terça-feira, 19 de janeiro de 2010

X&Q810


3 comentários:

Custódio Cruz disse...

Um país de raciocinios fáceis e autênticas contas de somar...
Mas afinal o que é isso de esquerda e direita...se nas últimas eleições democráticas só se traçou estratégias de "pseudo independência"...
Não...
Cavaco Silva só terá um adversário à altura... se aparecer um adversário capaz de não ser uma figura "decorativa e conivente" com este sistema viciado de influências e compadrio doentio...
Um candidato capaz de falar para Portugal...
Um candidato capaz de falar para os portugueses e dar-lhes esperanças para a "regeneração" de um sistema falido..
Do que estou a falar?..
Da Democracia lusa...
Isso sim...qual esquerda qual direita...
Farto de ser bola de pinpongue está o povo...

Olímpio disse...

Pois,pois ,caro Custodio,qual esquerda e qual a direita...gosto muito de queijo,mas este da politica está cheio de bicharda.

António Agostinho disse...

Pois, pois ,caro Olímpio,qual esquerda e qual a direita!...
Sem bem entendi, o melhor posicionamento é o centro!...
Pode-se muito bem ser contra alguns dogmas da esquerda, mas não se considerar um adepto da direita?!.
Pode-se ser contra a intolerância, a desumanidade, a xenofobia, sem por isso colocar-se à esquerda em termos de preferência política?!..
Pode-se acreditar nas soluções mais adequadas para melhorar a sociedade (o trabalho, o ensino, a saúde, o meio ambiente, etc.) sem gritar que se é o dono da verdade e todos devem pensar igual?...
Deve-se respeitar a democracia e seus princípios, e fazer leis que traduzam a vontade da maioria, mas nunca esquecer que as minorias existem e também precisam ser ouvidas e entendidas?!..
Isto não é ser de esquerda nem de direita?!..
E quando chegamos às eleições?... Ficamos em casa?... Ou vamos votar na direita?...
Entretanto, nos intervalos entre eleições vamos dizendo e escrevendo que não somos de direita de esquerda?!..
E atacando Cuba, esquecendo outras realidades centro americanas…
Pergunto: se todos fossemos desta religião, mudava alguma coisa alguma vez em Portugal ou chegaríamos onde estamos – os ricos cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres.