Não há nada mais igual do que o mar. E não me canso de o ver e ouvir. Apenas porque consegui alcançar a capacidade de encontrar a diferença na igualdade. Posso estar horas a olhar e não me cansar da sua aparente monotonia.
Todos os que acompanham a política local, nomeadamente as reuniões de Câmara e as sessões da Assembleia Municipal, sabem que o presidente João Ataíde tem dificuldades no debate democrático. Eu próprio, como muitos outros, numa das vezes em que usei da palavra no período destinado à intervenção do público, tive um pequeno quiproquó com o presidente Ataíde. Os políticos figueirenses têm de assumir que dar poder a um presidente de Câmara para decidir o que é um discurso político aceitável, é plantar a semente que pode contribuir para o fim da democracia nas reuniões de Câmara e na Assembleia Municipal na Figueira da Foz. Não é aceitável pelos democratas, e é mesmo perigoso, deixar a decisão dessa questão nas mãos de um presidente de Câmara da Figueira da Foz, seja ele quem seja.
«A atitude prevalente relativa às árvores em meio urbano resume-se com a anedota: “Um casal de namorados aproxima-se de um espaço verde, quando a jovem, num momento romântico lhe diz: - Querido consegues ver este magnífico bosque? E ele responde: - Hmm ainda não! Estas árvores não me deixam ver nada…” Os planeadores urbanos descuram frequentemente a preservação das árvores, é mais fácil arrasar e plantar novo do que traçar o perfil do arruamento em função do património natural existente. Vem isto a propósito do recente protesto do Movimento Parque Verde, contra o abate de 16 árvores em Buarcos. Destaque-se aqui a iniciativa do dr. Luís Pena que luta, desde os anos 90, por uma Figueira mais verde e saudável. Recordo bem a sua ação contra as podas destrutivas no mandato de Santana Lopes (PSD) nas Abadias. Conseguiu-se mediatismo para as árvores, porque são vários os casos de abate de em obras municipais, para dar lugar a estacionamento (Coliseu Figueirense; Alto do Forno; Quartel) ou porque os técnicos acharam mais fácil “deitar abaixo”. O investimento nas árvores é residual ( 0,1% do orçamento municipal?), faltam bosquetes e cortinas arbóreas. É ainda notável o aproveitamento político, há quem se manifeste contra o abate, mas defendendo a criação de mais estacionamento no local, estimando sim a oferta permanente de espaço para os carros. A sociedade está ainda longe de pensar na árvore como elemento central no planeamento urbano enquanto “fábrica purificadora do ar urbano a custo zero” e mitigadora das alterações climáticas.» Via AS BEIRAS
...será “personalista, liberalista e solidário. Europeísta, mas sem dogmas, sem seguir qualquer cartilha e que contesta a receita macroeconómica de Bruxelas”, afirmou o antigo primeiro-ministro ao semanário “Expresso”. Via negócios
"A Comissão Política de Secção do PSD, não pode deixar de lamentar as declarações à comunicação social, do Sr. Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz bem como do seu Vice-Presidente, porquanto demonstram um desconhecimento do projeto que aprovaram e de que são responsáveis para a frente ribeirinha! Como é possível dirigir um Município, sem se conhecer o que se vai aprovar e executar? Obras no valor de 6.5 milhões de euros.!!? O PSD em devido tempo, alertou que era necessário ouvir os figueirenses sobre estas obras, pois sabíamos que havia erros graves que iriam prejudicar os habitantes e principalmente os comerciantes. Alertamos também que atrás da cortina da mobilidade sustentável e da diminuição da poluição, havia mais betão e consequentemente menos preocupação com o meio ambiente. Temos uma governação socialista, que não ouve as populações nem a oposição, que decide fazer obra sem um planeamento e objetivo futuro e que agem de harmonia com a existência ou não de reivindicação da população. O PSD pretende e sugere à Vereação Socialista, a suspensão imediata das obras em Buarcos, na zona antiga da cidade e no Cabedelo, afim de que as mesmas possam ser convenientemente debatidas por todos os figueirenses de modo a que as obras que se entendam fundamentais se concretizem com um amplo consenso figueirense e não por mera decisão autocrática do Sr. Presidente da Câmara e do seu Vice-Presidente Dr. Carlos Monteiro."
"Em Ano Europeu do Património Cultural, a Divisão de Cultura do Município da Figueira da Foz, comemora o Dia Mundial da Fotografia, 19 de Agosto, com a exposição fotográfica «O Nosso Património: Perspectivas», com 10 imagens da autoria de Nuno Vicente. Pretende-se, assim, dar a conhecer o Património Natural e Cultural do Concelho da Figueira da Foz de uma outra perspetiva. A mostra ficará patente no hall do Museu e Biblioteca Municipais de 18 de Agosto até 02 de Setembro." Via Figueira na Hora