terça-feira, 23 de junho de 2026

BE, Livre e PAN querem respostas sobre novo licenciamento de empresa na Figueira da Foz

«A coligação Evoluir Figueira (BE, Livre e PAN) anunciou hoje que os deputados daqueles partidos na Assembleia da República questionaram o Governo sobre o processo de licenciamento em curso da empresa BioAdvance, quando estão investigações em curso.
“Os deputados questionaram como é que Governo compatibiliza a abertura de um procedimento de licenciamento ambiental com a existência de um inquérito judicial em segredo de justiça, de processos contraordenacionais em curso e da análise ainda inconclusa sobre a elegibilidade dos fundos comunitários relativos à unidade da BioAdvance”, refere um comunicado da coligação, enviado à agência Lusa.
Numa pergunta formulada no dia 18 de junho, os deputados das três forças políticas questionaram também a tutela sobre as garantias que dá às populações de Vila Verde e da Figueira da Foz, “expostas aos efeitos da unidade, de que não voltará a ser autorizada qualquer laboração sem que estejam concluídas as investigações e asseguradas todas as condições legais, ambientais e de saúde pública”.»

Tribunal Constitucional: então...

"A destruição da democracia acaba de ver um preço atribuído pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social: são 30 000 euros a pagar, ainda assim passível de recurso..."

A importância do golfe: "Complexo Desportivo da Praia de Buarcos e futuro empreendimento da Lagoa da Vela projetam o concelho como referência da modalidade"

 Via Diário as Beiras

cobertura e árvores areal com gente 

"Os próximos espaços a serem instalados no Complexo Desportivo da Praia de Buarcos serão dois campos de ténis de praia. 
Entretanto, anunciou o presidente da Câmara da Figueira da Foz, quando falava na inauguração do complexo, será instalada uma cobertura nos campos de pádel, para que possam ser utilizados também em dias com temperaturas baixas. 
Por outro lado, e a propósito do vento endémico da costa figueirense, avançou ainda Santana Lopes, será criada uma cortina arbórea ao redor dos dois espaços dedicados ao golfe, “driving range” e “pitch and putt”, com árvores da família dos coqueiros. 

areal com gente 

"E o mar ali tão longe. A distância entre a avenida marginal da Figueira da Foz e Buarcos e o mar não pára de aumentar. Para aproximar a cidade e a vila contígua do mar, o município tem vindo a aumentar os espaços desportivos, levando multidões ao maior areal urbano da Europa, que praticam ali diversas modalidades ao ar-livre, incluindo uma pista de treinos de atletismo. O areal é atravessado por uma ciclovia e uma via pedonal. Na época balnear, são instalados equipamentos de diversões insufláveis e pequenas viaturas elétricas transportam banhistas até à zona de banhos."

Processo de licenciamento da Bioadvance vai chegar à Assembleia da República...

 Via Diário as Beiras

Reunião de câmara pelas 15 horas

A segunda e última reunião de câmara ordinária do mês realiza-se hoje, pelas 15H00. 
A sessão é transmitida, em direto, com áudio e vídeo, na página do Município da Figueira da Foz na internet.
A Ordem de Trabalhos pode ser consultada aqui.

segunda-feira, 22 de junho de 2026

Chumbo do pacote laboral: "... o Governo ficou a saber que só conta com o voto do Chega quando estiver a governar como o Chega"

Em Sangalhos, um PSD em frangalhos 
- (para ler melhor clicar na imagem)

A MIRAGEM DOS NOVOS CENTROS SAUDE NA FIGUEIRA DA FOZ! (2)

A propósito do comunicado do Partido Socialista sobre os Centros de Saúde a resposta de Olga Brás

