agora, não pode esquecer na luta contra a ambição do poder da extrema-direita.»

O verbo do ódio

José Pacheco Pereira

«Este mundo é essencialmente antidemocrático, conflitual, com exclusão do "outro", e legitimador da violência. Os direitos constitucionais da greve, da manifestação não valem nada. E, mesmo quando há violação da lei por parte dos manifestantes, há uma completa duplicidade em relação às violações da lei, por exemplo, por parte do Chega. O que provocaria uma fúria nestes comentadores se o que fez Rita Matias ilegalmente em Coimbra, invadindo uma estação de rádio, fosse feito por um "esquerdalho", ou se se vier a concluir que о "alegado" assalto ao gabinete de Ventura fosse mesmo "alegado"? Este mundo é pobre, ignorante, agressivo, violento e muitas vezes cruel. É um mundo antipatriótico, anticristão, mas encontra pouca resposta numa denúncia clara do que ele significa. É só esperar algum tempo para percebermos a metáfora do "ovo da serpente".»

"Não Me Obriguem a Vir para a Rua Gritar"

sábado, 17 de outubro de 2026

"Organizado pelo Serviço de Psiquiatria da ULS do Baixo Mondego, o encontro “Novos Paradigmas na Saúde Mental” reuniu profissionais e especialistas na reflexão sobre estas doenças"

 Via Diário as Beiras

Os eufemismos inventados para falar da realidade "ferem"

Via Diário as Beiras, uma passagem do "discurso da presidente da Região Metropolitana de Coimbra, Helena Teodósio, que mereceu elogios, até de Marcelo".
Referindo-se à linguagem actualmente utilizada nas políticas sociais, a autarca criticou a crescente substituição de palavras como “pobreza”, “carência” ou “miséria” por conceitos menos incómodos. “Passou-se a falar de vulnerabilidade, fragilidades socioeconómicas, risco de exclusão, pobreza energética ou insegurança alimentar. A intenção pode ser positiva, mas a boa intenção e o resultado real não são a mesma coisa”, afirmou. 
Para Helena Teodósio, estes eufemismos podem ajudar a esconder a realidade social e afastar o debate das suas verdadeiras causas.

sexta-feira, 16 de outubro de 2026

Manifestação Nacional: Mais salário, melhores pensões e serviços públicos! Contra o aumento do custo de vida! Defender o SNS e a Segurança Social



Morreu aos 82 anos o jornalista Joaquim Letria

 1943 - 2026

O Metrobus deve chegar à Figueira da Foz?

 João Pedrosa Russo, via Diário as Beiras: "Se chegar, é excelente"

Unidades de saúde de Bom Sucesso e Paião adjudicadas

 Via Diário as Beiras: "Município da Figueira da Foz adjudicou, a duas empresas, a construção das novas unidades de saúde familiar no Bom Sucesso e em Paião. Investimento supera os 3,2 milhões de euros".

Metade dos adultos pobres têm trabalho, habitação faz disparar carência

 Via Jornal de Notícias

"A Rede Europeia Anti-Pobreza (EAPN, na sigla em inglês) assinala os seus 35 anos em Portugal com um seminário que decorre esta terça-feira na Fundação Engenheiro António de Almeida, no Porto (ler caixa). A coordenadora nacional diz haver ainda "um longo caminho a ser percorrido" para que o combate à pobreza seja um desígnio, o que implica o envolvimento "de todos os atores", tendo de ser "transversal a todas as áreas". Maria José Vicente alerta que são já cerca de dois milhões os portugueses em risco de pobreza e exclusão social, muito por conta do aumento do custo de vida, sobretudo na habitação."

A propósito de promessas...

Câmara diz que vai construir ponte sobre passagem de nível da Salmanha, mas Vítor Alemão continua descontente. Via Diário as Beiras, quarta-feira, 20 de setembro de 2023

«... o presidente da Câmara da Figueira da Foz, Santana Lopes, considerou que esta é uma obra prioritária. Até porque, já ali houve acidentes mortais, envolvendo viaturas e comboios. “Estamos a tratar da construção de uma travessia rodoviária aérea na passagem de nível da Salmanha. [Neste momento], estamos a ver os materiais e o traçado. Nunca ninguém fez isto, como muitas outras coisas no concelho, e essa [passagem de nível] até mexe com vidas humanas”, frisou Santana Lopes.

