segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

ALERTA OUTRA MARGEM

 Via Pedro Santana Lopes

Se não fosse a reposição de areias a sul do quinto molhe em que situação estaria a Cova e Gala neste momento?

Foto OUTRA MARGEM
A sucessão de intempéries com vento forte e um mar particularmente energético têm roubado território costeiro de Norte a Sul do País, nas últimas semanas. As "dentadas" no litoral - sobretudo nos areais balneares - têm sido mais intensas que o habitual. Apesar de alguma recuperação natural até ao verão, muitas praias já não vão ser o que eram.
 
De norte a sul observam-se praias sem areia ou com quase todo o areal submerso na maré cheia, dunas devastadas e estruturas balneares esventradas ou transformadas em destroços flutuantes. E mesmo com a recuperação natural que se espera que a primavera trará, estima-se que podemos vir a ter muitas praias irreconhecíveis no próximo verão.
“Houve um recuo particularmente brutal junto ao Bairro dos Pescadores, na praia de Mira”, no distrito de Coimbra, descreve o geólogo Paulo Baganha Batista. "Em apenas cinco dias, o mar avançou perto de sete metros, quando nos cinco meses anteriores avançara pouco mais de três.”
A zona costeira entre Espinho e a Figueira da Foz é das mais suscetíveis a fenómenos de erosão, devido ao défice sedimentar associado às barragens do rio Douro. A situação tem sido agravada por intempéries que tornam o mar ainda mais energético.  
Paulo Batista e Carlos Coelho, dois especialistas em dinâmicas costeiras da Universidade de Aveiro, concordam que as alimentações artificiais de areia executadas nos últimos anos “têm ajudado a mitigar parte dos danos”, já que os sedimentos permanecem depositados na zona submersa e poderão progressivamente alimentar as praias. 
Porém, Carlos Coelho teme que “a tendência seja termos áreas de praia cada vez mais pequenas”, já que “os impactos destes temporais são muito significativos”.

Nota de rodapé.
Pela Aldeia, no que à erosão costeira diz respeito, a situação a sul do quinto molhe tem estado calma. 
Esperemos que assim aconteça nos próximos anos.

domingo, 15 de fevereiro de 2026

António Morgado imparável na Figueira Champions Classic

 Português repete triunfo de 2025 na corrida figueirense, batendo o espanhol Alex Aranburu ao sprint.

Esta foi a segunda vitória na actual temporada do jovem da UAE Emirates.

Foto: Município da Figueira da Foz.

sábado, 14 de fevereiro de 2026

Será que isto já anda em "roda livre"?..

O enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada
Parece que não fazia ideia dessa nomeação...

Dr. Pedro Santana Lopes continua em forma na gestão de "fait-divers"

Via Rosarinho Folhadela de Oliveira   Nota de rodapé.
... não pensem que não estou preocupado: há imensos problemas sérios a pairar sobre as cabeças dos figueirenses...

Um debate interessante: "Para que servem os seguros?"

"LIBERAIS NO LUCRO, SOCIALISTAS NO PREJUÍZO", é um texto interessante e pertinente publicado no facebook (sim no facebook), por Tiago Franco, que merece ser lido.

"Não tenho qualquer dúvida do papel do Estado numa crise até porque, lá está, eu faço parte do grupo minoritário que defende uma sociedade onde a coesão social e a solidariedade se fazem a partir da gestão de dinheiro público, mais conhecidos como impostos. Se, em Portugal, os impostos revertem na ordem de grandeza necessária para as populações é que é todo um debate mais interessante e que, por razões de agenda, não vamos ter aqui hoje. Fica para o próximo texto.

