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| Na foto dois derrotados |
quarta-feira, 4 de novembro de 2026
Estados Unidos mudaram de cor: Trump sofre derrota devastadora e democratas conquistam o Congresso
"Luís Montenegro falou ao País. E valeu a pena?"
Diz que não é político, que tem de falar verdade aos portugueses e que tem de ser transparente.
E disse isto tudo sem se rir...
"Pressionado pelos protestos na rua que duram há semanas, bem como pela insistência do Presidente da República na necessidade de diálogo no tema da habitação, o primeiro-ministro anunciou ter convidado os líderes dos dois maiores partidos da oposição para tentar encontrar soluções nesta matéria. Numa comunicação ao país, em que recusou falar sobre as cargas policiais ou o acórdão judicial sobre a acampada, Montenegro pediu tempo para que as políticas funcionem e não deu sinais sobre se cederá na nova lei do arrendamento.
Luís Montenegro falou ao país. E valeu a pena?"
terça-feira, 3 de novembro de 2026
Casa da Praça e respetivo logradouro vão ser transformados em habitação pública
«“Neste momento, sentimos que existe uma diferenciação de tratamento entre as associações que existem na freguesia. Em termos de apoios monetários, há a justificação de as associações levarem o nome de Maiorca para fora da freguesia”, disse a presidente da direção dos Escoteiros de Maiorca, referindo-se ao atual executivo da Junta de Maiorca."
“Lamento as declarações [de Dulcínia Roque], pois não correspondem à forma como tenho procurado trabalhar com todas as associações da freguesia”, afiançou o presidente da Junta de Maiorca, reagindo às afirmações da dirigente dos Escoteiros de Maiorca.»
O Carnaval de Buarcos precisa de se reinventar?
Dos mais célebres, do Brasil a Veneza, aos mais humildes, o Carnaval é verdadeiramente uma festa popular, de crítica social, em que, durante alguns dias, podemos transgredir as normas sociais vigentes.
O Carnaval de Buarcos, que atrai milhares de cidadãos, tem vindo paulatinamente a degradar-se. Não é fácil reinventar um festejo como o Carnaval. A vinda de atrizes e atores brasileiros já foi ensaiada com poucos resultados. E a característica popular do Carnaval “trapalhão” também foi lentamente decrescendo. Mantêm-se, e louvem-se as escolas de samba, que trabalham todo o ano, e alguns poucos carros alegóricos. Posto isto, que fazer? Podemos não fazer nada, nomear, como os governos, um grupo de trabalho e, dentro de três anos, teremos um extenso relatório sobre o Carnaval de Buarcos, que, entretanto, foi definhando.
A solução, na minha opinião, de não folião, poderá passar por interessar e apoiar as nossas coletividades, para que todas as freguesias do concelho participem com carros alegóricos, música, dança e, sobretudo, com a vivacidade do Carnaval “trapalhão”, que é a essência da festa popular.
Será fácil? Fácil não será, mas é um caminho possível face ao progressivo e inexorável esgotamento do modelo atual.
Aliás, como o modelo económico, social e político do país, que também ele precisa urgentemente de se reinventar."
Mais 632 ficaram sem emprego, depois de pacotes públicos e isenções através do Portugal e do Programa COMPETE dados à multinacional
Enquanto o pagode anda entretido com as ajudas sociais da vizinha, mãe de três filhos, que anda sempre bem vestida e vai ao café todas as manhãs, acontecem coisas destas.
Imagem: daqui
segunda-feira, 2 de novembro de 2026
Os gémeos Montenegro e Neves afrontam Seguro sem vergonha nenhuma
Via jornal Público (para ler melhor clicar na imagem)
Entre a cópia e o original...: "o PSD a querer ser Chega"
Via Correio da Manhã: "Mandar a polícia recolher uma barraquinha de crianças é o fim da linha"
Democracia, não é a ditadura da maioria, mas a possibilidade de as minorias existirem e terem o direito de se manifestarem...
