sábado, 7 de março de 2026
Montenegro luta pelo poder e receia a crise
Isto não é inventado, pois não?!..
Via Correio da Manhã
Polémica na Câmara de Lisboa: militante do Chega com império clandestino
Nomeada por Moedas para os Serviços Sociais da câmara arrenda casas com condições indignas a imigrantes ilegais. É namorada do vereador do Chega.
Reposição da sinalização em curso
A mão de obra externa custa cerca de 50 mil euros. Por sua vez, a compra de nova sinalização tem um valor próximo dos 110 mil euros.
Em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, ontem, o vereador Manuel Domingues frisou que foram danificadas e destruídas “muitas centenas” de estruturas de sinalização na via pública. Em nome da segurança rodoviária, apontou o autarca, a reposição da sinalização, iniciada logo a seguir ao temporal, deu prioridade aos sinais de trânsito de proibição e obrigação. Neste momento, está a ser reposta a sinalização direcional.
“Agora, sim, é essencial [trabalharmos] nas questões da sinalização direcional”, frisou Manuel Domingues. Por falta de material e mão de obra no mercado, ressalvou o edil, os trabalhos deverão prolongar-se por mais três semanas.
As freguesias de São Julião, Buarcos, Tavarede, São Pedro e a Costa de Lavos e a Praia da Leirosa foram as zonas mais afetadas pelo impacto da passagem da depressão Kristin nos sinais de trânsito e demais sinalização.
No total, entre equipamentos, edifícios e espaços públicos, a Câmara da Figueira da Foz soma estragos provocados pela intempérie no valor de quatro milhões de euros."
sexta-feira, 6 de março de 2026
Ricardo Silva crítico com responsáveis políticos do PSD
Via Diário as Beiras
"...desde a presidente da CIM Região de Coimbra e presidente da Câmara da Cantanhede e da Distrital social-democrata, Helena Teodósio, até a deputados e eurodeputados, por ainda não se terem deslocado ao Porto da Figueira da Foz, que se depara com o assoreamento da barra."
Santana Lopes, no Correio da Manhã
Isto é: de um tempo político que acabou com ele na Presidência da República.
O Presidente Marcelo, mesmo na PR, nunca deixou de ser o comentador que conhecíamos e o «enfant terrible» do regime.
Ele, como ninguém, quando comentava fazia-o com conhecimento de causa.
Vivemos tempos difíceis.
O Chega é pior que tudo o que tivemos a seguir ao 25 de Abril na política em Portugal.
Santana Lopes, que teve o sonho de ser o sucessor do actual Presidente (...e que tal como ele, de anjinhos não têm nada), sabe que Marcelo Rebelo de Sousa teve sempre a sua agenda privativa.
Nomeadamente, Marcelo, sem nunca o admitir, (entre outros) inviabilizou há alguns anos a possibilidade do então presidente da Câmara de Lisboa avançar com a candidatura à Presidência da República, dizendo sempre «não saber as verdadeiras intenções» de Santana Lopes.
Marcelo foi Marcelo até ao fim.
Nunca mudou: foi o que sempre foi - um entertainer emocialmente instável com o sentido de responsabilidade de um puto traquina na adolescência.
Tal como cerca de um milhão de portugueses que se deliciaram com o enfant terrible do regime, quando era comentador televisisvo, vou ter saudades de Marcelo.
Sobretudo, do comentador...
Segundo o vereador Manuel Domingues, "A14 poderá reabrir no dia 15 deste mês"
Via Diário as Beiras
«O vereador do executivo camarário da FAP Manuel Domingues avançou ontem que o troço da A14 entre a Figueira da Foz e Montemor-o-Velho deverá reabrir no dia 15 deste mês. O edil falava na reunião de câmara quando o presidente da autarquia figueirense o questionou sobre a estimativa da duração das obras em curso de reparação das zonas da autoestrada danificadas pelo comboio de tempestades ocorrido em janeiro e fevereiro. A Brisa está a trabalhar em várias frentes de obra, incluindo na zona da passagem de água do Foja sob autoestrada através de manilhas, cuja área esteve alagada durante várias semanas. O estado daquelas infraestruturas será determinante para a definição do calendário dos trabalhos, já que poderão ter de ser realizadas obras de reparação. Na quarta-feira, de resto, ainda não havia uma estimativa para a conclusão das reparações (ver edição de ontem). “Tenho acompanhado, quase em permanência, as obras na A14”, afiançou o autarca.
“A zona de manilhas abateu e a Brisa entendeu que tinha de fazer uma intervenção profunda”, acrescentou Manuel Domingues, adiantando que a concessionária da autoestrada decidiu analisar o estado de todas as passagens hidráulicas do troço da A14 entre Maiorca e o nó de acesso de Vila Verde. De novo indagado por Santana Lopes, desta vez acerca das pontes de Maiorca, na EN111 – uma das alternativas ao troço da autoestrada em obras - , Manuel Domingues afiançou que “as pontes de Maiorca aguentam-se, desde que se circule com moderação, a 30 km/hora, mas há quem não cumpre o limite de velocidade e, por isso, tem havido pequenos acidentes”.
