terça-feira, 10 de março de 2015

Parafraseando Passos Coelho, "os políticos não são todos iguais"...


Jerónimo Carvalho de Sousa começou a trabalhar com apenas 14 anos na empresa MEC, como afinador de máquinas.
Tem 67 anos de idade, 53 anos de descontos para a Segurança Social.
Apesar da avançada idade e dos muitos anos de descontos para a Segurança Social, continua a prescindir do seu direito de reforma, nem recebe qualquer subvenção (tem no entanto direito a 2400€).
É este o retrato de um perigoso comunista que todos os dias come criancinhas ao pequeno almoço.
Como disse um dia Passos Coelho: "os políticos não são todos iguais".

Em tempo.
Excerto da entrevista na SIC Noticias, no programa "a propósito" conduzida por José Teixeira a Jerónimo de Sousa no dia 07 de Março de 2015 às 23h00.

Vitorino, um “negociador” ...

Portugal é um país de políticos facilitadores, que se multiplicam por conselhos de administração... 
O dr. António Vitorino, conhecido entre os seus camaradas, por “O Génio da Garrafa” e "o Proença de Carvalho do PS", é apenas um deles... 
António Vitorino ocupa cargos em 12 empresas...

Já faltou mais...

Faltam 366 dias para nos vermos livres de Cavaco em Belém.
É preciso ter “galo”: logo 2016 tinha de ser bissexto!...
Entretanto, aguentem-se: vão aturando a coligação PR/PSD...  
"Por mais elegante que queira ser, o presidente consegue apenas falar para, com discursos demagógicos, limpar a pele da maioria PSD-CDS, como se prova com as declarações sobre as situações contributiva e fiscal de Passos. É verdade sim senhor que um Presidente de bom senso, como disse Cavaco, não deve entrar em lutas político-partidárias."
Para nossa infelicidade, até o PR parece ainda não percebido o óbvio.
Como escreveu José Rodrigues no Correio da Manhã, "o facto de o primeiro-ministro não ter pago o que lhe competia na devida altura até é encarado com complacência, o que não surpreende num país de relaxados costumes. Mas já não se lhe perdoa a falta de clareza e de humildade, e, sobretudo, a duplicidade: o homem que minimiza o incumprimento passado das suas obrigações é o mesmo que, no poder, se revelou implacável para com o incumprimento dos outros, e além disso se gabou de pertencer a uma raça que paga o que deve. O caso, que não é de modo algum reduzível a uma controvérsia político-partidária, está a minar irremediavelmente a imagem do primeiro-ministro. Passos Coelho pediu a maioria absoluta, mas, com a sua conduta, o que está a garantir é a dúvida absoluta…"
Já agora. 
Falar de presidenciais, quando daqui a cerca de seis meses temos legislativas, a meu ver, não passa de uma manobra de diversão. 
Compreendo isso por parte do PSD/CDS e PS: uns, por não quererem falar do que fizeram; e o outro, por não querer falar do que vai fazer
A um Presidente da República do meu País - seja ele quem for – exijo que esteja acima dessas miseráveis manobras políticas...

Figueira Domus: Anabela Gaspar já está demitida.

* A votação para a nomeação de Nuno Gonçalves foi adiada
* Caso pode pode ser remetido ao Ministério Público

Na reunião de Câmara de ontem, realizada à porta fechada, foi votada e aprovada por unanimidade, a aceitação da demissão de Anabela Gaspar, administradora delegada da empresa municipal Figueira Domus.  
Entretanto, o presidente da Câmara da Figueira da Foz, João Ataíde, remeteu para a administração da Figueira Domus o dossiê dos adiantamentos dos vencimentos da antiga administradora executiva Anabela Gaspar e de funcionários sem o conhecimento dos restantes administradores. 
A administração da empresa municipal de habitação social, por sua vez, vai pedir um parecer jurídico sobre o assunto. Se houver motivos que o justifiquem, o processo será enviado para o Ministério Público. 
Miguel Almeida, da coligação "Somos Figueira" defendeu que as empresas municipais deviam ser presididas por um vereador executivo. Miguel Almeida e os restantes vereadores social democratas adiantaram que vão votar contra a nomeação do novo administrador da Domus, Nuno Gonçalves, porque entendem que só votariam a favor de alguém que não fosse funcionário municipal se, “em matéria de gestão, o seu currículo fosse inquestionavelmente superior a pessoas que já estejam ao serviço da autarquia”. 
A votação foi adiada porque a maioria socialista tinha um vereador a menos – João Portugal não participou na reunião

Em tempo.
A reunião realizou-se à porta fechada. 
O comunicado emitido pelo grupo de vereadores do PSD, eleito na coligação "Somos Figueira", pode ser lido aqui.