«Por vezes, é preciso berrar para ser ouvido. Não é bonito berrar, claro. Como não é bonito desobedecer às autoridades. Mas, por vezes, é preciso. Bem fizeram os manifestantes em não se irem embora do espaço público, seja no Porto, seja em Lisboa. Sofreram violentas cargas governamentais. Tiveram, muito provavelmente, o seu baptismo de fogo no confronto com a vertente repressiva do aparelho de Estado. Mas conseguiram, mediaticamente e aos olhos da opinião pública, derrotar o Governo. E colocar no centro da arena pública as duas questões relevantes: a falta de capacidade de diálogo da parte do Governo e das autarquias, com o absurdo recurso à violência, e a própria questão da habitação no nosso país.»
(para continua a ler clicar na imagem)
domingo, 1 de novembro de 2026
Tem a palavra o Presidente da República
Durante a cerimónia de tomada de posse de 30 dirigentes municipais, Santana apelou para «vestirem a camisola» da Câmara da Figueira da Foz
Via Município da Figueira da Foz
"Pedro Santana Lopes anunciou ainda novas fases na organização municipal, com a criação da Polícia Municipal, novos espaços para os serviços e áreas de refeição e convívio. Abordou também a preparação do próximo orçamento e a importância de o mesmo não dever ser apenas a simples soma de pretensões individuais, de cada junta de freguesia, sublinhando que será necessário encontrar um equilíbrio entre as necessidades identificadas e as possibilidades de resposta da autarquia.
“O Mondego e as margens que o oprimem”, foi um Debate importante, oportuno e esclarecedor
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| Foto: CDU/COIMBRA |
Abriu o debate Vladimiro Vale, do Secretariado e da Comissão Política do PCP. De seguida, usaram da palavra os professores e investigadores Fernando Seabra Santos, Elisabete Marchante e Hermínio Sousa.
Segundo a CDU/Coimbra, "esta iniciativa surgiu como uma necessidade de ter um espaço de troca de experiências de intervenção e luta em defesa do rio Mondego e da água pública, mas também de aprofundamento do conhecimento sobre a bacia hidrográfica, os riscos, problemas e caminhos a percorrer para os minorar."
O Debate correspondeu à expectativa. Foi uma iniciativa importante e "de vital importância para percebermos quais são os constrangimentos que afectam o funcionamento do Mondego assim como os perigos" que ameaçam o Baixo Mondego (o rio Mondego há muito que deixou de ser um curso de água natural, para passar a ser uma "obra de engenharia").
O Debate foi muito interessante e esclarecedor. Desde logo, porque teve "um painel de excelência". As intervenções dos três docentes convidados da Universidade de Coimbra, "baseadas em evidência científica", "abordaram várias matérias, desde as intempéries e as inundações sofridas ao longo dos tempos nesta zona estuarina, às plantas invasoras e seus efeitos nocivos para o ecossistema e para a vida das populações."
Os oradores, "muitíssimo bem documentados, recorreram a dados de estudos existentes, fizeram análise comparativa e alertaram para os perigos que as unidades industriais representam não só para o Mondego, mas também para saúde da população."
Nomeadamente, ficou bem explícito "o facto de as unidades industriais necessitarem de grandes quantidades de recursos para poderem laborar (designadamente grandes quantidades de energia e de recursos hídricos), tendo os académicos salientado a necessidade de uma fiscalização apertada, o que, como sabemos, é praticamente inexistente, tornando a população completamente indefesa e à mercê dos grandes grupos económicos."
Os desafios, com os consequentes perigos para a qualidade de vida das populações do nosso concelho, com o anúncio da vinda de alguns projectos industriais anunciados para serem instalados a sul do território do concelho figueirense (uma zona já muito causticada pela implantação de unidades fabris poluidoras e gastadoras de recursos hídricos muito consideráveis), deixou "muita preocupação" no público presente neste Debate.
De registar também a participação do público, que acabou por prolongar o Debate, mas contribuiu também para enriquece-lo.
