sábado, 12 de setembro de 2026

Clarisse Oliveira, presidente da Junta do Alqueidão: “O sonho já esteve muito mais longe de se concretizar”

Via Diário as Beiras

A Figueira em 2026

Publiquei recentemente na minha página do facebook um texto sobre "a Cultura na Figueira em 2026".
Passo a citar.
"Desde finais do passado mês de Julho, altura em que decorreu a mais recente redistribuição de competências, que Cláudia Rocha emergiu como a vereadora com potencialmente maior amplitude de intervenção no Executivo municipal.
A super vereadora ficou com uma elevada quantidade de pelouros a seu cargo. A saber: Cultura, Turismo e Desenvolvimento Económico, Centro de Artes e Espectáculos, Recursos Humanos, Modernização Administrativa, Digitação e Novas Tecnologias, Mercados e Feiras, Coadjuvação de Olga Brás nas Relações com as Juntas de Freguesia, Desporto, Juventude, Serviço de Toponímia, Parque de Campismo e Serviço Veterinário Municipal.
Nas mãos de Cláudia Rocha ficaram áreas que mexem com a imagem pública da cidade, com os grandes eventos, com a economia, com o turismo, com os trabalhadores municipais, com a transformação tecnológica dos serviços e com boa parte da relação quotidiana entre a Câmara e os munícipes. Citando o Campeão das Províncias: "Da cultura ao desporto, dos mercados ao parque de campismo, dos recursos humanos às novas tecnologias, há poucas dimensões da vida municipal onde a sua assinatura não possa vir a ser necessária."

Vamos à Cultura.
Quem é esta vereadora da Cultura? 
Teve algum protagonismo conhecido e de relevo, anteriormente, nesta área?
Confesso a minha ignorância: nada sei, pois nada vi, ouvi ou li.
Porém, posso ser eu que esteja mal informado.
Conhecida - e reconhecida - é a sua disponibilidade para apoiar uma cultura de entretenimento para distrair, não pensar e não questionar. 
Numa palavra: inofensiva.
Numa altura em que é mais necessário do que nunca, "construir" e fomentar o pensamento crítico, para promover questões e proporcionar confronto de ideias, nada disto é visível na Figueira.
Será porque não interessa ao poder instituído no nosso concelho?
Na Figueira, pelo que consigo ver, a cultura acompanha o resto: reina a apatia, o conformismo, a alienação.
No limite o embrutecimento!"


Este, para que conste, é o texto de uma publicação que atingiu, até ao momento em que estou a divulgá-lo no OUTRA MARGEM, cerca de 14 mil visualizações.
Se o que acima está escrito pode ser considerado "um baixo, preconceituoso e classista ataque por parte de uma pessoa que se diz progressista", isso é algo, no mínimo, pelo menos para mim, surpreendente.

Nunca me escuso às minhas responsabilidades.
Confesso: neste caso fui traído pela imaginação.
Fernando Pessoa, esse mesmo, o Poeta, tinha aquela natural curiosidade que o levava a querer perceber tudo.
Escreveu um dia: "cultura é o aperfeiçoamento subjectivo da vida, dividido entre arte (aperfeiçoamento directo) e ciência (aperfeiçoamento do conceito do mundo), sendo mais do que erudição; é uma atitude de espírito que extrai sabedoria das experiências, cultivando a curiosidade e o aprofundamento, e não apenas o acúmulo de saber." 

O Poeta, ao contrário de mim, percebeu tudo. 
Não valia mesmo a pena falar no que não existe na Figueira.
Os figueirenses devem continuar a acreditar no que este executivo promete vir a dar, mesmo que saibamos que não se pode dar o que não se pode.

A vitimização faz parte do processo.
A receita é simples: vitimizamo-nos, esperando que, mais à frente, a pena dos figueirenses se transforme em perdão pelo que se prometeu fazer e não se fez.
Os figueirenses, têm memória curta e gostam de acreditar no Pai Natal.
Tudo bem. 
O tempo do dito aproxima-se. Dezembro está à porta. 

