domingo, 4 de outubro de 2026

Alhadas tem piscina há 25 anos

Via Município da Figueira da Foz

A Piscina Municipal de Alhadas celebrou este sábado 25 anos ao serviço da comunidade, numa cerimónia que reuniu atuais e antigos autarcas, funcionários, utilizadores e população.

A cerimónia teve como anfitrião António Cabete, o utilizador mais antigo e assíduo da piscina, que destacou a dimensão humana deste equipamento:
“25 anos de história, 25 de aprendizagem, de dedicação, de esforço e muitas conquistas. Mas, acima de tudo, são 25 anos de pessoas.”

sábado, 3 de outubro de 2026

NOVO MODELO PARA PARQUES DE ESTACIONAMENTO DA FIGUEIRA DA FOZ

Via Mais pela Figueira
"Os Vereadores do Partido Socialista na Câmara Municipal, solidarizam-se com a posição do Executivo da Junta de Freguesia de São Julião na sua oposição ao novo modelo de concessão da gestão, exploração e fiscalização dos parques de estacionamento na Figueira da Foz."
Em tempo ... pode-se perguntar, por exemplo, a Santana Lopes (não ao presidente...) Senhor Santana, o que acha disto?.. Tendo estado, como estou, desatento, pergunto também aos figueirenses: o que querem ser quando forem grandes?

Junta de São Julião quer solução para camiões


Via Diário as Beiras
"Os pesados de mercadorias, à falta de um terminal de camionagem, estacionam em diversas zonas da cidade.
A Assembleia de Freguesia de São Julião aprovou uma moção apresentada pelo executivo da junta que recomenda à Câmara da Figueira da Foz que adote “as medidas necessárias para proibir o estacionamento de camiões e outros veículos pesados na avenida Manuel Gaspar de Lemos, junto à João de Barros e avenida Joaquim de Carvalho, sem prejuízo das operações de circulação e cargas e descargas legalmente permitidas, pelas razões de segurança e pelo carácter central e urbano desta zona”. 

sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Que localidade escolheria para a feira do ano?

 Via Diário as Beiras: "Seiça é a localidade que escolho"

Restaurar a natureza também é obra pública

Via Diário as Beiras

Autor: Glória Catarina Pinto


"
Durante muito tempo, falámos de natureza como se bastasse proteger o que ainda resta. Mas há territórios onde isso já não chega. Rios artificializados, solos empobrecidos, dunas fragilizadas, linhas de água degradadas, habitats fragmentados e paisagens vulneráveis mostram-nos que conservar é essencial, mas nem sempre suficiente. Em muitos casos, é preciso reparar.

O tema voltou agora ao centro das políticas públicas. O Regulamento Europeu do Restauro da Natureza, em vigor desde agosto de 2024, estabelece metas vinculativas para recuperar pelo menos 20% das zonas terrestres e marítimas da União Europeia até 2030 e todos os ecossistemas que necessitem de intervenção até 2050. Portugal apresentou em 2026 o seu Plano Nacional de Restauro da Natureza, alinhado com essas obrigações europeias. As metas são ambiciosas e os compromissos estão escritos. Mas Portugal tem demasiada experiência em transformar metas ambiciosas em compromissos adiados — e compromissos adiados em paisagens degradadas. Será desta?

A pergunta justifica-se. Há décadas que se fala em recuperar rios, proteger dunas, valorizar galerias ripícolas, melhorar solos, reconectar habitats, defender zonas húmidas, controlar espécies invasoras e travar a degradação das paisagens. Muitas intenções foram inscritas em estratégias, planos e relatórios. Quantas chegaram ao território com escala, continuidade e consequência?

Reparar ecossistemas não significa voltar a um passado idealizado, nem transformar o território num museu ecológico. Significa recuperar funções perdidas: solos capazes de infiltrar água, rios com margens vivas, habitats ligados entre si, florestas mais diversas, zonas húmidas funcionais, dunas que protegem a costa e paisagens mais resistentes à seca, ao calor, às cheias e aos incêndios.

Também convém abandonar outra ilusão: a natureza não é uma entidade exterior a nós. Nós somos natureza. Quando recuperamos rios, solos, dunas, florestas ou zonas húmidas, estamos a recuperar as condições que permitem a nossa própria vida.

Mas nenhuma política terá impacto se ficar fechada nos documentos. Em várias cidades e territórios, movimentos de moradores, associações locais, escolas, universidades e coletivos ambientais têm mostrado que a participação cidadã faz diferença. Chamam a atenção para linhas de água esquecidas, árvores abatidas ou mal cuidadas, espaços verdes degradados, dunas fragilizadas, solos impermeabilizados, espécies invasoras fora de controlo e habitats que desaparecem quase sem debate público.

