sexta-feira, 17 de julho de 2026

Promessa: Mercado Municipal Engenheiro Silva vai ser modernizado

Via Diário as Beiras: «o processo ainda é embrionário, mas está numa fase “determinada”“Estamos a trabalhar, mas ainda numa fase não desenvolvida, mas determinada”, garantiu Santana Lopes.»

quinta-feira, 16 de julho de 2026

"Proposta do município proporciona concertos com nomes sonantes da música portuguesa"

 Via Diário as Beiras (para ler melhor clicar na imagem)

Desta é para voar....

Via Diário as Beiras
"O primeiro-ministro, Luís Montenegro, deverá presidir ao lançamento da primeira pedra da unidade industrial alemã Hennig na Zona Industrial do Pincho, junto ao nó de Quiaios da A17 e ao futuro aeródromo municipal. 
O DIÁRIO AS BEIRAS apurou que a cerimónia simbólica se realiza no próximo dia 23. 
A firma germânica irá fabricar peças metalomecânicas para centros de dados. Para o efeito, adquiriu todos os lotes do parque industrial. 
No total, serão investidos cerca de 50 milhões de euros e criados até 600 postos de trabalho. 
Entretanto, a empresa instalou um centro de formação em Santana, freguesia igualmente situada na zona norte. 
O presidente da Câmara da Figueira da Foz, Santana Lopes, adiantou esta semana que o investimento de cerca de 800 milhões de euros da Elyse Energy numa unidade de produção de combustível sustentável para aviões na Marinha das Ondas, na margem sul, foi contemplado com o estatuto PIN - Potencial Interesse Nacional."

Na Figueira, empresa recebe duas vezes (do banco e da Câmara). Resultado: autarquia está impedida de se financiar junto da banca... (2)

Imagem via
Diário as Beiras

"Câmara Municipal da Figueira da Foz, Banco de Portugal e cessão de créditos: afinal, onde está o incumprimento?" 

"No século XXI, a gestão das entidades públicas exige competências técnicas, conhecimento jurídico, rigor financeiro e uma cultura efetiva de controlo interno. A complexidade crescente das operações de financiamento obriga a que dirigentes e decisores disponham dos instrumentos e da preparação necessários para garantir que situações como esta não ocorram.

Por isso, antes de se retirar qualquer conclusão definitiva sobre responsabilidades, importa responder a uma pergunta fundamental: a Câmara Municipal da Figueira da Foz tinha conhecimento jurídico da cessão do crédito e da obrigação de pagar ao banco?
Sem essa resposta, qualquer afirmação sobre incumprimento ou responsabilidade permanece necessariamente incompleta.
Num Estado de direito, a transparência administrativa exige que situações desta natureza sejam esclarecidas através da divulgação dos documentos relevantes e não apenas por declarações públicas ou títulos jornalísticos. Só assim será possível apurar se estamos perante um erro administrativo, uma falha de comunicação entre as partes, uma insuficiência dos mecanismos de controlo interno ou uma situação de incumprimento juridicamente imputável à autarquia.
Enquanto esses elementos não forem conhecidos, a prudência recomenda que se evitem conclusões precipitadas. Contudo, uma conclusão parece desde já inevitável: quando uma situação desta natureza coloca em causa a credibilidade financeira de um município, a questão deixa de ser apenas jurídica. É também uma questão de governação, de competência técnica e de responsabilidade institucional perante os cidadãos."

Excerto de um texto, que merece ser lido na íntegra. Para isso, clicar aqui.

