terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Ana Abrunhosa

 Uma autarca com "eles" no sítio

... este acordou agora? ...

... mas, é capaz de ser é já um bocadinho tarde de mais ...

Primeiro evento do programa decorre esta semana no campus universitário e no Teatro Trindade

 Via DIÁRIO AS BEIRAS
(Para ler melhor clicar na imagem)

Vem aí a draga?

Esta "velha" aspiração de Santana Lopes, em Novembro de 2023, custava cerca de 15 milhões de euros
Como encontrar o dinheiro para viabilizar esta justa aspiração dos homens do mar da Figueira?
Imagem via DIÁRIO AS BEIRAS

Manuel Domingues e Ricardo Silva ficaram com mais pelouros

DIÁRIO AS BEIRAS

"A renúncia ao mandato por parte da vice-presidente da Câmara da Figueira da Foz, Anabela Tabaçó, levou o presidente da autarquia, Santana Lopes, a fazer uma redistribuição de pelouros. 
Santana Lopes chamou a si o Pelouro das Finanças e Orçamento, mantendo as “pastas” do Planeamento, Ordenamento do Território, Projetos e Obras Estruturantes, Proteção Civil e Bombeiros, Assuntos Jurídicos e Contencioso, Ciência, Investigação e Inovação e Património. 
O vereador Manuel Domingues passou a coadjuvar o presidente nos assuntos relacionados com os bombeiros e a Proteção Civil e assumiu os pelouros de Contratos de Concessão de Estacionamento e Taxas e Licenças  (este, no que se refere à ocupação do espeço público e publicidade). Manuel Domingues mantém os pelouros do Trânsito, Coletividades, Relações Correntes com as Juntas de Freguesia, Cemitérios, Serviço Veterinário Municipal, Desporto, Juventude, Serviço de Toponímia e Parque de Campismo Municipal. 
Por sua vez, o vereador Ricardo Silva assumiu o Contrato de Concessão da Águas da Figueira. O autarca viu acrescentadas as novas competências aos pelouros do Ambiente, Espaços Verdes, Obras Municipais e Águas e Saneamento. 
A saída de Anabela Tabaçó abriu as portas da vereação do executivo camarário da coligação FAP ao até à semana passada chefe de Divisão de Planeamento do Município da Figueira da Foz, João Martins, que ocupava o sétimo lugar da lista que concorreu à câmara. João Martins tomou posse na última reunião de câmara, realizada no passado dia 19 do corrente. O vereador recém-empossado tem a seu cargo as funções de coadjuvar Santana Lopes nas questões relacionadas com o Desenvolvimento Económico e é titular dos pelouros do Urbanismo, Taxas e Licenças, Fundos Europeus, Outros Financiamentos e Respetivas Candidaturas, Serviço Municipal de Metrologia e Taxas e Licenças (pedidos de pagamento fracionado de taxas, licenças especiais de ruído).
As vereadoras Olga Brás e Cláudia Rocha mantêm os mesmos pelouros."
Para a escolha do vice-presidente ainda é cedo.

“É preciso olhar para a história do rio”, alerta bióloga Helena Freitas

Via Manuel Portugal.

"A obra mais importante no rio é o seu tratamento e desassoreamento. Ao Conta Lá Helena Freitas explica a importância de reaprendermos a viver com o rio."

ZERO considera barragem de Girabolhos uma falsa solução para as cheias do Mondego

Anúncio da Barragem de Girabolhos é inoportuno e manipulador

A ZERO lamenta que a intenção do Governo de avançar com a construção da Barragem de Girabolhos esteja a ser apresentada como solução para o problema das cheias na bacia do rio Mondego, numa altura em que a região de Coimbra enfrenta consequências imediatas de fenómenos extremos de precipitação. Esta proposta constitui uma falsa solução, tecnicamente questionável e politicamente instrumentalizada numa altura de grande fragilidade das populações afetadas. 

