terça-feira, 5 de maio de 2026

Quanto ao primeiro dia da safra da sardinha...


Teve início mais uma safra da sardinha.
Nuno Lé disse ao DIÁRIO AS BEIRAS,  que se confirmou que “há muita sardinha” no mar. 
Contudo, ontem estava demasiado perto da costa, a uma distância onde as embarcações da pesca do cerco não podem operar. 
Por isso, a faina de ontem foi mais simbólica do que lucrativa. 
Segundo apurou o DIÁRIO AS BEIRAS, o preço do quilo, ontem, em lota, foi de 1,85€ – mais 85% do que há um ano, também no primeiro dia da safra, quando a sardinha foi vendida a 1€/quilo. 
Quanto aos os contratos já assinados pela Cooperativa, Nuno Lé frisou que o preço da sardinha “valorizou cerca de 30%”, em relação à safra do ano passado.

segunda-feira, 4 de maio de 2026

Seguro, vai ser sempre Seguro

 Via jornal Público

  Para ver melhor clicar nas imagens

Fado... mas em bom!..

 Via Daniel Santos

Chama-se a isto "governo de proximidade"...

"Ministro da Agricultura e Pescas esteve mais de 8 horas no mar na primeira safra da sardinha".

«O ministro da Agricultura e Pescas disse ter excelentes perspectivas para a safra da sardinha deste ano, que arrancou hoje oficialmente na Figueira da Foz, no litoral do distrito de Coimbra.
“Temos 33.400 toneladas, o que, se compararmos com 2025, é ligeiramente inferior, mas se olharmos para 2023 são mais 8.400 toneladas”, salientou hoje José Manuel Fernandes à agência Lusa.
O governante, que esteve mais de oito horas no mar numa embarcação que participou no arranque da safra, frisou que a quota ibérica de Portugal e Espanha são 50 mil toneladas para os dois países.
José Manuel Fernandes referiu que, “às vezes, não se tem a percepção de que Portugal e Espanha gerem a quota ibérica da sardinha, na qual Portugal tem 66,5%, muito mais do que Espanha”.
“Portugal tem 33.440 toneladas da quota ibérica”, sublinhou.
Além disso, o ministro a Agricultura e Pescas destacou a certificação da sustentabilidade da sardinha, “que acrescenta valor, não só para a venda do pescador, mas para as próprias indústrias conserveiras”.
“É um selo de garantia, de qualidade, que dá confiança e alarga o mercado. Portanto, temos todas as condições para triunfar, embora vá haver dias, como este primeiro, em que o pescador tem um grau de incerteza, em que traz menos ou não traz nada”, disse.
O governante mostrou-se convicto de que 2026 será “um bom ano para os pescadores, para os portugueses que têm na sardinha um superalimento", e para a indústria conserveira nacional.
Sobre os eventuais impactos no setor da atual conjuntura internacional, que fez disparar os preços dos combustíveis, José Manuel Fernandes disse que os pescadores “não podem perder dinheiro”.
“Além disso, o pescador tem uma incerteza, pois quando vai ao mar nem sempre traz o retorno que lhe permite inclusivamente pagar as despesas de saída”, referiu.
Para o ministro da Agricultura e Pescas, “será sempre um preço justo e acessível”, já que não se pode esquecer o aumento de custos que os pescadores têm tido e o “rendimento digno e justo que precisam face ao trabalho duro que têm“.
O ministro da Agricultura e Pescas participou hoje no almoço de abertura da safra da sardinha na Figueira da Foz, organizado pela Marine Stewardship Council (MSC), organização internacional sem fins lucrativos, cuja missão é pôr fim à sobrepesca e garantir a preservação dos recursos aquáticos.
Durante o almoço foi apresentado, pela primeira vez, o documentário sobre o processo de certificação MSC da sardinha ibérica, iniciado em julho de 2025, depois da pesca da sardinha ter estado à beira do desaparecimento há cerca de uma década."

Durante a manhã, o ministro visitou, acompanhado pelo presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Pedro Santana Lopes, os estaleiros navais Atlânticeagle, onde decorreu o “bota-abaixo” da embarcação Fernando Lé.