... o presidente da Junta de Vila Verde, Vítor Alemão, desvalorizou o anúncio como sendo uma obra que vai beneficiar os vilaverdenses. “Essa é uma obra estruturante para o concelho que não beneficia apenas a freguesia de Vila Verde”.»

quinta-feira, 15 de outubro de 2026

A limpeza da praça

HABITAÇÃO: RASTILHO PARA MAIS PROTESTOS

"A lei da bastonada da PSP para reprimir as manifestações pela habitação no Porto, com manifesta desproporcionalidade, com a conivência activa de Pedro Duarte, presidente da Câmara do Porto, é o rastilho para mobilizar mais protestos dos jovens.

P. S. Luís Montenegro continua a brincar com o fogo, com a cumplicidade de António José Seguro, no momento em que já ninguém se dá sequer ao trabalho de responsabilizar quem tutela as polícias."

O Metrobus deve chegar à Figueira da Foz?

Isabel Maia, via Diário as Beiras: "Não, se substituir a duplicação da ferrovia"

quarta-feira, 14 de outubro de 2026

Se ganhar eleições sem maioria, Carneiro quer "reciprocidade" do PSD

José Luís Carneiro foi ontem entrevistado no podcast Soundbite do PÚBLICO.
José Luís Carneiro espera “reciprocidade” do PSD se ganhar as eleições sem maioria. O líder do PS diz que o partido “tem dado provas de responsabilidade e de compromisso com os valores democráticos” e o que espera é que o “princípio da reciprocidade por parte do PSD” seja cumprido Daniel Rocha


«À frente nas sondagens, José Luís Carneiro não quer que o PS "contribua para criar qualquer crise política". Em entrevista ao podcast Soundbite do PÚBLICO, o secretário- -geral do Partido Socialista recusou "adicionar problemas graves" ao país criando cenários de instabilidade, ainda que, considera, "uma parte do PSD deseje eleições e queira uma crise política". Para o líder dos socialistas, "há muitos sociais-democratas que queriam que o PS fosse mais intransigente nas suas posições". A razão? Pоr quererem criar "uma circunstância política que permitisse fazer aquilo que sempre desejaram: uma aliança com o Chega". Carneiro defende que a viabilização anunciada pelos socialistas evita ter "o Orçamento nas mãos do Chega", e lembra que as quatro exigências colocadas ao primeiro-ministro sobre matérias vitais como a Constituição, pensões, os investimentos do PRR e o apoio a famílias e empresas atingidas pelas tempestades foram "afirmativamente" respondidas por Luís Montenegro. 
E se ganhar as eleições sem maioria? O líder do PS diz que o partido "tem dado provas de responsabilidade e de compromisso com os valores democráticos" e o que espera é que o "princípio da reciprocidade por parte do PSD" seja cumprido. José Luís Carneiro defende que a posição a tomar é a que garante que "não se perca o essencial daquilo que são os valores fundadores da nossa democracia onde PS e o PSD têm responsabilidades acrescidas na defesa desses valores".»

Alegado roubo no gabinete parlamentar do líder do Chega

Via jornal Público: «Depois de ter criticado António Costa por responder por escrito à CPI ao caso das gémeas, líder do Chega depõe por escrito.
André Ventura em declarações aos jornalistas após alegado roubo do gabinete JOSÉ SENA GOULÃO / LUSA
A resposta por escrito contraria a posição de André Ventura, que chegou a ser muito crítico de depoimentos por escrito.. "Ser um depoimento por escrito prejudica e muito, não só o aprofundamento dos conhecimentos como também a possibilidade de inquirir de forma efectiva o próprio antigo primeiro-ministro. Teria sido mais eficaz, teria sido muito melhor que António Costa se tivesse disponibilizado a vir ao Parlamento", dizia, em 2024, o líder do Chega, a propósito do depoimento por escrito de António Costa na CPI forçada pelo Chega ao chamado "caso das gémeas".»

O Metrobus deve chegar à Figueira da Foz?

José Couto, via Diário as Beiras "É claro que [sim]"

A Figueira tem uma ilha... Lembram-se?

...é a "ILHA DA MORRACEIRA: UM PATRIMÓNIO NATURAL E CULTURAL QUE PRECISA DE SER VALORIZADO". 

"A Ilha da Morraceira, na Figueira da Foz, é um espaço de enorme riqueza natural, cultural e paisagística, com uma extraordinária diversidade de aves e uma forte ligação à história e às tradições locais. Os seus caminhos de observação de aves são uma mais-valia para a educação ambiental, o turismo de natureza e a valorização do nosso território.

Os vereadores do Partido Socialista, na reunião de Câmara de 8 de outubro, alertaram para o estado de abandono e a falta de manutenção de alguns destes percursos, bem como a ausência de sinalética adequada, que dificultam a sua utilização e impedem que este património seja devidamente apreciado.
É urgente recuperar e melhorar os caminhos, garantir a sua manutenção e instalar sinalética que identifique os percursos e os melhores pontos de observação, com informação sobre as aves e os habitats existentes.
Valorizar a Morraceira é proteger a natureza, preservar a nossa identidade e criar melhores condições para residentes e visitantes.
A Morraceira não pode ficar esquecida! Merece cuidado, investimento e valorização."