Caso Bioadvance continua a manter tensa e escaldante a temperatura política na Figueira

O deputado do PS Pedro Delgado Alves reiterou ontem ao DIÁRIO AS BEIRAS o que disse na sua visita à Salmanha no passado dia 22 de junho, acerca da licença emitida pelo município para a Bioadvance. 
“Se não é a única licença emitida de todas as que são necessárias, então quais são as outras?”, questionou o deputado, eleito por Coimbra. “Eu não tenho conhecimento de mais nenhuma”, garantiu. 
“Tanto quanto sabemos, a única tomada de decisão, se quisermos dizer assim, é a do município da Figueira da Foz que emite uma licença de construção”, sustentou ainda. 
O executivo camarário figueirense vem afirmando que a sua única intervenção no processo foi uma “licença de arquitetura”
A administração portuária, que tutela aquela área, emitiu alvarás que viabilizaram a instalação da unidade industrial. Santana Lopes, por sua vez, tem reiterado que não autorizará atividades económicas que afetem a saúde dos figueirenses e o ambiente. 
Pedro Delgado Alves avançou que, na próxima semana, os deputados do PS eleitos por Coimbra deverão questionar o Governo acerca do processo da Bioadvance. “O que queremos nós todos é perceber se há riscos associados. Só queremos ficar esclarecidos e garantir que a instalação funciona com segurança”, afirmou o deputado à Assembleia da República. 
Na próxima semana, será realizada uma sessão extraordinária da Assembleia Municipal sobre os mesmos temas. 
Apesar das tentativas realizadas pelo DIÀRIO AS BEIRAS, não foi possível recolher declarações de Santana Lopes.
Recorde-se que na sequência das afirmações do passado dia 22 do mês de junho, "o presidente da Câmara da Figueira da Foz abandonou a sessão de câmara realizada no dia seguinte (23), quando decorria o período antes da ordem do dia. A partir do abando do presidente, a vice-presidente, Olga Brás, conduziu os trabalhos. 
Santana Lopes abandonou a reunião mostrando-se indignado com as afirmações de eleitos e dirigentes do PS em relação à fábrica de biocombustível Bioadvance, nomeadamente as declarações do deputado Pedro Delgado Alves ao DIÁRIO AS BEIRAS, feitas durante a visita às imediações da unidade industrial, na Salmanha. 
Nessa reunião, chegou mesm a desabafar o seguinte: "Não me apetece ser presidente da câmara nestas circunstâncias!"

quarta-feira, 15 de julho de 2026

Na Figueira, empresa recebe duas vezes (do banco e da Câmara). Resultado: autarquia está impedida de se financiar junto da banca...

Foto: Câmara Municipal da Figueira da Foz
Imbróglio, situação confusa ou enredo complicado? 

Via Diário as Beiras: no decorrer da reunião de Câmara realizada ontem, «Santana Lopes avançou que uma empresa prestadora de serviços está a impedir o município de se financiar junto da banca para pagar trabalhos a mais de obras enquanto não chegam as respetivas verbas europeias. 
Os serviços municipais pagaram diretamente à empresa em vez de pagar ao banco intermediário. Resultado, afirmou Santana Lopes, a empresa recebeu do município e do banco e ficou com o dinheiro de ambos e a entidade bancária comunicou ao Banco de Portugal que o município entrou em incumprimento com o banco, o que “não corresponde à verdade”
O caso “será resolvido em dias ou semanas”

Piscina Praia: mais do mesmo...

Segundo a edição de hoje do Diário as Beiras, "o Município da Figueira da Foz e a Enatur (empresa com capitais públicos e privados) rescindiram o contrato que previa a concessão da piscina-mar".
O culpado está encontrado: "o Estado" (a que isto chegou...).

Mas não é a verdade que todos os figueirenses querem sempre sobre tudo o que se passa no seu concelho?

Segundo o Diário as Beiras, «Santana quer “unir o concelho” em torno da “verdade e não da ficção”

Na reunião extraordinária de Câmara realizada ontem, «o presidente da autarquia da Figueira da Foz, Santana Lopes, fez uma ronda pelos vereadores do executivo camarário, para se pronunciarem sobre o ponto da sessão extraordinária de câmara relativo às políticas industriais e ambientais do município. Coube a João Martins fazer o enquadramento socioeconómico e das emissões lançadas pera a atmosfera por unidades industriais do concelho. De acordo com diversos estudos, nem as mais poluentes ultrapassam os limites legais europeus. O autarca frisou que as duas unidades existentes no país semelhantes à Bioadvance têm uma capacidade instalada seis vezes superior e encontram-se junto a habitações.

