| Foto: Câmara Municipal da Figueira da Foz |
quarta-feira, 15 de julho de 2026
Na Figueira, empresa recebe duas vezes (do banco e da Câmara). Resultado: autarquia está impedida de se financiar junto da banca...
Mas não é a verdade que todos os figueirenses querem sempre sobre tudo o que se passa no seu concelho?
Segundo o Diário as Beiras, «Santana quer “unir o concelho” em torno da “verdade e não da ficção”.»
Na reunião extraordinária de Câmara realizada ontem, «o presidente da autarquia da Figueira da Foz, Santana Lopes, fez uma ronda pelos vereadores do executivo camarário, para se pronunciarem sobre o ponto da sessão extraordinária de câmara relativo às políticas industriais e ambientais do município. Coube a João Martins fazer o enquadramento socioeconómico e das emissões lançadas pera a atmosfera por unidades industriais do concelho. De acordo com diversos estudos, nem as mais poluentes ultrapassam os limites legais europeus. O autarca frisou que as duas unidades existentes no país semelhantes à Bioadvance têm uma capacidade instalada seis vezes superior e encontram-se junto a habitações.
Por sua vez, "o vereador do PS Rui Carvalheiro, falando na mesma sessão de câmara, defendeu que o ponto sobre as políticas industriais e ambientais do município devia reunir na cidade especialistas e representantes de diversos organismos, para não se continuar a “laborar em incertezas”. Por outro lado, considerou que “foi um erro político crasso a FAP” [coligação com maioria na assembleia e na câmara municipais] deixar passar a moção” sobre o desmantelamento das instalações da Bioadvance. Contudo, reconheceu que o PS votou a favor. O licenciamento industrial da Bioadvance é o exemplo de “tudo o que não devia ter acontecido naqueles termos”, sustentou.
O Chega, afirmou ontem o vereador Filipe Salgado, que substituiu Hugo Fresta na reunião de câmara, não se opõe à Bioadvance. “Tem é de cumprir a lei”, ressalvou. Por outro lado, aconselhou o executivo camarário a não seguir o caminho apontado pelo vereador do PS Rui Carvalheiro para a realização de um debate sobre políticas industriais e ambientais do município com especialistas ou pedir “pareceres a um conjunto de seres que vêm não se sabe de onde”. O autarca do Chega frisou ainda que lhe basta a palavra de Santana Lopes, quando o presidente afirma que não viabilizará atividades económicas que afetem a saúde dos figueirenses e o meio ambiente.»
Imagem via Diário as Beiras. Para ler melhor clicar na imagem.
PCP manifesta preocupação com questões ambientais na Figueira da Foz e critica actuação da autarquia
"A Comissão Concelhia da Figueira da Foz do PCP manifestou preocupação com vários problemas ambientais no concelho, apontando impactos na saúde pública e na qualidade de vida da população.
A posição foi divulgada em comunicado, no qual os comunistas abordam temas como a exploração de caulinos, a instalação de centrais fotovoltaicas e eólicas, a poluição industrial, o rio Mondego e a Serra da Boa Viagem.
Relativamente à Serra da Boa Viagem, o PCP defende uma maior intervenção ao nível da limpeza, controlo de espécies invasoras e reflorestação. Nesse sentido, recorda ter apresentado na Assembleia Municipal uma proposta para a criação de um corpo permanente de sapadores florestais dedicado à conservação daquele espaço natural, iniciativa que foi aprovada por maioria, com a abstenção da bancada da Figueira A Primeira (FAP).
No comunicado, o partido critica também a atuação da Câmara Municipal da Figueira da Foz no processo relacionado com a empresa Bioadvance, instalada na zona portuária. O PCP considera que a autarquia não pode demitir-se de responsabilidades, apesar de atribuir competências à Administração do Porto da Figueira da Foz, sustentando que o município emitiu licenças e deveria ter assegurado um papel fiscalizador.
Os comunistas afirmam ainda que todo o processo em torno da instalação da empresa levanta dúvidas e defendem que a população de Vila Verde enfrenta preocupações acrescidas devido à poluição existente naquela zona.
Outra das situações destacadas prende-se com o projeto da empresa Elyse Energy, previsto para a freguesia da Marinha das Ondas. O PCP acusa os promotores de terem apresentado inicialmente um projeto diferente daquele que viria posteriormente a ser submetido à Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e colocado em consulta pública, considerando que essa alteração aumentou a preocupação dos moradores quanto aos impactos ambientais da futura unidade industrial.
