"Transportai um punhado de terra todos os dias e fareis uma montanha." - Confúcio

sexta-feira, 23 de julho de 2021

O Doutor Santana Lopes tem razão: "as rendas de casa na Figueira estão altas".

 Vídeo via Figueira a Primeira

E... não é só no verão... A Figueira, como sabemos, precisa de uma nova política de habitação, com rendas acessíveis.

Por isso, são absolutamente compreensíveis as dificuldades do Dr. Santana Lopes em mudar a residência para a Figueira da Foz. Para já, está cá recenseado. E "continua à procura de casa"...

Entretanto, vai tendo como residência a nova casa em Belverde, Amora.
Segundo as "más línguas", acaba de se mudar da Charneca da Caparica para lá...

Telenovelas figueirenses: Edifício O Trabalho (episódio nº. 369)

SINOPSE DO EPISÓDIO DE HOJE, VIA DIÁRIO AS BEIRAS

RESUMO DE (ALGUNS) EPISÓDIOS ANTERIORES:
segunda-feira, 17 de março de 2014
- o vereador Carlos Monteiro… advogou «todos temos de ser proactivos».
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
- a vereadora Ana Carvalho, deu conta que a seguradora Açoreana não tenciona reabilitar o Edifício O Trabalho. 
quarta-feira, 21 de dezembro de 2016
- "o prazo da licença para obras no Edifício O Trabalho caducou. Aliás, já caducaram todos os prazos a que o proprietário do imóvel, a seguradora Açoreana, recorreu."
sexta-feira, 29 de dezembro de 2017
- Autarquia pretende demolir o Edifício O Trabalho para cortar o mal pela raiz
quinta-feira, 8 de novembro de 2018
- "Novos donos querem reabilitar Edifício "O Trabalho"...
sexta-feira, 19 de abril de 2019
- Edifício o Trabalho está à venda no OLX!..
sexta-feira, 15 de maio de 2020
- O Edifício "O Trabalho" paga IMI?
sexta-feira, 22 de maio de 2020
- Obras no Edifício O Trabalho incidirão no interior e exterior das áreas comercial e habitacional
- Novos proprietários do prédio manifestaram vontade em iniciar as obras brevemente 
- Donos anteriores também apresentaram projetos mas  não realizaram  as obras

Preciosa ajuda aos autarcas impreparados, como é o caso da Figueira: vamos ver como será na prática...

As podas têm sido muito contestadas pelos moradores e tem-se exigido regras para esta prática.


"A PSP e a GNR vão poder multar municípios e particulares que façam podas radicais ou abates de árvores sem justificação e contra as regras inscritas nos regulamentos municipais de arvoredo urbano, que passarão a ter de existir dentro de um ano. Esta é uma das várias novidades inscritas num inédito 
Regime Jurídico do Arvoredo Urbano, aprovado ontem pelo Parlamento, com contributos de vários partidos, na sequência de uma petição pública lançada no ano passado. Tal como pediam os peticionários, Portugal vai ter também um guia de boas práticas e será reconhecida a profissão de arborista.
Regulamentos municipais dentro de um ano 
Este guia é crucial para ajudar os municípios a elaborarem, posteriormente, até de hoje a um ano, os seus regulamentos municipais de gestão do arvoredo urbano, com uma lista e planta de localização das árvores classificadas de interesse público e de interesse municipal existentes no seu território; a sua estratégia municipal para o arvoredo urbano; a identificação dos ciclos de manutenção e as normas técnicas para a implantação e manutenção de árvores. Este documento terá de passar pela votação nas assembleias municipais e as áreas metropolitanas e comunidades intermunicipais terão também algo a dizer sobre a respectiva adequação ao regulamento jurídico e ao guia de boas práticas que vier a existir (e que será actualizado de cinco em cinco anos). O processo será, pelo meio, submetido ainda a consulta pública, com um mínimo de 30 dias, abrindo um primeiro espaço de participação cidadã num tema que tem gerado cada vez mais interesse, à medida que uma parte da população se apercebe da importância das árvores para a melhoria da qualidade do ambiente urbano e para a adaptação das cidades a alguns efeitos da crise climática, como as ilhas de calor.
O regulamento jurídico melhora a capacidade de participação dos cidadãos na gestão do arvoredo com outros instrumentos. Um deles é o Inventário do Arvoredo em Meio Urbano, um trabalho mais extensivo do que a mera identficação de espécimes classificados, e que cada município terá de levar a cabo nos próximos dois anos."

Chega e PSD, PSD e Chega...


Se Carlos Moedas precisar de apoio do Chega qual é a vontade, independentemente do partido, do Nuno Graciano?
 Acho que há condições para conversarmos. 
 Já houve alguma conversa, entretanto, no passado? 
 Já o encontrei, é muito simpático. 
 Mas encontrou-o, se me permite, em que contexto? 
 Já nos encontrámos circunstancialmente e fomos muito simpáticos um com o outro e desejámos boa sorte um ao outro.

