quinta-feira, 23 de abril de 2026
Executivo camarário visitou os trabalhos de requalificação da Escola Secundária Bernardino Machado
quarta-feira, 22 de abril de 2026
O valor dos rios: “e no dia em que não tivermos políticos que aprenderam a nadar no rio?”
O rio da minha Aldeia deveria fazer pensar.
Quem está ao pé dele, não está apenas e só ao pé dele...
O rio da minha Aldeia, não sendo o que já foi, continua a ser fonte de vida, de prazer, de divertimento e de lazer.
Continua a ser de um agrado incontornável olhá-lo, conhecer os seus recantos, as suas correntes e as suas contra-correntes, as suas diferentes tonalidades, o seu murmurar!..
Uma coisa é ser. Outra, é gostar de (a)parecer...
O rio da minha Aldeia continua a provocar emoções...
Mas, é preciso estar atento!
O rio da minha Aldeia, tem uma particularidade: enche na maré alta e quase seca na baixa-mar...
Na imagem sacada daqui, uma tela pintada de magia da borda do rio da Gala. Autor: Cunha Rocha |
“Não é à toa que os políticos com quem é mais fácil falar são aqueles que tiveram a experiência de rio na sua formação de vida." E deixa о aviso: "E no dia em que não tivermos nenhum político que tenha aprendido a nadar no rio? Esse dia está para chegar em breve. Ainda falta resolver, em muitos lugares, o problema do saneamento. Porque ainda temos descargas e problemas para resolver.
O CDS morreu há vários anos
"O CDS é um partido que morreu há uns anos.
Por isso, quando alguém me conta que estão no Governo e ocupam lugares no Parlamento, concluo que o delírio tomou conta dos palácios e das cabeças. Há um ministro que "monta" cenários e se aproveita das tragédias para mostrar músculo. E há um deputado que, nos últimos tempos, repete um mantra para que o povo não se esqueça de que o CDS é o original e o Chega um a imitação."
Comemorações do 25 de Abril: se em Lisboa é a "pobreza absoluta", na Figueira é a avareza ávida...
09h45
Concentração junto ao Centro de Artes e Espectáculos
10h00
Hastear da Bandeira Nacional
Guarda de honra pelos Bombeiros Sapadores e Voluntários da Figueira da Foz
Hino no hastear da Bandeira Nacional tocado pela Filarmónica da Sociedade Musical Recreativa do Alqueidão
10h30
Sessão Solene no Grande Auditório do Centro de Artes e Espectáculos
Saudação e abertura da Sessão pelo Presidente da Assembleia Municipal
Filarmónica da Sociedade Musical Recreativa do Alqueidão
Declamação de um poema por Eduarda Rodrigues e Camila Costa
Intervenção do Orador convidado – Dr. Miguel Cardina
Intervenção do Representante da Associação 25 de Abril
Intervenção do Representante do Conselho Municipal da Juventude
Intervenção do Representante do GCE – Juntos pelo Alqueidão
Intervenção do Representante da Coligação Democrática Unitária
Intervenção do Representante da Coligação Evoluir Figueira
Intervenção do Representante do Partido Chega
Intervenção do Representante do Partido Socialista
Intervenção do Representante da Coligação Figueira a Primeira
Intervenção do Presidente da Câmara Municipal
Intervenção do Presidente da Assembleia Municipal que encerra a sessão
Participação da Associação Pequenas Vozes da Figueira da Foz
Atuação do Coral David de Sousa
Filarmónica da Sociedade Musical Recreativa do Alqueidão
terça-feira, 21 de abril de 2026
Transparência dos políticos: o argumento bafiento
"... o argumento mais invulgar - e verdadeiramente bafiento - é o de que os donativos não podem ser públicos sob o pretexto de proteger os dadores de eventuais retaliações laborais por parte dos patrões. Esta tese, curiosamente, partiu do autarca do Porto e ex-ministro, Pedro Duarte. Recorde-se que, em Portugal, as pessoas singulares (os partidos estão proibidos de receber financiamento de empresas) só podem contribuir com montantes anuais até cerca de 13.500 euros. Mas a memória é curta: trabalhos jornalísticos revelaram no passado que membros de famílias detentoras de grandes construtoras, como a Mota-Engil, distribuíam verbas avultadas por vários partidos do arco do poder. É este tipo de relação que o escrutínio público impede que fique na sombra. Numa altura em que o Parlamento regressa a estes temas - como PS a apresentar esta semana um projecto sobre as regras de divulgação de financiamentos -, cabe aos deputados decidir: querem reforçar o equilíbrio entre privacidade e transparência ou preferem enveredar por um retrocesso em contramão com a Europa?"
