Via jornal Público (para ler melhor clicar na imagem)
segunda-feira, 21 de setembro de 2026
Antigos autarcas vão ser homenageados em S. Pedro
A homenagem integrará as comemorações oficiais do aniversário da Freguesia de São Pedro, no dia 12 de julho de 2027, com entrega de diplomas e lembranças simbólicas aos homenageados ou aos seus representantes.
Na foto, de 5 de Janeiro de 1986, a partir da esquerda, está António Agostinho, Manuel Capote e Domingos Laureano - os três formaram o primeiro executivo da Junta de Freguesia de S. Pedro. Nas costas do Manuel Capote, está o José Elísio, presidente da Comissão Instaladora da então nova freguesia. Do lado direito está Carlos Lima, que foi o primeiro Presidente da Assembleia de Freguesia de S. Pedro.
domingo, 20 de setembro de 2026
Não é só matemática e também é ideologia
Este é o texto mais esclarecedor que li sobre "o Relatório Bravo, assinalando os problemas nas contas e os enviesamentos ideológicos do que querem fazer passar por mera técnica. O título do texto não podia ser melhor". Foi escrito pelo antigo director do Centro Nacional de Pensões Vitor Junqueira e foi publicado na edição de ontem do jornal Público. Para ler melhor clicar na imagem.
Bom dia Figueira da Foz
Muitos Parabéns, Figueira-cidade, cidade-menina desde 20 setembro 1882.
“ … Tudo pode desaparecer na penumbra velada do passado, impelida pela marcha incessante do tempo, mas uma coisa o homem jamais esquece: a sua terra, que é a parcela, digamos, mais querida, dentro da pátria, ao seu coração …”.
sábado, 19 de setembro de 2026
Joaquim de Sousa; “viver é fazer coisas”
Via Campeão das Províncias (para ler melhor clicar na imagem)
Vai por aí uma discussão danada: a Figueira está praticamente em pé de guerra...
"Na reunião de Câmara Municipal do passado dia 17 de setembro de 2026, o Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, apresentou a intensão de vender o imóvel da antiga “Casa da Saúde”, sita na Rua Afonso de Albuquerque, proposta que teve a oposição por parte dos vereadores do Partido Socialista. Perante a intervenção discordante do vereador João Paulo Rodrigues, solicitando que se adiasse a discussão deste ponto e se procurassem outras soluções para o imóvel, mantendo o mesmo na posse municipal, o senhor presidente teve uma atitude menos cordial. Não havendo financiamento público no momento para a construção de habitação a custos controlados, a solução poderia passar pela exploração de terceiros numa estalagem de turismo jovem e/ou sénior, residência universitária, entre outras. O Senhor Presidente preferiu responder a este vereador com argumentos que nada tinham a ver com o assunto em discussão.
A 10 de outubro de 2025, o Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz anunciou, com pompa e circunstância, a aquisição deste imóvel pelo valor de 435 mil euros. Menos de um ano depois, pretende o Senhor Presidente da Câmara Municipal vender o mesmo, em hasta pública, por um valor base de 450 mil euros. O imóvel que seria reabilitado e destinado à habitação a custos controlados para arrendamento acessível, passa agora para uma "situação nebulosa" de venda a terceiros.
O Executivo Municipal começa a mostrar um certo desnorte em várias questões, onde esta é um bom exemplo."
"Casa da Saúde vai a hasta pública": remendo ou sintoma?
sexta-feira, 18 de setembro de 2026
João Pedrosa Russo, opinião publicada: "Concorda com o fecho ao trânsito de parte da marginal?"
"Não concordo", escreve na edição de hoje de o Diário as Beiras
Pretendia o Município que houvesse menos trânsito e mais espaço para quem ali passa, transformando-o numa área segura e tranquila. Dizia ainda a autarquia que “era o momento ideal para desacelerar e aproveitar a cidade com outra qualidade de vida”.
Pretendia-se que por ali se pedalasse e patinasse e que se aproveitasse o “asfalto para andar de bicicleta ou de patins com total segurança”, em sossego.
Ora, a medida em princípio podia ser boa, mas os impactos negativos superam os positivos. Aquela via é demasiado importante para a mobilidade urbana, pela ligação que promove entre o centro da cidade e a vila Buarcos, ao longo de vários edifícios com garagens e com comércio, sobretudo restaurantes e encontra-se servida de largos passeios que as pessoas utilizam frequentemente, bem como excelentes passadiços a poucos metros.
