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quarta-feira, 31 de janeiro de 2007

Morreu Cerqueira da Rocha

(imagem blog à beira-mar)

Cerqueira da Rocha, advogado da Figueira da Foz que se destacou como opositor do antigo regime, faleceu esta quarta-feira aos 70 anos, vítima de doença prolongada.

Poda radical “à maneira”!...


É verdade, que a árvore estava mesmo a pedir uma poda há muito...
Finalmente, aplicaram-lha...
E que poda!...
Para além de uma mera e banal poda de conformação (com o objectivo de assegurar a boa configuração e bom visual da árvore), o corte foi “pente 0”: dos galhos tortos, mortos, doentes ou mal formados, nada restou.
Olhem bem para a fotografia da árvore depois de podada!..
Vejam lá, é se ainda há necessidade de suprimir algum galho para manter o equilíbrio visual da árvore?!...
Esta foi mesmo uma poda radical “à maneira”!...

uma apreciação

Jornadas de Reflexão sobre a despenalização da interrupção voluntária da gravidez terminam hoje



Hoje é o último dia das Jornadas de reflexão sobre a despenalização da interrepção voluntária da gravidez, que estão a decorrer numa sala do casino.
No primeiro dia estiveram presentes cerca de uma centena de pessoas.

terça-feira, 30 de janeiro de 2007

Entre a apoplexia e a verdade


Concurso Grandes Portugueses: “um actor da série Morangos Com Açúcar figurou na lista dos 100 Grandes Portugueses”.
Foi um momento que poderia ter causado uma apoplexia no País!..
Mas não, nada se passou.
O País encarou calmamente a reposição da verdade: a presença de Hélio Pestana deu credibilidade a este concurso.
A realidade veio ao de cima: o povo português não se interessa só por grandes escritores, políticos, navegadores e salazar.
Reza a mitologia que Portugal já foi grande no mundo.
Que importa, que um País sem memória, ou cultura, se aventure na eleição de um “vulto excelente”...
Num país pequeno, não é preciso muito para se ser grande...

segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

A nossa opção

O referendo sobre o aborto veio colocar de novo a questão de saber se um órgão de comunicação social pode ou não tomar partido, deve ou não assumir uma posição.
Obviamente, que o OUTRA MARGEM não é um órgão de comunicação social.
Temos, pois, toda a legitimidade para assumir ou não a causa.
O problema de um media tomar ou não partido, não está no facto de poder tomar partido, mas sim na capacidade em permanecer credível apesar de tomar partido.
Panfletos, para nós, são evidentemente de rejeitar. Sabemos, porém, que não existe informação bacteriologicamente pura e isenta.
Sendo assim, o que vale é a qualidade e a honestidade do jornalismo que se pratica.
Tomar ou não posição é uma opção.
O aborto é um tema demasiado sério. É também um tema que não pode ser partidarizado, pois não é de esquerda nem de direita....
Temos um referendo sobre o aborto à porta.
Votar, no próximo dia 11 de Fevereiro é fundamental.
“A única liberdade que merece esse nome é a de buscarmos o nosso próprio bem, pelo nosso próprio caminho, enquanto não privarmos os outros do seu ou os impedirmos de se esforçarem por consegui-lo. Cada um é o guardião natural da sua própria saúde, seja física, mental ou espiritual. A humanidade acaba por ganhar mais consentindo que cada um viva à sua maneira que obrigando-o a viver à maneira dos outros.” (John Stuart Mill).

Claramente o expressamos:

- a nossa opção no referendo, do próximo dia 11 de Fevereiro, é votar - “SIM”.

o que precisamos

domingo, 28 de janeiro de 2007

Lembram-se?


Foi há um ano. Lembram-se?
Já não acontecia há cerca de 2 décadas.
Ficou tudo branco.
Caiu neve na Figueira durante mais de 2 horas com alguma intensidade!...
Nos últimos dias, as condições atmosféricas têm feito recordar o dia 29 de Janeiro de 2006... A Figueira ficou linda !...
Lembram-se?

