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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Publicidade ao jantar comemorativo dos 15 anos de vitória de Santana Lopes...


Há 15 anos, Pedro Santana Lopes ganhou a presidência da câmara municipal da Figueira da Foz.
Estou em crer, que esta vitória de Pedro Santana Lopes, mudou o rumo da sua própria vida, mas mudou de forma ainda mais marcante, a nossa vida,  enquanto figueirenses e moradores no concelho da Figueira da Foz.
Esteve 4 anos como presidente da autarquia figueirense e, por aqui, nunca mais nada foi como anteriormente.
15 depois, fruto não só da gestão autárquica no decorrer desses seus 4 anos de mandato, mas também dos 8 seguintes, da responsabilidade do falecido eng. Duarte Silva, igualmente  eleito em listas do PSD, a Figueira da Foz vive num aflitivo sufoco financeiro, com um passivo de mais de 90 milhões de euros.
Os seus admiradores dizem que Santana Lopes, como autarca figueirense, deixou obra feita no concelho. Os mais entusiastas, consideram-no mesmo o melhor presidente de câmara que passou pela Figueira.
Claro que seria estultícia negar que, em 4 anos, alguma coisa foi feita e, principalmente, que foi gasto muito dinheiro, mas daí a que, como alguns proclamam, que tenha desenvolvido a Figueira para lá do inimaginável constitui, a meu ver, um completo e despropositado exagero, que até deve ser incomódo para o próprio Pedro Santana Lopes…
O problema dos dias que passam aqui pela Figueira, é que  sobrou a dívida astronómica da autarquia figueirense, para a qual  Santana Lopes contribuiu de forma bastante significativa, cuja factura terá de ser paga ao longo de décadas.
Todos sabemos, porque todos os dias disso somos lembrados, que o endividamento é um dos principais problemas do País, em geral. E da Figueira, em particular. E, aqui pela Figueira, Santana é um dos principais culpados.

Uma notícia positiva...

Finalmente...
Embora com muitas dezenas de anos de atraso, a ONU deu um grande passo a favor da Palestina
Reconhecido o Estado, agora há que fazer sair as forças de ocupação.

Passos não falhou e está a cumprir...

E se o ridículo matasse?..


Ontem, dia 30 de Novembro de 2012, na Assembleia da República, vindo precisamente da bancada do partido fundado em 19 de Julho de 1974,  com base em nomes de família que vêm desde 28 de Maio de 1926, no decorrer do debate sobre a nova lei dos estivadores, aprovada pelo PSD, CDS e PS.
Já nem se enxergam!..

Sugestão para hoje


quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Com o PPD/PSD figueirense é tudo à grande!..


Dando seguimento ao programa de visitas às Freguesias por parte da Comissão Política do PPD/PSD, esta estrutura estará, este sábado, dia 1, na Freguesia de Maiorca, onde reunirá com o presidente da junta, Filipe Dias, para se inteirar dos problemas e carências da freguesia, bem como as suas potencialidades. 
Uma visita à maior e mais moderna exploração agrícola da freguesia; um encontro com o maior produtor de arroz de Maiorca e com o proprietário de uma empresa local integram o programa.

Domingos Silva...

Portugal - presente e futuro próximo...

Via 
(baixinho para que ninguém nos ouça)
A economia paralela começa onde acaba a moral do Estado. Ninguém tenha dúvidas de que os portugueses, perante a imoralidade e o confisco, saberão defender-se.
Só haverá espanto com a diminuição de receitas para quem nunca entendeu a sabedoria deste povo milenar.

O talento para dar entrevistas sem interesse...

Ontem, a novidade do reality show de Coelho, foi continuar a dizer tudo aquilo que já sabíamos: nomeadamente, conseguiu mostrar que Paulo Portas é um actor vulgar, que tem um papel banal neste melodrama...

ÍCONES DO XIX GOVERNO

Foto de Daniel Rocha no Público.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Isto da democracia tem muito que se lhe diga…


Os programas de "debate" onde não há contraditório - todos dizem o mesmo, com uma ou outra variação de pormenor - são a prova evidente de que existe uma enorme distância entre a "democracia" televisiva e a democracia real.

