2. ... não nos peçam para fazer uma oposição de fachada.
3. Se o executivo continuar a não agendar as propostas do Chega e a deixar sem resposta os nossos requerimentos — como tem sucedido nos últimos meses —, recorreremos ao Ministério Público, nos termos previstos na lei. Não permitiremos que o presidente transforme o concelho da Figueira da Foz numa oligarquia.
4. Este combate político tem sido conduzido com elevação, de forma factual e focada nas instituições. Em momento algum insultámos ou ofendemos a título pessoal os membros do executivo. Tal prática tem sido, sim, adotada pela FAP, como ficou bem patente na última Assembleia Municipal, através dos ataques ferozes do presidente da câmara ao presidente da Assembleia, José Duarte Pereira, e a vários deputados do Chega.
5. ... distanciamo-nos em absoluto da recente publicação do presidente da Junta de Freguesia de Maiorca, eleito pelo Chega. Repudiamos contundentemente a sua atitude, embora não nos surpreenda: o próprio Nuno Santos já nos tinha comunicado que era pressionado de forma recorrente por membros do executivo camarário para se distanciar do Chega, tendo sido recentemente instigado a fazer a dita publicação nas redes sociais.
6. O presidente da junta teria demonstrado verdadeira coragem política se tivesse vindo a público denunciar as pressões que tem sofrido por parte do executivo camarário. Na política não vale tudo. Como afirmou recentemente Pedro Santana Lopes, a verdade na política é fundamental — é pena que o próprio executivo não aplique as regras que preconiza."
Texto extraído de um comunicado dos Autarcas do Chega na Figueira da Foz.