Cristina Ferreira
Escritor, jornalista e cronista
"A irresponsável opinião de Cristina Ferreira não tem defesa possível – e o seu comunicado apenas amplificou o embaraço –, mas talvez seja altura de perdermos um pouco de tempo com o essencial.
O país mediático agitou-se e rasgou as vestes. Como era possível tal monstruosidade dita em direto por alguém que tem a responsabilidade de falar para milhões de pessoas? Como se pode desculpabilizar uma violação feita a uma menor por quatro atrasados mentais? Como entender que a TVI não tivesse imediatamente retirado ilações?
Podemos voltar ao tempo do pelourinho ou da salvação pela purificação do fogo, mas a indignação coletiva conseguiu pasmar-me. De repente, Cristina era o “mal” e não a consequência do que nos estamos a tornar.
Os programas com mais audiência têm como protagonistas gente ordinária, amoral, abjeta e violenta. Temos programas em que agricultores procuram mulheres como se a televisão se tivesse transformado num lugar de alterne. Temos muitas das nossas crianças a dançar músicas com letras em que os homens maltratam as mulheres e as rebaixam. Temos o Parlamento transformado numa tasca de vinho barato por culpa de deputados cujo partido não para de crescer. Temos tudo isso e mais o resto que aqui não cabe.
Cristina Ferreira estará esta terça-feira no jornal da noite na TVI, entrevista em que se desculpará para que tudo possa voltar aos eixos. A audiência será medida e, como sempre, soberana. O resto é folclore. Até ao dia em que a indignação seja em nome de um mundo novo que possa salvar-nos da bestialidade e do esgoto."
A Figueira continua a não ter dinheiro e precisa de investimento...
É o maior investimento desde que o programa foi criado há seis anos. Trata-se de um crescimento de 298% em comparação com 2024. No ano passado, as doações de cidadãos estrangeiros para projetos culturais ultrapassaram os 46 milhões de euros, face aos 11 milhões do ano anterior.
Os dados são do Ministério da Cultura e revelam também que, devido a estas doações, foram emitidas 211 autorizações de residência para investimento. Em 2024 tinham sido 50. Na prática, basta doar 250 mil euros ou mais para poder ter acesso a estes “vistos gold”. Segundo o Diário de Notícias, os cidadãos norte-americanos são os que mais recorreram a este regime, com 120. Os chineses ocupam o segundo lugar, com 70 doações. Seguem-se os indianos, com 30 vistos. Sete britânicos também fizeram transferências para a cultura portuguesa. Os paquistaneses, cinco. Turcos e iraquianos, quatro. O pódio termina com a obtenção de visto por cidadãos do Bangladesh, Irão e Jordânia.
Foram ainda feitas 36 doações, mas sem indicação da nacionalidade. Os "vistos gold" no imobiliário acabaram em 2023, ainda no governo de António Costa, mas permaneceram na cultura e na economia. É possível obter "vistos gold" através da criação de empresas que criem no mínimo 10 postos de trabalho ou transferências de capital de valor igual ou superior a meio milhão de euros. A investigação científica também está abrangida.