Em tempo.
Na Morraceira, laboraram dois estaleiros navais  (Carreira Naval Figueirense e Estaleiros Navais do Mondego) – e estão encerrados. Ficaram centenas de trabalhadores no desemprego.
Na Morraceira, laboraram três secas do bacalhau (Sociedade de Pesca Oceano, Atlântica Companhia Portuguesa de Pesca e Luzitânia Companhia de Pesca) – e estão todas inactivas. Ficaram centenas de trabalhadores no desemprego.
Na Morraceira, laborou uma Fábrica de Vidros há muito encerrada. Ficaram centenas de trabalhadores no desemprego. 
Na Morraceira, existia um restaurante famoso (O Covil do Caçador) e a tasca do Bispo onde se comiam umas saborosas sandes de chouriço e se bebia um copo de três ou  uma mini por uns parcos escudos. Fecharam há alguns anos.
Na Morraceira, existia uma fábrica de malhas (SCOTTWOOL (PORTUGAL) - MALHAS E CONFECÇÕES, SA) – que encerrou. Ficaram centenas de trabalhadores no desemprego.
Na Morraceira, apesar de tudo, ainda laboram todos os dias dezenas de pessoas. Em funcionamento, existe uma creche e jardim de infância, algumas pequenas unidades industriais,  uma venda de marisco para a pesca lúdica, piscicultura e extracção de sal. Contudo,  a Morraceira é, nos dias que correm,  uma sombra do passado.
A Morraceira, recorde-se, teve o aeródromo concelhio e até um campo de futebol!..
Morraceira, um pedaço de terra que sobressai no estuário do Mondego, apesar de continuar  entregue praticamente ao abandono, a aguardar pelo desejado plano geral de requalificação... 
Em Novembro de 2011, segundo o que li no Diário de Coimbra, "a Ilha da Morraceira estava “a caminho” da valorização turística".
De harmonia com o acima citado Jornal, o “Plano de Valorização Turística da Ilha da Morraceira”, que estava a ser desenvolvido pelo Centro de Estudos de Geografia e Ordenamento do Território da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra foi apresentado a um conjunto de empresários com actividades na área do salgado, desde salinicultores, aquacultores e operadores turísticos. Um projecto que surgiu na sequência de estudos iniciados em 2004, que agora, com a colaboração de todos, se pretendia concluir para submeter a um possível financiamento comunitário.
O documento, segundo explicou José Rochete ao Jornal, integra-se no Plano de Desenvolvimento Turístico da Figueira e envolve a criação de infra-estruturas, como percursos pedonais, ecoturismo para cidadãos com dificuldade de mobilidade, um centro de interpretação, a promoção do sal e de interligação com a aquacultura, o ecoturismo e a agricultura biológica.”
Até hoje, que seja do meu conhecimento, nada aconteceu.

Depois, a 12 de fevereiro de 2015 li que a Figueira da Foz estava a desenvolver candidatura de proteção ambiental do Rio Mondego. 
"A Câmara da Figueira da Foz e a concessionária Águas da Figueira assinaram um protocolo que visa desenvolver uma candidatura a fundos comunitários para a proteção ambiental do estuário do rio Mondego.
O projecto, segundo os termos do acordo assinado pelo autarca João Ataíde e por João Damasceno, diretor geral da empresa de águas e saneamento, visa a melhoria das condições ambientais do rio Mondego junto à foz, nomeadamente na zona da ilha da Morraceira, através de soluções tecnicamente evoluídas para a promoção de actividades económicas ligadas à aquacultura, produção de sal e turismo. 
De entre as medidas propostas está a execução de uma “solução inovadora” para a rede de drenagem da ilha da Morraceira – com transporte de efluentes para a estação de tratamento de água residuais (ETAR) de São Pedro – e a melhoria da capacidade de tratamento desta infraestrutura.
Outras medidas preconizadas passam por um tratamento terciário de última geração (desinfeção), que, segundo João Damasceno “vai muito para além das exigências legais” nas ETAR de São Pedro e Bizorreiro de Lavos e a automatização da ETAR da Zona Urbana da Figueira da Foz “por forma a gerar eficiências energéticas” com monitorização de efluentes descarregados no estuário do rio.
Embora a Águas da Figueira tenha em curso um estudo prévio para identificar o volume de investimento necessário a incorporar na candidatura ao quadro comunitário Portugal 2020, João Damasceno estimou aquelas verbas num montante entre os três e os quatro milhões de euros.
A candidatura ficará a cargo da autarquia da Figueira da Foz, estando por definir se será o município ou a empresa, ou ambos, a assegurar a componente nacional do investimento e qual será essa taxa de esforço.
Questionado pelos jornalistas, João Ataíde estimou que se o investimento se cifrar em quatro milhões de euros a taxa de esforço poderá situar-se nos 800 mil euros, 20% do total.
De acordo com o texto do protocolo, os investimentos em causa não se encontram previstos no Plano de Investimento do Contrato de Concessão, nem são possíveis de executar “com o recurso exclusivo aos utilizadores através do sistema tarifário sem o onerar de forma incomportável”.
No mesmo texto, o município da Figueira da Foz admite que não dispõe de fundos próprios para financiar a concessionária nos investimentos previstos, “necessitando de financiamento externo não reembolsável para a sua execução”.
Resultados práticos, alguém os conhece?
Em 7 de Março de 2018, no jornal AS BEIRAS, vinha esta notícia...

