quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Simone de Beauvoir explicou há décadas que a mulher foi construída como “o Outro”: no Baixo Mondego confirmou-se que a tradição continua fértil...

"As gajas são pessoas muito nervosas"

"O nosso ministro da Agricultura, José Manuel Fernandes, deve ter deixado a máquina de sulfatar no meio do campo para ir até Coimbra explicar àquela mulher de galochas como se faz governação moderna. Primeiro fala-se para as câmaras, depois, se ainda restar tempo entre um direto e duas selfies institucionais, ouvem-se os autarcas. A agricultura contemporânea cultiva a imagem. E a colheita faz-se ao fim da tarde no telejornal.

...

Depois deste episódio resta-nos agradecer a lição agrária. As cheias passam. As obras fazem-se. Os subsídios publicam-se. Mas a velha ideia de que as gajas são pessoas muito nervosas continua perene, como erva daninha que resiste a qualquer modernização.

E talvez o verdadeiro incómodo não seja o nervosismo feminino. Talvez seja o facto de, no meio da lama, alguém ter tido a ousadia de lembrar que governar não é posar para as câmaras."

Passos, o Sebastião unificador da direita

A vida prega partidas e atrasa planos. 
Se tivesse corrido como era o seu desejo, o regresso de Passos Coelho à vida política activa já teria acontecido.
Uma eventual derrota de Luís Montenegro nas últimas europeias abriria o caminho a que o ex-primeiro-ministro se voltasse a candidatar à liderança. Só que, entretanto, António Costa demitiu-se, houve novas legislativas antes das europeias, Montenegro ganhou e o retorno de Passos continua em "stand by"
De vez em quando, porém, dá sinal de vida.
Assim aconteceu mais uma vez. Navegando nas águas do chega, Pedro Passos Coelho, o unificador da direita, acredita que a nomeação do até agora director nacional da Polícia Judiciária para ministro da Administração Interna abre um "precedente grave"!..
Esqueceu Laborinho Lúcio, Daniel Sanches, Fernando Negrão, António Borges?
Ou talvez não: só que nessa altura a política do D. Sebastião da direita era outra. 
O problema, todavis, não é Passos insistir em dar prova de vida: o cerne da questão são as viúvas e os órfãos desta política de conversa de chacha, enrolada com voz colocada, vazia, sem substância...

Queixoso não concordou

 Via Diário as Beiras


Visita de deputados do PS ao Porto da Figueira da Foz mereceu críticas dos utilizadores do porto

Segundo se pode ler na edição de hoje do Diário as Beiras, «o vice-presidente da Comunidade Portuária da Figueira da Foz, Paulo Mariano, afirmou que a visita dos três deputados do PS foi “uma vergonha”, porque regressaram a Lisboa “sem terem ouvido a realidade por quem conhece os problemas do porto”
Pedro Delgado Alves frisou, no entanto, que a visita realizada ontem foi para uma “reunião direta” só com a Administração do Porto da Figueira da Foz, garantindo que os deputados socialistas regressarão em breve à cidade da foz do Rio Mondego para se reunirem com interlocutores que utilizam a infraestrutura portuária.»


Troço da A14 na Figueira da Foz sem previsão de reabertura


Conforme se pode ler em diversos órgãos de informação, segundo informação da concessionária, "o
 troço da autoestrada 14 (A14) entre a autoestrada 17 (A17) e o nó de Santa Eulália, no município da Figueira da Foz, não tem previsão de reabertura, face aos danos causados pelas cheias".

Como é do conhecimento geral, "a circulação nos dois sentidos daquele troço com cerca de oito quilómetros (km) foi cortada ao trânsito na madrugada de dia 03, cumprem-se hoje 21 dias (três semanas), devido à subida das águas nos campos agrícolas adjacentes do vale do Mondego, e não voltou a ser reaberta".

