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quarta-feira, 8 de abril de 2020

Deve faltar explicar qualquer coisa...

Via Diário as Beiras. Página 4:
"...como irá funcionar o Centro de Diagnóstico Móvel, na Praça da Canção?"
Resposta de 
Rosa Reis Marques, presidente da Administração Regional de Saúde do Centro. "Quanto ao Centro de Diagnóstico Móvel (CDM), com início previsto de funcionamento para a próxima terça-feira, 14 de abril, trata-se de um posto de colheita, em modelo drive thru, destinado a doentes suspeitos de covid com prescrição médica. Na prática, este doente, com prescrição médica, é contactado pela equipa Covid-Agenda-Teste da ARSC, com marcação do dia e hora do teste.
No CDM, no dia e hora marcada, acede dentro do seu veículo automóvel, sem entrar em contacto com outras pessoas, realiza o teste, sendo-lhe retirada uma amostra de produto nasal, ou da parte posterior da garganta, ou de ambas as partes, para análise no Laboratório de Análises Clínicas da UC. Posteriormente, o doente será contatado pelo seu médico para lhe comunicar o resultado."

Via Diário as Beiras. Página 5.

A saída do município da Figueira do Conselho Empresarial do Centro (continuação)...

Comunicado de ontem do PSD/FIGUEIRA:

"O Partido Socialista e o seu executivo, deliberaram a exclusão do Município da Figueira da Foz do Conselho Consultivo como sócio honorário do CEC – Conselho Empresarial do Centro, com o argumento que nunca foi contactado pelo CEC.
Certo é que, não era essa a posição do DR. ATAÍDE, nunca se queixou de falta de diálogo com o CEC.
Não deixa de ser estranho o argumento agora apresentado, o da poupança de 3 mil euros anuais!!!!
Este é o tempo de dinamizar tudo e todos, à Câmara Municipal cumpre ser líder nessa busca de soluções com o tecido empresarial local e regional!
Mas o PS despreza a iniciativa privada! É um sinal negativo que dá aos investidores!
É um SINAL contrário, enfraquecendo o CEC que é a única entidade empresarial regional que tem representação nas organizações Empresariais Nacionais e será com estas que o Governo irá dialogar para em conjunto superar a grave crise económica que já existe mas, o PS e o seu executivo ainda não perceberam!
Sabem quantas empresas fecharam ? Quantos desempregados? Quantos estão em Layoff?
Nem fazem ideia, mas devia ser a principal preocupação a discutir com as associações empresariais entre elas o CEC!
Todos sabem que Portugal vai enfrentar tempos difíceis no pós crise sanitária!
Virá a crise económica e o PS e o seu executivo em vez de já estarem a estudar medidas em diálogo com os parceiros sociais , isola- se e retira força ao CEC, o qual ilustres socialistas foram fundadores e dinamizadores.
Na hora de juntar todos os esforços, faz o contrário , divide e menospreza os seus naturais aliados.
A Figueira da Foz vai sendo retirada do “MAPA” ! Uma vergonha!
Um executivo paralisado, sem iniciativa, falhado nas obras, perante a crise sanitária nada faz.......
(enquanto outros Municípios agem preventivamente no que podem, são os exemplos dos Concelhos limítrofes)
Um executivo inapto, esteve e está de quarentena faz muitos anos, mas agora ainda mais paralisado e confinado ao seu executivo!
Preferem ficar eternamente em auto-confinamento, escondidos nos gabinetes!
A Figueira da Foz está imóvel e estagnada, necessita urgentemente de voltar a crescer e dar esperança aos Figueirenses!
É imperioso MUDAR! A Figueira da Foz necessita de voltar a estar no “MAPA”!"