Por isso, a participação pública não deve servir apenas para validar decisões já tomadas. Cabe ao cidadão observar, questionar, atuar e mobilizar. Observar o que muda no território. Questionar opções que empobrecem a biodiversidade ou substituem vegetação nativa por soluções mal fundamentadas. Atuar nos gestos quotidianos que evitam degradação. E mobilizar outros para que o poder local não adie, não esqueça e não transforme compromissos ambientais em intenções sem consequência.

Restaurar a natureza também é obra pública. Talvez menos visível do que uma estrada, uma rotunda ou uma inauguração, mas muito mais importante para o futuro. Temos novas políticas, novas metas e novos compromissos. Mas a pergunta política continua a ser a mesma: quem executa, com que meios, em que prazo e com que responsabilidade quando as promessas ficam por cumprir?

Essa responsabilidade também é de cada um de nós. Está no modo como usamos a água, respeitamos as dunas, cuidamos de uma árvore, evitamos disseminar espécies invasoras, participamos nas decisões públicas e damos algum do nosso tempo a ações comunitárias. Exigir que os compromissos sejam cumpridos também faz parte desse cuidado.
Mãos à obra."

quinta-feira, 1 de outubro de 2026

Que localidade escolheria para a Feira de Ano?

Via Diário as Beiras: "Seiça apresenta uma solução consistente"

Recriações históricas no Vale do Pranto


O projeto Estamos Aqui! - Teatroe Comunidade está de volta, este mês, tendo como cenário o período entre a Idade do Ferro e os Templários. 
O programa contempla teatro, música, património, gastronomia e educação, com sessões em Soure (dia 3), Samuel (dia 9), Alqueidão (dia 10) e Moinho de Almoxarife (dias 3 e 11). 
Os eventos no Alqueidão, localidade e freguesia da margem Sul do concelho da Figueira da Foz, realizam-se no dia 10, com a história a chegar também às novas gerações, com a proposta “Os Templários visitam o Alqueidão”, pelas10H00. Por sua vez, “O cultivo do arroz vai à biblioteca” realiza-se às 15H00. A gastronomia serve-se às 19H30, “À mesa com os povos antigos”, na Casa do Povo de Alqueidão. E pelas 22H00, o largo da Feira recebe uma sessão do programa Estamos Aqui! - Teatro e Comunidade. 
Esta edição de Estamos Aqui! - Teatro e Comunidade é promovida pelas juntas de freguesia de Alqueidão e Samuel (freguesias do Vale do Pranto que têm história e cultivo de arroz em comum) com o apoio do Município da Figueira da Foz e a parceria do Município de Soure.

São Julião contra nova concessão de estacionamento: “foi um lapso a Câmara não ter falado com a Junta de São Julião”...

Via Diário as Beiras

"Depois do presidente da junta ter votado contra na Assembleia Municipal da Figueira da Foz, a Assembleia de Freguesia de São Julião manifestou oposição à nova concessão do estacionamento na cidade através da aprovação de uma moção de apoio à posição do executivo da junta na Assembleia Municipal. Votaram a favor da moção apresentada pelo executivo da Junta de São Julião, da coligação FAP (PPD/PSDD e CDS/ PP), 10 autarcas (FAP, PS, Chega e coligação Evoluir Figueira), dois abstiveram-se e outro ausentou-se da sessão durante a votação – os três últimos são da FAP. 
Na Assembleia Municipal, falando em nome da junta, Manuel Rascão Marques manifestou preocupação sobre a expansão da área concessionada na freguesia e do preço das tarifas (sobe de 50 para 70 cêntimos/hora, sendo agravado na época balnear para 1,20 euros). E votou contra a proposta que acompanha o concurso público internacional para a nova concessão de estacionamento, lançado pelo executivo camarário (FAP). 
Por outro lado, o autarca de São Julião, que também preside à Concelhia da Figueira da Foz do PSD, principal partido da coligação que detém a maioria absoluta na câmara e na Assembleia Municipal, lamentou que a autarquia que lidera não tenha sido previamente auscultada pela câmara municipal. Propôs ao executivo camarário que retirasse a proposta, para ser objeto de uma análise alargada, mas não obteve sucesso. 
O vereador do Trânsito, Manuel Domingues, que também falava na Assembleia Municipal, reconheceu que “foi um lapso não ter falado com a Junta de São Julião”. 
A proposta para o concurso da nova concessão de estacionamento foi aprovada na reunião de câmara com os votos a favor da FAP. O PS e o Chega votaram contra. 
O resultado replicou-se na Assembleia Municipal, onde também a CDU, Evoluir Figueira, Manuel Rascão Marques e Juntos Pelo Alqueidão votaram contra. Quem ganhar a concessão, por um período inicial de 10 anos, terá de pagar ao município 1,5 milhões de euros, além de 34% da receita, em vez dos atuais 10%."

Primeira reunião de Câmara de outubro realiza-se hoje

quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Assembleia de Freguesia de São Julião contra novo modelo de concessão da gestão, exploração e fiscalização dos parques de estacionamento, proposto pelo executivo camarário.

