quarta-feira, 14 de outubro de 2026

Se ganhar eleições sem maioria, Carneiro quer "reciprocidade" do PSD

José Luís Carneiro foi ontem entrevistado no podcast Soundbite do PÚBLICO.
José Luís Carneiro espera “reciprocidade” do PSD se ganhar as eleições sem maioria. O líder do PS diz que o partido “tem dado provas de responsabilidade e de compromisso com os valores democráticos” e o que espera é que o “princípio da reciprocidade por parte do PSD” seja cumprido Daniel Rocha


«À frente nas sondagens, José Luís Carneiro não quer que o PS "contribua para criar qualquer crise política". Em entrevista ao podcast Soundbite do PÚBLICO, o secretário- -geral do Partido Socialista recusou "adicionar problemas graves" ao país criando cenários de instabilidade, ainda que, considera, "uma parte do PSD deseje eleições e queira uma crise política". Para o líder dos socialistas, "há muitos sociais-democratas que queriam que o PS fosse mais intransigente nas suas posições". A razão? Pоr quererem criar "uma circunstância política que permitisse fazer aquilo que sempre desejaram: uma aliança com o Chega". Carneiro defende que a viabilização anunciada pelos socialistas evita ter "o Orçamento nas mãos do Chega", e lembra que as quatro exigências colocadas ao primeiro-ministro sobre matérias vitais como a Constituição, pensões, os investimentos do PRR e o apoio a famílias e empresas atingidas pelas tempestades foram "afirmativamente" respondidas por Luís Montenegro. 
E se ganhar as eleições sem maioria? O líder do PS diz que o partido "tem dado provas de responsabilidade e de compromisso com os valores democráticos" e o que espera é que o "princípio da reciprocidade por parte do PSD" seja cumprido. José Luís Carneiro defende que a posição a tomar é a que garante que "não se perca o essencial daquilo que são os valores fundadores da nossa democracia onde PS e o PSD têm responsabilidades acrescidas na defesa desses valores".»

Alegado roubo no gabinete parlamentar do líder do Chega

Via jornal Público: «Depois de ter criticado António Costa por responder por escrito à CPI ao caso das gémeas, líder do Chega depõe por escrito.
André Ventura em declarações aos jornalistas após alegado roubo do gabinete JOSÉ SENA GOULÃO / LUSA
A resposta por escrito contraria a posição de André Ventura, que chegou a ser muito crítico de depoimentos por escrito.. "Ser um depoimento por escrito prejudica e muito, não só o aprofundamento dos conhecimentos como também a possibilidade de inquirir de forma efectiva o próprio antigo primeiro-ministro. Teria sido mais eficaz, teria sido muito melhor que António Costa se tivesse disponibilizado a vir ao Parlamento", dizia, em 2024, o líder do Chega, a propósito do depoimento por escrito de António Costa na CPI forçada pelo Chega ao chamado "caso das gémeas".»

O Metrobus deve chegar à Figueira da Foz?

José Couto, via Diário as Beiras "É claro que [sim]"

A Figueira tem uma ilha... Lembram-se?

...é a "ILHA DA MORRACEIRA: UM PATRIMÓNIO NATURAL E CULTURAL QUE PRECISA DE SER VALORIZADO". 

"A Ilha da Morraceira, na Figueira da Foz, é um espaço de enorme riqueza natural, cultural e paisagística, com uma extraordinária diversidade de aves e uma forte ligação à história e às tradições locais. Os seus caminhos de observação de aves são uma mais-valia para a educação ambiental, o turismo de natureza e a valorização do nosso território.

Os vereadores do Partido Socialista, na reunião de Câmara de 8 de outubro, alertaram para o estado de abandono e a falta de manutenção de alguns destes percursos, bem como a ausência de sinalética adequada, que dificultam a sua utilização e impedem que este património seja devidamente apreciado.
É urgente recuperar e melhorar os caminhos, garantir a sua manutenção e instalar sinalética que identifique os percursos e os melhores pontos de observação, com informação sobre as aves e os habitats existentes.
Valorizar a Morraceira é proteger a natureza, preservar a nossa identidade e criar melhores condições para residentes e visitantes.
A Morraceira não pode ficar esquecida! Merece cuidado, investimento e valorização."