Entretanto, a polémica continua hoje nas páginas do Diário as Beiras, conforme a imagem do lado direito desta postagem documenta. `
Na Assembleia Municipal referida pelo presidente Carlos Monteiro, houve alguns elementos do PSD na Assembleia Municipal que votaram contra o voto de pesar apresentado pelo Partido Socialista. Contudo, PSD e CDU apresentaram votos de pesar que foram aprovados por unanimidade.
Recorde-se, por ser verdade:
1. "Os social-democratas afirmaram que propuseram aos socialistas alterações ao texto, a fim de gerar consenso, mas que as mesmas foram rejeitadas."
2. "A CDU também criticou o teor do texto da maioria, mas votou a favor".
Via Diário as Beiras
Via Diário de Coimbra

Da série, sem título...

Para ler melhor clicar na imagem
Via David Manuel

Tristes recordes

Os Estados Unidos registaram esta terça-feira 1.939 mortes causadas pela covid-19 em 24 horas, o pior recorde mundial diário, de acordo com a contagem da Universidade Johns Hopkins.


O número total de mortes desde o início do surto nos Estados Unidos é agora de mais de 12.700.
Os Estados Unidos também são, de longe, o país do mundo com o maior número de casos confirmados: cerca de 396.000 pessoas infetadas no país, de acordo com a universidade norte-americana, que actualiza continuamente os dados.

"Velhos": ainda há grandes primeiras páginas nos jornais...

CASCAIS

Secretário de Estado da Juventude e Desporto, João Paulo Rebelo, recentemente nomeado coordenador regional de combate ao novo coronavírus na zona Centro, reúne com a CIM

Via CIM Região de Coimbra
Via Diário as Beiras

O Conselho Intermunicipal da CIM da Região de Coimbra reuniu-se ontem, através de videoconferência, e articulou «um conjunto de medidas de apoio aos rendimento das famílias e das empresas da região, a fim de combater os efeitos económicos e financeiros provocados pela pandemia da Covid-19», anunciou a entidade, em nota de imprensa.
Via Diário de Coimbra.

terça-feira, 7 de abril de 2020

Marcelo , não se cansa de nos surpreender!..

Por onde andam as nossas certezas?...

Luís Pena
"Vivíamos ciosos de que podíamos controlar o mundo, a economia, o planeta. E, de repente, o mundo ficou de pernas para o ar.

O coronavírus veio lembrar-nos que o mundo é feito de incerteza e mudança, que a nossa civilização é frágil, que a vida é precária, que o nosso sonho de tudo dominar acaba sempre dominado pela realidade.

Esta experiência, tipo pesadelo, que estamos a viver e jamais pensámos ser possível, demonstra a nossa pequenez no planeta que já existia antes do homem por cá aparecer…"

Covid-19 e a Mudança, via Lux24

COLECTIVIDADES... (2)

"Fiz esta pergunta, há alguns anos, ao saudoso Azenha Gomes, o “Senhor coletividades”, que me respondeu, com um sorriso pedagógico: “as que estão a mais vão desaparecendo…”. Uns segundos depois, talvez percebendo que lhe iria fazer mais perguntas, coçando a cabeça, confidenciou, quase num sussurro: “mas isto dá muito trabalho e nós estamos a ficar velhotes…”.
É frequente dizer-se que o concelho da Figueira, com as suas cerca de 140 coletividades, é particularmente rico: de facto, em todas as 14 freguesias do concelho há coletividades com atividade teatral, musical, desportiva, cultural, assistencial, e aos níveis da instrução, da recreação, da etnografia…
A ação das coletividades, que em geral no nosso país surgiram da vitória liberal de 1834 enquanto espaços de sociabilidade, mas também de diferenciação e de distinção, foi evoluindo, e com a República tem suprido, ao longo de décadas, lacunas nas responsabilidades do Estado quanto à educação artística e musical, tem proporcionado alguma integração social, tem muito contribuído para o combate à discriminação e ao isolamento, enfim, tem sido um fator determinante na promoção do sentimento de comunidade.
É verdade, como já foi referido, que a designação “coletividade” abarca um vastíssimo leque de valências, mas também um historial díspar, pois se algumas são já centenárias, outras têm meia dúzia de anos – logo, questões relacionadas com o património, de capacidade de influência, de gestão e de angariação de recursos, de atratibilidade de dirigentes e de públicos, colocam-se a níveis muito diferentes.
Assim, porque as coletividades são associações de pessoas de bem constituídas para contribuir para o desenvolvimento da cidadania individual e colectiva, sendo portanto decisivos espaços democráticos, mas também democratizadores, não só não concordo que as haja “a mais”, como defendo uma maior participação da sociedade na sua preservação e fortalecimento e uma também maior responsabilização do poder político no desenvolvimento de ferramentas práticas e exequíveis, tendentes a que as que há cumpram a missão para a qual foram criadas e outras possam surgir."
Via Diário as Beiras