“Insistir na barragem de Girabolhos representa um erro estratégico e desvia recursos e atenção de soluções verdadeiramente eficazes”

O alerta foi deixado pela Zero-Associação Sistema Terrestre Sustentável, Organização Não Governamental (ONG) de ambiente sem fins lucrativos, com utilidade pública e de âmbito nacional. Numa posição pública assumida a 14 de fevereiro, a Zero considera a proposta de construção da Barragem de Girabolhos como “uma falsa solução, tecnicamente questionável e politicamente instrumentalizada numa altura de grande fragilidade das populações afetadas”.

domingo, 22 de fevereiro de 2026

"Não é um pormenor que o líder do maior partido da oposição possa ignorar"

Relações perigosas entre Chega е 1143

"Investigação do PÚBLICO revela não só a permeabilidade de ideais entre membros do Chega e o grupo neonazi 1143 como indicia esquemas de financiamento ilegal do partido."

Um arguido no caso 1143 acusou o deputado do Chega Rui Afonso de comprar votos a membros do grupo neonazi, desmantelado em 20 de janeiro pela Polícia Judiciária (PJ), avançou este domingo o Público.

Tirso Faria, coordenador do núcleo de Santo Tirso da organização neonazi, disse ao jornal que Rui Afonso "inscreveu dezenas de membros [do 1143] no partido, pagou-lhes meses de quotas e quantias para irem votar". "Ao que sei, os valores envolvidos andarão entre 3.500 e 3.800 euros", acrescentou Tirso Faria, militante do Chega e antigo vice-presidente da concelhia do partido em Santo Tirso. 

A direção liderada por Rui Afonso ganhou as eleições internas para a distrital do Chega no Porto em setembro de 2023, mas sem divulgar o universo total de votantes, recordou o Público. "Terão entrado mais de cem membros desse [o 1143] e de outros grupos e ouvi falar em pagamentos acima de 3.500 euros", disse ao diário Artur Carvalho, ex-adjunto da de Rui Afonso na distrital do Chega no Porto. 

Em 20 de janeiro, a PJ deteve na operação "Irmandade" 37 pessoas e constituídas arguidas outras 15, por suspeita da prática dos crimes de discriminação e incitamento ao ódio e à violência, ameaça e coação agravadas, ofensa à integridade física qualificada e detenção de arma proibida.  

O Ministério Público alega que o 1143 estaria a preparar-se para ter natureza paramilitar em antecipação a uma eventual "guerra racial" e a organizar, para 2026, duas ações com ofensas ao profeta Maomé para provocar reações negativas ou mesmo violentas por parte da comunidade muçulmana em Portugal. O grupo seria liderado por Mário Machado, incluindo a partir da prisão, onde se encontra a cumprir pena desde maio de 2025 noutro processo, por discriminação e incitamento ao ódio e à violência. Em 24 de janeiro, o Tribunal Central de Instrução Criminal decidiu que cinco dos 37 alegados membros do 1143 vão aguardar o desenrolar da investigação em prisão preventiva. Os restantes 32 arguidos foram libertados, 29 dos quais obrigados a apresentar-se semanalmente na esquadra, e três somente com termo de identidade e residência, indicou o tribunal em comunicado. Em 04 de fevereiro, o advogado António Garcia Pereira invocou ligações do Chega ao grupo neonazi 1143 e a sentença pela retirada de cartazes de André Ventura contra ciganos para reforçar o pedido de extinção do partido. No final de outubro de 2025, Garcia Pereira apresentou uma queixa dirigida ao procurador-geral da República para que o Ministério Público acione mecanismos legais para extinguir o Chega, por considerar que o partido viola a Constituição. No novo requerimento enviado ao Ministério Público, consultado pela Lusa, Garcia Pereira volta a defender a extinção do Chega pela sua "evidente natureza, sucessivamente reafirmada e reforçada, racista e fascista".