Em informação ontem prestada à agência Lusa, a Brisa Concessão Rodoviária (BCR) informou que “o corte de plena via na A14 mantém-se devido à realização de trabalhos de avaliação do estado da infraestrutura, designadamente aterros e órgãos de drenagem, na sequência da subida da cota da água e subsequente submersão da plataforma ao longo de vários dias”.

A fonte oficial da Brisa disse ainda que assim que aqueles parâmetros forem avaliados internamente, “e após avaliação técnica externa, pelas entidades competentes”, estará em condições de reabrir a circulação na A14.

No entanto, “nesta fase, ainda não é possível antecipar a data de reabertura”, vincou a BCR.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Ana Abrunhosa

 Uma autarca com "eles" no sítio!..

... este acordou agora? ...

... mas, é capaz de ser é já um bocadinho tarde de mais ...

Primeiro evento do programa decorre esta semana no campus universitário e no Teatro Trindade

 Via DIÁRIO AS BEIRAS
(Para ler melhor clicar na imagem)

Vem aí a draga?

Esta "velha" aspiração de Santana Lopes, em Novembro de 2023, custava cerca de 15 milhões de euros
Como encontrar o dinheiro para viabilizar esta justa aspiração dos homens do mar da Figueira?
Imagem via DIÁRIO AS BEIRAS

Manuel Domingues e Ricardo Silva ficaram com mais pelouros

DIÁRIO AS BEIRAS

"A renúncia ao mandato por parte da vice-presidente da Câmara da Figueira da Foz, Anabela Tabaçó, levou o presidente da autarquia, Santana Lopes, a fazer uma redistribuição de pelouros. 
Santana Lopes chamou a si o Pelouro das Finanças e Orçamento, mantendo as “pastas” do Planeamento, Ordenamento do Território, Projetos e Obras Estruturantes, Proteção Civil e Bombeiros, Assuntos Jurídicos e Contencioso, Ciência, Investigação e Inovação e Património. 
O vereador Manuel Domingues passou a coadjuvar o presidente nos assuntos relacionados com os bombeiros e a Proteção Civil e assumiu os pelouros de Contratos de Concessão de Estacionamento e Taxas e Licenças  (este, no que se refere à ocupação do espeço público e publicidade). Manuel Domingues mantém os pelouros do Trânsito, Coletividades, Relações Correntes com as Juntas de Freguesia, Cemitérios, Serviço Veterinário Municipal, Desporto, Juventude, Serviço de Toponímia e Parque de Campismo Municipal. 
Por sua vez, o vereador Ricardo Silva assumiu o Contrato de Concessão da Águas da Figueira. O autarca viu acrescentadas as novas competências aos pelouros do Ambiente, Espaços Verdes, Obras Municipais e Águas e Saneamento. 
A saída de Anabela Tabaçó abriu as portas da vereação do executivo camarário da coligação FAP ao até à semana passada chefe de Divisão de Planeamento do Município da Figueira da Foz, João Martins, que ocupava o sétimo lugar da lista que concorreu à câmara. João Martins tomou posse na última reunião de câmara, realizada no passado dia 19 do corrente. O vereador recém-empossado tem a seu cargo as funções de coadjuvar Santana Lopes nas questões relacionadas com o Desenvolvimento Económico e é titular dos pelouros do Urbanismo, Taxas e Licenças, Fundos Europeus, Outros Financiamentos e Respetivas Candidaturas, Serviço Municipal de Metrologia e Taxas e Licenças (pedidos de pagamento fracionado de taxas, licenças especiais de ruído).
As vereadoras Olga Brás e Cláudia Rocha mantêm os mesmos pelouros."
Para a escolha do vice-presidente ainda é cedo.

“É preciso olhar para a história do rio”, alerta bióloga Helena Freitas

Via Manuel Portugal.

"A obra mais importante no rio é o seu tratamento e desassoreamento. Ao Conta Lá Helena Freitas explica a importância de reaprendermos a viver com o rio."