Em futebol, chamava-se a isto andar a arrastar-se pelos pelados da III divisão..

quinta-feira, 22 de julho de 2021

Arrastão Deneb foi de encontro à muralha no porto de pesca da Figueira da Foz

O Deneb, uma embarcação de arrasto costeiro, pertencente à empresa Testas & Cunha SA, de Aveiro, teve um acidente no porto de pesca da Figueira da Foz, esta tarde,  ao chegar da faina quando, ao que se preume, pretendia fazer a manobra de atracação.
O navio com o comprimento de  24 metros foi de encontro à muralha ficando na situação que se pode ver nas fotos.


Bernardo Reis, candidato CDU FIGUEIRA no Dez & 10

 Via Diário as Beiras
Uma comunicação social livre, exigente, isenta e plural é uma das condições fundamentais para existir democracia. 
À relevância do papel social de produção e publicação de notícias deve corresponder a mesma dose de responsabilidade e exigência no tratamento noticioso da realidade que é, necessariamente, construída pela própria noticia. 
Na Figueira, num período em que nos aproximamos de eleições autárquicas, a responsabilidade sobre os temas tratados não deve existir apenas no plano da justa distribuição de tempo pelas várias candidaturas, ideias e opções politicas que se apresentam perante o sufrágio dos cidadãos: a semântica reveste-se igualmente de uma importância crucial no tratamento noticioso. 
Neste sentido, torna-se manifestamente inaceitável os órgãos de comunicação social continuem a reproduzir, displicentemente, a ideia de que a qualidade de vida não passa de um slogan de propaganda política, optando assim, implicitamente, pela aceitação acrítica deste conceito. 
Sabemos, não ainda pelos programas dos partidos que concorrem a eleições, que existem diferentes abordagens, interpretações e propostas de solução para a qualidade de vida dos figueirenses. São estas perspetivas que estarão sob escrutínio dos eleitores no dia 26 de Setembro. 
Ao assumir acriticamente o slogan “qualidade de vida”, a comunicação social interfere no processo plural de debate de ideias, contribuindo para que, neste processo eleitoral autárquico,  um slogan partidário se sobreponha à discussão das ideias.

Além de Santana Lopes, Carlos Monteiro, Pedro Machado, também Bernardo Reis(CDU), João Domingues(CHEGA), Pedro Chaves(CDS) e Rui Curado(BE), são candidatos à presidência da Câmara Municipal da Figueira da Foz!


 Álvaro Manuel Cabete Ferreira, um militante do Partido Socialista

Autárquicas na Figueira: Pedro Machado acusa Santana Lopes de traição ao PSD

Vídeo via Figueira do Futuro. Texto via SICN
«Pedro Machado, actual presidente da Entidade Regional do Turismo do Centro de Portugal, é o candidato do PSD à Câmara Municipal da Figueira da Foz. 
Se ganhar, promete que a cidade voltará a ter uma posição de relevo no país, “sem promessas vãs e sem despesismos desnecessários”. O candidato diz que o convite para ser cabeça de lista foi feito tanto pela concelhia local do partido como pelo próprio Rui Rio e deixa acusações ao adversário, Pedro Santana Lopes, que acusa de traição ao PSD. Pedro Machado reiterou ainda que irá abdicar do cargo no Turismo do Centro, caso vença as eleições autárquicas.»

quarta-feira, 21 de julho de 2021

Exclusões que passam pelas televisões

Via Ladrões de Bicicletas

"Nas televisões ditas privadas é o que se sabe: comentário em canal aberto monopolizado pelos facilitadores das direitas dos negócios. No cabo, com raras excepções, é o mesmo, mas com mais força, agora também com Bugalhos e Pintos, todos excitados com a sua imaginação cada vez mais reacionária. 

Por sua vez, na televisão pública, estamos reduzidos a um extremo-centro pretensamente sensato, capitaneado, entre outros, por Carlos Daniel: ontem tivemos um “debate” sobre o estado desta nação com Silva Peneda e Correia de Campos, antigos ministros e presidentes do Conselho Económico e Social. Estava um representante dos patrões (CIP). Logicamente, devia estar alguém dos sindicatos. Mas não: estava uma cientista política. Foi para não polarizar, como agora se se diz, tentando disfarçar os vieses ideológicos e de classe. 

Há, de facto, toda uma nação excluída de “debates” para cada vez menos."

Máquina da verdade...

 Via FIGUEIRA DO FUTURO. Para conferir clicar aqui.

Assadores de peixe na via pública

Via Diário as Beiras

"O presidente da câmara anunciou que a autarquia está a consultar o mercado para a aquisição de assadores de peixe na via pública, que serão autorizados em zonas que não interfiram com moradores e atividades económicas. As taxas que os estabelecimentos de restauração terão de pagar pelos equipamentos amortizarão o investimento, esclareceu Carlos Monteiro. O autarca defendeu que os fogareiros terão de ser menos poluentes do que os tradicionais que utilizam carvão."

Estudo sobre bypass de areias já está concluído


Via Diário das Beiras
"O estudo sobre o sistema de transposição de areias (bypass), de norte para sul da barra, já está concluído. Foi encomendando pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e regista um longo atraso. A notícia foi avançada pelo presidente da Câmara da Figueira da Foz, Carlos Monteiro, esta semana, na reunião de vereação. O edil adiantou que a autarquia vai articular com aquele organismo do Estado a forma de tornar público o documento.
A erosão costeira na margem sul da foz do Mondego não dá tréguas, enquanto o areal urbano continuar a aumentar. As praias de São Pedro, sobretudo a da Cova, a Costa de Lavos e a Leirosa são as zonas mais afetadas pela retenção de areia no molhe norte." 

Bernardo Reis : erosão costeira - "temos de arranjar rapidamente uma solução eficaz para resolver o problema das populações"

Via Dez & 10"os objetivos eleitorais da CDU são simples: eleger o máximo de vereadores possíveis. Pelo menos, um..."

Estas são as primeiras eleições autárquicas que Carlos Monteiro enfrenta enquanto cabeça de lista do PS...

«Carlos Monteiro acusa Santana Lopes de ser o principal responsável pela dívida na Figueira da Foz».

terça-feira, 20 de julho de 2021

"João Paulo Domingues é o candidato do Chega à Figueira da Foz"

 Via Diário as Beiras

Restauração e hotelaria vivem dias difíceis na Figueira

Foto António Agostinho

Segundo a edição de hoje do Diário as Beiras, «a restauração da Figueira da Foz faz balanço negativo do primeiro fim de semana com novas restrições. Nomeadamente, a obrigatoriedade de os clientes apresentarem o certificado de vacinação ou testes negativos para poderem aceder ao interior dos estabelecimentos e o encerramento às 22H30. As esplanadas descobertas foram as menos afetadas, já que estão isentas daquelas regras, embora também estejam obrigadas ao cumpri[1]mento do mesmo horário. 

“Foi um fim de semana complicado. Fomos apanhados um pouco de surpresa, em relação aos testes, e tivemos de nos adaptar. Conseguimos fazer a leitura dos certificados de vacinação com uma aplicação no telemóvel e, em alguns casos, tivemos de re[1]correr aos testes rápidos. Fomos bastante penalizados”, afirmou o presidente da Associação Figueira com Sabor a Mar, Mário Esteves.

O dirigente disse ainda  que “houve uma diminuição de clientes que pode ter chegado aos 40 por cento”. O verão, garantiu, “já está comprometido, em termos de faturação, e se esta situação se prolongar, serão acumulados mais prejuízos”.

Mário Esteves depositava a esperança que na próxima quinta-feira, dia da nova avaliação da situação epidemiológica, o concelho pudesse regressar ao patamar anterior do plano de desconfinamento.»

Entretanto, o DIÁRIO AS BEIRAS apurou que um surto familiar, confirmado ontem, impede que tal aconteça. «Segundo fonte da câmara municipal adiantou ao DIÁRIO AS BEIRAS, baseando-se em informações obtidas junto da autoridade local de saúde, um surto de covid-19 com origem numa família, com nove infetados, e dois casos dispersos voltaram a colocar o concelho acima dos 120 casos por 100 mil habitantes. Ou seja, no nível de risco de contágio elevado.»

 Mas como um mal nunca vem só, «estrangeiros cancelaram reservas nos hotéis».  Na hotelaria, a obrigatoriedade da apresentação de testes negativos ou do certificado de vacinação já vigora há mais tempo. E os efeitos negativos para setor também. “Com estas novas regras, aquilo que estamos a sentir é uma percentagem significativa de cancelamentos, sobretudo, do mercado externo, incluindo o espanhol, que é o nosso principal mercado estrangeiro”, afirmou ao DIÁRIO AS BEIRRAS o vice- -presidente da Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz para o setor do turismo, Jorge Simões.

Marina da Figueira vai exibir o nome de Duarte Silva

A marina vai passar a exibir o nome do ex-presidente da Câmara da Figueira da Foz Duarte Silva (1941 - 2011), que inaugurou o equipamento na qualidade de ministro do Mar. A proposta,  foi aprovada, ontem, por unanimidade em reunião camarária.

Figueira, "uma cidade pejada de carros"...

Via Notícias de Coimbra
"Pedro Machado quer Plano de Mobilidade para as 14 freguesias da Figueira da Foz. 
A reunião de trabalho contou com a presença de João Marques, engenheiro de tráfego e consultor do Banco Mundial, a quem coube uma breve caracterização da cidade figueirense. 
“A Figueira da Foz está pensada para os veículos. Mas, acredito que rapidamente terá de ser repensada, terá de ser reorganizada. A cidade está pejada de carros e os melhores locais estão repletos de carros”, disse João Marques."