Resultado que se aceita


Campo do Cabedelo
Árbitro:
Pedro Nascimento
Auxiliares: António Rocha e Abel Condesso

COVA-GALA: Dias, Rafa, Copinho, Hugo, Rato, Pedro Mota (Alex 45m), Dani, Lambreta (Sérgio 78 m), Mané, Rui Camarão (cap.) e Ivo (Luisito 65 m)
Suplentes não utilizados: Bolas, João Tiago, Tó Jó e Ricardo
Treinador: Carlos Silva

MEÂS: Nando, Nuno, Hugo, Paulo Jorge (cap.), Salvador, Leitão, Tózé, Hélio, Telmo (André 67 m), Pedro ( Vitinho 90m) e Carlitos (Rui Costa 88 m)
Suplentes não utilizados: Zé, Bregas e Ricolé
Treinador: Serafim

Resultado final: 0 – 0

Disciplina:
Amarelos: Pedro Mota ( 37 m), Hugo (74 m), Copinho (76 m) Paulo Jorge (77 m) Rafa (84 m) e Salvador ( 93 m)
Vermelhos: Nada a registar.

Comentário:
Jogo essencialmente disputado a meio campo. Resultado aceitável, apesar das melhoras oportunidades para marcar terem pertencido ao G. D. Cova-Gala.

Monumento vai imortalizar pescadores em New Bedford


Será edificado numa parcela de terra com cerca de 23,385 pés quadrados, situado na parte mais a sul da Cidade Baleeira.
Esta porção de terra doada pela cidade de New Bedford e pelo então mayor Frederick M. Kalisz Jr., está situada num ponto estratégico: "o último que os pescadores vêem ao deixar New Bedford. Quando chegam é o primeiro ponto que avistam". afirmou ao o jornal o Presidente da Comissão de Finanças e Marketing do projecto Jeff Costa, durante largos anos pescador.
Notícia completa

sábado, 27 de janeiro de 2007

qualquer dia...


enquanto o governo central concretiza a política da direita (o desmantelamento do estado social, é o exemplo mais acabado), cavaco faz o discurso da coesão social.

o povo, no país e na figueira, cada mais endividado, diverte-se, alegre e despreocupado, a olhar as montras dos centros comerciais!...

hão-de ainda passar ainda muitos anos até que acorde...

o governo, cavaco, a câmara e os políticos em geral, com este povo, todos podem dormir descansados.

o gerente, entretanto, já tem a moradia quase pronta...

na figueira, no parque verde, qualquer dia, está pronto mais um andar de luxo...

resta a memória do que poderia ter sido, se os figueirenses tivessem lutado verdadeiramente por isso, o parque verde...

com árvores, pessoas a correr, miúdos de bicicleta, velhotes a dormitar em bancos, turistas descalços deitados na relva, música no coreto, namorados abraçados...

Mais uma vitória dos Infantis do G.D. Cova-Gala


Complexo Desportivo do Cabedelo
Arbitro:
Mário Simões

Cova-Gala 4 / Académica “B” 1

Cova-Gala : Pedro Duarte; João Carlos, João Manuel, Pedro (cap.), João Pedro, Paulito, Carlos Daniel, Zé Pedro, Fredy, Carlitos, Hugo e André

Treinadores: João Camarão e Rui Camarão

Académica “B” : Calheiros; Pedro Neves (cap.), Patrick, Jorge, Batista, David Brás, Diogo Serrano, Branco, João Nobre, Gonçalo, Berna e Rodrigo

Treinador: Morgado

Resultado ao intervalo: 4 – 0
Resultado final: 4 – 1

Golos: Zé Pedro aos 4m , 10m e 20m; Paulito aos 27 m e David Brás aos 51m



Escolas:
A formação mais jovem da freguesia de S. Pedro empatou 0-0 com a Académica “B”.

