Administradores que transitaram do BES para o Novo Banco demitem-se.
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Obras de protecção da orla costeira previstas desde 2000 começaram hoje
| foto de António Agostinho |
Fez uma promessa sem promessa: "esperava que até ao verão estivessem concluídas as obras nas zonas costeiras de Ovar, Ílhavo e Figueira da Foz."
O que não aconteceu...
“É evidente que ninguém lança obra porque no fim-de-semana aconteceu uma intempérie. Esta obra estava estudada, desenhada, o caderno de encargos estava feito, alguns concursos já tinham sido feitos e estavam em condições de serem adjudicados”, garantiu Moreira da Silva.
“Trata-se de uma intervenção rápida e urgente”, disse igualmente em janeiro passado o ministro Moreira da Silva.
Apesar de rápidas e urgentes, tais obras têm estado previstas em sucessivos planos e programas para o litoral, de sucessivos governos, sem nunca saírem do papel.
As intervenções nesta zona estão definidas pelo menos desde a aprovação do Plano de Ordenamento da Orla Costeira de Ovar-Marinha Grande, publicado em 2000, durante o segundo governo de António Guterres. As mesmas acções foram previstas no Programa Finisterra, lançado em 2003 pelo Governo de Durão Barroso (2002-2004) e recicladas no Plano de Acção para o Litoral 2007-2013, aprovado em 2007 durante o primeiro mandato de José Sócrates como primeiro-ministro. E agora figuram num novo Plano de Acção de Protecção e Valorização do Litoral 2012-2015, já do actual Governo, lançado em Junho de 2012.
No terreno, a obra começou hoje e visa a recuperação de 1300 metros das dunas de Cova-Gala, Costa de Lavos e Leirosa, a sul do Mondego.
Fica o registo.
Para manter o prestígio... (IV)
Porque
este blogue não pode continuar a ser só larachas políticas, patos mortos - quando se saberá o resultado da autópsia? -,
futebol e fotos de mulheres nuas, fica uma notícia cultural – mais uma.
“António Tavares apresenta «As palavras que me deverão guiar um dia» na Assembleia Figueirense, amanhã, quinta-feira, 18 de Setembro, pelas 18h30. A apresentação do evento estará a cargo de José Augusto Cardoso Bernardes”.
Em tempo.
Não vou ao acontecimento cultural do dia de amanhã na Figueira.
Já conheço pessoalmente o autor há muitos anos.
(Sim, eu sei... Ele mudou muito nos últimos 5...)
Também já conversei de viva voz com ele muitas vezes.
A seguir já não tenho pachorra para uma cerimónia umbiguista - como, naturalmente, é o lançamento de qualquer livro.
Depois, também, já não tenho paciência para mastigar alguns dos chavões habituais.
Finalmente, para que conste e por ser verdade, também não fui convidado.
Nem sequer, como era hábito noutros tempos, por sms – pelo que, deduzo, faria lá tanta falta como, na minha Cova-Gala, «faz uma viola num enterro».
Resta-me desejar as maiores felicidades ao já prestigiado e reconhecido autor e a este seu novo projecto literário.
“António Tavares apresenta «As palavras que me deverão guiar um dia» na Assembleia Figueirense, amanhã, quinta-feira, 18 de Setembro, pelas 18h30. A apresentação do evento estará a cargo de José Augusto Cardoso Bernardes”.
Em tempo.
Não vou ao acontecimento cultural do dia de amanhã na Figueira.
Já conheço pessoalmente o autor há muitos anos.
(Sim, eu sei... Ele mudou muito nos últimos 5...)
Também já conversei de viva voz com ele muitas vezes.
A seguir já não tenho pachorra para uma cerimónia umbiguista - como, naturalmente, é o lançamento de qualquer livro.
Depois, também, já não tenho paciência para mastigar alguns dos chavões habituais.
Finalmente, para que conste e por ser verdade, também não fui convidado.
Nem sequer, como era hábito noutros tempos, por sms – pelo que, deduzo, faria lá tanta falta como, na minha Cova-Gala, «faz uma viola num enterro».
Resta-me desejar as maiores felicidades ao já prestigiado e reconhecido autor e a este seu novo projecto literário.
Quando o retalhista se põe a pensar...
Quem menospreza quem tão bem soube vender iogurtes de pedaços, lâminas para a barba, bacalhau demolhado da Noruega, gel de banho, champôs anticaspa, couves, fruta, esfregonas, detergentes, carnes, conservas, etc., etc. etc., anda completamente enganado.
Um retalhista também pode ser detentor de habilitações culturais e políticas fora do comum.
Tomem nota deste pensamento sublime: "Cada companhia deve pagar de acordo com o que pode", disse o empresário em Carcavelos, Cascais, na apresentação da nova School of Business and Economics, que vai contar com o apoio da Jerónimo Martins.
O melhor e mais rico retalhista que alguma vez teve Portugal, tem muitíssima razão.
Somos um povo MISERÁVEL.Temos um governo MISERÁVEL. Temos uma media salarial MISERÁVEL. Temos uma classe política MISERÁVEL. Temos uma classe empresarial MISERÁVEL.
