domingo, 14 de junho de 2026

Eles ainda não desistiram...

Longe dos olhares, no silêncio dos gabinetes, o Cabedelo foi alvo de um atentado ambiental. O projecto em curso para o liquidar dura, pelo menos, desde 2017...
Ver vídeo de António Agostinho
A vontade, de sua excelência o senhor presidente da câmara da Figueira da Foz de então,  e do seu executivo de maioria absulta, determinou que "aquela é uma zona demasiado nobre para ser ocupada por campistas"
Recordo (como o fiz em devido tempo), que não há os portugueses campistas e os outros... Somos todos portugueses. Na Europa, onde estamos inseridos, a igualdade formal foi uma conquista da Revolução Francesa... 
Quem pensou e falou assim não percebeu o essencial. 
Querem saber o que é essencial numa cidade como a Figueira da Foz?
Tenho todo o gosto em explicar.
Uma cidade é sempre, pelo menos, dual. Tem uma zona cosmopolita e tem, por assim dizer, outras mais característica a que se costuma designar como típicas. 
O tipicismo é a profunda genuinidade... É onde reside a alma de uma cidade como a Figueira, a sua verdade que se tem que manter, sob pena dela se descaracterizar.
É isto que o Cabedelo é: genuíno, assim como está, com o Parque de Campismo, que foi, já lá vão quase 40 anos, que deu vida e alma ao Cabedelo, como todas as suas valências, incluindo a onda de surf, apesar de  a terem liquidado.

O argumento foi o de sempre: ou o dinheiro era gasto agora e já, ou ia para outro lado.
Neste caso do Cabedelo, o argumento era falso. Bastava olhar mais para sul e via-se a olho nu que havia tanto sítio para gastar os 8 milhões e picos que foram gastos para a requalificação e protecção do estado avançado de erosão decorrente do embate das ondas do mar mais para sul: por exemplo, depois do quinto molhe.

Diziam que existiam várias manifestações de interesse para a instalação de um hostel e bangalôs no espaço do campismo... 
Para quem afirmava que o Cabedelo vai ser devolvido à Cova e Gala, para começo de conversa, não estava nada mal. 
Até hoje, porém, nada.
Em toda a costa figueirense, apenas uma pequena parte se mantinha razoavelmente incólume à pressão e especulação urbanísticas induzidas pelo turismo.
Refiro-me, à faixa litoral a sul do Mondego, entre o Cabedelo e o Campo de futebol.
Antes desta requalificação era ainda possível fazer férias em comunhão com a Natureza e frequentar boas praias, sem os inconvenientes das urbanizações selvagens.
Era o único pedaço de Paraíso imaculado  da costa figueirense  que ainda nos restava.

O que aconteceu, não foi nada de novo:  a vontade de muitos autarcas continua a ir no sentido da expansão urbana, normalmente sob a forma de empreendimentos de qualidade duvidosa.
Desta vez saiu na rifa o Cabedelo. Sob a capa de um plano de requalificação da zona, está já mais do evidente que o que está na calha, para seguir dentro de momentos, é uma cedência aos interesses imobiliários. 