Equipamentos de Protecção Individual a Instituições de Solidariedade Social do concelho começaram hoje a ser distribuídos pela Câmara

COVID19: Figueira continua com 9 casos confirmados...

Via DGS

Uma postagem de Samuel Quedas

CUBA - QUE POUCA VERGONHA‼️

"Altas horas da noite, em mais uma rápida viagem pelos vário canais de televisão disponíveis, lembrei-me de dar um salto ao canal do “regime de Havana”, pois costumam divulgar alguma música a meu gosto.
Eis senão quando, numa rubrica sobre cultura que me deixou esperançado… aparece um figurão, um responsável do sector da Cultura que, sem mais nem menos e mais palavra, menos palavra, anunciou:

“Estamos a finalizar as listagens de todos os artistas cubanos, para que nesta fase em que fechámos as salas de espectáculos, de todos os tipos… e foi cancelada toda a actividade cultural ao vivo, tendo sido dada indicação a todos os artistas para permanecerem nas suas casas… já a partir do início de Maio, esses trabalhadores tenham, garantidos pelo Estado, os seus vencimentos.
O plano é para todos, seja qual for género a que se dedicam… já que o músico que, em casa, vai continuar a praticar o seu instrumento… está a trabalhar.
A actriz que, em casa, vai continuar a estudar o texto que estava a ensaiar… está a trabalhar.
Assim como o maestro, ou o dramaturgo, ou a bailarina, ou coreógrafa…”

E, como se isto não bastasse, ainda acrescentou, descaradamente:

“Claro que esta medida é destinada aos artistas que trabalham em projectos que dependem directamente do Orçamento do Estado… mas incluirá igualmente todos os artistas que optaram pela via independente, comercial. Não permitiremos que os nossos artistas fiquem desamparados.”
Parece não haver limites para o falta de vergonha da “ditadura cubana”!
.
ADENDA: É tal qual como cá… em que eu e tantos outros como eu, sentimos a calorosa atenção solidária tanto do Governo, como dos partidos, todos… atenção solidária que, no meu caso, saberei retribuir a seu tempo."

SERVIÇO PÚBLICO

... E NÃO É PARA SUBSTITUIR  O MUNICÍPIO DA FIGUEIRA DA FOZ
(não é minha atenção colocar os boys e girls no desemprego)

Unidade saúde de Cova-Gala: utentescovagala@gmail.com 
Unidade Saúde Lavos: 
utenteslavos@gmail.com 
Unidade Saúde Paião:
utentespaiao@gmail.com 
Unidade Saúde Marinha das Ondas: 
utentesmarinha@gmail.com

Entre o que os políticos dizem e a prática do dia a dia, existe a realidade

"Saiba como se encontram a funcionar as Unidades do Centro de Saúde da Figueira da Foz.
Saiba como proceder se tiver sintomas de COVID 19
Fique a par dos contactos das Unidades dos Centros de Saúde".

É isto que pode ser lido numa postagem colocada há minutos no espaço do Município.
Depois vamos à prática, e nada disto funciona.

 
Dizem-nos para contactar por telefone ou por mail.
Mas, para quem vive na Cova-Gala, qual é o mail ou o número de telefone?