Resumindo e concluindo: somos todos uns MISERÁVEIS, pois aguentamos tudo impávidos e serenos... Como dizia o outro: o MISERÁVEL povo aguenta, ai aguenta, aguenta...
Até os insultos de um retalhista, podre de rico, à custa de muitos benefícios que só um país como Portugal lhe proporcionaria - nomeadamente, à custa da destruição do comércio tradicional e do emprego que gerava, a desertificação dos centros das cidades, benefícios fiscais, exploração de mão de obra barata...
Recorde-se que já há vários anos a família Soares dos Santos, principal accionista (56,14%) da rede de supermercados Pingo Doce e Recheio, transferiu o seu capital para a Holanda. Dito de outro modo: deixou de pagar impostos em Portugal.
No 1.º semestre de 2011, o lucro da rede de supermercados foi de 144 milhões de euros.
Alexandre Soares dos Santos, patriarca da família, o homem que nos últimos anos não fez outra coisa senão dar lições de moral aos portugueses, em sucessivas entrevistas e programas de televisão, mandou às urtigas o interesse nacional. O povo que suporte o agravamento fiscal. Ele foi pastar para outra freguesia.
Não sei o que seria Portugal sem pensadores e grandes e retalhistas como este senhor!..
Um retalhista também pode ser detentor de habilitações culturais e políticas fora do comum.
Tomem nota deste pensamento sublime: "Cada companhia deve pagar de acordo com o que pode", disse o empresário em Carcavelos, Cascais, na apresentação da nova School of Business and Economics, que vai contar com o apoio da Jerónimo Martins.
O melhor e mais rico retalhista que alguma vez teve Portugal, tem muitíssima razão.
Somos um povo MISERÁVEL.Temos um governo MISERÁVEL. Temos uma media salarial MISERÁVEL. Temos uma classe política MISERÁVEL. Temos uma classe empresarial MISERÁVEL.
Resumindo e concluindo: somos todos uns MISERÁVEIS, pois aguentamos tudo impávidos e serenos... Como dizia o outro: o MISERÁVEL povo aguenta, ai aguenta, aguenta...
Até os insultos de um retalhista, podre de rico, à custa de muitos benefícios que só um país como Portugal lhe proporcionaria - nomeadamente, à custa da destruição do comércio tradicional e do emprego que gerava, a desertificação dos centros das cidades, benefícios fiscais, exploração de mão de obra barata...
Recorde-se que já há vários anos a família Soares dos Santos, principal accionista (56,14%) da rede de supermercados Pingo Doce e Recheio, transferiu o seu capital para a Holanda. Dito de outro modo: deixou de pagar impostos em Portugal.
No 1.º semestre de 2011, o lucro da rede de supermercados foi de 144 milhões de euros.
Alexandre Soares dos Santos, patriarca da família, o homem que nos últimos anos não fez outra coisa senão dar lições de moral aos portugueses, em sucessivas entrevistas e programas de televisão, mandou às urtigas o interesse nacional. O povo que suporte o agravamento fiscal. Ele foi pastar para outra freguesia.
Não sei o que seria Portugal sem pensadores e grandes e retalhistas como este senhor!..
João Costa conquista prata no Mundial EM PISTOLA STANDARD A 25 METROS
O português João Costa conquistou, na passada terça-feira, dia 14, a medalha de prata na prova de pistola standard a 25 metros, nos Mundiais que decorrem em Granada.
O antigo atleta da Naval, agora no Sporting, que conta com 4 participações nos Jogos Olímpicos, somou, 577 pontos, menos quatro do que o turco Yusuf Dikec, que se sagrou campeão mundial.
João Costa já tinha participado em duas provas no Mundial que este ano se está a realizar em Granada, Espanha: terminou no 14.º lugar em Pistola a 50 metros (a três pontos do oitavo posto, o último que dava acesso à final olímpica) e na 19.ª posição em Pistola de Ar Comprimido a 10 metros, também a três pontos dos lugares que davam acesso à final.
O antigo atleta da Naval, agora no Sporting, que conta com 4 participações nos Jogos Olímpicos, somou, 577 pontos, menos quatro do que o turco Yusuf Dikec, que se sagrou campeão mundial.
João Costa já tinha participado em duas provas no Mundial que este ano se está a realizar em Granada, Espanha: terminou no 14.º lugar em Pistola a 50 metros (a três pontos do oitavo posto, o último que dava acesso à final olímpica) e na 19.ª posição em Pistola de Ar Comprimido a 10 metros, também a três pontos dos lugares que davam acesso à final.
Portugal: últimos 39 anos...
"É de enaltecer que Mário Soares tenda cada vez mais para uma sinceridade que chega a ser comovente. Que viva muitos anos e mais episódios sejam contados, completando a História do empreendedorismo à portuguesa, sempre alapado aos governantes e ao estado. O oportuno vídeo é do 31 da Armada, que se enganou no título: são 39 e não 40 anos. Vindo de quem comemora com tanto afinco o 25 de Novembro foi um deslize indesculpável."
daqui
daqui
terça-feira, 16 de setembro de 2014
Frases como esta são força e estímulo para a construção de uma existência emancipada...