"Há comunicados que são exercícios de oposição. E há comunicados que são exercícios de amnésia política. O comunicado do Partido Socialista sobre os Centros de Saúde do concelho da Figueira da Foz pertence claramente à segunda categoria.
Importa recordar aos figueirenses alguns factos que o PS convenientemente omite.
A transferência de competências na área da Saúde para os municípios ocorreu em abril de 2022. Até essa data, os edifícios e equipamentos em causa eram da responsabilidade da ARS Centro, entidade tutelada pelos governos socialistas. Durante anos, não foi preparado um único projeto, não foi submetida uma única candidatura ao PRR e não foi criada qualquer condição para a concretização dos investimentos que hoje estão em curso.
Foi este Executivo Municipal que recebeu as competências, assumiu as responsabilidades, preparou as candidaturas, articulou o processo com a ACSS e garantiu a obtenção dos financiamentos necessários para avançar com um dos mais significativos programas de investimento na área da Saúde alguma vez realizados no concelho.
O PS fala agora de atrasos e dificuldades, esquecendo-se de referir que os contratos de financiamento apenas foram assinados em julho de 2024, oito meses após a abertura do aviso de candidatura, já com um novo Governo em funções. Esquece-se igualmente de referir as exigências legais, os procedimentos do Código dos Contratos Públicos, os vistos do Tribunal de Contas e uma realidade que foi transversal a todo o país: concursos públicos desertos devido à escassez de empresas e ao aumento dos custos de construção.
Apesar de todas essas dificuldades, os resultados estão à vista.
O Centro de Saúde de Vila Verde encontra-se reabilitado. O de São Pedro apresenta uma execução muito avançada. A Unidade de Saúde de Buarcos está em obra. O novo Centro de Saúde de Tavarede iniciou recentemente os trabalhos. E as intervenções no Bom Sucesso e no Paião cumprem os procedimentos legais finais para o respetivo arranque.
Esta é a realidade. Factos. Obra. Investimento.
Aquilo que o PS hoje critica é precisamente o trabalho que este Executivo teve de desenvolver para recuperar o tempo perdido por quem, durante anos, teve responsabilidades governativas e nada deixou preparado.
Por isso, a questão que se coloca é simples: de que acusa afinal o PS o Município da Figueira da Foz? De estar a executar cerca de 54 milhões de euros de investimento financiado pelo PRR? De ter assumido responsabilidades que outros não assumiram? De estar a concretizar obras que durante anos ficaram apenas no domínio das intenções?
Os figueirenses sabem distinguir entre quem faz comunicados e quem faz obra. E sabem também reconhecer quem procura resolver problemas e quem apenas procura encontrar pretextos para esconder a sua própria inércia.
A realidade é teimosa: os Centros de Saúde estão a avançar. O resto é apenas retórica de campanha."

"Município cria prémio monetário para incentivar a participação de mais marchas de S. João"

 Via Diário as Beiras

Quando o cheque é grande não é fraude, é “inovação”

"A Unbabel recebeu 13,3 milhões de euros do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e acabou insolvente. Se a história terminasse aqui já seria suficientemente interessante. Mas Portugal raramente desperdiça uma boa oportunidade para tornar uma história absurda ainda mais absurda. 
Não estamos a falar de uma empresa qualquer. A Unbabel foi apresentada como uma das grandes promessas da economia portuguesa. Carlos Moedas elogiou-a repetidamente e a empresa tornou-se uma das parceiras fundadoras da Unicorn Factory Lisboa, o projeto criado para transformar Lisboa num centro europeu de inovação, produzir as futuras estrelas do empreendedorismo nacional e atrair as chamadas empresas unicórnio, startups avaliadas em mais de mil milhões de dólares. 
A ideia era simples: pegar em dinheiro público, misturá-lo com palavras como “inovação”, “disrupção”, “ecossistema”, “inteligência artificial” e “empreendedorismo” e esperar que aparecessem unicórnios. No caso da Unbabel apareceu uma insolvência. 
Ao todo, estava previsto receber um financiamento de 14,8 milhões de euros, sendo que recebeu 89,6% deste, ou seja, 13,3 milhões da bazuca europeia. A confiança era tanta que chegou a liderar um consórcio de Inteligência Artificial financiado pelo PRR com 75 milhões de euros. O curioso é que nada disto aconteceu apesar do risco. Aconteceu sabendo-se perfeitamente que o risco existia. As estatísticas sobre startups são conhecidas há décadas. Os dados do Eurostat mostram que cerca de metade desaparece nos primeiros cinco anos de vida. Estudos da Harvard Business School apontam para taxas de insucesso ainda maiores quando se analisa o retorno esperado pelos investidores. Os investidores sabem disso. Os gestores sabem disso. Os governos também. 
Diziam que tudo corria maravilhosamente bem até deixar de correr. 
Em Agosto de 2025, a empresa foi vendida à norte-americana TransPerfect. Na altura falou-se de crescimento, expansão e aumento de escala. Vasco Pedro, cofundador e CEO da Unbabel, garantiu que a operação permitiria aumentar significativamente a dimensão da empresa. Um mês depois começaram a surgir notícias bastante menos optimistas. Segundo várias informações divulgadas na altura, a venda foi realizada por um valor suficientemente baixo para provocar perdas totais em alguns investidores. Aquilo que tinha sido apresentado como um passo natural na evolução da empresa começou rapidamente a parecer uma operação de recurso. 
Em Dezembro de 2025, um dos investidores, o fundo espanhol Buenavista Equity Partners, avançou para tribunal com uma ação de 12,75 milhões de euros relacionada com a venda. Em Março deste ano, o IAPMEI começou a analisar os projectos financiados pelo PRR para verificar se os compromissos assumidos tinham sido cumpridos. Pouco depois chegou a sentença de declaração de insolvência. 
Sem atividade relevante. Sem ativos. Sem dinheiro. Treze milhões e trezentos mil euros depois. 
O mais interessante é que esta história surge exatamente na mesma altura em que o país continua obcecado com prestações sociais de algumas centenas de euros. Discutem-se alegadas fraudes, exigem-se fiscalizações, inventam-se novos mecanismos de controlo e repete-se diariamente a necessidade de proteger o dinheiro dos contribuintes. Mas quando uma empresa recebe 13,3 milhões de euros dos contribuintes, é promovida durante anos como um exemplo de sucesso, acaba vendida por um valor que deixa investidores a arder, gera processos judiciais, motiva investigações e termina insolvente, a indignação desaparece com uma rapidez impressionante. Quando corre bem, os ganhos ficam no sector privado. Quando corre mal, a factura fica espalhada por milhões de contribuintes que nunca tiveram direito a participar nos lucros, apenas no risco. 
Pelos vistos, a subsidiodependência só é um problema quando o subsídio é pequeno. Quando o cheque tem oito algarismos chama-se visão estratégica. Quando corre mal chama-se empreendedorismo. E quando desaparece o dinheiro dos contribuintes chama-se inovação."

