sábado, 7 de novembro de 2026

2 milhões de toneladas: «operadores e agentes estão a “envidar esforços”»...

O importante continua a ser os records do porto comercial, os números, sempre os números... A ganância ainda vai acabar por dar cabo disto tudo. Entretanto,  a esmagadora maioria dos figueirenses continua com o futuro adiado na Figueira. 
Os figueirenses há muito que procuram políticos que lutem pelos seus interesses. Contudo, só acharam políticos (e ex-políticos...) que lutam pelos seus interesses...
Via Diário as Beiras: «Se em 2025 não tivessem ocorrido os referidos constrangimentos que obrigaram ao desvio de carga para Aveiro, afiançou Paulo Mariano, “teria sido atingido o recorde, com 2,3 milhões de toneladas movimentadas”. O recorde atual foi atingido em 2022, com 2,2 milhões de toneladas.»

sexta-feira, 6 de novembro de 2026

O Carnaval de Buarcos precisa de se reinventar?

João Pedrosa Russo, via Diário as Beiras: "Tudo necessita de ser avaliado e melhorado"

«Tudo na vida necessita de ser avaliado e melhorado. O carnaval de Buarcos também. Porque não convidar as associações e coletividades a participar? Gosto mais da palavra “entrudo” e reconheço que o povo se diverte nesta altura para se esquecer dos males da vida e aproveitar para fazer críticas sociais, sempre úteis e oportunas.
Confesso que o período de carnaval não é aquele que mais aprecio. Contudo, quando era mais novo, cheguei a participar em folguedos, extremamente divertidos, mas, rapidamente, interessei-me por outros temas. Vejo que, nos dias de hoje, o carnaval tem-se tornado cada vez mais um carnaval brasileiro, perdendo as raízes nacionais. E é pena!
Quem se lembra do “badalo” na Figueira da Foz? Ou das marotices das garotas das nossas aldeias que, de cara tapada (hoje é complicado por causa da ridícula lei da burka), iam atrás dos rapazes de quem gostavam e atiravam-lhes farinha? 
O chamado carnaval de Buarcos já foi organizado pela Câmara Municipal, mas passou a ser organizado pela Junta de Freguesia de Buarcos (com apoio financeiro e logístico da Câmara), por razões de mera oportunidade política. Compete à autarquia (a ambas) dialogar para encontrar a melhor opção. 
Se deve ou não ser reinventado, não sei, porque não o acompanho de perto. Acompanho, sim, o desfile das crianças das escolas (por causa dos netos) que considero muito diversificado e interessante e as crianças adoram. 
Como tenho bom ouvido, sei que o carnaval de Buarcos tem demasiada música brasileira e só ganhava em ser mais português.»

Primeira reunião de câmara de Novembro

Bioadvance, "palavra puxa palavra, e foi mais de uma hora de reunião de câmara dedicada ao assunto". Depois,  piscina-mar, muro do Teimoso,  venda de património municipal, outros (e vários) assuntos. E novidades?
Via Diário as Beiras (para ler melhor, clicar na imagem)

Junta de Marinha das Ondas e o projeto da Elysé Energias (I)

Na última Assembleia Municipal da Figueira da Foz, realizada em 23 de outubro, "o presidente da Junta de Freguesia da Marinha das Ondas votou contra a proposta de alteração do PDM, alegando que a freguesia já tem «a sua dose» de unidades industriais pesadas e que a localização é «em cima das habitações e das pessoas».
«A minha oposição prende-se exclusivamente com a localização escolhida para a implementação, por considerar que o ordenamento do território deve priorizar a proteção das populações e a preservação do seu bem-estar», declarou.
O PS fundamentou o seu voto contra com a falta de definição do tipo de tecido industrial que o concelho pretende para as próximas décadas e com o facto da zona sul do concelho «já acolher uma forte e consolidada componente empresarial e industrial, associada a um impacto ambiental assinalável».
Também a CDU, a coligação Evoluir Figueira (BE/Livre/PAN) e o Chega votaram contra a proposta de alteração do PDM."

