Via Diário as Beiras (para ler melhor clicar na imagem)
segunda-feira, 7 de setembro de 2026
Santana Lopes: “é uma pena as pessoas não olharem para aquilo que interessa”
A Festa do Avante! e os jornais desta segunda-feira...
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| Imgem: daqui |
A grandiosidade do evento, a nível cultural, social e político, que este ano comemorou 50 anos, penso que é difícil colocar em causa.
Na primeira página do Correio da Manhã, Jornal de Notícias, Diário de Notícias, de hoje, nem uma linha, quanto mais foto.
Apenas no Público, na primeira página, vem uma pequena referência.
Será que os jornais não conseguiram ver "os drogados, as ambulâncias e a malta a fornicar nas plateias dos diversos palcos"?
Ao menos poderiam mostar o "partido moribundo".
Nem ao menos isso!..
Aqui, neste minúsculo e irrelevante espaço (apesar de ter mais visualizações que muitos jornais diários em Portugal), fica um desafio: "não morram sem ir à Atalaia ver a Festa do Avante!".
Vão ao menos uma vez. Assim poderão falar mal a sério.
Para quem ainda não percebeu o momento que vivemos.
Já que vivemos num ambiente de capitalismo desumano e selvagem, garantir que quem trabalha consegue viver condignamente é algo que vale a pena.
A construção do socialismo fica para depois.
domingo, 6 de setembro de 2026
Como financiar novo investimento público depois do PRR?
“Apelamos para que esses mecanismos sejam céleres e eficazes. Para que as obras que estão em execução possam continuar e para que os municípios que decidiram avançar, que tiveram esse arrojo de avançar, não fiquem prejudicados”, sublinhou na ocasiáo o presidente da ANMP, Pedro Pimpão.
No final de uma reunião do conselho diretivo da ANMP, Pedro Pimpão afirmou que este é o momento adequado para apurar quais os projetos e investimentos que ficaram por concluir até 31 de agosto e que ainda carecem de financiamento.
“O Orçamento do Estado está a ser preparado agora para o próximo ano. Aquilo que nós apelamos, e creio que está também a ser feito, é o apuramento daqueles que são os investimentos que necessitam desse complemento financeiro”, acrescentou.
À agência Lusa, o autarca admitiu que “há preocupação adjacente com alguns investimentos e obras”, nomeadamente na área da educação e da saúde, para além de investimentos na área da ação social, embora não diretamente relacionados com os municípios.
“Naturalmente, há um compromisso por parte do Governo de encontrarmos mecanismos de articulação para que essas obras continuem e esses investimentos sejam aproveitados ao máximo, porque estamos a falar, mais uma vez, de investimentos em que os municípios se substituíram à administração central para realizar esses primeiros investimentos”.
Nesta ocasião, o também presidente da Câmara Municipal de Pombal aproveitou para se congratular com os mecanismos legislativos que têm sido criados para haver transição de investimentos. “Estamos a falar de investimentos que podem transitar para o Portugal 2030 ou que podem ser integrados também no âmbito do Orçamento do Estado para o próximo ano”, referiu.
Pedro Pimpão disse ainda que há o compromisso do Governo de que os mecanismos de transição serão céleres. “Naturalmente, registamos isso com agrado e com a disponibilidade que nós temos de continuar a ter um papel ativo no investimento público a nível nacional”, frisou.
À Lusa, congratulou-se ainda por “o país ter conseguido atingir os marcos e as metas a que se tinha proposto” no âmbito do PRR. “Nesse propósito, queria também salientar aquilo que foi o papel que os municípios portugueses tiveram ao longo destes anos para que o país conseguisse alcançar este desiderato de melhorar a vida das nossas comunidades”, concluiu.
A censura de Ventura
"A novela Neves não é alimentada pelas acusações, mas pelas respostas do ministro e do aparelho do PSD, que são de uma indigência intelectual e ética confrangedoras".
