Sou o senhor de meu destino; Sou o capitão de minha alma.” William Ernest Henley

sexta-feira, 12 de novembro de 2021

"O CDS tem muito que pedalar, tem de ganhar músculo, vitamina eleitoral"...

O líder do CDS, numa entrevista hoje publicada no Diário de Notícias, acusa os opositores internos de nunca o terem aceite como presidente do partido, que diz ainda ser feudal. Acusa Nuno Melo de uma postura "trauliteira, muito agressiva e sarrafeira". E diz que tem toda a legitimidade para enfrentar as legislativas de preferência de braço dado com o PSD.
“O Dr. Nuno Melo desde que se anunciou como candidato que optou por uma postura que o caracteriza, muito trauliteira, muito agressiva, muito sarrafeira.” 
“O que o Nuno Melo tem dito, juntamente com os seus apoiantes, é: o Francisco tem de sair, não tem condições, não tem pedigree, não tem categoria, é um incapaz, é inábil, o CDS é irrelevante.”
“Não pertenço ao sistema, sou um tipo que vem fora, do interior do país, subiu na vida a pulso, não pertenço a esta esta aristocracia que se instalou no CDS durante 20 anos.”
“Como presidente do partido, não fico contente nem satisfeito, não me regozijo pela saída de militantes do partido, mais ou menos conhecidos. Embora deva dizer que, para mim, são todos iguais.”

E tanta pedra é atirada ao PCP e à sua lógica organizacional.
Dizem que é estalinista de centralismo democrático. 
Depois lemos estas coisas, sobre a vida interna dos "partidos ditos democráticos"
É o que dá quem tem telhados de vidro tentar apedrejar partidos com paredes de vidro.

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