quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Santana prova "que os políticos não são todos iguais"...

"Pelo passado que lhe conhecemos nos cargos que desempenhou e que demonstra que os políticos não são todos iguais”, Santana é o candidato ideal para Belém. A afirmação, proferida ao jornal i, pertence a Fernando Jorge, presidente da Câmara de Oleiros e membro da direcção do PSD. O actual presidente da Misericórdia de Lisboa é, na opinião deste dirigente “laranja”, “um cidadão comum, a quem não se conhece fortuna”.

Em tempo.
Santana Lopes é o protótipo do político populista. 
Questioná-lo por isso e opor-lhe, por exemplo, Marcelo Rebelo de Sousa como antonímia é um rematado disparate: nessa matéria, Marcelo sempre foi o mestre
Uma campanha eleitoral de Santana Lopes tem a mesma base de uma campanha eleitoral de Marcelo - está lá dentro todo o terceiro mundo
Os dois apelam à emoção e não à razão: a diferença é que Santana Lopes o assume e, para o eleitorado alvo a que se destina, assumi-lo é vantajoso.
Marcelo apela à emoção travestida de razão: não o pode é assumir, pois presume que fala para outro eleitorado alvo.

Erosão costeira - as pedras na Praia do Hospital e a devastação das dunas a sul do 5º. molhe...

Foto de hoje de António Agostinho
Lido no blogue Ambiente na Figueira da Foz.
"Será o fim da praia do Hospital? Mais pedras? 
A física ensina que as estruturas imóveis na praia causam ainda mais erosão costeira, e perda de areia. 
Ou as pedras destinam-se a defender o parque de estacionamento?" 
Entretanto, como se pode ver pela foto abaixo, também obtida hoje, a sul do 5º. molhe, a duna está completamente devastada.
Alguém sabe o que está previsto para este local para tentar evitar a catástrofe anunciada?..
foto António Agostinho

"Freguesias", pois claro...

À pergunta do eng. Daniel Santos, hoje na sua habitual crónica das sextas-feiras no jornal AS BEIRAS - "uma vez que a solução em vigor não agrada a ninguém, será impossível que a câmara promova uma reorganização administrativa do concelho, essa sim, a apresentar a participação pública?" - e à resposta que o próprio eng. Daniel Santos dá - "se tal for possível e não for feito, só vejo uma razão: cobardia política!" - creio que o que vai acontecer, em alternativa, é o seguinte: os políticos, ou vão ignorar a pergunta do eng. Daniel Santos, ou  vão rebuscar ainda mais os argumentos. 
Eu, desde já, por saber há muito do que a casa gasta, vou fazer um esforço para não rir...