"Mas que vergonha me dá o meu Governo"

«É isto que queremos da nossa diplomacia? Dar caução às “Nações Unidas de Trump”

"Portugal vai fazer parte "como observador" do Conselho da Paz de Trump? Que vergonha! E vai ao beija-mão de Trump em Washington? Parece que não vai ao primeiro, mas vai aos outros. Será que Portugal vai pagar a senha de entrada que Trump exigiu de 800 milhões de euros? Já nada me admira. 
O nosso “observador" não viu anteontem Trump adormecer, trocar os nomes todos, е fazer vários comentários sobre o aspecto do Presidente do Paraguai, que considerou "bonito"? Depois especificou que não gosta de homens mas de mulheres, para não ser mal interpretado... E foi assim.
Na Europa, os países que ainda tem uma réstia de dignidade como a Espanha, a França e a Suécia, pelo menos, disseram que não, a Hungria disse obviamente que sim, e Itália, Roménia, Bulgária, Grécia, Eslováquia e Chipre aceitaram estar como observadores. Olhem para os países que são membros-fundadores e percebe-se logo de que lado Portugal está: Albânia, Argentina, Arménia, Azerbaijão, Bahrein, Bielorrússia, Bulgária, Camboja, Egipto, El Salvador, Hungria, Indonésia, Israel, Jordânia, Cazaquistão, Kuwait, Kosovo, Marrocos, Mongólia, Paquistão, Paraguai, Catar, Arábia Saudita, Turquia, Emirados Árabes Unidos, Uzbequistão, Vietname...
Ou seja, quem é que Portugal vai "observar" na sala onde vai estar? Milei, de motosserra; Lukashenko, o peão de Putin (Putin foi convidado e está a pensar...); Bukele, o ditador das prisões de El Salvador; M.B.S., o príncipe assassino da Arábia Saudita; o criminoso de guerra Netanyahu e uma plêiade de interessantes e "democráticos" dirigentes ditadores dos ex-países da URSS e os príncipes do Golfo, tudo gente sem sangue nas mãos e paladinos da liberdade. O que os une? Serem amigos de Trump, muitos deles para sobreviverem, e serem de países com uma boa dose, per capita, de corruptos.
O Conselho da Paz constituído por Trump com estes ditadores tem um único motivo: combater as Nações Unidas e favorecer o absurdo e demente narcisismo patológico de Trump, o tal que acabou com a "guerra entre o Azerbaijão e o Camboja", ou similar. Não me dou sequer ao trabalho de verificar a lista de guerras com que ele diz ter acabado, com guerras que já tinham acabado, com guerras que não acabaram e com guerras que nunca existiram.
É isto que queremos da nossa diplomacia? Dar caução às "Nações Unidas de Trump", o homem que disse que, depois de não ter recebido o prémio Nobel da Paz, se "desinteressou" pela paz? O homem que cauciona a ditadura de Putin na sua invasão da Ucrânia, que quer que este país se renda para acrescentar outra "paz" ao seu palmarés? O homem que publica imagens com o mapa da Grande América por trás, com a Gronelândia e o Canadá pintados com as cores da bandeira americana? O homem que está a trair, é a palavra certa, as democracias ocidentais da Europa e os seus interesses de segurança? O homem que começa todas as guerras necessárias para ir buscar petróleo, terras raras, atacar alguns maus para agradar a outros maus da sua corte, em nome de grandes princípios que ele abastarda todos os dias, como defender os cristãos na Nigéria, ou os manifestantes contra a teocracia iraniana, ou colocar Rubio como Presidente de Cuba?
Este homem, perigoso e demente, devia ser posto a milhas por qualquer pessoa normal, quanto mais pela diplomacia de um país democrático europeu. O pretexto de Gaza não colhe de todo: o chefe da "diplomacia portuguesa admite que o organismo é 'perfeitamente enquadrável' desde que se cinja ao conflito israelo-palestiniano"
Tretas! Isto é querer enganar-nos, o Conselho da Paz de Trump vai muito mais longe do que Gaza, onde aliás continuam ataques israelitas, matando palestinianos sem que o dito conselho mexa uma palha, nem se preocupe como o "cessar-fogo". Se há alguma preocupação é pela Riviera de Gaza com o prédio do meio com uma torre Trump, e israelitas (não palestinianos) a comer sorvete pelas ruas. 
Será que Portugal, um país com uma democracia que nasceu de uma revolução libertadora, aceita estar subjugado a Trump "Presidente vitalício"? Aceita. Ninguém elegeu Trump e, até morrer, mesmo depois de ser Presidente, vai mandar no Conselho da Paz? Vai, em teoria.
A Europa que Trump insulta, trata como uma nulidade, resolve dar-lhe razão, sendo mesmo uma nulidade, e Portugal vai pelo mesmo caminho. E se nós pararmos, respirarmos fundo e usarmos a cabeça, pensamos como é que está o mundo que aceita este ditador de maus costumes. Ao menos um país decente resolveu prender um homem indecente, irmão nos costumes de Trump. A este nada acontece até um dia. Nesse dia, ele cai de alto e a vergonha cairá sobre os seus serventuários americanos, europeus e portugueses. 
Se o Governo quer agradar a Trump, pode fazê-lo de muitas maneiras. Por exemplo, cria um Prémio Nobel da Paz das capoeiras, com um galo de Barcelos de ouro, cheio de coraçõezinhos, e vai lá entregá-lo, com pompa e circunstância, ao imperador do mundo, dizendo-lhe que ele é "rei" das capoeiras. Ele ficará excitado como tratamento de "rei" e... agradecerá a Espanha."