As Janeiras chegaram ao fim


Foi com um jantar de enceramento, no passado dia 26, que o grupo que andou a cantar as Janeiras para angariação de fundos para o Centro Social S. Salvador de Maiorca deu por acabada essa iniciativa solidária.
Um jantar de encerramento mas também de convívio e de satisfação por uma missão cumprida.
Num pequeno discurso, a presidente do Centro, Enfermeira Luísa Verdete, que também integrou o grupo de cantares, agradeceu a todos quantos tornaram possível a iniciativa, tanto os elementos do grupo como as pessoas que os ouviram, que nunca deixaram de manifestar a sua solidariedade.
De realçar, na intervenção, um desafio lançado ao grupo: para o ano tornarem a cantar as janeiras por uma outra causa. E causas não faltarão. Mas ficamos, assim, com a certeza que a solidariedade é um dos atributos mais qualificativos do Ser humano.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2007

quarta-feira, 24 de janeiro de 2007

Leitura recomendada aos salazarentos


”O Estado Novo, na sequência do 28 de Maio de 1926, personificado em Salazar, nenhum benefício trouxe para o povo, debatendo-se entre as exigências dos senhores da terra e os incipientes senhores das fábricas. Para o povo chegava o «milagre» de Fátima e o «saber ler, escrever e contar». Segundo o Estatuto do Trabalho Nacional, inspirada na Carta del Lavoro fascista italiana, o povo tinha apenas o dever de trabalhar. A Lei do Condicionamento Industrial (1952) protegia a indústria portuguesa da concorrência estrangeira. Exemplo: a Siemens só entrou em Portugal depois do 25 de Abril porque já havia uma fabriqueta portuguesa que fazia lâmpadas.A PIDE/DGS controlava os ímpetos reivindicativos dos trabalhadores. Para os trabalhadores agrícolas, operariado industrial e campesinato não havia direito ao trabalho, segurança de emprego, reforma, assistência na doença e na maternidade. Para estes era o comer e calar, a miséria, a esmola, o «salto» para procurar lá fora o que não encontravam no Portugal de Salazar. Ao contrário do que dizia a propaganda do regime, nunca houve um Portugal do Minho a Timor. Angola e Moçambique apenas foram ocupadas na sequência da Conferência de Berlim (1884-1885) e do ultimato britânico (1890), que pôs fim ao Mapa Cor de Rosa, para impedir que as grandes potências as dividissem entre si como fonte de matérias primas necessárias ao desenvolvimento das respectivas metrópoles. E se Portugal na 1ª República entrou na 1ª Guerra Mundial foi para impedir que as colónias portuguesas fossem divididas entre os vencedores. Meus amigos, é preciso ler alguma coisa, antes de acusarem outros de ignorância.As colónias eram Portugal? Como assim? A maioria da população negra não falava português e tinha os mesmos direitos que a maioria do campesinato em Portugal, isto é, nenhuns. Só o começo da Guerra Colonial em 1961 levou à abertura de estradas, para facilitar a circulação das forças armadas, e permitiu o desenvolvimento industrial que até aí o Governo de Lisboa impedira.Se em Portugal havia as Universidades do Porto, Lisboa e Coimbra, estas eram as únicas em todo o chamado Portugal do Minho a Timor. Deste modo os cursos superiores não estavam ao alcance da maioria da população, fosse qual fosse a cor da pele. E nas colónias também não havia escolas para formação de quadros técnicos ou intermédios. Só quase em cima do 25 de Abril, após a morte de Salazar, foi possível criar universidades em Angola e Moçambique.Felizmente que tudo isso passou à História.”
CN (http://www.blogda-se.blogspot.com/)

P.S.- Os portugueses adoram o chicote! Somos um povo de memória curta e guardamos no coração apenas o que de menos mal ficou...
Leiam aqui.

terça-feira, 23 de janeiro de 2007


Jornadas de reflexão sobre a despenalização da interrupção voluntária da gravidez

Sem querer tomar partido pelo "Sim" ou pelo "Não", o Centro Social da Cova e Gala vai lançar o debate sobre a Interrupção Voluntária da Gravidez (IGV).
Para o efeito, vai promover umas jornadas de reflexão no Casino, nos dias 30 e 31 do corrente mês.
Ao longo de dois dias, vão ser debatidas as diversas perspectivas da temática em causa.