Por sua vez, "o vereador do PS Rui Carvalheiro, falando na mesma sessão de câmara, defendeu que o ponto sobre as políticas industriais e ambientais do município devia reunir na cidade especialistas e representantes de diversos organismos, para não se continuar a “laborar em incertezas”. Por outro lado, considerou que “foi um erro político crasso a FAP” [coligação com maioria na assembleia e na câmara municipais] deixar passar a moção” sobre o desmantelamento das instalações da Bioadvance. Contudo,  reconheceu que o PS votou a favor. O licenciamento industrial da Bioadvance é o exemplo de “tudo o que não devia ter acontecido naqueles termos”, sustentou.

O Chega, afirmou ontem o vereador Filipe Salgado, que substituiu Hugo Fresta na reunião de câmara, não se opõe à Bioadvance. “Tem é de cumprir a lei”, ressalvou. Por outro lado, aconselhou o executivo camarário a não seguir o caminho apontado pelo vereador do PS Rui Carvalheiro para a realização de um debate sobre políticas industriais e ambientais do município com especialistas ou pedir “pareceres a um conjunto de seres que vêm não se sabe de onde”. O autarca do Chega frisou ainda que lhe basta a palavra de Santana Lopes, quando o presidente afirma que não viabilizará atividades económicas que afetem a saúde dos figueirenses e o meio ambiente.»

Imagem via Diário as Beiras. Para ler melhor clicar na imagem.

PCP manifesta preocupação com questões ambientais na Figueira da Foz e critica actuação da autarquia

"A estrutura concelhia defende que as unidades industriais existentes devem estar sujeitas a uma fiscalização rigorosa por parte das entidades competentes e de organismos independentes. No caso da Bioadvance, o PCP reafirma a posição de que a empresa deverá ser desmantelada."

"A Comissão Concelhia da Figueira da Foz do PCP manifestou preocupação com vários problemas ambientais no concelho, apontando impactos na saúde pública e na qualidade de vida da população.
A posição foi divulgada em comunicado, no qual os comunistas abordam temas como a exploração de caulinos, a instalação de centrais fotovoltaicas e eólicas, a poluição industrial, o rio Mondego e a Serra da Boa Viagem.

Relativamente à Serra da Boa Viagem, o PCP defende uma maior intervenção ao nível da limpeza, controlo de espécies invasoras e reflorestação. Nesse sentido, recorda ter apresentado na Assembleia Municipal uma proposta para a criação de um corpo permanente de sapadores florestais dedicado à conservação daquele espaço natural, iniciativa que foi aprovada por maioria, com a abstenção da bancada da Figueira A Primeira (FAP).

No comunicado, o partido critica também a atuação da Câmara Municipal da Figueira da Foz no processo relacionado com a empresa Bioadvance, instalada na zona portuária. O PCP considera que a autarquia não pode demitir-se de responsabilidades, apesar de atribuir competências à Administração do Porto da Figueira da Foz, sustentando que o município emitiu licenças e deveria ter assegurado um papel fiscalizador.

Os comunistas afirmam ainda que todo o processo em torno da instalação da empresa levanta dúvidas e defendem que a população de Vila Verde enfrenta preocupações acrescidas devido à poluição existente naquela zona.

Outra das situações destacadas prende-se com o projeto da empresa Elyse Energy, previsto para a freguesia da Marinha das Ondas. O PCP acusa os promotores de terem apresentado inicialmente um projeto diferente daquele que viria posteriormente a ser submetido à Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e colocado em consulta pública, considerando que essa alteração aumentou a preocupação dos moradores quanto aos impactos ambientais da futura unidade industrial.

