sábado, 11 de julho de 2026

33 novos profissionais reforçam quadros da ULS do Baixo Mondego

Em comunicado enviado ao  Diário as Beiras, é referido que “os novos profissionais incluem 10 médicos, 10 enfermeiros, nove assistentes técnicos, três técnicos auxiliares de  saúde e um técnico superior, reforçando as equipas da ULS do Baixo Mondego”.

Deputados candidatos à liderança de distritais perderam eleições. Listas apoiadas por desalinhados venceram. Crispação levou a murros, posts e entrada de movimento extremista.

Imagem: daqui

Texto: Sol

Guerras internas ameaçam unidade no Chega de Ventura

"As eleições distritais do Chega agravaram a tensão interna com a eleição de 10 novos líderes e a recondução de outros 10. Há impugnações em vários distritos, mas Ventura insiste na ideia de união.

O partido de André Ventura está mesmo a ferro e fogo. Os resultados das distritais no último domingo não vieram acalmar a vida interna do Chega, que já estava em sobressalto com os atos eleitorais da semana anterior. Estas eleições para as estruturas locais ficaram marcadas por uma fortíssima disputa interna, com os apelos à unidade por parte da direção nacional a caírem em saco roto, expondo divisões e dinâmicas de quase cisão num partido ainda tão recente. Aliás, evidência disso mesmo foi a eleição de dez caras novas, tendo apenas outros 10 sido reconduzidos.

Nesta lista há que contar com quatro derrotados de peso, já que quatro deputados perderam a liderança distrital: Rui Afonso no Porto, Nuno Gabriel em Setúbal, João Graça em Faro e João Tilly em Viseu."

Começou ontem o primeiro de três dia do RFM SOMNII Intermarché

Nada de novo.
Via Diário as Beiras: "A enchente de sempre no RFM SOMNII", edição de 2026.

sexta-feira, 10 de julho de 2026

Montenegro no NOS Alive, Solverde ponto PT

 

Fernando Alexandre, ministro da Educação: o que ainda falta para para se demitir?

Fabian Figueiredo, no Público

Imagem daqui
O que passou pela cabeça de Fernando Alexandre?

«Há uma palavra que o ministro da Educação devia riscar do vocabulário: "imprudentes". Foi assim que classificou os pais que marcaram férias confiando no calendário de exames que o próprio ministério publicou em dezembro. Ou seja: para Fernando Alexandre, a imprudência, agora, é acreditar no Estado.