Força nisso...


Seis presidentes de junta do concelho apresentam hoje, ao início da tarde, uma providência cautelar no Tribunal Administrativo de Coimbra que pede a impugnação da Assembleia Municipal da Figueira da Foz (AMFF) do dia 8 de outubro.
Lembre-se que foi naquela sessão que o PSD, o Movimento Figueira 100% e os presidentes independentes das juntas de S. Pedro e Lavos anunciaram uma proposta conjunta para a reorganização administrativa.
Porém, aquele ponto foi suspenso, tendo sido retomado no dia 12 seguinte, apesar da oposição das restantes bancadas.
Os subscritores da providência cautelar recorrem, agora, à justiça para tentarem travar a eficácia da proposta aprovada na segunda sessão da AMFF que resultou na extinção de quatro freguesias – S. Julião, Santana, Brenha e Borda do Campo.

A vingança serve-se fria: em janeiro do próximo ano, na altura de receber o salário, é que vão sentir o que é pimenta no cu…


E pronto, lá passou o orçamento para credores e outros clientes verem, com o voto daqueles poucos portugueses que nem imaginam como é a vida verdadeira dos outros portugueses todos, a quem dedicaram um caderno de encargos para o Estado que a realidade se encarregará de mostrar irrealizável. Do alto da sua altaneira retórica, investido pela missão suprema dos salvadores das pátrias falidas, o mestre-de-obras está satisfeito: mais uma vitória contra essa gente de coração maioritariamente socialista [e não disse PS], habituada a viver com o que constantemente deve, como se isso fosse muito natural, como se a boa vida fosse alguma vez para todos. Tomem e embrulhem. Já se tinham acabado os empregos, os filhinhos todos a estudar para doutores, os carrinhos novos de tantos em tantos anos e as férias nos brasis – agora acabou-se também tudo o resto. É assim, de vez em quando há um mundo que se acaba. Tomem e embrulhem este mundo novo que vos damos. E agora virem-se.
E a visão daquelas pessoas no parlamento da República (e disse República), a votar disciplinadamente contra o povo, será inesquecível para muitos. Carrascos, sim, como dizia uma senhora para a tevê, pais refundadores mauzões a sovar os filhos e a mandá-los para a morte, ou então para a pátria exógena de onde eles próprios vieram pela mão dos pais, com guia de marcha rápida, a trote da descolonização do Soares. Carrascos sim, cheios de raiva antiga no esquecimento, e ali chegados graças ao Sócrates dos computadores para todos e das escolas novas de que não precisávamos – e graças, também, aos CDSs das coligações com todos e a essa imensa maioria de abstencionistas que não querem saber da política.
E no final, Gaspar a passar a mão pelo pêlo dos dirigentes do PS: cuidado com os radicais da vossa paróquia que a gente ainda tem uns assuntos para resolver juntos. E depois o inaceitável e habitual compromisso cobarde do rapaz Seguro: isso da Constituição é com o senhor presidente.

Figurinha triste…

Em linguagem popular, fazer como fez João Almeida, deputado do CDS/PP, o senhorito da foto ao lado (votar e favor e depois mandar umas “bocas” contra o que se votou antes), é não ter tomates…
Quando se come à mão de alguém, é aconselhável que não se morda a mão de quem lhe dá comer...
Ou, então,  terá de assumir  também passar fome – que, isso, também é atitude de gente séria e  crescida.

DECLARAÇÃO DE VOTO PARA MEMÓRIA FUTURA

NUNCA VOTEI NO CDS/PP, NEM NO PPD/PSD
NUNCA VOTEI EM CAVACO SILVA.
“Uma maioria, um Governo, um Presidente”. 
Eis "o legado de Sá Carneiro ao PSD."
Desde 1985 que Cavaco Silva sonhava poder ser o homem que o levaria a cabo.
Conseguiu-o no ano passado, com os resultados que estão à vista.
Embora não perceba nada de política, nunca confiei nesta gente.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Para memória futura

