![]() |
| Foto sacada daqui |
terça-feira, 5 de julho de 2016
Há dias tristes que são para lembrar
Eis um país que não perde o humor... (II)
«A empresa do namorado de Diogo Gaspar, o director do Museu da Presidência que está suspenso de funções, foi contratada pelo Secretaria-geral da Presidência da República para organizar a recepção ao Corpo Diplomático no passado dia 10 de Junho. Por um dia de trabalho foram pagos 12600 euros.»
Correio da Manhã
Correio da Manhã
Eis um país que não perde o humor...
Relvas, ex-"aluno" da Lusófona, não perdeu a licenciatura.
Não se perde o que não se tem. Ele sempre soube isso.
Ele fez o que fazem em Portugal, um país que não perde o humor, os "políticos-gestores-videirinhos".
Então é assim: atira-se o barro à parede. E a maioria das vezes resulta!
O que terá acontecido desta vez com Relvas?..
"O incumprimento foi em 2015." O resto são cantigas...
![]() |
| Foto Pedro Agostinho Cruz, Figueira na Hora |
Nota de rodapé.
"O incumprimento foi em 2015. Não disfarcem, o incumprimento foi em 2015. É muito giro, mas o incumprimento foi em 2015. Conversa à parte, o incumprimento foi em 2015. Só para recordar, o incumprimento foi em 2015. Para os distraídos, o incumprimento foi em 2015. E para os pafiosos, o incumprimento foi em 2015. Todos sabem muito bem, o incumprimento foi em 2015. Mas procuram disfarçar que o incumprimento foi em 2015. Acontece que o incumprimento foi em 2015. E nada do que façam altera o facto: o incumprimento foi em 2015. Bem que procuram fazer de Pilatos, mas o incumprimento foi em 2015. Vai-lhes ficar colado que o incumprimento foi em 2015. Vejam lá se é preciso repetir que o incumprimento foi em 2015.
E a haver sanções foi por causa de 2015.
Se tivessem vergonha na cara, saiam da sua zona de conforto e arranjavam trabalho. Como não é o caso, acusam terceiros pelo que fizeram."
j. manuel cordeiro, via Aventar
Sinceramente...
"Faz em Outubro quatro anos que a Assembleia Municipal (AM) votou uma proposta do PSD e do Movimento Figueira 100%, para a agregação de 4 Freguesias. Importa relembrar, que estas agregações não eram uma opção, mas sim uma obrigação. Resultaram de uma lei, que apesar de dela discordarmos, estávamos condenados a cumpri-la.
Havia dois caminhos possíveis. Um defendido pela câmara e pelo PS, que se traduzia na ausência de qualquer proposta, ou seja, ignorar a lei e permitir que “Lisboa” decidisse por nós. Um outro, mais difícil é certo, que representava não alienar a responsabilidade que a todos os deputados municipais cabe, e serem os figueirenses a decidir o que fazer com o seu território.
O primeiro caminho, levaria á agregação de 6 freguesias, o segundo e usando as prorrogativas da lei, permitiu agregar 4.
Claro está, que aqueles que nada fizeram e que preferiam que terminassem mais freguesias do que correr os riscos políticos inerentes a uma decisão inevitavelmente incompreendida por muitos, fizeram nas eleições autárquicas seguintes um triste espectáculo de demagogia, acusando-me de ser a favor da agregação. Volvidos quatro anos, a última AM aprovou uma moção da Assembleia de Freguesia da Ferreira-a-Nova, que solicita ao Governo e à Assembleia da República, que Santana se volte a autonomizar.
Registo com agrado, que o texto dessa proposta contém várias declarações minhas, manifestando a minha discordância com a lei. Foi preciso esperar quatro anos, mas sinto-me vingado a assistir ao PS a aprovar um texto, em que repõem a verdade, e que fica claro que sempre fui contra a agregação de freguesias."
Miguel Almeida, no jornal AS BEIRAS.