No mesmo comunicado, o partido critica as declarações do presidente da Câmara Municipal, Pedro Santana Lopes, acusando-o de procurar transformar o debate sobre estes projetos numa questão genérica sobre a instalação de indústrias no concelho. Para o PCP, os processos da Bioadvance e da Elyse Energy devem ser analisados de forma independente, atendendo às especificidades de cada um.

A estrutura concelhia defende ainda que as unidades industriais existentes devem estar sujeitas a uma fiscalização rigorosa por parte das entidades competentes e de organismos independentes. No caso da Bioadvance, o PCP reafirma a posição de que a empresa deverá ser desmantelada."

terça-feira, 14 de julho de 2026

"A BOIA E O DESGASTE"

Via Miguel Carvalho.
"A boia de salvação do CH nesta fase chama-se Luís Neves.
Um ódio antigo, como sabe quem conhece o partido por dentro, independentemente das fragilidades da argumentação do ministro. Porque foi ele da PJ para o governo é algo que, um dia, ainda me hão-de explicar, pois continuo sem perceber. Sabe-se, de resto, que, a poucos dias de aceitar o cargo, Luís Neves até deu sinais contrários e tudo indicava que não o faria. Outro mistério.
Não houvesse o caso Luís Neves - em que AV reconhece ter sido ajudado por gente do próprio governo, o que diz muito do sonho húmido das direitas que para ali vai - o desgaste do CH em zonas e regiões outrora importantes para o seu crescimento, como referi em várias sessões de apresentação do meu livro, estaria a fazer ainda mais o seu caminho. Os resultados eleitorais autárquicos no Alentejo já deram alguns sinais (Moura e Serpa, por exemplo, onde voaram centenas de votos), mas a sucessão de casos internos a propósito das eleições distritais é um manancial e pêras.
O problema dos opositores do CH é o fator Ventura. É essa ainda a mais-valia: um líder que treinou muitos anos no ginásio televisivo do populismo parece sempre mais musculado para enfrentar estes tempos, sobretudo quando visto do Portugal de sofá. Mais depressa Luís Neves cai do que desaparece o toque a reunir do CH, agora insuflado pelo cheiro a poder.
Se, para lá do necessário e urgente apuramento dos factos que cabe à Imprensa, se juntar ao discurso de AV um certo jornalismo cowboy, cuja máquina funciona ao serviço das mesmas lógicas, está a sobremesa servida. Podem, por isso, disparar todos os dias contra o líder da extrema-direita que tal não surtirá efeito. Enquanto continuar a ser servido de bandeja com polémicas e trapalhadas deste género, o "Ventura country" continuará cá. Vivinho da silva." 
"O deputado António Carneiro rejeita que tenham sido feitos insultos na noite eleitoral e lamenta a decisão do autarca de Moura. Já são onze os vereadores do Chega que se desfiliaram do partido desde as autárquicas".

Serenatas do Mondego: nesta edição os espectáculos realizam-se na Baixa da cidade, na fonte Luminosa e no Pátio de Santo António

 Via Diário as Beiras 


Ciclo de cinema
"A Sociedade Filarmónica Dez de Agosto pretende despertar os cinéfilos figueirenses através de um ciclo dedicado à Sétima Arte, para devolver à memória coletiva os tempos do antigo Festival Internacional de Cinema da Figueira da Foz. “Estamos a pensar realizar um ciclo de cinema em setembro”, adiantou ao DIÁRIO AS BERAS a presidente da direção, Eugénia Gaspar. A dirigente frisou que o certame, projeto que transita do anterior elenco diretivo, caso avance, terá também como finalidade homenagear a atriz Maria Olguim, cuja carreira começou no palco daquela coletividade centenária da Figueira da Foz".
O aniversário
"O 146.º aniversário da Sociedade Filarmónica Dez de Agosto é assinalado com a habitual sessão solene. O programa comemorativo deverá ter ainda actividades culturais e entrega de distinções honoríficas. As celebrações começam no dia 8 de agosto. No dia seguinte, será dedicada uma sessão das Serenatas do Mondego à coletividade aniversariante. Entretanto, a associação, conhecida como “A teimosa”, terá de abandonar as instalações até dezembro de 2027, caso até lá não consiga financiamento para adquirir o imóvel. Se o cenário se confirmar, a direção terá de encontrar um novo espaço."