Via Jornal Público (para ler melhor clicar na imagem)
O SNS, a joia da coroa da democracia portuguesa, nunca correu tantos riscos
A legislação desta Reforma falava em ganhos em saúde: isto não era aproximar-se da essência e da finalidade de uma empresa?
Isto é: o lucro.
Aconteceu o que tinha que acontecer: os gestores dos hospitais, transformados em sociedades anónimas, os dirigentes dos que continuaram a pertencer ao Sector Público Administrativo, ou dos que forem objecto de negociações do tipo parceria público-privada, procuraram conquistar determinados mercados para que a sua "empresa" obtivesse "ganhos".
E como ficámos nós os utentes perante esta nova realidade?
Convém não esquecer que o que está em causa é um produto que podemos chamar de saúde. O povo diz que a saúde não tem preço. É uma realidade. Para o doente/utente - sei por experência própria - no momento em que está a precisar de cuidados de saúde, aquilo que menos o preocupa é se o hospital tem gestão empresarial ou gestão tradicional. O que doente/utente pretende é ser bem atendido e não esperar meses a fio por uma consulta ou por uma intervenção cirúrgica sem recorrer aos subsistemas privados de saúde.
Basta vero que se está a passar com a contratação de enfermeiros.
Mais uma vez, a atitude tomada mostra que não querem contratar pessoal para o SNS tão carenciado dele, mas pretendem, sim, convidá-los a emigrar ou deixá-los livres para os privados.
Luís Montenegro e Ana Paula Martins estão a cometer um crime. António Arnaut não merecia isto.
E os portugueses também não.
"O nojento Frazão"
A democracia representativa tem pelo menos um mérito: é que um membro do parlamento nunca pode ser menos do que aqueles que votaram nele.
Texto de Eduardo Dâmaso. Jornalista
"No dia em que André Ventura acusava Luís Neves de usar uma linguagem pouco apropriada num Estado de Direito, o deputado do Chega Pedro Frazão ameaçava fechar a agência Lusa e chamava “nojentos” aos jornalistas deste órgão de informação. O homem indignou-se por a Lusa não chamar terrorista ao Hamas e qualificá-lo como movimento extremista. Frazão tem direito a indignar-se com o que quiser. A indignação é a sua residência habitual, bem como dos seus comparsas de partido. O que Frazão não pode é ameaçar os jornalistas e uma empresa de comunicação social.
sábado, 5 de setembro de 2026
O aparecimento de um muro que bloqueia o acesso de cadeiras de rodas às instalações da APPCDM na Figueira da Foz
| Foto: Sara Ferreira |
Processo Chega: "Assembleia pede parecer à ANAM, pois existem dúvidas"...
Via Diário as Beiras
"A mesa da Assembleia Municipal da Figueira da Foz optou por solicitar um parecer jurídico à Associação Nacional de Assembleias Municipais (ANAM) sobre o processo de passagem ao estatuto de independentes dos três deputados municipais eleitos pelo Chega – João Saltão, Balbina Oliveira e António Sebastião - , decisão querevogariam, dias depois,após uma reunião com dirigentes do partido.
O presidente da assembleia, José Duarte Pereira, adiantou ao DIÁRIO AS BEIRAS que foi tomada a decisão de pedir à ANAM que se pronuncie sobre o assunto porque, frisou, a lei é omissa acerca da reversão da decisão. Ou seja, há dúvidas se os autarcas podem voltar a representar o Chega no órgão autárquico."
sexta-feira, 4 de setembro de 2026
PUBLICIDADE INSTITUCIONAL: quem quer ser polícia municipal?
A Polícia Municipal da Figueira da Foz entra ao serviço no primeiro trimestre de 2027, com 15 elementos, adiantou ontem Santana Lopes aos jornalistas. Entretanto, foi aprovado na reunião de câmara o regulamento do corpo policial.
E Comandante já há?
Isto não se inventa...
O Ramal da Figueira da Foz é uma escolha de futuro.
Por Miguel Pereira
"Há infraestruturas que transportam pessoas e há infraestruturas que transformam territórios. O antigo Ramal da Figueira da Foz pertence à segunda categoria.
Quando o caminho de ferro chegou à Figueira, em 1882, não trouxe apenas passageiros. Aproximou o porto do interior, facilitou o comércio, apoiou a indústria, impulsionou o turismo e integrou a cidade num espaço económico muito mais vasto. A ferrovia ajudou a reduzir distâncias físicas, económicas e sociais.Quase século e meio depois, deveríamos olhar para aquele corredor com a mesma ambição.
A discussão não pode reduzir-se a encontrar a solução mais barata para ligar a Figueira da Foz a Coimbra. O verdadeiro desafio é decidir que território queremos construir para as próximas gerações.
Recuperar o Ramal significa reconstruir um eixo estruturante entre Figueira da Foz, Cantanhede e Pampilhosa, ligando-o depois a Coimbra, Aveiro, Porto, à Beira Alta e a Espanha.
E Cantanhede não é um ponto intermédio. É uma cidade, sede de concelho, com expressão industrial, empresarial, tecnológica e demográfica própria. Uma ligação ferroviária entre Figueira da Foz e Cantanhede criaria uma nova relação entre duas cidades complementares e devolveria simultaneamente mobilidade às freguesias e vilas existentes ao longo deste território.
Esta dimensão é particularmente importante quando assistimos ao envelhecimento e à perda de população nos meios rurais. Não basta pedir às pessoas que permaneçam nas suas terras. É necessário criar condições para que possam fazê-lo.
Uma família pode encontrar habitação mais acessível em Arazede, Maiorca, Alhadas ou noutras localidades do corredor, beneficiando de mais espaço, tranquilidade e qualidade de vida. Mas essa vantagem diminui rapidamente quando trabalhar, estudar, ir ao hospital ou simplesmente participar na vida urbana exige dois automóveis por agregado familiar.
Sem mobilidade, a habitação pode ser mais barata, mas a vida continua cara.
Uma ferrovia regional moderna altera esta equação. Permite viver numa freguesia rural e trabalhar na Figueira ou em Cantanhede. Permite estudar em Coimbra sem abandonar necessariamente a terra de origem. Permite aos mais velhos manterem a sua autonomia e o acesso aos serviços. Permite, sobretudo, escolher onde viver sem que a distância se transforme numa penalização.
Mobilidade é também política de habitação. É política demográfica. É coesão social e qualidade de vida.
Existe ainda uma nova realidade que torna esta discussão mais urgente: a nova zona industrial do Pincho, implantada junto do corredor ferroviário.
Isto não é um acaso territorial sem importância. É uma vantagem competitiva.
Estamos a criar naquele espaço uma nova centralidade empresarial, capaz de acolher investimentos relevantes e centenas de trabalhadores. Ter uma zona industrial próxima de uma ligação ferroviária permitiria pensar simultaneamente na mobilidade laboral e, sempre que economicamente justificável, na logística das próprias empresas.
Imagine-se a capacidade de apresentar a um investidor um território servido por boas acessibilidades rodoviárias, pelo Porto da Figueira da Foz e por uma ferrovia que o liga a Cantanhede, à Pampilhosa e aos principais corredores nacionais e internacionais.
Isso chama-se competitividade territorial.
E existe ainda o Porto da Figueira da Foz. Uma infraestrutura portuária deve ser pensada em articulação com a ferrovia, a indústria e os grandes corredores logísticos. Um Metrobus transporta passageiros. Uma ferrovia pode transportar pessoas e mercadorias e integrar-se numa rede nacional.
Não são soluções equivalentes.
Também não existe qualquer contradição entre esta posição e a criação da ecopista.
Enquanto vereador executivo da Câmara Municipal da Figueira da Foz, votei favoravelmente essa solução, deixando claro em ata o sentido do meu voto: preservar o corredor, mantê-lo aberto e impedir que se perdesse a possibilidade de, no futuro, voltar a existir o Ramal da Figueira da Foz.
A ecopista nunca deveria representar o funeral da ferrovia. Deveria garantir a preservação do seu espaço enquanto não existissem condições para pensar novamente o futuro.
E talvez esse momento tenha chegado.
Portugal está a investir novamente na ferrovia e na alta velocidade. Seria difícil compreender que, precisamente agora, a Figueira da Foz aceitasse afastar-se definitivamente dessa rede.
Não precisamos apenas de chegar a Coimbra.
Precisamos de ligar Figueira da Foz, Cantanhede e Pampilhosa, aproximando cidades e meios rurais, população e emprego, habitação e serviços, indústria e porto.
Precisamos de fazer das nossas freguesias lugares onde seja possível escolher viver, e não apenas lugares de onde se parte.
Em 1882, a ferrovia ajudou a transformar esta região.
Pode voltar a fazê-lo no século XXI.
Não por nostalgia.
Por desenvolvimento, coesão e visão de futuro.
O Ramal da Figueira da Foz não pertence apenas à nossa história. Pertence às escolhas que ainda podemos fazer sobre o nosso futuro."
Isto até 2029 vai ser cá uma animação: "Figueira da Foz poderá ligar-se a Coimbra por Metrobus"
"A Figueira da Foz poderá vir a ligar-se a Coimbra através do sistema de transporte Metrobus, anunciou ontem o presidente da Câmara, Pedro Santana Lopes, após uma reunião de câmara, realizada com o ministro das Infra-estruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz.
O autarca figueirense revelou que, no encontro com o governante, ficou garantido o desenvolvimento do projecto de ligação Metrobus entre a Figueira da Foz e Coimbra.
Segundo Pedro Santana Lopes trata-se de um projecto que deverá começar a ser trabalhado e desenvolvido desde já
Na reunião, o presidente da Câmara analisou também com o ministro a questão ferroviária, considerando, no entanto, que a electrificação e duplicação da linha para assegurar uma ligação rápida entre as duas cidades demoraria mais tempo e implicaria um investimento financeiro maior.
De acordo com o autarca, a solução em Metrobus representa 20% do investimento necessário para a electrificação da linha ferroviária e poderá ser executada num prazo significativamente inferior.
Pedro Santana Lopes adiantou, por isso, que será esta a solução a desenvolver, considerando que a actual ligação entre a Figueira da Foz e Coimbra não deve permanecer nas condições existentes.
O autarca salientou ainda que o projecto não poderá ter um prazo de execução semelhante ao do Metrobus instalado no antigo ramal da Lousã e referiu que o processo deverá articular-se com o projecto da linha ferroviária de alta velocidade, que atravessará a região de Coimbra."
Nota de rodapé-
Com a ausência de reuniões de câmara e da assembleia municipal, politicamente falando, no passado mês, politicamente, só existiu na Figueira Pedro Santana Lopes.
Na Figueira não é só a praia que é um deserto.
Infelizmente a moda veio para ficar. Estende-se por muito lado. Também à política local.
É triste, para não dizer patético, mas a política por aqui, tirando as lutas intestinas, por lugares nas listas, é um deserto.
Sejamos claros: a indigência política é uma realidade.
Não apenas do lado do Poder, mas também do lado das Oposições.
Alguém conhece uma ideia, vinda do PS ou PSD, ou de qualquer outro Partido na Figueira, alternativa à actual gestão?
Alguns, de vez em quando, tentam colocar-se em bicos de pés, mostrando que continuam vivos, aproveitando tudo aquilo que julgam ser uma boa ocasião para aparecer.
Infelizmente, normalmente, não têm é tempo para pensar.
A questão não é fácil de resolver - e é um problema nacional.
Para se estar na política, não sendo rico, não tendo um pai ou avô rico, é muito difícil estar a sério sem "ir ao Totta".
Objectivamente, temos o que temos na Figueira, pois estão criadas as condições: existe cada vez mais uma maior funcionalização da política autárquica, com danos para o desenvolvimento do concelho cada vez mais evidentes.
Só não vê quem não quer o miserabilismo funcional do sistema político local.
Daqui a uns anos veremos o habitual: tudo à paulada no Chega, no PS e no PSD, pela procura dos lugares elegíveis nas listas, pois é isso que move os protagonistas.