Esta história não começa num erro de software. Começa numa obsessão liberal.
Portugal tinha um sistema de exames a funcionar de forma estável há décadas. O aluno respondia às questões da prova, a prova era tornada anónima através da atribuição de um código, um professor corrigia-a inteira e as delegações do Júri Nacional de Exames resolviam os problemas na hora. Governos com diferentes orientações políticas geriram o sistema de exames sem o pôr em causa. Este Governo decidiu desmontá-lo, não por necessidade, mas por preconceito ideológico. Em nome do Estado mínimo, extinguiu 18 organismos e substituiu-os por sete, devolveu às escolas metade dos professores dos serviços centrais e gabou-se de ter feito poupanças orçamentais. [Notícia, Público, 10/07/26:” Ministro autoriza novos gastos de 500 mil euros com classificação digital de exames”] Chamou-lhe modernização. A comunidade educativa chamou-lhe desmantelamento. Os factos encarregaram-se de arbitrar.
Porque o ministro não pode dizer que não sabia. Em 2025, o exame de Filosofia serviu de ensaio à correção digital, com 23 mil alunos. Os professores classificadores relataram então, com precisão, tudo o que hoje se repete: provas que desapareciam, folhas em branco, respostas cortadas a meio, respostas trocadas. O ministério classificou o ensaio como "muito positivo" e generalizou o sistema a 300 mil provas. Confrontado agora, respondeu que "os erros serviram para aprender". Aprendeu-se o quê, exatamente? E fez mais: mudou o próprio modelo, centralizando toda a digitalização num único armazém: uma arquitetura que nunca tinha sido testada, nem sequer no ensaio. Onde o bom senso pedia gradualismo, alargar disciplina a disciplina, com rede de segurança, Fernando Alexandre escolheu, irresponsavelmente, o salto no escuro à escala máxima, com o futuro de 166 mil alunos lá dentro.
O resto conhece-se. Professores convocados para disciplinas que nunca lecionaram; uma docente já falecida convocada para classificar. Classificadores que entram na plataforma e encontram o perfil de outra pessoa. Respostas classificadas que desaparecem; respostas que aparecem classificadas por terceiros. Folhas de continuação em falta, deixando raciocínios a meio e o classificador perante um dilema impossível: adivinhar ou dar zero.
O próprio manual oficial admitia, desde junho, que o contador de respostas podia apresentar valores negativos, instruindo os professores a ignorá-lo. Um sistema que não sabe contar as respostas que tem por classificar.
Perante isto, o ministro seguiu um guião em três atos: negar ("a digitalização está a decorrer sem grandes problemas"), desmentir os mensageiros ("a maioria das denúncias é falsa"), transferir culpas: para os agrafos, para os diretores, para os professores, por fim, para os pais e as suas férias imprudentes. Na quarta-feira, garantiu no Parlamento que o calendário se cumpria e que "nunca nenhum aluno será prejudicado". Na sexta-feira, o Governo desmentiu-se a si próprio e adiou tudo.
E depois soube-se o resto. A plataforma teve de ser suspensa por falhas graves de segurança: encontrou-se "uma janela aberta", nas palavras do ministro, num sistema que guarda as provas e os dados de 166 mil alunos. Quem a encontrou não foi o Estado: foi a Deloitte, consultora contratada de urgência porque o EduQA admitiu precisar de mais recursos. É ela que constrói agora, a dias do prazo, a ferramenta que permite saber quantas provas cada professor corrigiu, porque isso "não tinha sido programado". E soube-se ainda que a plataforma de classificação pertence a uma empresa privada externa e é, reconhece o Governo, transitória: a substituta, financiada pelo PRR, não está pronta. Generalizou-se tudo, de uma vez, sobre um sistema de empréstimo. Pergunto, francamente, o que passou pela cabeça de Fernando Alexandre?
O que se exige agora é simples. Primeiro: nenhuma pauta sem fiabilidade demonstrada, verificar oficiosamente a integridade de todas as provas antes do dia 17, e corrigir em papel onde o digital não dê garantias. Segundo: gratuitidade da consulta e da reapreciação. Historicamente, cerca de 2% dos alunos pedem revisão; tudo indica que este ano será um recurso massivo, provocado por falhas do Ministério da Educação. Não pode custar 25 euros contestá-la: as famílias não podem pagar duplamente, agora com a carteira. Terceiro: remunerar extraordinariamente os professores que vão carregar essa vaga de reapreciações por agosto adentro; no secundário, hoje, classificam de graça.
E um pedido final, em nome da escola pública: parem. Não espalhem mais confusão. O país tem um problema gravíssimo de falta de professores, que este ano voltou a agravar-se; julho é o mês das matrículas, das turmas, da preparação do ano letivo, tudo agora em risco na cascata dos adiamentos. Não é o momento de mais experimentalismos: a revisão da carreira à pressa, o estatuto do diretor, novos modelos de gestão e educação inclusiva. Quem não conseguiu garantir a correção dos exames devia ter a humildade de não mudar tudo ao mesmo tempo.
Durante décadas, o sistema de anonimização de provas, de correção e de eventual pedido de reapreciação funcionou sem problemas e com confiança geral sobre a integridade do processo. Essa confiança destruiu-se num verão. É por isso que isto não é uma polémica de época: é a confiança pública no Estado. E é por isso que a responsabilidade tem nome. Não foi o software. Foi quem decidiu, avisado, contra o mais elementar bom senso. Chama-se a isto, com rigor, imprudência.»

Iniciativa envolve comunidades de dois concelhos

 Via Diário as Beiras

Parceiros

 "O espetáculo “Estamos aqui – Alqueidão e Samuel – Da Idade do Ferro à presença muçulmana”, além dos promotores, as juntas das freguesias de Alqueidão e Samuel, a primeira da Figueira da Foz e a segunda de Soure, conta ainda com o Centro Cultural Desportivo e Recreativo de Moinho de Almoxarife como parceiro da organização. A peça tem criação e coordenação artística de Emanuel Rodrigues. O ator, encenador e produtor de teatro, natural do Alqueidão, tem estado envolvido em eventos promovidos pela autarquia alqueidanense com recriações históricas e etnográficas relacionadas com a freguesia."