imagem sacada daqui
Quadro da desonra, que o mesmo é dizer, a lista dos deputados que hoje  traíram o povo que os elegeu e hipotecaram o futuro da Nação:
Abel Baptista  (Viana do Castelo, CDS-PP),  Adão Silva (Bragança, PSD),  Adolfo Mesquita Nunes  (Lisboa, CDS-PP),  Adriano Rafael Moreira  (Porto, PSD),  Afonso Oliveira  (Porto, PSD),  Altino Bessa (Braga, CDS-PP), Amadeu Soares Albergaria  (Aveiro, PSD),  Ana Oliveira (Coimbra, PSD),  Ana Sofia Bettencourt  (Lisboa, PSD), Andreia Neto  (Porto, PSD),  Ângela Guerra  (Guarda, PSD),  António Leitão Amaro  (Lisboa, PSD),  António Prôa  (Lisboa, PSD),  António Rodrigues  (Lisboa, PSD), Arménio Santos  (Viseu, PSD),  Artur Rêgo (Faro, CDS-PP), Assunção Esteves (Lisboa, PSD), Bruno Coimbra(Aveiro, PSD), Bruno Vitorino (Setúbal, PSD), Carina Oliveira (Santarém, PSD),Carla Rodrigues (Aveiro, PSD), Carlos Abreu Amorim (Viana do Castelo, PSD),Carlos Alberto Gonçalves (Europa, PSD), Carlos Costa Neves (Castelo Branco, PSD), Carlos Páscoa Gonçalves (Fora da Europa, PSD), Carlos Peixoto (Guarda, PSD), Carlos Santos Silva (Lisboa, PSD), Carlos São Martinho (Castelo Branco, PSD), Clara Marques Mendes (Braga, PSD), Cláudia Monteiro de Aguiar(Madeira, PSD), Conceição Bessa Ruão (Porto, PSD), Correia de Jesus(Madeira, PSD), Couto dos Santos (Aveiro, PSD), Cristóvão Crespo (Portalegre, PSD), Cristóvão Norte (Faro, PSD), Cristóvão Simão Ribeiro (Porto, PSD),Duarte Marques (Santarém, PSD), Duarte Pacheco (Lisboa, PSD), Eduardo Teixeira (Viana do Castelo, PSD), Elsa Cordeiro (Faro, PSD), Emídio Guerreiro(Braga, PSD), Emília Santos (Porto, PSD), Fernando Marques (Leiria, PSD),Fernando Negrão (Braga, PSD), Fernando Virgílio Macedo (Porto, PSD),Francisca Almeida (Braga, PSD), Graça Mota (Braga, PSD), Guilherme Silva(Madeira, PSD), Hélder Amaral (Viseu, CDS-PP), Hélder Sousa Silva (Lisboa, PSD), Hugo Lopes Soares (Braga, PSD), Hugo Velosa (Madeira, PSD), Inês Teotónio Pereira (Lisboa, CDS-PP), Isabel Galriça Neto (Lisboa, CDS-PP),Isilda Aguincha (Santarém, PSD), Joana Barata Lopes (Lisboa, PSD), João Figueiredo (Viseu, PSD), João Gonçalves Pereira (Lisboa, CDS-PP), João Lobo(Braga, PSD), João Paulo Viegas (Setúbal, CDS-PP), João Pinho de Almeida(Porto, CDS-PP), João Prata (Guarda, PSD), João Rebelo (Lisboa, CDS-PP),João Serpa Oliva (Coimbra, CDS-PP), Joaquim Ponte (Açores, PSD), Jorge Paulo Oliveira (Braga, PSD), José de Matos Correia (Lisboa, PSD), José de Matos Rosa (Lisboa, PSD), José Lino Ramos (Lisboa, CDS-PP), José Manuel Canavarro (Coimbra, PSD), José Ribeiro e Castro (Porto, CDS-PP), Laura Esperança (Leiria, PSD), Lídia Bulcão (Açores, PSD), Luís Campos Ferreira(Porto, PSD), Luís Leite Ramos (Vila Real, PSD), Luís Menezes (Porto, PSD),Luís Montenegro (Aveiro, PSD), Luís Pedro Pimentel (Vila Real, PSD), Luís Vales (Porto, PSD), Manuel Isaac (Leiria, CDS-PP), Margarida Almeida (Porto, PSD), Margarida Neto (Santarém, CDS-PP), Maria Conceição Pereira (Leiria, PSD), Maria da Conceição Caldeira (Lisboa, PSD), Maria das Mercês Borges(Setúbal, PSD), Maria João Ávila (Fora da Europa, PSD), Maria José Castelo Branco (Porto, PSD), Maria José Moreno (Bragança, PSD), Maria Manuela Tender (Vila Real, PSD), Maria Paula Cardoso (Aveiro, PSD), Mário Magalhães(Porto, PSD), Mário Simões (Beja, PSD), Maurício Marques (Coimbra, PSD),Mendes Bota (Faro, PSD), Michael Seufert (Porto, CDS-PP), Miguel Frasquilho(Porto, PSD), Miguel Santos (Porto, PSD), Mónica Ferro (Lisboa, PSD), Mota Amaral (Açores, PSD), Nilza de Sena (Coimbra, PSD), Nuno Encarnação(Coimbra, PSD), Nuno Filipe Matias (Setúbal, PSD), Nuno Magalhães (Setúbal, CDS-PP), Nuno Reis (Braga, PSD), Nuno Serra (Santarém, PSD), Odete Silva(Lisboa, PSD), Paulo Batista Santos (Leiria, PSD), Paulo Cavaleiro (Aveiro, PSD), Paulo Mota Pinto (Lisboa, PSD), Paulo Rios de Oliveira (Porto, PSD),Paulo Simões Ribeiro (Setúbal, PSD), Pedro Alves (Viseu, PSD), Pedro do Ó Ramos (Setúbal, PSD), Pedro Lynce (Évora, PSD), Pedro Pimpão (Leiria, PSD),Pedro Pinto (Lisboa, PSD), Pedro Roque (Faro, PSD), Raúl de Almeida (Aveiro, CDS-PP), Ricardo Baptista Leite (Lisboa, PSD), Rosa Arezes (Viana do Castelo, PSD), Sérgio Azevedo (Lisboa, PSD), Telmo Correia (Braga, CDS-PP), Teresa Anjinho (Aveiro, CDS-PP), Teresa Caeiro (Lisboa, CDS-PP), Teresa Costa Santos (Viseu, PSD), Teresa Leal Coelho (Porto, PSD), Ulisses Pereira (Aveiro, PSD), Valter Ribeiro (Leiria, PSD), Vasco Cunha (Santarém, PSD), Vera Rodrigues (Porto, CDS-PP).

