Sou o senhor de meu destino; Sou o capitão de minha alma.” William Ernest Henley

domingo, 9 de abril de 2017

Mais do mesmo, isto é, mais "dinheiro mal gasto"...

"Erros do passado. Soluções para o futuro?"
Estávamos em setembro de 2009
Lembram-se?
António Tavares e João Vaz, passados cerca de 8 anos, se deram conta que aconteceu algo de novo na Figueira, por favor digam-me...
OK?..
António Tavares, um dos autores, foi decisivo para a primeira vitória do Albino Ataíde! 
Foi um dos responsáveis, se não mesmo o principal, pelo programa da sua candidatura. 
Não admira, a quem está atento ao que se passa na política figueirense, que não queira ir a terceiro mandato!
João Vaz, o outro dos autores, como se pode verificar pelo texto abaixo, da sua autoria, mantém o registo.


"Vive muita gente no Alto Forno.
Contudo, as obras realizadas nesta zona “nova” (tem 30 anos) da cidade resumem-se ao asfalto, pintura das passadeiras e pouco mais. 
Quem vive na zona sente um certo desprezo por parte da Câmara. Especialmente quando vemos que os milhões previstos para a regeneração urbana vão ser aplicados nos mesmos locais de sempre. A “Qualificação da Frente Marítima de Buarcos” tem previstos 2,5 milhões de euros. O “Jardim Municipal e envolvente” será benefi ciado com mais 400 mil euros. 
Outra vez o Jardim Municipal? 
Foi remodelado em 2005, tendo custado mais de 1 milhão de euros. Quem explica este “despesismo”
O Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU) prevê ainda mais 3 milhões de euros em obras na enésima requalificação do Núcleo Antigo
Outra vez? 
E tanto dinheiro para quê? Para “o reforço do estar pedonal [sic] e com a consequente animação vivencial”? 
“Estar pedonal”? O que é isto? Vamos ter passeios mais largos e pisos de melhor qualidade? 
Não, o responsável técnico ignora palavra “passeios” no PEDU, nem uma única referência. 
No PEDU existem ainda soluções tão incongruentes quanto ultrapassadas. O desenho das ciclovias depende da “futura aquisição de um logradouro” e de um “barco” para a margem sul. 
Ignora-se o que o resto da Europa faz há 50 anos: vias integradas, convivência entre carros e bicicletas. 
O PEDU é um passo em falso, mais do mesmo, sem discussão nem oposição visível."
João Vazconsultor de sustentabilidade, via AS BEIRAS.

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