O transporte público é um dos grandes problemas da Figueira da Foz. Dada a escassez da oferta, quem mora, por exemplo, na Cova-Gala, que dista 4 quilómetros da sede do concelho, poderia, por exemplo, utilizar a bicicleta. 
Poder, podia, mas como? 
Para vir à cidade num veículo de duas rodas só há um acesso: pela Ponte Edgar Cardoso. Isso, é colocar a integridade física, se não mesmo a vida, em risco: o trânsito, que é intenso naquela via, atinge, num local onde a velocidade máxima permitida por lei são 70 Km, há veículos que atingem velocidades a roçar o dobro. Depois, há os camiões carregados que não respeitam nada, nem ninguém.
Realmente, a mobilidade em Portugal e na Figueira privilegia o carro. 
Porque não, por exemplo, haver uma travessia por barco entre a Gala e a Figueira, para servir a população do sul que quisesse deslocar-se de bicicleta à cidade, que facilitasse essa opção, se possível, até com incentivos no preço da viagem entre as duas margens do Mondego?
A prometida ponte Lares/Alqueidão não vai ter qualquer efeito positivo para quem vive nas freguesias da Marinha das Ondas, Paião, Lavos e S. Pedro.
Vamos encarar a sério o problema da mobilidade para as 14 freguesias do concelho depois de 26 de Setembro de 2021?
Essa sim, é uma questão estruturante em todos os aspectos, incluindo os ambientais.

Depois da demissão do comandante Nuno Osório, no dia 17 de outubro de 2018, na sequência da tempestade “Leslie”, os BMFF foram comandados a título interino por Jorge Piedade, durante largos meses...

 Via Diário as Beiras

Ditados populares...

“Há aquele ditado “não se deve voltar ao sítio onde se foi feliz”. Mas eu fui muito feliz na Figueira. Eu saí de lá porque me deram uma guia de marcha – na altura Durão Barroso era o presidente do partido, não o estou a culpar – para ser candidato em Lisboa. Na altura chorei lágrimas, tive pena. Tinha um segundo mandato para fazer e queria fazê-lo”, conta Santana em entrevista à Edição da Noite da SIC Notícias.

E há aquele ditado que diz: "só não chora quem não tem coração"
E, ainda, aquele outro: "quem não chora não mama".

Bernardo Reis, da CDU, inicia hoje a ronda de entrevistas aos candidatos autárquicos


Começa hoje a ronda de entrevistas aos candidatos à Câmara Municipal da Figueira da Foz. 🎤 
Bernardo Reis é oficial de justiça na Figueira da Foz. É militante do PCP há quatro anos e esta é a sua estreia absoluta na qualidade de candidato. Um programa a não perder hoje, dia 20 de julho, às 21h00, ao vivo no Casino Figueira e com transmissão em direto na fanpage do Facebook do Dez & 10.

segunda-feira, 19 de julho de 2021

CANDIDATURA CDU FIGUEIRA PROTESTA CONTRA DISCRIMINAÇÃO NA COMUNICAÇÃO SOCIAL

Via  CDU Figueira DA Foz

Lista CDS à Câmara Municipal da Figueira da Foz

 Via Miguel Mattos Chaves

"... o que dói faz bem. Se doer muito, fará melhor ainda."


"...ululam outra vez, na Figueira, ventos messiânicos. A História da Figueira é a história do sebastianismo-de-praia, em círculo vicioso e viciado, repetitivo e redundante. A atracção colectiva pelo abismo é uma dança macabra e celebra-se alegremente, cantando e rindo. O que foi comédia triste promete repetir-se em farsa patética. A Figueira, que já é uma anedota pronta, prepara-se de novo para ser a risota do país. 

Ocorreu-me, por isto, pagar a impressão de uma segunda edição, igualmente restrita a cinquenta exemplares, mas desta vez destinada exclusivamente ao, digamos assimmercado bibliófilo figueirense. Bem sei que este é um investimento de alto risco, num universo de apenas setenta mil almas alfabetizadas, mas que quereis, eu gosto de viver perigosamente."

Discurso sobre a Figueira - segunda edição. 

Para mais tarde recordar, pois quem concorre pode sempre vir ganhar...

Via Pedro Machado - Figueira do Futuro

"O custo da água na Figueira da Foz é inconcebível. Fruto de decisões erradas com mais de 20 anos, mas também da inércia e do atual executivo. Se queremos mais gente a viver na Figueira da Foz e se queremos um território mais justo e equilibrado, este é um problema que temos de resolver. E que eu me comprometo a resolver."

Ainda sou do tempo em que políticos que chegaram a presidentes de câmara, 
protestavam contra o preço da água na Figueira.
"A iniciativa Figueira da Foz - A Água Mais Cara do Distrito, promovida por um grupo de cidadãos, cujo porta-voz é Carlos Monteiro, inclui a distribuição de um panfleto explicativo e a entrega de um autocolante aos automobilistas que o queiram afixar na viatura. 
Carlos Monteiro anunciou que algumas dezenas de automobilistas identificados com este movimento vão concentrar-se quinta-feira, às 18h00, junto à câmara municipal, com o autocolante afixado nas viaturas, desfilando de seguida pela cidade.
"Lamentamos que o sr. presidente da câmara não queira esclarecer estes aumentos às pessoas", disse o mesmo munícipe à Lusa. 
O grupo de cidadãos, em colaboração com a Associação de Consumidores de Portugal (Acop) e do jurista Mário Frota, membro desta organização, está a preparar uma providência cautelar para que o tribunal suspenda as tarifas da água em vigor. Questionam o aumento verificado, já em 2005, no valor total das facturas da água e saneamento cobradas pela concessionária Águas da Figueira, que nalguns casos ronda os 35 por cento. Para este aumento, segundo Mário Frota, contribui a existência de uma "tarifa de disponibilidade" que o especialista em Direito do Consumo considera "ilegal, por se tratar de um consumo mínimo encapotado"
"Foi tudo bem explicitado às pessoas na devida altura", contrapõe Duarte Silva. 
Os promotores da campanha já tinham decidido, no início de Abril, solicitar ao Ministério Público "para averiguar a legalidade destes aumentos", de acordo com Mário Frota, que é também o primeiro subscritor do abaixo-assinado sobre o assunto dirigido ao presidente da câmara." 

