sexta-feira, 13 de março de 2026
EUA estão a desenhar plano para aliviar sanções contra a Rússia, avança a Reuters
Como diz o povo: "... se o arrependimento matasse!..."
... agora, é tarde: Pedro Santana Lopes ao Sol. "Muitas pessoas dizem que eu é que devia ter sido candidato a Belém’’.
Ormuz: o estreito que está nas bocas do mundo e que Portugal dominou por um século
"É pelo Estreito de Ormuz que passam os navios que transportam um quinto do petróleo mundial. Há 500 anos, os produtos eram outros e no estreito quem mandava era Portugal.
E a sua história também liga o Oriente a Portugal, país que durante um século, entre 1515 e 1622, dominou o estreito e as trocas comerciais que por ali passavam. Ainda hoje há vestígios da presença portuguesa no Estreito de Ormuz, que volta a estar no centro das atenções mundiais. A SÁBADO falou com o historiador João Paulo Oliveira e Costa."
Imagem via Revista Visão
quinta-feira, 12 de março de 2026
Agora, sim: temos uma polémica a sério...
Tudo vai acabar "bem"?..
"António José Seguro vai ser António José Seguro e pressionar a UGT a assinar uma lei laboral cozinhada na sede dos patrões?
A UGT vai ser UGT, cumprir o desígnio para o qual foi criada, e assinar de cruz o que os patrões lhe metem à frente para assinar?"A 14 reabriu
| Foto via Campeão das Províncias |
A auto-estrada 14 (A14), que liga a Figueira da Foz a Coimbra, reabriu ao trânsito nos dois sentidos pelas 21h20 de ontem, quarta-feira, dia 11 de Março, depois de ter estado encerrada mais de um mês devido às cheias, informou a autarquia figueirense.
Em nota publicada pelas 20h50, o Município da Figueira da Foz informou que a circulação no troço entre o nó da A17 e o nó de Santa Olaia, de acesso a Montemor-o-Velho, será restabelecida “dentro de meia hora” nos dois sentidos, ou seja, pelas 21h20.
“Alerta-se, no entanto, que a circulação deve ser realizada com alguma prudência, num pequeno troço da via, junto ao nó de Santa Olaia, devido a constrangimentos no piso”, avisou.
A circulação nos dois sentidos daquele troço de auto-estrada com cerca de oito quilómetros foi cortada ao trânsito na madrugada de dia 3 de Fevereiro, devido a alagamento e acabou por ficar encerrado mais de um mês devido aos danos provocados pela subida das águas nos campos agrícolas adjacentes do vale do Mondego.
quarta-feira, 11 de março de 2026
Portugal, Março de 2026
António José Seguro, no seu discurso de posse
«Portugal enfrenta desafios estruturais que se arrastam há tempo demais. Crescimento económico insuficiente, economia baseada em baixos salários, dificuldades persistentes, pobreza constante, envelhecimento demográfico, morosidade na justiça, burocracias públicas, dificuldades nos acessos à saúde e à habitação, falta de mão-de-obra, escassez de oportunidades para os mais jovens, insegurança para os mais idosos, desconfiança nas instituições e na política.»
"Porque Sou Comunista" um livro de Pedro Tadeu
«Num tempo assim, de desnorte e do “salve-se quem puder”, ainda é licito festejarmos com júbilo, com genuíno sentimento de orgulho, intuindo que “nem tudo está perdido”, um homem que vem à praça, erguendo a face e afirmando, sem tibiezas, ser Comunista e nos diz das razões dessa condição, mesmo sabendo que o país mudou, que os ventos que sopram são adversos a essa postura frontal e viril de dizer “sou comunista”, em chão minado e onde germina o ranço do mais sórdido liberalismo e a usura campeia.
A draga, "uma história interminável"...
"Município pediu parecer técnico à Universidade de Coimbra sobre a melhor solução, tendo em conta a eficácia e os custos"
Via Diário as Beiras (para ler melhor clicar na imagem)
terça-feira, 10 de março de 2026
O vestido que abalou a civilização ocidental
"Portugal acordou em sobressalto. Não foi um terramoto, nem uma crise financeira, nem sequer uma daquelas crises governativas que brotam como cogumelos no outono. Não. Desta vez a República foi confrontada com algo muito mais grave. O preço de um vestido.
Sim, um vestido. A peça de tecido que Margarida Maldonado Freitas, empresária, farmacêutica e mulher de um Presidente recém-empossado, teve a ousadia de vestir na cerimónia. Um acto escandaloso que obrigou a imprensa especializada em assuntos de elevada gravidade nacional, como decotes, pulseiras e destinos de férias de celebridades, a mobilizar os seus mais experientes analistas têxteis.
A investigação começou como todas as grandes investigações jornalísticas. Com um zoom numa fotografia e uma busca no Google. Pouco depois surgiu a manchete: “Descobrimos o vestido!”. Um trabalho hercúleo digno de Watergate, mas com muito mais seda e muito menos Nixon.
A partir daí abriu-se um debate profundo sobre a democracia portuguesa. Não sobre salários, habitação ou política externa. Não. Sobre se uma mulher adulta, empresária e economicamente independente pode comprar a roupa que lhe apetece com o dinheiro que é dela."
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