Notou-se alguma desorganização no decorrer da reunião de câmara realizada ontem
Via Diário as Beiras (para ler melhor clicar nas imagens)
Gliding Barnacles: 35 mil € foi o "apoio financeiro" aprovado pela autarquia figueirense
Mais 20% que o ano passado. Como disse o vereador do Chega, "não será hora de fazer um regulamento sobre isto"?..
Via Diário as Beiras (para ler melhor clicar na imagem)
quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Um artista chamado Moedas, Carlos...
Dito assim, fica a ideia, que as pessoas ficaram pobres por causa do "cata latas e garrafas".
Visto assim, "antes não havia drama, não havia miséria na cidade, não havia a figura do sem-abrigo recolector. Havia lixo aos montes pelas ruas mas isso era culpa das juntas de freguesia e dos imigrantes e dos criminosos que assolam a cidade, não se viam cá os miseráveis enfiados dentro do contentor."
Portanto, acabe-se com o Volta para pôr fim ao drama visual, perdão, ao "drama social".
Mais um artista de variedades, este Carlos Moedas.
"Crescimento sustentado, é o desiderato da Universidade de Coimbra e da direção do campus"
"O número de alunos do Campus da Figueira da Foz da Universidade de Coimbra continua a crescer, acompanhando o aumento da oferta académica.
Neste momento, estão inscritos cerca de 130 alunos, distribuídos pelas duas licenciaturas e pelos cinco mestrados.
O número de alunos deverá aumentar, tendo em conta que ainda falta realizar a segunda fase de candidatura ao ensino superior para licenciaturas e a segunda e terceira fases para mestrados.
Este ano letivo arranca com um novo edifício do campus – antigo terminal rodoviário – , uma nova licenciatura (Engenharia Naval e Oceânica) e três novos mestrados (Relações Internacionais, Política Internacional dos Oceanos e Sistemas Costeiros Sustentáveis). E mantêm-se a licenciatura em Biologia Marinha e os mestrados em Inteligência Artificial e Computação Musical e Design de Som."
Isabel Maia, opinião publicada :"Concorda com o fecho ao trânsito de parte da marginal?"
"Sim", escreve na edição de hoje de o Diário as Beiras, Isabel Maia
A medida tem recebido aplausos e críticas veementes.
Mudar rotinas gera desconforto e receios: a inibição de passear de carro à beira-mar, a perda no comércio, a pressão acrescida do trânsito no centro da cidade.
Decidir “mudar” é corajoso e tem riscos de impopularidade, mas pior é “não decidir” e manter o status quo, estagnar.
Neste caso, implica alterar os trajetos, utilizar as circulares externas para não pressionar o centro da cidade e promover mobilidade inteligente. E os utilizadores trocarão o cheiro e o som dos escapes pelo aroma e a música do mar, em segurança.
Quanto ao comércio, o carro que passa pela loja não gera receita, mas o peão que a pé olha a montra ou se senta na esplanada, sim. Será a oportunidade de ouro para o comércio inovar e combater a sazonalidade. O turista de hoje rejeita o asfalto e exige o destino sustentável com vivência do espaço.
“Fechar ao trânsito” não é “eliminar mobilidade”, mas priorizar o mar como lugar de bem-estar, e não é algo original: Vancouver tem a lógica do waterfront com passeio e fruição; Toronto, Queens Quay, reforçou o eixo ribeirinho pedonal e ciclável; Cascais restringiu o trânsito junto ao mar e priorizou a mobilidade suave.
As cidades crescerão com menos poluição, mais mobilidade suave e segura, com mais vida pública saudável.»
47 anos de SNS: muito obrigado António Arnaut
A melhoria introduzida em Portugal com a criação do Serviço Nacional de Saúde (SNS) por António Arnaut, não é passível de contestação.
Os resultados falam por si.
Contudo, desde o início, a criação do SNS não contou com o voto favorável do PSD. Convém não esquecer: o PSD nunca foi a favor do SNS e sempre que está no poder tenta enfraquecê-lo para dar o controlo da saúde dos portugueses aos privados. Ana Paula Martins é mais uma ministra da Saúde que pretende realizar esse sonho do PSD.
Por isso, não resolve o problema da contratação dos enfermeiros, que tanta falta fazem, entre outros.
47 anos depois da criação do SNS: muito obrigado, António Arnaut.