Comentário

Numa questão tão delicada como o aborto, com a vida e a morte em jogo, não se pretende que haja vencedores nem vencidos, mas um diálogo com argumentos. O aborto é tudo menos agradável. Muito menos, é um acto voluntário. Quem aborta tem razões fortes. Só no ano passado, devem ter sido realizados cerca de 18 mil abortos ilegais em Portugal. Nas actuais condições, «o aborto é um acto que se pratica mediante pagamento, mas logo após o aborto a mulher é deixada ao abandono, confrontando-se com sentimentos de culpa e sem qualquer apoio psicológico». A cobardia dos políticos do bloco central, ao recusarem pagar a factura de decidir no Parlamento a questão, tem-nos obrigado a ver massacrada e insultada a nossa inteligência, pelo argumentário apresentado pelos movimentos que se degladiam nos debates do referendo. Mas temos de ter ainda mais um pouco de paciência até ao próximo dia 11 de Fevereiro. A questão é séria demais para ficar por decidir de vez: temos de votar. Entretanto, impõe-se o esclarecimento. Uma boa oportunidade para isso, vai ser proporcionada aos figueirenses pelo Centro Social da Cova e Gala, ao promover, em 30 e 31 deste mês, as Jornadas de reflexão sobre a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, que se realizarão no Casino da Figueira ( sala Figueira, piso 1 ) na Rua Dr. Calado nº1.

A terminar: o Centro Social da Cova e Gala tem desenvolvido, ao longo de várias décadas, uma obra a todos os títulos meritória para a Freguesia de S. Pedro. A Junta de Freguesia reconheceu isso mesmo o ano passado e deu o nome de uma Rua ao “Pai” da Instituição, o Pastor João Neto (um pedido: as placas foram vandalizadas há meses. Para quando a sua recolocação no sítio de onde nunca deveriam ter saído?). Porquê, então, ir para a Figueira e para o Casino, para realizar um evento tão importante? Certamente, por questões lojisticas. Não tenho nada contra o Casino, até os felicito por terem cedido as instalações para esta realização do Centro Social da Cova e Gala, no entanto, não posso de deixar de colocar a questão:- poderia não ser tão mediático, mas como não acredito que os responsáveis da Instituição promotora da iniciativa tenham qualquer intuito de promoção pessoal, presumo que seria mais importante e mais útil para o público que se pretende atingir, se os trabalhos decorressem na Freguesia de S. Pedro. Só que S. Pedro, apesar das obras que se realizaram recentemente no Desportivo Clube Marítimo da Gala e no Clube Mocidade Covense, onde se gastaram largos milhares de euros, continua a não ter uma sala com condições para a realização de debates, colóquios, palestras, entre outros eventos!..

segunda-feira, 22 de janeiro de 2007

Um comentário exemplar


Andam para aí a queixar-se do baixo nível dos comentadores.
Fica aqui, para ser lido e interpretado, um comentário do nosso ponto de vista exemplar:


“Confesso que já não estou a perceber o que se passa nesta Figueira!...Ora ora meus caros amigos: a Figueira não tem mercado para as habitações de luxo?Assim não vamos a lado nenhum.... Há gente ai com poder de compra que procura essas casas...Então porque é que querem entravar a dinâmica de crescimento deste nicho de oportunidade que tão importante é para o equilíbrio das finanças da câmara..Se não sabem, ficam informados que quem como eu quer comprar habitação de luxo não existe crise económica ou problema com a diminuição do poder de compra.Será que não tenho direito à vida?Não estraguem o negócio aos promotores e mediadores, que eles também precisam de viver...Não querem o dinheiro dos estrangeiros endinheirados, que ainda têm Portugal como um bom destino de turismo residencial?Preferem o turismo pé descalço?Acordem, o imobiliário continua a ser uma excelente forma de investimento.O que há por aí são executivos e altos quadros de empresas, na meia idade, interessados em ter casa milionária, apartamento, ou moradia, com grandes áreas, bem localizadas, com boa vista, sauna, banho turco, piscina privativa e jardim.Assim com as vossas ideias retrógradas a Figueira, que ainda recentemente estava na moda, não vai a lado nenhum. Acordai velhos do restelo.Porque é que a Figueira tem de ser menos que a Lapa, o Principe real, Amoreiras, sintra, cascais, “a nova tróia”, ou o Algarve – ou o Algarve, Vale do Lobo, Quinta do lago ou Vilamoura...A Figueira em breve vai estar de novo na moda. A Figueira não pode parar. Percebem?”
Aires Varela

