Via Diário as Beiras
terça-feira, 26 de maio de 2026
Novos investimentos na Figueira precisam de estudos de Impacto Ambiental claros e fundamentados. Neste momento, o que se está a discutir é o "sexo dos anjos"
A notícia é esta.
Projeto de 800 milhões de combustível verde para aviação quer ‘aterrar’ na Figueira da Foz"A empresa francesa Elyse Energy já avançou com uma “proposta de definição de âmbito” (PDA) do seu projeto em Portugal, que antecede a avaliação de impacte ambiental.
A empresa francesa Elyse Energy está a dar os primeiros passos para instalar um projeto energético na Figueira da Foz. É nesta cidade portuguesa que pretende produzir combustível sustentável para a aviação (SAF na sigla em inglês).
Segundo o Expresso, arrancou a fase preliminar do licenciamento ambiental do projeto da Elyse Energy, que deverá exigir um investimento de 800 milhões de euros, de acordo com a Câmara Municipal da Figueira da Foz. A empresa francesa já avançou com uma “proposta de definição de âmbito” (PDA) do seu projeto em Portugal, que antecede a avaliação de impacte ambiental."
Projeto de 800 milhões de combustível verde para aviação quer ‘aterrar’ na Figueira da Foz"A empresa francesa Elyse Energy já avançou com uma “proposta de definição de âmbito” (PDA) do seu projeto em Portugal, que antecede a avaliação de impacte ambiental.
A empresa francesa Elyse Energy está a dar os primeiros passos para instalar um projeto energético na Figueira da Foz. É nesta cidade portuguesa que pretende produzir combustível sustentável para a aviação (SAF na sigla em inglês).
Segundo o Expresso, arrancou a fase preliminar do licenciamento ambiental do projeto da Elyse Energy, que deverá exigir um investimento de 800 milhões de euros, de acordo com a Câmara Municipal da Figueira da Foz. A empresa francesa já avançou com uma “proposta de definição de âmbito” (PDA) do seu projeto em Portugal, que antecede a avaliação de impacte ambiental."
Entretanto, segundo a edição de hoje do jornal Diário as Beiras, a "Elyse Energy
já iniciou
contactos para
desenvolver
um projeto de
combustível
sustentável, que
deverá consumir
o equivalente
a 3,8% do
consumo anual
de eletricidade
em Portugal".
"O presidente da
Câmara da Figueira da
Foz, Pedro Santana Lopes, reagiu às notícias sobre a instalação de uma
unidade de produção de
combustível sustentável
para aviação na Marinha
das Ondas, defendendo a
necessidade de clarificar
o papel do município e
criticando o que considera ser um clima de “insinuações” e contestação
recorrente a investimentos no concelho. Numa declaração publicada ontem nas redes sociais, o autarca referiu-se
ao projeto para sublinhar
que a autarquia não tem
intervenção direta na sua
promoção."
segunda-feira, 25 de maio de 2026
Goooooolo do Torreense
O Torreense ontem teve uma vitória que teve tanto de inesperada, como de justa, merecida, e espectacular.
Ontem foi o Clube mais representativo do concelho onde existe o melhor Carnaval genuinamente português, que marcou mais um golo.
A vida é mesmo assim.
A bola é redonda.
Contudo, se calhar, cá pela Figueira, isto está a ficar excessivamente redondo.
E, quando menos se espera, a bola cai-nos em cima.
A vida é mesmo assim.
A bola é redonda.
Contudo, se calhar, cá pela Figueira, isto está a ficar excessivamente redondo.
E, quando menos se espera, a bola cai-nos em cima.
Vocês estão a perceber alguma coisa?
Eu ignorante me confesso.
Mas, também nunca fui bom em nada.