CHEGA, OU QUEREM COM MAIS MOLHO?...

 Via Diário as Beiras

"Se em 1997 Santana Lopes tinha por missão “pôr a Figueira na moda”; agora, defendeu, “é pôr a Figueira à frente”..."
Sempre deve ficar mais barato... E com a crise que para aí anda...

Candidatura da CDU-Coligação Democrática Unitária discriminada pela comunicação social

Pelo menos quatro órgãos de informação nacionais, ao noticiaram a apresentação da candidatura de Santana Lopes realizada ontem, fizeram referência às outras candidaturas já anunciadas à autarquia figueirense. 

OBSERVADOR:

Melhor: todas não! A candidatura da CDU - Coligação Democrática Unitária foi ignorada! Que o mesmo é dizer: foi discriminada. Isto é uma grosseira, desnecessária e inaceitável exclusão da CDU.

A CDU - Coligação Democrática Unitária apresentou no passado dia 13 de Julho de 2021 Bernardo Reis como candidato à Câmara Municipal da Figueira da Foz. 
Pelo menos o Diário de Coimbra, o Diário as Beiras e a Figueira/tv, publicaram a notícia.

domingo, 18 de julho de 2021

A gratidão, em política, não é coisa pouca...

A Figueira foi arrastada para o fundo. Precisa de salvadores? Sim – mas, nadadores...

Ontem e hoje tem estado na Figueira um tempo estranho para o mês de Julho. 
O sol fugiu. O céu está nublado. 
Isso não quer, porém, dizer que a temperatura não esteja agradável e haja um intenso nevoeiro. 

Figueira: tenho 67 anos anos e tu por vezes fazes-me sentir como se tivesse oitocentos...

É verdade que a Figueira (a cidade e o concelho) está em mau estado de conservação. 
A qualidade de vida da maioria dos figueirenses anda pelas ruas da amargura. No meio da ruína em que actualmente nos encontramos, tinha de aparecer o traço comum sempre que existem desgraças: o sebastianismo. 
Esperar sempre que alguém resolva os nossos problemas. Continuamos há 800 anos à espera do D. Sebastião. Em vez de como comunidade nos organizarmos, passivamente esperamos que uma personagem de ficção nos resolva o problema. 
Neste momento, mais do que nunca a Figueira precisa de uma cidadania activa. Ser a comunidade (nós todos) a "fazer" e a "exigir que se faça" a quem venha a ter o poder para tal. 
Resta saber se, como comunidade, ainda teremos a capacidade de criticar, agir e exigir, ou se continuamos no registo amorfo, triste, imobilista, individualista e do "deixa andar" com que nos temos deixado arrastar para o fundo do mar. 
A Figueira precisa de salvadores? 
Sim – mas nadadores.

As próximas autárquicas na Figueira prometem...


Cabedelo: depois de milhões gastos na área em redor. Foto António Agostinho

Para já, as campanhas decorrem  sob o signo de algumas omissões.
Os figueirenses nem se dão conta da sorte que têm.
Podem olhar o céu. Podem olhar o mar. Podem olhar o rio. Podem olhar a serra. Com a tarde a terminar, podem assistir ao sol a convidar a lua par vir. Podem gozar a noite tranquila e calma. Podiam, se estivessem mais atentos, continuar a usufruir da natureza harmoniosa e equilibrada.
Os figueirenses nem se dão conta da sorte que têm.  
Para alguns, manter isto seria o fundamental. O problema é a maioria mal informada e desatenta...
Depois, mesmo os mal informados e desatentos, dão conta do resultado.
Nomeadamente, nos atentados urbanísticos que são cometidos pelo concelho...
Na Figueira, desde há muito que o urbanismo é encarado como um negócio e não como a disciplina para promover a melhor organização, funcionamento e beleza das cidades.
Para o executivo em funções, o urbanismo foi apenas o constante acto de fazer. Isso, como está à vista, deu maus resultados.
Aquilo que de mais urgente existe para fazer no urbanismo figueirense é, exactamente, o não fazer, ou demolir o mal que foi feito.
Foi feito tudo ao contrário: o que foi feito foi para gastar o dinheiro disponível, em obras cuja necessidade é, pelo menos, duvidosa. Buarcos, o Cabedelo e o Jardim Municipal são três exemplos disso mesmo. Os resultados em mais qualidade de vida para os figueirenses são conhecidos de todos: dos atentos, dos desatentos e dos mal informados. 

sábado, 17 de julho de 2021

Da série, bem-vindos à campanha eleitoral de Carlos Monteiro, autárquicas 2021 (10): “Isto [o polo de formação], para nós, é estratégico”, começou por salientar Carlos Monteiro, na cerimónia...