Foto: daqui; Texto: daqui
VÊM AÍ NOVOS AUMENTOS!
"A Assembleia de Freguesia de São Julião aprovou ontem, dia 29, uma moção contra o novo modelo de concessão da gestão, exploração e fiscalização dos parques de estacionamento, proposto pelo executivo camarário. 
Nessa moção solicita-se à Câmara Municipal da Figueira da Foz a suspensão da implementação do novo modelo de concessão.
Solicita-se ainda que previamente a qualquer nova decisão sobre a implementação deste modelo, seja promovida uma efectiva articulação com a Junta de Freguesia de São Julião e que na reapreciação do modelo sejam ponderadas soluções alternativas e complementares de estacionamento e mobilidade.
O executivo camarário pretende aumentar o numero de lugares de estacionamento sujeitos a pagamento passando de 1.440 para 2.540 lugares e que a tarifa horária passe de € 0,50 para € 0,70, correspondendo a um aumento de 40%, sendo ainda criada uma tarifa de € 1,20 por hora durante a época balnear."

Câmara de Cantanhede em primeiro lugar no ranking nacional de transparência

 Via Sapo

"A Dyntra – Dynamic Transparency Index colocou Cantanhede no topo das autarquias mais transparentes de Portugal, pelo cumprimento dos 138 indicadores que constituem a grelha de avaliação. 
Nesta plataforma internacional, que avalia a transparência da informação pública de várias entidades, a autarquia cantanhedense surge no primeiro lugar, a par dos municípios de Cascais, Ílhavo, Águeda, Maia, Matosinhos, Lousada, Paços de Ferreira, Carregal do Sal e Freixo de Espada à Cinta. 
A entrega do prémio decorreu esta segunda-feira, 28 de setembro, durante o IV Congresso Transparência Municipal, que decorreu em Lousada, no qual Cantanhede se fez representar pela presidente da Câmara Municipal, Helena Teodósio, pelo chefe da Divisão de Modernização, Inovação e Qualidade, João Machado, e pelo técnico superior Carlos Galhano.

Segundo a líder do executivo camarário, “da parte do Município de Cantanhede tem havido um investimento efetivo nos mecanismos que induzem transparência relativamente à atividade da autarquia e às condições do exercício de funções, facultando aos cidadãos a compreensão dos fundamentos das decisões tomadas, bem como acompanhar a utilização dos recursos públicos e compreender melhor as opções”.

“A disponibilização regular, acessível e organizada da informação contribui para uma maior participação cívica, para o escrutínio da Câmara Municipal nas diversas valências e para uma relação de maior proximidade e confiança entre a administração local e a comunidade”, afirma Helena Teodósio, sublinhando que “receber um prémio atribuído com nota máxima a Cantanhede pelo modo como tem gerido esse processo é naturalmente motivo de grande satisfação e justifica um testemunho de profundo reconhecimento a todos os funcionários, pois é o seu trabalho que está na origem desta honrosa distinção”.

A avaliação da DYNTRA assenta em seis grandes domínios, contemplando, entre outros aspetos, a informação sobre os órgãos autárquicos, organização, normativa, património, planeamento e recursos humanos, informação e atenção prestadas aos cidadãos, através de mecanismos de participação e acesso à informação pública, transparência económico-financeira, relacionada com o orçamento, execução orçamental, contas municipais e endividamento, contratos, convenções e subvenções, que incide sobre os procedimentos de contratação, relações com fornecedores, contratos, concessões e apoios públicos, ordenamento do território, gestão urbanística e informação sobre obras e infraestruturas, bem como open data, que considera a disponibilização de dados em formato aberto e a existência de plataformas para o efeito."

domingo, 27 de setembro de 2026

Ventura (aparentemente) cada vez mais alinhado com PM e PR

Via Mais Actual Blog: VENTURA COLADO AO PM E AO PRESIDENTE

"O presidente do partido Chega criticou o presidente norte-americano, Donald Trump, por causa da guerra contra o Irão, não por questões humanitárias e de direito internacional, mas por estar a causar o aumento de custos dos combustíveis e o agravamento da crise da economia mundial.

P. S. Passo a passo, à medida que se aproxima do poder, André Ventura está a ser engolido pelo Bloco Central, alinhando com Luís Montenegro e António José Seguro nas leituras políticas falsas e cínicas de ignorar o genocídio em Gaza e a invasão do Líbano como as origens do ataque ao Irão, os quais estão a arrastar a economia mundial para o abismo."

sábado, 26 de setembro de 2026

Tânia Muxima: “as minhas memórias do Nepal são excelentes”

Via Diário as Beiras: "A viajante figueirense esteve no vale da morte em 2011. Tânia Muxima é uma viajante figueirense que praticamente já deu a volta ao mundo. Neste momento, guia um grupo de turistas no Paquistão. O Nepal é um dos seus países preferidos. Já lá fez, aliás, voluntariado. E faz duas viagens por ano ao país asiático, ao serviço de uma agência de viagens."