segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Montenegro será o pai, a mãe e a tia da austeridade

Via jornal Público (para ler melhor clicar na imagem)

Campus da Figueira da Foz da Universidade de Coimbra: "o programa do novo ano letivo estava previsto para daqui a dois anos"

 Via Diário as Beiras (para ler melhor clicar na imagem)

Antigos autarcas vão ser homenageados em S. Pedro

Por proposta do autarca do Chega, Dilan Vieira, a Assembleia de Freguesia de São Pedro,  reunida em sessão ordinária na passada sexta-feira, dia 18, aprovou, por unanimidade, uma homenagem aos autarcas que serviram esta freguesia urbana da margem sul do concelho da Figueira da Foz nos primeiros 20 anos da sua existência (1985 - 2005). 
A homenagem integrará as comemorações oficiais do aniversário da Freguesia de São Pedro, no dia 12 de julho de 2027, com entrega de diplomas e lembranças simbólicas aos homenageados ou aos seus representantes.
São Pedro, é freguesia, desde 1985. 
A luta pela independência autárquica, porém, já vinha de longe. Em 1974, os habitantes destas povoações apresentaram uma petição ao Ministro da Administração Interna solicitando a criação de uma nova Freguesia, fazendo, assim, eco de velhas aspirações anteriores ao 25 de Abril.
A 11 de Julho de 1985, em reunião plenária, a Assembleia da República decretou a criação da actual freguesia de São Pedro. O primeiro executivo eleito honrou para sempre a data na toponímia da Aldeia, dando o nome da Avenida 12 de Julho à antiga 109, uma vez que a publicação em Diário da República aconteceu em 12 de Junho de 1985.
O primeiro executivo tomou posse em 5 de Janeiro de 1986.

Na foto, de 5 de Janeiro de 1986, a partir da esquerda, está António Agostinho, Manuel Capote e Domingos Laureano - os três formaram o primeiro executivo da Junta de Freguesia de S. Pedro. Nas costas do Manuel Capote, está o José Elísio, presidente da Comissão Instaladora da então nova freguesia. Do lado direito está Carlos Lima, que foi o primeiro Presidente da Assembleia de Freguesia de S. Pedro. 

Entretanto, São Pedro, freguesia desde 1985, cresceu muito. 
O autor do OUTRA MARGEM tem acompanhado esse processo.
A Cova e Gala da minha infância foi sempre a das casas térreas e pobres de madeira, cheias de aberturas nas paredes, por onde no inverno o ar gélido passava como cão por vinha vindimada .
Quando, mais tarde, as circunstâncias me permitiram viver noutros ambientes, a memória que prefiro guardar é a da Cova e Gala dos meus primeiros anos, a Cova e Gala “da gente de pouco ter e de muito sentir”, a Terra pequena e modesta nos costumes e nos horizontes da compreensão do resto do País e do mundo.
São Pedro, transformou-se muito por fora nos últimos anos.
Em nome do chamado progresso, alterou-se o perfil e a paisagem da Cova e Gala. Sobretudo, colocaram-se toneladas de betão onde outrora existiu a madeira das casas antigas.
Gostaria de poder continuar a acreditar que, apesar de tudo, “o espírito da Cova e Gala sobrevive”, pois “é o espírito que faz eternas terras”.
Para mim, chegava que a Cova e Gala fosse uma Terra culta, moderna, limpa e organizada – e, se possível, sem perder nada da sua alma.
Como comprova a realidade, isso é desejar demais.

domingo, 20 de setembro de 2026

Não é só matemática e também é ideologia

Este é o texto mais esclarecedor que li sobre "o Relatório Bravo, assinalando os problemas nas contas e os enviesamentos ideológicos do que querem fazer passar por mera técnica. O título do texto não podia ser melhor".  Foi escrito pelo antigo director do Centro Nacional de Pensões Vitor Junqueira e foi publicado na edição de ontem do jornal Público. Para ler melhor clicar na imagem.

Bom dia Figueira da Foz


Muitos Parabéns, Figueira-cidade, cidade-menina desde 20 setembro 1882.

 “ … Tudo pode desaparecer na penumbra velada do passado, impelida pela marcha incessante do tempo, mas uma coisa o homem jamais esquece: a sua terra, que é a parcela, digamos, mais querida, dentro da pátria, ao seu coração …”.

[Carlos Sombrio - FIGUEIRA DA FOZ das suas tradições populares, dos seus encantos. Edição Papelaria Moderna, 1941, 40 p.], via Miguel Carvalho

sábado, 19 de setembro de 2026

Joaquim de Sousa; “viver é fazer coisas”

Via Campeão das Províncias (para ler melhor clicar na imagem)

Vai por aí uma discussão danada: a Figueira está praticamente em pé de guerra...

