Ernest Hemingway: «Um homem pode ser destruído mas não vencido.»

quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Aos 98 anos morreu o arquiteto Gonçalo Ribeiro Telles


A sua luta pelo ambiente durou mais de 70 anos. 
Foi um dos principais responsáveis pelo desenho das áreas verdes de Lisboa, de Monsanto às zonas ribeirinhas, oriental e ocidental, do Vale de Alcântara, ao Jardim Amália, no Parque Eduardo VII, sem esquecer o mais antigo Jardim da Fundação Calouste Gulbenkian, que fez em parceria com Viana Barreto, pelo qual recebeu o Prémio Valmor, em 1975, nem projetos noutras zonas do país, como o Vale das Abadias, na Figueira da Foz
Gonçalo Ribeiro Telles nasceu a 25 de maio de 1922, em Lisboa. 
Formou-se em Agronomia e Arquitetura Paisagista em 1950, no Instituto Superior de Agronomia, em Lisboa. 
Desempenhou diversos cargos políticos e participou na fundação de instituições na área da cultura, como é o caso do Centro Nacional de Cultura, lançado em 1945. Anos mais tarde, em 1969, viria a co-fundar o Partido Popular Monárquico e, em 1993, o Movimento Partido da Terra. Foi o responsável pelo lançamento da política de ambiente em Portugal, cuja legislação incentivou quando passou por vários cargos públicos.
O governo decretou um dia de luto nacional marcado para hoje, quinta-feira.

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