Que mais irá acontecer ao Sporting?...

No intervalo do Moreirense - Sporting de ontem à noite, Godinho Lopes, o Presidente, armou-se em macho latino e, ao intervalo, foi à cabine da equipa...
Resultado:  tem de pagar 7 140 euros!..

Está feita a vontade do governo...

Clivagem social está consumada...
("Aquele que é considerado como o mais duro orçamento na história da democracia portuguesa foi hoje aprovado no parlamento com os votos contra de toda a oposição e de mais um deputado: Rui Barreto, do CDS, eleito pelo Madeira.")
Isto, aconteceu há pouco, na "Assembleia da (pobre) República".

A Grécia à frente...

"Ninguém sabe como lidar com a dívida soberana grega, porque as razões que levaram ao actual modelo de assistência financeira internacional na zona euro estão datadas. O critério do pagamento integral da dívida é irrealista, e está ultrapassdo, embora fosse muito apelativo para os credores em plena crise dos pagamentos inter-bancários em 2009. O modelo de negociação com os credores mantendo os Estados sob-tutela criou a ilusão que não seria necessário renegociar com os credores o perfil da dívida, taxas de juro, maturidades, etc...
Esta noite percebeu-se mais uma vez que esse modelo só leva ao atraso das medidas que devem ser tomadas e que acabam por ser tomadas: baixa das taxas de juro, adiamento dos prazos, etc. Mas sempre às arrecuas, sem se passar à libertação negocial dos Estados. Assim isto vai acabar mal para o FMI, o Euro-Grupo e o BCE. Porque ninguém quer ser a Grécia quando a Grécia indica o caminho..."


JOSÉ MEDEIROS FERREIRA 

Portugal, um país em vias de subdesenvolvimento...