Para ler melhor clicar em cima da imagem.

terça-feira, 13 de outubro de 2026

O Metrobus deve chegar à Figueira da Foz?

Carlos Beja, via Diário as Beiras: "Deve, mas será que pode?"

Unidade Local de Saúde (ULS) do Baixo Mondego tem 21 vagas, em sete especialidades, para formação no âmbito do Internato Médico 2026

 Via Diário as Beiras

Coimbra perdeu o encanto?...

As deputadas do CHEGA Rita Matias e Madalena Cordeiro fotografadas no gabinete da vice-presidência da Associação Académica de Coimbra (Foto: António Cerca Martins, Diário As Beiras)

Não perdemos pela demora

"Poucas horas passadas sobre a entrevista a Passos Coelho onde defende acordos de governação com a extrema-direita, duas deputadas eleitas pelo partido da taberna invadem um órgão de comunicação social para imporem a sua presença. "No pasa nada!", para a direita da "lei e da ordem" e do "respeito pela propriedade" tudo é tolerável e normalizável desde que seja à sua direita, o problema são os campistas do Porto na D. João I."

segunda-feira, 12 de outubro de 2026

PORTINHO DA GALA, uma estrutura que custou mais de 2 milhões de euros...

Comunicado Mais Pela Figueira 
PORTINHO DA GALA: ATÉ QUANDO VAI CONTINUAR O ABANDONO?

"O estado de degradação em que se encontra o Portinho da Gala é motivo de preocupação e merece uma resposta clara por parte de quem tem responsabilidades na sua conservação e manutenção. O vereador do Partido Socialista, João Paulo Rodrigues, questionou o Executivo Camarário sobre o assunto.

Estamos a falar de um espaço com história, identidade e importância para a comunidade local, que merece ser cuidado, valorizado e preservado — e não deixado ao abandono. Perante esta situação, impõem-se as seguintes perguntas: quem é responsável pela manutenção deste espaço? A quem compete realizar as obras necessárias? E por que razão se chegou a este estado sem que haja uma solução visível?
Para além do estado de degradação a que as infraestruturas de apoio chegaram, o portinho encontra-se completamente assoreado, com os barcos a ficarem encalhados no fundo.
O Executivo Camarário, na última reunião de Câmara, perante as questões levantadas pelo Vereador, passou a responsabilidade para a Agência Portuguesa do Ambiente - APA, todavia segundo o site do Porto da Figueira da Foz, a Câmara Municipal da Figueira da Foz é a entidade responsável pela gestão do Portinho da Gala. Em que ficamos?
O Portinho da Gala não pode continuar esquecido. A sua recuperação deve ser uma prioridade, em defesa da comunidade piscatória, do património local e da valorização da freguesia de São Pedro da Figueira da Foz."

Em tempo
O Portinho da Gala foi inaugurado em 2004. Cerca de 10 anos depois, a autarquia inaugurou um centro cultural e de convívio, que custou cerca de 120 mil euros,  para a comunidade piscatória. Pelo meio, foram construídos os 80 armazéns. 
Desde 2018, há cerca de 8 anos, que o gabinete jurídico da Câmara da Figueira da Foz está a fazer um novo regulamento para o Portinho da Gala, contando com o contributo da Junta de Freguesia de São Pedro e da Capitania da Figueira da Foz.
“Temos de criar normas para o portinho poder funcionar melhor e adequar-se às necessidades dos pescadores”, defendia o anterior presidente da Junta de São Pedro, em Fevereiro de 2018, António Salgueiro, em declarações ao jornal AS BEIRAS.
Para um futuro próximo, estava também prevista uma ligação directa da EN109 à infraestrutura, cujos acessos actuais limitam a actuação dos bombeiros em caso de incêndio, o que também ainda não aconteceu. 
22 anos depois da inauguração desta estrutura de apoio aos pescadores, o Portinho da Gala ainda não tem regulamento, em particular, para a utilização dos armazéns. 

