"De 8 a 24 de junho, vivem-se as tradicionais Festas da Cidade e do São João na Figueira da Foz, com dias cheios de animação, música, tradição e muita alegria!"Em termos de animação, o povo come o que come, porque gosta desta comida.
Nada, porém, acontece por acaso: durante décadas e décadas, o pimba foi alimentado, de norte a sul do país, por autarquias do CDS, PSD, PS e CDU.
Foi um investimento e peras.
Há quem diga (que não eu, que não tenho estudos para afirmar tal coisa) que isto poderá roçar o financiamento ilegal.
O certo, porém, é que o sucesso tem sido enorme.
O povo come - pudera, os espectáculos são (aparentemente) à borla.
Os políticos do momento, dão o que o povo sempre gostou: pão e circo.
Todos - eleitores e eleitos - ficam contentes e felizes.
Que interesse tinha na Figuiera, por exemplo, ter sido retomado um festival internacional de cinema de autor, ou um festival de música clássica dirigido por Sequeira Costa?
Isso são coisas elitistas e pouco apelativas para um povo educado para evitar pratos de mais difícil digestão.
Interessa é manter e promover o glamour do pimba.
Ao povo o que o povo gosta.
Nada, porém, acontece por acaso: durante décadas e décadas, o pimba foi alimentado, de norte a sul do país, por autarquias do CDS, PSD, PS e CDU.
Foi um investimento e peras.
Há quem diga (que não eu, que não tenho estudos para afirmar tal coisa) que isto poderá roçar o financiamento ilegal.
O certo, porém, é que o sucesso tem sido enorme.
O povo come - pudera, os espectáculos são (aparentemente) à borla.
Os políticos do momento, dão o que o povo sempre gostou: pão e circo.
Todos - eleitores e eleitos - ficam contentes e felizes.
Que interesse tinha na Figuiera, por exemplo, ter sido retomado um festival internacional de cinema de autor, ou um festival de música clássica dirigido por Sequeira Costa?
Isso são coisas elitistas e pouco apelativas para um povo educado para evitar pratos de mais difícil digestão.
Interessa é manter e promover o glamour do pimba.
Ao povo o que o povo gosta.
Ainda existem histórias com finais felizes: ... e, assim (há lá coisa mais bonita?) todos vamos ser felizes para sempre!

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