Em tempo.
Na Morraceira, laboraram dois estaleiros navais  (Carreira Naval Figueirense e Estaleiros Navais do Mondego) – e estão encerrados. Ficaram centenas de trabalhadores no desemprego.
Na Morraceira, laboraram três secas do bacalhau (Sociedade de Pesca Oceano, Atlântica Companhia Portuguesa de Pesca e Luzitânia Companhia de Pesca) – e estão todas inactivas. Ficaram centenas de trabalhadores no desemprego.
Na Morraceira, laborou uma Fábrica de Vidros há muito encerrada. Ficaram centenas de trabalhadores no desemprego. 
Na Morraceira, existia um restaurante famoso (O Covil do Caçador) e a tasca do Bispo onde se comiam umas saborosas sandes de chouriço e se bebia um copo de três ou  uma mini por uns parcos escudos. Fecharam há alguns anos.
Na Morraceira, existia uma fábrica de malhas (SCOTTWOOL (PORTUGAL) - MALHAS E CONFECÇÕES, SA) – que encerrou. Ficaram centenas de trabalhadores no desemprego.
Na Morraceira, apesar de tudo, ainda laboram todos os dias dezenas de pessoas. Em funcionamento, existe uma creche e jardim de infância, algumas pequenas unidades industriais,  uma venda de marisco para a pesca lúdica, piscicultura e extracção de sal. Contudo,  a Morraceira é, nos dias que correm,  uma sombra do passado.
A Morraceira, recorde-se, teve o aeródromo concelhio e até um campo de futebol!..
Morraceira, um pedaço de terra que sobressai no estuário do Mondego, apesar de continuar  entregue praticamente ao abandono, a aguardar pelo desejado plano geral de requalificação... 
Em Novembro de 2011, segundo o que li no Diário de Coimbra, "a Ilha da Morraceira estava “a caminho” da valorização turística".
De harmonia com o acima citado Jornal, o “Plano de Valorização Turística da Ilha da Morraceira”, que estava a ser desenvolvido pelo Centro de Estudos de Geografia e Ordenamento do Território da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra foi apresentado a um conjunto de empresários com actividades na área do salgado, desde salinicultores, aquacultores e operadores turísticos. Um projecto que surgiu na sequência de estudos iniciados em 2004, que agora, com a colaboração de todos, se pretendia concluir para submeter a um possível financiamento comunitário.
O documento, segundo explicou José Rochete ao Jornal, integra-se no Plano de Desenvolvimento Turístico da Figueira e envolve a criação de infra-estruturas, como percursos pedonais, ecoturismo para cidadãos com dificuldade de mobilidade, um centro de interpretação, a promoção do sal e de interligação com a aquacultura, o ecoturismo e a agricultura biológica.”
Até hoje, que seja do meu conhecimento, nada aconteceu.