RFM SOMNII: o habitual “balanço extremamente positivo” e recorde de público

O diretor executivo da promotora do RFM SOMNII Intermarché fez ontem um “balanço é extremamente positivo” da edição deste ano do festival de música eletrónica, em declarações ao DIÁRIOAS BEIRAS. Para Tiago Castelo Branco, o balanço é “um bom prenúncio para os próximos concertos”, de Sting e Lewis Capaldi, já esta semana, 17 e 18, respectivamente, no mesmo recinto.
O RFM SOMNII Intermarché deste ano voltou a bater recordes de afluência, contrariando a tendência global”, acrescentou o diretor executivo da MOT, avançando desde já com  as datas da edição de 2027 - 9, 10 e 11 de julho.

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Fernando Alexandre tem cinco dias e quatro noites

 Via jornal Público

 Para ler mehor clicar na imagem.

O que se passa com a lancha Praia da Costa Nova?

 Em Maio de 2023, "a embarcação que “pintava” a Ria de Aveiro de cores vivas e que dava a conhecer a imensidão dos seus canais, desde a Costa Nova até à Torreira, mudou de águas. A lancha Praia da Costa Nova começou a operar na Figuei­ra da Foz, regressando à sua função inicial, a de fazer carreiras. «A lancha veio fazer o transporte regular de passageiros en­tre a cidade da Figueira da Foz e a Gala»."

Transportou milhares de pessoas, no tempo em que esteve ao serviço do Município da Figueira da Foz, dada a ineficácia, as constantes avarias e a consequente aposta falhada que mostrou ser a aquisição pela Câmara Municipal da Figueira da Foz do barco "Carlos Simão"
Ao que li aqui, "a icónica Lancha Praia da Costa Nova encontra-se impossibilitada de navegar" e, ao que parece, existe um contencioso com a Empresa proprietária da embarcação.
Dado que estão em causa dinheiros públicos, fica a pergunta: o que se passa?

50.ª edição do festival internacional de folclore FestiMaiorca

O evento é organizado pela Casa do Povo de Maiorca com o apoio da Câmara da Figueira da Foz. Este ano, a Junta de Maiorca não concede apoio financeiro. “A junta tem procurado apoiar as associações da freguesia de forma equilibrada e responsável. Neste momento, não é possível atribuir apoio financeiro ao FestiMaiorca”, frisou ao Diário as Beiras o presidente, Nuno Santos.
"Recusa de vistos limita diversidade de nações representadas no festival internacional de folclore"

Reunião sobre indústria e ambiente

Via Diário as Beiras

Imagem: daqui

"A Câmara da Figueira da Foz reúne-se amanhã em sessão extraordinária. 

A reunião tem na agenda a política industrial e ambiental do concelho, financiamentos e o Regulamento do Programa Municipal Habitar Figueira da Foz no Município da Figueira da Foz. 

A ordem de trabalhos inclui, também, a proposta de convocação de uma sessão extraordinária da Assembleia Municipal. 

