segunda-feira, 28 de setembro de 2020

Grupo Desportivo Cova-Gala, finalmente vai ter um relvado sintético...

Foto Pedro Agostinho Cruz

Numa cerimónia realizada esta manhã no Campo do Cabedelo, foi assinado o Protocolo entre a CMFF, Junta Freguesia de São Pedro e Grupo Desportivo Cova-Gala para a construção de um Campo de Jogos de Relva Sintética. 
A obra orçará os 155 mil euros, num investimento de 120 por parte da CMFF, 20 mil do Grupo Desportivo Cova-Gala e 15 mil da Junta de Freguesia de São Pedro. 
Segundo o que foi dito na oportunidade, a obra deverá arrancar ainda este ano.

Como se degrada a democracia...

O que se passou na Junta de Quiaios, foi um caso de polícia que seguiu para julgamento em tribunal.

Em 6 de Dezembro de 2019, a presidente da Junta de Freguesia de Quiaios,  Maria Fernanda Lorigo, e o secretário, Carlos Alberto Patrão, foram condenados pela prática de um crime de prevaricação de titular de cargo público a penas de prisão, suspensas, e à perda de mandato. À ex-tesoureira, Ana Raquel Correia, também foi decretada uma pena de prisão suspensa.

Os três arguidos foram julgados por terem favorecido o pai da autarca, Manuel Lorigo, para que este fizesse os serviços de manutenção das Piscinas da Praia de Quiaios. O tribunal considerou que Fernanda Lorigo foi quem teve “o papel mais activo” e aplicou-lhe uma pena de três anos e nove meses de prisão. Já Carlos Patrão foi condenado a dois anos e 10 meses e Ana Correia a dois anos e seis meses de prisão. Todas as penas foram suspensas por igual período.

Os três arguidos terão ainda de pagar ao Estado 8.700 euros em partes iguais.

Fernanda Lorigo recorreu para o Tribunal da Relação de Coimbra que confirmou a decisão da primeira instância e obrigou a presidente da Junta de Quiaios, Fernanda Lorigo, a perder o mandato, com efeitos a partir do passado 25 de Setembro, dia em que foi notificada sobre a decisão do acórdão.


A Juventude Socialista e Concelhia tiveram a reação que a imagem mostra. A banalidade destas solidariedades partidárias, impressiona. O exemplo deveria, em princípio, vir de cima. Perante uma sentença judicial, cai pela base qualquer argumentação a propósito de legitimidade democrática que permite aos partidos e aos políticos, comportarem-se deste modo vergonhoso. Isto não é populista, nem contra os partidos. Muito menos sou apologista de regimes sem partidos. Só gostava era de ver concretizado, na prática, que os partidos, neste caso concreto o PS, respeitam as regras democráticas da separação dos poderes. A primeira característica da ética é a lealdade. Não confundir com fidelidade porque essa é uma característica dos cães. 


Este, foi mais dos casos de polícia envolvendo personalidades que se tornaram conhecidas por via da política.

Isto tem acontecido, sobretudo nos dois partidos do chamado arco da governação, PS e PSD, e no agora quase moribundo  CDS.

Na guerrilha política, os partidos usam esses casos. É o que está acontecer na Figueira.

Neste caso da presidente de Quiaios foi destituída pelo Tribunal. Nem sequer está em causa se as acusações e suspeitas são ou não são verdadeiras, estão ou não  provadas, nem esquecer a presunção da inocência. 

O Tribunal julgou e aplicou a pena.

O  que interessa, neste momento, é que o Tribunal condenou comportamentos eticamente inaceitáveis. Neste caso houve condenação. Logo, a meu ver, o PS foi atingido, pois tem responsabilidades. Os partidos políticos individual e colectivamente têm responsabilidade naquilo que de ilegal fazem alguns dos seus altos dirigentes, em particular nos crimes que envolvem o exercício do poder, ou a influência adquirida pelo poder, porque não criaram no seu seio uma cultura de intransigência face a estes crimes, principalmente com todas as formas de tráfico de influência e corrupção, e convivem sem dificuldades com práticas que dão origem a verdadeiras carreiras, com algumas a desembocar no crime.