sábado, 13 de junho de 2026

Pobres, estrangeiros e bodes expiatórios

Via jornal Público
"Temos neste momento 159 milhões de pagamentos indevidos de prestações sociais, alguns decorrentes de fraude"
e o Rendimento Social de Inserção (RSI) tem um "tempo médio de cinco anos e três meses". "Com os dados que temos hoje, sabemos que cerca de 40% dos estrangeiros que recorrem ao Serviço Nacional de Saúde (SNS) não têm nem protocolos de cooperação, nem seguros." As duas frases foram proferidas no Parlamento por duas ministras do actual Governo. A primeira ontem durante o debate da Prestação Social Única (PSU) e a segunda em Fevereiro do ano passado, na Comissão Parlamentar de Saúde. 
As duas declarações têm em comum a vontade de alimentar divisões e distrair do problema de fundo. No primeiro caso, a divisão entre beneficiários e não beneficiários do SI. No segundo, entre utentes nacionais do SNS e estrangeiros. Os problemas de fundo? A mudança no tipo de pobreza que existe em Portugal e as dificuldades de prestação de cuidados de saúde por parte do SNS.
Contaminado pelo efeito do Chega, o Governo iniciou funções a demonizar grupos de pessoas - como se fossem os culpados dos problemas maiores do sector - e continua alegremente a fazer esse caminho. 
A ministra do Trabalho não ignora com certeza que o número de beneficiários do RSI tem vindo a diminuir nos últimos anos. 
Actualmente, há 160.279 beneficiários, que recebem, em média, 159,96 euros por mês. Por outro lado, a proporção da população empregada em situação de pobreza continua perto dos 9%, sendo uma percentagem muito significativa e que devia merecer especial atenção numa altura em que a perda de poder de compra dos portugueses se agudiza. 
A distorção do debate é de tal ordem que se esquece que na génese da PSU esteve uma sugestão da OCDE que apontava para a unificação das prestações não contributivas como o melhor caminho para o combate à pobreza. Sugeria a acumulação, durante um período de tempo, do apoio recebido com o salário, por considerar que essa situação é a que verdadeiramente ajuda as pessoas a transitar de uma situação de beneficiários para a vida activa. Algo muito longe da ideia do actual Governo de trabalho social. 
Todo o debate sobre estas questões de apoios sociais é mais complexo e tem mais variáveis do que aquelas que uma declaração como a da ministra Maria do Rosário Palma Ramalho encerra. Não é a dizer que as pessoas passam o dia no café e não querem trabalhar que se debate a sério seja o que for. Pode resultar nas reuniões entre o Governoе о Chega. Não resulta para medidas sérias para o país.

Disfarçar o inevitável

António Barreto

"O bom governo exige tempo e serenidade, não sofreguidão e artimanha. Os arranjinhos poderão disfarçar o inevitável, mas não conseguirão evitá-lo.

Ainda por cima, na maior parte do mundo, a ditadura vai vencendo. E, na Europа, а democracia vai perdendo. Nos países europeus, os maiores, os mais poderosos e outros, os partidos nacionalistas, de direita radical ou de extrema-direita, são já os primeiros ou os segundos mais votados. Custa imaginar, mas é verdade, que o primeiro partido francês, italiano, austríaco, holandês ou húngaro, assim como o segundo mais votado português, alemão, sueco, belga, espanhol e finlandês pertencem ao grupo dito nacionalista, populista, de direita radical ou da extrema-direita! Estes partidos sabem agitar. É a especialidade deles.

Se procuramos exemplos do que é um Estado fraco e uma Administração débil, presas de interesses ilegítimos, não é preciso ir muito longe. Como se viu de novo ainda recentemente, todos os assuntos e negócios ligados aos helicópteros, aviões e equipamento de luta contra os incêndios, incluindo o famigerado sistema de comunicação, são próximos de um filme sobre a máfia. São centenas de milhões. São desastres. É roubo. É impunidade. Algumas das medidas legislativas que o Governo tem vindo a imaginar, como as relativas à nacionalidade, às prestações sociais ou à imigração, são também exemplos de desleixo, de falta de pensamento e de deficiente doutrina. Questões fundamentais, essencialmente simbólicas e de primeira importância para um povo e uma sociedade, são tratadas com mesquinhez, muito cinismo e num estilo de pequeno negócio, como se os destinatários de tais medidas não fossem seres humanos e pessoas frágeis.

Último exemplo em data, a revisão constitucional, encarada como se fosse na mercearia do bairro, sem grandeza nem debate, sem seriedade nem doutrina. Pensa-se na Constituição e na sua revisão como se fosse um isco ou uma armadilha.O Governo procura satisfazer a oposição de direita e silenciar a de esquerda, navegando em terra de ninguém. Nem imagina o mal que está a fazer ao seu país!"