Não ver isto - que é o óbvio - é de tal maneira grosseiro e redutor que dispensa mais comentários.
Fica uma garantia: em 2029, na Figueira, a silly season vai ser muito animada.
50 anos de Festa do Avante!
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| Imagem: daqui |
A primeira edição da Festa do Avante! foi realizada em setembro de 1976, na antiga Feira Internacional de Lisboa. O local já fora usado pelo PCP em 74 e 75 para passagens de ano e iniciativas do jornal Avante!. No entanto, existiam problemas como o seu tamanho diminuto e problemas securitários, nomeadamente o atentado bombista que se deu três dias antes da sua estreia.
Edições de 1977 e 1978
Em 1977, no âmbito da segunda edição, a Associação Industrial Portuguesa recusa ceder o espaço para a realização da Festa, para além de exigir ao PCP que cobrisse os estragos causados pela bomba. Escolheu-se mudar para um local ao ar livre, devido à natureza de um acontecimento popular e de massas.
No início, procurou-se utilizar a Quinta das Conchas, mas devido a preocupações ambientais o local não foi cedido. A segunda e terceira edição, em 1977 e 1978 respetivamente, realizaram-se no hipódromo do complexo desportivo do antigo estádio Nacional, até ser impedido pelo governo Mota Pinto/PPD/CDS, a pretexto de uma construção que nunca se chegou a realizar.
Edições de 1979 a 1987
De 1979 a 1986, realizou-se no Alto da Ajuda, mais precisamente, no Casalinho da Ajuda em Monsanto. No entanto, a impossibilidade de reutilização das infraestruturas era agravada pela vastidão do terreno, precisando de muitas pessoas para as construir.
Em 1987, a recusa da cedência do terreno pouco antes da realização da edição pelo então presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Krus Abecasis, impossibilitou a realização da edição desse ano.
Edições de 1988 e 1989
De 1988 a 1989, realizou-se na Quinta do Infantado, em Loures. No entanto, esta era uma solução provisória, já que, devido a pertencer a um particular, requeria uma despesa extraordinária.
Edições de 1990 à actualidade
Devido às dificuldades das edições passadas, o PCP realizou uma campanha de angariação de fundos. Como resultado, ainda na edição de 1989, o então secretário-geral Álvaro Cunhal anunciou a Quinta da Atalaia, no Seixal, como o novo e definitivo local de realização da Festa do Avante!. A aquisição da Quinta da Atalaia permitiu a reutilização das infraestruturas e eram evadidas as «burocracias do foro finceiro e de prazos».
quinta-feira, 3 de setembro de 2026
E comandante já há?..
Polícia Municipal na Figueira da Foz prevista para primeiro trimestre de 2027
"O presidente da Câmara da Figueira da Foz, Pedro Santana Lopes, prevê que, no primeiro trimestre de 2027, esteja em funcionamento o corpo da Polícia Municipal, com um efetivo de 15 agentes.
Na sessão de Câmara de hoje, o executivo aprovou, por maioria, a abertura de concurso externo para a admissão de 15 agentes municipais de segunda classe
A autarquia da Figueira da Foz, no litoral do distrito de Coimbra, aprovou no final de 2025 a proposta de regulamento e funcionamento do corpo da Polícia Municipal, que representará um encargo anual na ordem de meio milhão de euros."
Os anos loucos dos recordes do turismo figueirense acabaram?..
O relatório da Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz (ACIFF) para o setor do turismo relativo ao segundo trimestre de 2026 destaca uma subida de dormidas e hóspedes em abril e maio e uma quebra em junho.
“A leitura que fazemos é de atenção, mas sem alarmismo. A Figueira da Foz entrou no verão com uma base turística claramente mais forte do que há dois anos, mas será importante acompanhar os resultados do terceiro trimestre para perceber se a evolução registada em junho corresponde apenas a uma correção após um ano particularmente forte ou se traduz o início de uma tendência de abrandamento”.











