Via Diário as Beiras
"Há cerca de 30 anos que a Loja do Jorge leva à localidade pessoas da Região de Coimbra"
Via Diário as Beiras
"Há cerca de 30 anos que a Loja do Jorge leva à localidade pessoas da Região de Coimbra"
Imagem: Expresso
Texto Filipe Tourais"A onda começa com a legalização do lobby. Prossegue com a dispensa de visto prévio do Tribunal de Contas, até aqui obrigatório, em procedimentos de aquisição até 10 milhões de euros, dispensa que liberta o gestor da fiscalização e detecção de ilegalidades que possam parar os processos. Continua com a “simplificação” do Código dos Contratos Públicos, de forma a tornar possível fazer aquisições de dezenas de milhar de euros sem consultar mais do que um fornecedor para garantir que o organismo público compra ao melhor preço. E, para já, termina com a aprovação do segredo relativamente aos financiamentos dos partidos políticos. Deixará de ser público que spinumvivas, que fascistas ou que interesses ainda mais opacos financiam os partidos com interesse em aprovar a lei. É inacreditável como estão a dar cabo de tudo, contrariando tanta conversa fiada sobre combates imaginários à corrupção que estão a tratar de generalizar com o apoio inequívoco e entusiasmado daqueles que catequizaram a cúmulos de fanatismo. Os factos falam por si. Escancarar a porta à corrupção ainda é o contrário de combatê-la."
Há números que não permitem suavizações nem discursos moderados. Entre 2011 e 2024, Portugal não apenas falhou em reduzir desigualdades, aprofundou-as de forma significativa. Os dados mais recentes mostram um país onde a concentração de riqueza atinge níveis difíceis de ignorar: enquanto uma minoria acumula património a um ritmo acelerado, milhões de pessoas continuam presas a uma realidade de escassez, mesmo trabalhando todos os dias. Pelo meio, uma classe média cada vez mais pressionada sustenta grande parte do esforço fiscal e vê a sua estabilidade deteriorar-se.
...e analisa os investimentos e obras em curso, ao mesmo tempo que garante uma gestão autárquica com equilíbrio financeiro numa "entrevista grande" (são 4 páginas) ao Diário as Beiras.
"A exposição "Figueira em Miniaturas - Cartoon em 3D" da autoria do arquiteto e cartoonista José Carlos Costa Ferreira (conhecido como Zé Carlos), apresenta uma reconstrução histórica da cidade a partir de peças, construídas manualmente com base na experiência do autor. No espaço estão retratados edifícios emblemáticos, tradições locais e o quotidiano de outras épocas, fundindo o desenho tradicional com o volume tridimensional para preservar a memória coletiva da região.
O acervo destaca edifícios desaparecidos, como o Teatro Príncipe Dom Carlos, destruído por um incêndio, e zonas típicas como o Bairro do Vale. A obra recupera também tradições culturais e económicas, estabelecendo o contraste entre o passado e o presente através da Arte Xávega — outrora operada com bois e atualmente com tratores — e da representação de costumes como a Queima do Judas e o Banho Santo de São João.
Uma parte significativa do trabalho é dedicada à revitalização de profissões extintas ou em declínio que caracterizavam as ruas da Figueira da Foz. Entre as figuras representadas encontram-se o recoveiro, o amolador, o fotógrafo "à minuta", o vendedor de gravatas e a mulher das pevides. Além das ocupações, a exposição imortaliza personagens populares da cidade, como o Paulino e o Visconde, cujas histórias e humor faziam parte da identidade social local.
Atualmente patente no Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz, o projeto visa tanto a recordação para as gerações mais velhas como a educação dos mais jovens. O autor manifesta o objetivo de encontrar um espaço para uma exposição permanente, garantindo que o património histórico e as vivências da cidade sejam transmitidos e acessíveis."
Para ver a reportagem de Manuel Portugal e João Miguel Silva no Canal de Televisão CONTA LÁ, clicar aqui.
Via Diário as Beiras: "a obra foi adjudicada por 3,9 milhões de euros (mais IVA) à Civibérica. Foi consignada em 3 outubro 2025, tendo um prazo de execução de 15 meses. Prevê-se que a empreitada fique concluída no dia 4 de janeiro de 2027. Até ao final de março, foi executada obra no valor de 887.262 euros, o que corresponde a 22,23% do orçamento. Reivindicada pela população, agentes económicos e autarcas há várias décadas, a variante de Quiaios, com cerca de 3,5 quilómetros, ligará a sede de freguesia à Praia de Quiaios através da área florestal, desviando tráfego da congestionada rua Direita na vila de Quiaios."
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