Ernest Hemingway: «Um homem pode ser destruído mas não vencido.»

sábado, 26 de maio de 2007

Dia de alegria





Houve várias e diferentes alegrias.
Para uns, houve a alegria genuína dos que sofreram as dificuldades do inicio.







Para outros, houve outras alegrias.
E fizeram o seu “reality show”.

22 comentários:

Anónimo disse...

O quê, por aí também há reality show?...
É impossível escapar-lhes...
Todos dizem que só os vêem para ver quão baixo os concorrentes conseguem descer!...
Mas, meus amigos, tenham paciência: “estão todos aí a assistir para quê? Para verem quão baixo as pessoas podem cair?...
Mas, o que representa um reality show?
Simplesmente, a grande vitória do desprezo.
Todos – promotores, concorrentes e espectadores – se desprezam mutuamente...
Mas isso que importa?
Só o efeito imediato interessa. Só a caça à audiência, para memória futura, conta.
Puxa vida, meus caros amigos. A ficção é menos macabra que a realidade.
No real, as pessoas optam, de livre vontade, ser humilhadas e sofrer.
Porquê?
Falta de orgulho? Talvez...
Bastaria que as pessoas fossem um pouco mais orgulhosas para não caírem tão baixo...
Principalmente, quando seria tão fácil não caírem...

Anónimo disse...

Os meninos não mereciam isto...
Inesquecível é a palavra certa para catalogar a sua prestação no campeonato.
È assim que vai ficar lembrada a época de 2006/2007 do Grupo Desportivo Cova Gala, uma das prestações mais conseguidas nos quase 30 anos de vida deste Clube.
Esta equipa de Infantis qual orquestra afinada por um maestro de outra galáxia deliciou o distrito com o perfume do seu futebol no decorrer de toda a prova.
Os meninos não mereciam isto...
Como espectador de todas as partidas fica uma palavra para os miúdos: obrigado pelos espectáculos com que deliciaram os amantes de futebol pelos campos do distrito por onde passaram...
Miúdos vocês não mereciam ser utilizados assim no final do jogo.

Anónimo disse...

Não sei se há, ou não sondagens, sobre os políticos da vossa terra.
Mas se houvesse, de certeza absoluta que “a união nacional local” tinha maioria absolutíssima...
Quem não estiver muito atento ficaria a pensar que essa terra é um oásis de prosperidade!.
Já agora, oásis por oásis, antes o verdadeiro, o da Figueira, o de Santana.
Aqui, ao menos, os ratos sempre aparecem ao lusco fusco!...

Anónimo disse...

Eh pá parque é que os garotos estão tão alinhadinhos?...
Que maldades é que eles fizeram para merecerem tal castigo?...
Que babárie!...Que trsiteza!...

Anónimo disse...

O desporto a par com a cultura marca a identidade de uma Terra.
A cultura na nossa Terra é o que sabemos que não existe.
Não sei se é prosperidade mas o prevalece é a estupidez a mediocridade.
E a terra não reage...
O DESINTERESSE DOS POLÍTICOS PELA CULTURA É GRITANTE!...
Neste momento, com a conquista do distrital de infantis pelo Cova-Gala o interesse dos políticos pelo desporto, ontem, foi gritante.
Oxalá que seja para continuar...

Anónimo disse...

Olha que maravilha...
o jardim na madira e em S.PEDRO o Carlos simão.
valha-nos Deus!!!
MOCIDADE PORTUGUESA????
AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH

Anónimo disse...

sem comentarios...

Anónimo disse...

Antes do 25 de Abril a marginalização da nossa Terra era um facto completamente indesmentível. Nos primeiros anos a seguir ao 25 de Abril continuamos a ser maltratados.
A margem sul do Mondego não é um deserto, é uma terra com gente, hospital, lota, escola, instalações desportivas e um prometido futuro aeródromo....
Ah ... e uma equipa campeã distrital nas camadas de formação.

Anónimo disse...

As graçolas saltam dos e mails para os blogues. Dos blogues, para o café. Pronto, tá alargado o anedotário local.
Não sendo por enquanto exequível a abolição dos computadores, dos cafés, a solução passará por colocar delatores idênticos ao prestimoso colega do prof. Charrua.
Os potenciais candidatos seriam com uma réplica local da directora da DREN. Seria o controlo absoluto.
Assim nesta bagunça é que não.
O ideal era esbater a diferença entre a tentação de controlar e a possibilidade de controlar.

Assim não vale é ridículo.

Anónimo disse...