Como tenho necessidade de medicação de rotina, ando a tentar, desde o passado dia 20 do passado mês, o contacto com o Posto Médico da minha terra. Insisto, insisto, insisto, insisto e, do outro lado, ninguém atende. Como não devo sair de casa e como não sabia o que fazer, enviei o seguinte mail para usf.buarcos@arscentro.min-saude.pt:
para ler melhor clicar nas imagens
Até ao momento, não obtive resposta nenhuma. 
Esta é a realidade. É claro, que tive de ir à farmácia e obter a medicação sem receita, dado que não posso estar um dia sem a tomar. É evidente, que se quisesse, já tinha chateado um médico amigo para me passar a receita, o que não fiz, por razões óbvias e fáceis de entender a quem está na vida como eu. Tudo isso é verdade.
Assim como é verdade, que entre aquilo que os políticos nos vendem e a realidade, existe muita coisa por entender e por explicar...

Alerta de dirigente de uma IPSS soou a ameaça ao presidente da câmara da Figueira!..

Via Diário as Beiras

"A Câmara começa esta semana a distribuir equipamentos de protecção individual pelas IPSS´s"...

Via Diário as Beiras

A saída do município da Figueira do Conselho Empresarial do Centro

Apoio financeiro extraordinário às IPSS da Figueira da Foz na sequência pandemia do Covid-19

A proposta do PSD, ontem apresentada na reunião camarária:

"Atendendo à situação social económica que o País atravessa e também o Concelho da Figueira da Foz, decorrente do surto pandémico de Coronavírus, é imperioso apoiar as instituições, que diariamente apoiam a população mais fragilizada ( idosos, menores institucionalizados, pessoas sem-abrigo).
São as IPSS e instituições equiparadas que melhor desenvolvem esse trabalho.

O PSD entende, face à situação atípica, que o apoio a estas instituições não deve ser baseado no Regulamento em Vigor.
O apoio às instituições do Concelho da Figueira da Foz deverá ser efetuado do seguinte modo:
As instituições que recorreram ao Layoff, nomeadamente as ligadas à infância, não ser apoiados por esta via? - Não
As comparticipações para quem trabalha com crianças e não recorreu ao Layoff devem ser apoiadas? Sim
Pagamento de 50 % do valor , Água, Luz e Gás nos meses Março, Abril e Maio.
Pagamento por número de utentes ativos confirmados pela Segurança Social.
A proposta do PSD daria dinheiro a quem realmente mais precisa, e não distribuía cegamente sendo INJUSTO como acontece com a proposta do PS e seu executivo."

Jorge de Sena: Carta a meus filhos, por Mário Viegas

Mais de três dezenas de Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) do concelho de Coimbra que funcionam como Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas (ERPI) e Lares de Acolhimento receberam ontem cerca de 35.000 equipamentos de protecção individual entregues pelo município.

Ribau Esteves, Presidente da Câmara Municipal de Aveiro

segunda-feira, 6 de abril de 2020

Aquele comentário do Luís Nogueira baralhou-me...

Lousã: Feira Anual de São João cancelada devido ao Covid-19

Câmara de Coimbra entrega equipamentos de proteção individual a 34 lares

Festa S. Pedro 2020 adiada para 2021

COLECTIVIDADES...

"Não existem coletividades a mais no concelho. Há no concelho muitas coletividades, umas vivas, outras defuntas, dependendo dos sócios que têm e da dinâmica do respectivo presidente. As “colectividades vivas” formam pessoas, especialmente jovens músicos e desportistas, mantêm tradições e são assim uma parte essencial da comunidade. Devem ser apoiadas. Existindo várias coletividades na mesma povoação, ou freguesia, aumenta a rivalidade: quem tem mais concertos, quem faz teatro, quem consegue encher o salão de baile, etc. Mais coletividades “vivas”, mais pessoas envolvidas na vida da comunidade. E esse é um aspeto fundamental da democracia participativa, a colectividade enquanto meio agregador intergeracional em oposição ao individualismo reinante. O desafio posto por um elevado número de coletividade reside no perigo da duplicação de infraestruturas, valências e eventos, e ainda na incapacidade de autofinanciamento. Antes da entrada de António Tavares (vereador pelo PS entre 2009 e 2017 ) os apoios eram distribuídos “politicamente” pelas coletividades, sem ter uma base de mérito nem critérios objetivos. O vereador José Elísio ( 2004 -2009, PSD) era um mestre na “compra” de apoios políticos com base na entregue de cheques durante as cerimónias comemorativas das colectividades que lhe eram “queridas”. Não havia “rei nem roque” e a dívida da Câmara Municipal às coletividades chegou a ser de 500 mil Euros em 2008. António Tavares terminou com esse modus operandi, criando um regulamento municipal de apoio ao associativismo, em 2011, que determina os apoios de acordo com um Plano de Atividades e o mérito das propostas realizadas, integradas numa estratégia bem-sucedida de promoção cultural das coletividades. Voltando ao início, o excesso de colectividades não é um problema em si, a dispersão de apoios poderá ser um desafio, que se resolve com uma atribuição criteriosa no âmbito de uma promoção de sinergias e parcerias entre as coletividades, racionalizando os recursos disponíveis."
Via Diário as Beiras