domingo, 21 de janeiro de 2007

Foi há menos de um mês. Lembram-se?


Portugal continua a ser um País de Marinheiros...
Portugal, recorde-se, é um País que tem no mar as suas memórias mais importantes.
Portugal, 500 anos depois dos seus momentos de glória – da conquista dos mares nunca dantes navegados – continua a deixar morrer os seus marinheiros à beira da praia...
Cruelmente, a conta gotas...
Vítimas de muita coisa, mas vítimas sobretudo de terem vivido num País de burocratas de “quintal”, que não permitem que as coisas funcionem.
Vítimas também das complicações de funcionamento das instituições de um “Pais de faz de conta”, o País da empresa na hora - Portugal!.
Há 500 anos, num naufrágio de uma nau a 50 metros da praia, se ocorressem mortes de tripulantes, seria um acontecimento pouco compreensível.
Cinco séculos decorridos, isso aconteceu, mesmo com todos os sofisticados, complexos e prodigiosos meios que existem!
Foi na Nazaré, no passado dia 29 de Dezembro, há menos de um mês.
Lembram-se?
Entretanto, mudou alguma coisa?...

sexta-feira, 19 de janeiro de 2007

Parque de Campismo/Horto Municipal = Zona Verde


Estando em curso a revisão do Plano Director Municipal e Plano de Urbanização do concelho da Figueira da Foz, o Movimento "Parque Verde" vem apelar a todos os cidadãos que subscrevam a petição para

Alteração da classificação no Plano de Urbanização do espaço correspondente ao Horto Municipal e Parque de Campismo

Nota: É necessário preencher com o nome completo e o número de BI correcto.

"Que todos juntos consigamos salvar o último pulmão da cidade!"

Uma criança


Uma criança. Dois nomes, duas famílias e, provavelmente, dois destinos. Um passado que apenas coincide na idade, quatro anos, onze meses e doze dias, e na data de aniversário: 12 de Fevereiro. A sua história tornou-se notícia e tem corrido o País. O pai biológico, que inicialmente a terá rejeitado, reclama agora a tutela. O pai que a acolheu desde os três meses silencia o paradeiro e aceita uma condenação de seis anos no presídio militar de Tomar. Um e outro disputam a partilha da sua vida e acreditam que será feita justiça. De Cernache do Bonjardim, na Sertã, terra de Baltazar Nunes, o pai que a concebeu, a Frei João, a freguesia de Envendos, no concelho de Mação, que viu nascer o pai adoptivo, Luís Gomes, são muitos os que lhe sentenciam o destino e reclamam os seus direitos. Mas o futuro está por traçar. A menina continua em parte incerta com a mãe adoptiva, Maria Adelina.
Quem a conhece só espera que "continue com quem vive".
Quem não a conhece também acredita que "está num ambiente melhor".

(http://dn.sapo.pt/2007/01/19/sociedade/milhares_pessoas_querem_libertar_ado.html)