Por outro lado, afiançou que a GNR, apesar de estar “com dificuldades, por ter poucos guardas”, “tem atuado” naquela estrada, sobretudo para impedir a circulação de viaturas pesadas nas pontes de Maiorca, que está proibida. Já em 2016, ano em que colapsou uma das passagens hidráulicas, na zona agrícola de Maiorca, obrigando ao corte da A14 entre a Figueira da Foz e Montemor-o-Velho, a EN111 passou a ser via rodoviária principal, com todos os constrangimentos associados à sobrecarga rodoviária. Desta vez respondendo ao vereador do PS Rui Carvalheiro sobre a sinalização na zona onde abateu parte da faixa de rodagem da EN11, em Caceira, no sentido Figueira da Foz/Maiorca, Manuel Domingues sustentou que “a sinalização está correta”.»
quinta-feira, 5 de março de 2026
Chega abandona plenário depois de nova altercação com Teresa Morais
Via Expresso
"O grupo parlamentar do Chega abandonou esta quinta-feira o hemiciclo antes do final do debate em plenário, agendado pelo próprio partido, depois de uma nova altercação com a vice-presidente e presidente do parlamento em exercício, Teresa Morais.
No debate pedido pelo Chega, com o tema "As acusações de racismo na sociedade, no desporto e no sistema político: é preciso virar a página", André Ventura encerrou os trabalhos com um discurso em que acusou a deputada do PS Isabel Moreira e as líderes parlamentares do Livre e PCP de esconderem e ignorarem propositadamente quando "compatriotas suas são violadas, agredidas, mutiladas, perseguidas e assediadas só por uma razão".
"Se fossem portugueses estavam aqui aos gritos. Como são estrangeiros, protegem-nos porque preferem os criminosos às mulheres que são vítimas de crimes", acusou.
Antes de dar por encerrados os trabalhos desta tarde, Teresa Morais, vice-presidente do Parlamento que presidia a sessão, quis transmitir uma mensagem sobre o teor da intervenção de Ventura: "É a minha convicção que nenhuma mulher nesta casa, seja ela sentada numa bancada à esquerda ou à direita, quer esconder violadores ou ignorar violações de mulheres".
Perante esta consideração, Ventura pediu a palavra para afirmar que "é às bancadas das oposição que cabe fazer o discurso político" e não à mesa e acusou a social-democrata Teresa Morais de ser "uma vergonha para as funções que exerce no parlamento". "Da nossa parte, não nos representa mais na Assembleia da República, nem na mesa da Assembleia da República", atirou o líder do Chega, que já na quarta-feira tinha tido outra alteracação com Teresa Morais.
Teresa Morais respondeu que o deputado do Chega "não tem nenhum facto para apontar" e que as suas intervenções têm como objetivo "arrancar palmas à sua bancada".
Filipe Melo, deputado do Chega e vice-presidente do parlamento, saiu da mesa da Assembleia da República para ir para a bancada do Chega no início desta troca de argumentos, uma ação que foi reprovada por Teresa Morais enquanto o parlamentar protestava. "Senhor deputado Filipe Melo, faça o favor de ficar calado, porque já toda a gente percebeu que o senhor deputado está na mesa a fazer trejeitos infelizes e depois sai da mesa quando lhe apetece para vaiar a mesa", atirou a deputada social-democrata.
Perante esta consideração, os protestos da bancada do Chega subiram de tom e todos os deputados presentes abandonaram o hemiciclo. Assim, os trabalhos encerraram sem o partido liderado por André Ventura a ocupar os seus lugares no hemiciclo.
A intervenção de Teresa Morais que gerou a saída da bancada presidida por Pedro Pinto foi aplaudida por toda a esquerda e pela bancada do PSD. Da bancada do Chega ouviram-se pateadas.
A presidente da mesa fechou os trabalhos insistindo que "não pode aceitar que se diga nesta casa que há mulheres de algumas bancadas que escondem criminosos e ignoram violações de outras mulheres".
Já esta quarta-feira, o debate quinzenal ficou marcado por um incidente protagonizado pelo líder do Chega, que acusou a presidente do parlamento em exercício, Teresa Morais, de tratamento desigual, crítica que a social-democrata rejeitou, apoiada por PSD e PS."
Acidente de trabalho na conserveira Cofisa faz um morto e um ferido grave
"Um acidente de trabalho na alizaçãoconserveira Cofisa, na Figueira da Foz, provocou hoje um morto e um ferido grave.
Recolha de equipamentos elétricos vale viatura aos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz
Morreu António Lobo Antunes: Médico e escritor tinha 83 anos
O escritor António Lobo Antunes morreu, esta quinta-feira.
A informação foi avançada pelo Expresso.
António Lobo Antunes nasceu em Lisboa, a 1 de setembro de 1942. Licenciou-se em Medicina, pela Universidade de Lisboa em 1969, tendo-se especializado em Psiquiatria, que mais tarde exerceu no Hospital Miguel Bombarda. Optou pela escrita a tempo inteiro em 1985.
“Memória de Elefante” é o título que marca a sua estreia na Literatura, em 1979. No mesmo ano, sai “Os Cus de Judas", sucedendo-se "Conhecimento do Inferno", em 1980, e "Explicação dos Pássaros", em 1981, obras marcadas pela experiência da Guerra Colonial e pelo exercício da Psiquiatria, que depressa o tornaram um dos autores mais lidos em Portugal.
Na bibliografia, António Lobo Antunes deixa mais de três dezenas de romances, com cerca de metade a surgir nos últimos 25 anos. Durante décadas, o escritor foi frequentemente indicado como candidato ao Prémio Nobel da Literatura.
Destacam-se ainda vários volumes de "Livro de crónicas" e ainda o livro para crianças "A história do hidroavião" (1994), ilustrado pelo músico e amigo Vitorino.
Morreu Carlos Saboga, argumentista multifacetado, também realizador
quarta-feira, 4 de março de 2026
A14: ponto da situação
Via Município da Figueira da Foz
"A14 vai abrir tão breve quanto possível".