Nota.
Nesta "casa", sempre houve espaço para quem quisesse publicar comentários assinados.
Neste momento, emitir opinião assinada sobre temas fracturantes a nível local  - e há tantos nesta pobre Figueira - equivale a ser alvo de uns quantos frustrados sempre à procura de alguém em quem descarregar a sua própria pobreza de espírito.
Muita gente que conheço, recusa expor-se, não vá aparecer alguém por aí, saído assim do nada, a tentar chamuscar na praça pública quem ouse colocar qualquer pedrinha na engrenagem do politicamente correcto cá do burgo.
Não sei, nem me interessa saber, a razão ou razões por que o fazem. Que lhes faça bom proveito.
Esta nota, serve apenas e tem como objectivo único, saudar quem arrostando com os custos a nível pessoal, se atreve a ter opinião pública e publicada, neste momento, na Figueira.
É o caso dos colunistas do Diário as Beiras. Daí, desde que publico este espaço, ter procurado realçar essa "façanha".

COVID19: Figueira continua com 9 casos confirmados...

Via DGS

"ESQUECIMENTO" CAMARÁRIO VAI SER RECTIFICADO E VAI SER LEVADO A VOTAÇÃO UM VOTO DE PESAR PELO FALECIMENTO DO ENG. VICTOR CUNHA EM PRÓXIMA REUNIÃO DO EXECUTIVO...

Hoje - e bem - na reunião camarária que acabou de terminar, foi aprovado um voto de pesar e guardado um minuto de silêncio em memória do antigo presidente da Junta de freguesia de Buarcos e deputado municipal Joaquim José da Silva Barraca.
Estando a acompanhar em directo a reunião de câmara realizada esta manhã, dei conta (e estranhei...) do lamentável esquecimento a que tinha sido votado o falecimento do Eng. Victor Cunha, antigo deputado municipal e deputado na Assembleia da República, ocorrido em 22 do passado mês de Março, eleito em listas PS, e fiz a seguinte publicação no facebook.
A terminar a reunião de hoje, o presidente Carlos Monteiro sobre o FALECIMENTO DO ENGENHEIRO VICTOR CUNHA, disse:

Registe-se: câmara, em próxima reunião, vai corrigir um "esquecimento", que seria sempre, de todo, lamentável. Ainda bem que vai ser corrigido, por quem de direito.

Será por por causa de três mil euros por ano, que o município vai abandonar o Conselho Empresarial do Centro, num concelho onde é sempre carnaval?

Via Diário as Beiras. 

Nota via José Augusto Marques: "
Para quem não sabe, na última década, o Conselho Empresarial do Centro teve influência direta na instalação de várias unidades industriais na Zona Industrial da Gala."

Já não se cora de vergonha

Tal como escreveu Camilo Castelo Branco:
"Onde morre a vergonha nascem os expedientes desonrosos"...

Hoje há reunião de câmara

Via Município da Figueira da Foz
Assista online | Reunião de Câmara - 06 abril

A primeira reunião de câmara de abril realiza-se na próxima segunda-feira, 06 de abril, pelas 09h15.
A reunião não é pública e será realizada em videoconferência.
Porque é importante que possa continuar a acompanhar a actividade do Município, assista à emissão online.