Nota de rodapé.
“Depois de 25 de Abril tenho-me sentido tentada a escrever uma peça que se chamaria «O Auto dos Oportunistas», mas que é impossível de escrever porque há sempre mais um acto”.
Sophia de Mello Breyner
Há sempre, pelo menos, duas formas de vermos as coisas. A verdade única é um mito. Não existe.
Limitar a realidade a uma única perspectiva é distorcê-la. Os "opinion makers" fazem esse serviço na perfeição e a maior parte de nós limita-se a abanar com a cabeça.
Meu caro Miguel: podes tentar enganar todos, mas a mim, que sou teu fiel leitor, poupa-me...
Na altura, há quase 4 anos atrás, o objectivo foi mostrar a alguém - e assim aconteceu, por inépcia política do executivo camarário... - que, embora em minoria e na oposição, dominavas o esférico político na Figueira...
O resto é paleio da treta...
Sinceramente: já não tenho pachorra para aturar certas coisas...
Pelo que tive oportunidade de ver no decorrer da última Assembleia Municipal, isto, para o presidente Ataíde e a sua maioria política, continua a ser um não assunto...
Portanto, o mais certo é os fregueses afectados continuarem "À espera de Godot".
Havia dois caminhos possíveis. Um defendido pela câmara e pelo PS, que se traduzia na ausência de qualquer proposta, ou seja, ignorar a lei e permitir que “Lisboa” decidisse por nós. Um outro, mais difícil é certo, que representava não alienar a responsabilidade que a todos os deputados municipais cabe, e serem os figueirenses a decidir o que fazer com o seu território.
O primeiro caminho, levaria á agregação de 6 freguesias, o segundo e usando as prorrogativas da lei, permitiu agregar 4.
Claro está, que aqueles que nada fizeram e que preferiam que terminassem mais freguesias do que correr os riscos políticos inerentes a uma decisão inevitavelmente incompreendida por muitos, fizeram nas eleições autárquicas seguintes um triste espectáculo de demagogia, acusando-me de ser a favor da agregação. Volvidos quatro anos, a última AM aprovou uma moção da Assembleia de Freguesia da Ferreira-a-Nova, que solicita ao Governo e à Assembleia da República, que Santana se volte a autonomizar.
Registo com agrado, que o texto dessa proposta contém várias declarações minhas, manifestando a minha discordância com a lei. Foi preciso esperar quatro anos, mas sinto-me vingado a assistir ao PS a aprovar um texto, em que repõem a verdade, e que fica claro que sempre fui contra a agregação de freguesias."
Miguel Almeida, no jornal AS BEIRAS.
Nota de rodapé.
“Depois de 25 de Abril tenho-me sentido tentada a escrever uma peça que se chamaria «O Auto dos Oportunistas», mas que é impossível de escrever porque há sempre mais um acto”.
Sophia de Mello Breyner
Há sempre, pelo menos, duas formas de vermos as coisas. A verdade única é um mito. Não existe.
Limitar a realidade a uma única perspectiva é distorcê-la. Os "opinion makers" fazem esse serviço na perfeição e a maior parte de nós limita-se a abanar com a cabeça.
Meu caro Miguel: podes tentar enganar todos, mas a mim, que sou teu fiel leitor, poupa-me...
Na altura, há quase 4 anos atrás, o objectivo foi mostrar a alguém - e assim aconteceu, por inépcia política do executivo camarário... - que, embora em minoria e na oposição, dominavas o esférico político na Figueira...
O resto é paleio da treta...
Sinceramente: já não tenho pachorra para aturar certas coisas...
Pelo que tive oportunidade de ver no decorrer da última Assembleia Municipal, isto, para o presidente Ataíde e a sua maioria política, continua a ser um não assunto...
Portanto, o mais certo é os fregueses afectados continuarem "À espera de Godot".
Subscrever:
Mensagens (Atom)




