sábado, 21 de março de 2026

... "os novos estatutos da LUSA foram feitos num gabinete de um ministro, sem terem sido discutidos"

Via Público (para ler melhor clicar na imagem)

"O Governo consagra o controlo político, puro e duro, da agência noticiosa – a tal com um potencial formidável para influenciar a agenda pública e política."

sexta-feira, 20 de março de 2026

UEC! UEC! Abriu a caça ao comuna?

Pedro Tadeu, jornalista

«A 10 de março revejo André Ventura virar-se diretamente para um jornalista da RTP a dizer isto: 
“A RTP está pejada de socialistas, de comunistas e de bloquistas. É tempo de acabarmos com isso. (...) é mesmo isto: a RTP está pejada de comunistas, de bloquistas e de malta que não representa o país (...) se já não são representativos não podem estar num canal público de televisão que recebe centenas de milhões de euros todos os anos dos contribuintes, porque são contribuintes que também são eleitores do Chega, também são eleitores do PSD e merecem que essa mudança seja feita.”

A qualidade profissional não interessa, se és comunista, estás tramado. Como André Ventura explicou, Chega e PSD voltaram ao rescaldo do Verão Quente e abriram a época de caça ao comuna - o que incluirá, como ele disse, a “limpeza” de socialistas e bloquistas.»

Mas passou pela cabeça de alguém que pudesse ser de outra maneira?..

 Via Diário de Coimbra

"Figueira da Foz tranquila com investigação da PJ sobre iluminações de Natal"


Juízes do Constitucional

Ventura desafiou Montenegro a aproveitar maioria de direita...
O líder do Chega entrou no debate quinzenal a apelar a Montenegro para excluir o PS das escolhas de juízes para o TC. 
E ouviu críticas até da direita: “Só se lembra da maioria para os cargos”.
Imagem do livro "Por dentro do Chega", de Miguel Carvalho
O Chega quer Paulo Otero e João Pacheco  de Amorim no Tribunal ConstitucionalSe duvidas existissem sobre se isto não é um ataque à democracia, os 2 nomes indicados pelo Chega para o TC, explicam tudo...

Será mesmo desta que o complexo da piscina-mar da Figueira da Foz vai ser remodelado e concessionado?

O projeto mais abrangente, envolvendo a reabilitação da estalagem (com apartamentos ou quartos virados para a piscina), «estava pendente de uma resposta da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC)».

Via Diário as Beiras

Concessão da piscina-mar pode ficar sem efeito

Natal Figueira! "Cada dia uma coisa"?..

Via Diário as Beiras (para ver melhor clicar na imagem)

Nota de rodapé.

Segundo o Diário as Beiras, "as buscas da PJ reforçaram a posição que Santana Lopes há muito vinha defendendo: o investimento do município na iluminação decorativa de Natal deve ser simbólico."  

Estou de acordo.
Há muito que defendo que nem todas as datas são comemoráveis.
O natal é uma delas.
A  meu ver, o consumismo, o desperdício, o sorriso de circunstância - resumindo, a hipocrisia em que transformaram o que era o Natal, não é  para comemorar.
E depois na Figueira tivemos a cereja em cima do bolo!..
Numa cidade que chegou a apagar, pelo menos, metade das lâmpadas de iluminação pública para poupar, chegados ao natal, tínhamos as ditas iluminações de Natal!
 
Isso irritava-me: ao menos, dessem-lhe o nome correcto.
Chamassem-lhe iluminações comerciais, já que só surgiam para apelar ao comércio. 
Esse apelo desmedido ao consumismo, num mundo que tanto precisa de uma melhor distribuição da riqueza, é uma afronta a quem tenha um sentido mínimo de humanidade.

Tendo em conta o que se passou na reunião de câmara de ontem, os natais de forte  investimento a engalanar as árvores, as ruas e avenidas da cidade, foi chão que deu uvas. 
Mas será mesmo assim?
Veremos. 

