Um exemplo:
Câmara Corporativa.
Pena que, daqui a alguns meses, quando estiverem no poder percam qualidade.
O dirigente socialista António Costa alertou hoje que se o PS pensar como a direita, acabará por governar como esta, enaltecendo os governos de Guterres e Sócrates e considerando que os socialistas são europeístas mas não podem ser "euro ingénuos".
sábado, 10 de janeiro de 2015
À atenção do novel presidente da Aldeia
Mesmo
na Aldeia, a História também está na rua e está bem visível na fachada
destas Alminhas.
Quem
transformou a imaginação em realidade, estava longe de adivinhar que
estaríamos – desde há longos anos, como mostra a foto.
As
ruas da Aldeia têm várias cicatrizes e mazelas, que se manterão
até que os poderes públicos e privados assim o permitam e
autorizem.
Dada
a inércia, até parece que nos esquecemos que estas Alminhas são
uma edição de um só exemplar, irrepetível – que, portanto, a
meu deveria ser preservada no seu estado original.
Quem
consentiu ou legitimou a entidade que colocou aquelas caixas nas
Alminhas,
uma
pequena edificação de 1917
e um raro vestígio do nosso passado, ainda praticamente intacto na
Aldeia?
Isto
é o progresso? O progresso não trouxe conhecimento técnico, e
científico, e histórico, e tecnológico? O progresso não aumentou
a visão de conjunto?
Insurgimo-nos
contra a devastação do património no Iraque por causa da guerra,
mas na Aldeia de que nos serve a paz se não existe bom senso?
Reponha-se
urgentemente a dignidade ao raro vestígio ainda existente do passado
da Aldeia – se possível, já!..
Todos Charlie?..
«Ligo a televisão e vejo a Assembleia da República que não deixou falar os "capitães de Abril" e que está tão chocada com esta falta de respeito pelo direito de expressão. Julgava que, para a presidente da Assembleia da República, "os carrascos" eram os que faziam barulho nas bancadas para o povo.»
"Não me levem a mal, ou levem, mas vou ser Charlie: por favor, jornalistas portugueses a dizer que são o Charlie quando nem coisos (tomates) têm para não fazer favores ao Governo etc., tenham dó. Não, não são todos Charlie. Pelo contrário, há meia dúzia que são e ainda bem que há. Agora não se façam passar por eles. Hoje somos todos Charlie Hebdo, mas amanhã voltamos ao que éramos. Aos jornais, televisões, etc., que aparecem a dizer-se Charlie, pergunto: quantas semanas durava o Charlie Hebdo em Portugal antes de ser cancelado por causa de chatices com a Igreja, Angola ou o Governo? Força, Charlie. Quantos jornais portugueses teriam coragem ou vontade de publicar os "cartoons" do Charlie? Espero que estes jornais que se dizem Charlie, durante a semana toda publiquem os "cartoons" na capa."
"Vivemos num país em que o Presidente da República, como representante de todos os portugueses, não vai ao enterro de um escritor (Nobel) porque não gosta dele, ou que não dá os parabéns a outro que canta fado porque não canta o que ele gosta, e que deve estar a deitar cá para fora um comunicado sobre a importância de aceitar a liberdade de expressão e a diferença."
João Quadros, «Não somos todos Charlie»
"Não me levem a mal, ou levem, mas vou ser Charlie: por favor, jornalistas portugueses a dizer que são o Charlie quando nem coisos (tomates) têm para não fazer favores ao Governo etc., tenham dó. Não, não são todos Charlie. Pelo contrário, há meia dúzia que são e ainda bem que há. Agora não se façam passar por eles. Hoje somos todos Charlie Hebdo, mas amanhã voltamos ao que éramos. Aos jornais, televisões, etc., que aparecem a dizer-se Charlie, pergunto: quantas semanas durava o Charlie Hebdo em Portugal antes de ser cancelado por causa de chatices com a Igreja, Angola ou o Governo? Força, Charlie. Quantos jornais portugueses teriam coragem ou vontade de publicar os "cartoons" do Charlie? Espero que estes jornais que se dizem Charlie, durante a semana toda publiquem os "cartoons" na capa."
"Vivemos num país em que o Presidente da República, como representante de todos os portugueses, não vai ao enterro de um escritor (Nobel) porque não gosta dele, ou que não dá os parabéns a outro que canta fado porque não canta o que ele gosta, e que deve estar a deitar cá para fora um comunicado sobre a importância de aceitar a liberdade de expressão e a diferença."
João Quadros, «Não somos todos Charlie»
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