sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Macedo em todo o seu esplendor...

Sem dizer o preço acordado com a farmacêutica para o tratamento de doentes com Hepatite C, o ministro da Saúde disse ter alcançado "o melhor" acordo de todos.

Este Paulo Macedo parece ter a mania de morrer na praia, se calhar é uma maldição da Praia da Altura, do tempo que estava por lá a passar férias e partiu o braço quando foi tomar banho com algum cachão, mas teve sorte, se fosse agora teria ficado maneta pois quando chegasse a sua vez de ser atendido na urgência já o braço teria gangrenado. 

Este Paulo Macedo é um "gabarolas" que veio defender que tinha conseguido um acordo melhor do que os outros países, não conseguindo esconder a sua estratégia sinistra de deixar morrer gente para um dia se gabar. O mesmo que há dois dias olhava com indiferença para o doente que lhe apontava o dedo e que durante meses esteve indiferente à morte de portugueses, quer aparecer a cobrar ao país pelo seu brilhantismo.

Este Paulo Macedo, no fundo, é um "cobardolas".

Via O Jumento.

Pior que ser um imbecil qualquer, é ser um imbecil com orgulho...

Segundo o jornal Sol, o ministro das Finanças grego, Yanis Varoufakis, respondeu esta quarta-feira, através do seu assessor, às declarações de Pedro Passos Coelho. No dia seguinte à vitória do Syriza, o primeiro-ministro português afirmou que o que consta do programa do Governo grego é “um conto de crianças”, dizendo que este terá "dificuldades em conciliar-se com as regras europeias". O assessor de Varoufakis, citado pelo Diário Económico, respondeu dizendo que "os contos de crianças trazem sempre esperança". A mesma fonte acrescentou que uma visita a Portugal por parte de membros do Governo grego deverá realizar-se “assim que for possível”, já que o ministro das Finanças atribui grande importância à relação entre os dois países, uma vez que a Grécia e Portugal estão no mesmo barco.

Se isso acontecer, o homem entretanto rebenta...

Falando na SIC-Notícias, num debate com António Vitorino, Santana prometeu, quanto à questão presidencial: "Não falo mais até outubro." 
Antes tinha dito por várias vezes que em março ou abril anunciaria definitivamente se seria ou não candidato a Belém. Depois acrescentaria que não falaria de uma sua eventual candidatura - mas reservando-se o direito de poder falar de outras...

Na Figueira há-de continuar a ser sempre Carnaval: Merche Romero e o figueirense Fernando Maltez vão reinar no Carnaval, nos dias 15 e 17, na avenida do Brasil...

foto de Pedro Agostinho Cruz, sacada daqui
Carlos Monteiro, vereador, no domingo, dia 14 de março de 2014, disse ao jornal As Beiras.
A autarquia quer devolver a organização do Carnaval Buarcos – Figueira da Foz a uma comissão, como acontecia até finais da década de 1990.”
Como escrevi na altura, tenho quem me faça  simpáticas chamadas de atenção por causa do meu pessimismo.
Contudo,  o meu pessimismo  tem-se revelado  um objecto utilitário.
Tem sido como  um relógio...
Como tal, prometo que quando falhar,  vai para o lixo.
Como não tem falhado, vai continuar ao serviço.
Além do mais, e continuando a citar o vereador Monteiro, “o Carnaval é um espaço de crítica”.
Não só por isso, mas também por  isso, “não faz sentido ser a câmara a poder causar constrangimentos aos participantes”.
Recorde-se, 6 de fevereiro de 2013, quando o presidente João Ataíde, defendia que o carnaval deveria voltar a ser organizado por coletividades da cidade, com a extinção, no final desse mês, da empresa municipal de turismo: "a solução é que as próprias coletividades tomem a iniciativa de organizar o Carnaval, deverá ser essa a estratégia"...
No ano seguinte, em 2014, foi o vereador Monteiro a dizer mais ou menos o mesmo...

Mas nunca é tarde.
Segundo li aqui, a partir de 2016 uma Comissão vai passar a organizar o Carnaval. A autarquia pretende, já a partir do próximo ano, “devolver o Carnaval às escolas de samba”. A futura comissão responsável pelo evento irá ser constituída por representantes das 3 escolas de samba locais, da Câmara Municipal da Figueira da Foz e Junta de Freguesia de Buarcos.
Segundo adiantou o presidente da Câmara ontem à tarde, a comissão irá ter como base de trabalho um orçamento a rondar os 50 mil euros. O eventual remanescente dos apoios publicitários reverte para a própria comissão.
Para o ano, mais ou menos por esta altura, veremos...

Bom, mas eu sou suspeito, pois tenho uma relação difícil com o Carnaval organizado por uma Câmara Municipal.
Tolero o Carnaval do mesmo modo que tolero uma greve dos transportes públicos: não me dá jeito nenhum, mas presumo que os organizadores terão as razões deles...
Aceito que, possivelmente, farei parte de uma minoria que não gosta deste tipo de carnavais que nada têm de português. 
Mas, a questão que verdadeiramente me interessa, não é essa.  As pessoas gostam do que gostam.
A questão verdadeiramente relevante é a dos dinheiros públicos: as  câmaras não têm qualquer dever ou obrigação de organizar e pagar carnavais.
Um espectáculo como este  é um produto comercial.
Assim, do meu ponto de vista, a organização  deve fazer o investimento, realiza o evento e, quem quiser ver, paga.
Quem não quiser, nada devia ter a pagar.
A  carga fiscal, que 40 anos de democracia consolidou - e este governo agravou e esta Câmara agravou -, esmaga-me. A mim, e certamente aos infelizes como eu, que não têm forma de contornar o fisco ou passar os proveitos para off-shores. E como o governo ou as autarquias, não fazem dinheiro, a solução é repetida. Quando este falta, lança-se um novo imposto, taxa ou coima. Ano após ano, imposto após imposto, chegámos onde estamos.
Por exemplo, para não falar na taxa de IMI aplicada aos figueirenses, como escrevi aqui em 24 de janeiro de 2013, numa conta de consumo de água,  cerca de  70% do seu valor, são impostos e taxas...

Cessação dos protocolos vigentes entre o Centro de Estudos do Mar (o verdadeiro… o que existe legalmente desde há vinte [20] anos…) e a entidade da administração pública autárquica do Estado português chamada Câmara Municipal de Mira....

para ler melhor clicar na imagem
(Os protocolos que estavam vigentes no próprio dia 17.01.2015… [!]... o dia em que essa entidade pública portuguesa, de parceria com uma outra entidade do Estado português, chamada Universidade de Coimbra, criou, em Mira, com grande visibilidade mediática, e com a presença de duas figuras ministeriais do Governo português (um Ministro, e um Secretário de Estado, ambos convidados para virem abençoar a cerimónia), "o Centro de Estudos do Mar" [sic]…)