No actual estado de degradação das estruturas partidárias, em que a militância desinteressada e a adesão político-ideológica é quase irrelevante em relação à carreira no aparelho partidário, os partidos no seu interior são verdadeiras escolas de tráfico de influência, de práticas pouco democráticas como os sindicatos de voto, de caciquismo, de fraudes eleitorais, de corrupção. 

Um jovem que chegue hoje a um partido político por via das "jotas" entra numa secção e encontra imediatamente um mundo de conflitos internos em que as partes o vão tentar arregimentar. Quando entra, ele pode esperar vir para fazer política, mas vai imediatamente para um contínuo e duro confronto entre uma ou outra lista para delegados a um congresso, para a presidência de uma secção, para uma assembleia distrital, em que os que já lá estão coleccionaram uma soma de ódios. Ele entra para um mundo de confrontação pelos lugares, que se torna imediatamente obsessivo. Não se fala doutra coisa, não se faz outra coisa do que procurar "protagonismo" e "espaço político".

Se  tem apetência para este tipo de vida, passa a ter uma sucessão de reuniões e começa a pertencer a uma qualquer tribo, herdando os conflitos dos dirigentes dessa tribo e participando do tráfico de lugares e promessas e expectativas de carreira. Não lhe custa muito perceber que neste meio circulam várias possibilidades de ter funções cujo estatuto, salário e poder são muito maiores e com menos dificuldades do que se tiver que competir no mercado do trabalho, e tiver que melhorar as suas qualificações com estudos e cursos mais árduos. Por via partidária, ele acede à possibilidade de ser muita coisa: por exemplo,  presidente de junta, assessor, entrar para uma empresa municipalizada, ir para os lugares do Estado que as estruturas partidárias consideram "seus" como sejam as administrações regionais de saúde, hospitais, escolares, da segurança social. Etc...

Tudo isto ainda na faixa dos vinte, trinta anos. O grosso da sua actividade tem a ver com um contínuo entre o poder no partido e o poder na câmara municipal, ou no governo, um alimentando o outro. Com a ascensão na carreira, tornou-se ele próprio um chefe de tribo. Pode empregar, fazer favores, patrocinar negócios, e inicia-se quase sempre aqui no financiamento partidário e no perigoso jogo de influências que ele move. Como dirigente partidário ele é o chefe de um grupo que dele depende e que o apoia ou ataca em função dos resultados que tiver, em apoios, prebendas, lugares, empregos, oportunidades de negócios. 


Depois é sempre a somar. Entretanto, já se habituou a ter carro, telemóvel, almoços pagos... Paga do seu bolso muito pouca coisa e conhece todas as formas de viver com o dispêndio do menor esforço. O seu prestígio social é nulo. Contudo, o seu poder partidário cresceu. Entra nos combates partidários a favor dos seus e aliando-se com outros que considera de confiança, ou seja gente com o mesmo perfil. Como sabe que o seu "protagonismo" vem do seu poder interno, é a esse poder que dá a máxima atenção. Distribui favores. E quem quiser um favor tem que falar com ele no seu território. 

O seu sentimento de arrogância e de impunidade cresce... 

Até um dia. E é nessa altura que alguns, muito, muito poucos, caem de um dia para o outro, embora ainda menos sejam condenados. E alguns deles, os mais populistas, ainda conseguem voltar a eleger-se, mantendo os mecanismos do seu poder. A justiça conta pouco, mas, de vez em quando, há um acidente de percurso.

E é assim, como se viu a propósito do caso de Quiaios, e as reações corporativistas e de tribo, que se degrada a democracia.

Em plena pandemia de valores, um estranho vírus da solidariedade atacou responsáveis socialistas figueirenses...