sábado, 21 de fevereiro de 2026

Isto, antes da posse do novo ministro...

"O Chega garantiu este sábado que vai ser “implacável no escrutínio” do novo ministro da Administração Interna, disse Rui Gomes da Silva, ministro sombra"...

Já disponível nas livrarias

O QUE CEDE EM SILÊNCIO
Casa cheia na apresentação do novo livro do Pedro Rodrigues esta tarde na Figueira da Foz.
Na foto abaixo, o autor a autografar o meu exemplar.
Parabéns e felicidades Pedro.

"Desde que a mãe morreu, Fátima arrasta um corpo sem espírito. O seu casamento - árido, desfeito - resiste por inércia, não amor. A relação com os filhos, em particular com o mais velho, é tensa: não estala, mas corrói-se. Presa em si própria, Fátima só encontra abrigo no silêncio. Contudo, é precisamente nesse espaço que o passado a devora.
E, de repente, começam os sons.
Surgem na quietude da casa: pequenos estalidos, ruídos vagos e abafados. Persistem, ganham força, transformam-se em respirações, passos; são constantes, exasperantes, enlouquecedores. Ninguém mais os ouve.
À medida que a fronteira entre perceção e realidade se dissolve, começa a sentir-se o perigo. O que acontece a uma mente que já se metamorfoseou no vazio? Quando o abismo se abre dentro de nós, nenhum ser humano está a salvo da destruição que pode causar.
Com uma voz literária rara e arrebatadora, Pedro Rodrigues estreia-se na Manuscrito com um romance que agarra desde a primeira página. Uma história marcante sobre a escuridão onde todos nos podemos perder, escrita por um autor que sabe onde cortar, onde ferir e, acima de tudo, onde iluminar."

Continuamos um país pobre: "enterrar rede elétrica custa dois aeroportos de Lisboa"

Via Jornal de Notícias

"A tempestade Kristin, que derrubou quilómetros de cabos elétricos e deixou milhares de famílias sem eletricidade, trouxe novamente para o debate público a resiliência das infraestruturas do país. No total, existem 245 798 quilómetros de rede de muito alta tensão, gerida pela REN, e de alta, média e baixa tensão da responsabilidade da E-Redes. Mas só 21% estão enterrados, num total de 51 287 quilómetros. Uma gota no oceano."

A Figueira da Foz participa este ano no certame com estatuto de município convidado

