Sou o senhor de meu destino; Sou o capitão de minha alma.” William Ernest Henley

terça-feira, 6 de março de 2007

SERÁ MESMO?


Pereira Coelho, segundo as Beiras: a situação dos trabalhadores está a ser usada como modo de pressionar a câmara a tomar decisões. Por isso, avisa: “recuso–me, terminantemente, a funcionar sob pressão, diria mesmo, até quase sob chantagem”.

É que, segundo o vereador, “alguém já prometeu comprar os terrenos, baseado em supostas decisões da câmara”.

(Um grupo imobiliário espanhol pretende adquirir os terrenos da falida Alberto Gaspar, para urbanização. De momento, porém, os 120 mil metros quadrados em causa ainda estão à espera da revisão do plano urbanístico, pela câmara.)

Notícia completa AQUI.

4 comentários:

Anónimo disse...

Pereira Coelho, segundo as Beiras: a situação dos trabalhadores...

Mas quais trabalhadores, pá? Ali, que eu saiba só trabalha um securitas ou se calhar nem isso. O homenzinho está ali ao portão a ver entrar e sair camiões cheios de vasilhame.
Toca a andar ,mas é com o empreendimento, que é o que traz progresso e mais valias à terra. Deixa-te lá de tretas da preocupação com os trabalhadores e faz o que sabes. Entrega lá os terrenos aos investidores que farão dali um novo oásis de beleza e bem-estar na vida.
O segurança à porta, convém manter. Será o unico trabalhador que terá o futuro assegurado. Ele e os outros dos turnos, mais os cães e o pessoal da central. Alô centrral, alô centrral, aqui emprreeendimento AGasparr, tudo calmo.

Anónimo disse...

Verdade e aproveitem e vendam também o campo do Cova, para fazer um hotel.
E façam o favor de construir o campo mais perto da povoação e ja agora com boas condiçoes.
E quem vai trabalhar para lá é o tó da lota.

Anónimo disse...

Blogueiro:
Você na verdade tem aqui um naipe de comentadores que parece que gostam de ostentar a sua pouca capacidade para escrever alguma coisa que seja util. Como não passam de borradores de paredes, que a tinta está cara, resolvem aparecer aqui munidos da sua lata e borrar isto tudo. Por um lado é bom e contribui para a verdade das estatísticas. Fazem com que venha ao de cima o pouco que adquiriram quando "eram obrigados" a ir à Escola. Nunca a entenderam como local de aprendizagem e nunca entenderam a função do Professor. Para tipos como este Vasilhame, o Professor era e é um verdugo. Um ser a mais. No mundo deles, bem entendido. O pior é que parecem ser inesgotáveis e perpetuam-se. Que moléstia!

Anónimo disse...
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