Guerra é guerra camaradas e companheiros. 
A luta política passa pela ambição competitiva.
Este fim de semana as redes sociais do burgo estão ao rubro: crueldade é crueldade. Não há "mas...". Nem meio "mas"... .
Mas estejam tranquilos. Isto não vai dar em nada. Anda por aí uma gente que só pensa em futilidades... 

Comunicado do PS/Figueira

"Da habitação acessível à venda da “Casa da Saúde”: afinal, em que ficamos?
A 10 de outubro de 2025, o Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Pedro Santana Lopes, anunciou, com grande destaque, a aquisição da chamada “Casa da Saúde”, situada na Rua Afonso de Albuquerque, pelo valor de 435 mil euros.
Na altura, a mensagem era clara: o imóvel seria reabilitado e destinado a habitação a custos controlados para arrendamento acessível, no âmbito da Estratégia Local de Habitação da Figueira da Foz e do Programa de Apoio ao Acesso à Habitação.
O próprio Presidente da Câmara apresentou a aquisição como parte de uma estratégia de reestruturação e valorização de um conjunto de edifícios à entrada da cidade, sublinhando a oportunidade de recuperar património e, sobretudo, de criar habitação acessível para os Figueirenses.
Passou menos de um ano.
Na reunião de Câmara de 17 de setembro de 2026, foi apresentada a intenção de vender a “Casa da Saúde”.
Perante esta mudança de orientação, os Vereadores do Partido Socialista questionaram o Presidente da Câmara sobre as razões que justificam a venda e votaram contra a mesma.
A discussão sobre o destino deste imóvel acabou, inclusivamente, por levar à interrupção da reunião de Câmara pelo Presidente.
Mas a questão essencial permanece e merece uma resposta clara.
Afinal, o que mudou em menos de um ano?
Se, em outubro de 2025, a “Casa da Saúde” era considerada adequada para responder à falta de habitação acessível no concelho, integrando uma estratégia municipal para esse efeito, importa explicar aos Figueirenses por que razão deixou agora de o ser.
Mudaram as necessidades habitacionais do concelho?
Mudaram os objetivos da Estratégia Local de Habitação?
Deixou de existir financiamento ou apoio para a sua reabilitação?
Ou mudou simplesmente a opção política da Câmara Municipal?
Uma aquisição de 435 mil euros, apresentada publicamente como uma aposta na habitação acessível, não pode ser seguida, menos de um ano depois, por uma decisão de venda sem uma explicação rigorosa, transparente e convincente sobre as razões dessa mudança.
O Partido Socialista entende que os Figueirenses têm o direito de saber quanto custou efetivamente esta operação, quais os investimentos realizados ou previstos e por que razão um imóvel adquirido para uma finalidade concreta é agora colocado à venda.
Mais do que discutir uma simples venda de património municipal, está em causa a coerência das decisões de quem governa a cidade, a expectativa e a responsabilidade na gestão dos recursos públicos.
O Partido Socialista da Figueira da Foz continuará a exigir esclarecimentos e transparência.
Os Figueirenses têm direito a respostas.
Partido Socialista da Figueira da Foz"

Comunicado do Município da Figueira da Foz em resposta ao comunicado do PS
Vice-Presidente Olga Brás

"UM IMÓVEL NÃO APAGA 374 FOGOS
O comunicado do Partido Socialista procura transformar a reavaliação de um imóvel numa condenação de toda a política municipal de habitação. É um exercício de redução política: isola-se a “Casa da Saúde”, omite-se todo o resto e tenta-se fabricar a ideia de ausência de estratégia.
A Estratégia Local de Habitação não é uma lista imutável de edifícios. É um instrumento dinâmico de política pública, sujeito a permanente avaliação técnica, financeira e patrimonial. Nenhum imóvel constitui um fim em si mesmo. Reavaliar uma solução, quando o interesse público o justifica, não é incoerência: é responsabilidade na gestão dos recursos públicos.
Os números que o PS escolheu omitir são inequívocos: este Executivo tem em desenvolvimento 19 operações, 374 fogos e mais de 37,1 milhões de euros de investimento identificado. São 201 fogos no Arrendamento Acessível e 173 no âmbito do 1.º Direito. Existem 12 obras em curso, correspondentes a 171 fogos, para além das operações já finalizadas e das que se encontram em projeto.
A “Casa da Saúde” representa 11 desses 374 fogos. Mesmo excluindo essa operação, permanecem 18 intervenções, 363 fogos e cerca de 35,9 milhões de euros de investimento. Reduzir o maior ciclo de investimento municipal em habitação das últimas décadas a um único imóvel não é fiscalização. É manipulação por omissão.
O PS tem o direito de questionar. Não tem o direito de apagar os factos, explorar a legítima ansiedade das famílias e transformar uma decisão patrimonial numa narrativa de abandono da política de habitação.
O maior investimento municipal em habitação das últimas décadas não se apaga com um comunicado. A política baixa produz ruído; a governação responsável deixa obra."