quinta-feira, 18 de janeiro de 2007

XIV Grande Prémio de Atletismo de S. Pedro vai ser organizado pelo


O “XIV Grande Prémio de Atletismo de S. Pedro” será realizado a 8 de Julho de 2007, com organização do “O Fala Barato” o Jornal da Cova-Gala e com os seguintes apoios: D. C Marítimo da Gala – filiado no INATEL, Clube Mocidade Covense, Grupo Desportivo Cova-Gala e Comissão de Festa S. Pedro 2007.
A prova será integrada no calendário oficial das provas de Atletismo do INATEL, para a época 2006/2007, razão por que a data proposta, tomada por sugestão desta entidade, foi a preferida por ser a mais consentânea com o seu calendário desportivo.
Esta prova que em tempos deu tanto prestígio à terra, era realizada com o esforço das colectividades e pessoas que tinham gosto pelo atletismo. Essas pessoas, algumas das quais já cá não estão, faziam o esforço para que a realização desta prova nunca tivesse fim.
É bem certo que nos dias de hoje não temos atletas a praticar a modalidade, mas todas as pessoas podem participar, seja correndo ou andar o lema será "SemprAndar" .... por caminhos de S.Pedro.
Estão á venda por 5€ nos estabelecimentos comerciais da nossa terra, um Calendário e um Poster (para emoldurar) alusivo a este acontecimento.
Com a colaboração de todos, este Verão vamos reviver o “XIV Grande Prémio de Atletismo de S. Pedro”.
A todos os que colaboram para que este projecto seja realizado o nosso muito obrigado…”

“O Fala Barato” – Pedro Fernandes

quarta-feira, 17 de janeiro de 2007

Saudade

“Residir num país estrangeiro, sem os familiares mais chegados, os amigos que deixei e o mar que há três anos não vejo, não é fácil. A língua, apesar de tudo, não é assim um obstáculo tão grande, mas as pessoas, a cultura e o país em si, é muito diferente do nosso pequenino Portugal.Apesar de já me ter habituado a esta nova vida continuo a ter muitas saudades da minha Cova-Gala, do comer da minha mãe, de acordar e sentir o cheiro da terra molhada da manhã, de sair aos fins-de-semana e abanar o capacete nas pistas de dança, de dar as caminhadas pela praia... e da minha família, enfim, socializar mais...”

Este naco de prosa resume bem o que é a saudade, esse sentimento tão português.
Foi extraído do blog “There is a word”, da Covagalense Vanessa Reboca, jornalista nos EUA.
Para ler o texto na totalidade basta clicar
http://thereisaword.blogspot.com/2006/12/bye-2006-welcome-2007.html.

P.S. - Olá Vanessa:
O mar hoje aqui na tua praia está tranquilo.
O ar, apesar de tudo, continua puro e diáfano.
Por enquanto, sopra apenas uma leve aragem que encrespa suavemente a superfície das águas.
A ondas vêm espraiar-se preguiçosamente na areia da tua praia.
O sol ainda permanece envergonhado, mas hoje já nasceu para mim.
Em Junho cá estarás na tua Cova-Gala. Já falta pouco.
As paixões, ao contrário do que dizem, quando imensas, são eternas.
E o que é imenso é eterno.
Cova-Gala, sempre.

O Tio

terça-feira, 16 de janeiro de 2007

Conflitos



Quando os Homens se entenderem
e a Paz for um fruto maduro
ficará a guerra no escuro
sem futuro

Que haja gente que sonhe
falar não é nenhum muro
é sempre melhor que o barulho
com entulho

A cabeça é redonda
nela gira o pensamento
já houve tempo para o vazio
sem fundamento

A terra come a gente
em plena horizontal
é a sorte de qualquer mortal
da alvorada ao poente

Filipe Zau
(Poeta e investigador angolano. Do livro “Encanto do mar que eu canto”)

segunda-feira, 15 de janeiro de 2007

Para que se saiba, para que conste

"A lista dos dez portugueses mais votados para principal figura da nossa História encerra uma dupla surpresa: a ausência de Mário Soares e a presença de Álvaro Cunhal."

(Octávio Ribeiro, Director-Adjunto do Correio da Manhã)


Para que se saiba, para que conste:


O OUTRA MARGEM NÃO TEVE NADA A VER COM O ASSUNTO.