No mesmo comunicado, o partido critica as declarações do presidente da Câmara Municipal, Pedro Santana Lopes, acusando-o de procurar transformar o debate sobre estes projetos numa questão genérica sobre a instalação de indústrias no concelho. Para o PCP, os processos da Bioadvance e da Elyse Energy devem ser analisados de forma independente, atendendo às especificidades de cada um.
A estrutura concelhia defende ainda que as unidades industriais existentes devem estar sujeitas a uma fiscalização rigorosa por parte das entidades competentes e de organismos independentes. No caso da Bioadvance, o PCP reafirma a posição de que a empresa deverá ser desmantelada."
terça-feira, 14 de julho de 2026
"A BOIA E O DESGASTE"
Um ódio antigo, como sabe quem conhece o partido por dentro, independentemente das fragilidades da argumentação do ministro. Porque foi ele da PJ para o governo é algo que, um dia, ainda me hão-de explicar, pois continuo sem perceber. Sabe-se, de resto, que, a poucos dias de aceitar o cargo, Luís Neves até deu sinais contrários e tudo indicava que não o faria. Outro mistério.
Não houvesse o caso Luís Neves - em que AV reconhece ter sido ajudado por gente do próprio governo, o que diz muito do sonho húmido das direitas que para ali vai - o desgaste do CH em zonas e regiões outrora importantes para o seu crescimento, como referi em várias sessões de apresentação do meu livro, estaria a fazer ainda mais o seu caminho. Os resultados eleitorais autárquicos no Alentejo já deram alguns sinais (Moura e Serpa, por exemplo, onde voaram centenas de votos), mas a sucessão de casos internos a propósito das eleições distritais é um manancial e pêras.
O problema dos opositores do CH é o fator Ventura. É essa ainda a mais-valia: um líder que treinou muitos anos no ginásio televisivo do populismo parece sempre mais musculado para enfrentar estes tempos, sobretudo quando visto do Portugal de sofá. Mais depressa Luís Neves cai do que desaparece o toque a reunir do CH, agora insuflado pelo cheiro a poder.
Se, para lá do necessário e urgente apuramento dos factos que cabe à Imprensa, se juntar ao discurso de AV um certo jornalismo cowboy, cuja máquina funciona ao serviço das mesmas lógicas, está a sobremesa servida. Podem, por isso, disparar todos os dias contra o líder da extrema-direita que tal não surtirá efeito. Enquanto continuar a ser servido de bandeja com polémicas e trapalhadas deste género, o "Ventura country" continuará cá. Vivinho da silva."
Serenatas do Mondego: nesta edição os espectáculos realizam-se na Baixa da cidade, na fonte Luminosa e no Pátio de Santo António
Via Diário as Beiras
Ciclo de cinema
RFM SOMNII: o habitual “balanço extremamente positivo” e recorde de público
“O RFM SOMNII Intermarché deste ano voltou a bater recordes de afluência, contrariando a tendência global”, acrescentou o diretor executivo da MOT, avançando desde já com as datas da edição de 2027 - 9, 10 e 11 de julho.
segunda-feira, 13 de julho de 2026
O que se passa com a lancha Praia da Costa Nova?
Em Maio de 2023, "a embarcação que “pintava” a Ria de Aveiro de cores vivas e que dava a conhecer a imensidão dos seus canais, desde a Costa Nova até à Torreira, mudou de águas. A lancha Praia da Costa Nova começou a operar na Figueira da Foz, regressando à sua função inicial, a de fazer carreiras. «A lancha veio fazer o transporte regular de passageiros entre a cidade da Figueira da Foz e a Gala»."
Ao que li aqui, "a icónica Lancha Praia da Costa Nova encontra-se impossibilitada de navegar" e, ao que parece, existe um contencioso com a Empresa proprietária da embarcação.
Dado que estão em causa dinheiros públicos, fica a pergunta: o que se passa?
50.ª edição do festival internacional de folclore FestiMaiorca
"Recusa de vistos limita diversidade de nações representadas no festival internacional de folclore".

Reunião sobre indústria e ambiente
Via Diário as Beiras
Imagem: daqui
"A Câmara da Figueira da Foz reúne-se
amanhã em sessão extraordinária.
A reunião tem na agenda a política industrial e ambiental do concelho, financiamentos e o Regulamento do Programa Municipal Habitar Figueira da Foz no Município da Figueira da Foz.
A ordem de trabalhos inclui, também, a proposta de convocação de uma sessão extraordinária da Assembleia Municipal.