E, ainda, o comunicado do Mais pela Figueira
"ALIENAÇÃO DO EDIFÍCIO DA ANTIGA "CASA DA SAÚDE"

"Na reunião de Câmara Municipal do passado dia 17 de setembro de 2026, o Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, apresentou a intensão de vender o imóvel da antiga “Casa da Saúde”, sita na Rua Afonso de Albuquerque, proposta que teve a oposição por parte dos vereadores do Partido Socialista. Perante a intervenção discordante do vereador João Paulo Rodrigues, solicitando que se adiasse a discussão deste ponto e se procurassem outras soluções para o imóvel, mantendo o mesmo na posse municipal, o senhor presidente teve uma atitude menos cordial. Não havendo financiamento público no momento para a construção de habitação a custos controlados, a solução poderia passar pela exploração de terceiros numa estalagem de turismo jovem e/ou sénior, residência universitária, entre outras. O Senhor Presidente preferiu responder a este vereador com argumentos que nada tinham a ver com o assunto em discussão.

A 10 de outubro de 2025, o Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz anunciou, com pompa e circunstância, a aquisição deste imóvel pelo valor de 435 mil euros. Menos de um ano depois, pretende o Senhor Presidente da Câmara Municipal vender o mesmo, em hasta pública, por um valor base de 450 mil euros. O imóvel que seria reabilitado e destinado à habitação a custos controlados para arrendamento acessível, passa agora para uma "situação nebulosa" de venda a terceiros.

O Executivo Municipal começa a mostrar um certo desnorte em várias questões, onde esta é um bom exemplo."

"Casa da Saúde vai a hasta pública": remendo ou sintoma?

Diário as Beiras

"O Município da Figueira da Foz vai alienar a antiga Casa da Saúde cerca de um ano depois da aquisição, a um particular. A decisão, ressalvou o presidente da autarquia, prende-se com o atraso do processo de financiamento, que “ainda não está garantido”, para a reabilitação do imóvel para habitação com renda acessível, por parte do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana e do Banco Europeu de Investimento. E também, acrescentou, “face às necessidades de investimentos”. 
A receita da alienação, frisou ainda Santana Lopes, será canalizada para investimentos programados ou em curso, como, por exemplo, a Variante de Quiaios, cujo financiamento de três milhões de euros do Turismo de Portugal não é suficiente para pagar a empreitada, além de ser pago em três anos. Ou a reabilitação da piscina-mar, caso não seja concessionada, apesar de haver interessados na concessão. 
Adquirida por 435 mil euros, a antiga Casa da Saúde, imóvel devoluto, vai a hasta pública com uma base de licitação de 450 mil euros. O imóvel encontra-se na zona de confluência das ruas Manuel Fernandes Tomaz, República e Afonso de Albuquerque."

João Moura Portugal"𝐏𝐚𝐬𝐬𝐚𝐝𝐨 𝐮𝐦 𝐚𝐧𝐨 𝐝𝐞 𝐮𝐦𝐚 𝐝𝐞𝐜𝐢𝐬𝐚̃𝐨 𝐜𝐨𝐫𝐫𝐞𝐭𝐚 𝐝𝐞 𝐚𝐝𝐪𝐮𝐢𝐫𝐢𝐫 𝐮𝐦 𝐢𝐦𝐨́𝐯𝐞𝐥 para investir na política de habitação, 𝐟𝐢𝐜𝐚 𝐚 𝐬𝐞𝐧𝐬𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐨 𝐨𝐫𝐜̧𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐦𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐯𝐢𝐯𝐞 𝐦𝐨𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨𝐬 𝐝𝐢𝐟𝐢́𝐜𝐞𝐢𝐬, 𝐪𝐮𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐞́ 𝐧𝐞𝐜𝐞𝐬𝐬𝐚́𝐫𝐢𝐨 𝐯𝐞𝐧𝐝𝐞𝐫 𝐨 𝐦𝐞𝐬𝐦𝐨 𝐢𝐦𝐨́𝐯𝐞𝐥 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐢𝐧𝐣𝐞𝐭𝐚𝐫 𝐥𝐢𝐪𝐮𝐢𝐝𝐞𝐳 𝐧𝐨 próprio 𝐨𝐫𝐜̧𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨, sem perceber que investimentos em concreto visa financiar! 𝐄𝐬𝐩𝐞𝐫𝐞𝐦𝐨𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐬𝐭𝐚 𝐫𝐞𝐜𝐞𝐢𝐭𝐚, 𝐧𝐚̃𝐨 𝐬𝐢𝐫𝐯𝐚 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐞𝐪𝐮𝐢𝐥𝐢𝐛𝐫𝐚𝐫 𝐝𝐞𝐬𝐩𝐞𝐬𝐚 𝐜𝐨𝐫𝐫𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐨 𝐨𝐫𝐜̧𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐦𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥."

sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Os vereadores do Partido Socialista na Câmara Municipal da Figueira da Foz convidam os moradores de São Pedro, para uma reunião aberta sobre assuntos de interesse da sua freguesia


João Pedrosa Russo, opinião publicada: "Concorda com o fecho ao trânsito de parte da marginal?"

"Não concordo", escreve na edição de hoje de o Diário as Beiras 

"Há duas ou três semanas os figueirenses foram confrontados com o fecho de parte da marginal (entre o Forte de Santa Catarina e o Hotel Sweet Atlantic na Avenida 25 de Abril, sentido SulNorte) ao trânsito de automóveis, incluindo motociclos, no fim de semana. 
Pretendia o Município que houvesse menos trânsito e mais espaço para quem ali passa, transformando-o numa área segura e tranquila. Dizia ainda a autarquia que “era o momento ideal para desacelerar e aproveitar a cidade com outra qualidade de vida”. 
Pretendia-se que por ali se pedalasse e patinasse e que se aproveitasse o “asfalto para andar de bicicleta ou de patins com total segurança”, em sossego.
Ora, a medida em princípio podia ser boa, mas os impactos negativos superam os positivos. Aquela via é demasiado importante para a mobilidade urbana, pela ligação que promove entre o centro da cidade e a vila Buarcos, ao longo de vários edifícios com garagens e com comércio, sobretudo restaurantes e encontra-se servida de largos passeios que as pessoas utilizam frequentemente, bem como excelentes passadiços a poucos metros. 
Compreendo que haja quem pense que naquela artéria circulam automóveis e motociclos em velocidade excessiva e desta forma isso deixa de acontecer. Só que isto não se resolve à bruta, mas sim com mais policiamento e adopção de meios alternativos como lombas redutoras de velocidade, radares, ou sinalização adequada. 
Não concordo com esta decisão que não melhora a qualidade de vida dos cidadãos e nem trouxe mais população para a rua e dá a ideia de que a Figueira da Foz não é uma cidade segura."

Notou-se alguma desorganização no decorrer da reunião de câmara realizada ontem

"O vereador do PS João Paulo Rodrigues afirmou ontem, intervindo na reunião de câmara, que os documentos que acompanham os assuntos da ordem de trabalhos das sessões de câmara voltam a ser enviados aos vereadores da oposição com uma antecedência mínima, em vez das 72 horas que antecedem a reunião. Alguns chegam durante a noite anterior, deixando os autarcas sem tempo para a análise necessária. “Se for necessário haver reuniões semanais em períodos mais críticos, estamos disponíveis”, afirmou o autarca socialista. 
O presidente da autarquia, Santana Lopes, mostrou-se indignado com os serviços internos do Município da Figueira da Foz."

Via Diário as Beiras (para ler melhor clicar nas imagens)

Gliding Barnacles: 35 mil € foi o "apoio financeiro" aprovado pela autarquia figueirense

Mais 20% que o ano passado. Como disse o vereador do Chega, "não será hora de fazer um regulamento sobre isto"?..

Via Diário as Beiras (para ler melhor clicar na imagem)

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

Um artista chamado Moedas, Carlos...

Carlos Moedas, presidente de Lisboa, "capital de Portugal", como ele gosta de publicitar,  disse  que
o Volta tem provocado "um drama social" na cidade que preside.
Dito assim, fica a ideia, que as pessoas ficaram pobres por causa do "cata latas e garrafas"
Visto assim, "antes não havia drama, não havia miséria na cidade, não havia a figura do sem-abrigo recolector. Havia lixo aos montes pelas ruas mas isso era culpa das juntas de freguesia e dos imigrantes e dos criminosos que assolam a cidade, não se viam cá os miseráveis enfiados dentro do contentor." 
Portanto, acabe-se com o Volta para pôr fim ao drama visual, perdão, ao "drama social".
Mais um artista de variedades, este Carlos Moedas.