Via Diário as Beiras

Algumas campanhas autárquicas estão a aquecer...

  Via primeiro número do jornal Figueira do Futuro ...

Via Figueira A Primeira
"Algumas histórias da História recente da Figueira da Foz."

Ainda há campanhas autárquicas capazes de surpreender...

 Via primeiro número do jornal Figueira do Futuro ...

As campanhas e os meios disponíveis...

Numa campanha eleitoral como a que está no terreno – AUTÁRQUICAS 2021 - os meios financeiros e outros são importantes e têm o seu peso na decisão final do eleitor.
Em democracia, regime em que o acesso ao poder está dependente do voto dos cidadãos, a comunicação política, torna-se um instrumento de extrema importância.
As formas e conteúdos do discurso político foram mudando ao longo dos tempos, adaptando-se aos regimes, aos valores e contextos culturais, mas também às plataformas através das quais se distribui a informação.
Para os mais optimistas, com a Internet seria possível democratizar e abrir espaço público para debate de forma a contrariar o afastamento dos cidadãos do campo político.
Os meios financeiros continuam a assumir um papel muito importante.

CDU FIGUEIRA DA FOZ

FIGUEIRA DO FUTURO PEDRO MACHADO

"O primeiro número do jornal Figueira do Futuro chega hoje às ruas da Figueira da Foz e será distribuído, nas próximas semanas, em todas as freguesias do concelho. A publicação conta com a opinião de muitas figuras públicas que manifestam o desejo de vitória de Pedro Machado nas eleições do dia 26 de setembro, mas avança também com os traços principais do programa eleitoral do candidato".

Mário Esteves: "confirmou-se aquilo que receava e que já tinha dito."

Imagem via Diário as Beiras

Há uma semana era assim: a Figueira estava em estado de alerta.

Todavia...

"Depois do torneio Hugo Almeida Futevólei Cup (futevólei) e do Figueira Beach Rugby (râguebi de praia) este fim de semana é o futebol de praia a agitar Buarcos com a Madjer Youth Cup

“Este é o terceiro fim de semana dos grandes eventos desportivos de areia, o que demonstra mais uma vez a versatilidade do areal de Buarcos que nos permite disfrutar de uma grande diversidade desportiva”. Não deixando de lado o tema da segurança, Carlos Monteiro referiu ainda que todos os atletas vão ser testados à covid-19, bem como as comitivas que os irão acompanhar."

Hoje, passados 8 dias, segundo o Diário as Beiras, a restauração na Figueira, tem mais um problema a acrescentar, "que são os certificados de vacinação e os testes. isto é muito complicado para nós. Passaram-nos o papel de fiscalizadores e nós não somos fiscais de ninguém".

A situação da pandemia em Portugal continental "continua a degradar-se", com a incidência de novos casos de infeção por 100 mil habitantes a atingir os 346,5.

Em situação de risco elevado estão 43 (eram 27 na semana passada). 

Entre eles, está o concelho da Figueira da Foz. 

As regras são as mesmas que se aplicavam até agora: encerramento dos restaurantes às 22:30, teletrabalho obrigatório e dever de recolhimento às 23:00.

Nestes concelhos aplicam-se as seguintes medidas:

Limitação da circulação na via pública entre as 23:00 e as 5:00;

Teletrabalho obrigatório quando as funções o permitam;

Restaurantes, cafés e pastelarias até às 22:30 (no interior, com um máximo de 6 pessoas por grupo; em esplanada, 10 pessoas por grupo);

Espectáculos culturais com os mesmos horários da restauração;

Comércio a retalho até às 21:00.

sexta-feira, 16 de julho de 2021

Falta muito para abrir o aeroporto de Coimbra?

 O turismo não pode esperar...

O maior desafio das nossas vidas

"Quanto mais sabemos sobre a dimensão da crise climática, mais constatamos que o que nos espera não será feito sem turbulência política, sem choques sociais e sem ameaças à sustentabilidade do actual modelo económico."
Manuel Carvalho, via Jornal Público