ZERO considera barragem de Girabolhos uma falsa solução para as cheias do Mondego

Anúncio da Barragem de Girabolhos é inoportuno e manipulador

A ZERO lamenta que a intenção do Governo de avançar com a construção da Barragem de Girabolhos esteja a ser apresentada como solução para o problema das cheias na bacia do rio Mondego, numa altura em que a região de Coimbra enfrenta consequências imediatas de fenómenos extremos de precipitação. Esta proposta constitui uma falsa solução, tecnicamente questionável e politicamente instrumentalizada numa altura de grande fragilidade das populações afetadas. 

“Insistir na barragem de Girabolhos representa um erro estratégico e desvia recursos e atenção de soluções verdadeiramente eficazes”

O alerta foi deixado pela Zero-Associação Sistema Terrestre Sustentável, Organização Não Governamental (ONG) de ambiente sem fins lucrativos, com utilidade pública e de âmbito nacional. Numa posição pública assumida a 14 de fevereiro, a Zero considera a proposta de construção da Barragem de Girabolhos como “uma falsa solução, tecnicamente questionável e politicamente instrumentalizada numa altura de grande fragilidade das populações afetadas”.

domingo, 22 de fevereiro de 2026

"Não é um pormenor que o líder do maior partido da oposição possa ignorar"

Relações perigosas entre Chega е 1143

"Investigação do PÚBLICO revela não só a permeabilidade de ideais entre membros do Chega e o grupo neonazi 1143 como indicia esquemas de financiamento ilegal do partido."

Um arguido no caso 1143 acusou o deputado do Chega Rui Afonso de comprar votos a membros do grupo neonazi, desmantelado em 20 de janeiro pela Polícia Judiciária (PJ), avançou este domingo o Público.

Tirso Faria, coordenador do núcleo de Santo Tirso da organização neonazi, disse ao jornal que Rui Afonso "inscreveu dezenas de membros [do 1143] no partido, pagou-lhes meses de quotas e quantias para irem votar". "Ao que sei, os valores envolvidos andarão entre 3.500 e 3.800 euros", acrescentou Tirso Faria, militante do Chega e antigo vice-presidente da concelhia do partido em Santo Tirso. 

A direção liderada por Rui Afonso ganhou as eleições internas para a distrital do Chega no Porto em setembro de 2023, mas sem divulgar o universo total de votantes, recordou o Público. "Terão entrado mais de cem membros desse [o 1143] e de outros grupos e ouvi falar em pagamentos acima de 3.500 euros", disse ao diário Artur Carvalho, ex-adjunto da de Rui Afonso na distrital do Chega no Porto. 

Em 20 de janeiro, a PJ deteve na operação "Irmandade" 37 pessoas e constituídas arguidas outras 15, por suspeita da prática dos crimes de discriminação e incitamento ao ódio e à violência, ameaça e coação agravadas, ofensa à integridade física qualificada e detenção de arma proibida.  

O Ministério Público alega que o 1143 estaria a preparar-se para ter natureza paramilitar em antecipação a uma eventual "guerra racial" e a organizar, para 2026, duas ações com ofensas ao profeta Maomé para provocar reações negativas ou mesmo violentas por parte da comunidade muçulmana em Portugal. O grupo seria liderado por Mário Machado, incluindo a partir da prisão, onde se encontra a cumprir pena desde maio de 2025 noutro processo, por discriminação e incitamento ao ódio e à violência. Em 24 de janeiro, o Tribunal Central de Instrução Criminal decidiu que cinco dos 37 alegados membros do 1143 vão aguardar o desenrolar da investigação em prisão preventiva. Os restantes 32 arguidos foram libertados, 29 dos quais obrigados a apresentar-se semanalmente na esquadra, e três somente com termo de identidade e residência, indicou o tribunal em comunicado. Em 04 de fevereiro, o advogado António Garcia Pereira invocou ligações do Chega ao grupo neonazi 1143 e a sentença pela retirada de cartazes de André Ventura contra ciganos para reforçar o pedido de extinção do partido. No final de outubro de 2025, Garcia Pereira apresentou uma queixa dirigida ao procurador-geral da República para que o Ministério Público acione mecanismos legais para extinguir o Chega, por considerar que o partido viola a Constituição. No novo requerimento enviado ao Ministério Público, consultado pela Lusa, Garcia Pereira volta a defender a extinção do Chega pela sua "evidente natureza, sucessivamente reafirmada e reforçada, racista e fascista".