Está prestes a fazer 100 anos: 28 de Maio de 1926
A República que tantas esperanças tinha criado vivia dias difíceis. As crises sucediam-se, os inimigos multiplicavam-se. Este foi o ambiente ideal para um golpe. que se transformou em ditadura, e que se deixaria encantar por um jovem Salazar
Imagem via jornal Público
sábado, 23 de maio de 2026
GRANDE MARCHA DE LISBOA 2026
A EUROPA EM LISBOA
Letra: José Quintela (José Miguel Dias Quintela da Silva)
Música: João Filipe (João Diogo Baptista da Gaga Rodrigues Filipe)
Vai a Europa p’la avenida
Com bandeiras de mil cores
A cantar a nossa vida
Passa alegre e bem vestida
Junto à rua dos amores
Hoje é noite de arraial
E ninguém será diferente
Vê-se o outro como igual
ou não fosse Portugal
um país p’ra toda a gente
Quando a Europa
quer ver uma cidade
a beijar a liberdade
vem a Lisboa
E quando às vezes
quer ser uma andorinha
p’ra não ter de andar sozinha
REFRÃO
vem a Lisboa
Quando quer ser
a luz que espalha a esperança
até onde a vista alcança
vem a Lisboa
Quando a Europa
quer ver o que é um povo
a fazer um mundo novo
vem a Lisboa
Corre o Tejo até ao mar
com os braços bem abertos
Quem aqui vem desaguar
Com destinos tão incertos
Vai a Europa p’las vielas
à procura do futuro
E o dia que vem delas
chega a todas as janelas
Nunca mais vai nascer escuro
Trump não é uma doença, é um sintoma
"Trump é apenas mais pornográfico.
Ele é efetivamente alguém de uma crueldade extrema. Talvez nenhum presidente estado-unidense tenha sido tão cruel e tenha mostrado tanto desrespeito pelas vidas humanas.
Mas não é “louco” sozinho. Há militares, juízes, procuradores a seguir as suas ordens.
A troco de quê, uma infame múmia de Nova Iorque aceitou julgar Maduro?
Foi Trump quem redigiu a infame acusação lançada contra Raul Castro e que pretende ser o pretexto e justificação para uma invasão de Cuba?
Foi Trump que bombardeou escolas e hospitais no Irão?
É Trump que pilota os barcos que destroem embarcações no Atlântico matando as tripulações?
É Trump que está no ICE?
Trump é fruto de uma sociedade que nunca foi melhor que isso.
Trump é um porco mas nada do que faz é novo.
Alguém acredita que Obama estava a pensar na liberdade do povo líbio quando, juntamente com os vassalos europeus, destruiu a Líbia?
E quem é que começou a armar os nazis ucranianos?
A diferença é que dantes os europeus, que acabavam a ter de gerir crises de refugiados provocados pelas guerras americanas à sua porta, eram enrabados com vaselina, agora é à bruta."
Texto a partir do Estátua de Sal
Governo cede 47,9 hectares na Figueira da Foz para celulose ampliar instalações
"O Governo vai ceder a título definitivo uma área de 47,9 hectares na Mata do Urso, na Figueira da Foz, para uma empresa de pasta de celulose ampliar as suas instalações na freguesia de Marinha das Ondas.
De acordo com o decreto n.º 13/2026 publicado hoje em Diário da República pela Presidência do Conselho de Ministros, a cedência da parcela de terreno implica que esta seja excluída do regime florestal daquela mata, que abrange território do litoral dos distritos de Coimbra (concelho da Figueira da Foz) e de Leiria (concelhos de Pombal e Leiria).
Como compensação pela exclusão do regime florestal da parcela da Mata do urso, a empresa de celulose cede três parcelas de terreno no concelho de Marvão, distrito de Portalegre, denominadas Penha Cabreira (83,3h), Selada (57,6h) e Ribeira de São Brás (49,6h), que passam a integrar a Mata Nacional da Serra de São Mamede, gerida pelo ICNF."
Via Diário as Beiras
sexta-feira, 22 de maio de 2026
Interior tem de ganhar escala para atrair investimento
O polo do "Invest Center" apresentado oficialmente no passado dia 14 de maio, em Ansião, quer afirmar-se como uma ponte entre investidores estrangeiros e os municípios do Centro do país, com especial enfoque na dinamização económica do interior norte do distrito de Leiria.
A 𝐈𝐧𝐯𝐞𝐬𝐭 𝐂𝐞𝐧𝐭𝐞𝐫 actua na área da 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐮𝐥𝐭𝐨𝐫𝐢𝐚, 𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚çã𝐨 𝐞 𝐝𝐞𝐬𝐞𝐧𝐯𝐨𝐥𝐯𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐨𝐫𝐠𝐚𝐧𝐢𝐳𝐚𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥, trabalhando com empresas e investidores na identificação de oportunidades de crescimento e valorização de projetos.