 Imagem via Diário as Beiras

quinta-feira, 5 de novembro de 2026

Da série, grandes primeiras páginas

 

JOAQUIM MANUEL BARROS DE SOUSA

 UM FIGUEIRENSE ILUSTRE

O Carnaval de Buarcos precisa de se reinventar?

Isabel Maia, via Diário as Beiras: "Reinventar não é descaracterizar"

"SIM. Não porque tenha perdido identidade, mas porque, para continuar a ser uma referência cultural e popular da Figueira, precisa de responder melhor às atuais exigências económicas, culturais e a imprevistos do presente. O exemplo do Carnaval de 2026 é claro. O mau tempo obrigou a reduzir os dias de cortejo, tendo tido um impacto financeiro negativo, que foi assumido pela entidade organizadora. Menos desfiles significam menos bilheteira, menor retorno para comerciantes, restauração, alojamento e menor capacidade de compensar os custos de produção, logística e segurança. O Carnaval local depende do estado do tempo e, por isso, é muito vulnerável. Reinventar não é descaracterizar. É proteger as raízes e tradições do Carnaval da Figueira criando soluções mais robustas. Será necessário prever programas alternativos para dias de chuva, em espaços cobertos, espetáculos variados, animação infantil e eventos gastronómicos. Será necessário alargar a programação, distribuindo a festa por mais dias e envolvendo mais o comércio local e as coletividades. Inovação a partir da tradição, destacando os grupos locais, a sátira e os temas ligados à vida do concelho. É preciso intensificar a comunicação digital para atrair públicos jovens, procurar novos patrocínios e criar um modelo financeiro menos dependente do desfile de rua. O desafio do Carnaval de Buarcos é inovar na forma, reinventar com alma, garantindo o espírito irreverente e comunitário, a continuidade cultural e a sustentabilidade económica."

Hoje, pelas 10 horas e 15 minutos, realiza-se a primeira reunião de câmara de Novembro

"Realiza-se esta manhã, pelas 10h15, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, a primeira reunião de câmara ordinária do mês de novembro."

Link para consulte a ordem de trabalhos
https://www.cm-figfoz.pt/.../ordem_de_trabalhos_2026_11...
Link para assistir à reunião   https://cm-figfoz.webex.com/cm-figfoz-pt/j.php...

"Pincho e Variante Ricardo Silva na reta final"

 Via Diário as Beiras

«A infraestruturação e os acessos da Área Industrial e Empresarial do Pinhal da Gandra, no Pincho, freguesia de Alhadas, e a Variante de Quiaios, ambas obras lançadas pelo Município da Figueira da Foz, encontram-se na fase final. 
Segundo adiantou ontem ao DIÁRIO AS BEIRAS o vereador das Obras Municipais, a empreitada da nova zona industrial, todas ela adquirida pela germânica Hennig, ficará concluída no fim de janeiro ou início de fevereiro.»

"Estudo sobre envelhecimento ativo, de Joana Bernardo Loureiro, professora na Universidade de Leiria e Oeste, distinguido pela Região Metropolitana de Coimbra"

Via Diário as Beiras
"O Prémio João Ataíde 2024 – a edição de 2025 não se realizou devido às eleições autárquicas - foi entregue ontem a Joana Bernardo Loureiro, natural de Oliveira do Hospital, enfermeira e investigadora e professora na Universidade de Leiria e Oeste. 
A distinção atribuída pela Região Metropolitana de Coimbra (RMC), com valor pecuniário de cinco mil euros, reconhece o mérito do estudo da doutoranda da Universidade de Coimbra AtiVida - Desenvolvimento de uma Intervenção de Enfermagem com Recurso Digital para um Envelhecimento Ativo e Saudável."

Helena Roseta ontem em Cantanhede defendeu a participação cívica nas políticas de habitação. “As famílias devem ter uma habitação adequada às suas necessidades”.

