Ernest Hemingway: «Um homem pode ser destruído mas não vencido.»

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Medo

"O medo", é o sentimento que faz vibrar as almas e que lhes aflora o ódio indisfarçável à pele.
"O medo" é o que os faz passar por cima de qualquer veleidade democrática quando se trata de silenciar o outro lado.
"Esse medo", e uma terrível inexistência de escrúpulos e de dignidade. Só isso pode justificar, ou pelo menos tornar compreensível, os boatos e as mentiras que se contam sobre os que estão do outro lado.
É por "medo" que o individualismo deles venha a ser substituído pelo nosso humanismo.
É por "medo" que o empreendedorismo deles seja substituído pela nossa solidariedade.
É por "medo" que a modernidade deles seja substituída pelo futuro.
É por "medo" que a competitividade deles seja substituída pela nossa cooperação.
É por "medo" que as suas teses velhas sejam destruídas pelo progresso.
É por "medo" de que o homem, transformando o mundo, se transforme a si próprio.

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