sexta-feira, 13 de março de 2026

EUA estão a desenhar plano para aliviar sanções contra a Rússia, avança a Reuters

«A decisão norte-americana de aliviar as sanções impostas à Rússia é o brinde que faltava para comprovar que Donald Trump está condicionado por Vladimir Putin, com a agravante de estar nas mãos de Benjamin Netanyahu

P. S. A União Europeia revela a fraqueza e a mediocridade da sua liderança.

Um ano de Centro de Investigação Municipal

 Via Diário as Beiras

Como diz o povo: "... se o arrependimento matasse!..."

... agora, é tarde: Pedro Santana Lopes ao Sol. "Muitas pessoas dizem que eu é que devia ter sido  candidato a Belém’’.

Pescadores "regressam ao rio"

 Via Diário as Beiras

"A requalificação da Escola João de Barros ficará com a maior fatia do bolo de investimentos"

 Via Diário as Beiras (para ler melhor clicar na imagem)


"Por dentro do chega", em Coimbra...

Via Diário as Beiras (para ler melhor clicar na imagem)


Ormuz: o estreito que está nas bocas do mundo e que Portugal dominou por um século

"É pelo Estreito de Ormuz que passam os navios que transportam um quinto do petróleo mundial. Há 500 anos, os produtos eram outros e no estreito quem mandava era Portugal.

E a sua história também liga o Oriente a Portugal, país que durante um século, entre 1515 e 1622, dominou o estreito e as trocas comerciais que por ali passavam. Ainda hoje há vestígios da presença portuguesa no Estreito de Ormuz, que volta a estar no centro das atenções mundiais. A SÁBADO falou com o historiador João Paulo Oliveira e Costa."

Imagem via Revista Visão

quinta-feira, 12 de março de 2026

Agora, sim: temos uma polémica a sério...

"António Seguro ainda não tinha metido os pés no palácio de Belém e já Margarida M. Freitas estava debaixo de fogo. E porquê? Porque comprou um vestido e usou-o num dia em que o país ia estar, inteiro, a olhar para ela.
Gente de altíssimo gabarito, como por exemplo a representante oficial do PSD na SIC Notícias (Maria João Marques), vieram a correr criticar o preco do vestido e, em alguns casos, o design do mesmo. É um daqueles casos em que, claramente, se cumpre uma regra do bom senso que se aplica a 99% das temáticas da vida pública portuguesa: se a Maria João Marques critíca, em princípio não é coisa má.
Como imaginam eu adoro este tipo de problemas e fico feliz quando, numa tomada de posse, o drama se situa na zona do vestido."

Na Figueira é sempre carnaval...( continuação)

 via Diário as Beiras
"Padre Guilherme em destaque"

Ficámos sem "um bom malandro"....

 Morreu o jornalista e escritor Mário Zambujal.

(1936/2026)

Tudo vai acabar "bem"?..

"António José Seguro vai ser António José Seguro e pressionar a UGT a assinar uma lei laboral cozinhada na sede dos patrões?

A UGT vai ser UGT, cumprir o desígnio para o qual foi criada, e assinar de cruz o que os patrões lhe metem à frente para assinar?"

A 14 reabriu

Foto via Campeão das Províncias

A
auto-estrada 14 (A14), que liga a Figueira da Foz a Coimbra, reabriu ao trânsito nos dois sentidos pelas 21h20 de ontem, quarta-feira, dia 11 de Março, depois de ter estado encerrada mais de um mês devido às cheias, informou a autarquia figueirense.

Em nota publicada pelas 20h50, o Município da Figueira da Foz  informou que a circulação no troço entre o nó da A17 e o nó de Santa Olaia, de acesso a Montemor-o-Velho, será restabelecida “dentro de meia hora” nos dois sentidos, ou seja, pelas 21h20.

“Alerta-se, no entanto, que a circulação deve ser realizada com alguma prudência, num pequeno troço da via, junto ao nó de Santa Olaia, devido a constrangimentos no piso”, avisou.

A circulação nos dois sentidos daquele troço de auto-estrada com cerca de oito quilómetros foi cortada ao trânsito na madrugada de dia 3 de Fevereiro, devido a alagamento e acabou por ficar encerrado mais de um mês devido aos danos provocados pela subida das águas nos campos agrícolas adjacentes do vale do Mondego.

quarta-feira, 11 de março de 2026

Portugal, Março de 2026

António José Seguro, no seu discurso de posse

«Portugal enfrenta desafios estruturais que se arrastam há tempo demais. Crescimento económico insuficiente, economia baseada em baixos salários, dificuldades persistentes, pobreza constante, envelhecimento demográfico, morosidade na justiça, burocracias públicas, dificuldades nos acessos à saúde e à habitação, falta de mão-de-obra, escassez de oportunidades para os mais jovens, insegurança para os mais idosos, desconfiança nas instituições e na política.»

"Porque Sou Comunista" um livro de Pedro Tadeu

«Num tempo assim, de desnorte e do “salve-se quem puder”, ainda é licito festejarmos com júbilo, com genuíno sentimento de orgulho, intuindo que “nem tudo está perdido”, um homem que vem à praça, erguendo a face e afirmando, sem tibiezas, ser Comunista e nos diz das razões dessa condição, mesmo sabendo que o país mudou, que os ventos que sopram são adversos a essa postura frontal e viril de dizer “sou comunista”, em chão minado e onde germina o ranço do mais sórdido liberalismo e a usura campeia.

Pedro Tadeu teve essa coragem»

Exposição internacional reúne 173 livros inspirados nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

 Via Diário as Beiras


Projeto comunitário de energia renovável aberto a cidadãos e empresas do concelho

 Via Diário as Beiras

A draga, "uma história interminável"...

"Município pediu parecer técnico à Universidade de Coimbra sobre a melhor solução, tendo em conta a eficácia e os custos"

Via Diário as Beiras (para ler melhor clicar na imagem)

terça-feira, 10 de março de 2026

O vestido que abalou a civilização ocidental


"Portugal acordou em sobressalto. Não foi um terramoto, nem uma crise financeira, nem sequer uma daquelas crises governativas que brotam como cogumelos no outono. Não. Desta vez a República foi confrontada com algo muito mais grave. O preço de um vestido.

Sim, um vestido. A peça de tecido que Margarida Maldonado Freitas, empresária, farmacêutica e mulher de um Presidente recém-empossado, teve a ousadia de vestir na cerimónia. Um acto escandaloso que obrigou a imprensa especializada em assuntos de elevada gravidade nacional, como decotes, pulseiras e destinos de férias de celebridades, a mobilizar os seus mais experientes analistas têxteis.

A investigação começou como todas as grandes investigações jornalísticas. Com um zoom numa fotografia e uma busca no Google. Pouco depois surgiu a manchete: “Descobrimos o vestido!”. Um trabalho hercúleo digno de Watergate, mas com muito mais seda e muito menos Nixon.

A partir daí abriu-se um debate profundo sobre a democracia portuguesa. Não sobre salários, habitação ou política externa. Não. Sobre se uma mulher adulta, empresária e economicamente independente pode comprar a roupa que lhe apetece com o dinheiro que é dela."

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