“A
liberdade de pensar significa que a razão não se submete a nenhuma
outra lei senão aquela que se dá a si mesma.” - Kant
Estou a perder o controle... (2)
| para ver melhor clicar na imagem |
Este blogue está a tomar proporções alarmantes! Estou a referir-me à enorme plateia que Outra Margem já consegue alcançar... Se, a princípio, já lá vão quase oito anos, comecei por o divulgar junto dos meus amigos, actualmente é motivo de conversa em muito palco... Será que ando a dizer assim tantos disparates?..
Ainda há pouco, precisamente às 8 horas e 1 minuto, tinha 29 leitores em linha!..
PDM: tem de ser revisto obrigatoriamente no prazo de 2 anos
O Plano Estratégico de Desenvolvimento
da Figueira da Foz foi aprovado
ontem, em reunião de câmara, sob o genérico
“Figueira 2030, território sustentável
do Atlântico”.
Este instrumento de trabalho define as estratégias para sectores como o ordenamento do território, ambiente, desenvolvimento, sociedade e cultura.
Agora, "o PDM
deverá ser revisto em 2 anos", conforme foi dito ontem na reunião
extraordinária da câmara da Figueira da Foz...
Sei, porém, que houve tempo para um amplo e longo debate público. O que, nestes anos todos – desde 1989 – não aconteceu. E isso não foi só responsabilidade deste executivo.
Imagino, contudo, que muitas sugestões poderiam ter sido dadas e consideradas...
Todos sabemos que não é uma tarefa fácil, mas, na Figueira, em 26 anos, vários executivos presididos por 4 autarcas - dois do PS e dois do PSD - não conseguiram realizar a revisão do PDM.
Agora, vai ter de ser feita, obrigatoriamente, em dois.
Contudo, para isso, alguém teve de decidir.
E esse alguém não foi a Câmara Municipal da Figueira da Foz: foi o Governo.
Este instrumento de trabalho define as estratégias para sectores como o ordenamento do território, ambiente, desenvolvimento, sociedade e cultura.
![]() |
| foto sacada daqui |
Quem
o disse, porém, sabia do que estava a falar, só que não o expressou, ou pelo menos, isso não passou na comunicação social que estava a cobrir a reunião camarária. Eu próprio, confesso, que assisti em directo via internet não dei conta que tal tivesse sido realçado. É que em vez de "deverá", o termo correcto é "terá".
Recorde-se que o Ministro do Ambiente, quase há um ano, afirmou que “os municípios têm três anos após a publicação da nova lei dos solos para integrar nos Planos Directores Municipais (PDM) programas que actualmente estão dispersos, sob pena de serem penalizados no acesso a financiamento”.
Recorde-se que o Ministro do Ambiente, quase há um ano, afirmou que “os municípios têm três anos após a publicação da nova lei dos solos para integrar nos Planos Directores Municipais (PDM) programas que actualmente estão dispersos, sob pena de serem penalizados no acesso a financiamento”.
Ora,
quem de 3 tira 1, restam 2, precisamente o "timing" apontado para esta revisão do PDM!..
Em
outubro de 2013, na apresentação das linhas gerais da “Propostade Lei de Bases da Política de Solos, de Ordenamento do territórioe de Urbanismo”, em Lisboa, Jorge Moreira da Silva destacou que,
após a publicação da lei, “é dado um prazo de três anos para
que os PDM absorvam todas
as regras que estão previstas noutros programas."
Portanto,
um PDM que, em rigor, já anda para ser revisto desde 1989, ainda era
presidente da Câmara figueirense Aguiar de Carvalho, passou pelos mandatos de
Santana Lopes e Duarte Silva e nada aconteceu, passou pelo primeiro
mandato de João Ataíde e nada aconteceu, agora, vai ter
obrigatoriamente de ser revisto em dois anos – se a a nova lei,
entretanto, não for alterada!..
Recorde-se, o que disse, há mais ou menos um ano, o Ministro: "os municípios que no prazo de três anos não façam esta integração não só terão uma suspensão das actividades de classificação do solo como haverá uma penalização que limita o acesso a subsídios e a financiamento comunitário”.
Em abono da verdade, devo dizer que não sei se o próximo PDM vai ser bonito e se a a revisão vai ser boa e bem feita. Sei, porém, que houve tempo para um amplo e longo debate público. O que, nestes anos todos – desde 1989 – não aconteceu. E isso não foi só responsabilidade deste executivo.
Imagino, contudo, que muitas sugestões poderiam ter sido dadas e consideradas...
Todos sabemos que não é uma tarefa fácil, mas, na Figueira, em 26 anos, vários executivos presididos por 4 autarcas - dois do PS e dois do PSD - não conseguiram realizar a revisão do PDM.
Agora, vai ter de ser feita, obrigatoriamente, em dois.
Contudo, para isso, alguém teve de decidir.
E esse alguém não foi a Câmara Municipal da Figueira da Foz: foi o Governo.
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
Revisão do PDM, um filme em exibição na Figueira desde 1998!..
... «há material suficiente para pedir a reabertura do processo» - disse João Ataíde, na sessão extraordinária da Câmara Municipal da Figueira da Foz, que terminou neste momento...