"O projeto elaborado pelo Município da Figueira da Foz para a reabilitação da Casa da Criança Infanta D. Maria tem por finalidade voltar a instalar no imóvel um jardim-de-infância, com capacidade para 75 crianças. A obra tem um orçamento inicial de 1,2 milhões de euros, que será candidatado aos Vistos Gold da Cultura. Segundo adiantou Santana Lopes ao DIÁRIO AS BEIRAS, a autarquia também pretende candidatar a reabilitação do Paço de Maiorca e do Palácio Conselheiro Branco àquela fonte de financiamento. São dois imóveis históricos municipais situados na zona histórica da vila de Maiorca."
Imagem via Diário as Beiras (para ler melhor clicar na imagem)
segunda-feira, 20 de abril de 2026
O pacote laboral e o dilema do chega... (II)
Ontem, publiquei esta postagem no OUTRA MARGEM.
"O "pacote laboral" desde Julho de 2025, que está a perturbar Portugal, principalmente o mundo do trabalho.
Segundo os sindicatos, todas elas visando a retirada de direitos laborais.
Perante a gravidade de tais propostas, a CGTP e a UGT convocaram uma greve geral para 11 de Dezembro.
Essa iniciativa foi massivamente participada.
Até hoje nada foi assinado.
O actual Presidente da República, vai intervindo no sentido da continuação das negociações para não ser confrontado com a necessidade de vetar a legislação por não ter havido acordo, conforme se comprometeu na campanha eleitoral.
Perante este cenário, teremos o quê?
Uma nova greve geral?
А passagem da legislação no Parlamento com o apoio do Chega, colocando a nu a demagogia mentirosa deste partido?
Um Presidente contra a sua maioria?
Vereadores do PS vão reunir com habitantes de Vila Verde e São Pedro
"Os produtos locais e as receitas artesanais são os ingredientes do sucesso da Loja do Jorge"
Via Diário as Beiras
"Há cerca de 30 anos que a Loja do Jorge leva à localidade pessoas da Região de Coimbra"
"CONSELHO PARA BELÉM: E QUE TAL RECOLHER OS TELEMÓVEIS À ENTRADA?" *
domingo, 19 de abril de 2026
O pacote laboral e o dilema do chega...
Nessa altura, o Governo apresentou um conjunto de mais de 100 alterações à legislação laboral.
Segundo os sindicatos, todas elas visando a retirada de direitos laborais.
Perante a gravidade de tais propostas, a CGTP e a UGT convocaram uma greve geral para 11 de Dezembro.
Essa iniciativa foi massivamente participada.
Até hoje nada foi assinado.
O actual Presidente da República, vai intervindo no sentido da continuação das negociações para não ser confrontado com a necessidade de vetar a legislação por não ter havido acordo, conforme se comprometeu na campanha eleitoral.
Perante este cenário, teremos o quê?
Uma nova greve geral?
А passagem da legislação no Parlamento com o apoio do Chega, colocando a nu a demagogia mentirosa deste partido?
O combate à corrupção que vinha nos programas eleitorais, é isto?..
Machadada na transparência: oposição critica Hugo Soares e diz que registo de rendimentos e interesses deve continuar público
Imagem: Expresso
Texto Filipe Tourais"A onda começa com a legalização do lobby. Prossegue com a dispensa de visto prévio do Tribunal de Contas, até aqui obrigatório, em procedimentos de aquisição até 10 milhões de euros, dispensa que liberta o gestor da fiscalização e detecção de ilegalidades que possam parar os processos. Continua com a “simplificação” do Código dos Contratos Públicos, de forma a tornar possível fazer aquisições de dezenas de milhar de euros sem consultar mais do que um fornecedor para garantir que o organismo público compra ao melhor preço. E, para já, termina com a aprovação do segredo relativamente aos financiamentos dos partidos políticos. Deixará de ser público que spinumvivas, que fascistas ou que interesses ainda mais opacos financiam os partidos com interesse em aprovar a lei. É inacreditável como estão a dar cabo de tudo, contrariando tanta conversa fiada sobre combates imaginários à corrupção que estão a tratar de generalizar com o apoio inequívoco e entusiasmado daqueles que catequizaram a cúmulos de fanatismo. Os factos falam por si. Escancarar a porta à corrupção ainda é o contrário de combatê-la."