O tempo passa depressa. A quadra natalícia aproxima-se.
Vamos ver se, entretanto, o executivo figueirense não perde o medo de gastar na luz, no som, na cor e na alegria. 
Como sabemos, o programa de animação de Natal e Passagem de Ano foi sempre uma opção dos executivos figueirenses. Podemos apoiar ou torcer o nariz a esta forma de autarcas gastarem o dinheiro. Estou em crer, porém, que a maioria da população do concelho, apoia esta opção política camarária. Santana Lopes, tal como os seus antecessores, «quer que a cidade receba bem e que as pessoas voltem e desfrutem».

Seis milhões de euros de estragos no concelho da Figueira


Segundo o Diário as Beiras, a Câmara Municipal da Figueira da Foz já concluiu o levantamento dos prejuízos causados pela depressão Kristin no concelho, que ascendem a cerca de seis milhões de euros. 
Segundo adiantou aos jornalistas a vereadora Cláudia Rocha, no final da reunião de câmara realizada ontem, só o município sofreu estragos de cerca de quatro milhões de euros, com edifícios, equipamentos, infraestruturas, rede viária e taludes e muros de suporte, por esta ordem, com os estragos mais elevados. Por sua vez, as 60 empresas do concelho atingidas registam prejuízos de 1,3 milhões de euros. 
O valor remanescente dos estragos provocados pela intempérie é referente a danos em habitações particulares.

Deputados do PS no concelho da Figueira da Foz

Os deputados do PS eleitos por Coimbra e os vereadores e a Concelhia da Figueira da Foz do mesmo partido visitam no próximo dia 23 a Borda do Campo e o Alqueidão. 

O périplo termina na Casa do Povo do Alqueidão, após uma reunião com orizicultores, aberta à população, com inícioàs 12H00.


quinta-feira, 19 de março de 2026

Para a presidente da CIM, o que está a acontecer no porto da Figueira da Foz “é dramático”

Via RTP
"A Região de Coimbra registou cerca de 142 milhões de euros (ME) em danos em equipamentos municipais afetados pelo comboio de tempestades, afirmou hoje a Comunidade Intermunicipal (CIM).
Os danos dizem apenas respeito aos “ativos na esfera municipal”, afetados pelo comboio de tempestades que assolou o país no início deste ano, afirmou o secretário executivo da CIM da Região de Coimbra, Jorge Brito, que falava durante o conselho intermunicipal, que decorreu hoje em Tábua. 
Entre as medidas propostas, está um plano para a bacia do rio Mondego, com um novo modelo de gestão, que permita “não apenas minimizar situações futuras, mas assumir um trabalho de prevenção”, notou. 
A proposta da CIM da Região de Coimbra contempla ainda “uma intervenção profunda no porto da Figueira da Foz, que não tem a ver apenas com a Figueira, mas com a parte empresarial dos nossos municípios e da região”, afirmou Helena Teodósio. Para a presidente da CIM, o que está a acontecer no porto da Figueira da Foz “é dramático” e é preciso assegurar uma infraestrutura portuária que dê resposta às necessidades da atividade económica da região."

De vez em quando é bom recordar que a Figueira tem atletismo.... (IV)

A Figueira da Foz não dispõe de condições para a prática do atletismo.

Já fizemos a denuncia  do facto vezes sem conta neste Outra Margem.
Fonseca Antunes, para vergonha de quem passou pelo poder autárquico figueirense nos últimos 30 anos.
Fonseca Antunes sempre disse o lhe ia na alma : “penso que os sucessivos executivos camarários não escolheram como prioridade melhorar as infraestruturas desportivas municipais”.
Hoje, numa entrevista ao Diário de Coimbra, Fonseca Antunes que leva décadas ligadas ao atletismo, técnico do SUO-Vais destaca o bom momento da modalidade e aponta uma nova geração cheia de potencial. Pupilos “irmãos” Silva, Gustavo Pereira e Samuel Amaro “têm muito para dar” e podem pensar em “Jogos Olímpicos”.
E o sonho de ter uma pista para treinar na Figueira da Foz ainda não morreu...

