"Transportai um punhado de terra todos os dias e fareis uma montanha." - Confúcio

quarta-feira, 7 de março de 2007

Obras de ampliação da zona verde do Parque de Merendas de São Pedro





“A Freguesia de São Pedro é das freguesias mais turísticas da Figueira da Foz, além de termos das melhores praias do Concelho, temos um excelente parque de merendas que é frequentado por milhares de pessoas... Tem uma área relvada bastante grande e, portanto, é procurado por imensa gente, não só ao fim-de-semana, mas também praticamente todos os dias por muitas escolas, centros sociais e turistas porque aquele parque oferece excelentes condições para passar um dia agradável.”
Para saber quem disse isto, clicar AQUI.

11 comentários:

Anónimo disse...

é o betão a ganhar terreno... uma coisita aqui, uma coisita ali, qualquer dia by by parque de merendas....

Anónimo disse...

COMUNICADO DO PSD DA FIGUEIRA DA FOZ
A VERDADE A QUE O POVO TEM DIREITO

Construiu a Junta de Freguesia de São Pedro, com a colaboração e apoio da Câmara Municipal, um parque de merendas.
Obra, que sendo enaltecida por todos os que a conhecem é utilizada por muitos milhares de pessoas do Concelho, de todo o País e do estrangeiro.
Poder-se-á dizer, usando uma linguagem popular que esta obra é “UM ESPECTÁCULO”.
Para a tornar mais prática e funcional, foi necessário abrir uma estrada, no seu extremo norte.
Os terrenos em que a estrada foi aberta, eram areias, sem árvores e sem qualquer construção e pertenciam ao Estado.
Da construção da estrada não resultou para a Junta de Freguesia ou para a Câmara qualquer mais valia, até porque nenhuma daquelas Entidades possui qualquer terreno confinante com a estrada, no qual possa construir.
Resultou apenas que o Parque pode servir melhor os Cidadãos.
O Ministério das Finanças reconheceu o Interesse Público da Estrada 2970m2) e POR ISSO decidiu VÊNDE-LA à Câmara por € 35 000,00 (quase 12 €/m2).
Consideramos isto um escândalo.
É o Poder Central, a demitir-se das suas responsabilidades.
Até parece que não tem obrigações para com os cidadãos.
Mais uma vez se confirma “que nem faz é só complica o que os outros querem fazer”.
Tornamos este facto público, apenas para que conste e os cidadãos saibam como o Poder Central trata o Poder Local.

O Presidente da CPC
José Elisio Ferreira Oliveira
(Correio da Figueira, de O1 de Março 2007, página 6, canro inferior esquerdo)

Anónimo disse...

deve ser os jardim do hotelzito...
que saudades da lixeira!!!
é verdade, é o crescimento de s.pedro de um modo selvagem sem respeito a nada...
betao betao betao betao

Anónimo disse...

Está nas mãos dos cidadãos da Cova-Gala proteger os espaços verdes que ainda resistem e lutar contra a cultura do betão.
Os espaços verdes têm vindo a perder face a uma cultura do cimento cada vez mais forte.
A manter-se o crescimento desregrado da urbanização, dentro de 5 ou 10 anos, poderão não sobrar espaços verdes na nossa Terra.
As zonas verdes não têm merecido a devida atenção. Quem manda é o lóbi do betão.
Vamos ver o que vai para os terrenos do Alberto Gaspar.
Os espaços verdes deviam estar legalmente salvaguardados.
Para prevenir a tentação e poder-se resistir ao betão....
Não estraguem o parque de Merendas, com a fundamentação que assim fica mais funcional!...

Anónimo disse...

Marretas, barracas, mas o que é isto? Tudo tem nomes de ferramentas, mas trabalhar ou dizer alguma coisa acertada, está quieto.
Esta malta não tem olhos na cara para ver a difrença que há entre a parte antiga da povoação e o que se está a fazer (bem feito) na parte nova? Só agora é que há betão? E aquele intrincado todo de ruelas e vielas sem saída que existia? Queriam igual? Uma ruazinha para casda quintal? Agora é que se estão a criar espaços verdes! A inveja, a mesquinhez e a ignorância no seu melhor. Livra!

Por agora é tudo. Volto mais tarde.

Anónimo disse...

O amor, embora frágil e desconcertante, é uma das coisas mais maravilhosas da vida. Atingem-se momentos de êxtase em comunhão com a pessoa amada. E depois todos co-nhecemos aqueles momentos terríveis, quando o amor desaparece... e com ele, a nossa fé na vida.

Anónimo disse...

E ainda dizem que não se aprende nada....Para refutar tão vil opinião, EIS O TÓ (DA LOTA) NO SEU MELHOR: “Agora é que se estão a criar espaços verdes! A inveja, a mesquinhez e a ignorância no seu melhor. Livra!”
Apetece dizer ao tózito (da lota)
«GASTAR DINHEIRO SEM SENTIDO ESTÉTICO É DEGRADANTE, COM 'H' GRANDE.»
Ora, nem mais.
Possivelmente também volto mais tarde.

Anónimo disse...