Depois de quase 26 anos de desilusão, angústia e frustração, eis que, finalmente, o grande vencedor vai ser mesmo... a Figueira?
Depois de quase 26 anos de desilusão, angústia e frustração, eis que, finalmente, o grande vencedor vai ser mesmo... a Figueira?
Sujeito a votação, foi aprovado por unanimidade, à excepção do ponto que define os objectivos estratégicos.
O PDM deverá ser revisto em 2 anos, disse alguém na ocasião...
Vamos ser optimistas!..
O PDM deverá ser revisto em 2 anos, disse alguém na ocasião...
Vamos ser optimistas!..
Victor Sacramento: "fiz a 3ª. classe e com 9 anos já ia com os velhos pescar para o rio. Aos 15 fui para as traineiras..."
Como deixei escrito em 30 de junho de 2012 aqui, conheço-o
desde que tenho memória.
É
primo direito do meu Pai, meu segundo primo, portanto.
Desde
miúdo que me cumprimenta da mesma maneira – “então
primaço Tó…”
E,
ultimamente, logo a seguir: “como vai a tua Mãe?..”
Ainda
hoje, o "Querido
avô" do
Pedro Rodrigues continua uma figura, como, aliás, a foto
do Pedro
Agostinho Cruz, fielmente
retrata: “alto;
cabelo branco, literalmente, como a neve; forte como um touro - um
homem do mar à moda antiga. Daqueles que já não se fazem”!..
Hoje,
as rugas do rosto e o preto que veste (desde
que lhe morreu a companheira de sempre, não admite mais
nenhuma cor no seu corpo), são
as chagas de uma vida…
Hoje,
15-09-2014
o diário AS BEIRAS, na página 11, considera-o o protagonista”.
Vítor
Pimentel
"O antigo pescador de bacalhau andou 41
no mar. Hoje, com 83 anos, “é uma lenda viva… uma vida além
mar!”.
Assim é descrito na 4.ª revista “Con
Textos”
do Agrupamento de Escolas da Zona Urbana da Figueira da Foz,
elaborada pela Escola Básica da Gala."
Como disse a determinada altura da entrevista que de deu à CON TEXTOS: "foi sempre uma vida difícil, com perigos. Era preciso uma boa condição física para conseguir puxar os bacalhaus mais graúdos, ás vezes ficava-se mal das costas e dos pulmões. O que valia muitas vezes era que os peixes comunistas que andavam por baixo por baixo e ajudavam o anzol a subir."
"Contradições intercalares" (pobre PS que devia ser um espelho na Aldeia e é apenas o espelho da "vila das maravilhas"...)
“A
freguesia de São Pedro, como é sabido, terá eleições
intercalares no próximo dia 19 de Outubro.
Todo
o processo que culminou com a demissão do executivo de António
Samuel e a
necessidade
de promover novas eleições foi inenarrável.
Tão
inenarrável, pelo menos, quanto a constituição da lista que o
Partido socialista vai
candidatar nas eleições de Outubro, recentemente anunciada. Muitos
daqueles que
nas últimas autárquicas integraram a Lista Independente de São
Pedro (LISP), fazem
agora parte da lista do PS e foram extraordinariamente elogiados pela
concelhia socialista,
certamente num acesso de amnésia e incoerência. O Partido
Socialista vem agora elogiar gente e parte de um passado que nunca
apoiou e que criticou de forma aguerrida e contundente, tanto quando
a LISP foi poder, como na campanha para as autárquicas de 2013, há
menos de um ano. Frise-se “há menos de um ano”.
É incrível como
esses candidatos, que escolheram agora uma nova bandeira, passaram de
bestas a bestiais e defenderão agora as cores de um PS que já os
considerou incapazes e irreflectidos.
Dá que pensar...
Saúdo
a direcção concelhia do PSD por apresentar lista própria o que não
acontecia desde 1997 e em especial João Bertier que teve a coragem
de assumir uma candidatura pela positiva,
sem necessidade de nenhum género de ajustes de contas. Desejo acima
de tudo que
a terra, cuja ascensão a Vila promovi, e a manutenção como
freguesia defendi, saiba aproveitar
para dar um passo em frente.”
Miguel Almeida, vereador da Somos Figueira, em crónica publicada nas
BEIRAS.
Citando o El País...
«Un ex directivo del Santander liquidará los restos del Banco Espírito Santo»
Da Cunha es un experto en banca corporativa, especializado en operaciones financieras y con un perfil muy internacional. Durante 20 años años trabajó con el Santander, y, concretamente, junto a António Horta Osorio, en la génesis del Santander Totta en Portugal; posteriormente el Santander le destinó a Estados Unidos hasta que en octubre de 2013 se desligó de la entidad para fichar por Lloyd´s en Londres, junto a Horta Osorio.
domingo, 14 de setembro de 2014
Da Aldeia para a cidade...
![]() |
| Forte de Santa Catarina nos anos 70 - aguarela de Cunha Rocha |
Do
que que tenho assistido ao longo dos últimos 36 anos, constato que a informação local já conheceu melhores dias.