Um Prémio LeYa apresentou um dia destes um novo livro de ficção


Imagem: Câmara Municipal da Figueira da Foz
Se Portugal tem um Prémio Nobel - e disso  deveria ter o maior orgulho -, a Figueira tem um LeYa que publicou recentemente mais um livro - e isso tem de ser devidamente noticiado
Um dia destes, no Auditório Madalena Biscaia de Azeredo Perdigão ocorreu a apresentação do mais recente romance do escritor figueirense António Tavares, “A Arte Pendular do Baloiço”, que foi feita pela professora Graça Capinha e contou com a presença da editora e também escritora, Maria do Rosário Pedreira. 
Vencedor do Prémio LeYa 2015, António Tavares, natural da Figueira da Foz, é uma personagem de relevo na ficção e protagonista de acontecimentos marcantes da história recente nesta cidade da foz do Mondego. 

Friederich Nietzsche, escreveu isto: “A verdade e a mentira são construções que decorrem da vida no rebanho e da linguagem que lhe corresponde. O homem do rebanho chama de verdade aquilo que o conserva no rebanho e chama de mentira aquilo que o ameaça ou exclui do rebanho. [...] Portanto, em primeiro lugar, a verdade é a verdade do rebanho.” 

O António Tavares que eu conheci, era mestre numa prática que se tornou habitual na política: a gestão dos silêncios
Não dizer nada e manter uma certa pose, que se diz ser de Estado, foi meio caminho andado para chegar a vereador da Cultura.
Diga-se, sem reservas mentais nem ironia: na Figueira, seria difícil haver um vereador da  Cultura tão perfeitamente identificado com o mundo cultural como António Tavares
O seu currículo é o do perfeito agente cultural: o indivíduo que tudo converte à linguagem da cultura e a amplifica nas suas estudadas e competentes astúcias. 
Escritor, o seu mundo é o da cultura literária. Ex-director de um jornal, a cultura foi, porém, desde que o conheço o seu verdadeiro sacerdócio.
Na Figueira, não existe ninguém que encarne tão perfeitamente a síntese total com que sempre sonharam os espíritos iluminados pela chama da cultura. 
A sua vocação de agente cultural foi sempre um percurso de santidade, que  é uma capacidade pacificadora que consiste não apenas em conviver com tudo, mas em fazer com que tudo conviva com tudo, sem exclusões nem conflitos.

Com a passagem do tempo, tornou-se num político azedo. Talvez, porque o tempo foi passando e o político ficou mais desabrigado e exposto. Um dia disse: «já dei aquilo que é exigido a um cidadão médio». E acrescentou: «trata-se da retirada de um cidadão que está na casa dos 60 e que o que quer é paz e descanso e fazer outras coisas. Já não tenho pachorra para jogos de poder e guerras de alecrim e manjerona».
António Tavares apelou aos que gostam dos jogos de poder que o esqueçam. «Deixem-me em paz. Não quero saber de nada».
Como escreveu Fernando Assis Pacheco:
"Um dia
o homem é posto à prova, interrogado
pelas areias moventes;
desaba sobre ele a tempestade
que o quer afogar.
Cautela com os animais de fogo!"

Apesar de não esquecer António Augusto Menano, a meu ver, António Tavares, foi o vereador da Cultura, na Figueira, com maior  “vida e obra literária e cultural”, para além da política.
Porém, a maioria dos figueirenses sabe quem é Tavares? 
Penso que não. Tem dele uma imagem: mais ou menos brilhante, mais ou menos esbatida. 
Porventura, amanhã uma sombra. 
Porém, nada mais do que uma imagem.
Por isso, compreendi a preocupação tão grande (quase obsessiva...) com a gestão da sua imagem.
 
Para a esmagadora dos figueirenses Tavares é só isso: imagem. E ele sabe.
O seu  “percurso” político (só, por ironia,  motivo de orgulho...) foi, para António Tavares, apenas um apêndice, algo meramente instrumental para o que realmente lhe importava: uma carreira literária
E não o contrário...
Seja, portanto, feita justiça à competência de António Tavares.
Sem reservas mentais nem ironia: quem conseguiu aceder a vereador da Cultura na Figueira, tem obrigação de saber, das argúcias culturais e políticas, tudo o que há a saber.