"O que está em causa neste orçamento (prestes a ser aprovado) não são apenas números. É um modelo social que garantiu meio século de paz e prosperidade à Europa e que permitiu que Portugal deixasse de ser um país subdesenvolvido para ter lugar no primeiro Mundo. Não está em causa tornar o nosso País mais competitivo e garantir um crescimento económico que corresponda a um desenvolvimento sustentado. Este orçamento, assim como este memorando, transforma, nas acertadas palavras do economista Alexandre Abreu, Portugal num país "em vias de subdesenvolvimento"

Via Expresso

aF200


segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Eu não percebo nada, mas já tinha dado conta de um pormenor: quanto mais o Gaspar e o Coelho aumentam os impostos, mais diminui a receita fiscal!..


Terá aquilo que Paul De Grauwe disse alguma coisa a ver com isso?

Sporting: a alternativa para logo mais em Moreira de Cónegos…

foto sacada daqui

É pá, não se comecem já a rir…
É que talvez não fosse tão má ideia assim... 
Em primeiro lugar, "a equipa B lidera a segunda liga, e parece estar, pelo que joga, a um nível superior ao de uma equipa tipo Vitória de Setúbal ou Beira-Mar. Ora, todos sabemos das dificuldades que temos tido contra equipas desse nível."
 Em segundo lugar, "temos o factor motivação. O plantel está desmotivado, triste, e isso reflecte-se em campo. A equipa B não. Está com a moral em alta e todos eles cheios de vontade de jogar na equipa principal. Se o fizessem, alguém duvida que dariam mais em campo que a maioria dos nossos jogadores? Dificilmente seríamos uma equipa tão macia como somos, que chega ao ponto de ir para o intervalo em Basileia apenas com uma falta cometida."
 Em terceiro lugar, "o argumento financeiro. Goste-se ou não, tem de ser levado em grande conta. Trazer alguns jovens permitia vender outros jogadores. Elias, Pranjic, Izmailov, Jeffren, Gelson, Carriço, Xandão (atenção que acho que estão neste lote alguns dos melhores do plantel) estão na linha da frente para sair, e seriam colmatadas essas saídas, por exemplo, com Nuno Reis, Pedro Mendes, Zezinho, João Mário, Esgaio, Wilson. O que se perdia em experiência ganhava-se em vontade de representar o Sporting e com maiores probabilidades de futuros encaixes."
 Finalmente, "reforçava-se a aposta na formação. O Sporting é um clube formador, dos melhores do Mundo. Então vamos aproveitar essa formação.”
Alguém duvida que com 3 ou 4 subidas da equipa B e o resgate de 2 ou 3 emprestados fazíamos melhor figura na segunda volta do campeonato?

Inovações no campo do PPD/PSD nas autárquicas figueirenses do próximo ano... (II)

imagem sacada daqui

Se existisse informação na Figueira como há uns anos atrás, os jornais, os blogues, as rádios e a televisão locais estariam por estes dias cheios de políticos e comentadores a dissertar sobre  o número de Miguel Almeida na noite da passada sexta-feira… 
Não é todos os dias que um partido anuncia que  “vai a eleições e que o programa eleitoral do partido para as próximas eleições autárquicas será «diferente» de tudo que tem sido apresentado”!..
Assim, um assunto que vai mexer com  todos os figueirenses,  corre o risco de ficar confinado “num universo de cerca de 60 militantes”…

O dirigente e fundador do Bloco de Esquerda, Fernando Rosas, investigou as razões da longevidade da governação de Salazar e conclui que entre elas está o facto de o ditador ter conseguido captar a simpatia das classes médias para o seu programa de estabilização financeira



Daqui

domingo, 25 de novembro de 2012

Inovações no campo do PPD/PSD nas autárquicas figueirenses do próximo ano...

