quinta-feira, 26 de março de 2015

Até os ditados populares já correm riscos....

Vivemos dias surpreendentes e difíceis.
Todos conhecem o velho ditado: “Não há dinheiro, não há palhaços”!..
Pois, o País não tem dinheiro, a câmara não tem dinheiro, as famílias não têm dinheiro, mas há palhaços todos os dias...
Nem os ditados Portugueses estão a conseguir sobreviver...  

CDS na intimidade...

João José Cardoso, no blogue Aventar: "Confirma-se"

“Sempre achei que, aquando da distribuição universal de inteligência, Diogo Feio não foi muito favorecido. Houve ali uma falha, um deslize, uma desigualdade, qualquer coisa que correu mal.
Agora afundou-se, emergindo a prova, qual submarino."

Em tempo.
Quanto a mim, o início do vídeo mostra o que pensa o CDS na intimidade, se tivesse verdadeiro poder...

País de músicos...


HINO: Obrigado José Sócrates

A propósito do BES

Toda a gente sabia, desde o início do caso BES, que qualquer solução tinha custos.
Para quê então a mentira, se cerca de um ano depois o óbvio é mais do que evidente: «BES: "Não há maneira de evitar custos" da falência».
É esta falta de verdade dos políticos que os portugueses elegeram e passaram pelo poder nos últimos 30 anos, que me custa mais...
E a falta de seriedade vai continuar.
Uns, já andam para aí a dizer que o desemprego está a diminuir!..
Outros, já andam para ai a dizer que se se forem governo, vão pagar a toda a gente!..

No PSD "é tudo à grande"...

Além dos cofres, também tem sondagens "cheias"...
Marco António Costa e Maria Luís Albuquerque juntaram-se com 40 personalidades numa sala à porta fechada, ouviram opiniões e "venderam" que, sozinho, o PSD estará taco a taco com o PS. 
A organização foi de uma consultora francesa. 
Segundo o Expresso foi na segunda-feira, entre as 17h00 e as 20h00, no Hotel Sana, em Lisboa. Marco António Costa, coordenador da direcção do PSD, passou a correr pela reunião da Comissão Política do partido, saiu e foi ter com Maria Luís Albuquerque, ministra das Finanças, a uma reunião à porta fechada com mais de 40 personalidades, maioritariamente do mundo empresarial, de quem ouviram opiniões e a quem transmitiram a ideia de que vão às legislativas aptos a ganhar. Marco António informou os presentes de uma megassondagem (3700 entrevistas) que o PSD encomendou e cujos resultados deixaram alguns dos presentes espantados. "Ele falou de uma sondagem que dá menos de 29% ao PS, 26% ao PSD e 4% ao CDS e explicou que o PSD sozinho está próximo do Partido Socialista porque a diferença fica na margem de erro", relatou ao Expresso um dos empresários que participou no encontro, onde estiveram, entre outros, nomes como António Mexia, da EDP, Vasco de Melo, da Brisa, Diogo da Silveira, da Portucel, António Melo Pires, da Auto Europa, João Vieira de Almeida, da Vieira de Almeida Advogados, e José de Matos, da Caixa Geral de Depósitos. "O tom foi que isto está taco a taco e que o PSD, que está tecnicamente colado ao PS, vai lutar pela vitória", confirma outro dos presentes.

Na edição de hoje a Visão confirma "lista VIP"

Segundo o Diário de Notícias, só tinha 4 nomes: Cavaco, Passos, Portas e Núncio. 
Preto no branco: a VISÃO revela o relatório da direcção de auditoria do Fisco que confirma a criação da "lista VIP". A ideia, atesta o documento, surgiu na sequência de notícias sobre dados fiscais do Primeiro-Ministro e o caso Tecnoforma.
Duas demissões, vários desmentidos e meias verdades depois, a criação, no âmbito do Fisco, da bolsa de contribuintes famosos, da área política e outras, para alegadamente prevenir acessos indevidos dos funcionários, está plasmada num relatório da direcção de serviços de auditoria interna de novembro de 2014 a que VISÃO teve acesso e que divulga, nas suas partes mais importantes, na edição que vai para as bancas esta semana.


Em tempo: "Três ideias bárbaras sobre a lista VIP"

Henrique Neto: uma candidatura pela “revolta”

Henrique Neto, o primeiro candidato às Presidenciais de 2016, admite que corre para Belém após o apelo popular e justifica a antecipação da candidatura, com a necessidade de se conhecer as suas propostas.
O lobo solitário que ontem apresentou a sua candidatura à Presidência da República nasceu nos anos 30, num país longínquo onde não havia adolescentes.
Essa categoria não existia quando aos 14 anos se começava a trabalhar. 
Foi o que aconteceu com Henrique Neto numa fábrica da Marinha Grande, a mesma cidade onde muitos anos mais tarde se transformaria num empresário de sucesso, o que também quer dizer muito rico. 
Aos 14 Henrique Neto era aprendiz de serralheiro numa fábrica de moldes. 
Depois chegou a director da fábrica e mais tarde a proprietário.
O meio operário onde cresceu convocou-o imediatamente para a aproximação ao Partido Comunista. 
Porque foi Henrique Neto para o PCP? 
Respondeu assim em Janeiro ao i.
 “Quem lutava contra o regime era o PCP! Os outros falavam, o PCP agia! 
As pessoas da oposição gostavam de falar, mas depois executar fosse o que fosse «tá quieto».  Os únicos que realmente executavam eram os do PCP.”