➡️ https://www.veedeeo.me/veedeeoBroadcast?vn=722846

Consulte a ordem de trabalhos: https://www.cm-figfoz.pt/pages/569?folders_list_39_folder_id=188


Mantenha-se em casa.
Seja um agente de saúde pública.

domingo, 5 de abril de 2020

JÚLIO MACHADO VAZ

COVID19: Figueira continua com 9 casos confirmados

Portugal registou até este domingo 295 mortes, mais 29 que no sábado, e 11.278 casos de covid-19. São mais 754 casos que no dia anterior, correspondentes a uma taxa de crescimento de 7,2%.
Há 1084 pessoas internadas, 267 nos cuidados intensivos (mais 16 que no sábado, um crescimento de 6,4%), de acordo com o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS) deste domingo.
Via DGS

Governo deixa sem apoio recibos verdes com quebras a pique

"Mesmo com descidas de 80% ou 90% nas vendas e serviços, trabalhadores ficam sem ajuda. Regra apertada trava acesso à moratória no crédito da casa. Sentimento entre excluídos é de dupla desprotecção."

Via Jornal Público

sábado, 4 de abril de 2020

COVID19... (6)

Via Diário as Beiras

Por onde andam os "mamões" figueirenses?

Página do Município figueirense:
"Ser voluntário não é um gesto espontâneo e isolado de solidariedade. É um acto só possível quando inserido numa organização, o que apresenta inúmeras vantagens no planeamento e aproveitamento dos recursos materiais e humanos.
Lançada em 2002 com o objetivo de divulgar e estimular o trabalho voluntário no nosso Município, a Bolsa de Voluntariado visa aproximar os munícipes que pretendem dispor de uma parte do seu tempo em benefício de outros, por um lado, e as instituições sem fins lucrativos que os desejem integrar em projetos de interesse social, por outro."

É sempre positivo que surjam voluntários. No contexto actual, seria mais positivo do que nunca.
Sabemos que existe um risco elevado de contaminação de profissionais como bombeiros, pessoal dos lares e outras pessoas que estão na “linha da frente”
Ainda bem que há voluntários...
Mas, ainda que mal pergunte: algum dos políticos locais se ofereceram como voluntários, dando o exemplo perante a comunidade? 
Quantos autarcas locais se colocaram à disposição, oferecendo-se como voluntários?
Quantos,  dos que mais beneficiaram das mordomia do Município, são voluntários?

Parabéns DR. TOCHA COELHO

COVID19: casos confirmados hoje na Figueira: 9... Há dois dias tínhamos 4.

Via DGS

A Câmara Municipal de Lisboa lembra que o essencial, neste momento, é controlar a curva pandémica...

Segunda-feira há reunião de câmara

DIÁRIO AS BEIRAS

DIÁRIO DE COIMBRA

#FIQUEM EM CASA


Via Diário as Beiras

Os ‘velhos’ e o coronavírus

GUIDA VIEIRA
"Nunca ouvi falar tanto nos “velhos”, porque das “velhas” nem se fala.
Devem ficar isolados se não quiserem morrer mais depressa. Não devem receber visitas, nem dos filhos/as, nem de outros familiares, porque podem ser contaminados por estes.

Não devem sair à rua, a não ser para realizar pequenas tarefas, mensais, ou pontuais, se não quiserem ficar contaminados pelas pessoas que não estejam a, pelo menos, dois metros de distância.

Que não se podem sentar nos banquinhos das ruas onde passavam muitas horas a “matar” a solidão, a ver as pessoas a passar, ou, então, a jogar às cartas para “matar” o tempo e conviver ao ar livre, porque podem apanhar o vírus.

Que não podem ir ao cais olhar o mar e sonhar com os seus amores ali vividos, ou com as viagens que fizeram, ou desejaram fazer, porque é perigoso.