Depois, a 12 de fevereiro de 2015 li que a Figueira da Foz estava a desenvolver candidatura de proteção ambiental do Rio Mondego. 
"A Câmara da Figueira da Foz e a concessionária Águas da Figueira assinaram um protocolo que visa desenvolver uma candidatura a fundos comunitários para a proteção ambiental do estuário do rio Mondego.
O projecto, segundo os termos do acordo assinado pelo autarca João Ataíde e por João Damasceno, diretor geral da empresa de águas e saneamento, visa a melhoria das condições ambientais do rio Mondego junto à foz, nomeadamente na zona da ilha da Morraceira, através de soluções tecnicamente evoluídas para a promoção de actividades económicas ligadas à aquacultura, produção de sal e turismo. 
De entre as medidas propostas está a execução de uma “solução inovadora” para a rede de drenagem da ilha da Morraceira – com transporte de efluentes para a estação de tratamento de água residuais (ETAR) de São Pedro – e a melhoria da capacidade de tratamento desta infraestrutura.
Outras medidas preconizadas passam por um tratamento terciário de última geração (desinfeção), que, segundo João Damasceno “vai muito para além das exigências legais” nas ETAR de São Pedro e Bizorreiro de Lavos e a automatização da ETAR da Zona Urbana da Figueira da Foz “por forma a gerar eficiências energéticas” com monitorização de efluentes descarregados no estuário do rio.
Embora a Águas da Figueira tenha em curso um estudo prévio para identificar o volume de investimento necessário a incorporar na candidatura ao quadro comunitário Portugal 2020, João Damasceno estimou aquelas verbas num montante entre os três e os quatro milhões de euros.
A candidatura ficará a cargo da autarquia da Figueira da Foz, estando por definir se será o município ou a empresa, ou ambos, a assegurar a componente nacional do investimento e qual será essa taxa de esforço.
Questionado pelos jornalistas, João Ataíde estimou que se o investimento se cifrar em quatro milhões de euros a taxa de esforço poderá situar-se nos 800 mil euros, 20% do total.
De acordo com o texto do protocolo, os investimentos em causa não se encontram previstos no Plano de Investimento do Contrato de Concessão, nem são possíveis de executar “com o recurso exclusivo aos utilizadores através do sistema tarifário sem o onerar de forma incomportável”.
No mesmo texto, o município da Figueira da Foz admite que não dispõe de fundos próprios para financiar a concessionária nos investimentos previstos, “necessitando de financiamento externo não reembolsável para a sua execução”.
Resultados práticos, alguém os conhece?
Em 7 de Março de 2018, no jornal AS BEIRAS, vinha esta notícia...

Para ler melhor clicar em cima da imagem.

terça-feira, 13 de outubro de 2026

O Metrobus deve chegar à Figueira da Foz?

Carlos Beja, via Diário as Beiras: "Deve, mas será que pode?"

Unidade Local de Saúde (ULS) do Baixo Mondego tem 21 vagas, em sete especialidades, para formação no âmbito do Internato Médico 2026

 Via Diário as Beiras

Coimbra perdeu o encanto?...

As deputadas do CHEGA Rita Matias e Madalena Cordeiro fotografadas no gabinete da vice-presidência da Associação Académica de Coimbra (Foto: António Cerca Martins, Diário As Beiras)

Não perdemos pela demora

"Poucas horas passadas sobre a entrevista a Passos Coelho onde defende acordos de governação com a extrema-direita, duas deputadas eleitas pelo partido da taberna invadem um órgão de comunicação social para imporem a sua presença. "No pasa nada!", para a direita da "lei e da ordem" e do "respeito pela propriedade" tudo é tolerável e normalizável desde que seja à sua direita, o problema são os campistas do Porto na D. João I."

segunda-feira, 12 de outubro de 2026

PORTINHO DA GALA, uma estrutura que custou mais de 2 milhões de euros...

Comunicado Mais Pela Figueira 
PORTINHO DA GALA: ATÉ QUANDO VAI CONTINUAR O ABANDONO?

"O estado de degradação em que se encontra o Portinho da Gala é motivo de preocupação e merece uma resposta clara por parte de quem tem responsabilidades na sua conservação e manutenção. O vereador do Partido Socialista, João Paulo Rodrigues, questionou o Executivo Camarário sobre o assunto.

Estamos a falar de um espaço com história, identidade e importância para a comunidade local, que merece ser cuidado, valorizado e preservado — e não deixado ao abandono. Perante esta situação, impõem-se as seguintes perguntas: quem é responsável pela manutenção deste espaço? A quem compete realizar as obras necessárias? E por que razão se chegou a este estado sem que haja uma solução visível?
Para além do estado de degradação a que as infraestruturas de apoio chegaram, o portinho encontra-se completamente assoreado, com os barcos a ficarem encalhados no fundo.
O Executivo Camarário, na última reunião de Câmara, perante as questões levantadas pelo Vereador, passou a responsabilidade para a Agência Portuguesa do Ambiente - APA, todavia segundo o site do Porto da Figueira da Foz, a Câmara Municipal da Figueira da Foz é a entidade responsável pela gestão do Portinho da Gala. Em que ficamos?
O Portinho da Gala não pode continuar esquecido. A sua recuperação deve ser uma prioridade, em defesa da comunidade piscatória, do património local e da valorização da freguesia de São Pedro da Figueira da Foz."