Imagem via Diário as Beiras

Alberto Souto: endividou Aveiro, vai emprestar dinheiro

Na recente remodelação, só uma saída pareceu promoção: a de Alberto Souto, dado como a caminho do Banco de Fomento. Mas como gestor autárquico saiu mal – com milhões a faltar 

«Desde 2012 que se fala de um Banco de Fomento. O Governo vai finalmente concretizá-lo – a lei está feita e deverá começar a funcionar em novembro. 
Pelo meio, houve uma remodelação e um nome, e apenas esse até agora, surgiu na corrida, sem cargo predefinido: Alberto Souto de Miranda, ex-secretário de Estado Adjunto e das Comunicações. 
"Não posso confirmar, também não vou desmentir", diz o próprio, que acrescenta ter sido surpreendido pela notícia e mais não adianta: "É só uma hipótese de trabalho." 
Nove de outubro de 2005: Alberto Souto perdia as eleições autárquicas em Aveiro, depois de dois mandatos à frente da autarquia, eleito pelo PS. 
O anuário financeiro dos municípios portugueses para esse ano indicava Aveiro como o quarto município do País com maior endividamento líquido, o quarto com maior saldo negativo entre as receitas e as despesas comprometidas, o sexto com maior passivo exigível em 2005."

Assembleia Municipal reúne na próxima quarta-feira

A Assembleia Municipal da Figueira da Foz reúne-se, no próximo dia 30, pelas 15H00, em sessão ordinária. A reunião, que se realiza no Grande Auditório do Centro de Artes e Espetáculos, é aberta ao público, com limite de 25 pessoas e uso obrigatório de máscara e distanciamento social.

Imagem via Diário as Beiras
A Ordem de Trabalhos pode ser consultada clicando aqui.

domingo, 27 de setembro de 2020

E para acabar o dia um fadinho. Não acham sensato?..

É só moral!..

Reconheça-se: as coisas mudaram muito ... 
Esta nova classe politica dirigente do PS Figueira é bastante - mesmo assinalavelmente superior -  às anteriores...
Via PS Figueira da Foz

O que têm a dizer, por exemplo, socialistas figueirenses como Fernando Cardoso, Herculano Rocha, Carlos Beja, António Alves, João Portugal, João Paredes, João Pedrosa Russo, António Paz Cardoso, José Iglésias, Teresa Coimbra, Nuno Melo Biscaia, Pedro Biscaia, entre outros, ao facto da Concelhia do PS Figueira, cujo presidente é, também, presidente da câmara da Figueira da Foz,  estar a tentar branquear um processo judicial que envolve um executivo de uma junta de freguesia em que o Tribunal da Relação de Coimbra confirmou a decisão de primeira instância?

Quem disse que o CHEGA era um partido da extrema direita?

 Afinal... é um partido moderado no consumo de máscaras de protecção...

imagem sacada daqui

Um problema que dura há meses...

«Centros de saúde não atendem o telefone. Ordem fala de menos 3 milhões de consultas, ministério conta apenas menos 1 milhão.  Falhas de comunicação à distância com centros de saúde agravaram-se com a pandemia.»

 

"OLHO POR OLHO". "DENTE POR DENTE". "OVÁRIOS POR TOMATES"!..

«A atriz não conseguiu ficar indiferente à moção apresentada por militantes do Chega que propunha a retirada dos ovários a mulheres que abortassem sem a sua vida estar em risco, sem malformações do bebé ou sem serem vítimas de violação.»

Chama-se a isto, "navegar a gestão de obras municipais, à vista". Vamos ao que interessa: quando se prevê que as obras da Rua dos Combatentes estarão concluídas?

OUTRA MARGEM, 23 de Agosto de 2019, citando o Diário as Beiras: «Cerca de uma dúzia de comerciantes da rua dos Combatentes da Grande Guerra e da Rua da Restauração estão a reunir elementos para apresentarem um pedido de indemnização à câmara, pelos prejuízos provocados pelas obras que decorrem na Baixa da cidade. Se a autarquia não atender às suas reivindicações, optarão pela via da justiça. Um dos comerciantes afectados pela lentidão e os atrasos da empreitada afirmou ao jornal que a facturação do seu estabelecimento desceu cerca de 40 por cento, admitindo que noutros espaços comerciais os prejuízos possam ser ainda mais elevados. 
“Se apresentarem motivos e se for legal, cumpriremos aquilo a que a lei nos obriga”, garantiu o presidente da câmara, Carlos Monteiro.»
O Figueirense – primeira página da edição de Setembro de 2020:

Moinhos da Gândara: em 2018 a Câmara da Figueira da Foz compra núcleo molinológico para dinamizar...