"A Praia do Hospital ficou de fora, mas a Figueira da Foz continua a ser a rainha regional das praias com Bandeira Azul"

 Via Diário as Beiras

Presidente da APA garante que "obras nas comportas da Maria da Mata no vale do Mondego avançam este ano"

Via Diário as Beiras a boa notícia. 
"O concurso para as obras de reabilitação das comportas da Maria da Mata, no vale do Mondego, será lançado dentro de dias e a intervenção avança este ano, disse no passado dia 29 de abril o presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA). 
A reabilitação do sistema de comportas, localizado no rio Pranto (afluente da margem esquerda do Mondego), na freguesia de Alqueidão, na Figueira da Foz, é uma ambição antiga de agricultores, associações do setor e autarcas locais, para impedir que a água salgada entre nos campos agrícolas. Em declarações à agência Lusa, Pimenta Machado frisou que a APA irá lançar o concurso, no valor de 1,968 milhões de euros, “dentro de dias, uma semana, não mais”
O presidente da entidade ambiental adiantou ainda que procedimentos prévios ao lançamento do concurso – entre outros a revisão do projeto e assinatura do contrato de financiamento com o Programa Regional de Ordenamento do Território do Centro – já foram realizados. “O concurso deverá demorar dois meses e vamos começar a obra este ano, isso é óbvio, para estar concluída em 2027”, afiançou. 
O sistema de comportas da Maria da Mata está sem funcionar há cerca de seis anos, desde 2018, tendo a situação sido alvo de sucessivas reclamações de intervenção por parte de entidades como a Associação Distrital dos Agricultores de Coimbra ou a Junta de Freguesia de Alqueidão."
Imagem de fevereiro de 2021 (Diário de Coimbra), sacada daqui

"O colapso das comportas de Maria da Mata e do Alvo, perto da estação de bombagem das celuloses, no Alqueidão, representa um problema  grave."  
"A obra é da APA. O problema foi causada pela tempestade Elsa"A depressão Elsa aconteceu em meados de Dezembro de 2019
Entretanto, passaram mais de 6 anos.

domingo, 3 de maio de 2026

O chega é isto

Fernando Pessoa, que tinha aquela natural curiosidade que o levava a querer perceber tudo, escreveu que "cultura é o aperfeiçoamento subjectivo da vida, dividido entre arte (aperfeiçoamento directo) e ciência (aperfeiçoamento do conceito do mundo), sendo mais do que erudição; é uma atitude de espírito que extrai sabedoria das experiências, cultivando a curiosidade e o aprofundamento, e não apenas o acúmulo de saber."
Natália Correia, em carta enviada a José Afonso, depois de o ter visto e apreciado num programa televisivo, escreveu isto: "temos que perceber a cultura dos incultos". Era já então a preocupação com a evidente ocupação do espaço mediático pelos arautos do populismo cultural e político. 
Mais pessimista, Nelson Rodrigues achava que "os idiotas vão tomar conta do mundo; não pela capacidade, mas pela quantidade. Eles são muitos." 
A absorção cega de tretas vagas ou mentirosas não são documentação cultural. 
A curiosidade intelectual não cega: alarga a visão. 
Os cargos políticos deveriam ser ocupados por quem assume valores e tem ideias. Por quem tem cultura. 
Em democracia deveríamos sempre tentar eleger com critério.
Que cultura teria a Figueira Capital da Cultura para mostrar?

Na quinta-feira passada o líder do Chega manifestou disponibilidade para negociar com o Governo a reforma laboral e colocou como uma das exigências a descida da idade da reforma.
Quando André Ventura coloca como condição única para aprovar o pacote laboral, baixar a idade da reforma sabe bem que isso é inaceitável. 
Por uma simples razão: para tentar tomar conta do regime ficou mais uma vez visível aquela coerência "chegana", trapalhona e demagógica de quem defende tudo e o seu contrário e de quem pede "sol na eira e chuva no nabal".
Está-se a discutir a reforma laboral (banco de horas e coisas assim) e de repente, há um Ventura (o partido não conta. Ele é o partido...) que diz que aprova tudo desde que se desça a idade da reforma.
Mas o que é que a idade da reforma tem a ver com a reforma laboral?
Sim: o que é que uma coisa tem a ver com a outra?
A lei laboral diz respeito e tem a ver com a forma como se exerce o trabalho.
A reforma tem a ver como se vive a vida pós-emprego e com quem paga o seu custo.
No primeiro caso, pagam os patrões.
No segundo caso, pagam os jovens.
Esses mesmos, que já pagam as casa mais caras e que se a vontade de Ventura fosse viabilizada, teriam de pagar mais pelas reformas dos seus pais e dos avós, em prejuízo da sustentabilidade das próprias e futuras reformas.
Tenham juízo "cheganos".
Haja um mínimo de seriedade...