foto sacada daqui

O plenário de militantes do PSD, que reuniu sexta-feira à noite, aprovou o perfil dos candidatos.
Mas, entretanto, ao que se sabe, ainda «cabem vários nomes».
Contudo, os nomes dos candidatos PSD à Câmara e Assembleia Municipal da Figueira «só em Janeiro» serão conhecidos do grande público.
Todavia,  para já, segundo li no Diário de Coimbra, Miguel  Almeida, líder da concelhia figueirense, garante que já há a certeza de que  “o PSD vai a eleições e que o programa eleitoral do partido para as próximas eleições autárquicas será «diferente» de tudo que tem sido apresentado”!..
Pelos vistos, ao que presumo, Miguel Almeida tem na manga as mais avançadas teorias de gestão empresarial e autárquica, que serão implementadas na Figueira, evidentemente caso ganhe as eleições do próximo ano.
Assim sendo, tudo leva a crer que o que até aqui foi testado pelas mais diversificadas autarquias de Portugal continental, Açores e Madeira ao longo dos últimos 38 anos, está a ser  repensado de forma radical por um Gabinete de Estudos do PPD/PSD/Figueira. Ao que presumo, seguir-se-á a reconfiguração dos processos obsoletos e tradicionais  de confeccionar programas eleitorais, colocando-se, finalmente, no terreno os processos inovadores para gerar ganhos de produtividade e evitar as chamadas «gorduras camarárias».

Ainda que mal comparado, estou em crer, pelo pouco que ainda conheço, que se esta nova, inovadora e radical metodologia fosse  aplicada ao campo amoroso, em vez do político,  seria como deixarmos de convidar  as mulheres para jantar com o objectivo de as levar para cama (processo tradicional), passando a   convidá-las para a cama com o objectivo de levá-las a jantar (processo inovador)!..

X&Q1150


Ao estado a que isto chegou...



... até um ex-ministro de Salazar sabe o óbvio.

Bom domingo

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Não podemos continuar a viver acima das possibilidades….


O Proença não terá nada a justificar aos trabalhadores?..

foto sacada daqui

Ironia... (IV)


«Todos sabem que o silêncio do Presidente da República é de ouro, hoje a cotação do ouro foi 1.730 dólares por onça»...

Os dias difíceis da imprensa regional…


Crónica de uma morte anunciada… “A da morte anunciada de «O Figueirense» para 28 de dezembro!” 
Pode lê-la, pela pena de Joaquim Gil, Director... 
Razão – mais uma vez na pena do Director: “a razão que me foi transmitida foi de natureza financeira. E eu só posso acreditar e só tenho razões para acreditar que a razão é financeira e, como sempre referi à administração, os números são números, não os discuto. 
Mas que outra razão poderia ser? 
Se acaso fosse a linha editorial, se se quiser, a linha dos meus editoriais, então teria bastado um sinal, um simples sinal, para que eu saísse espontânea, leal e imediatamente pela porta por onde entrei. Eu ando sempre com as chaves do carro no bolso… 
Se acaso fossem as eleições autárquicas que por aí vêm, eu teria lembrado que passei por três eleições sem uma nota de reparo, nomeadamente nas autárquicas de há três anos, com elogio de ganhadores e perdedores e até público louvor de um dirigente distrital do Bloco. 
Quero aliás referir aqui, expressa e formalmente, que eu só tenho uma agenda, qual seja, no plano jornalístico, a dos leitores e, como diretor, a do acionista. 
Por isso, ao contrário do que me foi sugerido e até recomendado, me mantive afastado dos poderes vários, do convívio e dos afetos – exceto daqueles que já eram os meus, pois sou de fidelidades e da lealdade! – que um dia, inevitável e inelutavelmente, cobram ou, pelo menos, condicionam. 
Agora, sim, vou andar por aí livre como o passarinho a que abriram a porta da gaiola… 
As razões deste encerramento só podem ser, pois, as financeiras.”
 