Notícia do Diário as Beiras de 12 de Fevereiro de 2018:
«A Câmara da Figueira da Foz vai adquirir o moinho de água e demais equipamentos e terrenos do núcleo molinológico dos Moinhos da Gândara, por cerca de 70 mil euros. 
O gabinete da presidência da Câmara da Figueira da Foz adiantou que a autarquia vai dinamizar o espaço no âmbito do programa Ciência Viva, com a realização de atividades pedagógicas ligadas à temática dos moinhos e ao campo. Em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, o presidente e fundador da Mó-Gândara, José Cabete, por sua vez, afirmou que a direção da associação concordou vender o núcleo molinológico porque chegou à conclusão que aquele “é um espaço extraordinário para uma quinta pedagógica e outras atividades relacionadas com a Gândara e o seu mundo rural”
Ontem, dia 26 de Setembro de 2020, via Luís Fidalgo, fiquei a saber que o núcleo molinológico dos Moinhos da Gândara, está assim: "infelizmente ao abandono ...Nem indicação na estrada para lá chegar . Pode ser que para o ano o Município resolva recuperar o moinho de água ...".




No mural no facebook do Luís Fidalgo, podem ser vistas mais fotografias.

Confesso, que estou a ficar curioso para ver como estará o Cabedelo em 2025, depois do extraordinário processo de revitalização porque estará a passar...

sábado, 26 de setembro de 2020

O PS, agora, põe em causa decisões dos Tribunais?

Imagem via Ricardo Santos


Não foi o Tribunal da Relação de Coimbra que confirmou a decisão da primeira instância e obrigou a presidente da Junta de Quiaios, Fernanda Lorigo, a perder o mandato, com efeitos a partir de ontem, dia em que foi notificada sobre a decisão do acórdão?..
Por onde andava este PS em Julho de 2014?

Posição do Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, em Julho de 2014, ainda não havia a condenação do Tribunal de Coimbra: "Segundo nota de imprensa da coligação Somos Figueira lida aqui, na reunião de Câmara de ontem, vedada à comunicação social e ao público, "o presidente João Ataíde abordou a situação que se vive no seio do executivo da junta de freguesia de S. Pedro, após o secretário e a tesoureira terem anunciado que pretendiam a demissão das suas funções, na sequência de António Samuel, líder do executivo, ter utilizado dinheiro público, entretanto reposto, para pagar despesas pessoais. O edil defendeu que estas condutas são censuráveis e que, apesar de considerar que há pouca sustentabilidade para António Samuel se manter no cargo, a Assembleia de Freguesia tem autonomia para demonstrar a sua vontade, independentemente da decisão tomada pelo presidente da junta."
Via Diário as Beiras
"Em 6 de Dezembro de 2019, a presidente da Junta de Freguesia de Quiaios Maria Fernanda Lorigo, e o secretário, Carlos Alberto Patrão, foram ontem condenados pela prática de um crime de prevaricação de titular de cargo público a penas de prisãosuspensas, e à perda de mandato. À ex-tesoureira, Ana Raquel Correia, também foi decretada uma pena de prisão suspensa.
Os três arguidos foram julgados por terem favorecido o pai da autarca, Manuel Lorigo, para que este fizesse os serviços de manutenção das Piscinas da Praia de Quiaios. O tribunal considerou que Fernanda Lorigo foi quem teve “o papel mais activo” e aplicou-lhe uma pena de três anos e nove meses de prisão. Já Carlos Patrão foi condenado a dois anos e 10 meses e Ana Correia a dois anos e seis meses de prisão. Todas as penas foram suspensas por igual período.
Os três arguidos terão ainda de pagar ao Estado 8.700 euros em partes iguais."

Buarcos na elite do futebol de praia

O AdBuarcos2017 Beachsoccer sobe à elite. A equipa da Figueira da Foz  ao vencer o Nacional por 5-4, ao Buarcos está na 1ª divisão da modalidade.
                                                                           Foto Pedro Agostinho Cruz
Para ver o golo decisivo e  espectacular do Hugo Almeida, clicar aqui.

Ricardo Santos quer ser o próximo presidente da Junta de Quiaios...

Hoje de manhã, logo pela fresquinha, escrevi numa postagem: "para além dos Paços do Município, em freguesias como Quiaios, Alhadas, S. Pedro, Lavos estão a acontecer coisas. Umas, já começaram a ser notícia, outras vão sê-lo em breve."