O direito à Liberdade para concordar, ou discordar, não é uma brincadeira para meninos "ditos progressistas" traquinas.
No meu caso, em particular, não se trata (nunca se tratou...) de "bater".
Contudo, vou continuar a não dispensar o espírito crítico.
Vivemos numa época perigosa. É evidente a ocupação do espaço mediático pelos arautos do populismo cultural e político. 
Nelson Rodrigues, um pessimista militante, achava que "os idiotas vão tomar conta do mundo; não pela capacidade, mas pela quantidade."
Eles são muitos.
Porém, a curiosidade intelectual nunca cega, alarga a visão. 

sexta-feira, 11 de setembro de 2026

André Ventura está cada vez mais nervoso e a história do eventual assalto ao seu gabinete está cada vez mais estranha...

"... Ventura lança suspeitas sobre o PSD e o LIVRE..."
Mas, "quem será o pai da criança"?..

Um dos momentos altos do centenário da Sociedade Instrução e Recreio de Lares

 Via Diário as Beiras

"A solução é complexa e cara"

 Via Diário as Beiras

Situação complexa: "limites territoriais continuam por definir"

Via Diário as Beiras: "Autarcas dos concelhos da Figueira da Foz e Cantanhede estão empenhados numa solução".

Os riscos 
 "Qualquer dia, corremos o risco de construções no concelho da Figueira da Foz terem de ser licenciadas pela Câmara de Cantanhede. Esta é uma invasão suave que nos vão impondo, e não fazemos nada”, sustentou o vereador do PS João Paulo Rodrigues, da oposição, intervindo na reunião da Câmara da Figueira da Foz. “Cantanhede não tem vindo a aumentar a expansão para o nosso território. Há, é verdade, dois imóveis, a ETAR e parte do Rovisco Pais [construídos em território figueirense, mas sob tutela de Cantanhede]”, retorquiu, por seu lado, o vereador executivo da maioria FAP, Manuel Domingues."
Vila Mota
"Existem várias zonas de contacto territorial entre o concelho da Figueira da Foz e os municípios vizinhos que poderão ser redefinidos. A Vila Mota, na linha da fronteira dos dois concelhos, por exemplo, é cobiçada por Montemoro-Velho. Mas isso não tem gerado diferendos institucionais. De resto, a Mota Engil vai reabilitar o conjunto de habitações para fins turísticos e o município figueirense deverá recorrer à empresa Águas do Baixo Mondego e Gândara para assegurar as infraestruturas básicas à urbanização, dada a proximidade da rede de água e saneamento de Montemor-o-Velho."

Passam hoje 53 anos que os aviões e tanques fascistas bombardearam o Chile da Unidade Popular.

Imagem: daqui
Pelas 05h45 do dia 11 de Setembro de 1973 iniciava-se a "Operação Silêncio" com a neutralização das comunicações nacionais e a ocupação de universidades, fábricas e bairros de trabalhadores. Menos de nove horas depois, a bandeira branca da rendição surgia no Palácio de la Moneda. Antes de cometer suicídio, o Presidente Salvador Allende dirigia-se pela última vez ao povo chileno com palavras que merecem ser recordadas: "Pagarei com a minha vida a lealdade do povo."

