quarta-feira, 13 de julho de 2016
"A CMFF, ao licenciar o evento no Coliseu entre a 01h00 e as 02h00 da manhã, procurou de forma deliberada inviabilizar a sua realização tendo, contudo, adoptado critérios distintos em relação a outras situações idênticas a quem foram permitidos horários mais alargados, como foi o caso da Piscina Praia, espaço esse da CMFF..."
O Cavaco de sempre...
"Conselho de Estado: Cavaco terá legitimado aplicação de sanções".
Nota de rodapé.
Será que Cavaco ainda pensa que pode vir a dissolver o Parlamento, declarar guerra a Espanha e desanilhar todas as cagarras?..
O Sr. Silva deve continuara a viver em Marte...
Ser coerente, significa continuar a ser tão ignorante hoje como há uns anos atrás?
Há pessoas que mostram coerência por sempre terem pensado do mesmo modo.
Pois cá o je, já mudou de opinião várias vezes e não se arrepende nada de o ter feito, nem se envergonha de o confessar publicamente.
É tudo uma questão de se procurar ser coerente.
Nota de rodapé.
Será que Cavaco ainda pensa que pode vir a dissolver o Parlamento, declarar guerra a Espanha e desanilhar todas as cagarras?..
O Sr. Silva deve continuara a viver em Marte...
Ser coerente, significa continuar a ser tão ignorante hoje como há uns anos atrás?
Há pessoas que mostram coerência por sempre terem pensado do mesmo modo.
Pois cá o je, já mudou de opinião várias vezes e não se arrepende nada de o ter feito, nem se envergonha de o confessar publicamente.
É tudo uma questão de se procurar ser coerente.
Lá diz o provérbio muito português: "as cadelas apressadas parem os cães cegos..."
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| imagem sacada daqui |
Adenda: Fernando Pimenta, campeão em canoagem, outro Grande Oficial da Ordem do Infante pelo Presidente Cavaco Silva, em 2015, soube pela TSF que amanhã vai ser "promovido para baixo" a Comendador da Ordem do Mérito. Alguém devia preparar umas papeletas básicas ao PR.
Marcelo anunciou frugalidade nas condecorações para se distinguir dos antecessores. Como o que primeiro se paga nesta vida é a língua, o desporto nacional não lhe dá, famosamente, descanso."
João Gonçalves
Sempre a aprender: tradição taurina!..
"La tradición obliga a matar a toda la familia del toro que mató a Víctor Barrio en Teruel"...
E pronto.
Assim, ficámos a saber que para cumprir a "tradição", quando um touro, em legítima defesa, mata o toureiro que o está a torturar em público, para deleite e gozo do público, a mãe do touro deve ser assassinada, sentença que é alargada a toda a "família" do animal.
Considerando a quantidade de touradas de morte que se realizam todos os anos em Espanha - ao longo de tantos anos - já imaginaram este hipotético cenário?
Os touros tomarem o poder por um dia e decretarem a chacina das famílias inteiras de cada toureiro que já assassinou touros na arena, com efeitos retroactivos!..
A Espanha corria o risco de ficar despovoada...
E pronto.
Assim, ficámos a saber que para cumprir a "tradição", quando um touro, em legítima defesa, mata o toureiro que o está a torturar em público, para deleite e gozo do público, a mãe do touro deve ser assassinada, sentença que é alargada a toda a "família" do animal.
Considerando a quantidade de touradas de morte que se realizam todos os anos em Espanha - ao longo de tantos anos - já imaginaram este hipotético cenário?
Os touros tomarem o poder por um dia e decretarem a chacina das famílias inteiras de cada toureiro que já assassinou touros na arena, com efeitos retroactivos!..
A Espanha corria o risco de ficar despovoada...
"A União Europeia não é união e nem sequer se pode dizer que seja europeia, porque a ideia de Europa deveria ser outra, especialmente depois de tanta História"
O verdadeiro Euro 2016 é este, o campeonato em que há jogadores que são árbitros e que, por isso, podem distribuir porrada à vontade, porque são os donos do apito. Todos sabem que as metas do défice não são alcançáveis, mas usam-nas como instrumento de pressão, para ajudar multinacionais e bancos, à espera do prémio.