Galáctico

O verdadeiro artista

 

"O ministro da Educação afirma que as residências públicas devem ter alunos de vários estratos sociais e não apenas estudantes de meios mais desfavorecidos. Isto porque, acrescentou, dando prioridade aos bolseiros, as residências irão degradar-se mais rapidamente."

      Fernando Alexandre, 16 de Dezembro de 2025

"O ministro da Educação admitiu, esta terça-feira, repensar a coexistência de turmas com contratos de associação e da oferta privada no mesmo colégio, considerando que a coexistência dos dois regimes [...] "põe a claro" desigualdades."

      Fernando Alexandre, 17 de março de 2026

"Suspeitas de luvas de 100 mil euros para obter contratos de luzes de Natal"

"PJ prende gestor e funcionário de firma de Gaia, além de secretário-geral da Câmara de Lisboa e líder de associação.
Conseguiam formatar os concursos públicos à medida para obter as adjudicações de iluminações de Natal, junto de câmaras de norte a sul do país. Para isso, a empresa Castros Iluminações Festivas, sediada em Gaia, terá pagado subornos de pelo menos 100 mil euros a "toupeiras" que tinham nas entidades públicas. É por estas suspeitas que um administrador e um funcionário da firma, assim como o secretário-geral da Câmara de Lisboa, Alberto Laplaine Guimarães, e a presidente da União de Associações de Comércio e Serviços (UASC), Carla Salsinha, foram detidos pela PJ do Porto, que também realizou buscas em dez autarquias. Em causa estão oito milhões de euros em contratos sob suspeita de viciação."

15h30m, reunião de câmara da Figueira da Foz

Realiza-se hoje, pelas 15H30, nos Paços do Concelho, a sexta reunião de câmara de 2026 do executivo municipal da Figueira da Foz. Entre os pontos da ordem de trabalhos, destaque para a ratificação de luto municipal pelo falecimento de Carlos Lourenço, a aprovação para abertura de concurso público para construção de duas nova Unidades de Saúde Familiar (USF) no Paião e no Bom Sucesso.

Esta é a segunda e última sessão ordinária de março. Tem participação de público e é transmitida online através da página do município na internet.

quarta-feira, 18 de março de 2026

Já não conseguimos ver este filme


"A partir daqui, até podemos olhar para os livros de História para tentar adivinhar o futuro. Mas não me parece que encontremos lá as respostas. 
No passado, houve líderes com coragem, capazes de pensar para lá da sua sobrevivência estratégica, sim. Mas sobretudo a tecnologia de destruição, morte e controlo ainda não tinha atingido o grau de sofisticação totalitária que existe hoje. 

A cada minuto, estamos mais perto da III Guerra Mundial. Mas estamos também mais conscientes das histórias de fadas que andaram a vender-nos. As mentiras que nos contam, mesmo com toda a Inteligência Artificial do mundo, são cada vez mais frágeis e evidentes. E talvez esse seja o ponto de esperança que ilumina estes dias sombrios. Começar a ver as coisas tal como elas são é sempre melhor do que viver iludido."