domingo, 21 de junho de 2026

A MIRAGEM DOS NOVOS CENTROS SAUDE NA FIGUEIRA DA FOZ!

A oposição na Figueira vai colocar o executivo presidido por Santana Lopes  sob vigilância,  ou isto é apenas entusiasmo passageiro?

"Nas últimas eleições autárquicas, em campanha eleitoral, o atual Presidente da Câmara Municipal, prometeu uma série de novos Centros de Saúde para o Concelho e obras de beneficiação em tantos outros. Na reunião de Câmara, do passado dia 11 de junho, anunciou a rescisão do contrato de construção do futuro Centro de Saúde de Tavarede. Os vereadores do Partido Socialista (PS) mostraram-se, uma vez mais, muito preocupados com esta decisão, pois mais um Centro de Saúde tão necessário para os Figueirenses, cujo financiamento seria assegurado pelo PRR, está agora em risco de não ser construído.

Os vereadores do PS vêm há meses a alertar o Executivo Camarário pela forma atabalhoada como este processo da construção dos novos Centros de Saúde, tem vindo a ser conduzido pelo Executivo Camarário. Os concursos são lançados com valores de base irrealistas, para um volume de obra excessivo, e com prazos impossíveis de cumprir. A resposta às questões dos vereadores do PS tem sido quase sempre a mesma “está tudo sob controle e vamos fazer…….”. O atual Executivo Camarário inclusivamente fez algumas alterações para melhor à forma como voltou a lançar os concursos para a construção dos Centros de Saúde do Bom Sucesso e do Paião, após os reparos feitos pelos vereadores do PS aos anteriores concursos.
O atual Executivo Camarário, ainda que se possam encontrar responsabilidades a outros níveis, não tem gerido este processo da melhor forma, deixando estas obras para o fim do prazo PRR, quando podia ter feito melhor e de forma atempada."

Foto: Diário de Coimbra

PS

Pedro Santana Lopes regressou ao PSD

 Saíu em 2018, depois de perder as eleições contra Rui Rio. Regressou agora...


Actualização.

sexta-feira, 19 de junho de 2026

Ninguém quis o pacote do monte negro

"Nem os trabalhadores, nem a rua, nem as empresas, nem AR e, muito menos, o País".

O caminho fechou-se,
Luís, Luís, vai para pra Paris...

Vai ser o teste do algodão para o Chega...

Será que Ventura acredita assim tão piamente que o seu eleitorado operário não passa de uma massa estúpida e acéfala?..
"PSD já dá reforma laboral por aprovada. Chega clama “vitória” nos despedimentos, férias e turnos."

Sondagem: AD cai para terceiro e PS ganha terreno na frente

Nota de rodapé, via Filipe neto Brandão

"Montenegro, de cada vez que cede a Ventura, dá credibilidade a este e perde, por sua vez, a sua. Se fosse só Montenegro a perder, o problema seria só dele.