Nem votámos.

domingo, 14 de janeiro de 2007

Cova-Gala 3 / Botafogo 1


Campo: Complexo Desportivo do Cabedelo

Árbitro: Helder Medeiros
Auxiliares: Paulo Santos e Miguel Assis

Cova-Gala: Dias, Rafa, Copinho, Hugo, Rato (Alex 74 m), Pedro Mota, Dani, Lambreta, Mané, Rui Camarão (cap.) (João Tiago 84 m) e Ivo (Luisito 61 m)

Suplentes não utilizados: Bolas, Tó Jó, Fábio, Sérgio
Treinador: Carlos Silva

Botafogo: Carlos, Nuno Neves, Mário, Marques, Sérgio (cap,), Alexandre, Helder ( Nuno 66 m), Paulo Brás, Paulo, Filipe e Vítor (Babá 87 m)

Suplentes não utilizados: João, Nunito, Francisco e Daniel
Treinador: Carlos Candeira

Resultado ao intervalo: 1 – 0
Resultado final: 3 – 1
Golos: Mané (45 e 92 m) Hugo (76 m) Sérgio (86 m)

Disciplina:
Amarelos:
Mário (22 m) Vítor (31 m)
Vermelhos: nada a registar

Comentário:
Num jogo correcto, vitória indiscutível da equipa da casa.Boa prestação do reforço de inverno Luisito, que entrou aos 61 minutos.

sábado, 13 de janeiro de 2007

Distrital de Infantis


Cova-Gala 8 / Marialvas “A” 0

Complexo Desportivo do Cabedelo
Árbitra: Ana Pereira

Cova-Gala: Pedro Duarte; João Carlos; Pedro Almeida; Pedro (cap.); João Pedro; Paulito; Carlos Daniel; Zé Pedro; Fredy; Carlitos; Hugo e André

Treinador: João Camarão e Rui Camarão

Marialvas “A”: João Carlos; João Pinto (cap.); Mário; Ricardo; Daniel; Rafael; Pimentel; Rodrigo; Leandro; Carlos; Mossá e Dadive

Treinador: Isidro

Resultado ao intervalo: 5 – 0
Resultado final: 8 – 0

Golos: Paulito aos 3m; Carlos Daniel aos 17m; 22m e 30m; João Pedro aos 27m e 48m e Zé Pedro aos 37m e 54m

Escolas:

Os “escolinhas”, na deslocação a Cantanhede, foram derrotados por 3-1 perante o Marialvas “A”.

Portugueses de New Bedford querem consulado a funcionar



http://www.ojornal.com/site/news.cfm?brd=2677

Pés na Terra!...



Quem der uma volta pela blogoesfera e passar os olhos pelas barbaridades que, por vezes, surgem nos comentários dos blogues (mau português, falta de nível, educação, tolerância e tentativas de vinganças pessoais), fica com um retracto dum País medíocre, mesquinho, arrivista – pequeno.
É um meio de acesso fácil para alguns trogloditas darem vazão à sua tacanhez de raciocino - em vez de debaterem insultam.
Seguramente, é por isso, que se refugiam no anonimato: mesmo para insultar e assinar por baixo, é necessário um mínimo de coragem.
Mesmo com compreensão por aqueles que temem represálias e, por isso, se escondem no anonimato para denunciarem situações que consideram injustas, não merecem o menor respeito aqueles que se refugiam no anonimato para tentar “minar”, “armadilhar”, insinuar ou difamar gratuitamente.

Na blogoesfera, os anónimos são uma praga.
Aqui, no outra margem, também temos tido “engraçadinhos”, com quem procuramos lidar com bom senso, ponderação e silêncio.
Sobretudo, temos tentado distinguir o que é anonimato instrumento de defesa, do que é anonimato de ataque e tentativa de destruição deste espaço de debate.
Tem sido trabalhoso, mas tem valido a pena...
A experiência tem fornecido óptimos ensinamentos a que, no futuro, iremos procurar dar a melhor utilidade, pois certos “meninos” e “senhoritos” definitivamente deficientemente formados e provocadores têm de ser constantemente alvos de marcação homem a homem.
Nada que nos assuste ou faça perder o sono...
Não há outra maneira: o caminho, faz-se caminhando.
A esses mabecos (como diria o saudoso Joaquim Namorado) anónimos, que se dedicam regularmente a caluniar e a tentar morder as canelas, em vez de criticarem ideias e refutarem argumentos, como não pretendo recorrer aos mesmos métodos, o melhor é ignorá-los.
Votá-los ao desprezo é a solução.
Temos de ter os pés na Terra.

