sexta-feira, 17 de abril de 2026

No debate, de segunda-feira na CNN, com Pacheco Pereira, André Ventura sabe que mentiu

Pedro Tadeu
«disse que os políticos “do sistema” não admitem os crimes políticos do pós-25 de Abril e citou conclusões do Relatório da Comissão de Averiguação de violências sobre presos sujeitos às autoridades militares”, o chamado “Relatório das Sevícias” – mas ao fazê-lo desmentiu-se a si próprio. 
 Esse relatório, publicado em julho de 1976, foi elaborado por indicação do Conselho da Revolução no rescaldo do 25 de Novembro de 1975. Este facto foi omitido por Ventura. 
O documento foi um instrumento político dos vitoriosos desse último golpe e muito do que lá se diz não está devidamente sustentado, nem inclui a defesa das pessoas e instituições acusadas de serem autoras das ditas sevícias. É parcial e duvidoso, mas, sem dúvida, também conterá verdades.»

"Hoje o país está melhor e os portugueses também estão melhor"!.. - diz Montenegro...

Entre impostos e baixos salários, classe média perde força em 13 anos


"Portugal tem um retrato brutal de desigualdade. 1% concentra quase um quarto do património, enquanto metade da população sobrevive. A riqueza dispara no topo enquanto a maioria empobrece.

Há números que não permitem suavizações nem discursos moderados. Entre 2011 e 2024, Portugal não apenas falhou em reduzir desigualdades, aprofundou-as de forma significativa. Os dados mais recentes mostram um país onde a concentração de riqueza atinge níveis difíceis de ignorar: enquanto uma minoria acumula património a um ritmo acelerado, milhões de pessoas continuam presas a uma realidade de escassez, mesmo trabalhando todos os dias. Pelo meio, uma classe média cada vez mais pressionada sustenta grande parte do esforço fiscal e vê a sua estabilidade deteriorar-se.

Trabalhar e continuar pobre: a nova norma

Se a concentração de riqueza impressiona, os dados relativos aos rendimentos do trabalho revelam um país ainda mais frágil. Em 2024, cerca de 66% dos trabalhadores aproximadamente 3,9 milhões de pessoas - recebiam até mil euros brutos por mês. Na prática,  após descontos, isso traduz-se em cerca de 848 euros líquidos ou menos. Mais de um milhão de trabalhadores acumulavam dois empregos. A ideia de que o trabalho garante uma vida digna está cada vez mais distante da realidade. Trabalhar deixou de ser, para muitos, um caminho seguro para sair da pobreza e passou a ser apenas uma forma de a atenuar. A distribuição salarial reforça esta perceção: cerca de 195 mil trabalhadores recebiam até 600 euros, quase 289 mil entre 600 e 80o euros, e mais de 3,4 milhões situavam--se entre 801 e mil euros mensais. Após descontos, os valores disponíveis tornam-se insuficientes para cobrir despesas essenciais, соmo habitação, alimentação, transportes e energia."

Seis meses depois da eleição para o segundo mandato consecutivo na presidência da Câmara da Figueira da Foz, Santana faz balanço

...e analisa os investimentos e obras em curso, ao mesmo tempo que garante uma gestão autárquica com equilíbrio financeiro numa "entrevista grande" (são 4 páginas) ao Diário as Beiras.




PARA LER MELHOR CLICAR NAS IMAGENS

A vergonha transparente: em nome da transparência, é urgente e premente moralizar e reciclar a vergonha, antigo sentimento que impedia certas promiscuidades

"O título “Deixou de ser possível saber quem financia partidos e campanhas políticas” devia envergonhar-nos pela forma como desconsidera o direito à informação e, já agora, a liberdade de imprensa."

Obras de melhoria de acessibilidades do porto: Agência Portuguesa do Ambiente autorizou o “reinício condicionado e progressivo dos trabalhos”

Via Diário as Beiras
APFF na Portos 5+
"O Governo já nomeou a equipa de apoio à aplicação da estratégia para os portos continentais Portos 5+, com elementos dos conselhos de administração dos portos, coordenada pelo presidente do Porto de Lisboa e dos portos de Setúbal e Sesimbra, Vítor Manuel dos Ramos Caldeirinha. Integram ainda a equipa, entre outros, os presidentes dos conselhos de administração dos Portos do Douro e Leixões e Viana do Castelo, João Pedro Moura Castro Neves, Porto de Aveiro e do Porto da Figueira da Foz, Maria Teresa Belém Correia Cardoso, e Portos de Sines e do Algarve, Pedro do Ó Barradas de Oliveira Ramos."
A estratégia
"A estratégia Portos 5+ foi anunciada em julho de 2025, tendo com objetivo promover o crescimento do setor portuário em 10 anos. O programa prevê um investimento de quatro mil milhões de euros e 15 novas concessões até 2035. O Governo definiu como uma das ações estratégicas aumentar o crescimento das estruturas portuárias com investimento privado de três mil milhões de euros e outros mil milhões de euros da Autoridade Portuária e fundos comunitários. A equipa técnica vai acompanhar a aplicação dos planos estratégicos e apoiar a preparação dos cadernos de encargos."

