sábado, 4 de agosto de 2018

Marcelo versus Santana: a luta continua...

O presidente da República (de todos os portugueses) a propósito da saída de Santana Lopes do PSD. «"Foi uma opção que ele fez, uma opção drástica, uma mudança de vida drástica, tendo sido uma figura importante do partido", disse Marcelo sobre Santana, acrescentando a sua opinião sobre o ato de desfiliação. "Tenho a filiação suspensa, mas para mim o partido é uma família e não se muda de família. Mas tenho grandes amigos que pensam o contrário e mudam de partido"
Entre Santana Lopes e Marcelo, os portugueses não têm dúvidas. O professor é considerado o mais competente, simpático e com melhor desempenho.
E assim vai o País.

Nota de rodapé.
É definitivo. É oficial. Santana Lopes põe hoje fim a 40 anos de militância no PSD e comunica a decisão ao partido através de uma carta aberta. Ao Observador, o ex-líder do partido confessou em exclusivo, na tarde de sexta-feira, que “é com muita pena” que o faz, mas também “com muito entusiasmo” que trabalha “num novo caminho para fazer bem a Portugal”. Ou seja, que vai avançar mesmo para a criação de um novo partido.
A mensagem de despedida de Santana aos militantes sociais-democratas seguiu por carta. Pode ler, porém, na íntegra, a carta em que Santana se despede dos militantes do PSD, clicando aqui.

Integração de 81 trabalhadores com vinculo precário

O Novo Conselho de Administração do Centro de Medicina de  Reabilitação da Região Centro - Rovisco Pais, anunciou que já obteve autorização oficial da tutela, após realizadas várias diligencias, para integrar 81 trabalhadores no âmbito do PREVPAP - Programa de Regularização Extraordinária dos Vínculos Precários na Administração Pública.  
Segundo o actual Conselho de Administração, agora segue-se a fase de iniciação do procedimento concursal,  de forma a dissipar uma injustiça com os colaboradores precários do CMRC - Rovisco Pais. Alguns deste colaboradores, já se encontravam em regime de "recibos verdes" há mais de 15 anos, sem qualquer regalias ou direitos sociais.
Este Conselho, também já pagou 50%  do valor das horas extraordinárias em falta,  reportadas até ao mês de Abril, as profissionais de enfermagem, decorrentes da alteração dos horários de 40 horas para as 35 horas e facultou ainda a possibilidade a estes profissionais, de poderem receber os restantes 50% de uma só e única vez, ou de forma faseada até ao final do ano, de acordo com a vontade individual de cada profissional. Em "cima de mesa", ainda está o processo de descongelamento das carreiras de enfermagem. Tudo resulta de um plano de comunicação e diálogo, de "concertação social" entre o novo Conselho de Administração e todos os seus colaboradores. Neste curto prazo de tempo em funções (desde de 13 de Julho), este novo CA já reuniu com todos os seus colaboradores, para auscultar os seus problemas e recolher opiniões e propostas de melhoria continua do "Capital Humano" (o recurso mais importante em qualquer Organização).
O CMRRC - Rovisco Pais, tem actualmente duzentos e cinquenta e seis colaboradores (contando com os que vão ser integrados no seu Mapa de Pessoal). Face ao número de camas e de serviços desta Unidade Saúde -  prestadora  de cuidados diferenciados - altamente  especializados, o actual número de colaboradores é manifestamente insuficiente, sobretudo, ao nível do pessoal de enfermagem e de assistentes operacionais. O actual Órgão de Administração, também está apostado em reforçar os seus recursos nestas áreas, de forma a optimizar o nível de qualidade e segurança dos seus doentes e voltar a posicionar-se como referência nacional na área da Medicina de Reabilitação e evitar a sua integração num grande Centro Hospitalar (CHUC) à semelhança do que aconteceu com os Centros de Medicina de Reabilitação do Sul e do Norte. A integração dos referidos Centros, foram um desinvestimento nesta área importantíssima na área da Saúde e um ataque feroz ao SNS. Atente-se, a titulo de exemplo, que o Centro de Medicina do Sul, dotado com cinquenta camas, após a sua integração no CHUA (Centro Hospitalar Universitário do Algarve), teve que reduzir a sua capacidade de resposta de internamento para dezoito camas, por falta de recursos humanos e financeiros. Recorde-se,  que esta área da Saúde é muito importante e apetecível para o sector privado, que mais de 65% da sua produção resulta do Sistema de Convenções (financiamento) com o Estado e/ou Subsistemas de Saúde. Os interesses instalados do privado são muitos e tudo tentam para "esvaziar" e desqualificar os Serviços de Qualidade do SNS.
 O CMRRC - Rovisco, actualmente tem 80 camas para lesionados verto-medulares e Reabilitação Geral de Adultos, e 60 camas no âmbito dos Cuidados Continuados, para além do Serviço de Ambulatório. Esta Administração, tem ainda como objectivo estratégico, aumentar a sua capacidade de resposta de internamento, com o aumento de mais 64 camas para a área da Medicina de Reabilitação. Já existe projecto para a expansão e financiamento da obra em 85% de fundos comunitários. A taxa de esforço de 15% do CMRRC - Rovisco Pais e resulta de alienação de algum  património da Instituição. A concretizar-se esta ampliação do número de camas, o CMRRC - Rovisco reforça a sua liderança nacional na área da Medicina de Reabilitação.