Sociedade Instrução e Recreio de Lares (SIRL) assinala amanhã 100 anos

Via Diário as Beiras: "Programa comemorativo da coletividade de Lares inclui concerto e sessão solene"

Está aberta a época balnear

"A época balnear, no concelho da Figueira da Foz, começa hoje e estende-se até 13 de setembro. A nova temporada arranca com 53 nadadores-salvadores e três coordenadores contratados pelo município. Os nadadores-salvadores, apoiados por quatro motos-quatro, asseguram vigilância das praias de Quiaios, Murtinheira, Cabo Mondego, Tamargueira, Buarcos, Relógio, Forte, Cabedelinho, Cabedelo, Hospital, Cova, Costa Lavos e Leirosa."

sexta-feira, 12 de junho de 2026

O epíteto de "burros" já ninguém vos tira...

Sondagem
. «Apoiantes do Chega têm pior fama e são criticados a nível moral e pessoal. Mesmo no PSD, os partidos mais à esquerda merecem melhor avaliação do que o Chega. Apoiantes do partido merecem epítetos como "fascistas", "burros" ou "malucos"

Construção dos Centros de Saúde...

Via Diário as Beiras



Santana Lopes já havia dito em março que considerava um “gasto excessivo”

"Câmara deixa de assegurar iluminação de Natal".
A iluminação de Natal na Figueira é aquilo que acontece uma vez por ano para lembrar aos figueirenses que a vida podia ser bem pior. 
Calma. Ainda falta muito para o Natal! Na Figueira, "cada dia uma coisa"?..

 Via Diário as Beiras

Nota de rodapé.

Em Março passado, segundo o Diário as Beiras, "as buscas da PJ reforçaram a posição que Santana Lopes há muito vinha defendendo: o investimento do município na iluminação decorativa de Natal deve ser simbólico."  

Estou de acordo.
Há muito que defendo que nem todas as datas são comemoráveis.
O natal é uma delas.
A  meu ver, o consumismo, o desperdício, o sorriso de circunstância - resumindo, a hipocrisia em que transformaram o que era o Natal, não é  para comemorar.
E depois na Figueira tivemos a cereja em cima do bolo!..
Numa cidade que chegou a apagar, pelo menos, metade das lâmpadas de iluminação pública para poupar, chegados ao natal, tínhamos as ditas iluminações de Natal!
 
Isso irritava-me: ao menos, dessem-lhe o nome correcto.
Chamassem-lhe iluminações comerciais, já que só surgiam para apelar ao comércio. 
Esse apelo desmedido ao consumismo, num mundo que tanto precisa de uma melhor distribuição da riqueza, é uma afronta a quem tenha um sentido mínimo de humanidade.

As comemorações dos aniversários do CAE (para o ano são 25 anos), os natais de forte  investimento a engalanar as árvores, as ruas e avenidas da cidade, foi chão que deu uvas. 
Mas será mesmo assim?
Veremos. 

O tempo passa depressa. A quadra natalícia aproxima-se.
Vamos ver se, entretanto, o executivo figueirense não perde o medo de gastar na luz, no som, na cor e na alegria. 
Como sabemos, o programa de animação de Natal e Passagem de Ano foi sempre uma opção dos executivos figueirenses. Podemos apoiar ou torcer o nariz a esta forma de autarcas gastarem o dinheiro. Estou em crer, porém, que a maioria da população do concelho, apoia esta opção política camarária. Santana Lopes, tal como os seus antecessores, «quer que a cidade receba bem e que as pessoas voltem e desfrutem».

Dos quiosques às cafetarias

"O Município da Figueira da Foz vai instalar duas cafetarias, com esplanada, na ribeirinha praça da Europa, para concessão a privados através de concurso público. O anúncio foi feito ontem, na reunião de câmara, por Santana Lopes (FAP). Por sua vez, o vereador João Martins acrescentou os detalhes. A decisão surgiu após o concurso lançado em 2025 pela administração portuária para dois equipamentos semelhantes, que seriam instalados no passeio marítimo, ter ficado deserto, devido ao oneroso caderno de encargos para os potenciais interessados, que teriam de assegurar a construção dos espaços comerciais e pagar uma renda considerada demasiado alta.
Os vereadores do PS que ontem participaram na reunião de câmara fizeram reparos à estética das cafetarias que o Município da Figueira da Foz vai instalar na ribeirinha praça da Europa. Em termos urbanísticos, destacou Rui Carvalheiro, “o visual não é o mais adequado para o local”. Susana Pereira concordou e, por outro lado, sugeriu que as estruturas fossem envidraçadas, para proporcionar contacto visual com a foz. O presidente da autarquia, Santana Lopes (FAP), concordou que o projeto pode ser alterado, tendo o vereador executivo João Martins ficado incumbido de contactar a empresa que fornece as estruturas."
Citação do jornal Diário as Beiras, edição de hoje.
 