COVID-19: Figueira da Foz subiu ao grupo de risco elevado

A novidade desta semana é a subida dos concelhos de Coimbra, Cantanhede e Figueira da Foz à lista dos municípios com risco elevado. Em termos práticos, a principal medida que entra já em vigor é a limitação da circulação na via pública, diariamente, entre as 23H00 e as 05H00.
Além desta limitação, os três concelhos ficam sujeitos a outras medidas restritivas para controlar a pandemia, nomeadamente nos horários do comércio e restauração. A saber: o teletrabalho obrigatório quando as atividades o permitam; possibilidade de funcionamento de restaurantes, cafés e pastelarias até às 22H30 (no interior com o máximo de seis pessoas por grupo e em esplanada com 10 pessoas por grupo), com a particularidade de que às sextas-feiras a partir das 19H00 e aos sábados, domingos e feriados durante todo o horário de funcionamento o acesso a restaurantes para serviço de refeições no interior está permitido apenas aos portadores de certificado digital ou teste negativo; espetáculos culturais até às 22H30; casamentos e batizados com 50 por cento da lotação e possibilidade de funcionamento do comércio a retalho alimentar e não alimentar até às 21H00. Este nível inclui também permissão de prática de todas as modalidades desportivas, sem público; permissão de prática de atividade física ao ar livre e em ginásios; eventos em exterior com diminuição de lotação, a definir pela Direção-Geral da Saúde (DGS); e Lojas de Cidadão com atendimento presencial por marcação. Refira-se que o nível de risco elevado aplica-se aos concelhos que registem, pela segunda avaliação consecutiva, uma taxa de incidência superior a 120 casos por 100.000 habitantes nos últimos 14 dias (ou superior a 240 se forem concelhos de baixa densidade populacional).
A situação da pandemia "continua a degradar-se" no país, de acordo com Mariana Vieira da Silva, ministra da Presidência e da Modernização Administrativa. Ao lado de Pedro Nuno Santos, ministro da Infraestruturas e da Habitação, a governante adiantou que há "uma incidência [de novos casos de infeção] de 346,5 por 100 mil habitantes e um ritmo de transmissão (Rt) [do vírus] de 1,15"
Apesar de se verificar "alguma diminuição da velocidade de crescimento" de novos contágios, os concelhos sob restrições continuar a crescer a cada semana. Há agora 43 concelhos no nível de risco elevado (eram 27 na semana passada) e 47 em risco muito elevado (eram 33). O número de concelhos em alerta, ou seja, em risco de recuar no desconfinamento, é agora de 30. Um rol de novas medidas só chegará após 27 de julho, dia em que o Governo volta a reunir com especialistas no Infarmed. Vieira da Silva diz que o Executivo está "disponível" para "melhorar" a matriz de risco e, após o encontro, poderá avaliar a criação de novas medidas para travar o crescimento de novos casos. Será após a data que será decidida também o regresso dos adeptos aos estádios de futebol.
Carlos Monteiro, presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, disse ontem aos jornalistas: “acredito que, quer em termos de hotelaria, quer em termos de restauração, o impacto não será tão grande como noutras circunstâncias. O nível elevado agora tem menos constrangimentos, porque quem tem o certificado digital de vacinação já pode ir aos restaurantes e quem fizer os testes e tiver teste negativo, também”
Por outro lado, o autarca espera que “provavelmente na semana seguinte”, o município volte ao nível de risco moderado, já que os dados que têm sido disponibilizados diariamente pela autoridade de saúde local “mostram uma tendência decrescente de novos casos”. Segundo Carlos Monteiro, na quarta-feira, a FIGUEIRA tinha 54 casos ativos de covid-19 – que correspondem a menos de 0,1% da população residente no concelho, estimada em cerca de 58 mil pessoas – a esmagadora maioria sem “casos graves” de infeção pelo Sars-Cov-2. “Temos apenas uma pessoa em internamento no hospital da Figueira da Foz”, revelou o autarca

BE repete Rui Curado da Silva como candidato à Câmara


O Bloco de Esquerda anunciou, ontem, Rui Curado da Silva como candidato à presidência da Câmara da Figueira da Foz, cargo a que já se candidatou em 2009 e em 2017. 
Por sua vez, Pedro Miguel Jorge é o primeiro nome da lista à Assembleia Municipal da Figueira da Foz. 
Segundo o jornal Diário das Beiras, "os bloquistas optaram por fazer o anúncio através de nota de imprensa, reservando para o próximo dia 20 a apresentação pública dos candidatos e do programa eleitoral."

A Figueira anda em maré de azar... Nada corre bem a este executivo!

Nas obras, é a pandemia, a falta de materiais e de mão-de-obra, a chuva, o sol, quiçá o vento...
O balão não pode voar, não por causa da pandemia, mas "devido às condições climatéricas"...

quinta-feira, 15 de julho de 2021

Santana vai apresentar a candidatura...

 Via Figueira na Hora

Lembram-se do Sweel, no Cabedelo?

Se não se lembram há que avivar a memória. 

80.000€ de indemnização. Mais,10.000€ para o arquitecto para a nova localização no Cabedelo, que depois não foi aceite. E 30.000€ para o transportar e instalar no parque de campismo da Figueira da Foz.

Total: 120 mil euros.

Era um café pré-fabricado, localizado na praia do Cabedelo, Figueira da Foz.

Foi transportado intacto, em maio de 2020, ao longo de nove quilómetros, para o parque de campismo dqa Figueira da Foz.

Na altura, conforme constatou a agência Lusa, o edifício foi içado por uma grua de 50 toneladas e colocado num transporte especial. O percurso de nove quilómetros até ao parque de campismo municipal, foi acompanhado pela PSP, implicou o atravessamento da povoação da Gala, as pontes dos Arcos (sobre o braço sul do Mondego) e Edgar Cardoso, entre as duas margens do rio e parte da Estrada Nacional 109, antes de entrar na Figueira da Foz pela rodovia urbana.

O presidente da câmara, Carlos Monteiro, admitiu ser a primeira vez que é realizada na Figueira da Foz uma operação desta envergadura relativa a um edifício, justificando-a por ser "a maneira mais barata de o transportar e de o reutilizar".