António José de Jesus Agostinho
Portador do BI 4000108

sexta-feira, 12 de janeiro de 2007

Jogos do Cova-Gala para o fim de semana


Escolas:
Marialvas / Cova-Gala

Sábado, 13 de Janeiro ás 11 horas e 30 minutos

Infantis:
Cova-Gala / Marialvas

Sábado, 13 de Janeiro ás 11 horas

Seniores:
Cova-Gala / Botafogo

Domingo, 14 de Janeiro ás 15 horas

quinta-feira, 11 de janeiro de 2007

O que é que a Figueira tem contra a lampreia?



Janeiro a Abril são, por excelência, os meses da lampreia.
De captura e de degustação. Considerada uma praga nos Estados Unidos e Canadá, a lampreia é um dos petiscos mais caros e mais apreciados da gastronomia portuguesa.
É nas chamadas zonas tradicionais da pesca de lampreia, como o rio Mondego, que a podemos encontrar com facilidade e onde é consumida em doses consideradas “industriais”.Os empresários da restauração chegam a facturar, nesta altura, quase tanto como no resto do ano.
Curiosamente, porém, no concelho da Figueira e na Freguesia de São Pedro, onde algumas dezenas de pescadores se dedicam à sua captura, que saibamos, não existe nenhum restaurante especializado na confecção deste “petisco”.

Já Montemor-o-Velho, aqui mesmo ao lado, como se pode ver no site http://www.cm-montemorvelho.pt/, valoriza a lampreia.
A realização do “festival da lampreia” em Montemor-o-Velho, vai trazer ao Baixo Mondego no próximo mês de Março, entre os dias 2 e 11, milhares de visitantes.
A lampreia em Montemor, assume-se assim como um importante factor de desenvolvimento da economia local, numa altura do ano em que o turismo se encontra a viver a chamada “época baixa”.

E na Figueira, concelho onde na zona centro é pescada a maior quantidade do tão apreciado ciclóstomo, passa-se alguma coisa para tentar combater a sazonalidade turística?
Por cá, vamo-nos entretendo com algo que ainda não passa de um ideia do vereador Lídio Lopes, que “poderá ser parecido com a Europa dos Pequeninos, um projecto que, em tempos, a Fundação Bissaya Barreto tentou materializar em Aveiro, mas que caiu por terra devido a um conjunto de circunstâncias”...
Tenhamos confiança: a ideia está a ser analisada pelo presidente da câmara “com interesse”. “Estamos a pensar no assunto, sendo certo que há interesse em criar um parque temático que junte a vertente recreativa e o conhecimento”, disse Duarte Silva ao jornal as Beiras...

De recordar, que a Figueira da Foz, ainda no ano passado, foi palco do Festival de Peixes Tradicionais, certame esse que decorreu entre 16 e 27 de Março e contou com a participação de muitos restaurantes do concelho. O certame, organizado pela empresa municipal Figueira Grande Turismo (FGT) e pela delegação local da Associação de Restauração e Hotelaria do Centro (ARHC), teve por objectivo «divulgar a gastronomia regional e promover o consumo de peixe», numa zona em que a pesca representa uma importante actividade económica. Assim, os apreciadores puderam encontrar diversos pratos com base em peixe e outros produtos do mar, como solha, faneca, cação, chocos e lulas, acompanhados de iguarias como migas, arroz malandro, açorda ou feijão frade, entre outras. O festival pretendeu também contrariar os efeitos da época baixa, dinamizando a cidade e os restaurantes locais e contribuindo para afirmar a Figueira da Foz a nível gastronómico e da qualidade do peixe da zona.
O que é que a Figueira tem contra a lampreia?