É triste muito triste mesmo.
Ainda há que não saiba distinguir uma piada de uma ofensa!...

Anónimo disse...

As tragédias pululam por pululam por aí!...
Este post é o retrato de uma Terra, como é raro acontecer...
Parabéns blogueiros pela vossa argúcia e sentido de oportunidade

Anónimo disse...

Não sejamos pessimistas,
Ainda hhá pessoas que pensam pela própria cabeça.

Anónimo disse...

Hoje em dia um homem à frente dos destinos de uma junta de freguesia é tão importante como o primeiro ministro.
Qual foi o primeiro ministro que em dia de festa veio dar frente a todos um envelope ao presidente do clube?
Vá digam se conseguem?
Assim é que ajuda o clube.No momento próprio, na altura oportuna, no segundo exacto aí esta qual coelho tirado da cartola, o golpe mágico: o cheque mate!...

Anónimo disse...

Oh blogueiro provinciano e censor....

António Agostinho disse...

Chamar provinciano a alguém, hoje em dia pode ser considerado um insulto.
Isso quer dizer, meu caro anónimo, nem mais nem menos, ser periférico ao poder – a qualquer poder.
Para mim, como é óbvio, não é um insulto.
Mas, já agora, sempre lhe digo: ao fim e ao cabo, não somos quase todos provincianos?
O PR, o PM, quase todos os dirigentes de tudo e de nada – até o nosso PJ – nasceram na província, isto é, fora de Lisboa, a capital, a cidade que para além de mero acidente geográfico, não é, de todo, a cidade onde nasceram, residem e decidem todos os provincianos.
Antigamente, as pessoas duravam menos que os impérios. Hoje, em dia, porém, com os avanços da ciência, isso já não é uma verdade rigorosa.
Mas isso não é grave. Assim, como não é grave aceitarmos, sem questionar, o conceito primário de democracia que grassa na nossa Terra. A democracia do quero, posso e mando, pois sou o dono.... Cada um come do que gosta.
Grave, grave, mas grave mesmo, é a falta de dignidade com que aceitamos a nossa condição de periféricos.
Mas, enfim, se calhar somos mesmo provincianos...

Anónimo disse...

Política de conciliação de classes, de cooperação do proletariado com a burguesia.
Por sua natureza social o Oportunismo é uma manifestação da ideologia e da política de pequeno-burguesas
Nesta terra só vejo é hipócritas e acima de tudo interesseiros...
Mas que limpeza que se fazia!!!
Amigos o dinheiro não é tudo haja um pingo de dignidade.

Anónimo disse...

SE O HOMEN NÃO DÁ É PORQUE NÃO DÁ SE DÁ É PORQUE DÁ SE VAI É PORQUE VAI SENÃO VAI É PORQUE NÃO VAI SE FAZ É PORQUE FAZ SE NÃO FAZ É PORQUE NÃO FAZ ARRE PORRA QUE É DE MAIS.
MAS PENSAM QUE O SIMÃO PRECISA DE FAZER CAMPANHA PARA GANHAR AS ELEIÇÔES AÍ NA FREGUESIA.

Anónimo disse...

Pena é que este acto de interesse vital para o clube tenha sido visto apenas por algumas dezenas de putativos votantes!..
Merecia um horário mais nobre.
Porquê a um sábado de manhã?
Força Simão e Fábio

Anónimo disse...

Não se preocupem, por mais lavagens que queiram fazer às criancinhas, haverá sempre jovens que se vão interrogar porque é que as maçãs podres quando caem da árvore vêm parar ao chão

Anónimo disse...

É verdade que quando somos miúdos os malandros exercem sobre nós uma atracção.
Mas também á medida que vamos envelhecendo é certo e seguro que os passamos a axar sem graça

Anónimo disse...

Adoro este blog.

Anónimo disse...

A Fundação Richard Zwentzerg nasceu em 1999 para estudar o atraso e subdesenvolvimento no mundo mas, logo no início da actividade, ficou fascinada com o caso de Portugal.
É pena não conhecer a Cova-Gala e o seu famoso presidente da junta.
Ficaria famoso o relatório a ser publicado: “SÃO PEDRO A FREGUESIA QUE NÃO FORA EU NUNCA SERIA DESENVOLVIDA - O SUCESSO INESPERADO DOS INCRÍVEIS ERROS DE CABO DE ESQUADRA”.
Aí se diria: "São Pedro fez tudo errado, mas correu tudo bem. Os disparates cometidos foram enormes. Só comparáveis com o sucesso que tiveram.