quarta-feira, 27 de julho de 2016
JOSÉ ASSUNÇÃO AFONSO LIMA, O ADEPTO DO ANO DO GINÁSIO FIGUEIRENSE
![]() |
| Foto Manuel Correia |
Parabéns ao Zé, meu conterrâneo e um Amigo de sempre.

Nota de rodapé.
O Zé Lima, foi um dos fundadores, e primeiro presidente da Direcção do Grupo Desportivo Cova-Gala.
Legalizado em 19 de Maio passado, tem sido gerido por uma Comissão Directiva.
Realizou em 9 de Junho de 1978, em casa emprestada, na sede do Centro Social da Cova e Gala, a sua primeira Assembleia Geral , com a seguinte ordem de trabalhos :
1º - Apresentação de contas ;
2º - Informações ;
3º - Apresentação e A provação dos Estatutos ;
4º- Eleição dos corpos gerentes .
As contas, foram aprovadas por unanimidade .
Seguiram-se varias informações a perguntas formuladas por diversos sócios .
Os estatutos , depois de discutidos, foram aprovados também por unanimidade .
Logo após, procedeu-se á eleição dos novos Corpos Gerentes, ficando eleita por maioria a única lista apresentada, assim constituída :
Assembleia Geral : Presidente, Carlos Alberto Jesus Lima ; 1º Secretário, António Catulo ; 2º Secretário, Carlos Mano .
Direcção: Presidente, José Lima ; Vice-Presidente, António Lebre; Secretários , Domingos Casqueira e Tó Samuel ; Vogais Alexandre, João Cura e Gafanhão, Suplentes Armando, José Luís Ramos e José Xico.
Conselho Fiscal: Presidente, Nelson ; Secretário, Domingos Roda ; Relator, Luís Pereira Mano.
P.S. -
(Esta postagem foi actualizada às 16 horas).
Chamar-se Onofriana ...
A SEVERA
Chamar-se Onofriana esteve longe de ser a pior fatalidade que assolou a vida desta mulher… como provam os seus vertiginosos 26 anos de vida, terminados na mais indigente miséria.
Curiosamente, apesar da dor posta em cada fado pelas fadistas dignas do nome… cantar foi provavelmente o único bálsamo e raio de sol na vida desta afamada cantadeira, prostituta, filha de prostituta e, como se tanto não bastasse, explorada por "nobres" devassos aborrecidos com a rotina abjecta dos seus palácios lisboetas e o tremendo enfado das suas fortunas.
Chamar-se Onofriana esteve longe de ser a pior fatalidade que assolou a vida desta mulher… como provam os seus vertiginosos 26 anos de vida, terminados na mais indigente miséria.
Curiosamente, apesar da dor posta em cada fado pelas fadistas dignas do nome… cantar foi provavelmente o único bálsamo e raio de sol na vida desta afamada cantadeira, prostituta, filha de prostituta e, como se tanto não bastasse, explorada por "nobres" devassos aborrecidos com a rotina abjecta dos seus palácios lisboetas e o tremendo enfado das suas fortunas.
Texto de Samuel Quedas
Subscrever:
Mensagens (Atom)