O problema é que Montenegro está a arrastar o PSD, partido fundador do regime, consigo. Já faltou mais para que os portugueses, reiteradamente colocados perante a visão de uma histridência populista e aquilo que, aos seus olhos, não passa de uma versão homeopática daquela, venham a preferir o original à cópia. Sucedeu e sucede assim por toda a parte."

"Ferro de engomar", cafetarias...

Via Diário as Beiras 

Um congresso para dissimular a nova “geringonça”

"Honra lhe seja feita, este novo PSD não é anódino: está mais perto do bafio do integralismo lusitano que inspira o Chega do que da moderação centrista que, em termos programáticos, o aproxima do PS."

O século dos imbecis, novo romance de Valter Hugo Mãe

Via Revista VISÃO
"Esta obra resulta numa inspirada alegoria sobre a persistência da ignorância como um dos fenómenos mais desconcertantes do nosso tempo. Não teremos mais imbecis do que outros séculos tiveram. Mas a ignorância perdeu o pudor".

quinta-feira, 18 de junho de 2026

A cidade precisa de uma nova marina?

Via Diário as Beiras, a opinião do Isabel Maia, deputada municipal: "A infraestrutura atual está esgotada"

"A necessidade de uma nova marina é analisada no recente estudo estratégico da Administração do Porto da Figueira da Foz (APFF) com uma visão dupla: reformulação da atual e criação de uma nova infraestrutura. 
A infraestrutura atual é vital mas está esgotada, com ocupação acima dos 80%. O plano de requalificação para 460 lugares (+112) é uma decisão lógica para consolidar a procura interna. 
Mas a Margem Sul é a grande alavancagem na proposta da APFF. Nascendo na zona dos antigos estaleiros, a nova marina focar-se-á no segmento premium: iates até 135m e um terminal para cruzeiros até 180m junto à Praça da Europa. Com 114 novos postos, estaleiros, hotelaria, espaços comerciais e heliporto, a Figueira terá um ecossistema de alto valor acrescentado. O turista náutico gasta significativamente mais na economia local - restauração, comércio e reparação naval -, mitigando a sazonalidade da região.
A prudência financeira é inegociável. Para salvaguardar o erário público, o financiamento deve assentar em parcerias públicoprivadas, com capital externo para a exploração comercial. No entanto, o timing estratégico exige que a expansão aguarde a conclusão das obras de acessibilidade marítima e estabilização da barra, garantindo segurança total à navegação. 
Com esta dupla intervenção, a Figueira deixará de ser apenas um porto de passagem para se assumir como uma referência ibérica de excelência económica e turística. O mar é o maior ativo da região; rentabilizá-lo com visão estratégica é o caminho para a prosperidade local."

Santo António, São João e São Pedro...

 Via Diário as Beiras

quarta-feira, 17 de junho de 2026

O ministério do Trabalho desmente a ministra que o tutela!..

"Apoios sociais: “Esmagadora maioria” dos €159 milhões pagos indevidamente pelo Estado não resulta de fraude e 90% já foi regularizada

Na semana passada, a ministra do Trabalho garantiu que foram identificados 159 milhões de euros em prestações sociais pagas indevidamente. Agora, o Ministério esclarece ao Expresso que a “esmagadora maioria” destes casos resulta de atrasos administrativos e que 90% deste montante já foi regularizado."

"Ou a ministra não sabia do que falava, meteu os pés pelas mãos e, sem vergonha, continua em funções sem apresentar o pedido de demissão, ou a ministra mentiu aos portugueses, por interposta pessoa, o Parlamento, e, sem vergonha de quem a chamou para o lugar, Luís Montenegro, continua em funções.

 Quando há coisa de um ano o taberneiro falou em formar um 'governo sombra' estava toda a gente muito longe de pensar que o dito cujo seria o saído das eleições que deram a minoria absoluta ao PSD de Luís Montenegro, na agenda e no modus operandi."

Turismo figueirense: a presidente da ACIFF confia na resiliência do sector

Somos uns "sortudos". Apesar  do produto turístico que a Figueira tem para vender não ser o único no mercado do sector - o sol nasce em todo o lado - segundo o Diário as Beiras, "o  relatório trimestral da ACIFF aponta para um desempenho mais favorável do que aquele que se registou na região Centro".

a tendência 

"A presidente da ACIFF, Vitória Abreu, salvaguardou que “o principal sinal de alerta não parece residir numa perda isolada de competitividade da Figueira da Foz, mas na divergência entre o desempenho da região Centro e a evolução observada a nível nacional, tendência que se ve rifica desde agosto de 2025” e que suscita “preocupação” à direção da associação. “Esta realidade poderá estar relacionada com os incêndios e tempestades, com forte impacto mediático. Poderá também refletir alterações estratégicas, desinvestimento ou outros fatores cuja evolução importa acompanhar com atenção”, frisou ainda a dirigente associativa."

