quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

António Costa...


Limitou-se a constatar o óbvio....

Santana Lopes...

"Portugueses defendem o Syriza porque protegem «os coitadinhos»" - Santana Lopes, ontem à noite na SIC Notícias...
Diz quem o conhece, que Pedro Santana Lopes quando tem um objectivo perde a noção da racionalidade. Quem o conhece dos bastidores das campanhas, na luta político-partidária, sabe isso bem... 
A meta, agora, ao que parece, é Belém. Tem tido avanços e recuos, próprios de quem anda perdido: gosta, mas está a observar quem também avança... 
Contudo, o que, Santana Lopes, um antigo primeiro-ministro, ontem à noite desabafou na SIC-Notícias, era perfeitamente evitável.  
Além do mais, Santana tem protegido, nos últimos anos, tantos «coitadinhos» lá pela Misericórdia...

A propósito de erosão costeira, recordo...

Engenheiro Baldaque da Silva, João Pereira Mano e Manuel Luís Pata.

Na Aldeia da subserviência...

Dizia Einstein que existiam duas coisas infinitas: o Universo e a estupidez humana.
Ainda não estamos seguros sobre se o Cosmos é ou não infinito mas, seguramente, a estupidez humana não conhece barreiras ou limites.
Quando a subserviência a interesses de terceiros, prejudica o interesse de quem o elegeu, a isso chama-se traição.
Vivemos numa Aldeia domesticada...
Domesticados já estamos há muito...
Até fomos elogiados por sermos bem comportados.
Não há movimentação social.
Nas próximas eleições ganharão os mesmos ou os «outros», os tais do arco...
É isto uma Aldeia democrática?..
Parece-me mais uma ditadura moderna onde em vez de partido único há, no máximo dos máximos, o bipartidarismo «do arco».
Mas, sobretudo, vivemos numa Aldeia onde o que não há é política, que o mesmo é dizer, não há ideias.
Neste momento, na Aldeia, o cargo de político começa a parecer desnecessário...
Domesticados, há muito, já fomos...
E isso nota-se...  

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O mar continua a “engolir” sistema dunar em S. Pedro

foto de António Agostinho
Estávamos em 11 de abril de 2008, uma sexta-feira.
O prolongamento em 400 metros do molhe norte do porto da Figueira da Foz foi adjudicado nesse dia, um ano depois do lançamento do concurso público que sofreu reclamações dos concorrentes e atrasos na análise das propostas.
A obra, considerada fundamental pela tutela e comunidade portuária, visava permitir a melhoria das condições de acessibilidade ao porto da Figueira da Foz.
Cerca de 7 anos depois de concluída a obra, a barra, para os barcos de pesca que a demandam está pior que nunca e a erosão, a sul, está descontrolada. 
Neste momento, pode dizer-se, sem ponta de demagogia, que é alarmante: o “mar continua a “engolir” sistema dunar em S. Pedro”.
Repito a pergunta que fiz neste Outra Margem, nesse dia 11 de abril de 2008, pois ainda não obtive resposta:
Será que alguém sabe, porque estudou, as REPERCUSSÕES QUE MAIS 400 METROS NO MOLHE NORTE terão na zona costeira na margem a sul do Mondego?