Trump tornou-se um ativo tóxico

"Enfrentar Trump, no plano político, passou a ser uma medalha de bons serviços. Aceitar ser seu súbdito significa perder duas vezes: primeiro, a honra e, depois, os eleitores".

Figueira da Foz de antigamente ganha vida em cartoon 3D

Exposição do arquiteto e cartunista José Carlos Ferreira evoca a memória das profissões e edifícios que marcaram a história do município.

"A exposição "Figueira em Miniaturas - Cartoon em 3D" da autoria do arquiteto e cartoonista José Carlos Costa Ferreira (conhecido como Zé Carlos), apresenta uma reconstrução histórica da cidade a partir de peças, construídas manualmente com base na experiência do autor. No espaço estão retratados edifícios emblemáticos, tradições locais e o quotidiano de outras épocas, fundindo o desenho tradicional com o volume tridimensional para preservar a memória coletiva da região.

O acervo destaca edifícios desaparecidos, como o Teatro Príncipe Dom Carlos, destruído por um incêndio, e zonas típicas como o Bairro do Vale. A obra recupera também tradições culturais e económicas, estabelecendo o contraste entre o passado e o presente através da Arte Xávega — outrora operada com bois e atualmente com tratores — e da representação de costumes como a Queima do Judas e o Banho Santo de São João.

Uma parte significativa do trabalho é dedicada à revitalização de profissões extintas ou em declínio que caracterizavam as ruas da Figueira da Foz. Entre as figuras representadas encontram-se o recoveiro, o amolador, o fotógrafo "à minuta", o vendedor de gravatas e a mulher das pevides. Além das ocupações, a exposição imortaliza personagens populares da cidade, como o Paulino e o Visconde, cujas histórias e humor faziam parte da identidade social local.

Atualmente patente no Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz, o projeto visa tanto a recordação para as gerações mais velhas como a educação dos mais jovens. O autor manifesta o objetivo de encontrar um espaço para uma exposição permanente, garantindo que o património histórico e as vivências da cidade sejam transmitidos e acessíveis."

Para ver a reportagem de Manuel Portugal e João Miguel Silva no Canal de Televisão CONTA LÁ, clicar aqui.

quinta-feira, 16 de abril de 2026

Executivo camarário visitou ontem a obra, que já tem a terraplanagem concluída

Via Diário as Beiras: "a obra foi adjudicada por 3,9 milhões de euros (mais IVA) à Civibérica. Foi consignada em 3 outubro 2025, tendo um prazo de execução de 15 meses. Prevê-se que a empreitada fique concluída no dia 4 de janeiro de 2027. Até ao final de março, foi executada obra no valor de 887.262 euros, o que corresponde a 22,23% do orçamento. Reivindicada pela população, agentes económicos e autarcas há várias décadas, a variante de Quiaios, com cerca de 3,5 quilómetros, ligará a sede de freguesia à Praia de Quiaios através da área florestal, desviando tráfego da congestionada rua Direita na vila de Quiaios."

Para ler melhor clicar na imagem.


Amanhã no Diário as Beiras, entrevista com Santana Lopes

O DIÁRIO AS BEIRAS, segundo o que anuncia na edição de hoje,  publica amanhã uma entrevista a Santana Lopes, feita seis meses depois da eleição para o segundo mandato consecutivo na presidência da Câmara da Figueira da Foz, com uma esmagadora maioria absoluta. Na entrevista, o autarca aborda, entre outros assuntos, a variante de Quiaios, habitação pública, desenvolvimento económico do concelho, gestão financeira do município, os constantes pedidos de revisão de preços das empreitadas em curso e as suas avultadas e insustentáveis implicações financeiras, segurança marítima no porto ou administração portuária.

“Memórias de Barro-As Fábricas de Cerâmica da Figueira da Foz” pode ser visitada de quarta a sábado das 14H00 às 18H00. A entrada é gratuita

A exposição temporária “Memórias de Barro-As Fábricas de Cerâmica da Figueira da Foz” está patente na Casa do Paço e pode ser visitada das 14H00 às 18H00. A entrada é gratuita.

“Memórias de Barro-As Fábricas de Cerâmica da Figueira da Foz” procura, através de objetos, fotografias e documentos, reconstruir a história das fábricas de cerâmica do concelho da Figueira da Foz, bem como a diversidade das produções, desde louça utilitária a materiais de construção, apresentando igualmente uma sumária história das fábricas.
A exposição resulta de um estudo aprofundado da coleção de cerâmica do concelho da Figueira da Foz pertencente ao MMSR e compreende a produção desde finais do século XIX ao século XX, concentrada nas freguesias de Brenha, Buarcos, Lavos, São Julião e Tavarede, com produtos finais destinados fundamentalmente ao mercado local e regional.
Quanto às principais fábricas de material de construção estudadas e agora documentadas estão a Empresa Industrial do Cabo Mondego, a Manufatura Cerâmica Figueirense e a Cerâmica Figueirense, Lda., que acompanharam o crescimento económico e urbano da Figueira da Foz.

quarta-feira, 15 de abril de 2026

Olga Brás foi nomeada vice-presidente da Câmara

Via Diário as Beiras: "Olga Brás ganhou prestígio autárquico já no anterior mandato, pelo seu desempenho nos pelouros que Santana Lopes lhe delegou, merecendo elogios públicos dos seus interlocutores institucionais. No atual mandato, o presidente da câmara voltou a confiar-lhe a Educação e Formação Profissional, a Saúde, a Habitação e os Assuntos Sociais. “É uma senhora com experiência nas coletividades, nas freguesias e conhece a realidade do município. É uma senhora de muita categoria, e isso é sempre, obviamente, muito importante”, frisou ontem Santana Lopes, em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS.

