Talvez, por isso, haja poucos heróis: os heróis não têm respeitinho, têm atitude.
sexta-feira, 22 de maio de 2026
Ventura não quer oposição
Talvez, por isso, haja poucos heróis: os heróis não têm respeitinho, têm atitude.
Fogos em Portugal "têm um salvador, um culpado e um herói"
"Governo acelera reversão do legado do PS em seis áreas-chave"
"É evidente: a maldade, a crueldade são inventos da razão humana, da sua capacidade para mentir, para destruir" - Citação de José Saramago
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| Imagem Expresso |
Primeiro-ministro defende que “mais importante do que discutir se é ou não reformista é fazer”. Objectivos das grandes políticas têm passado muito pela inversão do caminho seguido pelo PS.
Nos executivos de Luís Montenegro, há uma inversão de caminho clara em sectores-chave.
Não se preocupem, isto continua a "ser o normal a meio dos mandatos"...
Começa a dar frutos a estratégia de Luís Montenegro, Hugo Soares, e Leitões Amaros desta vida, ou isto é normal a meio dos mandatos?
Inauguração do monumento aos bombeiros: "Lídio Lopes sonhou, a Assembleia Municipal quis e Santana Lopes fez a obra" - e a malta pagou
Via Diário as Beiras (para ler melhor clicar na imagem)
Portugal é um bom exemplo, mas é apenas mais um ...
quinta-feira, 21 de maio de 2026
Nem tudo é mau: animem-se
Assim se vê a força do CDS/PP!..
(Não é todos os dias que é eleito o presidente do condomínio fechado)
A draga e o assoreamento da barra
Nota de rodapé.
Lourenço Silva, presidente da Junta de Freguesia de Vila Verde: "“o principal princípio que defendemos é a salvaguarda do bem-estar dos vilaverdenses. Qualquer decisão tomada deve colocar, em primeiro lugar, a qualidade de vida da população, a segurança, a saúde pública e o equilíbrio da nossa comunidade"
Via Diário as Beiras
"O processo de licenciamento foi retomado e, ao que tudo indica, a contestação à fábrica, por parte da Junta de Vila Verde, também. O executivo da junta, à semelhança do antecessor, sustenta que a sua luta é, também, em defesa dos interesses de todos os figueirenses. Entretanto, o presidente da Junta de Vila Verde convocou uma reunião aberta ao público para o dia 26 deste mês, pelas 21H00, na sede da junta.
Licenciamento
Decisões da Agência Portuguesa do Ambiente e da Comissão de Coordenação e de Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC) foram determinantes para a suspensão da atividade da unidade da Bioadvance na Salmanha, em 2025, na sequência da forte contestação que surgiu na Figueira da Foz. Por sua vez, a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal suspendeu o estatuto de Potencial Interesse Nacional, o que a CCDRC já havia feito. Entretanto, o processo foi reformulado e revisto e a empresa obteve, este ano, o licenciamento. Apesar das tentativas, não foi possível obter declarações da Bioadvance.
Investimento PIN
A Bioadvance dedica-se ao fabrico de biocombustível a partir de óleos alimentares usados. A empresa, com sede em Pombal, investiu cerca de 27 milhões de euros nas instalações da Figueira da Foz, em terrenos da administração portuária, e obteve o estatuto de projeto com Potencial Interesse Nacional (PIN). Durante a fase que esteve a funcionar, os vilaverdenses queixavam-se dos maus odores, mas também manifestavam receios sobre os efeitos na saúde e no ambiente. O Ministério do Ambiente, que agora aprovou o licenciamento, em 2025 mandou suspender a atividade da fábrica."
Manda "bocas"?..
quarta-feira, 20 de maio de 2026
Verallia investe 20 milhões de euros na Fontela
"A fábrica de garrafas e frascos de vidro da Verallia Portugal, instalada na Fontela, no concelho da Figueira da Foz, investiu recentemente cerca de 20 milhões de euros, recorrendo a fundos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
De acordo com nota enviada ao DIÁRIO AS BEIRAS pela empresa, os investimentos foram aplicados em áreas como a reconstrução de um forno, nos sistemas de monitorização e controlo de consumos energéticos, em novas arcas de recozimento, na otimização das redes auxiliares do processo (ar comprimido e ventilação) e motores elétricos e soluções de iluminação mais eficientes.
“A Verallia está profundamente comprometida com a sustentabilidade, a redução da pegada ambiental e a promoção de uma verdadeira economia circular”, afirma ainda nota recebida pelo jornal."
Deve ser apenas uma "gripe" passageira...
Licenciamento Bioadvance: Comissão de Coordenação e de Desenvolvimento Regional do Centro e da Agência Portuguesa do Ambiente deram luz verde
“Uma empresa não pode laborar sem um estudo de impacte ambiental positivo”, sublinhou no dia anterior Maria da Graça Carvalho, na Câmara da Figueira da Foz, onde presidiu à assinatura do contrato de alimentação artificial de praia no troço costeiro a sul do concelho (Cova Gala – Costa de Lavos).
A governante respondia desta forma ao presidente da Câmara, Pedro Santana Lopes, que na sua intervenção falou do facto de aquela unidade ter estado a laborar com pareceres positivos de vários organismos públicos e de ter recebido financiamento e obtido empréstimo bancária para a sua construção, mas não possuir as licenças necessárias.
A BioAdvance, sediada no concelho de Pombal (distrito de Leiria), onde possui uma unidade mais pequena, instalou-se junto ao terminal de granéis líquidos do porto da Figueira da Foz, depois de uma candidatura aprovada ao “Sistema de Incentivos à Inovação Empresarial – Verde” e do projeto ter sido reconhecido com o estatuto de PIN – Projeto de Interesse Nacional.
A empresa, que investiu aproximadamente 27 milhões de euros na unidade, pretende produzir anualmente 20 mil toneladas de biodiesel a partir de óleos alimentares usados, bem como quatro mil toneladas de glicerina.
No entanto, a falta de licenças levou as autoridades competentes a suspenderem o estatuto de projeto PIN e à elaboração de um auto de notícia para a Inspeção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, além de muita contestação de autarcas e população, que acendeu o debate político na Figueira da Foz.
“A nossa orientação política é do maior rigor em relação a estes projetos e de ouvir as populações e os autarcas, porque é impossível ter projetos desta dimensão que não sejam aceites pelas populações e autarcas e que tenham impactos negativos no ambiente e difíceis de mitigar”, afirmou na altura a ministra Maria da Graça Carvalho.
A titular da pasta do Ambiente e Energia disse que a responsabilidade atual é da APA, que “vai ter de se debruçar e decidir se o projeto tem ou não estudo de impacte ambiental”.
“Se não há estudo de impacte ambiental, a empresa não está aprovada. A legislação portuguesa precisa de um estudo de impacte ambiental positivo”, vincou a ministra, remetendo a decisão para a APA.
Aos jornalistas, o presidente da APA, Pimenta Machado, disse que o empresário ainda não tinha conseguido finalizar o processo, que dura há vários meses, sem se alongar em mais comentários.»
"Luís Montenegro elogia competitividade de Monção e pede aos jovens para ficarem em Portugal"
OUÇAM O LUÍS, PELA VOSSA SAÚDE
Para o governante, a região oferece "um fator de competitividade enorme e não há muitos lugares na Europa e no mundo que o possam oferecer com tanta consistência".