Que são olhados de lado, como se fossem “bichos” raros, se por acaso ainda tiverem força para fazer uma pequena caminhada nos arredores da sua habitação.

Que não podem ir ao café conversar, sobre tudo e sobre nada, mas falar, rir e brincar com os seus amigos antes de fazerem o almoço, ou mesmo tomar apenas um café após este.

Que não podem ir comer a sopa, acompanhada de um “pãozinho”, que vários restaurantes disponibilizavam com todo o cuidado e atenção.

Que não podem apanhar o sol que os aquece, sentir o vento nos cabelos, dar que fazer às pernas, para que as mesmas não fiquem ainda mais frouxas.

Que não podem escolher uma peça de roupa, uns sapatos, um utensílio de que precisem, porque o que tinham se avariou e não sabem encomendar pela internet – a maioria nem sabe o que é.

Estes “VELHOS” estão cheios de medo. A sua solidão é a pior agonia que lhes podia acontecer. Vivem aterrorizados com as notícias, que dizem que as mortes devido ao coronavírus são, na sua maioria, de velhos como eles.

Alguns já não suportam estar sós. Tentam furar as proibições e são logo jogados para a fogueira pelos julgadores destes tempos. “Estes velhos deviam era estar em casa. São uns tontos, uns palermas, e são eles que nos estão a infetar com a sua irresponsabilidade. “Vai para casa velho de m...”...

E os velhos, por serem mais frágeis, por já terem outras patologias, de “velhos”, mesmo se sentindo ofendidos, lá vão para a sua solidão, chorando a mesma, como sempre o fizeram, só que agora muito mais sós e mais tristes.

Já é demasiado arrasador estar sempre a ouvir, a ler e a ver nas notícias, que são os velhos que morrem mais devido a este vírus, o que me tem levado a pensar, muitas vezes, na razão da sua letalidade nesta fatia da população.

Senhores governantes, em nome dos velhos, sobretudo dos que não têm voz, ou lobbies poderosos que os defendam, percebam o que leva um velho a “furar” o isolamento obrigatório e não venham ameaçar com multas penalizadoras a quem, de vez em quando, comete uma “infração”. Lembrem-se que a liberdade que os velhos conquistaram foi o maior instrumento contra a sua solidão, e é isso que está em causa e que os faz sofrer mais.

A nós, os “velhos” destes tempos, vamos ter que nos sacrificar, mais uma vez, para nos voltarmos a encontrar e podermos nos beijar e abraçar muitas vezes, mas um pouco mais de respeito, e de sentido de humanidade, não faz mal a ninguém.

PS: escrevi de propósito “velhos” no masculino, porque é assim que se ouve. As “velhas” nem são faladas... Sabe-se lá porquê?..."

sexta-feira, 3 de abril de 2020

Ora bolas: já andavam por aí a dizer que era um fato à medida do Vara...

Perdão de penas por causa da covid-19 exclui políticos presos

«Os indultados terão de ter mais de 65 anos ou problemas de saúde. Os perdões de pena serão anulados e o tempo de prisão somado a nova pena, no caso de haver novo crime. As precárias prevêem a antecipação da liberdade condicional mas num máximo de seis meses.
Ficam de fora do perdão de penas condenados que tenham cometido os crimes, “no exercício das suas funções, envolvendo violação de direitos, liberdades e garantias pessoais dos cidadãos, independentemente da pena”, se o crime foi cometido enquanto pertenciam a forças policiais e de segurança, às forças armadas, funcionários e guardas dos serviços prisionais. Excluídos são também os que praticaram crimes durante o exercício de “cargo político ou de alto cargo público”, de “magistrado judicial ou do Ministério Público”.»