sábado, 2 de maio de 2026

João Vaz, ex-vereador hoje no Diário as Beiras: "Aeródromo de 18 milhões na Figueira da Foz sem contas certas"

Via Diário as Beiras
"Quando confrontarmos os números apresentados com aeródromos comparáveis verificamos que a realidade é diferente. O aeródromo municipal de Ponte de Sor, invocado pelo próprio Relatório de Fundamentação camarário como referência de comparação, registou custos anuais de 1,31 milhões de euros e receitas de apenas 550 mil euros. Resultado: um défice anual de 760 mil euros, suportado pelos contribuintes daquele município. Contudo, a Câmara da Figueira da Foz acredita que o seu aeródromo será “milagrosamente” diferente."

Ministro José Manuel Fernandes na Figueira

A Figueira da Foz tem um dos mais importantes portos de pesca da sardinha da Península Ibérica.
Em 2026, a época da pesca da sardinha em Portugal reabre oficialmente às 00:00 do dia 4 de maio.
A Cooperativa de Produtores de Peixe Centro Litoral, com sede na Figueira da Foz, presidida por Nuno Lé, organiza há vários anos a abertura nacional da safra da sardinha. Na oportunidade, junta representantes do Governo e de diversas entidades e instituições nacionais, regionais e locais. 
O Ministro da Agricultura e Pescas participa no primeiro dia da nova safra da sardinha a bordo de uma embarcação do cerco, com partida, pelas 00H00 de segunda-feira, no porto de pesca da Figueira da Foz.
No mesmo dia, pelas 11H30, José Manuel Fernandes participa no “bota-abaixo” da embarcação de pesca do cerco “Fernando Lé”, do armador figueirense António Miguel Lé, nos estaleiros navais da Figueira da Foz Atlânticeagle. 
Aquele membro do Governo participa ainda no almoço que assinala o primeiro dia da safra da sardinha, no Hotel Malibu, onde será exibido um vídeo sobre a certificação da sardinha ibérica. 
Nos dois últimos eventos da agenda, o ministro da Agricultura e Pescas tem como anfitrião o presidente da Câmara da Figueira da Foz, Santana Lopes. 
Os pescadores da pesca do cerco estão optimistas com o regresso à faina, mas admitem que haverá um aumento de preço da sardinha. Neste ano é permitida a pesca de 33.446 toneladas de sardinha, menos 960 toneladas do que no ano passado.  
Se tudo correr normalmente, as primeiras sardinhas chegam à lota já na próxima semana.

Buarcos: "Mercado de Primavera decorre até amanhã. Seguem-se a feira do livro e o Festival Pirata"

 Via Diário as Beiras

Na Figueira, também é sempre carnaval... (continuação)

Via Diário as Beiras

«O Carnaval fora de época, levou a um “prejuízo expectável”, de cerca de 10.500 euros, segundo avançou a presidente da Junta de Buarcos, Rosa Batista, na Assembleia Municipal da Figueira da Foz.
O prejuízo deverá ser assumido pelo Município da Figueira da Foz, de acordo com o “compromisso verbal” assumido pelo presidente da câmara, Santana Lopes, aquando da decisão do adiamento. A organização faturou 26,1 mil euros. No dia 11, foram pagas 1500 entradas. No dia 12, foram pagas 3600. O evento tinha um orçamento de 130 mil euros. O município assegurou 85 mil euros e apoio logístico. A receita contou com patrocinadores e bilheteira.»
Nota de rodapé
Sustentabilidade é o forte dos figueirenses: há décadas que andam a sustentar, através do voto, estes políticos "generosos"...
Porém, “não há generosidade na esmola: há interesse. Os pecadores dão para aliviar seus pecados; os políticos para merecerem os votos dos eleitores.”

Ontem, milhares celebraram o 1º de Maio por todo o País contra proposta de pacote laboral

Nas comemorações realizadas em Lisboa, o líder da CGTP-IN, Tiago Oliveira, afirmou que "a principal reivindicação é a rejeição total dos trabalhadores ao pacote laboral", sustentando que passados noves meses o conteúdo da legislação de alteração à lei do trabalho continua igual. "Sabemos que esta luta é prolongada , porque é um Governo que não vive as dificuldades de quem trabalha, não sabe qual a realidade da maioria dos trabalhadores e está de mãos dadas com a maioria dos patrões e tudo quer fazer para levar a cabo uma reforma laboral que é extremamente penalizadora para os trabalhadores", disse, avançando que por isso a CGTP vai hoje anunciar uma greve geral para 03 de junho para "dar continuidade a esta luta". 