"Crescimento sustentado, é o desiderato da Universidade de Coimbra e da direção do campus"

Via Diário as Beiras
"O número de alunos do Campus da Figueira da Foz da Universidade de Coimbra continua a crescer, acompanhando o aumento da oferta académica. 
Neste momento, estão inscritos cerca de 130 alunos, distribuídos pelas duas licenciaturas e pelos cinco mestrados.
O número de alunos deverá aumentar, tendo em conta que ainda falta realizar a segunda fase de candidatura ao ensino superior para licenciaturas e a segunda e terceira fases para mestrados. 
Este ano letivo arranca com um novo edifício do campus – antigo terminal rodoviário – , uma nova licenciatura (Engenharia Naval e Oceânica) e três novos mestrados (Relações Internacionais, Política Internacional dos Oceanos e Sistemas Costeiros Sustentáveis). E mantêm-se a licenciatura em Biologia Marinha e os mestrados em Inteligência Artificial e Computação Musical e Design de Som."

Isabel Maia, opinião publicada :"Concorda com o fecho ao trânsito de parte da marginal?"

"Sim"escreve na edição de hoje de o Diário as Beiras, Isabel Maia

«Sim. O fecho ao trânsito da Av. 25 de abril (do Sweet ao Parque das Gaivotas) e da Rua 5 de outubro (esta última, há anos tem sinalética vertical que proíbe o trânsito, exceto a moradores) aos fins de semana merece atenção. 
A medida tem recebido aplausos e críticas veementes. 
Mudar rotinas gera desconforto e receios: a inibição de passear de carro à beira-mar, a perda no comércio, a pressão acrescida do trânsito no centro da cidade. 
Decidir “mudar” é corajoso e tem riscos de impopularidade, mas pior é “não decidir” e manter o status quo, estagnar. 
Neste caso, implica alterar os trajetos, utilizar as circulares externas para não pressionar o centro da cidade e promover mobilidade inteligente. E os utilizadores trocarão o cheiro e o som dos escapes pelo aroma e a música do mar, em segurança. 
Quanto ao comércio, o carro que passa pela loja não gera receita, mas o peão que a pé olha a montra ou se senta na esplanada, sim. Será a oportunidade de ouro para o comércio inovar e combater a sazonalidade. O turista de hoje rejeita o asfalto e exige o destino sustentável com vivência do espaço. 
“Fechar ao trânsito” não é “eliminar mobilidade”, mas priorizar o mar como lugar de bem-estar, e não é algo original: Vancouver tem a lógica do waterfront com passeio e fruição; Toronto, Queens Quay, reforçou o eixo ribeirinho pedonal e ciclável; Cascais restringiu o trânsito junto ao mar e priorizou a mobilidade suave. 
As cidades crescerão com menos poluição, mais mobilidade suave e segura, com mais vida pública saudável.»

"Os ciclos de encontros com autores 5as. de Leitura e Terças com Poesias estão de volta à programação cultural do Município da Figueira da Foz, após a habitual pausa de verão"

 Via Diário as Beiras

Nova direção do clube ornitófilo é presidida por um jovem veterinário: Pedro Lé é o novo presidente

 Via Diário as Beiras (para ver melhor clicar na imagem)


47 anos de SNS: muito obrigado António Arnaut

Ontem, comemoraram-se os 47 anos do Serviço Nacional de Saúde"Morria-se em Portugal, e de causas que a medicina já conseguia curar, não fosse o País tão pobre e as populações tão distantes dos cuidados médicos, quando o SNS foi criado, em 1979".
Para comemorar a data, o Presidente da República, António José Seguro e Luís Montenegro "apareceram juntos, mas em silêncio, numa fundação privada."
A melhoria introduzida em Portugal com a criação do Serviço Nacional de Saúde (SNS) por António Arnaut, não é passível de contestação.
Os resultados falam por si.
Contudo, desde o início, a criação do SNS não contou com o voto favorável do PSD. Convém não esquecer: o PSD nunca foi a favor do SNS e sempre que está no poder tenta enfraquecê-lo para dar o controlo da saúde dos portugueses aos privados. 
Ana Paula Martins é mais uma ministra da Saúde que pretende realizar esse sonho do PSD.
Por isso, não resolve o problema da contratação dos enfermeiros, que tanta falta fazem, entre outros. 
47 anos depois da criação do SNS: muito obrigado, António Arnaut.