 A insegurança inicial, própria de quem exerce um cargo pela primeira vez, foi sendo substituída pela visibilidade do seu trabalho, sobretudo nos pelouros de políticas sociais, granjeando reconhecimento público e afirmando-se como elemento de referência do executivo camarário."

terça-feira, 14 de abril de 2026

Imposto sobre o tabaco: alteração decidida pelo Governo vai render menos dinheiro ao SNS


Via Jornal Público

Há uma redução enorme da consignação do imposto do tabaco para a área da saúde.

"Perda será na ordem dos 150 milhões de euros. Governo alega que anterior modelo tinha "fragilidades" e que verbas eram usadas na execução orçamental do SNS em vez de na prevenção.

Com a regra anterior, e que vigorou no Orçamento do Estado (OE) para 2025, tendo em conta a execução orçamental do ano passado, o SNS tem direito a receber 186 milhões de euros por via deste imposto. Com a alteração que o Governo decidiu fazer no OE para 2026, e assumindo que não haverá grandes alterações no nível de consumo, a verba que irá resultar deste imposto destinado ao SNS será bem inferior à do ano passado, caindo para cerca de 33 milhões de euros. Ou seja, menos cerca de 153 milhões de euros face ao valor do ano passado."

Entre os deputados municipais há dois arquitectos. Santana Lopes deixou de despachar processos com projetos deles, sobretudo os de Edgar Gonçalves (eleito pela coligação FAP)

Via Diário as Beiras:
"Nas eleições autárquicas de 2025 foram eleitos dois arquitectos para a Assembleia Municipal da Figueira da Foz - Edgar Gonçalves, pela coligação FAP (PPD/ P SD – CDS/PP), a mesma força política de Santana Lopes, e Pedro Daniel Santos, pelo PS.
O presidente da câmara fez um despacho interno para informar os serviços de Urbanismo que não assinava mais processos com projetos de arquitectos deputados municipais. “Há projetos de dois deputados municipais, mas, para mim, é mais complicado sendo um apoiante do executivo [camarário] que está em funções”, sustentou Santana Lopes, na sessão de câmara.
A decisão de Santana Lopes deixar de despachar processos dos Departamento de Urbanismo da Câmara da Figueira da Foz com projetos dos arquitectos que também são deputados municipais no concelho, tendo por finalidade evitar eventuais conflitos de interesse, está sustentada por um parecer jurídico. Na sequência da decisão do presidente da câmara, o deputado municipal e arquitecto Edgar Gonçalves, da mesma força política, pediu a suspensão do mandato. Por seu lado, o homólogo Pedro Daniel Santos, do PS, aguarda por um parecer que, entretanto, solicitou à Ordem dos Arquitetos."

segunda-feira, 13 de abril de 2026

Há um Churchill na Europa: chama-se Pedro Sánchez

Via Jornal Público (para ler melhor clicar na imagem)


Ventura não quer mudar o sistema, quer é tomar conta do sistema...

"André Ventura mantém porta aberta para negociar visto prévio e lei laboral e revela que Chega e Governo vão reunir-se para discutir fim do visto prévio."

O presidente do Chega, André Ventura, também defende o fim do visto prévio do Tribunal de Contas. Foto: MIGUEL A. LOPES/LUSA

Depois do carnaval...

Nesta Figueira até em Abril é carnaval…
Via Diário as Beiras: "Esta foi a primeira vez que a Junta de Buarcos organizou o Carnaval, com o apoio do Município da Figueira da Foz, que assegurou 85 mil euros e garantiu apoio logístico. Os custos do evento acendem a 130 mil euros. Os organizadores contam, ainda, com a receita das bilheteiras e dos patrocinadores".
Para ver melhor clicar na imagem.

Presidente da câmara ficou “muitíssimo sensibilizado”

Em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, Santana Lopes disse que "o almoço foi por sugestão do senhor primeiro-ministro".

Para ler melhor clicar na imagem.

Reinado de Orbán chega ao fim

Péter Magyar eleito novo primeiro-ministro da Hungria...
«Não é que haja grandes esperanças em tempos redentores para a Hungria, mas a derrota de Orbán abre as janelas e a areja a "casa", o que é sempre boa notícia.
Quanto aos reflexos em Portugal, esses farão sentir-se sobretudo no CH, cujas ligações ao regime autoritário do homem que agora sai de cena se estreitaram nos últimos anos.
... o melhor é fixar já a memória, com imagens a condizer, não vá a história desta intimidade ser reescrita nos próximos dias. E rasurada
Mais imagens aqui.