De acordo com o Institute for Economic Research, já houve 114 violações das metas estabelecidas e, neste momento, apenas Portugal e Espanha estão sujeitos a possíveis sanções. Essas 114 (por extenso: cento e catorze) violações não foram levadas a cabo apenas por Portugal e Espanha: o país que mais vezes falhou neste campeonato foi a França, mas Juncker já explicou por que razão a França não pode ser castigada.
Note-se, ainda, que as possíveis sanções são consequência do défice deixado por Passos Coelho e por Maria Luís Albuquerque. Relembre-se, também, que os vários falhanços das metas estabelecidas foram sempre considerados sucessos pelas mesmas instituições que hoje ameaçam um governo que ainda não falhou as previsões. Percebe-se: com Passos, o país continuaria a retirar direitos e dinheiro aos trabalhadores, que os PIIGS querem-se pobrezinhos e prontos a pegar nas bandejas com bebidas exóticas.
De acordo com o Institute for Economic Research, já houve 114 violações das metas estabelecidas e, neste momento, apenas Portugal e Espanha estão sujeitos a possíveis sanções. Essas 114 (por extenso: cento e catorze) violações não foram levadas a cabo apenas por Portugal e Espanha: o país que mais vezes falhou neste campeonato foi a França, mas Juncker já explicou por que razão a França não pode ser castigada.
Note-se, ainda, que as possíveis sanções são consequência do défice deixado por Passos Coelho e por Maria Luís Albuquerque. Relembre-se, também, que os vários falhanços das metas estabelecidas foram sempre considerados sucessos pelas mesmas instituições que hoje ameaçam um governo que ainda não falhou as previsões. Percebe-se: com Passos, o país continuaria a retirar direitos e dinheiro aos trabalhadores, que os PIIGS querem-se pobrezinhos e prontos a pegar nas bandejas com bebidas exóticas.
A Europa das punições contra os fracos...
“Além disso, estima-se que o esforço orçamental acumulado empreendido por Portugal no período entre 2013 e 2015 tenha ficado significativamente aquém do recomendado pelo Conselho, o que leva a concluir que a resposta de Portugal à recomendação do Conselho não foi suficiente.”
(EU Press release)
Nota de rodapé.
"O Conselho de Ministros das Finanças da União Europeia (Ecofin) considerou hoje que Portugal e Espanha não tomaram medidas eficazes, no ano passado, para corrigir os défices excessivos...
… e decide iniciar um processo de sanções por violação do Pacto de Estabilidade e Crescimento.
Comandada hoje por um homem – Juncker – que fez todos os favores fiscais às multinacionais com sede no Luxemburgo e teve outro à sua frente – Barroso – que agora vai para o pior que existe na finança mundial, revelando assim ao serviço de quem se encontra, esta Europa que isenta sempre os mais fortes, não hesita em punir os mais fracos.
A França, quando descumpre, não é punida. A Alemanha, idem. Mas Grécia, Portugal, Espanha… podem ser castigados.
Ainda por cima por um órgão – o Ecofin – que nem sequer tem existência legal consagrada nos Tratados e cujas figuras não eleitas se tornaram odiosas desde a chantagem exercida sobre Atenas.
Com a agravante suplementar de haver implícito no processo de sanções aberto hoje e no nosso caso, uma clara nota de intolerância política.
Enquanto o governo português anterior, que aplicava à risca as receitas da troika (e queria mesmo ir além dela!), não foi sancionado, apesar de ter falhado todos os objectivos, Bruxelas pressiona agora Portugal pelo facto do novo executivo tentar aplicar um mix de medidas que sai um pouco fora da ortodoxia, não lhe conferindo qualquer benefício da dúvida.
Sanções-Punições
Ou seja – tolerância máxima para os amigos do Partido Popular Europeu – onde se abrigam os fundamentalistas da direita dominante – e máximo rigor para que ousam afastar-se, o mínimo que seja, do caminho austeritário traçado. Para a direita, tudo. Para a esquerda, nada. Ou melhor, para a esquerda – sanções!
“Sanções é tudo o que não precisamos; pensamos que ninguém deve ser punido” – dizia há dias o secretário-geral da OCDE, Angél Gurria, advertindo para os riscos de agravamento da situação económica.
Mas isso que importa para os burocratas de Bruxelas ao serviço de Berlim? O que importa, para eles, é dar um sinal de domínio, mesmo sabendo que dessa forma estão a atiçar os lobos da especulação financeira, sempre prontos a saltar sobre as suas vítimas ao mínimo sinal de sangue.