Nos
dias que passam parece-me acomodada, amorfa, parda e desinteressante
– oxalá que não, mas, talvez mesmo em vias de extinção.
Dirão
os mais cínicos, que não se perderá grande coisa.
Não
partilho, totalmente, dessa opinião: fará falta ao concelho, à
política, à sociedade, à defesa de interesses (alguns deles...)
legítimos, à divulgação do que a Figueira possa ter de bom, ou
mau.
Ao
longo dos 36 que posso recordar, por conhecimento directo, os políticos figueirenses, que à medida que foram arrastando o concelho para o
abismo, também se encarregaram de ir amordaçando as opiniões e
debate de ideias que se iam produzindo localmente.
Factualmente,
posso afirmar sem temer ser desmentido que, desde o presidente Joaquim de Sousa, passando por Aguiar de Carvalho, Santana Lopes, Duarte Silva e
João Ataíde, o poder local sempre lidou mal com a opinião pública
e, pior ainda, não gosta de ser contestado.
A
informação local sempre foi frágil e com profundas debilidades na sua sustentação económica. Na Figueira, poucas pessoas lêem jornais e
o mercado publicitário é restrito.
Lembro-me,
aí pelos finais da década de setenta do século passado, que uma
das formas dos jornais conseguirem equilibrar as contas era a chamada «publicidade institucional».
Na
altura, publicavam-se na Figueira o Mar Alto – série II, A Voz da
Figueira, o Diário de Coimbra – já produzia uma página diariamente
sobre a Figueira -, O Figueirense, O DEVER e o BARCA NOVA.
Havia
um acordo, digamos assim, táctico entre a Câmara e os jornais e,
essa tal publicidade institucional era repartida tanto quanto
possível igualitariamente pelo universo das seis publicações.
As
coisas andaram assim até um dia em que numa das edições foi
publicada qualquer coisa que desagradou ao “mayor” local e pimba
– essa publicação foi riscada da partilha da publicação dos
editais camarários.
A seguir, foi o que já se sabia: ficou economicamente na corda bamba e poucos anos depois fechou “a tasca”.
Podem rir a bandeiras despregadas, mas, entretanto, o panorama da informação figueirense pouco mudou. Ou, se mudou, porventura até terá sido para pior.
A seguir, foi o que já se sabia: ficou economicamente na corda bamba e poucos anos depois fechou “a tasca”.
Podem rir a bandeiras despregadas, mas, entretanto, o panorama da informação figueirense pouco mudou. Ou, se mudou, porventura até terá sido para pior.
O
episódio real que contei um pouco acima, pode ter graça mas, mas
também contribuiu para empobrecer a Figueira e o resto do concelho –
pouco a pouco, fomos remetidos para o silêncio opressivo, para o
despotismo, para o sufoco social e, isso, não ajudou às soluções
necessárias aos problemas locais.
A Figueira parou e a decadência foi inevitável.
De sobra, temos cada vez mais areia. Na praia e na cabeça dos figueirenses...
A Figueira parou e a decadência foi inevitável.
De sobra, temos cada vez mais areia. Na praia e na cabeça dos figueirenses...
Não
tendo, como nunca tive, interesses políticos ou simpatias
partidárias, compreendo os silêncios que se fizeram sentir ao longo
dos anos na Figueira.
Isto,
é a tal vidinha, também política, mas não só, à figueirinhas.
Stock da Cunha sucede a Vítor Bento no Novo Banco...
Há sempre uma solução: neste caso, melhor era impossível...
O país, no fundo, resume-se nisto: um stock da cunha!..
O país, no fundo, resume-se nisto: um stock da cunha!..
Novos bancos estão a envelhecer a uma velocidade estonteante!..
Público: “Divergências com Carlos Costa e Governo sobre estratégia do Novo Banco levam à demissão de Vítor Bento”.
Diário de Notícias: “Banco de Portugal trabalha para nomear nova equipa”...
Diário de Notícias: “Banco de Portugal trabalha para nomear nova equipa”...
sábado, 13 de setembro de 2014
A minha colaboração no quarto número da revista CON TEXTOS do Agrupamento de Escolas da Zona Urbana da Figueira da Foz
Fica o meu obrigado a quem de direito: a Cova e a Gala têm um passado de que todos nos devemos orgulhar.
É bom ter memória. A nostalgia não é boa se não for acompanhada de lucidez. Sem lucidez a nostalgia é perigosa. A lucidez é que permite que a memória esteja no sítio que deve ocupar.
A memória nostálgica é perigosa, é mesmo muito perigosa, porque significa imobilismo, significa amargura, significa sempre dor. Enquanto que a lucidez permite-nos assumir a memória voltando a dar-lhe vida como período do nosso passado que é útil e bom recordar.
Em tempo.
Lançamento da Revista Con Textos n.º4. Para ver a reportagem fotográfica, clicar aqui.
É bom ter memória. A nostalgia não é boa se não for acompanhada de lucidez. Sem lucidez a nostalgia é perigosa. A lucidez é que permite que a memória esteja no sítio que deve ocupar.
A memória nostálgica é perigosa, é mesmo muito perigosa, porque significa imobilismo, significa amargura, significa sempre dor. Enquanto que a lucidez permite-nos assumir a memória voltando a dar-lhe vida como período do nosso passado que é útil e bom recordar.