Foi com um golpe de estado violento e radical que se iniciou o consulado de Pinochet, regime repressivo e economicamente ultraliberal, que marcou o Chile com milhares de mortos, desaparecidos, torturados e exilados. Crimes que não podem ficar esquecidos e sem o julgamento a que ainda hoje não foram submetidos.
Sete meses depois do 11 de Setembro de 1973, a liberdade que Abril nos deu permitiu-nos gritar de norte a sul do País: "Portugal não será o Chile da Europa!" 

quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Câmara garante nova ligação à Praia da Leirosa. A estrada, prevista para 2027, terá cerca de 1,5 quilómetros e inclui a dois pontões

Via Diário as Beiras
«O presidente da Associação de Moradores da Praia da Leirosa mostrou-se satisfeito com o anúncio de que a segunda via rodoviária vai avançar, mostrando-se, contudo, expectante em relação à evolução do processo. Por outro lado, José Bilhau destacou que a Celbi tem transmitido à associação que “está interessada na estrada e disponível para colaborar com a Câmara da Figueira da Foz”. E frisou que a Junta da Marinha das Ondas está igualmente “empenhada na realização da obra”. O dirigente espera que o próximo Orçamento do Município tenha inscrita uma verba que permita iniciar a construção da via rodoviária.»
Por sua vez, «o vereador Ricardo Silva abordou o processo da nova ligação rodoviária à Praia da Leirosa na reunião de câmara. O autarca do executivo camarário da coligação FAP (PPD/PSD – CDS/PP) respondia ao vereador único do Chega, Hugo Fresta, que indagou a maioria sobre aquela promessa eleitoral. “O traçado está mais ou menos definido”, adiantou o edil da FAP, destacando que a obra inclui expropriações. Não obstante, avançou que a Câmara da Figueira da Figueira da Foz pretende realizar a obra em 2027. Para o efeito, está à procura de financiamento europeu ou estatal.»

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Parabéns Chega

Para salvar o governo, que o mesmo é dizer, desviar o foco do caos na saúde, do descalabro na educação, do preço dos combustíveis, do aumento dos bens essenciais e do aumento das taxas de juro, alguém faria melhor, ou diferente, do que apresentar uma moção de censura por causa de um ministro que, enquanto diretor de uma polícia, se limitou a ser o típico português do desenrascanço, alguém faria melhor do que aquilo do que o Chega promoveu ontem na Assembleia da República?

Os tolos, otários, lorpas e trouxas somos nós (quase) todos

João Pereira Coutinho, um dia destes no Correio da Manhã.
"Nunca percebi esta tendência de levar a sério o que dizem cantores ou actores sobre política. De um cantor, espero que cante. De um actor, que represente. E do meu barbeiro, já agora, que faça milagres na penugem. O que pensam sobre o capitalismo ou o Médio Oriente é mera poluição sonora."
Que haja quem seja bem pago para escrever merdas como esta, consigo entender. 
Que haja quem compre um jornal para ler merdas como esta, já não consigo entender.

No passado sábado, para a minha bolsa, paguei uma pequena fortuna para atestar o depósito do meu carro: quase 80 euros
E fiz bem. Tanto quanto sei, o valor do gasóleo e da gasolina atingiu na passada segunda-feira o valor mais alto de sempre.
Repito: o valor mais alto de sempre.