Iniciativas paralelas

"A peça de teatro “Estamos aqui – Alqueidão e Samuel – Da Idade do Ferro à presença muçulmana”, programada para 9 de outubro deste ano, promovida pelas juntas das freguesias de Alqueidão e Samuel, terá um programa paralelo. A programação está a ser elaborada, sendo certo que incluirá, entre outras atividades, uma caminhada histórica e gastronomia. A esteia do espetáculo, frisa nota dos promotores, resultará de “vários meses de trabalho desenvolvido com a comunidade” e representará um “momento de celebração” da identidade, do património e da história de Alqueidão e Samuel."

Obras em Maiorca e Tavarede

 Via Diário as Beiras

quinta-feira, 9 de julho de 2026

«Era só o que faltava: o "estatuto" a tomar conta do futebol»

"Cristiano Ronaldo foi o avançado que menos correu entre os 16 finalistas do Mundial.

O ponta-de-lança mais velho do torneio percorreu, em média, menos dois quilómetros por jogo do que o top5 da concorrência nos oitavos-de-final. E ainda menos do que Gonçalo Ramos.
O PÚBLICO fez um levantamento dos dados de performance dos principais avançados das 16 equipas que chegaram aos oitavos-de-final e concluiu que Cristiano Ronaldo foi o que menos distância percorreu em campo. Correr muito não significa correr bem, é certo, e o posicionamento nos momentos sem bola é muitas vezes mais importante do que sprintar para pressionar de forma avulsa, mas as métricas da FIFA contabilizam movimentos sem com bola, o que implica desmarcações em sprint e corrida de alta intensidade.

"Ronaldo devia estar no banco. Montenegro devia estar calado."

"A situação de Ronaldo na equipa nacional, no meu entendimento, só merece ser analisada de um único ponto de vista: o rendimento desportivo em 2026.
Todas as outras análises possíveis fogem aos critérios que estão na base da competição desportiva."

A música está de volta ao Coreto

 Via Município da Figueira da Foz

Este verão, marque encontro com as bandas filarmónicas do concelho. Com entrada, de 11 de julho a 13 de setembro, às 18h00, venha desfrutar de concertos ao ar livre no Coreto do Jardim Municipal.
Programa: 

* 11 JUL | Sociedade Musical Recreativa do Alqueidão- Banda Filarmónica do Alqueidão
* 26 JUL | Associação Musical União Filarmónica Maiorquense Banda Filarmónica Maiorquense
* 09 AGO | Sociedade Filarmónica Carvalhense Samc
* 16 AGO | Sociedade Filarmónica Paionense
* 23 AGO | Sociedade Instrução e Recreio de Lares
* 29 AGO | Sociedade Filarmónica Figueirense e Banda de Santana - Sociedade Musical Santanense - Santana/Fig. Foz
* 06 SET | Sociedade Boa União Alhadense
* 13 SET | Sociedade Filarmónica Quiaense

Banda de Santana participa na estreia mundial da “Sin+fonia da esperança

 Via Diário as Beiras

Anabela no Centenário da Filarmónica de Lares

 Via Diário as Beiras


10 e 11 dias de greve no Casino

 Via Diário as Beiras

"Férias com Livros" realiza-se na praça Fernando Traqueia, em Buarcos, entre o próximo dia 11 e 30 de agosto

 Via Diário as Beiras

Os autores

«Os encontros com autores na feira Férias com Livro têm sido um sucesso. Este ano há sessões com António Tavares (Prémio Leya), Pedro Chagas Freitas, Marco Neves, Pedro Rodrigues e Joel Perpétuo, Patrícia Portela, Marta Oliveira e Sara Duarte Brandão, Moita Flores, Sofia Vieira, Carla Louro, Marina Ferraz, Katya Delimbeuf, Hugo Gonçalves, Carlos Semedo, Paulo Moreiras, Samuel F. Pimenta, Telmo Mendes, Florbela Oliveira, Ana Cláudia Santos, Domingos Amaral e Inês Menezes e Tozé Brito. O escritor figueirense Prémio Leya Nuno Camarneiro é um dos moderadores. O programa inclui “As histórias do Madaleno”.»

