domingo, 29 de março de 2015

Ser livre: tão simples e tão difícil!

Ser livre, não é fazer o que nos apetece.
Ser livre, é conseguir dizer não ao que nos aprisiona, libertando-nos!
Ser livre, é conseguir dizer não - e resistir à dor.
Ser livre, no fundo é tão simples e tão difícil: conseguir continuar a sorrir com o coração!

Isto, é mau de mais, mas é verdade...

Este é o Passos Coelho de sempre, um homem cujo sentido de dignidade navega por níveis baixos.
Como português, acho uma vergonha ter um primeiro-ministro que inventa uma chantagem das agências de notação para sugerir que votam nele.
Chegou ao poder à custa destas agências e agora, passados 4 anos, não evoluiu nada: vai tentar manter-se aplicando precisamente os mesmos truques.  
Quase quarenta e um anos passados sobre o 25 de Abril, a tal madrugada libertadora que nos acenou com os 3 D`s (Democracia com Desenvolvimento e com Descolonização), que País é este em que vivemos?
O debate em torno da desigualdade crescente e da sua urgente ultrapassagem é o debate necessário e urgente ao povo de esquerda.
Como é que vamos conseguir sair do flagelo da desigualdade?
É essa a resposta que a esquerda deveria ser capaz de dar resposta de forma clara.