Assisti em directo, via internet, a esta parte da reunião camarária realizada ontem e tive oportunidade de ver que esta parte crispou o vereador Ricardo Silva. "Se fazemos é porque fazemos, se não fazemos é porque não fazemos".
Foi um episódio interessante. Tão interessante, que me fez recordar uma comédia figueirense de novembro de 2015: a autoria de projecto pra quiosque!
No momento em que a política figueirense está tão calminha como a vida das pessoas, vamos recordar algo que se passou há 11 nos: a "estória" do americano.
Decorria o mês de novembro de 2015. A Câmara da Figueira da Foz tinha novos projectos para os quiosques da cidade.
O processo de demolição dos que se encontravam abandonos tinha sido iniciado, sendo os espaços colocados em hasta pública.
Como já havia explicado, em reunião de câmara, a então vereadora Ana Carvalho, existiam três projectos – a simulação de um americano, arquitectura simples e duplo (forma de hexágono).

O Clube Náutico da Figueira da Foz, através de uma nota de imprensa, contestou declarações da vereadora, a um órgão de comunicação social.
A  autarca disse que “técnicos da autarquia desenvolveram três projectos”.
No documento, assinado pelo presidente da direcção do CNAFF, Miguel Amaral, lia-se que “o projecto de quiosque americano não foi desenvolvido pelos técnicos da câmara, mas antes corresponde a uma ideia e obra apresentada” pelo clube “junto da autarquia, em 22 de agosto de 2014, num pedido de implementação de um quiosque a localizar-se no passeio da avenida de Espanha”. O CNAFF alegou que se tratava de uma obra da autoria da arquitecta Joana Tenreiro Dinis. E lamentou que a “câmara tivesse recorrido a trabalhos de terceiros e procurasse apropriar-se do mesmo, exibindo-o publicamente como sendo seu, sem que tenha pedido autorização ou colhido o respectivo consentimento por parte do seu autor”.
Neste sentido, podia ler-se ainda na nota de imprensa do Clube Náutico, a arquitecta “pondera apresentar uma queixa junto das entidades competentes por usurpação e violação de direitos de autor”.
Contactada, pelo DIÁRIO AS BEIRAS, a vereadora Ana Carvalho esclarece: “Não houve plágio”.
“A ideia inicial do quiosque ser tipo americano partiu do vereador Carlos Monteiro, há uns anos, e o projecto implementado é do arquitecto das obras municipais Nuno Melo”.

Passados 11 anos, passámos dos quiosques às cafetarias. 
As mudanças estão em curso.
Não podemos deixar de continuar a acreditar que, na Figueira, apesar de todas as resistências, enganos e mal entendidos, os quiosques e as cafetarias são o futuro da nossa cidade.
A Figueira é uma comédia…

Miséria, humilhação e ódio – o Portugal que a maioria quer

"É uma espécie de dois em um da pulhice: retiram-se empregos a pessoas qualificadas para os entregar a mão de obra desqualificada e praticamente gratuita, que passará a cuidar de idosos, crianças ou pessoas com deficiência".

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quinta-feira, 11 de junho de 2026

Isto é que vai uma coordenação!...


"Foram realizados esta manhã treinos de combate a incêndios florestais na Serra da Boa Viagem com recurso a helicópteros.

Contactados pelo DIÁRIO AS BEIRAS, os Bombeiros Voluntários e os Bombeiros Sapadores da Figueira da Foz desconheciam que entidade estava a realizar os exercícios, já que não foram informados acerca do simulacro.

Tudo aponta para que os meios mobilizados pertençam à Força Aérea Portuguesa. O DIÁRIO AS BEIRAS contactou as relações públicas daquele ramo das Forças Armadas, mas sem sucesso.

