terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Qual é a vossa opinião?..

Ou Deus é activo - e não tem ligado às preces dos portugueses, porque não quer. 
Ou Deus é passivo - e é escusado pedir-lhe o que quer que seja. 
Ou, simplesmente, estamos entregues aos bichos - onde a elite bancária é uma cambada de vígaros.

Este é o momento de Portugal ter um Presidente diferente

"Já tivemos um Presidente da República militar, já tivemos três Presidentes que foram líderes máximos dos seus partidos, o Dr. Soares, o Dr. Sampaio e o Dr. Cavaco Silva, e agora estamos na fase de termos um Presidente da República que não tenha essa vida partidária e que analise com um novo olhar esta nova realidade. Curiosamente, e sem querer estar a revelar nenhum segredo, essa foi uma das conversas que tive tanto com o Dr. Soares, como com o Dr. Sampaio. E ambos me incentivaram nesta candidatura por considerarem que "este é o momento de Portugal ter um Presidente diferente".
- Sampaio da Nóvoa, Figueira da Foz, 14 dezembro 2015, na Conferência "Por um País capaz" do ciclo "Utopias XXI".

Quem será o gajo mais chato da blogosfera figueirense?

"O que sabemos é o que o povo nos diz: quanto mais se fala (e escreve) mais tolices nos arriscamos a dizer. E se falamos e escrevemos hoje duma forma banal, como acontece na lixeira obsessiva das redes, e noutros meios, claro, mais tendemos a errar. O ruído tornou-se compulsivo: não há nada que não se diga. Há quem saiba de tudo e se exprima sobre tudo. Infelizmente a barulheira é imparável." 

António Tavares, escritor premiado de livros e vereador PS, hoje, na sua habitual homilia das terças-feiras, no jornal AS BEIRAS

Em tempo.
A minha saudosa avó, dizia-me que o peixe-espada era chato e comprido.
Querem ver que ela não tinha razão!..

Operacionalidade no acesso ao parque de estacionamento do Hospital vai ser avaliada pela Autoridade Nacional de Protecção Civil

Na imagem, sacada daqui, vê-se o início da entrada de emergência: curva difícil e apertada à direita, de imediato mais curva difícil e apertada à direita, curva à esquerda e, finalmente, curva à direita. Isto, num percurso de acesso à urgência de cerca de 200 metros.
A partir de 4 de novembro de 2013, com um investimento feito pela Empresa Municipal Figueira Parques, cujo accionista maioritário é a Câmara Municipal da Figueira da Foz, o Hospital Distrital da Figueira da Foz foi metido dentro de um parque de estacionamento (sublinhe-se: o Hospital Distrital da Figueira da Foz foi metido dentro de um parque de estacionamento , não foi criado um parque de estacionamento para servir os utentes do Hospital...). 
Resultado: A PARTIR DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013, OS UTENTES PASSARAM A PAGAR ESTACIONAMENTO NO HOSPITAL DA FIGUEIRA DA FOZ... 
Consequentemente, o acesso à saúde, na nossa cidade, com a colaboração do executivo camarário de maioria absoluta do Partido Socialista, ficou de mais difícil acesso e mais caro.

Para além disto, que já não era nada pouco, o facto do Hospital Distrital da Figueira ter sido colocado dentro de um parque de estacionamento, o novo sistema de acesso ao hospital distrital da Figueira da Foz criou um problema de Operacionalidade (aliás, detectado, em devido tempo, por um “Relatório da Proteção Civil municipal da Figueira")  que deveria ter sido enviado para avaliação de quem de direito:  a Autoridade Nacional de Protecção Civil.

Tal não aconteceu, porém.
Mas, ontem, o assunto foi levantado pela deputada da bancada do PSD na Assembleia Municipal da Figueira da Foz,  Ana Oliveira, que apresentou uma moção, sobre a acessibilidade dos meios operacionais ao hospital distrital da Figueira da Foz (utilização-tipo) na qual foi colocada a dúvida quanto à operacionalidade deste acesso para viaturas de socorro à utilização-tipo (UT) em causa, que foi aprovada com 12 votos a favor e 29 abstenções.

Dado o interesse, transcrevo o texto da moção apresentada pela deputada Ana Oliveira, aprovada na sessão da Assembleia Municipal da Figueira da Foz realizada ontem:

"Tendo em conta,
O parecer efectuado a 3 Março de 2014 pelo Serviço Municipal de Protecção Civil (SMPC), parecer solicitado pelos vereadores do PSD;
A resposta ao mesmo parecer por parte da Administração do Hospital Distrital da Figueira da Foz (HDFF) a 24 de Março de 2014;
As medidas de Auto Protecção do Plano de Segurança Interno do HDFF;
As características (dimensões) das Viaturas de combate a Incêndios por parte dos BMFF e BVFF;
O parecer técnico solicitado por mim, enquanto deputada Municipal, a um consultor técnico de segurança e protecção civil;
Constatando que as medidas de Auto Protecção do Plano de Segurança Interno do HDFF, nada referem em relação à operacionalidade do sistema de acesso ao mesmo, uma vez que este plano foi submetido em 2011 à Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC);
Que o sistema actual de acesso ao HDFF, apenas foi implementado em Novembro de 2013, não tendo parecer da ANPC. 
Neste sentido, vem a Bancada do PSD, propor à votação, o seguinte:
Que se envie de imediato à Autoridade Nacional de Protecção Civil, toda a documentação em anexo. No nosso entender, as vias de acesso à urgência médico-cirúrgica devem ser desimpedidas, assim como devem ser avaliados os acessos às viaturas de combate a incêndios ao referido hospital."

Ana Oliveira, na sua intervenção final sobre este assunto discutido na Assembleia Municipal da Figueira da Foz, afirmou que "como consequência do que esta Assembleia acabou de votar, a bancada do PSD recomenda, que até a ANPC emitir Parecer sobre a proposta anterior, que sejam desobstruídos todos os acessos ao HDFF."