Mas isto pode ser revertido. João Mendes explica.
"Desta vez, o assalto em questão não é da exclusiva responsabilidade da ganância dos oligarcas monopolistas dos combustíveis, que é preciso taxar em proporção. Se eles nos podem explorar como senhores feudais, o povo tem o direito de lutar por ver a sua riqueza taxada. O assalto não pode ficar sem resposta e cada um luta com as armas que tem. Os oligarcas lutam com o dinheiro que lhes permite comprar políticos, órgãos de comunicação social e anúncios nas redes sociais. A nós resta-nos votar em quem esteja dispostos a taxá-los.
Mas os responsáveis por este e por todos os aumentos dos preços dos combustíveis dos últimos meses tem nomes. Trump, Rubio, JD Vance, Hegseth, Netanyahu e respectiva corte de talibans sionistas. Eles e todos os colaboracionistas da direita radical e da extrema-direita que apoiam a guerra no Irão, a política de tarifas e, no geral, as relações internacionais belicistas promovidas por esta administração corrupta e pelos seus homens de mão, lá como cá.
E como um mal nunca vem só, o aumento do preço dos combustíveis arrastará consigo o preço dos alimentos, das matérias-primas, dos bens de consumo em geral e, claro, dos juros da dívida. E isto é só o início.
Em suma, ficaremos todos mais pobres para que Trump, o seu gangue e os seus fantoches europeus fiquem ainda mais ricos.
É este o resultado prático da política da extrema-direita: guerra, inflação galopante, tecido económico destruído, pobreza, insegurança e oligarcas corruptos extraordinariamente ricos. O exacto oposto daquilo que prometeram antes de chegar ao poder.
É esta a sua receita.
Morte, caos e miséria.
André Ventura apoia este presidente e as suas práticas. E está ao lado da b.rutalidade israelita na Palestina e da guerra contra o Irão que fechou o Estreito de Ormuz. Logo, André Ventura está na trincheira daqueles que te querem e estão a tornar mais pobre e desprotegido. Mas ainda andam por aí alguns idiotas úteis que acreditam que o político mais oportunista da história deste país e “anti-sistema”. Ser populista é fácil demais."
Morte, caos e miséria, é o plano que a extrema-direita tem para ti, querido otário, tolo, lorpa e trouxa

Voltando ao início.
João Pereira Coutinho, no Correio da Manhã.
"Nunca percebi esta tendência de levar a sério o que dizem cantores ou actores sobre política. De um cantor, espero que cante. De um actor, que represente. E do meu barbeiro, já agora, que faça milagres na penugem. O que pensam sobre o capitalismo ou o Médio Oriente é mera poluição sonora."
Que haja quem seja bem pago para escrever merdas como esta, consigo entender. 
Que haja quem compre um jornal para ler merdas como esta, já não consigo entender.

Vai arrancar o novo ano letivo no concelho da Figueira da Foz : estão inscritos 6 871 alunos, 1 167 estrangeiros de mais de 40 nacionalidades

Via Diário as Beiras
números 

"Até ao fim da semana passada, estavam matriculados 6.871 alunos na rede pública de ensino do concelho da Figueira da Foz. 
No ano passado, as aulas arrancaram com 6.883 alunos inscritos, mais 43 do que no ano letivo anterior. 
Por agrupamentos, o da Zona Urbana tinha há uma semana inscritos 2.056 alunos, o da Zona Norte 1.440, o da Figueira Mar 1.294 e o do Paião 978. A Escola Joaquim de Carvalho tinha 1.103 matrículas efetuadas. 
Pelo segundo ano letivo consecutivo, a Escola Bernardino Machado está fechada para obras. As atividades letivas e administrativas decorrem na Escola Infante D. Pedro."

a novidade
"O novo ano letivo começa na Figueira da Foz com novidades nas Atividades Extracurriculares (AEC), como programação informática e utilização de Inteligência Artificial, monitorizada e limitada, e uma plataforma digital de gestão das atividades e da logística associada, além de inovações aplicadas nas vertentes desportiva, artística, sensorial ou ensino de inglês. 
A empresa figueirense Tendências e Argumentos, Lda. ganhou o concurso público lançado pelo Município da Figueira da Foz para este ano letivo. As AEC são um programa lúdico destinado ao 1.º Ciclo do Ensino Básico."

Festas da Senhora da Encarnação este ano com tasquinhas

Via Diário as Beiras (para ler melhor clicar na imagem)

terça-feira, 8 de setembro de 2026

Presidente da Escola Nacional de Bombeiros demite-se e acusa Liga de “ameaça e chantagem”

Via Diário as Beiras 
"O presidente da Escola Nacional de Bombeiros (ENB) apresentou hoje a demissão devido à falta de “tranquilidade, previsibilidade e estabilidade necessárias” para as funções e acusou o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses de “ameaça e chantagem”. 
Numa carta enviada à presidente da mesa da assembleia geral da ENB, a que Lusa teve acesso, Lídio Lopes, também presidente dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz, renuncia ao cargo a partir de 01 de outubro, referindo que está impedido de continuar a desempenhar as funções por considerar que “a partir de agora, não haverá a tranquilidade, a previsibilidade e a estabilidade necessárias ao exercício de uma função que, pelas suas características, tem contornos muito especiais”. 
Lídio Lopes, nomeado pela ex-ministra da Administração Interna Margarida Blasco para um mandato de três anos, entre julho de 2024 e julho de 2027, apresenta a demissão à presidência da ENB, que tem como associados a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e a Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), numa carta de 17 páginas."

São Julião cria Comissão Social de Freguesia

«Neste momento, ainda não há números sobre os potenciais beneficiários das ações da Comissão Social de Freguesia de São Julião, mas o presidente do executivo da junta acredita que serão “muitas dezenas”. Em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, Manuel Rascão Marques ressalvou que “a situação social na freguesia de São Julião não é grave”. E elogiou: “A Câmara Municipal da Figueira da Foz tem feito um trabalho atento nessa matéria.

A Junta de São Julião constituiu uma Comissão Social de Freguesia, integrando diversos parceiros com atividade na cidade da Figueira da Foz. 

“O executivo da junta sentiu necessidade de existir esta resposta social. É necessária, pela análise que fizemos da situação da freguesia. São Julião é uma freguesia que tem muitos idosos, tem algumas pessoas carenciadas e tem alguns problemas sociais, quer de alcoolismo quer de pessoas que vivem na rua”, afirmou o presidente da junta de freguesia, em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS. 

Para Manuel Rascão Marques, este é o momento de agir, antes que a situação social em São Julião evolua negativamente. “É uma situação que carece da nossa atenção, para evitar uma evolução negativa”, defendeu. 

A Comissão Social de Freguesia da São Julião pode iniciar a sua atividade após a tomada de posse dos órgãos sociais, liderados pela Junta de São Julião. A cerimónia realiza-se no dia 17 deste mês, pelas 21H00, na Assembleia Figueirense.»

5 de Outubro, em Buarcos, "uma artéria que está sinalizada como zona pedonal desde a sua reabilitação"

 Via Diário as Beiras

segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Já ontem era tarde

Via Diário as Beiras (para ler melhor clicar na imagem)


Da série, "é uma pena as pessoas não olharem para aquilo que interessa”

Via Diário as Beiras (para ler melhor clicar na imagem)

Santana Lopes: “é uma pena as pessoas não olharem para aquilo que interessa”

Concordo:  “é uma pena as pessoas não olharem para aquilo que interessa”Não deve haver nada pior que vivermos numa cidade que não se dá ao respeito, permite que nos retirem os sonhos e que acabem com o nosso sorriso...
Citando o Dr. Santana Lopes, sobre a feira anual que pretende começar a realizar no concelho da Figueira da Foz. . “Se algo me preocupa é pensar no futuro, e conhecendo o passado deste concelho muito consideravelmente, é a vida da zona envolvente do Mosteiro de Seiça, que está perto de uma ligação à autoestrada [A17]”.  “Temos ali uma área de oito hectares, por trás do mosteiro, toda limpa. É uma hipótese. Tenho esta visão de fomento e desenvolvimento do concelho de que nem tudo pode ou deve ser feito no centro da cidade”
Santana Lopes, quando concluiu o primeiro mandato na presidência da Câmara da Figueira da Foz (1997 - 2001), deixou o contrato do projeto e o terreno prontos para a construção de um centro de congressos. O seu sucessor Duarte Silva não lhe deu continuidade e o município teve de indemnizar o gabinete de arquitetura. De novo na liderança do concelho, Santana Lopes deverá acrescentar aquela valência ao pavilhão multiusos que o município irá contruir na Salmanha. “A Figueira atrasou-se em relação a outros municípios que dispõem de espaços equivalentes”, disse o autarca aos jornalistas.