Marreta,
É óbvio que não és de cá.
Em todo o aglomerado residencial da freguesia de S. Pedro, (tu deves ser de S. Pedro da Cova e por isso não estás bem localizado para comentar, por desconhecimento local) não há um bocadito de jardim.
O que há são umas árvores fraquitas que alguns dos energúmenos locais se entretêm a destruir e de relva ou flores, só as ervas e as flores da berma da estrada. Mais as das floristas , claro. Nem o pouco que há, ajudam a conservar, preferindo destruir e depois dizer que está mal estimado.
Agora, com a expansão da Freguesia para sul, está a ser feita uma gestão do espaço como deve ser, tendo em conta as limitações e marcações das propriedades particulares e do Estado.
Alguns enviesados aparecem agora a dizer que se está a destruir os espaços verdes. Esses espaços, eram mata virgem e locais de eleição para negócios e actividades escuras e pouco dignas. Provávelmente acham esses marretas que era melhor assim. Lixo, droga e prostituição, para esses, é melhor que ordem, limpeza e organização.Como disso não gostam e preferem viver no lixo e no caos, agora berram.
O que se pretende para aquela zona, é construção ordenada, arejada e com sentido estético, não esquecendo a qualidade ambiental das populações que para lá forem viver, assim como as já residentes noutras zonas que poderão disfrutar de ambiente mais saudável e acolhedor.
Mas os marretas não apreciam isso e preferem o ambiente poluído do café, as cartas e a conversa fiada.
É tempo de evoluir, não ser do contra porque sim e deitar abaixo só porque é fino.
As capacidades e a visão de alguns em prol de muitos são sempre melhores que o enviesamento das ideias, a bocoquice de pensamento e a velhice do restelo que infelizmente impera em demasia por estes lados.
Passa bem, Marreta.E os outros marretas também.

Anónimo disse...

Para quê tanto paleio tó (da lota). Podias ter resumido assim:
“A Freguesia de São Pedro era uma das freguesias mais carenciadas do Concelho da Figueira da Foz, faltava praticamente tudo e tanto os naturais como todos aqueles que conheciam esta freguesia sabem muito bem que daí para cá ela teve um desenvolvimento e um crescimento bastante grande. Portanto é inquestionável o grande desenvolvimento que esta freguesia tem tido a todos os níveis. Por isso, penso que é extremamente positivo a nossa estadia na Freguesia de São Pedro e não é por acaso que o povo desta terra nos tem elegido mandato após mandato, é porque com certeza temos cumprido com aquilo que temos prometido.”

Anónimo disse...

Nada os demove.
Esta cultura de betão veio para ficar e ficou mesmo na nossa Terra.
Mas, algo tem de mudar na gestão autárquica, sob pena de as gerações futuras nos virem acusar, a justo título, de termos assistido impávidos à transformação da nossa Freguesia num local inabitável.
Se prestarmos atenção, verificaremos que as autarquias locais se confrontam com escolhas tendencialmente mais importantes para a vida dos cidadãos do que os governos centrais. Enquanto estes, em perda progressiva de terreno, exercitam a pouca margem de manobra que lhes resta em acrobacias fiscais e na gestão dos sistemas pesados, as regiões e os municípios vêem as suas competências progressivamente alargadas, passando a influir cada vez mais no quotidiano dos cidadãos e na sua qualidade de vida. Para o bem e para o mal, detêm hoje amplos poderes na gestão da coisa pública, administrando o território e prestando serviços de interesse geral. Por isso, devemos ser especialmente exigentes para com a administração local, confrontando-a com as suas múltiplas insuficiências, erros e omissões (venalidades à parte).
Um dos primeiros males a erradicar é a cultura e prática do betão. Bem sei que estávamos carentes de infra-estruturas - e ainda estamos - e que o sector da construção civil tem sido um amigo fiel dos governantes e dos autarcas, contribuindo em tempos difíceis para a manutenção dos níveis de emprego e para o equilíbrio dos cofres partidários.
Temos os melhores estádios do mundo, resorts turísticos de seis estrelas, condomínios de luxo pelos quatro cantos.
A propósito: o que está a ser cozinhado para os terrenos do alberto gaspar & Cª. Ldª.?
Temos planos de ocupação da orla costeira que, a prosseguirem, deixarão o Oeste, o Alentejo e o Algarve completamente irreconhecíveis. Enquanto as nossas cidades batem todos os recordes de casas devolutas, o betão progride, imparável, à conquista de território livre de encargos.
Será que os poderes municipais não estão conscientes dos perigos do cimento e da descaracterização urbanística e territorial que acarretam? Suponho que sim, pelo menos os que ainda se preocupam minimamente com a qualidade de vida dos cidadãos. Só que a tentação é demasiado grande - quanto mais metros quadrados de construção, maiores as receitas municipais. É este jogo orçamental perverso (além de outros jogos inconfessáveis) que corrompe a boa política e destrói os esforços de qualificação urbanística e ambiental, vergando-os aos interesses da fileira imobiliária.
Mas, quem é que está disposto a lutar contra a corrente?
Somos uma Terra de peixes mortos?...
Se for assim, como peixes mortos que somos, limitamo-nos a deixar ir com a corrente...

Anónimo disse...

Estás a ver Blogueiro?
Apareço aqui, começo a puxar por eles e vês o resultado?
Um post simples, a tocar no interesse publico, um comentário do Tó (transcrevendo para aqui o que vou ouvindo ali pela Lota)e o pessoal mais consciente e atento desata a escrever (ou a transcrever, tanto me dá) coisas boas de ler.
Por isso, estás e estamos todos a ganhar.
De vez em quando vai postando qualquer coisa da bola para contentar o pessoal do café e das minis, que também merece um pouco de atenção e sempre tem mais um motivo para discutir, alegrar o ambiente e ajudar à máquina registadora.
A Martinha, mais os Marretas todos, aparecem a dar um ar mais alegre aos temas, uns com sorriso ao canto da boca, outros com ele amarelo, mas sorrindo.
Apareçam que eu não me esqueço de vos ajudar no que puder.

Ah, já me esquecia.
Marreta, tira o cavalinho da chuva que eu não sou plítico, nem gosto deles. Aliás, nem sequer me dou ao trabalho de me incomodar com eles. Incomodo-me comigo, contigo e com os outros. Com políticos, não. Já me incomodei que chegasse e já fui enganado mais de três vezes. Para mim é o limite. Chegou.
Até um destes dias.