Margarida Davim

Operação “Lúmen” faz buscas na Câmara da Figueira da Foz

Operação "Lúmen" visou empresa Castros Iluminações Festivas, de Gaia. 
A investigação da PJ sobre um alegado esquema criminoso relacionado com o fornecimento e a instalação de iluminações festivas efetuou 26 buscas em 10 municípios.
A empresa Castros Iluminações Festivas, em Vila Nova de Gaia, foi hoje alvo de buscas no âmbito da operação "Lúmen" da Polícia Judiciária, que deteve quatro pessoas, incluindo um funcionário público da Câmara de Lisboa, indicou fonte judicial.
Segundo a mesma fonte, decorreram buscas em 10 municípios: Lisboa, Tavira, Lamego, Maia, Figueira da Foz, Viseu, Trofa, Póvoa de Varzim, Ovar e Santa Maria da Feira.
A Polícia Judiciária (PJ) deteve quatro pessoas suspeitas dos crimes de corrupção ativa e passiva, participação económica em negócio, abuso de poder e associação criminosa, relacionados com o fornecimento e a instalação de iluminações festivas.
Em comunicado, a PJ referiu que foi realizada, através da Diretoria do Norte, uma operação policial no âmbito da criminalidade económico-financeira, tendo sido detidos “um administrador e um funcionário de uma empresa privada, uma presidente de associação privada e um funcionário público”.
Contactada pela Lusa, a empresa de iluminações escusou-se a prestar declarações. Por sua vez, questionada pelo DIÁRIO AS BEIRAS, a Câmara da Figueira da Foz referiu que “não tem quaisquer declarações a prestar” sobre as buscas, não tendo confirmado a realização das mesmas.
Na operação “Lúmen”, foram efetuadas 26 buscas domiciliárias e não domiciliárias, em várias zonas do país, em entidades e empresas públicas e privadas.
De acordo com a PJ, a investigação teve origem numa denúncia ligada com a «pretensa viciação de procedimentos de contratação pública relacionados com o fornecimento e instalação de iluminações festivas, utilizadas nas épocas de Natal e na celebração de diversas festividades».
As diligências realizadas pela autoridade revelaram a existência de «um esquema criminoso, de caráter organizado e sistémico, tendente à viciação de procedimentos de contratação pública».
«Mediante a obtenção ilegal de informação privilegiada a troco de contrapartidas de cariz financeiro atribuídas a elementos de entidades adjudicantes, em subversão das regras da transparência, igualdade e concorrência do mercado, eram garantidas adjudicações à empresa visada em valores que ascendem a oito milhões de euros», refere a nota.
Na operação participaram um magistrado judicial, um magistrado do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) Regional do Porto, 120 investigadores criminais e ainda peritos informáticos, peritos financeiros e seguranças de diversas unidades da PJ.
Os detidos vão ser presentes ao Tribunal de Instrução Criminal do Porto, para primeiro interrogatório judicial e aplicação das medidas de coação.
O inquérito é titulado pelo DIAP Regional do Porto. 

terça-feira, 17 de março de 2026

O aviso já foi publicado em Diário da República: concurso público está lançado

 Via Diário as Beiras

Antigo deputado Carlos: o que é pertinente em 2026, não o era em 1998?...

Em 1998, um Governo do Partido Socialista, presidido pelo Eng. António Guterres, através da publicação do Decreto-Lei n.º 334/98, de 3 de novembro, criou os Institutos Portuários do Norte, do Centro e do Sul para administrar a exploração económica dos portos integrados nas suas áreas de jurisdição e, simultaneamente, assegurar o exercício dos poderes de autoridade portuária. 

A criação do Instituto Portuário do Centro resultou da fusão da Junta Autónoma do Porto da Figueira da Foz e da Junta Autónoma dos Portos do Centro. 

Carlos Beja foi deputado na Assembleia da República na VII legislatura. A VII Legislatura da Terceira República Portuguesa foi a legislatura da Assembleia da República Portuguesa resultante das eleições legislativas de 1 de outubro de 1995. Durou de 27 de Outubro de 1995 a 24 de Outubro de 1999.

Na edição de hoje do Diário as Beiras, Carlos Beja, deputado em 1998, sobre uma medida tomada por um Governo do seu Partido em 1998, escreve o seguinte.

"A Administração do Porto da Figueira da Foz deveria ter uma administração própria e dedicada, podendo o Governo, este ou outro qualquer, indicar o Presidente da Administração, e a Câmara Municipal da Figueira da Foz e a comunidade Portuária os vogais executivos. Assim, para o Bem ou para o Mal, tínhamos nas mãos as decisões e o nosso próprio destino. Mas pode o Porto da Figueira da Foz continuar sob a tutela de Aveiro? Bem, poder pode. Mas convenhamos, não é a mesma coisa."

Na imagem o texto de Carlos Beja publicado hoje no Diário as Beiras.

A Comunidade Portuária da Figueira da Foz pediu audiências a quatro ministros e à presidente da CIM

 Via Diário as Beiras (para ler melhor clicar na imagem)