Revista Visão: “A vida vai dar-nos muitas lições. O povo não está a dormir”. Aos 79 anos, Helena Roseta continua “muito à frente”.

Helena Roseta, arquiteta, política e uma das cidadãs mais ativas na defesa do direito à habitação, reconhecida pela intervenção cívica e institucional no âmbito das politicas urbanas inclusivas e sustentáveis,
 deputada na Assembleia Constituinte e na Assembleia da República em diferentes legislaturas. Desempenhou também cargos relevantes no poder local (vereadora na Câmara Municipal de Lisboa (1976-1979 e 2007- 2013) e presidente da Câmara Municipal de Cascais (1982-1985), tornando-se uma das primeiras mulheres a liderar um município), esteve ontem em Cantanhede. 
Via Diário as Beiras fica o registo do muito que disse no decorrer na conferência “Cidade, Cidadania e Democracia: Participar para Transformar”, promovida pela autarquia local.
«A antiga deputada da Assembleia da República e ex-presidente da Ordem dos Arquitetos, Helena Roseta, afirmou ontem, em Cantanhede, que a habitação “é uma dimensão que está a perder espaço na ação dos responsáveis políticos”.
«O direito à habitação, a responsabilidade do Estado e a importância da participação dos cidadãos na construção dos territórios estiveram no centro da intervenção da arquiteta e política Helena Roseta, que ontem, esteve em Cantanhede, na conferência “Cidade, Cidadania e Democracia: Participar para Transformar”, promovida pela autarquia local.
Durante a sessão, a antiga deputada recuperou o artigo 65 da Constituição da República Portuguesa para sustentar “a importância de garantir a todas as pessoas e famílias o acesso a uma habitação adequada às suas necessidades”. 
Helena Roseta recordou que foi “depois do 25 de Abril que o direito à habitação passou a estar consagrado na Constituição”, sublinhando que “todos têm direito, para si e para a sua família, a uma habitação de dimensão adequada, em condições de higiene e conforto e que preserve a intimidade pessoal e a privacidade familiar”. 
“As famílias devem ter todas uma habitação adequada às suas necessidades”, apontou. 
A oradora destacou também a “importância da participação das populações nas políticas de habitação e no planeamento”. 
“É uma dimensão que está a perder espaço na ação dos responsáveis políticos. Não vejo nos governos atuais, a palavra participação. Desapareceu do mapa”, lamentou. 
A conferencista abordou ainda a realidade habitacional portuguesa, chamando a atenção para o número de habitações existentes no país em comparação com o número de famílias. “Segundo dados divulgados pelo INE, existem 5,9 milhões habitações para 4,1 milhões de famílias. Tem que haver aqui uma estratégia clara de habitação para que os problemas sejam resolvidos”, salientou Helena Roseta, considerada uma das maiores defensoras do direito à habitação. 
Durante o evento, a presidente da Câmara de Cantanhede, Helena Teodósio, agradeceu a presença da oradora e disse que a habitação é hoje um problema muito complexo, que deve ser resolvido.»

quarta-feira, 4 de novembro de 2026

"É oficial: Francisco Rodrigues dos Santos decidiu deixar o CDS"

Sem deixar de ser democrata-cristão, Rodrigues dos Santos sai do CDS 

Rodrigues dos Santos é o quarto presidente do CDS que se desfilia do partido depois de, no passado, o terem feito Diogo Freitas do Amaral, Francisco Lucas Pires e Manuel Monteiro (que, entretanto, regressou ao partido durante a liderança de Rodrigues dos Santos).


"Não tenho dúvidas sobre o lugar em que eu próprio me encontro, nem de que esse lugar deixou de ser compatível com a minha filiação no CDS", alega o ex-presidente do partido.

O Carnaval de Buarcos precisa de se reinventar?

 José Couto, via Diário as Beiras: "O Carnaval já não espelha as tradições"
"O Carnaval de Buarcos e / ou da Figueira da Foz resulta de uma evolução relativamente recente, que concentra na avenida uma atividade festiva, virada para o Turismo, para a captação de visitantes que vêm assistir a um desfile que é mais de entretenimento do que ligado a qualquer memória local. Hoje o Carnaval já não espelha as tradições das comunidades do Concelho porque o peso do modelo brasileiro e da cenografia das escolas de samba, acabam por impor um formato que afasta a presença das tradições e dos valores etnográficos da comunidade.
Se o modelo a seguir é o atual, não estamos a falar de recuperar e proteger tradições das comunidades, onde se impunham costumes e rituais, que hoje não cabem na festa que leva espetadores à avenida. Neste caso, estamos a pensar em como tornar mais atrativa a festa existente, introduzir elementos alegóricos diferenciadores que podem criar a curiosidade dos espetadores e fazerem-nos vir aqui em vez de irem a um outro Carnaval. Se esta for a opção, uma solução na continuidade, então prepare-se o dinheiro para comprar os que mais vendem, para acrescentar glamour à festa e oferecer um programa intenso, que faça, por momentos, parecer que estão no Rio. Mas há a opção de voltar a envolver as associações culturais e recreativas e trazê-las para a festa, oferecendo um lugar onde a comunidade local se reveja, sem que isso signifique desfilar na avenida. A oferta seria mais rica e diversificada, contudo festas como a do Carnaval são autofágicas e não permitem que outras se afirmem, pelo que será difícil alterar o percurso deste carnaval." 

Câmara da Figueira da Foz "quer a resolução do contrato e a posse administrativa, tendo como fundamento o facto de o espaço ter estado encerrado na época balnear e falta de pagamento da taxa anual de exploração"

 Via Diário as Beiras

Drama

Via Diário as Beiras: "aluno brasileiro foi impedido no aeroporto de reentrar em Portugal quando chegava de um estágio escolar na Irlanda".

Para ler melhor clicar na imagem.

Estados Unidos mudaram de cor: Trump sofre derrota devastadora e democratas conquistam o Congresso

"Os norte-americanos escolheram os novos representantes no Congresso. Em causa está o controlo das duas câmaras e a capacidade do presidente norte-americano de manter a sua agenda política, o que a partir desta noite parece ser muito pouco provável."
Na foto dois derrotados

"Luís Montenegro falou ao País. E valeu a pena?"

Luís Montenegro, um político cheio de manhas, malicioso, astuto, finório e hábil, mais um da história da democracia portuguesa, parou ontem o país para se auto elogiar.
Diz que não é político, que tem de falar verdade aos portugueses e que tem de ser transparente.
E disse isto tudo sem se rir...
"Pressionado pelos protestos na rua que duram há semanas, bem como pela insistência do Presidente da República na necessidade de diálogo no tema da habitação, o primeiro-ministro anunciou ter convidado os líderes dos dois maiores partidos da oposição para tentar encontrar soluções nesta matéria. Numa comunicação ao país, em que recusou falar sobre as cargas policiais ou o acórdão judicial sobre a acampada, Montenegro pediu tempo para que as políticas funcionem e não deu sinais sobre se cederá na nova lei do arrendamento.
Luís Montenegro falou ao país. E valeu a pena?"

terça-feira, 3 de novembro de 2026

Casa da Praça e respetivo logradouro vão ser transformados em habitação pública

Via Diário as Beiras: "Escoteiros de Maiorca podem ter de ir para Bom Sucesso"
«“Neste momento, sentimos que existe uma diferenciação de tratamento entre as associações que existem na freguesia. Em termos de apoios monetários, há a justificação de as associações levarem o nome de Maiorca para fora da freguesia”, disse a presidente da direção dos Escoteiros de Maiorca, referindo-se ao atual executivo da Junta de Maiorca."
“Lamento as declarações [de Dulcínia Roque], pois não correspondem à forma como tenho procurado trabalhar com todas as associações da freguesia”, afiançou o presidente da Junta de Maiorca, reagindo às afirmações da dirigente dos Escoteiros de Maiorca.»
Para ler melhor, clicar na imagem