Em tempo.
Lançamento da Revista Con Textos n.º4. Para ver a reportagem fotográfica, clicar aqui.
Na Aldeia... (XVIII)
Os
barões bem instalados,
sucessivamente eleitos pela plebe "aldeana",
sucessivamente eleitos pela plebe "aldeana",
andavam
ultimamente frustrados,
por
não poderem fazer o que lhes dava na real gana.
Tinham perdido o poleiro ambicionado,
por isso, ao arrepio do que permite a decência humana,
olvidaram-se do quanto apregoaram,
em campanhas em que enganaram!
São as tais jogadas engenhosas,
daqueles que foram governando,
com manhas habilidosas.
O ano passado ficaram com as calças na mão,
tal
foi a desilusão...
Porém,
a recuperação foi breve e vai ser forte,
tal
foi a falta de engenho e arte,
de
quem conquistou o poder na ocasião...
Os mesmos de sempre – o sistema, para abreviar,
não
conseguiram mais esperar,
tal
era já a sede e a fome de mandar!..
Para
eles, todos deviam ter a mesma ideia...
A mim, se para tal tiver engenho e arte,
resta-me levar esta falta de vergonha a toda a parte!
A mim, se para tal tiver engenho e arte,
resta-me levar esta falta de vergonha a toda a parte!
E.b.de Gala
A EB de Gala, faz hoje o lançamento da revista Con Textos do Agrupamento de Escolas da Zona Urbana da Figueira da Foz. A cerimónia tem lugar no Centro de Formação Náutico, na Gala, pelas 10h, depois de uma travessia de barco, no rio Mondego.
Abriu o mercado de transferências de outono?..
O Governador do Banco de Portugal já está a fazer contactos para substituir Vítor Bento, José Honório e João Moreira Rato na administração do Novo Banco.
A notícia, surpreendente, é a manchete do Expresso deste sábado.
Os três administradores manifestaram-se várias vezes indisponíveis para liderar um projecto diferente daquele para o qual tinham sido convidados. Carlos Costa quer vender o mais depressa possível, a equipa de Vítor Bento não concorda.
A notícia, surpreendente, é a manchete do Expresso deste sábado.
Os três administradores manifestaram-se várias vezes indisponíveis para liderar um projecto diferente daquele para o qual tinham sido convidados. Carlos Costa quer vender o mais depressa possível, a equipa de Vítor Bento não concorda.
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Problemas de sarjeta*, continuam a massacrar os comerciantes da baixa figueirense...
«Chuva sempre houve, não é novidade», indignava-se, ontem, de harmonia com o Diário de Coimbra, Isabel Sousa, uma das comerciantes da Rua da República mais afectada pela segunda inundação naquela artéria da baixa da cidade no espaço de cinco dias.
«Fizeram a pedonalização contra a vontade dos comerciantes, “roubaram” 20 cm à altura da rua e nós é que sofremos os prejuízos, estamos fartos», lamentava, enquanto enxugava, desolada e sem grande sucesso, os móveis e as mercadorias danificados pela água que invadiu a sua retrosaria.
Em tempo.
Do dicionário. Significado de sarjeta*: "Escoadouro nas ruas para as águas, geralmente da chuva."
"Estado de grande decadência."
«Fizeram a pedonalização contra a vontade dos comerciantes, “roubaram” 20 cm à altura da rua e nós é que sofremos os prejuízos, estamos fartos», lamentava, enquanto enxugava, desolada e sem grande sucesso, os móveis e as mercadorias danificados pela água que invadiu a sua retrosaria.
Em tempo.
Do dicionário. Significado de sarjeta*: "Escoadouro nas ruas para as águas, geralmente da chuva."
"Estado de grande decadência."
Na Aldeia... (XVII)
Já apresentámos neste espaço, via comunicação social figueirense, três das quatro listas que vão concorrer às intercalares da freguesia de São Pedro de 19 de outubro próximo.
A meu ver, pelo que já se sabe, é absurdo o que está a acontecer na Aldeia: quem esteve de alma e coração com o PSD, durante largos anos, agora está com o PS!
Depois, temos aquela estranha lista do PCTP/MRRP!
Depois, como nenhum órgão da comunicação social figueirense deu a conhecer qualquer informação fundamentada sobre a lista da CDU às intercalares do próximo dia 19 de outubro na freguesia de S. Pedro, lista essa, aliás, que foi a primeira a ser presente ao Tribunal da Figueira da Foz - tal aconteceu na passada quinta-feira, dia 4 do corrente mês de Setembro - fica aqui a composição da lista CDU e a foto da "cabeça de lista".
Mário João Pimentel 40
anos - Operário Fabril / Trabalhador estudante;
Nelson Delgado 51
anos - Professor;
Maria de Lurdes
Fonseca 58 anos - Auxiliar Acção Educativa;
Ruben Falco Costa 27
anos - Desempregado;
Jaqueline P. Laureano 25
anos - Desempregada;
Manuel Paixão 65
anos - Marítimo;
Domingos Matias Pereira 26
anos - Optometrista;
Conceição Laureano 49
anos - Empregada Balcão;
Samuel Patrão 29
anos - Designer Gráfico;
Cristina Miranda 49
anos - Auxiliar Limpeza;
Rita Mendes 32
anos - Recepcionista.