O presidente da autarquia figueirense, Santana Lopes, avançou recentemente que iria propor uma sessão extraordinária da Assembleia Municipal sobre políticas industriais e ambientais, após a aprovação, naquele órgão, de uma moção que exige o desmantelamento da Bioadvance."
domingo, 12 de julho de 2026
41 anos de Freguesia de São Pedro
Porém, a luta já vinha de trás.
Em 1974, os habitantes destas povoações apresentaram uma petição ao Ministro da Administração Interna solicitando a criação de uma nova Freguesia, fazendo, assim, eco de velhas aspirações anteriores ao 25 de Abril.
A 11 de Julho de 1985, em reunião plenária, a Assembleia da República decretou a criação da actual freguesia de São Pedro. O primeiro executivo eleito honrou para sempre a data na toponímia da Aldeia, dando o nome da Avenida 12 de Julho à antiga 109, uma vez que a publicação em Diário da República aconteceu em 12 de Junho de 1985.
O primeiro executivo tomou posse em 5 de Janeiro de 1986.
sábado, 11 de julho de 2026
33 novos profissionais reforçam quadros da ULS do Baixo Mondego
Em comunicado enviado ao Diário as Beiras, é referido que “os novos profissionais incluem 10 médicos, 10 enfermeiros, nove assistentes técnicos, três técnicos auxiliares de saúde e um técnico superior, reforçando as equipas da ULS do Baixo Mondego”.
Deputados candidatos à liderança de distritais perderam eleições. Listas apoiadas por desalinhados venceram. Crispação levou a murros, posts e entrada de movimento extremista.
Imagem: daqui
Texto: Sol
Guerras internas ameaçam unidade no Chega de Ventura
O partido de André Ventura está mesmo a ferro e fogo. Os resultados das distritais no último domingo não vieram acalmar a vida interna do Chega, que já estava em sobressalto com os atos eleitorais da semana anterior. Estas eleições para as estruturas locais ficaram marcadas por uma fortíssima disputa interna, com os apelos à unidade por parte da direção nacional a caírem em saco roto, expondo divisões e dinâmicas de quase cisão num partido ainda tão recente. Aliás, evidência disso mesmo foi a eleição de dez caras novas, tendo apenas outros 10 sido reconduzidos.
Nesta lista há que contar com quatro derrotados de peso, já que quatro deputados perderam a liderança distrital: Rui Afonso no Porto, Nuno Gabriel em Setúbal, João Graça em Faro e João Tilly em Viseu."
Começou ontem o primeiro de três dia do RFM SOMNII Intermarché
sexta-feira, 10 de julho de 2026
Fernando Alexandre, ministro da Educação: o que ainda falta para para se demitir?
Fabian Figueiredo, no Público

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O que passou pela cabeça de Fernando Alexandre?
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«Há uma palavra que o ministro da Educação devia riscar do vocabulário: "imprudentes". Foi assim que classificou os pais que marcaram férias confiando no calendário de exames que o próprio ministério publicou em dezembro. Ou seja: para Fernando Alexandre, a imprudência, agora, é acreditar no Estado.
Iniciativa envolve comunidades de dois concelhos
Via Diário as Beiras
Parceiros"O espetáculo “Estamos aqui – Alqueidão e Samuel – Da Idade do Ferro à presença muçulmana”, além dos promotores, as juntas das freguesias de Alqueidão e Samuel, a primeira da Figueira da Foz e a segunda de Soure, conta ainda com o Centro Cultural Desportivo e Recreativo de Moinho de Almoxarife como parceiro da organização. A peça tem criação e coordenação artística de Emanuel Rodrigues. O ator, encenador e produtor de teatro, natural do Alqueidão, tem estado envolvido em eventos promovidos pela autarquia alqueidanense com recriações históricas e etnográficas relacionadas com a freguesia."
Iniciativas paralelas
"A peça de teatro “Estamos aqui – Alqueidão e Samuel – Da Idade do Ferro à presença muçulmana”, programada para 9 de outubro deste ano, promovida pelas juntas das freguesias de Alqueidão e Samuel, terá um programa paralelo. A programação está a ser elaborada, sendo certo que incluirá, entre outras atividades, uma caminhada histórica e gastronomia. A esteia do espetáculo, frisa nota dos promotores, resultará de “vários meses de trabalho desenvolvido com a comunidade” e representará um “momento de celebração” da identidade, do património e da história de Alqueidão e Samuel."







