terça-feira, 26 de setembro de 2017

O Esteves a jogar à defesa, foi campeão. Só lhe falhou o Éder...

Os jogadores, um a um, vistos pelo analista  Rui Caracóis Todos os Santos, outro dos enviados especiais do ANC-Caralhete News ao Debate Mega Junta

O jogo, como já vimos aqui e aqui, foi muito morno.
Caso para dizer: muita parra e pouca ou nenhuma uva.
Vamos então ao desempenho dos atletas, um a um.

O Esteves, do PS, limitou-se a a jogar à defesa.
 "Meteu o autocarro" à frente da baliza e foi campeão. 

O Baião jogou certinho. Sem nunca inventar, continua com a máquina bem oleada, como é apanágio da equipa que representa - a CDU.

O Luis Carlos, do CDS, jogou diferente, e  foi o atleta revelação.

O Pedro Oliveira do BE, demonstrou qualidades para jogar noutras ligas. 

Por último, Celso Morais, do MPT, esteve ao nível esperado: sóbrio e pertinente, demonstrou ser um bom reforço em qualquer outra equipa de poder 

A grande desilusão da noite, foi mesmo Saltão
O deslumbramento, em todas as áreas, é terrível. Na politica, é catastrófico. 
Tinha os holofotes todos sobre ele. Tem  uma equipa técnica com bons elementos, que poderia ainda ser melhor, que não soube ouvir e aproveitar. 
Assumindo ser ele a verdadeira estrela da companhia, qual Cristiano Ronaldo figueirinhas, deveria saber sobre quem recaiam as grandes expectativas da partida jogada ontem á noite, no Silva Soares.
Foi negligente na preparação e o resultado final, foi o que se viu: a montanha pariu um rato. 
Resta a Saltão, depois de 1 de outubro, acabada a época,  aproveitar para continuar a gozar a sua boa reforma de Alto Quadro da Administração Pública, sem o reforço dos dois mil e muitos euros da subvenção da Junta (dava um jeito dos diabos para umas férias nas Maldivas). 
Quiçá (e que bem que soa esta palavra proferida pelo "primo" José Esteves, citando Carlos Monteiro...), porém, todavia e contudo, nem tudo esteja perdido: quem sabe se  o Tio Santana, daqui a quatro anos, o não convida  para ser candidato à Junta do Parque das Nações em Lisboa, mais condizente com o chanel do seu guarda roupa.

6 comentários:

Anónimo disse...

Caro António Agostinho,

Devo ter visto outro debate com certeza! É muito fácil criticar o candidato mais forte, não o vi criticar mais nenhum, o que é ainda mais estranho. Pode ser que a tentativa de manipulação de votos não lhe corra como espera.

Anónimo disse...

É preciso ser burro, o homem nem pode acumular a reforma do estado. E você se fosse trabalhar fazia melhor, o gajo já ganhou e pimba!!!!

Anónimo disse...

A ANC-Caralhete News continua a fazer mossa até se esperneiam todos mas isto de escrever não é para quem quer é para quem sabe.
Agostinho que nunca lhe doam as mãos.

Antonio Agostinho disse...

Leiam é com atenção... É o conselho que vos dou... Quem não sabe ler, vai continuar a ver os bonecos!..
Têm a baliza completamente escancarada e rematam os penaltis para a bancada!..
E não passamos disto: tenrinhos, saltinhos... Oh valh-me Deus.
Que alguém lhes perdoe, que eu não tenho tempo para isso...
Que é que anda para aqui a carregar o piano, há anos e anos - não próximo das eleições, nem à procura de qualquer prebenda ou tacho!..
Quem?
Se nãos sabem, a vossa distracção não é de hoje, nem de ontem...
E para a outra vez que queiram comentar, cresçam e apareçam: assinem, dêem a cara... Fica desde já o aviso...
Aqui não há pão para malucos....

Alice Mano-Carbonnier disse...

Não esperava este tipo de "post" do António Agostinho. Leio com frequência os seus escritos e, ainda que por vezes não concordando com o conteúdo, acho-os interessantes, racionais, desprendidos. Aqueles que são escritos pelos heterónimos são muitas vezes irónicos e mesmo bem-humorados. Desta vez, na análise do debate entre os candidatos à Junta (que, concordo, foi morno!), não vi a racionalidade do costume. Antes pelo contrário vi um ataque pessoal, maldoso e deselegante ao candidato do PSD. Tenho pena!O desapontamento é um sentimento que nos deixa um nó na garganta.

Antonio Agostinho disse...

Respondendo ao seu comentário, apenas recomendo uma leitura atenta das 3 postagens que publiquei sobre este debate. Verá que o estilo irónico e bem-humorado estão lá. Verá também que a racionalidade está lá. Não verá de certeza absoluta é nenhum ataque pessoal, maldoso, deselegante ao candidato do PSD.
Isto, na minha opinião.
Como estamos em democracia, contudo, aceito a sua opinião, como espero que a minha seja aceite, embora sujeita à crítica assumida, livre e responsável como foi a sua.
As épocas eleitorais são altamente melindrosas, para quem escreve todos os dias de forma livre, descomprometida e sem as palas partidárias.
São os chamados ossos do ofício. Já estou habituado... É o costume.