A imprensa regional  - e não é de hoje - vive dias difíceis.
(Por experiência própria, sei do que escrevo e sei o que sente neste momento o meu Amigo Jorge Lemos e restantes pessoas ligadas ao O Figueirense, a quem endereço uma palavra de solidariedade, pois estive ligado a dois projectos figueirenses que tiveram de encerrar por dificuldades económicas: Barca Nova e Linha do Oeste.)
Mas, infelizmente, O Figueirense não irá ser caso único, nos próximos tempos, na imprensa regional. Às dificuldades que já vinham do passado, a crise económica e a perda de hábitos de  leitura das novas gerações fizeram o resto em 2012.
Contudo, a crise agravou-se desde que o Estado praticamente acabou com a distribuição da publicidade institucional pelos jornais regionais, como sabemos um suporte financeiro importante para a sua sobrevivência. As dificuldades em cobrar as assinaturas, menos publicidade ou publicidade mais barata e menos apoios do Estado, através da abolição do porte pago, o que levou  ao aumento dos custos de distribuição, explica o resto.
Entretanto, os jornais reagiram, pensando apenas no presente: despediram  jornalistas e prescindiram de colaboradores, imprimiram  menos páginas, passaram a usar papel mais barato e, alguns, chegaram mesmo a mudar a periodicidade.
Resultado: os jornais tornaram-se  mais pequenos,  menos interessantes e pluralistas e, por consequência, perderam capacidade competitiva num mercado cada vez exigente e concorrencional.
A perda de títulos regionais é uma realidade em Portugal. O Figueirense é, apenas,  a próxima vítima de que tenho conhecimento.

2013 na Figueira

para ler
clicar na
imagem

Escrever, aqui pela Figueira, tem destas coisas…
Pelos vistos, o que se avizinha não irá ser especialmente  aliciante nem animador.
No entanto, nem tudo será necessariamente desolador.
Resta-nos a vida intelectual, a leitura e o conhecimento.
Sim,  porque em termos de vida coletiva, social e política, também a Figueira ficará mais pobre em 2013.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

«5.ªs de Leitura»

«No âmbito da iniciativa «5.as de Leitura», Emílio Rui Vilar estará hoje, às 22h00, na Biblioteca da Figueira da Foz. 
Esta é uma parceria entre o Programa Gulbenkian de Língua Portuguesa e Câmara Municipal da Figueira da Foz, através da sua divisão de Cultura.»

Via O Figueirense

À atenção do vereador da cultura da câmara municipal da Figueira da Foz, dr. António Tavares.
Nesta altura do ano, às 5 e tal da tarde anoitece...
Ainda por cima, as noites estão frias e pouco convidativas a sair do aconchego do lar...
Porquê, então, marcar a iniciativa para as 22h00?.. 
Certamente, que deverá haver uma razão plausível e lógica...
Só que, confesso, não estou a ver qual seja...

"Bons malandros"...




E ninguém poderá dizer: desta água não beberei…



Para sobreviverem, cada vez mais portugueses roubam água nas bombas de gasolina, desempoeiram candeeiros a petróleo e comem apenas o que não precisa de ser cozinhado. 
A VISÃO foi ver como se vive hoje em oito casas nas quais já só restam as memórias de banhos longos, assados no forno ou aquecedores elétricos - antigos luxos da classe média…

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Ironia (III)

"O dinheiro emprestado pela troika é muito barato", explica aqui o senhor FMI...
Abebe Selassie, o
 chefe da missão do Fundo Monetário Internacional disse
 também que Portugal tem "um ministro das Finanças muito impressionante".

É preciso ter lata...

Cavaco: "portugueses esqueceram o mar, a agricultura e a indústria"!.. 
Isto, depois de durante dez anos (1985/1995),  ter ajudado a desmantelar as pescas, a indústria e a agricultura, a troco de alguns (muitos) milhões que da Europa (CEE) vieram, para distribuir generosamente e torrar em cimento e alcatrão.
Valha-me Deus...
 "Em Belém já não mora ninguém e lá só se ouvem passos..."

