Ao menos, finjam que dão «ouvidos» à oposição, ainda que não lhe dêem mais nada!..
Na Figueira, já vi anteriores executivos, de maioria absoluta, perderem eleições e não uma oposição alternativa a ganhá-las!..
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
Durão
Indiferente ao que o pode aprisionar, a postura guerreira mostra a vontade de superar as dificuldades com determinação natural.
Não existem barreiras que o possam tolher.
E vai crescer.
E vai soltar-se...
E vai combater...
E vai vencer...
Superando-se!..
A força, temporariamente, pode vencer, mas nada consegue, a longo prazo, contra um durão.
Nota de rodapé.
Foto sacada daqui.
A vida, para um político de topo, também se pode tornar cruel...
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| A solução para Passos Coelho: emigra! |
A vida partidária, em Portugal, sempre foi feita de contrastes e de aniquilações!
Sempre foi assim. E assim continuará a ser...
Gostava que o País funcionasse como o meu computador: é só procurar pelo ícone da lixeira para mandar alguma coisa fora...
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| Conheço 4 tipos de sorriso: o largo, o superior, o fechado e o deste cara... |
Mais de 30 locais estão a ser alvo de buscas em Lisboa, Porto e na Suíça. Alegado esquema de corrupção terá lesado o Estado em cerca de 100 milhões de euros.
E chegámos a um Portugal cada vez mais desigual, em que a noção da decência e eticidade comportamental ficou pelo caminho
Segundo dados revelados ontem pelo Eurostat, referentes a 2014, Portugal é o país da União Europeia onde o fosso entre os salários mais altos e a média é maior. Em sentido inverso, ocupamos o topo da lista no que diz respeito à diferença entre a média e os salários mais baixos, a par dos países escandinavos e de potencias como Itália e França.
Olhando para o segundo indicador, onde nos encontramos lado a lado com algumas das mais robustas economias da UE, poderemos ser induzidos no erro de achar que afinal estamos melhor do que pensávamos. Não estamos. Apesar da inexistência de um salário mínimo fixado por lei na maioria dos países ao lado dos quais surgimos – Dinamarca, Suécia, Finlândia e Itália – se olharmos para os salários médios destes países, aos quais se juntam França e Bélgica, com salários mínimos de 1457,52€ e 1559,38€ respectivamente, verificamos que, em todos eles, o salário médio é superior a 2 mil euros (oscila entre os 2017€ em Itália e os 3553€ na Dinamarca), ao passo que o salário médio em Portugal é de 968€.
Via Aventar
Felizmente, que há quem tenha a coragem de olhar de outra forma aquilo que vamos vendo...
Crónica de João Vaz, publicada no jornal AS BEIRAS. Edição de sábado passado.
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