Sou o senhor de meu destino; Sou o capitão de minha alma.” William Ernest Henley

domingo, 26 de dezembro de 2021

Homenagem ao talento e mérito improváveis: o político do ano em 2021 na Figueira da Foz foi...

Toda a equipa 
ANC-CARALHETE NEWS, responsável pela edição da OUTRA MARgazine, como sabem uma agência profissional, competente, séria e credível!, esteve a consultar exaustivamente os arquivos: não há memória de alguém ter conseguido perder o cargo de presidente de Câmara, nas condições e com as vantagens que Carlos Monteiro tinha à partida para as eleições que tiveram o seu desfecho em 26 de Setembro de 2021. Para perder assim, sublinhe-se, é necessário ter talento e mérito. Aliás, ter mesmo muito talento e imenso mérito. Improváveis.
Se por talento e mérito perdeu, graças ao que fez à Figueira em pouco mais de 2 anos de presidente "por sucessão", sem talento e sem mérito para mostrar em tão pouco tempo a verdade a um eleitorado, regra geral desatento, comodista e pouco esclarecido, imaginem o que não seria a Figueira, fruto da sua governação presidencial, em 2033: daqui a 12 anos, a Figueira seria o desastre perfeito, total e absoluto...
Registe-se, porém: esta homenagem estende-se à equipa que ajudou o homenageado OUTRA MARgazine a ser distinguido como o político do ano 2021 na Figueira da Foz: Ana Carvalho, Mafalda Azenha, Nuno Gonçalves, Diana Rodrigues e (menos) Miguel Pereira. Para além do talento e do mérito de Carlos Monteiro, tudo só foi possível, em pouco mais de 2 anos, porque o trabalho foi executado devidamente caldeado com rigor, disciplina e espírito de grupo de uma equipa genericamente fraquinha e subserviente, comandada ferreamente pelo presidente de Câmara mais "breve" que a Figueira conheceu eleito democraticamente. 
Talento e mérito absoluto, portanto, de Carlo Monteiro. Um desiderato apenas ao alcance de raríssimos eleitos. 
Carlos Monteiro, tem outras qualidades: é teimoso e resiliente. Ainda não desistiu da política, apesar da política, como se viu recentemente, ter desistido dele. Ao volante do mini, viu a camarada Raquel Ferreira ultrapassá-lo. 
Qualquer outro, meteria pé nos travões... 
A vida é a vida e a realidade. O revés do  "homicídio politicamente assistido" não foi ficção. Ocorreu mesmo em  2021 e tem autores:  foi perpetrado pelo voto popular nas eleições do dia 26 de Setembro. 

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