abril excecional

"O vice-presi dente da ACIFF para o setor do turismo, Jorge Simões, avançou ao DIÁRIO AS BEIRAS que no passado fim de semana, o primeiro da nova época balnear, várias unidades hote leiras da Figueira da Foz registaram uma taxa de ocupação de 100%. “O mês de junho está a começar muito bem. As perspetivas são positivas. Temos bons indicadores. Vamos acreditar que vamos fechar o mês com uma taxa de ocupação superior a 70%”, afirmou. Já em abril, destacou, a hoteleira local registou um aumento de 4,5% nas dormidas, em contraciclo com a região Centro, que desceu 8,7%, no mês."

O objectivo deste governo AD/chega/IL é claro transparente: acabar com o SNS

Joana Bordalo e Sá, da Fnam/Foto: Rui Oliveira/Arquivo JN


"A Federação Nacional dos Médicos (Fnam) acusou o Governo de acelerar a saída de médicos do Serviço Nacional de Saúde com o diploma que regula a prestação de serviços, publicado esta terça-feira.
Em declarações à agência Lusa, Joana Bordalo e Sá, da Fnam, considerou que o Governo "parte de um erro de pressuposto" ao acreditar que impedindo os médicos de prestar serviço eles vão automaticamente para os quadros do Serviço Nacional de Saúde."

A situação é clara: PSD/chega/IL são buldozzeres de destruição. 
Depois deste governo de Montenegro/chega/IL, nada vai ficar como dantes. 
Estes políticos podiam estar no governo antes de 1974.
Alguns, devem ter saudades desse tempo. Os elogios ao Salazar falam por si.
Isto é um atropelo aos avanços civilizacionais trazidos pelo 25 de Abril de 1974.
Gentinha do pior, esta que alguns portugueses escolheram para governar.

Finalmente: processo das obras nas comportas da Maria da Mata já a concurso

O colapso das comportas de Maria da Mata e do Alvo, perto da estação de bombagem das celuloses, no Alqueidão, tem sido grave para os agricultores do Vale do Pranto.
"A obra é da APA. O problema foi causada pela tempestade Elsa"... 
Entretanto, passaram cerca de 7 anos. Segundo a edição de hoje do Diário as Beiras a resolução do problema está em andamento.


 

ILUMINAÇÃO DE NATAL 2026!

Os vereadores do Partido Socialista acusam o executivo camarário de "não ter uma estratégia clara e consolidada para o turismo e comércio na Figueira da Foz"

"O Presidente da Câmara Municipal, na reunião de Câmara, do passado dia 11 de junho, anunciou o corte total ao financiamento da Iluminação de Natal, para 2026.

Os vereadores do Partido Socialista (PS), presentes na reunião, mostraram estranheza por este anúncio tão cedo e a passagem de um financiamento superior a 400 m€ (incluindo Freguesias) em 2025, que consideraram excessivo na altura, para zero em 2026. Os vereadores do PS defendem uma solução intermédia, a estudar, mais em conta e não a cortes radicais. A Iluminação de Natal pode parecer um gasto supérfluo, mas não é, pois para além de alimentar o Espirito Natalício, é um incentivo para o comércio e turismo na Figueira da Foz.

O atual Executivo Camarário mostra com esta decisão que não tem uma estratégia clara e consolidada para o turismo e comércio na Figueira da Foz, andando ao “sabor do vento”, com decisões casuísticas e por vezes contraditórias."

Foto: Jornal "Diário de Coimbra"

terça-feira, 16 de junho de 2026

O Chega em saldos

Via Jornal Público

"André Ventura apresentou uma série de condições para viabilizar o pacote laboral na sexta-feira. Nunca ameaçou votar contra. Será que a abstenção está a ser cozinhada?"
Para ler melhor clicar na imagem.