Em tempo
O Portinho da Gala foi inaugurado em 2004. Cerca de 10 anos depois, a autarquia inaugurou um centro cultural e de convívio, que custou cerca de 120 mil euros,  para a comunidade piscatória. Pelo meio, foram construídos os 80 armazéns. 
Desde 2018, há cerca de 8 anos, que o gabinete jurídico da Câmara da Figueira da Foz está a fazer um novo regulamento para o Portinho da Gala, contando com o contributo da Junta de Freguesia de São Pedro e da Capitania da Figueira da Foz.
“Temos de criar normas para o portinho poder funcionar melhor e adequar-se às necessidades dos pescadores”, defendia o anterior presidente da Junta de São Pedro, em Fevereiro de 2018, António Salgueiro, em declarações ao jornal AS BEIRAS.
Para um futuro próximo, estava também prevista uma ligação directa da EN109 à infraestrutura, cujos acessos actuais limitam a actuação dos bombeiros em caso de incêndio, o que também ainda não aconteceu. 
22 anos depois da inauguração desta estrutura de apoio aos pescadores, o Portinho da Gala ainda não tem regulamento, em particular, para a utilização dos armazéns. 

Em março de 2025, foi anunciada uma boa notícia para os pescadores da Cova e Gala. Via Diário as Beiras: Portinho da Gala vai ser desassoreado.
O assoreamento e a falta de manutenção continuam a dificultar a actividade das várias dezenas de pescadores de pesca artesanal que têm a sua base logística no Potinho da Gala.

Iluminações de Natal....

Na Figueira, "cada dia uma coisa"?..

A iluminação de Natal na Figueira é aquilo que acontece uma vez por ano para lembrar aos figueirenses que a vida podia ser bem pior. 

Bioadvance, "tudo em aberto" e "prognósticos só no fim"...

Citando declarações do presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro ao Diário as Beiras, "o controverso processo da Bioadvance não ficou decidido com a Declaração de Impacte Ambiental desfavorável. Ribau Esteves revelou que o organismo que lidera recebe esta semana a administração da empresa, que solicitou uma reunião técnica, cujo resultado poderá ditar a decisão final sobre o destino a dar à fábrica de produção de biocombustível através de óleos alimentares usados instalada na zona portuária." 
Segundo João Martins, vereador da autarquia figueirense,  "a Câmara da Figueira da Foz não é previamente informada das decisões tomadas pelas entidades com intervenção no dossiê da Bioadvance. Em alguns casos, o município é mesmo o último a saber."

MANIFESTAÇÃO NACIONAL - DIA 17 DE OUTUBRO

O Conselho Diretivo da União de Resistentes Antifascistas Portugueses – URAP, apela à participação de todos os seus associados e outros democratas. 

domingo, 11 de outubro de 2026

Estado do Concelho

"O valor do trabalho, o preço de uma casa", é o tema desta edição que tem moderação de Joana Alvim.
"Quem fica com a riqueza que o trabalho produz? E como garantir uma casa a quem não consegue acompanhar os preços do mercado? No segundo episódio do Estado do Concelho, Miguel Pereira abriu o debate sobre salários, custo de vida, competitividade e repartição da riqueza. António Albuquerque trouxe a habitação, numa discussão sobre como traduzir uma estratégia nacional em respostas adequadas à região e aos municípios."
Em tempo.
Ouvi parte do programa e fiquei baralhado.
Uma coisa eu sei: há países que criam e distribuem riqueza e trabalho, outros que se limitam a criar ricos e a distribuir sacrifícios. 
Este é o caso de Portugal. 
E fiquei com uma dúvida: quais são as regras do jogo que promovem o desenvolvimento deste modelo e quais são as alterações necessárias para o superar?

CENTRO MULTIUSOS DA FIGUEIRA DA FOZ

Via Mais Figueira: "Mais uma promessa eleitoral não cumprida!!!"