Por exclusão de partes, o voto na lista que tem como primeira figura a candidata Maria Manuela Ramos é, na actual conjuntura, a escolha natural de quem não se revê no estado de coisas a que chegou a Aldeia.
Portanto, é com toda a naturalidade que declaro, desde já, que vou votar na Maria Manuela Ramos que vai concorrer numa lista CDU.
Faço-o, por muitas razões. Contudo, vou deixar aqui apenas expressas oito.
Muito mais do que querelas partidárias, futuros políticos ou profissionais dos profissionais da política local, ou dos filhos ou filhas, a única coisa que me interessa é a melhoria da vida de cada um de nós e da Aldeia.
Vamos então às razões:
1 – porque a Maria Manuela Ramos, é uma excelente candidata - é interessada, empreendedora e nunca esteve ligada ao «status quo» vigente na Aldeia.
2 – porque a Maria Manuela Ramos, se mostra capaz de reaproximar as novas gerações da Aldeia (que têm dado sinais crescentes de descrédito em relação à política e às instituições locais) de uma participação política, social e cívica que terá, num futuro próximo, uma configuração completamente diferente da que estamos habituados.
3 – porque a vitória (que sei difícil de acontecer, mas não impossível...) da Maria Manuela Ramos, seria um sinal simbólico muito positivo para a Aldeia: constituiria uma prova de que a Aldeia pretendia olhar de frente para o futuro.
4 – porque a Maria Manuela Ramos tem poder de persuasão – porque não dizê-lo, mesmo de sedução... - que se revela trunfo decisivo para, nos dias que passam na Aldeia, mobilizar vontades e conseguir consensos.
6 - porque a Maria Manuela Ramos, pode não conseguir mudar a Aldeia... Mas, seguramente, ela própria, também não vai mudar.
7 - porque defender a abstenção, é demitir-se dos problemas da Aldeia.
8 - porque a malta de esquerda não se abstém: vai votar.
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Que orgulho caro Olímpio...
![]() |
| “A minha sorte na tropa foi ser barbeiro, senão tinha batido com os costados em África.” |
O «meu» barbeiro foi entrevistado!..
"Junto à estrada, a barbearia São Pedro excita a curiosidade – gosto de barbeiros, bons conversadores de ofício e normalmente bons “pisteiros” para a história e as histórias de cada terra.
Lá dentro, Olímpio Fernandes, homem de viçosos e pouco cansados 74 anos, recebe-nos com bonominia: “Ah, jornalistas, eu sempre fui jornalista amador, coitadinho de mim.”
Coitadinhos de nós todos, caro Olímpio, amadores do jornalismo, mais valia a navalha e o pincel de barbear que é ofício mais certo no soldo e nas boas histórias que passam na cadeira onde se dão as melhores entrevistas – a cadeira do barbeiro.
Foi exactamente isso que fiz, sentei-me ali, na mesma almofada coçada onde os pescadores e os pecadores de São Pedro desfiam as suas glórias e misérias e recordam a bravura de um mar que também é morte: “Aqui ouvi grandes histórias de homens que enfrentaram a morte no seu quotidiano. Isto é terra de pescadores e de gente rija, mas que aqui na cadeira do barbeiro faz o seu desabafo.” Mas desta vez, a história honra o barbeiro e não o cliente aventureiro. O barbeiro Olímpio Fernandes, antigo cabeleireiro de senhoras, jornalista amador, blogger, homem inquieto e por isso cidadão activo e figura das terras de São Pedro e além-mar."
Lá dentro, Olímpio Fernandes, homem de viçosos e pouco cansados 74 anos, recebe-nos com bonominia: “Ah, jornalistas, eu sempre fui jornalista amador, coitadinho de mim.”
Coitadinhos de nós todos, caro Olímpio, amadores do jornalismo, mais valia a navalha e o pincel de barbear que é ofício mais certo no soldo e nas boas histórias que passam na cadeira onde se dão as melhores entrevistas – a cadeira do barbeiro.
Foi exactamente isso que fiz, sentei-me ali, na mesma almofada coçada onde os pescadores e os pecadores de São Pedro desfiam as suas glórias e misérias e recordam a bravura de um mar que também é morte: “Aqui ouvi grandes histórias de homens que enfrentaram a morte no seu quotidiano. Isto é terra de pescadores e de gente rija, mas que aqui na cadeira do barbeiro faz o seu desabafo.” Mas desta vez, a história honra o barbeiro e não o cliente aventureiro. O barbeiro Olímpio Fernandes, antigo cabeleireiro de senhoras, jornalista amador, blogger, homem inquieto e por isso cidadão activo e figura das terras de São Pedro e além-mar."
Para continuar a ler a entrevista de Rui Pelejão, ao "Olímpio, o barbeiro de Ernest Hemingway", basta clicar aqui.
"Suecos decepcionados com sistema de educação"
Um artigo do Diário Económico que devia ser do conhecimento de todos, em especial dos professores e encarregados de educação.