Dimensão do areal estará a evitar atritos na utilização da área situada a jusante das concessões por banhistas

Via Diário as Beiras

lei aplicada

"Questionado pelo DIÁRIO AS BEIRAS acerca da posição do município em relação à utilização da área da praia situada a jusante da zona concessionada, o vereador do Ambiente, Ricardo Silva, afirmou que “é a que decorre da lei”. E ressalvou: “Nunca houve grandes casos no concelho da Figueira da Foz”. Assim sendo, e de acordo com a legislação em vigor, quem quiser estender a tolha sob o seu chapéu de sol no espaço da praia entre a zona explorada pelos concessionários e o mar pode fazê-lo. Convém, no entanto, que seja respeitada uma faixa de segurança junto ao posto de vigilância dos nadadores-salvadores."

limpeza em curso

"As enxurradas provocadas pelas tempestades de janeiro e fevereiro inundaram as praias do concelho da Figueira da Foz com toneladas de troncos de madeira. Devido à generalizada falta de mão de obra, só esta semana ficará concluída a empreitada da remoção dos destroços mais pequenos, restando apenas parte da Praia do Cabedelo. Entretanto, como sempre, em julho abrem as piscinas de água salgada aquecida, na Praia do Relógio e na Praia de Buarcos, instalado o parque aquático insuflável e arrancará o transporte de banhistas entre o areal urbano, junto à marginal, e a zona de banhos."

Congresso do PSD: Santana Lopes está com vontade de ir ao Conselho Nacional...

Santana Lopes ontem no NOW, «defendeu a presença do antigo primeiro-ministro na reunião magna do partido, afirmando que "é sempre bom trabalharmos sabendo que há uma alternativa" e que seria útil Passos Coelho "explicar às pessoas e ao país" a sua visão. 
Santana Lopes garantiu ainda que, caso o antigo líder decida comparecer, também marcará presença: "Se o Pedro Passos Coelho for lá, eu garanto que também vou e peço para me deixarem usar a palavra"
Será que o espectáculo vai acontecer?
O congresso do PSD está marcado para os dias 20 e 21 de junho, no Velódromo de Sangalhos, em Anadia.
Santana Lopes (ainda) não é militante do PSD... 
Para ver o vídeo clicar aqui.

Estudo revela que a opinião pública não está de acordo com o Governo e continua a acreditar num Estado de Direito e nos valores previstos na Constituição da República Portuguesa

 Via Diário as Beiras

Ana Zanatti e José Anjos nas Terças com Poesia

Ana Zanatti e José Anjos participam hoje pelas 21H30, no Auditório Madalena Biscaia Perdigão, nas Terças com Poesia, numa sessão intitulada “O poema começa com um nó na garganta”, com entrada livre. 
Terças com Poesia é um evento promovido pelo Município da Figueira da Foz.


segunda-feira, 15 de junho de 2026

A herança da liderança de João Portugal (2)

«O Partido Socialista está a ser alvo de uma providência cautelar no Tribunal Constitucional para impugnar as eleições internas do PS Coimbra. O grupo de militantes enviou também uma queixa para a Comissão de Jurisdição do partido. Alegam que os cadernos eleitorais violam os Estatutos do Partido Socialista (PS) de forma "flagrante".

A queixa para a Comissão de Jurisdição e a providência cautelar no Tribunal Constitucional deram entrada na sexta-feira com o objetivo de impugnar as eleições em Coimbra para os órgãos internos do Partido Socialista (PS).

Segundo os Estatutos do partido, “o não pagamento de quotas durante dois anos determina a suspensão automática de todos os direitos dos militantes” e "o não pagamento de quotas durante quatro anos determina a caducidade da inscrição no partido".

Na documentação enviada ao Tribunal Constitucional e ao Partido Socialista (PS), a que a SIC teve acesso, são analisados os cadernos eleitorais de fevereiro e identificados mais de dois mil militantes em situação irregular por não terem pago quotas há mais de dois anos.

Conclui-se, por isso, que os cadernos eleitorais “violam flagrantemente” os Estatutos do partido, "desvirtuando irremediavelmente o resultado eleitoral".

Esta tentativa de impugnar as eleições em Coimbra acontece depois de, na semana passada, a Comissão de Jurisdição do Partido Socialista (PS) ter emitido um parecer em que afastava a nulidade dos cadernos eleitorais, por considerar que os militantes só podem ser suspensos ou expulsos se forem avisados pelo partido para regularizarem o pagamento das quotas.»

Alheiras políticas e a decadência dos partidos do “rotativismo”

 Via Público  (para ler melhor clicar na imagem)

Campo de treinos situado na Quinta das Rolas é financiado pelo PRR e pelo Fundo Ambiental

 Via Diário as Beiras


Trânsito condicionado devido a obras

 

Parque Infantil do Jardim Municipal. Foto Município da Figueira da Foz
Via Diário as Beiras

"As obras em curso, municipais e privadas, estão a gerar condicionamentos de trânsito da cidade da Figueira da Foz. Os constrangimentos irão agravar-se quando começar a empreitada da requalificação da rua da Liberdade, no Bairro Novo, em setembro. “Os próximos tempos serão de condicionamento de tráfego”, alertou o presidente da autarquia figueirense, Santana Lopes, na reunião de câmara, apontando como alternativa a rodovia urbana, para entrada e saída da cidade. 