O presidente da autarquia figueirense, Santana Lopes, avançou recentemente que iria propor uma sessão extraordinária da Assembleia Municipal sobre políticas industriais e ambientais, após a aprovação, naquele órgão, de uma moção que exige o desmantelamento da Bioadvance."

domingo, 12 de julho de 2026

41 anos de Freguesia de São Pedro

São Pedro passou a freguesia há 41 anos.
Porém, a luta já vinha de trás.
Em 1974, os habitantes destas povoações apresentaram uma petição ao Ministro da Administração Interna solicitando a criação de uma nova Freguesia, fazendo, assim, eco de velhas aspirações anteriores ao 25 de Abril.
A 11 de Julho de 1985, em reunião plenária, a Assembleia da República decretou a criação da actual freguesia de São Pedro. O primeiro executivo eleito honrou para sempre a data na toponímia da Aldeia, dando o nome da Avenida 12 de Julho à antiga 109, uma vez que a publicação em Diário da República aconteceu em 12 de Junho de 1985.
O primeiro executivo tomou posse em 5 de Janeiro de 1986.
Na foto sacada daqui, a partir da esquerda, está António Agostinho, Manuel Capote e Domingos Laureano - os três formaram o primeiro executivo da Junta de Freguesia de S. Pedro. Nas costas do Manuel Capote, está o José Elísio, presidente da Comissão Instaladora da então nova freguesia. Do lado direito está Carlos Lima, que foi o primeiro Presidente da Assembleia de Freguesia de S. Pedro. Esta foto é de 5 de janeiro de 1986.
Nas eleições de 1985, já com a freguesia de S. Pedro criada por desanexação de territórios de Lavos e São Julião, fiz parte da Lista Independente de S. Pedro. Por um mero acaso (ou talvez não...), eu, que sempre pertenci a listas perdedoras, em 1985, fui o número dois da LISP às primeiras eleições locais para a escolha do primeiro executivo da então novel freguesia de São Pedro. Os Independentes ganharam, na única vez em que senti "o gosto da vitória" numas eleições políticas. Como consequência, Domingos São Marcos Laureano, 1º. nome da lista, foi o primeiro Presidente da Freguesia de São Pedro. Eu, 2º. nome da lista, fui o primeiro (e primeiro) Secretário. Manuel Capote, foi o primeiro Tesoureiro. 
Esta foi a composição do primeiro executivo da Freguesia de São Pedro. Dos três, vivo, só resto eu. 


Os povoados da Cova e da Gala pertenceram, administrativamente, à freguesia de Lavos, até ao ano de 1985.
São Pedro, freguesia, desde 1985 cresceu muito. Tenho acompanhado esse crescimento.
A Cova e Gala da minha infância foi sempre a das casas térreas e pobres de madeira, cheias de aberturas nas paredes, por onde no inverno o ar gélido passava como cão por vinha vindimada .
Quando, mais tarde, as circunstâncias me permitiram viver noutros ambientes, a memória que prefiro guardar é a da Cova e Gala dos meus primeiros anos, a Cova e Gala “da gente de pouco ter e de muito sentir”, a Terra pequena e modesta nos costumes e nos horizontes da compreensão do resto do País e do mundo.
São Pedro, entretanto, transformou-se muito por fora nos últimos anos.
Em nome do chamado progresso, alterou-se o perfil e o panorama da Cova e Gala, colocaram-se toneladas de betão onde outrora existiu a madeira das casas antigas.
Gostaria de poder continuar a acreditar que, apesar de tudo, “o espírito da Cova e Gala sobrevive”, pois “é o espírito que faz eternas terras”.
Para mim, chegava que a Cova e Gala fosse uma Terra culta, moderna, limpa e organizada – e, se possível, sem perder nada da sua alma.
Como comprova a realidade em Julho de 2026, isso é desejar demais.
Hoje, 12 de Julho de 2026 passa o 41º ano da elevação a Freguesia. 
Fica o programa elaborado pela autarquia local para comemorar o evento.
Para ler melhor clicar em cima da imagem.

sábado, 11 de julho de 2026

33 novos profissionais reforçam quadros da ULS do Baixo Mondego

Em comunicado enviado ao  Diário as Beiras, é referido que “os novos profissionais incluem 10 médicos, 10 enfermeiros, nove assistentes técnicos, três técnicos auxiliares de  saúde e um técnico superior, reforçando as equipas da ULS do Baixo Mondego”.