Ernest Hemingway: «Um homem pode ser destruído mas não vencido.»

sexta-feira, 25 de maio de 2007

X&Q54

9 comentários:

Anónimo disse...

Pois é.
Neste caso não é o Redbull que dá asas. São os €uros.
Um é o cavalo de tróia que por aqui tem andado a tratar de assuntos relacionados com energia. Coisas do tal Redbull, dá energia. Estaria tudo bem se não tivesse havido a mistura que houve, a mamar da teta de todos nós e sem nada fazer que justificasse o aquecimento que tinha na Assembleia da Bandalheira.
A democracia de uma só via no seu melhor.
O outro, está num remake do "Aeroporto de Macau II" em que os personagens variam. Os actores são da mesma escola e do mesmo quadrante político. Os figurantes são os mesmos e agora pela segunda vez. Já tinham entrado no primeiro filme e agora são convidados novamente.
A pagar, claro. Todos têm o mesmo nome. Zé.
São os Paga Zé!

Anónimo disse...

É publico que o investimento público no novo aeroporto da OTA se limita a 10% do custo total da obra. O resto é financiado pela Comunidade Europeia e pelos privados que, em troca ficam com a ANA e com a exploração da OTA por 30 anos.
Assim sendo, o tó (da lota) equivocou-se. Acontece aos melhores!
Quanto aos ex-comunistas, li há dias, que se pode sair do PCP, mas o PCP é que não sai deles.

Anónimo disse...

Castelo de Areia.

Acorda, põe os pés no chão e olha à tua volta.
Aqui não se dá nada a ninguém, só se tira.
Não sei de que lado estás, se é dos que tiram, aceito. Se não é, rejeito.

Anónimo disse...

As desculpas dos xuxas para defenderem a OTA transforma esta no maior embuste e na maior comédia dos últimos séculos: desde chamar deserto ao sul do Tejo, até dizerem que os terroristas dinamitam uma ponte, e agora não há pontes?
Mas os xuxas gostam é de brincar com a inteligência dos outros ou há alguém que vai meter uns milhões ao bolso?

carlos freitas nunes disse...

Renovadores ou ex-comunistas ? Fazem-me lembrar o tempo em que também existiam católicos não praticantes. Neste caso ou se é ou não se é. No caso do P.C.P, alguém entendeu o que se queria renovar? A muitos deles li-os e ouvi-os aperorar contra Enrico Berlinguer e o P.C.I., anos depois tentavam em Portugal fazer o mesmo, esquecendo o que haviam dito e escrito sobre a europeização dos partidos comunistas europeus.
Essa é uma parte da história contemporânea do Partido Comunista Português que, embora com dificuldade, vai sendo escrita. O livro de Raimundo Narciso, um ex-renovador ou ex-comunista, como lhe queiram chamar está ai, nas bancas. Sei que o Partido Comunista, já exprimiu, no seu orgão oficial, o que pensava sobre a obra. No entanto já não estamos no tempo da leitura única, nem dos livros escolhidos, Lê-lo é um acto de liberdade e escolha pessoal que aconselho. Na realidade existiram entre os ex-comunistas alguns que trilharam outros caminhos, que não passaram pela realização pessoal nem financeira, que não aderiram a outros partidos de orientação política diferentes, como aconteceu com Zita Seabra. A renovação será implicita, como em tudo na vida.O tempo dos homens não é igual ao tempo da história. Aos que se mantiveram fiéis à tentativa de renovar, resta-lhes que a história lhes venha um dia a dar razão.

Anónimo disse...

Discordar da ideia urgente de construção de um novo aeroporto internacional faz lembrar as teorias isolacionistas da Albânia de Enver Ocha. Criticar, agora, a localização OTA, depois de anos e anos de debate e estudos é de desconfiar. Alinhar na campanha orquestrada por lobies da grande finança que não reproduz riqueza acolitados pelos opinadores alfacinhas será, no mínimo, provinciano. "Emprenhar" de ouvido fácil é sempre perigoso face ao que se defende ou critica!

Anónimo disse...

Castelo de areia,
Não está em causa fazer aquilo na Ota ou em noutro local qualquer.
o que está em causa é saber se vale a pena, no estado em que estamos, gastar aquele dinheiro todo. quanto a ser financiado por a ou b, é sempre a mesma coisa. Tudo aldrabices.
quem vai pagar aquilo, somos nós. De que maneira? Assim:
Vai custar X. A União comparticipa com Y.
Os privados com Z.
Mas como a derrapagem vai ser mais do triplo, Pagamos nós esse triplo, continuando a união e os privados com a sua comparticipação inicial. Nem mais um C~entimo daraõ de contribuição. Ficaremos nós e os nosso filhos a pagar sózinhos aquela merda toda.
Ficaremos AINDA MAIS empenhados.
Vai ser uma catástrofe.
Acredita no que te digo.

Anónimo disse...

Então, a ser assim, é melhor evocar a velha máxima de que o último a sair que feche a luz... do País, é óbvio!

carlos freitas nunes disse...

Meus caros colegas comentadores:(hoje começo em português escorreito, para falar de assunto sério...nada como começar bem, escrevendo bem! Ora cá está.
Nunca houve uma obra pública que em Portugal, desde meados do século XIX que não desse para o torto-vejam-se as estradas de Fontes Pereira de Melo, dirigidas por companhias inglesas(onde surge o célebre Engenheiro MacAdam, que nós vertemos na lusa língua para Macadame)-todas aos esses(S)- tal deveu-se ao facto, comprovado, que sendo os engenheiros, ingleses e os capatazes portugueses (que não entendiam patavina da real língua de sua Magestade!) quando perguntavam aos ingleses por onde seguiria a estrada, eles não entendendo o português, respondiam yes. Ora os portugueses, que são tudo(é assim que nos coonsideramos)menos burros, entenderam perfeitamente que a estrada continuaria por ali fora, mas aos esses. E assim foi. Ficamos com o país povoado de estradas...mas aos eses!
Até mesmo o Duarte Pacheco, já no século XX, só conseguiu mandar fazer algumas das emblemáticas obras dos anos trinta e quarenta do Estado Novo, porque a propriedade privada pertencia ao Estado (fórmula encontrada pelo nosso amigo "Botas" para melhor governar um país habitado por perigosos comunistas). Ora a questão no século XXI é igual, com as derrapagens de "fin-de-siécle" dos estádios de futebol, alguns localizados onde nem ao Diabo lembraria, mas pouco criticados, quanto ao roubo do erário público que foram então praticados. Hoje poucos ou nenhuns se preocupam com isso-veja-se o caso EuroStadium em Coimbra e reflita-se sobre o assunto...Quanto a Ota, bem...só se formos Otários e que não entendemos que o Mário Ministro quis- desta forma- mudar a localização do novo aeroporto para a margem sul...porque isto de guerras norte-sul...não sei, costumam dar para o torto. Os nortistas tripeiros estão de reserva (para o caso de termos de formar um exército para defender a localização do aeroporto a norte de Lisboa , bem entendido),dado que já possuem Pedras Rubras e o "Metro", de contas astronómicas e derrapagens de se lhe tirar o chapéu! Para já estão na retranca..para ver o que dá esta luta entre o sul e o norte do Centro! Defendamos para já a construção do aeroporto, com as derrapagens são habituais, fora disso é que não...só as habituais. Na Ota bem entendido, defendo eu que sou nortista do Centro! Fiquem por ai a fazer contas, que eu já estou a desenhar a futura cidade no deserto da Ota.