A propósito de obras, por razões de segurança, o parque infantil do Jardim Municipal fica interdito em dias de vento forte, devido a uma grua instalada numa  obra próxima do local."

A seleção portuguesa de canoagem terminou os Europeus de Montemor-o-Velho com quatro pódios, com duas medalhas de ouro, uma de prata e outra de bronze

Terminaram ontem, no Centro Náutico de Montemor-o-Velho, os Campeonatos Europeus de Canoagem e Paracanoagem. Ao fim de quatro dias, Portugal voltou a demonstrar a qualidade dos seus atletas. Fernando Pimenta sagrou-se campeão da Europa em K1 5.000 metros, Norberto Mourão levou o 'ouro' em VL2 Messias Baptista a 'prata' em K1 200 metros. Esta foi a melhor prestação de sempre de Portugal.

domingo, 14 de junho de 2026

Eles ainda não desistiram...

Longe dos olhares, no silêncio dos gabinetes, o Cabedelo foi alvo de um atentado ambiental. O projecto em curso para o liquidar dura, pelo menos, desde 2017...
Ver vídeo de António Agostinho
A vontade, de sua excelência o senhor presidente da câmara da Figueira da Foz de então,  e do seu executivo de maioria absulta, determinou que "aquela é uma zona demasiado nobre para ser ocupada por campistas"
Recordo (como o fiz em devido tempo), que não há os portugueses campistas e os outros... Somos todos portugueses. Na Europa, onde estamos inseridos, a igualdade formal foi uma conquista da Revolução Francesa... 
Quem pensou e falou assim não percebeu o essencial. 
Querem saber o que é essencial numa cidade como a Figueira da Foz?
Tenho todo o gosto em explicar.
Uma cidade é sempre, pelo menos, dual. Tem uma zona cosmopolita e tem, por assim dizer, outras mais característica a que se costuma designar como típicas. 
O tipicismo é a profunda genuinidade... É onde reside a alma de uma cidade como a Figueira, a sua verdade que se tem que manter, sob pena dela se descaracterizar.
É isto que o Cabedelo é: genuíno, assim como está, com o Parque de Campismo, que foi, já lá vão quase 40 anos, que deu vida e alma ao Cabedelo, como todas as suas valências, incluindo a onda de surf, apesar de  a terem liquidado.

O argumento foi o de sempre: ou o dinheiro era gasto agora e já, ou ia para outro lado.
Neste caso do Cabedelo, o argumento era falso. Bastava olhar mais para sul e via-se a olho nu que havia tanto sítio para gastar os 8 milhões e picos que foram gastos para a requalificação e protecção do estado avançado de erosão decorrente do embate das ondas do mar mais para sul: por exemplo, depois do quinto molhe.

Diziam que existiam várias manifestações de interesse para a instalação de um hostel e bangalôs no espaço do campismo... 
Para quem afirmava que o Cabedelo vai ser devolvido à Cova e Gala, para começo de conversa, não estava nada mal. 
Até hoje, porém, nada.
Em toda a costa figueirense, apenas uma pequena parte se mantinha razoavelmente incólume à pressão e especulação urbanísticas induzidas pelo turismo.
Refiro-me, à faixa litoral a sul do Mondego, entre o Cabedelo e o Campo de futebol.
Antes desta requalificação era ainda possível fazer férias em comunhão com a Natureza e frequentar boas praias, sem os inconvenientes das urbanizações selvagens.
Era o único pedaço de Paraíso imaculado  da costa figueirense  que ainda nos restava.

O que aconteceu, não foi nada de novo:  a vontade de muitos autarcas continua a ir no sentido da expansão urbana, normalmente sob a forma de empreendimentos de qualidade duvidosa.
Desta vez saiu na rifa o Cabedelo. Sob a capa de um plano de requalificação da zona, está já mais do evidente que o que está na calha, para seguir dentro de momentos, é uma cedência aos interesses imobiliários. 