 Via Diário as Beiras

À atenção dos portugueses

Via jornal Público
- Os números importam na imigração

"O Governo já teve atitudes em que ajudou à estigmatização das comunidades imigrantes, mas a decisão que agora adoptou de passar a tornar público е de forma transparente, todos os meses, os montantes tanto de descontos dos imigrantes para a Segurança Social como dos apoios que recebem é positiva e vai no bom sentido. O país passa assim a saber, por exemplo, que as contribuições dos imigrantes para a Segurança Social aumentaram 8,5 vezes em 11anos. E que os apoios que recebem não cresceram na mesma proporção. Aliás, a diferença entre o que os estrangeiros contribuíram e as prestações que receberam passou de 354 milhões de euros em 2015 para 3335 milhões de euros no ano passado, ou seja, uma subida de mais de nove vezes. Estes são factos que contrariam a narrativa do Chega, que repete à exaustão a ideia de que os imigrantes vêm para Portugal para viverem de apoios do Estado. O PÚBLICO tem acompanhado com regularidade a evolução dessa relação da comunidade imigrante com a Segurança Social, mas a publicação no site do ministério de todos esses números pode ajudar a que todos os cidadãos falem de forma mais informada sobre o tema. Esta decisão do Ministério do Trabalho, tutelado por Maria do Rosário Palma Ramalho, contrasta com a forma como a ministra da Saúde, por exemplo, se referiu no passado aos imigrantes que acediam ao Serviço Nacional de Saúde (SNS). No ano passado, no Parlamento, Ana Paula Martins queixou-se de que a esmagadora maioria dos estrangeiros recorria ao SNS através dos serviços de urgências dos hospitais, que não pode recusar assistência a quem precise de receber cuidados urgentes. E que cerca de 40% desses cidadãos estrangeiros não tinham nem protocolos de cooperação nem seguros, o que tornava inviável qualquer cobrança dos tratamentos. A ministra referia-se a um relatório da Inspecção-Geral das Actividades em Saúde, mas o próprio inspector-geral, Carlos Carapeto, veio defender que esse relatório não permitia dizer se há abuso ou fraude porque faltavam dados para aferir com rigor quem eram esses não residentes. Numa altura em que se volta a discutir a importância da comunidade imigrante, dada a escassez de mão-de-obra para a reconstrução da zona centro varrida pela tempestade Kristin, a transparência promovida pelo Ministério do Trabalho é oportuna. Esperemos que, em breve, também o Instituto do Emprego e Formação Profissional preste contas sobre os seus esforços para angariar novos trabalhadores não-residentes e se perceba se as regras da chamada "via verde" -que ainda só trouxe para Portugal cerca de mil pessoas – ainda fazem sentido."

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Pedro Rodrigues vai apresentar o seu novo livro

O autor Figueirense Pedro Rodrigues, vai apresentar amanhã, sábado, 21 de Fevereiro, pelas 17h00, na Magenta - Associação dos Artistas pela Arte, o seu novo livro.
O autor nasceu em 1987 na Cova-Gala, Figueira da Foz.
Conhecido com o blogue "Os Filhos do Mondego".
Obras publicadas: "Alice do lado Errado do Espelho", "Amor de Pechis-Beque, " A Mar", entre outros.

Conheço a escrita do Pedro Rodrigues
Sou leitor e admirador do seu blogue Os Filhos do Mondego, desde 2010,  um blogue que foi "criado com o intuito de expor textos da sua autoria"
Presumo que li todos os livros do Pedro Rodrigues. 
Desde o início que gostei da maneira como escreve. Da maneira como se expõe. Da maneira como é capaz de contar a sua verdade... 
"Detesto as pessoas que pregam a originalidade. A falta de originalidade está aí, algures. Todas as grandes ideias já têm patente registada. Todas as outras são o reflexo delas. Gostava de ter descoberto a roda. Pensando bem: quem se lembra do inventor da roda? Que coisa banal. Todos querem ser originais. Ninguém quer ser mais uma gota no oceano. Mas, na verdade, não há oceano sem gotas. Eu não sou original. Sou uma gota. No entanto, não sou igual a ninguém." 
São poucos - ou se calhar nenhum - os escritores de quem li a obra completa - ou pelo menos tudo o que existe publicado... 
Amanhã vou comprar o livro mais recente do Pedro, para poder continuar a dizer que li tudo sobre este jovem escritor que já está publicado... 
Depois, tenho de estar atento, pois o Pedro ainda vai publicar muitos livros!...
Talento é talento. Nacional e local - talento é, apenas, talento.

Santana Lopes: “o executivo vai estudar e agendar para a próxima reunião de câmara, mas acolhe [a proposta] com simpatia”

 Via Diário as Beiras