O que me traz aqui é uma dúvida legítima e uma pergunta não retórica. "Para que servem os seguros?" Confesso que não sei mesmo a resposta.
Voaram telhados de fábricas, partiram-se telhas de habitações, racharam-se estradas, caíram antenas de telecomunicações e destruiram-se redes de electricidade.
Todos somos obrigados a ter seguros nas casas que compramos. Querendo ou não, há uma imposição legal que temos que cumprir e um custo que carregamos para a vida.
As fábricas, imagino, não operam sem seguros.
As auto-estradas, são dadas para exploração de empresas privadas com os utilizadores a serem extorquidos diariamente nas portagens. E sim, extorquir é o verbo adequado ao preço das portagens portuguesas. E em alguns casos, o governo ainda paga uma multa se o número de carros nas portagens não atingir um mínimo estabelecido.
A rede eléctrica é explorada por uma empresa privada e paga, pelos utilizadores, a um dos preços mais altos da europa.
As comunicações também são exploradas por privados, a preços afastados da realidade nacional e com regras de fidelização absurdas que nos prendem, mesmo quando não queremos.
Contudo, quando algo falha e quando é preciso usar lucros para cobrir gastos nãos esperados, lá tem que aparecer o Estado a pagar a "ocorrência extrema".
Os seguros baldam-se porque não podem ser activados em eventos climatéricos, as PPPs puxam do contrato que, resumido, diz que o lucro é privado e o prejuízo público e os privados que controlam os monopólios da energia e das comunicações, metem os CEOs, antigos ministros, a puxar pelos apoios.
Se um seguro não serve para momentos destes porque é que nos obrigam a pagar aquela merda todos os meses? Em 25 anos acho que só paguei seguros e nunca os usei.
Cumprimos regras e mais regras quando compramos casas ou iniciamos actividades empresariais. Pagamos impostos até rebentar. Assistimos à venda a retalho do país, de todos os seus sectores estratégicos, aos privados. Neste caso, convém dar o mérito aos governos do PSD que adoram privatizar tudo o que mexe.
Mas quando dá merda, quando alguma coisa rebenta, quando um telhado voa, quando uma antena cai...toca de pedir ajuda aos impostos.
Para que serve um seguro que é obrigatório?
Para que serve uma PPP se contribuímos para o lucro e pagamos os prejuízos?
Para que servem os absurdos impostos enfiados na factura da EDP ou as fidelizações idiotas das operadoras?
Tenho genuína curiosidade para saber quem vai pagar o arranjo da A1.
Até a Mariana Leitão me aparece aqui, de kispo no meio do zapping, a pedir ajuda ao governo para arranjar telhados, estradas e geradores.
Meus amigos, sou todo a favor de um estado social, impostos altos, distribuição justa da riqueza gerada e segurança para as populações. Agora, isto de sermos liberais para o lucro e socialistas para o prejuízo, é coisa para aborrecer."

“Montemor-o-Velho vai ter cheias durante seguramente o próximo mês.”

 Via Diário as Beiras

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

O assunto foi decidido pela mãe natureza...

Carnaval de Buarcos/Figueira da Foz adiado para abril

Foto: Pedro Agostinho Cruz
A decisão foi anunciada esta quinta-feira.
“Os desfiles noturno e diurno, agendados para sábado, domingo e terça-feira, dias 14, 15 e 17 de fevereiro, respetivamente, 𝗳𝗼𝗿𝗮𝗺 𝗮𝗱𝗶𝗮𝗱𝗼𝘀 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗼 𝗽𝗿𝗶𝗺𝗲𝗶𝗿𝗼 𝗳𝗶𝗺-𝗱𝗲-𝘀𝗲𝗺𝗮𝗻𝗮 𝗮𝗽𝗼́𝘀 𝗮 𝗦𝗲𝗺𝗮𝗻𝗮 𝗦𝗮𝗻𝘁𝗮, ou seja, o desfile noturno das Escolas de Samba terá lugar dia 11 de abril e o desfile do Grande Corso Carnavalesco, no dia 12 de abril. O 𝗱𝗲𝘀𝗳𝗶𝗹𝗲 𝗜𝗻𝗳𝗮𝗻𝘁𝗶𝗹, agendado para amanhã, dia 13 de fevereiro, 𝘀𝗲𝗿á 𝗲𝗮𝗹𝗶𝘇𝗮𝗱𝗼 𝗱𝗶𝗮 𝟮𝟬 𝗱𝗲 𝗳𝗲𝘃𝗲𝗿𝗲𝗶𝗿𝗼, no mesmo horário e local, uma vez que, na semana de 6 a 10 de abril, as crianças estarão em período de férias escolares".