sábado, 13 de junho de 2026

Pobres, estrangeiros e bodes expiatórios

Via jornal Público
"Temos neste momento 159 milhões de pagamentos indevidos de prestações sociais, alguns decorrentes de fraude"
e o Rendimento Social de Inserção (RSI) tem um "tempo médio de cinco anos e três meses". "Com os dados que temos hoje, sabemos que cerca de 40% dos estrangeiros que recorrem ao Serviço Nacional de Saúde (SNS) não têm nem protocolos de cooperação, nem seguros." As duas frases foram proferidas no Parlamento por duas ministras do actual Governo. A primeira ontem durante o debate da Prestação Social Única (PSU) e a segunda em Fevereiro do ano passado, na Comissão Parlamentar de Saúde. 
As duas declarações têm em comum a vontade de alimentar divisões e distrair do problema de fundo. No primeiro caso, a divisão entre beneficiários e não beneficiários do SI. No segundo, entre utentes nacionais do SNS e estrangeiros. Os problemas de fundo? A mudança no tipo de pobreza que existe em Portugal e as dificuldades de prestação de cuidados de saúde por parte do SNS.
Contaminado pelo efeito do Chega, o Governo iniciou funções a demonizar grupos de pessoas - como se fossem os culpados dos problemas maiores do sector - e continua alegremente a fazer esse caminho. 
A ministra do Trabalho não ignora com certeza que o número de beneficiários do RSI tem vindo a diminuir nos últimos anos. 
Actualmente, há 160.279 beneficiários, que recebem, em média, 159,96 euros por mês. Por outro lado, a proporção da população empregada em situação de pobreza continua perto dos 9%, sendo uma percentagem muito significativa e que devia merecer especial atenção numa altura em que a perda de poder de compra dos portugueses se agudiza. 
A distorção do debate é de tal ordem que se esquece que na génese da PSU esteve uma sugestão da OCDE que apontava para a unificação das prestações não contributivas como o melhor caminho para o combate à pobreza. Sugeria a acumulação, durante um período de tempo, do apoio recebido com o salário, por considerar que essa situação é a que verdadeiramente ajuda as pessoas a transitar de uma situação de beneficiários para a vida activa. Algo muito longe da ideia do actual Governo de trabalho social. 
Todo o debate sobre estas questões de apoios sociais é mais complexo e tem mais variáveis do que aquelas que uma declaração como a da ministra Maria do Rosário Palma Ramalho encerra. Não é a dizer que as pessoas passam o dia no café e não querem trabalhar que se debate a sério seja o que for. Pode resultar nas reuniões entre o Governoе о Chega. Não resulta para medidas sérias para o país.

Disfarçar o inevitável

António Barreto

"O bom governo exige tempo e serenidade, não sofreguidão e artimanha. Os arranjinhos poderão disfarçar o inevitável, mas não conseguirão evitá-lo.

Ainda por cima, na maior parte do mundo, a ditadura vai vencendo. E, na Europа, а democracia vai perdendo. Nos países europeus, os maiores, os mais poderosos e outros, os partidos nacionalistas, de direita radical ou de extrema-direita, são já os primeiros ou os segundos mais votados. Custa imaginar, mas é verdade, que o primeiro partido francês, italiano, austríaco, holandês ou húngaro, assim como o segundo mais votado português, alemão, sueco, belga, espanhol e finlandês pertencem ao grupo dito nacionalista, populista, de direita radical ou da extrema-direita! Estes partidos sabem agitar. É a especialidade deles.

Se procuramos exemplos do que é um Estado fraco e uma Administração débil, presas de interesses ilegítimos, não é preciso ir muito longe. Como se viu de novo ainda recentemente, todos os assuntos e negócios ligados aos helicópteros, aviões e equipamento de luta contra os incêndios, incluindo o famigerado sistema de comunicação, são próximos de um filme sobre a máfia. São centenas de milhões. São desastres. É roubo. É impunidade. Algumas das medidas legislativas que o Governo tem vindo a imaginar, como as relativas à nacionalidade, às prestações sociais ou à imigração, são também exemplos de desleixo, de falta de pensamento e de deficiente doutrina. Questões fundamentais, essencialmente simbólicas e de primeira importância para um povo e uma sociedade, são tratadas com mesquinhez, muito cinismo e num estilo de pequeno negócio, como se os destinatários de tais medidas não fossem seres humanos e pessoas frágeis.

Último exemplo em data, a revisão constitucional, encarada como se fosse na mercearia do bairro, sem grandeza nem debate, sem seriedade nem doutrina. Pensa-se na Constituição e na sua revisão como se fosse um isco ou uma armadilha.O Governo procura satisfazer a oposição de direita e silenciar a de esquerda, navegando em terra de ninguém. Nem imagina o mal que está a fazer ao seu país!"

Sociedade Instrução e Recreio de Lares (SIRL) assinala amanhã 100 anos

Via Diário as Beiras: "Programa comemorativo da coletividade de Lares inclui concerto e sessão solene"