"Na reunião de Câmara de 8 de outubro, o Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz anunciou e colocou a votação a alienação dos terrenos do Salmanha, que antes tinham sido adquiridos para um futuro Centro Multiusos e agora são destinados à possível construção de um hotel com um centro de congressos.

Os vereadores do Partido Socialista, João Paulo Rodrigues e Rui Carvalheiro, pronunciaram-se e votaram contra esta proposta, não porque sejam contra a construção de hotéis, muito menos no local anunciado, mas porque esta nova solução é completamente diferente da que o atual Presidente Câmara Municipal tinha prometido em campanha eleitoral, com pompa e circunstância, aos Figueirenses.

Se esta nova unidade hoteleira for construída, a Figueira da Foz continuará sem ter um Centro Multiusos. Esta nova solução irá também conflituar com o Centro de Artes e Espetáculos que é municipal, desviando muitos eventos deste para o referido hotel de congressos que será privado. A parte de feiras e eventos e a parte desportiva ficarão comprometidas, mesmo que se proponham soluções alternativas que dificilmente irão ser concretizadas e que não substituem de todo o que estava previsto para o Centro Multiusos.

A Figueira da Foz precisa de um Centro Multiusos onde estejam integradas a parte de feiras e eventos, a parte desportiva e a parte de congressos de maiores dimensões."

"Ex-militante do Chega diz querer ter sexo com a namorada e a filha desta"

"Pedófilo fotografou a menor, de três anos, completamente nua. Está acusado de dez crimes de pornografia de menores."

Câmara de Lisboa vai homenagear Pedro Santana Lopes

"A Câmara Municipal de Lisboa aprovou, em reunião do executivo realizada em 7 de outubro de 2026, a atribuição da Medalha de Honra da Cidade a Pedro Santana Lopes e a Leonor Beleza. Nesta sessão também foi concedida a Medalha de Mérito Cultural a Roberta Medina."

Terra dos Livres

"O orgasmo civilizacional na land of the free and home of the brave".
"Uma execução vai ser transmitida em directo, enquanto o Instagram e o Facebook continuam a censurar mamilos de mulheres."

foto: daqui

sábado, 10 de outubro de 2026

"O Município da Figueira da Foz tem em curso o processo de criação de uma empresa municipal para gerir os parques industriais e empresariais do concelho"

Via Diário as Beiras 

Bioadvance: "o processo ainda não acabou"... Querem ver que ainda vem parar à Gala!..

Via Diário as Beiras
"Se fosse a câmara a decidir, “a localização seria outra”. João Martins afirmou, ainda, que “se a [Bioadvance] fosse instalada fora da área portuária [sendo o Município a decidir], a unidade industrial seria instalada noutro sítio”. Por exemplo, indicou, na Zona Industrial da Figueira da Foz.
«A Bioadvance solicitou recentemente uma reunião técnica à CCDRC, a primeira, segundo o presidente do organismo público regional. “Na semana passada, a empresa solicitou-nos uma reunião”. E acrescentou: “Segundo o histórico deste processo, nunca tinha solicitado uma reunião à CCDRC, mas também é verdade que não pertencia às práticas normais da CCDRC”, avançou Ribau Esteves, ressalvando que não estava a criticar a gestão da sua antecessora Isabel Damasceno. “A minha antecessora fez um trabalho excelente. Eu apenas tenho que melhorar a minha instituição”, afirmou o líder da CCDRC a este jornal.»
Ainda segundo o Diário as Beiras, «após o anúncio feito na reunião de Câmara da Figueira da Foz pelo vereador executivo João Martins de que a APA havia “chumbado” o Estudo de Impacte Ambiental da Bioadvance, as reações não se fizeram esperar, começando pelo presidente da Junta de Vila Verde, Lourenço Silva, freguesia onde se encontra instalada a unidade de biocombustível, que se congratulou com a decisão. Em comunicado, ontem, também a coligação Evoluir Figueira aplaudiu o parecer desfavorável. Mas o processo ainda não acabou, como ressalvou ontem Ribau Esteves ao mesmo jornal.»