"Mas que vergonha me dá o meu Governo"

«É isto que queremos da nossa diplomacia? Dar caução às “Nações Unidas de Trump”

"Portugal vai fazer parte "como observador" do Conselho da Paz de Trump? Que vergonha! E vai ao beija-mão de Trump em Washington? Parece que não vai ao primeiro, mas vai aos outros. Será que Portugal vai pagar a senha de entrada que Trump exigiu de 800 milhões de euros? Já nada me admira. 
O nosso “observador" não viu anteontem Trump adormecer, trocar os nomes todos, е fazer vários comentários sobre o aspecto do Presidente do Paraguai, que considerou "bonito"? Depois especificou que não gosta de homens mas de mulheres, para não ser mal interpretado... E foi assim.
Na Europa, os países que ainda tem uma réstia de dignidade como a Espanha, a França e a Suécia, pelo menos, disseram que não, a Hungria disse obviamente que sim, e Itália, Roménia, Bulgária, Grécia, Eslováquia e Chipre aceitaram estar como observadores. Olhem para os países que são membros-fundadores e percebe-se logo de que lado Portugal está: Albânia, Argentina, Arménia, Azerbaijão, Bahrein, Bielorrússia, Bulgária, Camboja, Egipto, El Salvador, Hungria, Indonésia, Israel, Jordânia, Cazaquistão, Kuwait, Kosovo, Marrocos, Mongólia, Paquistão, Paraguai, Catar, Arábia Saudita, Turquia, Emirados Árabes Unidos, Uzbequistão, Vietname...
Ou seja, quem é que Portugal vai "observar" na sala onde vai estar? Milei, de motosserra; Lukashenko, o peão de Putin (Putin foi convidado e está a pensar...); Bukele, o ditador das prisões de El Salvador; M.B.S., o príncipe assassino da Arábia Saudita; o criminoso de guerra Netanyahu e uma plêiade de interessantes e "democráticos" dirigentes ditadores dos ex-países da URSS e os príncipes do Golfo, tudo gente sem sangue nas mãos e paladinos da liberdade. O que os une? Serem amigos de Trump, muitos deles para sobreviverem, e serem de países com uma boa dose, per capita, de corruptos.
O Conselho da Paz constituído por Trump com estes ditadores tem um único motivo: combater as Nações Unidas e favorecer o absurdo e demente narcisismo patológico de Trump, o tal que acabou com a "guerra entre o Azerbaijão e o Camboja", ou similar. Não me dou sequer ao trabalho de verificar a lista de guerras com que ele diz ter acabado, com guerras que já tinham acabado, com guerras que não acabaram e com guerras que nunca existiram.
É isto que queremos da nossa diplomacia? Dar caução às "Nações Unidas de Trump", o homem que disse que, depois de não ter recebido o prémio Nobel da Paz, se "desinteressou" pela paz? O homem que cauciona a ditadura de Putin na sua invasão da Ucrânia, que quer que este país se renda para acrescentar outra "paz" ao seu palmarés? O homem que publica imagens com o mapa da Grande América por trás, com a Gronelândia e o Canadá pintados com as cores da bandeira americana? O homem que está a trair, é a palavra certa, as democracias ocidentais da Europa e os seus interesses de segurança? O homem que começa todas as guerras necessárias para ir buscar petróleo, terras raras, atacar alguns maus para agradar a outros maus da sua corte, em nome de grandes princípios que ele abastarda todos os dias, como defender os cristãos na Nigéria, ou os manifestantes contra a teocracia iraniana, ou colocar Rubio como Presidente de Cuba?
Este homem, perigoso e demente, devia ser posto a milhas por qualquer pessoa normal, quanto mais pela diplomacia de um país democrático europeu. O pretexto de Gaza não colhe de todo: o chefe da "diplomacia portuguesa admite que o organismo é 'perfeitamente enquadrável' desde que se cinja ao conflito israelo-palestiniano"
Tretas! Isto é querer enganar-nos, o Conselho da Paz de Trump vai muito mais longe do que Gaza, onde aliás continuam ataques israelitas, matando palestinianos sem que o dito conselho mexa uma palha, nem se preocupe como o "cessar-fogo". Se há alguma preocupação é pela Riviera de Gaza com o prédio do meio com uma torre Trump, e israelitas (não palestinianos) a comer sorvete pelas ruas. 
Será que Portugal, um país com uma democracia que nasceu de uma revolução libertadora, aceita estar subjugado a Trump "Presidente vitalício"? Aceita. Ninguém elegeu Trump e, até morrer, mesmo depois de ser Presidente, vai mandar no Conselho da Paz? Vai, em teoria.
A Europa que Trump insulta, trata como uma nulidade, resolve dar-lhe razão, sendo mesmo uma nulidade, e Portugal vai pelo mesmo caminho. E se nós pararmos, respirarmos fundo e usarmos a cabeça, pensamos como é que está o mundo que aceita este ditador de maus costumes. Ao menos um país decente resolveu prender um homem indecente, irmão nos costumes de Trump. A este nada acontece até um dia. Nesse dia, ele cai de alto e a vergonha cairá sobre os seus serventuários americanos, europeus e portugueses. 
Se o Governo quer agradar a Trump, pode fazê-lo de muitas maneiras. Por exemplo, cria um Prémio Nobel da Paz das capoeiras, com um galo de Barcelos de ouro, cheio de coraçõezinhos, e vai lá entregá-lo, com pompa e circunstância, ao imperador do mundo, dizendo-lhe que ele é "rei" das capoeiras. Ele ficará excitado como tratamento de "rei" e... agradecerá a Espanha."