Em março de 2025, foi anunciada uma boa notícia para os pescadores da Cova e Gala. Via Diário as Beiras: Portinho da Gala vai ser desassoreado.
O assoreamento e a falta de manutenção continuam a dificultar a actividade das várias dezenas de pescadores de pesca artesanal que têm a sua base logística no Potinho da Gala.

Iluminações de Natal....

Na Figueira, "cada dia uma coisa"?..

A iluminação de Natal na Figueira é aquilo que acontece uma vez por ano para lembrar aos figueirenses que a vida podia ser bem pior. 

Bioadvance, "tudo em aberto" e "prognósticos só no fim"...

Citando declarações do presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro ao Diário as Beiras, "o controverso processo da Bioadvance não ficou decidido com a Declaração de Impacte Ambiental desfavorável. Ribau Esteves revelou que o organismo que lidera recebe esta semana a administração da empresa, que solicitou uma reunião técnica, cujo resultado poderá ditar a decisão final sobre o destino a dar à fábrica de produção de biocombustível através de óleos alimentares usados instalada na zona portuária." 
Segundo João Martins, vereador da autarquia figueirense,  "a Câmara da Figueira da Foz não é previamente informada das decisões tomadas pelas entidades com intervenção no dossiê da Bioadvance. Em alguns casos, o município é mesmo o último a saber."

MANIFESTAÇÃO NACIONAL - DIA 17 DE OUTUBRO

O Conselho Diretivo da União de Resistentes Antifascistas Portugueses – URAP, apela à participação de todos os seus associados e outros democratas. 

domingo, 11 de outubro de 2026

Estado do Concelho

"O valor do trabalho, o preço de uma casa", é o tema desta edição que tem moderação de Joana Alvim.
"Quem fica com a riqueza que o trabalho produz? E como garantir uma casa a quem não consegue acompanhar os preços do mercado? No segundo episódio do Estado do Concelho, Miguel Pereira abriu o debate sobre salários, custo de vida, competitividade e repartição da riqueza. António Albuquerque trouxe a habitação, numa discussão sobre como traduzir uma estratégia nacional em respostas adequadas à região e aos municípios."
Em tempo.
Ouvi parte do programa e fiquei baralhado.
Uma coisa eu sei: há países que criam e distribuem riqueza e trabalho, outros que se limitam a criar ricos e a distribuir sacrifícios. 
Este é o caso de Portugal. 
E fiquei com uma dúvida: quais são as regras do jogo que promovem o desenvolvimento deste modelo e quais são as alterações necessárias para o superar?

CENTRO MULTIUSOS DA FIGUEIRA DA FOZ

Via Mais Figueira: "Mais uma promessa eleitoral não cumprida!!!"

"Na reunião de Câmara de 8 de outubro, o Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz anunciou e colocou a votação a alienação dos terrenos do Salmanha, que antes tinham sido adquiridos para um futuro Centro Multiusos e agora são destinados à possível construção de um hotel com um centro de congressos.

Os vereadores do Partido Socialista, João Paulo Rodrigues e Rui Carvalheiro, pronunciaram-se e votaram contra esta proposta, não porque sejam contra a construção de hotéis, muito menos no local anunciado, mas porque esta nova solução é completamente diferente da que o atual Presidente Câmara Municipal tinha prometido em campanha eleitoral, com pompa e circunstância, aos Figueirenses.

Se esta nova unidade hoteleira for construída, a Figueira da Foz continuará sem ter um Centro Multiusos. Esta nova solução irá também conflituar com o Centro de Artes e Espetáculos que é municipal, desviando muitos eventos deste para o referido hotel de congressos que será privado. A parte de feiras e eventos e a parte desportiva ficarão comprometidas, mesmo que se proponham soluções alternativas que dificilmente irão ser concretizadas e que não substituem de todo o que estava previsto para o Centro Multiusos.

A Figueira da Foz precisa de um Centro Multiusos onde estejam integradas a parte de feiras e eventos, a parte desportiva e a parte de congressos de maiores dimensões."

"Ex-militante do Chega diz querer ter sexo com a namorada e a filha desta"

"Pedófilo fotografou a menor, de três anos, completamente nua. Está acusado de dez crimes de pornografia de menores."