COVID19... (5)

"Todos aqueles que nasceram após o 25 de Abril estão hoje a viver os dias mais desafiadores das suas vidas. Mas podíamos estar pior.
Na verdade, o Estado Social, construído no Portugal democrático, está a garantir que o nosso país tem capacidade de responder a este perigoso inimigo. Felizmente, no nosso país a saúde pública continua a ser um pilar do Estado, mas nem todos os países ocidentais se podem gabar de ter a mesma sorte.
Há mais de 3 décadas que, globalmente, discutimos se queremos mais Estado ou menos Estado, alguns países começaram a seguir o modelo americano de Ronald Reagen, de diminuir a intervenção do Estado na economia, para promover ciclos de prosperidade mais “naturais”. Baixaram-se impostos (às grandes organizações), reduziram-se instrumentos de regulamentação e diminui-se o investimento em serviços públicos.
Esta linha política veio a ser seguida pela maioria dos partidos do centro, com o intuito de manter as suas economias tão competitivas como a americana. Esta receita tem produzido resultados pouco esclarecedores, se por um lado se promove um crescimento económico significativo, por outro lado, aumenta-se o fosso entre os mais ricos e os mais pobres. Para além disso, começa a ser habitual vivermos uma crise financeira a cada década.
Alguns países aceitaram parte destas propostas, contudo, não deixaram de promover a intervenção estatal como principal garante da liberdade individual. Hoje, são exatamente os países com impostos mais elevados, que têm melhores serviços públicos e, por conseguinte, um Estado mais capaz de dar resposta a esta pandemia. Países como a Suécia, a Noruega, a Áustria e a Dinamarca, apesar de fortemente afetados, continuam abaixo das 15 vítimas por 1 milhão de habitantes.
Sem dúvida que estamos a navegar em águas desconhecidas e, por isso, o melhor que temos a fazer é confiar nos decisores políticos para nos levarem a bom porto, independentemente das condições de partida. Estou certo que em Portugal, estamos bem entregues e este momento tem-se revelado um promotor inesperado de uma classe política que estava cada vez mais desacreditada."
Via Diário as Beiras

A barbárie à espreita...

Reino Unido. 
Notícia via  Expresso:
«Covid-19. 
Lares britânicos aconselham idosos a assinar ordens de “não-reanimação”».
Em tempo.
Diga-se que o regulador de saúde britânico já reprovou estes procedimentos...

Bolsonaro:"o Brasil não pode parar"...

Bolsonaro critica ministro da Saúde por apoiar o isolamento social.
Presidente Jair Bolsonaro ao laddo do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, durante entrevista coletiva em Brasília

"... o ministro da Saúde está a apoiar o isolamento social no país e, por isso, já recebeu duras críticas de Jair Bolsonaro. O Presidente brasileiro acusa Luiz Mandetta de falta de humildade. 
Bolsonaro diz que o país não pode parar e remata ao dizer que nenhum ministro do Governo é indispensável"...

Solidariedade

Via Diário as Beiras

Recordar é importante...

Via Diário as Beiras

Está esclarecida a confusão: os dados da DGS andam atrasados 36 horas!..

Via Diário as Beiras

Camaradas: na Figueira também há uma extensão fechada...

Calma, isto só acontece em Sintra...

E Soure aqui tão perto...

Região: Soure assume 50% da factura de água nos meses de março e abril

«Segundo fonte da autarquia sourense adianta ao Figueira Na Hora, em abril será facturado o serviço de Água, Saneamento e Resíduos prestado no passado mês de fevereiro, não sendo o município de Soure a fazer a respectiva cobrança. A mesma será efectuada pela ABMG – Águas do Baixo Mondego e Gândara, empresa intermunicipal a quem foi delegada a gestão do serviço.
Adianta-se ainda que “os munícipes não deverão preocupar-se com o pagamento neste período. Ainda assim, todos os consumidores vão receber a respectiva factura na sua caixa do correio, sendo o prazo de pagamento alargado até 30 de junho de 2020, sem qualquer penalização”.
Também, conforme deliberação da Câmara Municipal, “a autarquia irá assumir o custo de metade da água consumida durante o Estado de Emergência (respeitante aos meses de março e abril)”.
A edilidade apela, ainda, aos munícipes que “mantenham uma postura de protecção, responsável e solidária, que será fundamental para todos, juntos, ultrapassarmos o actual flagelo”.»