Quiaios está ao rubro
. O PS está a tentar tudo para que «o presidente da Assembleia de Freguesia de Quiaios, Ricardo Santos, possa ser o próximo presidente da junta, na sequência da perda do mandato da presidente, Fernanda Lorigo, e do secretário, Carlos Patrão, e da renúncia da tesoureira, Maria Helena Custódia Machado.

Todavia, para que o autarca socialista possa assumir o cargo, terá de contar com o voto da oposição, em maioria na Assembleia de Freguesia, órgão onde o PS tem quatro eleitos, o PSD outros quatro e a CDU um.

A Assembleia de Freguesia de Quiaios, reunida na noite de sexta-feira, voltará a reunir-se, em sessão extraordinária, na segunda-feira, 28, tendo como único ponto da agenda a constituição de um novo executivo para aquela junta de freguesia do concelho da Figueira da Foz.

A constituição do executivo, adiantou Ricardo Santos ao DIÁRIO AS BEIRAS, “depende de um acordo com a oposição. Para que a Junta de Quiaios não fique num vazio, tem de haver um compromisso conjunto”, defendeu o autarca.»

Entretanto, também ontem à noite,  "o presidente da Assembleia de Freguesia de Lavos, Osvaldo Oliveira, do PS, foi destituído do cargo".

Em S. Pedro, igualmente, ontem à noite, como era de esperar, aconteceu algo de importante: sem eles próprios darem por isso, caiu definitivamente a máscara a autarcas locais, que andam por lá a conseguir passar entre o intervalos dos pingos, desde 1986.

Nas Alhadas a bomba vai rebentar «em breve»...

Entretanto, «decorridos mais de 40 anos de poder autárquico democrático, continuamos com muitos problemas por resolver na Figueira. Um deles, tem a ver com a classe política que nos tem governado... E a culpa também é nossa. Eleição após eleição, temos caucionado com o nosso voto a troca de valores e princípios, que deviam ser sólidos, por conveniências de circunstância. As eleições autárquicas, não torna ninguém hipócrita. As eleições autárquicas, mostram é até que ponto somos hipócritas. Passamos a vida a reclamar: no momento do voto, colocamos sempre a cruzinha nos mesmos...»

Via Diário as Beiras

"Enforca Cães": Será mesmo para «breve»?..


Diário as Beiras, edição de 17 Março de 2020

Ana Abrunhosa:
“18 pareceres para construir uma ciclovia. Não pode ser” 

«A ministra da Coesão Territorial disse esta sexta-feira, em Monfortinho, nas II Jornadas do Interior, que é urgente agilizar processos para evitar redundâncias, especialmente quando se tenta apostar em territórios mais desfavorecidos.
“Aquilo que as câmaras municipais fazem não pode ser repetido pelas comissões de coordenação regional, nem pela Agência Portuguesa do Ambiente ou por qualquer outro tipo de entidades administrativas”, disse Ana Abrunhosa, ministra da Coesão Territorial. E insistiu que “o país precisa de avançar e é preciso repensar processos de licenciamentos e critérios de elegibilidade para projetos de desenvolvimento, sobretudo no interior do país”
A ministra falava na segunda edição das Jornadas do Interior, que esta sexta-feira se realizou nas Termas de Monfortinho, na Beira Baixa, com a organização a cargo do Jornal do Fundão – um dos mais antigos jornais regionais do país. Contava que ainda há poucos dias tinha estado presente na inauguração de uma ciclovia, na zona centro do país, que teve de passar por 18 pareceres antes de ser construída, “não pode ser. Isto não pode acontecer”

Quiaios está ao rubro

Imagem via Diário as Beiras


Ontem à noite teve lugar uma sessão da Assembleia de Freguesia de Quiaios. A ordem de trabalhos foi alterada devido ao facto de ter sido recebido uma comunicação a dar conta de um acórdão proferido pelo Tribunal da Relação de Coimbra confirmando a perda de mandato da Presidente e Secretário da Junta de Quiaios
Está marcada nova A. F. para a próxima Segunda feira 28, 21h30 no Quiaios Club.

Vamos aguardar os novos episódios deste folhetim que promete. Não desliguem...