Nota de rodapé.
Ainda que mal pergunte: com a Figueira isolada (A1, A14, estradas nacionais cortadas e sem comboios...) como é que as pessoas chegavam à Figueira para vir ao carnaval?

Iniciativa do IAPMEI debateu as medidas anunciadas pelo Governo para empresas afetadas pela depressão Kristin

Via Diário as Beiras

"A Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz (ACIFF) foi anfitriã de uma sessão de esclarecimento sobre os apoios disponíveis para as empresas afetadas pela depressão Kristin, ontem promovida pelo IAPMEI - Agência para a Competitividade e Inovação na Incubadora Mar&Indústria da Figueira da Foz, lotando o auditório, com largas dezenas de pessoas."

Troço da A1 ruiu na zona de Coimbra após ruptura de dique

"Parte do troço da A1 em Coimbra ruiu no sentido Norte‑Sul, junto à zona onde um dique colapsou esta quarta‑feira à tarde. A circulação neste troço já tinha sido cortada por precaução."

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Foi o mal menor: dique da Ponte dos Casais rompeu na margem direita debaixo da ponte da A1


Imagem via CNN

A margem direita do Rio Mondego, nos Casais, Coimbra, rebentou hoje à tarde, junto ao viaduto da autoestrada 1 (A1), disse à agência Lusa o presidente da Associação de Agricultores do Vale do Mondego.
João Grilo, que tem uma propriedade agrícola perto do local, estava a vistoriar as margens quando aquela parte do canal principal do Mondego rebentou, pelas 17:45. Fonte da Proteção Civil confirmou à Lusa que ocorreu uma rutura do dique em Casais, na margem direita do Mondego, junto da ponte da autoestrada, ao quilómetros 191.
De acordo com este empresário agrícola, há o perigo de haver um novo rebentamento também na margem direita, junto ao Centro Hípico de Coimbra, mais a montante.

Se não houver derrapagem...

 Via Diário as Beiras

Vereadores da oposição pedem "a criação de condições de trabalho"

Via Diário as Beiras

Sejamos optimistas na Figueira, já que o cenário em redor não está para "brincadeiras"...

Via Diário as Beiras

Mercado do Duque vai ser descontinuado

 Via Diário as Beiras

"A Junta de Freguesia de São Julião não vai dar continuidade ao Mercado do Duque – Na Rota das Invasões Francesas, recriação história realizada em 2024 e 2025 pela extinta Junta de Freguesia de Buarcos e São Julião nas férias da Páscoa, que, por sua vez, substituíra a feira medieval realizada na mesma época do ano.

“Entendemos que já existe na freguesia vizinha [de Buarcos] uma feira muito idêntica [o Festival Pirata] e queremos inovar. A nossa ideia passa por não fazermos a feira das invasões francesas e criarmos um outro evento”, avançou o presidente da junta, questionado pelo DIÁRIO AS BEIRAS sobre o assunto.

Manuel Rascão Marque deixou o anúncio do evento que irá substituir o Mercado do Duque para depois da reunião que terá com um elemento da vereação da Câmara da Figueira da Foz, onde será abordada a proposta da junta a que preside, que inclui uma parceria com o município."

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Primeira baixa do segundo executivo de Luís Montenegro é Maria Lúcia Amaral


O presidente da República
“aceitou o pedido de demissão da ministra das Administração Interna, que entendeu já não ter as condições pessoais e políticas indispensáveis ao exercício do cargo, e que lhe foi proposta pelo primeiro-ministro, que assumirá transitoriamente as respetivas competências”, lê-se numa nota no site da Presidência divulgada esta terça-feira.