Em julho do ano passado, Eurico Brilhante Dias defendeu que, depois duma entrevista do primeiro-ministro à Antena 1, ficou claro que o Governo escolheu o Chega como “parceiro preferencial”, aliando-se à “agenda da extrema-direita”, e assegurou que “o Partido Socialista não vai transformar a vida política portuguesa numa espécie de reality show”.
“O Governo, pela voz do primeiro-ministro, entendeu dar mais um passo na normalização da extrema-direita”, lamentou na altura o presidente do Grupo Parlamentar do PS em declarações à comunicação social, numa reação à entrevista de Luís Montenegro ao programa ‘Política com Assinatura’ da Antena 1.
O primeiro-ministro escolheu criar “um bloco radical de direita”, sustentou Eurico Brilhante Dias, comentando que “tem sido patente que, a cada proposta da extrema-direita, o Governo aceita”. “São más propostas que não resolvem os problemas, dividem os portugueses e deslaçam a sociedade”, criticou.
Entretanto, realizaram-se as eleições autárquicas de Setembro passado e os esforços para a normalização do Chega têm-se acentuado.
E o Chega não mudou nada. Antes pelo contrário: cada vez está mais radicalizado.
Por onde anda o “Partido Socialista disponível para um diálogo democrático e não para participar na implementação e numa normalização de uma agenda que é nociva aos portugueses”?
“O Governo, pela voz do primeiro-ministro, entendeu dar mais um passo na normalização da extrema-direita”, lamentou na altura o presidente do Grupo Parlamentar do PS em declarações à comunicação social, numa reação à entrevista de Luís Montenegro ao programa ‘Política com Assinatura’ da Antena 1.
O primeiro-ministro escolheu criar “um bloco radical de direita”, sustentou Eurico Brilhante Dias, comentando que “tem sido patente que, a cada proposta da extrema-direita, o Governo aceita”. “São más propostas que não resolvem os problemas, dividem os portugueses e deslaçam a sociedade”, criticou.
Entretanto, realizaram-se as eleições autárquicas de Setembro passado e os esforços para a normalização do Chega têm-se acentuado.
E o Chega não mudou nada. Antes pelo contrário: cada vez está mais radicalizado.
Por onde anda o “Partido Socialista disponível para um diálogo democrático e não para participar na implementação e numa normalização de uma agenda que é nociva aos portugueses”?
Infelizmente, não é só o Governo que escolheu ser radical e construir um bloco radical à direita.
Em Maiorca, com este acordo, não foi o partido Chega que foi “normalizado”: foi o regime.
A exclusão do Chega, exigida pelos democratas e aceite por parte da direita e por parte do PS, só nos pode conduzir a um regime anormal.
Por onde andam os socialistas figueirenses?
A campanha de normalização do Chega, nunca chega...
Recordem o que aconteceu em França, onde o “macronismo” e os seus percursores escancararam as portas para a extrema-direita.
Imagem via Diário as Beiras

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