sábado, 21 de fevereiro de 2026

Isto, antes da posse do novo ministro...

"O Chega garantiu este sábado que vai ser “implacável no escrutínio” do novo ministro da Administração Interna, disse Rui Gomes da Silva, ministro sombra"...

Já disponível nas livrarias

O QUE CEDE EM SILÊNCIO
Casa cheia na apresentação do novo livro do Pedro Rodrigues esta tarde na Figueira da Foz.
Na foto abaixo, o autor a autografar o meu exemplar.
Parabéns e felicidades Pedro.

"Desde que a mãe morreu, Fátima arrasta um corpo sem espírito. O seu casamento - árido, desfeito - resiste por inércia, não amor. A relação com os filhos, em particular com o mais velho, é tensa: não estala, mas corrói-se. Presa em si própria, Fátima só encontra abrigo no silêncio. Contudo, é precisamente nesse espaço que o passado a devora.
E, de repente, começam os sons.
Surgem na quietude da casa: pequenos estalidos, ruídos vagos e abafados. Persistem, ganham força, transformam-se em respirações, passos; são constantes, exasperantes, enlouquecedores. Ninguém mais os ouve.
À medida que a fronteira entre perceção e realidade se dissolve, começa a sentir-se o perigo. O que acontece a uma mente que já se metamorfoseou no vazio? Quando o abismo se abre dentro de nós, nenhum ser humano está a salvo da destruição que pode causar.
Com uma voz literária rara e arrebatadora, Pedro Rodrigues estreia-se na Manuscrito com um romance que agarra desde a primeira página. Uma história marcante sobre a escuridão onde todos nos podemos perder, escrita por um autor que sabe onde cortar, onde ferir e, acima de tudo, onde iluminar."