Comunicado dos vereadores do PS na Câmara Municipal sobre relatórios de contas e de gestão de 2025

A OUTRA FACE DA MOEDA

«Os vereadores do Partido Socialista (PS), na Câmara Municipal da Figueira da Foz (CMFF), abstiveram-se nos relatórios de contas e de gestão de 2025.

Todavia, consideram que os referidos relatórios apresentam aspetos preocupantes da gestão camarária que têm de ser corrigidos durante o ano de 2026. Se o rumo que vem sendo seguido não for corrigido, os Vereadores do PS na CMFF, não terão outra alternativa que não seja votar contra os relatórios de 2026.

Assim, em relação a 2025:

A. O Balanço Financeiro apresenta um resultado líquido positivo de apenas 244m€, menos 34% do que em 2024 onde foi de 369m€.
B. O Passivo Total atingiu 52,4 M€, um aumento de 30,2% face a 2024.
C. O Município carrega um histórico de -70,8 M€ em Resultados Transitados. Este valor demonstra que a Autarquia vive num estado de desequilíbrio patrimonial estrutural.
D. A Demonstração de Resultados mostra que o Município está a perder eficiência operacional.
a. Os Gastos com Pessoal, aumentaram para 23,1 M€ em 2025, representando um crescimento de 13,2% face a 2024.
b. Os Fornecimentos e Serviços de Externos, mantêm-se em níveis elevados, 23,3 M€, consumindo uma fatia desproporcional das receitas correntes.
c. O Resultado Operacional teve uma queda de 33%, de 995m€ para 664m€, indiciando que a atividade do Município está a gerar menos valor.
E. A taxa de execução das Despesas de Capital que mede a relação entre o prometido e o executado, foi de apenas 33,6%. Os Setores mais preocupantes são os seguintes:
a. Educação: A execução foi de apenas 22,2%.
b. Saúde: A execução foi de apenas 8,4%.
c. Habitação: A execução foi de apenas 35,3% .
Verificámos ainda diversas situações anómalas no Relatório de Contas que não foram devidamente esclarecidas em Reunião de Câmara e que o Presidente informou depois na Assembleia Municipal se tratarem de erros do software de gestão. A saber:
a. Transferências para as Freguesias, aprovadas em Reunião de Câmara e que talvez não tenham sido feitas.
b. Subsídios para Entidades, aprovados em Reunião de Câmara e que talvez não tenham sido repassados.
c. Bolsas de estudo de alunos do ensino superior que talvez não tenham sido pagas.
F. O Município transita de 2025 para 2026 um Volume de Compromissos de 36,2 M€ que poderá limitar a capacidade de execução dos novos projetos e compromissos anunciados para 2026.
G. Verificámos ainda que o Município tem 1,2 M€ de receitas por cobrar, mostrando alguma ineficiência na cobrança de taxas e impostos municipais.
Os Vereadores do PS terão, ao longo de 2026, uma atitude vigilante e construtiva, com recomendações constantes, para que o Exercício de 2026 seja melhor do que o de 2025. Não fazemos politica demagógica ou populista, mas sim séria e responsável, feita a pensar nas pessoas.»

sexta-feira, 1 de maio de 2026

... " imóveis do Estado estão na mira do Município"...

 Via Diário as Beiras

Exercício de 2025 com contas aprovadas pela AM

 Via Diário as Beiras


Programa casa própria: aprovado protocolo de colaboração entre o município, a Figueira Domus e uma entidade bancária

 Via Diário as Beiras (para ler melhor clicar na imagem)

Abril em Maio

Há datas que acrescentam qualquer coisa à normalidade das nossas vidas. 
O 1º. de Maio é um desses dias. 
É dia de lutarmos para sermos pessoas inteiras. 
É dia de luta por direitos. 
É dia de defesa de direitos. 
É dia de luta pela dignidade e pela alegria de viver. 
É dia de Festa. 
Bom 1º de Maio para todos.
A CGTP-IN, através das suas estruturas regionais, assinala o 1º de Maio, Dia Internacional do Trabalhador, com manifestações, concentrações, convívios e iniciativas culturais, desportivas e lúdicas em 43 localidades do continente e das regiões autónomas.