Entre o que o edifício vale e o valor da operação de transporte e de instalação no parque de campismo para o deixar funcional, há um diferencial favorável", frisou Carlos Monteiro, acrescentando que o pré-fabricado irá funcionar como bungalow na nova localização.

Segundo os dados disponibilizados pelo autarca, aquando do acordo feito com a antiga proprietária - que foi indemnizada em 80 mil euros -, o Swell "foi avaliado por um perito externo [à câmara] em 62 mil" euros.

Como o transporte, a reparação com colocação de estacas [na base] e os trabalhos para o deixar funcional orçam em 30 mil, um valor abaixo da avaliação, entendemos reaproveitá-lo e repô-lo no parque de campismo para servir como bungalow", alegou o presidente do município do litoral do distrito de Coimbra.

O edifício encontra-se no Parque de Campismo Municipal.

Depois de gastos 120 mil euros, talvez um pouco mais, sabem para que serve? Pa00000ra estar como a foto mostra: fechado!..


Será que na freguesia de S. Pedro, mesmo no Cabedelo, este antigo restaurante não teria utilidade? 
Por exemplo, não poderia ser transformado numa Biblioteca de Praia, tal como a Praia da Tocha tem já há longos anos, em vez de o terem levado para o Parque de Campismo, para servir de bangalô, evitando-se assim o gasto de 30 mil euros?

Da série, a pandemia tem as costas largas para justificar atrasos e aumento de custos em várias obras: reabilitação da Casa da Praça em Maiorca, "Enforca Cães", Jardim Municipal, Bento Pessoa, Campo do Cova-Gala, Rua dos Combatentes, entre outras...

 Via Diário as Beiras, edição de hoje.



Todavia, recorramos à memória, via OUTRA MARGEM. Vamos viajar no tempo até 29 de Junho de 2019, ainda não havia pandemia.

"Depois da requalificação de Buarcos, quase à beira da inauguração, as más notícias.
O presidente, interrogado sobre os custos das alterações ao projecto inicial, respondeu que ainda não foram contabilizados, mas serão tornados públicos. A propósito de alterações ao projecto, Carlos Monteiro admitiu que o “estacionamento, que está mal feito”, deverá ser “rapidamente corrigido”. E acrescentou: “Não podemos estacionar em perpendicular à via. Há um erro de projecto que vai ser corrigido”

Quando se decidiu requalificar, não se sabia disto? Depois das obras se iniciarem, apesar de tantas críticas que este estacionamento logo mereceu, não se se notou que era necessário alterar?..
Deixou-se construir e, certamente,  vai-se estrear um estacionamento novinho em folha e agora - melhor: porquê só agora?!... - é que o presidente Monteiro reconhece  que “não podemos estacionar em perpendicular à via" e que "há um erro de projecto que vai ser corrigido”.
Renovo a pergunta: que objectivos estiveram na base da  obra de requalificação urbana da frente marítima de Buarcos ?
Fomentar o Turismo? Criar riqueza e postos de trabalho? Aumentar os residentes naquela área?
O actual presidente da Câmara, Dr. Carlos Monteiro, à época o vereador da obras municipais, tem responsabilidades acrescidas na forma como todo este lamentável processo decorreu. Por exemplo: porque não houve diálogo  com os afectados (moradores e comerciantes) para encontrar soluções para tentar amenizar os prejuízos e os incómodos.
A autarquia figueirense teve sempre uma postura arrogante e autoritária perante quem discorda. Foi assim em todo o lado onde houve intervenção e foi assim no Cabedelo.

Os políticos locais dizem-se preocupados com o ambiente, falam de descarbonização e alterações climáticas. Na prática, investem milhões para trazer para o coração da cidade uma fonte poluente.
Por exemplo: foram feitos estudos de tráfego? O Dr. Carlos Monteiro já reconheceu que não. 

De que forma é justificada a redução da emissão de gases? Como foi feito o estudado sobre a descarbonização? Onde estão os resultados?
Ao longo da execução deste projecto, ninguém sabia nada, incluindo técnicos e decisores políticos. Muita coisa se fez, "sem dar por ela"...
Porque continua muita coisa por responder e esclarecer, fica a pergunta: e agora?.."

O aumento dos custos e os atrasos de todas as obras municipais, não é um fenómeno recente.
Ao longo do tempo, nestes quase 12 anos de gestão socialista, teve a ver com dois factores: incompetência, que se traduziu em má gestão e mau planeamento. Para não referir a péssima (talvez, mesmo inexistente) manutenção dos espaços intervencionados nos últimos anos...
O Doutor Carlos Monteiro, vereador durante anos das obras Municipais, antes de por sucessão ter assumido o cargo de presidente, certamente que saberá melhor do que ninguém, que assim aconteceu.
A pandemia, a falta de materiais e de mão-de-obra, a chuva, o sol, quiçá o vento, têm as costas largas. Mas, a realidade é a realidade.
Ao que chegou ao meu conhecimento, na obra do Cabedelo, lado norte, já está prevista uma alteração junto à Torre da GNR: o aumento do estacionamento no local que diziam que era para instalar uma unidade hoteleira...
Foto António Agostinho

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