Nota de Rodapé:
A Geringonça lá vai funcionando, para desgosto e infelicidade de alguns. 

O sector privado, na área da Saúde, tem muito apetite pelo "lombo"  (financiamento do Estado), e daí os ataques sucessivos "encapotados" que fazem ao SNS (Serviço Nacional de Saúde) - a maior bandeira de verdadeira Liberdade, conquistada em Abril,  não obstante, as diversas tentativas de a rasgarem.

Bom sábado


Boas férias: "praia e descontração, a conjugação perfeita!"

Não há nada como um bom momento de descontracção.
Esquecem-se as preocupações e até parece que pairamos no ar com um sorriso.
São momentos como este, aqueles momentos em que temos a sensação que o amanhã vai ser ainda melhor, porque não há nenhum motivo para que seja desagradável.
Esta imagem sugere(-me) descanso, liberdade, ócio, descontracção, marulhar, modorra, paz, viagem,  informalidade, vagar, catarse e calmaria...
É uma imagem,
só possível em dias de calor, como o de hoje, a que não se fica indiferente.
Este tempo contagia e, de certo modo, liberta-nos!
Na verdade, o verão tem o condão de nos transformar ou, se calhar, somos nós que nos adaptamos a ele.
Viva o verão. E viva o calor.
Estes momentos de descontracção são preciosos. São eles que nos restabelecem e nos reequilibram.
São  instantes em que não damos por nós.
É aquele alheamento tão necessário para quando voltarmos a nós nos sentirmos totalmente recuperados.
Boas férias Dona Fernanda Lorigo.
As férias não são um luxo, mas uma necessidade para se poder enfrentar o novo ano de trabalho com as novas pilhas recarregadas em pleno. 

Quiaios, e o concelho, precisam de si.

A erosão a sul não podia esperar mais...

Via SOS/Cabedelo. Para ler notícia no jornal Público, clicar aqui.

A erosão a sul não podia esperar mais...

"A protecção da Orla Costeira Portuguesa é uma necessidade de primeira ordem...
O processo de erosão costeira assume aspectos preocupantes numa percentagem significativa do litoral continental.
Atente-se, no estado em que se encontra a duna logo a seguir ao chamado “Quinto Molhe”, a sul da Praia da Cova.
Por vezes, ao centrar-se a atenção sobre o acessório, perde-se a oportunidade de resolver o essencial..."

António Agostinho, via blogue OUTRA MARGEM, em 11 de dezembro de 2006.


Via AS BEIRAS

A ocupação desordenada do litoral contribuiu para situações de desequilíbrios e fenómenos de erosão costeira que têm vindo a pôr em causa a segurança de pessoas e bens.
Foi o que aconteceu  a sul do porto da Figueira da Foz,  também consequência das obras do prolongamento do molhe norte em 400 metros,  onde nos últimos anos se agravaram os efeitos erosivos a sul do "Quinto Molhe".