Citando Margarida Carvalheiro: "não se pode ter desenvolvimento a qualquer preço! Os recursos naturais não são ilimitados e temos de os salvaguardar!
Quando o poder local não é sensível e não está preocupado com estas questões, resta à população exercer a sua Cidadania e opor-se, com firmeza, a uma atuação nefasta por parte de empresas que estão focadas exclusivamente no seu lucro."
sábado, 31 de outubro de 2026
Manuel Cintrão, um cidadão marinhense e do país, completamente revoltado com o que se passa ao nível da política concelhia há muitas décadas
GUERRA ABERTA CONTRA O EXECUTIVO CAMARÁRIO, PELA NOSSA SAÚDE E NOSSAS VIDAS!
Santana "demolidor"
O verdadeiro problema: "habitação tornou-se num negócio especulativo"
Neste episódio de «Estado do Concelho» na Figueiratv, António Albuquerque e Miguel Pereira falam sobre a crise da habitação, as manifestações em Portugal e as responsabilidades de quem pode decidir e agir. Do Governo às autarquias, passando pelo Parlamento e pela participação dos cidadãos, o debate procura perceber o que tem de mudar para garantir o acesso à habitação, com particular atenção à Figueira da Foz e à região."
Estas são as questões que foram propostas para assistir ao debate completo, coisa que ainda não consegui.
Sei que existem muitos problemas num sector onde existe uma crise, para quem precisa de uma casa para viver, e um negócio que proporciona lucros chorudos aos especuladores.
O negócio especulativo é um deles. Talvez o mais importante no percurso que nos conduziu até aqui.
Funciona assim: um promotor imobiliário vende casas em planta a um preço 30% abaixo do mercado. Como não tem capital para concluir a obra, vende a um fundo de investimento que compra e vende a sociedades de mediação imobiliária, 20% acima, para comissão. Estas vendem a quem tem poupanças para investir, por mais 20% que, por sua vez, vendem, por mais 20%, a quem delas precisa para viver.
Todos levam uma comissão choruda. E de comissão em comissão choruda, chegamos à impossibilidade de quem vive do rendimento do seu trabalho poder ter uma casa para habitar.
Isto, é uma questão política que tem de ser resolvida politicamente.
Está na ordem do dia porque existem manifestações. E existem manifestações porque existe um problema que é real: a falta de casas para as pessoas poderem viver com um mínimo de conforto e dignidade.
sexta-feira, 30 de outubro de 2026
Que tem a dizer acerca do dossiê Bioadvance?
Imaginemos que um empresário pretende construir uma fábrica, entendendo que o melhor local para o efeito é junto do porto. Primeiro, dirige-se à entidade responsável - Administração Portuária. Esta mostra ao empresário o espaço adequado. O empresário, concordando, vai à autarquia pedir a certidão comprovativa de que o que pretende construir não está em contradição com o PDM - Plano Director Municipal. Os serviços informam o presidente que nada obsta à pretensão e a certidão é emitida.
O empresário, munido das certidões da autoridade portuária e da autarquia, contrata um técnico para elaborar o projeto de licenciamento ambiental, no caso concreto, a APA - Agência Portuguesa do Ambiente.
Simultaneamente, contrata um técnico, para elaborar o projeto de construção e das especialidades do edifício, solicitando os elementos necessários para o efeito.
Posteriormente, entrega o projeto de licenciamento ambiental na APA e o projeto de construção do edifício na autarquia. Esta verifica se o projeto de construção cumpre as regras urbanísticas e emite a licença de construção. A APA faz o mesmo e verifica se o projeto cumpre a legislação ambiental e emite a licença se estiver conforme. Caso contrário, emite um parecer desfavorável, dizendo o que deve ser corrigido, até obter parecer favorável.
Ou seja, a falta de diálogo entre as partes para escolherem outro local foi a causa deste imbróglio, que poderia ter sido evitado."

