Vamos ter cá o fantástico Santana…


imagem sacada daqui
Considero verdadeiramente fantástica a capacidade, que este ex-presidente da câmara municipal da Figueira da Foz, tem para continuar a projectar a voz em todas as suas intervenções políticas - na Figueira e no País!.. 
Do assunto mais comezinho à questão mais importante,  Santana engrossa o aparelho fonador e, qual barítono de opereta, faz estrondear as suas sentenças políticas sobre os amedrontados adversários políticos e jornalistas.
Sim, amedrontados... E eu não os censuro.
Confesso, aliás, que se eu fosse seu adversário político ou  jornalista  e tivesse de enfrentar a fúria retórica deste ex-presidente da câmara municipal da Figueira da Foz ficaria cagadinho de medo. Acham que estou a exagerar?.. Olhem em redor - para a Figueira e para o País.
Como certamente já perceberam, sou, desde sempre,  um atento  fã deste homem. 
A sua voz denota firmeza, carácter, força, convicção, pujança, ímpeto e integridade - talvez não por esta ordem, mas tudo isto ao mesmo tempo. 
Sim, porque aquela voz  só pode brotar de um genuíno e puro desejo de fazer o bem-comum. E aquele ribombar das palavras requer a certeza de quem sabe o que está a fazer e não admite dúvidas ou opiniões contrárias, porque estas são pura e simplesmente inadmissíveis,  por ignorantes.
É claro que,  em certas situações, todo este troar eloquente já chegou a ser um pouco ridículo... 
Mas, isso, foram as excepções…
  
Em tempo e antes que seja tarde de mais...
Não obstante toda a minha admiração, espero que o Santana nunca venha a ler este post. 
É que eu não o quero ver aborrecido comigo.
Pensando melhor, talvez este post não tenha sido uma grande ideia. 
Vocês não lhe digam nada, ouviram?..
Vejam lá!..  É que não posso correr o risco que se pense que estou a brincar com quem tem uma voz e um peso, que todos conhecemos e reconhecemos. 
Na Figueira... E não só!

Apenas uma pergunta…

para ler melhor clicar em cima da imagem
Num Portugal virado ao contrário, pouca coisa já me parece surpreendente, estranha, errada, ou iníqua.
Se Portugal está como sabemos a Figueira poucas melhoras tem. O  que nos rodeia  está, de facto, de pantanas. Vejam isto: “religar o contador da água na Figueira passa de 50 euros para 92 euros"!..
Posto isto, o grande lamento, em jeito de questão, que eu gostava de colocar, hoje, aqui, é o seguinte: privatizar, é elevar o preço de um serviço básico até ao infinito?..

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Tem razão senhor primeiro ministro!..

Passos Coelho...
"Não são os Governos que criam empregos".
Tem razão senhor primeiro ministro.
Mas, já agora, penso eu...
Também poderiam evitar criar desemprego...
Ou, isso,  seria pedir muito?..
Em tempo.
"...Há cada vez mais gente desesperada, um sem--número de pessoas que não aguentam a situação em que sucessivos governos deixaram Portugal. Nos bairros dos subúrbios os filhos nunca tiveram emprego e os pais já não têm. Temos uma falsa democracia, em que os manifestantes são espancados mas os antigos responsáveis do BPN, banco em que desapareceram para os bolsos de alguns milhares de milhões de euros, nunca foram presos e tornam-se conselheiros do primeiro-ministro. Portugal é um país com milhão e meio de desempregados. As estatísticas falam de um número recorde de pessoas na pobreza, de gente expulsa das suas casas e sem dinheiro para comer. A violência é filha de um país sem saída. Como querem ter a paz social da Suécia com a miséria da vida da Grécia?"

“O executivo e a troika não alteraram as previsões para 2013, mas reviram em baixa o crescimento para 2014, o ano da retoma.”


A propaganda vale o que vale... 
Só convence quem quer (ou se deixa) ser convencido…
Infelizmente,  o país "inventado" por Vitor Gaspar, Passos Coelho e Paulo Portas está muito distante daquele que encontramos diariamente -  feio, pobre e triste, cuja única coisa que tem para nos oferecer, é conseguir esvaziar-nos as "carteiras" ...

Desgraças...


Pelo facto de ser covagalense, tive  obstáculos ao longo da vida…
Mas, ser covagalense  não foi uma escolha -  foi um destino.
Ainda que ser covagalense não me impeça de escrever, creio que só  vale a pena fazê-lo, a partir de uma lucidez exasperada.
Assim, afirmo que ter nascido covagalense  foi uma desgraça.
Como é uma desgraça ser figueirense, português,  pobre,  negro,  homossexual,  poeta – e outras coisas assim, marginais.
Tirando esse pormenor,  o importante é aquilo que fazemos com as nossas desgraças.