domingo, 15 de março de 2026
Aquilo lá pelo chega não está fácil...
Já não conseguimos ver este filme
"Quando as coisas chegam a este ponto, Donald Trump já não tem de disfarçar, já não tem de fingir objetivos nobres, já não tem de construir uma narrativa moral. Ele faz o que lhe apetece.
No fim dos filmes, os maus são castigados, os bons dão um beijo na boca e vivem felizes para sempre, o ecrã enche-se de uma lista de nomes e nós somos embalados por uma música alegre e vitoriosa, escolhida para nos fazer acreditar que no fim fica sempre tudo bem. E esse foi o problema da Primeira Guerra do Golfo. E de todas as guerras em que os americanos se meteram depois disso. Não houve um final feliz e os argumentos foram ficando cada vez piores. Quando tentaram convencer-nos de que o Iraque tinha armas de destruição massiva, em 2003, já se conseguia ver o papelão do cenário numa produção de quinta categoria. A Cimeira das Lajes foi só um momento patético, em que alguns escolheram fingir acreditar, porque às vezes é preciso acreditar em mentiras, mesmo sabendo que são mentiras."
Rita Rato e Fernando Frazão deveriam ter incluído nos programas de actividades, uma sardinhada, um magusto, um porco no espeto e um concerto com o Tony "camioneta"...
Sejamos claros: o que a direita diz que queria não existe - uma ideologia não ideológica.
Como se a direita não fosse uma ideologia ideológica!..
A chegada do chega, um partido fascista, à ribalta do espectro partidário nacional, iniciou aquilo a que os fascistas gostam de chamar de limpeza.
A câmara de Lisboa contrata fascistas do partido fascista para as altas limpezas, dando-lhes lugares dirigentes.
E a coisa está a correr como tinha que correr: mal.
Francisco Frazão teve de sair do Teatro do Bairro Alto porque, provavelmente, estava a fazer um excelente trabalho, mas ideológico.
Rita Rato foi afastada de um lugar onde fez um excelente trabalho, provavelmente, porque tem uma ideologia.
A gente sabe do que a direita fala quando fala de ideologia.
Francisco Frazão não fez acompanhar o seu trabalho de nenhum destes 4 requisitos fundamentais - diria mais: indispensáveis.
A diretora do Museu do Aljube Resistência e Liberdade, Rita Rato, além destes 4 problemas, tem mais um: alguém deve ter dito aos senhores da limpeza que o Aljude foi um lugar que "hospedou" inúmeros comunistas no tempo do outro fascismo.
sábado, 14 de março de 2026
Os actos bonitos não deviam ser pretexto para aparecer nos jornais...
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| Imagem via Diário as Beiras |
De resto...
Vivemos como somos: os pobres da europa.
Contudo, continuemos optimistas: confiemos que apesar dos apesares, os ricos da europa vão continuar a emprestar-nos dinheiro a juros altos...
Conclusão: é bom que os ricos estejam cada vez mais ricos, para assim poderem dar melhores esmolas aos carenciados no futuro.
sexta-feira, 13 de março de 2026
EUA estão a desenhar plano para aliviar sanções contra a Rússia, avança a Reuters
Como diz o povo: "... se o arrependimento matasse!..."
... agora, é tarde: Pedro Santana Lopes ao Sol. "Muitas pessoas dizem que eu é que devia ter sido candidato a Belém’’.
Ormuz: o estreito que está nas bocas do mundo e que Portugal dominou por um século
"É pelo Estreito de Ormuz que passam os navios que transportam um quinto do petróleo mundial. Há 500 anos, os produtos eram outros e no estreito quem mandava era Portugal.
E a sua história também liga o Oriente a Portugal, país que durante um século, entre 1515 e 1622, dominou o estreito e as trocas comerciais que por ali passavam. Ainda hoje há vestígios da presença portuguesa no Estreito de Ormuz, que volta a estar no centro das atenções mundiais. A SÁBADO falou com o historiador João Paulo Oliveira e Costa."
Imagem via Revista Visão
quinta-feira, 12 de março de 2026
Agora, sim: temos uma polémica a sério...
Tudo vai acabar "bem"?..
"António José Seguro vai ser António José Seguro e pressionar a UGT a assinar uma lei laboral cozinhada na sede dos patrões?
A UGT vai ser UGT, cumprir o desígnio para o qual foi criada, e assinar de cruz o que os patrões lhe metem à frente para assinar?"A 14 reabriu
| Foto via Campeão das Províncias |
A auto-estrada 14 (A14), que liga a Figueira da Foz a Coimbra, reabriu ao trânsito nos dois sentidos pelas 21h20 de ontem, quarta-feira, dia 11 de Março, depois de ter estado encerrada mais de um mês devido às cheias, informou a autarquia figueirense.
Em nota publicada pelas 20h50, o Município da Figueira da Foz informou que a circulação no troço entre o nó da A17 e o nó de Santa Olaia, de acesso a Montemor-o-Velho, será restabelecida “dentro de meia hora” nos dois sentidos, ou seja, pelas 21h20.
“Alerta-se, no entanto, que a circulação deve ser realizada com alguma prudência, num pequeno troço da via, junto ao nó de Santa Olaia, devido a constrangimentos no piso”, avisou.
A circulação nos dois sentidos daquele troço de auto-estrada com cerca de oito quilómetros foi cortada ao trânsito na madrugada de dia 3 de Fevereiro, devido a alagamento e acabou por ficar encerrado mais de um mês devido aos danos provocados pela subida das águas nos campos agrícolas adjacentes do vale do Mondego.
quarta-feira, 11 de março de 2026
Portugal, Março de 2026
António José Seguro, no seu discurso de posse
«Portugal enfrenta desafios estruturais que se arrastam há tempo demais. Crescimento económico insuficiente, economia baseada em baixos salários, dificuldades persistentes, pobreza constante, envelhecimento demográfico, morosidade na justiça, burocracias públicas, dificuldades nos acessos à saúde e à habitação, falta de mão-de-obra, escassez de oportunidades para os mais jovens, insegurança para os mais idosos, desconfiança nas instituições e na política.»
"Porque Sou Comunista" um livro de Pedro Tadeu
«Num tempo assim, de desnorte e do “salve-se quem puder”, ainda é licito festejarmos com júbilo, com genuíno sentimento de orgulho, intuindo que “nem tudo está perdido”, um homem que vem à praça, erguendo a face e afirmando, sem tibiezas, ser Comunista e nos diz das razões dessa condição, mesmo sabendo que o país mudou, que os ventos que sopram são adversos a essa postura frontal e viril de dizer “sou comunista”, em chão minado e onde germina o ranço do mais sórdido liberalismo e a usura campeia.