Os números

«<A feira Férias com Livros realiza-se a partir de sábado, na praça Fernando Traqueia, em Buarcos. Até 30 de agosto, são esperadas “várias de dezenas de milhares de pessoas”, como em todos os anos, antecipou ontem Carlos Alves, da organização, em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS. São também milhares os livros que preenchem o recinto onde decorre o evento. “São mais de 15 mil livros e, normalmente, entre sete mil e 7,5 mil títulos diferentes”, afirmou o livreiro. O certame Férias com Livros é organizado pela Ao Pé das Letras em parceria com o Município da Figueira da Foz.»

quarta-feira, 8 de julho de 2026

Na Figueira em Julho é assim: todos os anos acontece “o maior sunset de sempre”

«A 12.ª edição do RFM SOMNII Intermarché realiza-se de 10 a 12 deste mês, na Praia do Relógio. 
Os festivaleiros, sobretudo jovens, já começaram a chegar à cidade, mas a enchente, com milhares de pessoas, começa na sexta-feira.
O alojamento, os supermercados, o parque de campismo, os bares e o arrendamento de casas já estão a faturar com a realização do festival.
Em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, o diretor executivo da MOT, promotora do RFM SOMNII Intermarché, adiantou que, até ao meio da manhã de ontem, a procura de bilhetes já era superior ao ano passado, à mesma distância temporal do início do festival. “Vamos ter, no mínimo, os números do ano passado”, vaticinou Tiago Castelo Branco. 
Esta edição ficará marcada por diversas novidades. A estreia do dj Padre Guilherme é um dos momentos mais aguardados do festival. “O Padre Guilherme quer que a sua atuação seja o maior espetáculo produzido por ele até agora”, revelou o gestor. “Este ano, vamos ter atuações muito diferentes do normal. E teremos momentos com convidados em palco”, anotou ainda Tiago Castelo Branco. “Este evento vai ficar para história”, concluiu.»
os djs 
«Nesta edição do RFM SOMNII Intermarché estão de volta ao palco instalado no areal urbano da Figueira da Foz dois djs internacionais de topo, o australiano Timmy Trumpet e o neerlandês Hardwell. Os restantes nomes do cartaz não ficam atrás dos dois gigantes da música eletrónica, incluindo o português Padre Guilherme. O programa de espetáculos agendados para este fim de semana (com sexta-feira incluída) na Praia do Relógio inclui ainda as atuações dos djs Vini Vici, Dual Damage, Diego Miranda, Will Sparks, Kaaze, Sound Rush, Nifra e Tiago Cruz. O festival continua a ser “O maior sunset de sempre”.»
Sting e Capaldi 
«A Figueira da Foz será palco, este mês, de concertos de Sting, no dia 17, e Lewis Capaldi, no dia 18. O primeiro tem lotação esgotada e o segundo para lá caminha. Os espetáculos realizam-se no mesmo recinto onde este fim de semana decorre o RFM SOMNII, tendo ainda em comum a promotora MOT. “O fim de semana dos concertos ficará para a história, por ser a primeira vez que se fazem concertos com esta dimensão na Figueira da Foz, com artistas que, até agora, só podíamos ver em Lisboa e às vezes no Porto”, vincou ao DIÁRIO AS BEIRAS o diretor executivo da MOT, Tiago Castelo Branco.»

Junta de Santana reclama melhores serviços de telecomunicações

 Via Diário as Beiras

50 anos da aprovação da Constituição da República Portuguesa

 Via Diário as Beiras

terça-feira, 7 de julho de 2026

O destino do menino. E a revelação do oráculo foi que ele teria uma longa vida, desde que nunca visse seu próprio rosto...

"Não decido as coisas de cabeça quente, nem quero tirar a atenção daquilo que foi feito no Mundial com uma decisão pessoal. O balanço do Mundial é que podíamos ter feito melhor, mas fomos eliminados por uma equipa que vai estar na final ou perto. Acho que foi um jogo bem disputado, podia dar para qualquer um, tivemos um pouco azar de sofrer ali nos últimos cinco minutos, mas, como disse, saio de consciência tranquila, dei o meu melhor, demos o nosso melhor e quando assim é não há nada a apontar".
Ronaldo, ontem no final do jogo que nos atirou para fora do Mundial.
Foi uma equipa que se rendeu ao narciso e poderoso homem e a quem gere a sua marca e os seus negócios. 
O treinador espanhol foi um submisso. 
Os mais jovens, tiveram azar, muito azar...
Nada disto, porém, é importante.