"Nunca percebi esta tendência de levar a sério o que dizem cantores ou actores sobre política. De um cantor, espero que cante. De um actor, que represente. E do meu barbeiro, já agora, que faça milagres na penugem. O que pensam sobre o capitalismo ou o Médio Oriente é mera poluição sonora."
Que haja quem seja bem pago para escrever merdas como esta, consigo entender.
No passado sábado, para a minha bolsa, paguei uma pequena fortuna para atestar o depósito do meu carro: quase 80 euros.
E fiz bem. Tanto quanto sei, o valor do gasóleo e da gasolina atingiu na passada segunda-feira o valor mais alto de sempre.
Repito: o valor mais alto de sempre.
Mas isto pode ser revertido. João Mendes explica.
"Desta vez, o assalto em questão não é da exclusiva responsabilidade da ganância dos oligarcas monopolistas dos combustíveis, que é preciso taxar em proporção. Se eles nos podem explorar como senhores feudais, o povo tem o direito de lutar por ver a sua riqueza taxada. O assalto não pode ficar sem resposta e cada um luta com as armas que tem. Os oligarcas lutam com o dinheiro que lhes permite comprar políticos, órgãos de comunicação social e anúncios nas redes sociais. A nós resta-nos votar em quem esteja dispostos a taxá-los.
Mas os responsáveis por este e por todos os aumentos dos preços dos combustíveis dos últimos meses tem nomes. Trump, Rubio, JD Vance, Hegseth, Netanyahu e respectiva corte de talibans sionistas. Eles e todos os colaboracionistas da direita radical e da extrema-direita que apoiam a guerra no Irão, a política de tarifas e, no geral, as relações internacionais belicistas promovidas por esta administração corrupta e pelos seus homens de mão, lá como cá.
E como um mal nunca vem só, o aumento do preço dos combustíveis arrastará consigo o preço dos alimentos, das matérias-primas, dos bens de consumo em geral e, claro, dos juros da dívida. E isto é só o início.
Em suma, ficaremos todos mais pobres para que Trump, o seu gangue e os seus fantoches europeus fiquem ainda mais ricos.
É este o resultado prático da política da extrema-direita: guerra, inflação galopante, tecido económico destruído, pobreza, insegurança e oligarcas corruptos extraordinariamente ricos. O exacto oposto daquilo que prometeram antes de chegar ao poder.
É esta a sua receita.
Morte, caos e miséria.
André Ventura apoia este presidente e as suas práticas. E está ao lado da b.rutalidade israelita na Palestina e da guerra contra o Irão que fechou o Estreito de Ormuz. Logo, André Ventura está na trincheira daqueles que te querem e estão a tornar mais pobre e desprotegido. Mas ainda andam por aí alguns idiotas úteis que acreditam que o político mais oportunista da história deste país e “anti-sistema”. Ser populista é fácil demais."
Morte, caos e miséria, é o plano que a extrema-direita tem para ti, querido otário, tolo, lorpa e trouxa
Voltando ao início.
João Pereira Coutinho, no Correio da Manhã.
"Nunca percebi esta tendência de levar a sério o que dizem cantores ou actores sobre política. De um cantor, espero que cante. De um actor, que represente. E do meu barbeiro, já agora, que faça milagres na penugem. O que pensam sobre o capitalismo ou o Médio Oriente é mera poluição sonora."
Que haja quem seja bem pago para escrever merdas como esta, consigo entender.