A 𝐈𝐧𝐯𝐞𝐬𝐭 𝐂𝐞𝐧𝐭𝐞𝐫 actua na área da 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐮𝐥𝐭𝐨𝐫𝐢𝐚, 𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚çã𝐨 𝐞 𝐝𝐞𝐬𝐞𝐧𝐯𝐨𝐥𝐯𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐨𝐫𝐠𝐚𝐧𝐢𝐳𝐚𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥, trabalhando com empresas e investidores na identificação de oportunidades de crescimento e valorização de projetos.
Ventura não quer oposição
Dentro do Chega a coragem de enfrentar, de dizer que não, não existe.
Tal não se conquista com os votos: é uma questão de carácter.
Talvez, por isso, haja poucos heróis: os heróis não têm respeitinho, têm atitude.
Talvez, por isso, haja poucos heróis: os heróis não têm respeitinho, têm atitude.
Imagem via Jornal Público (para ver melhor clicar na imagem)
Fogos em Portugal "têm um salvador, um culpado e um herói"
Na conferência "Incêndios Florestais: O Fogo Está A Mudar - E Nós?", que se realizou no CAE - Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz e foi promovida pela papeleira Navigator, Ribau Esteves defendeu que, em Portugal, o negócio do fogo, que marca a má notícia, tem de passar a ter menos importância do que o negócio da floresta, a boa notícia, na sua opinião.
"Arranjámos um salvador, mas que não vai funcionar. Mas, para manter a história bonita e o palco marcado pela má notícia, nós temos um culpado e temos um herói. Qualquer telenovela se alimenta infinitamente se tiver um salvador, um culpado e um herói".
"E esta história tem um salvador, que é o Bupi [o Balcão Único do Prédio, que permite registar e identificar terrenos rústicos], tem um culpado, que é o eucalipto, e tem um herói, que é o bombeiro. E aqui está o exercício base que faz com que, sistematicamente, a má notícia esteja no palco e o negócio do fogo tenha mais importância na comunicação e no peso político, porque não é assim na sua dimensão económica que tem o negócio da floresta", vincou Ribau Esteves.
Num discurso incisivo e crítico de mais de 25 minutos, repleto de ironia e de sarcasmo, o presidente da CCDRC notou que, em Portugal, "há uma coisa que não falta, há uma coisa que sobra, sobra planeamento", elencando uma série de planos existentes.
"A maior parte dos planos estão feitos para quem os fez, para fazer um visto na 'checklist' das obrigações legais e não exatamente para ser um instrumento que nos permite gerir melhor aquilo que justifica o planeamento e a base de assento da floresta, que é o território, voltamos sempre ao território", considerou o também antigo autarca de Ílhavo e de Aveiro.
Sobre o território, Ribau Esteves apontou, então, o Bupi como o "salvador da pátria", explicando porque é que "com tantos planos em cima deste território" Portugal não consegue "parar ou reduzir, a um nível baixo, a incidência dos fogos" florestais.
"Arranjámos um salvador, chama-se Bupi. Entendemos que o problema, afinal, é nós não conhecermos o cadastro, ou melhor, não conhecermos os donos do cadastro, não conhecermos os proprietários [dos terrenos rústicos]. E, então, vamos resolver o problema com o cadastro feito e a caracterização de quem é dono de cada uma coisa", afirmou.
"Já toda a gente percebeu que não vamos conseguir", enfatizou Ribau Esteves, estimando que o país atingirá, "talvez, na média (...) pelos 50%" de cadastro rústico realizado.
Essa percentagem, alegou, deriva do facto do financiamento da operação do Bupi, por via do "famoso PRR", o Plano de Recuperação e Resiliência, estar a meses de terminar.
"A grande questão continua a ser o que é que o Estado faz, o que é que nós conseguimos, como país -- o tal 'nós' do lema da conferência [de hoje] - fazer para agir sobre os tais 50% [de proprietários] que vamos continuar a não conseguir saber quem é", manifestou.
Na sua intervenção, Ribau Esteves fez ainda uma curiosa dissertação sobre a denominação 'fogos rurais' - que passou, há anos, a ser usada -- e que se recusa a utilizar.