Mesmo que através de manobras de bastidores as sanções acabem por ser reduzidas a zero, a simples abertura do processo já é uma vergonha inadmissível que ofende o nosso mais elementar sentido de dignidade nacional!
A Europa devia ser solidária, promover a igualdade e a convergência, mas está afinal ao serviço dos poderosos contra os mais fracos.
Ao agir assim, trai-se a si própria – trai os ideais que inspiraram os seus fundadores e alimentaram durante décadas a esperança de um futuro de paz, desenvolvimento e unidade em todo o continente.
Esta Europa que a si mesma se trai não tem moral nem dignidade e por isso não tem futuro."
Carlos Fino
P.S.
Quando chegamos aqui - isto é, ao ponto de dois emblemáticos comentadores de direita criticarem os seus próprios partidos, com argumentos inatacáveis, por serem a favor das sanções a Portugal - percebe-se melhor o baixo nível de gente como Passos Coelho, Maria Luís Albuquerque ou Assunção Cristas.
Vale a pena ver o vídeo...
(EU Press release)
Nota de rodapé.
"O Conselho de Ministros das Finanças da União Europeia (Ecofin) considerou hoje que Portugal e Espanha não tomaram medidas eficazes, no ano passado, para corrigir os défices excessivos...
… e decide iniciar um processo de sanções por violação do Pacto de Estabilidade e Crescimento.
Comandada hoje por um homem – Juncker – que fez todos os favores fiscais às multinacionais com sede no Luxemburgo e teve outro à sua frente – Barroso – que agora vai para o pior que existe na finança mundial, revelando assim ao serviço de quem se encontra, esta Europa que isenta sempre os mais fortes, não hesita em punir os mais fracos.
A França, quando descumpre, não é punida. A Alemanha, idem. Mas Grécia, Portugal, Espanha… podem ser castigados.
Ainda por cima por um órgão – o Ecofin – que nem sequer tem existência legal consagrada nos Tratados e cujas figuras não eleitas se tornaram odiosas desde a chantagem exercida sobre Atenas.
Com a agravante suplementar de haver implícito no processo de sanções aberto hoje e no nosso caso, uma clara nota de intolerância política.
Enquanto o governo português anterior, que aplicava à risca as receitas da troika (e queria mesmo ir além dela!), não foi sancionado, apesar de ter falhado todos os objectivos, Bruxelas pressiona agora Portugal pelo facto do novo executivo tentar aplicar um mix de medidas que sai um pouco fora da ortodoxia, não lhe conferindo qualquer benefício da dúvida.
Sanções-Punições
Ou seja – tolerância máxima para os amigos do Partido Popular Europeu – onde se abrigam os fundamentalistas da direita dominante – e máximo rigor para que ousam afastar-se, o mínimo que seja, do caminho austeritário traçado. Para a direita, tudo. Para a esquerda, nada. Ou melhor, para a esquerda – sanções!
“Sanções é tudo o que não precisamos; pensamos que ninguém deve ser punido” – dizia há dias o secretário-geral da OCDE, Angél Gurria, advertindo para os riscos de agravamento da situação económica.
Mas isso que importa para os burocratas de Bruxelas ao serviço de Berlim? O que importa, para eles, é dar um sinal de domínio, mesmo sabendo que dessa forma estão a atiçar os lobos da especulação financeira, sempre prontos a saltar sobre as suas vítimas ao mínimo sinal de sangue.
Mesmo que através de manobras de bastidores as sanções acabem por ser reduzidas a zero, a simples abertura do processo já é uma vergonha inadmissível que ofende o nosso mais elementar sentido de dignidade nacional!
A Europa devia ser solidária, promover a igualdade e a convergência, mas está afinal ao serviço dos poderosos contra os mais fracos.
Ao agir assim, trai-se a si própria – trai os ideais que inspiraram os seus fundadores e alimentaram durante décadas a esperança de um futuro de paz, desenvolvimento e unidade em todo o continente.
Esta Europa que a si mesma se trai não tem moral nem dignidade e por isso não tem futuro."
Carlos Fino
P.S.
Quando chegamos aqui - isto é, ao ponto de dois emblemáticos comentadores de direita criticarem os seus próprios partidos, com argumentos inatacáveis, por serem a favor das sanções a Portugal - percebe-se melhor o baixo nível de gente como Passos Coelho, Maria Luís Albuquerque ou Assunção Cristas.
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