A Serra da Boa Viagem é o “pulmão” da cidade da Figueira da Foz.

O parque florestal, severamente fustigado pelos incêndios de 1993 e 2005, é uma das zonas mais vigiadas do concelho durante a época crítica de incêndios."

Centro Náutico foi reabilitado a tempo do Europeu


Montemor-o-Velho está a receber a elite europeia da canoagem após obras no centro náutico afetado pelas tempestades. 
O Campeonato da Europa de Canoagem de Velocidade arrancou esta quinta-feira em Portugal com 597 atletas de 39 países. Fernando Pimenta lidera ambições portuguesas. 
A realização do campeonato chegou, contudo, a estar envolta em incerteza. O Centro Náutico de Montemor-o-Velho sofreu danos significativos na sequência das tempestades e inundações que atingiram a região no início do ano, obrigando a uma intervenção acelerada para garantir a recuperação da infraestrutura. Quatro meses depois dos estragos, a organização confirmou que o recinto está pronto e reúne as condições necessárias para acolher a elite europeia da modalidade, resultado de um esforço conjunto entre a Federação Portuguesa de Canoagem, o município de Montemor-o-Velho e o Governo.

Concretizou-se o que esperava

 ... : fechou a Casa Rádio

E se a moda pega e se estende a outros cantinhos deste nosso querido Portugal....

É caso para dizer: ORGANIZEM-SE!..

"PSD Setúbal apresenta preocupações urgentes ao executivo camarário".

Traduzindo: "o PSD apresenta ao PSD o que o executivo apoiado pelo PSD está a fazer mal e quer respostas imediatas do PSD que afinal apoia o mal que o PSD em Sétubal está a fazer aos munícipes"...

"Se não for reunido o número mínimo de 250 cooperantes, que poderá ser menor se os aderentes forem grandes consumidores, a instalação da plataforma não avançará"

Via Diário as Beiras: "O município cedeu cerca de seis hectares no Vale de Murta para instalação de painéis fotovoltaicos".

A PSU e a perseguição ideológica aos pobres

Via Público

"Incentivar o regresso destes beneficiários ao mercado de trabalho não se consegue com castigo ou com medidas repressivas. Não tenham dúvida: os números da pobreza e da exclusão social vão disparar."

Para ler melhor clicar na imagem

quarta-feira, 10 de junho de 2026

Deve voltar a ser criada uma entidade municipal de turismo?


Carlos Beja
, "velho. Irremediavelmente velho. Mas lúcido e com boa memória.

...  a Figueira da Foz sempre motivou uma certa dose de ciúmes e inveja de cidades limítrofes. Não foi por acaso que as pressões para mudar a Zona de Jogo para Leiria ou Coimbra aconteceram. Como não foi por acaso que a sede da Região de Turismo Centro, de que fui o primeiro presidente, com rotatividade prevista entre a Fig. Foz e Coimbra, desapareceu para parte incerta. Como ainda não foi por acaso que, tendo a Sociedade Figueira da Praia adquirido o Hotel Internacional para a Escola Hoteleira, esta foi, por artes mágicas, parar a Coimbra, restando-nos uma Escola Profissional.

Criar uma empresa como já existiu não nos parece a melhor solução."

terça-feira, 9 de junho de 2026

Novidades? Já nem na Figueira. Regresso de Santana ao PSD, "está quase"...

Santana Lopes, ontem no NOW
"Questionado sobre um eventual regresso à militância no PSD, que abandonou há cerca de oito anos, admitiu que a decisão pode estar iminente, coincidindo com o seu aniversário no final de junho. «Sim, eu diria que estou quase», disse, sublinhando que o regresso é uma opção interior séria e que várias circunstâncias se estão a conjugar."
Como diria o outro, "estava escrito nas estrelas"
Quem quer andar na política, "não pode excluir, hoje em dia, nada. 
Nem na política, nem na vida"
Possivelmente, penso eu que não percebo nada de política, lá pelo PSD "já deve haver uma série de pessoas cheias de nervos".