"Eu sou engenheiro zootécnico, sou das ciências agrárias, e nunca vi nenhuma couve, nenhuma abóbora, nenhuma alface a arder", ironizou o presidente da CCDRC, dizendo que a explicação para a nova denominação lhe foi transmitida por um técnico da Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais: afinal, foi "uma coisa de marketing para tirar a dimensão negativa e a culpa de que o fogo é sempre da floresta".
"Eu não adiro a isso. É importante saber que o fogo é na floresta, é na floresta de pinheiro, é na floresta de eucalipto, ou dizermos aquilo que nos envergonha a todos: é que a maior parte da área ardida, sistematicamente, ano após ano, é nos territórios abandonados, é fogo de mato. E dá um bocado a noção de terceiro mundo a um país, se nós dissermos a verdade, e chamarmos 'fogos de mato' dá um ar horrível, mas é a verdade objetiva", declarou.
"Governo acelera reversão do legado do PS em seis áreas-chave"
"É evidente: a maldade, a crueldade são inventos da razão humana, da sua capacidade para mentir, para destruir" - Citação de José Saramago
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| Imagem Expresso |
Primeiro-ministro defende que “mais importante do que discutir se é ou não reformista é fazer”. Objectivos das grandes políticas têm passado muito pela inversão do caminho seguido pelo PS.
Nos executivos de Luís Montenegro, há uma inversão de caminho clara em sectores-chave.
Na
habitação, o Governo foi célere a
mudar de rota, desde logo, revogando medidas como a contribuição extraordinária sobre o alojamento
local ou a possibilidade de arrendamento coercivo de imóveis devolutos
do Mais Habitação do PS. O foco do
executivo passou a ser o de estimular
a construção e criar incentivos fiscais
e de financiamento para aumentar a
oferta. Para os jovens, o Governo
apostou na criação de uma garantia
pública na concessão de crédito ou
isenção de imposto de selo ou IMT na
compra da primeira casa.
Já na saúde, o plano do executivo
também alterou o azimute que vinha
do anterior executivo, reformulando e retirando competências à direcção
executiva do SNS. Com uma ministra
especialmente visada pelas oposições, as reformas em curso passaram
pela reorganização das urgências no
âmbito regional e, mais recentemente, por um novo regime parao INEM.
Os pontos mais sensíveis - e que são
uma inversão face ao modelo do PS
- ainda não foram aplicados, mas
estão anunciados: novas parcerias
público-privadas (PPP) e a revisão da
Lei de Bases da Saúde (uma linha vermelha do PS para viabilizar o Orçamento do Estado em vigor).
Na fiscalidade, a baixa de impostos
é uma das marcas que Montenegro
faz questão de sublinhar sempre que
pode. Se, no caso do IRS, o PS já tinha
começado uma trajectória de alívio,
o executivo da AD deu um passo
adiante com a actualização dos escalões e o alargamento do modelo IRS
Jovem. No IRC, fruto de negociação
com o PS, não conseguiu logo implementar a descida dos 21% para os 19%
(que estão actualmente em vigor).
Ainda assim, o plano do executivo é
o de chegar à taxa de 17% em 2028.»
Não se preocupem, isto continua a "ser o normal a meio dos mandatos"...
"Um ano após as últimas legislativas, socialistas lideram com 33,4% das intenções de voto. Coligação de Governo cai para terceiro lugar, com 23,2%, embora em empate técnico com o Chega (23,5%)."
Começa a dar frutos a estratégia de Luís Montenegro, Hugo Soares, e Leitões Amaros desta vida, ou isto é normal a meio dos mandatos?
Inauguração do monumento aos bombeiros: "Lídio Lopes sonhou, a Assembleia Municipal quis e Santana Lopes fez a obra" - e a malta pagou
"Ontem foi um dia bom" para todos. Lídio Lopes, o meu presidente, "depois de 16 anos", "viu concretizado um Sonho". A malta pagou "cerca de 60
mil euros". Foi uma verba muito bem gasta. O monumento é da autoria do escultor António Charneca, que também esteve presente na inauguração.
Via Diário as Beiras (para ler melhor clicar na imagem)
Portugal é um bom exemplo, mas é apenas mais um ...
"A desconfiança mata
a democracia.
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