Estou a perder o controle...
Estou
a referir-me à enorme plateia que Outra Margem já consegue alcançar...
Se,
a princípio, já lá vão quase oito anos, comecei por o divulgar
junto dos meus amigos, actualmente é motivo de conversa em muito
palco...
Será
que ando a dizer assim tantos disparates?..
Na Aldeia (XVI)
Via Foz do Mondego Rádio, fica a notícia e a foto: "O Partido Socialista da Figueira da Foz entregou na passada segunda-feira, no Tribunal da Figueira da Foz, a lista de candidatos à Assembleia de Freguesia de São Pedro nas eleições intercalares que se realizarão a 19 de Outubro próximo."
Nada mais a comentar, apenas registar o facto.
"É a Aldeia e o PS figueirense em todo o seu esplendor!.."
Nada mais a comentar, apenas registar o facto.
"É a Aldeia e o PS figueirense em todo o seu esplendor!.."
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Debates Antonio – António (II)
Seguro
e Costa estão a debater.
Primeiro
tema: mudança.
Para
que não restem dúvidas: não me parece que a mudança seja, em si
mesma, um mal. Aliás, poucas coisas me parecem, em si mesmas, um
mal.
Tenho
para mim que o que se diz dos pássaros aplica-se na perfeição à
mudança: mais vale uma na mão do que duas a voar...
A
mudança pode ter várias interpretações.
Por
exemplo, na minha juventude (anos sessenta do século passado) se
fosse mal tratado por um tipo que andasse comigo na Bernardino
Machado, mas morasse na Figueira, a malta da minha idade considerava
o gajo um arrogante.
Já
se fosse eu a fazer o mesmo ao gajo da Figueira, como era da Aldeia
mais coladinha à cidade, era considerado um malcriado.
E
é chegados aqui, isto é, ao segundo debate António - António, que
sou obrigado a concluir que a mudança é um assunto complicado para
caraças.
São
21 horas. Desisti e mudei de canal.
Bem
vindos a Beirais.
Na Aldeia... (XV)
Na
natureza, como sabemos, as cobras mudam
regularmente de pele.
Na
Aldeia, o sistema, quando há necessidade, muda a pele à cobra.
No fundo, o sistema na Aldeia tem-se em boa conta, e não considera, nem de perto nem de longe, que precise de ser mudado.
No fundo, o sistema na Aldeia tem-se em boa conta, e não considera, nem de perto nem de longe, que precise de ser mudado.
Quanto
muito, como vai acontecer nas intercalares de 19 de outubro próximo,
o sistema pode
conceder
uma mudança cosmética, para
que tudo possa continuar na
mesma.
É fácil falar em novas realidades, em novos amanhãs que cantam, novos tempos até, mas todos sabemos, até porque já ouvimos essa cassete antes, que tal não se resolve com uma, duas, ou mais caras novas, ainda não gastas pelo protagonismo.
Já os antigos diziam que "não era uma andorinha que fazia a primavera".
É fácil falar em novas realidades, em novos amanhãs que cantam, novos tempos até, mas todos sabemos, até porque já ouvimos essa cassete antes, que tal não se resolve com uma, duas, ou mais caras novas, ainda não gastas pelo protagonismo.
Já os antigos diziam que "não era uma andorinha que fazia a primavera".
Na
Aldeia, não se aprende:
o sistema,
essa máquina, cuja única função é auto-preservar-se e aos seus, não
deixa.
Mais uma vez - se tal ainda fosse necessário - a Aldeia ficou a saber o que é o PS figueirense.
Mais uma vez - se tal ainda fosse necessário - a Aldeia ficou a saber o que é o PS figueirense.
Os princípios
que
disseram que levaram à apresentação das suas demissões na interrupção do mandato que deveria estar em curso, afinal, são os mesmos fins que levam à repescagem para a lista de 19 de outubro próximo de figuras que consideravam que a Aldeia tinha sido injusta com o PSD e
com Duarte Silva nas eleições autárquicas de 2009, quando deram a vitória a Ataíde?..
Lembram-se?... As palavras, em 11 de outubro de 2009, foram estas.
"A Lista independente de São Pedro venceu novamente as eleições na Freguesia de São Pedro com 827 votos, conseguindo 5 mandatos, contra 4 do PS, assegurando a maioria absoluta. A votação foi das melhores de sempre senão a melhor, por isso a nossa terra está de parabéns nesse aspecto. Já os resultados para a Câmara Municipal tiveram um desfecho trágico e surpreendente, para a nossa lista, apoiada pelo PSD que fez cair a Figueira para o PS, ao fim de 12 anos. Duarte Silva deu muito a esta terra. Era a hora de retribuir. Fizemos tudo para que isso acontecesse, mas o povo foi ingrato e votou no partido. E aí a nossa terra não está de parabéns porque comprometeu muitas obras importantes, que só o futuro dirá se vão acontecer. Vamos lutar por elas, mesmo assim. Não baixaremos os braços. Obrigado a todos os que acreditaram em nós, e tornaram possível esta Vitória."É a Aldeia e o PS figueirense em todo o seu esplendor!..
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