terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Valha-nos a nossa pobre cabecinha ...

Vídeo daqui
Quem andou anos a contestar as eleições de Maduro e aceita os comportamentos de Trump, sente-se confortável para aceitar os resultados de umas eleições na Venezuela, ou noutro País, em que seja Trump a decidir o vencedor?
Quem acredita na narrativa da droga, em relação a Maduro, não ficou perturbado com o perdão ao traficante das Honduras?
Quem considera que os EUA lutam pela liberdade dos venezuelanos, não viu o Trump explicar bem explicadinho que foram à Venezuela para ganhar dinheirinho fácil e do bom com o petróleo, diamantes e outras riquezas venezuelanas?
Já esqueceram o que aconteceu no Iraque, Síria, Líbia, Afeganistão e Kuwait. Todos tiveram a experiência da democracia oferecida pelo pentágono. Digam lá o resultado?
As revoluções fazem-se com o povo do país. Com o povo e pelo povo. Por imposição de uma potência estrangeira, não são revoluções. São outra coisa: processos de colonização. 
Está difícil suportar ver os canais de notícias. Com a realidade a meter-se pelos olhos dentro, há "especialistas" em permanência 24 sobre 24 horas nas televisões, a tentar criar uma lógica e narrativas para tentar justificar o que não tem justificação. O que se está a passar é terrorismo a entrar nas nossas casas sem pedir licença. 
Valha-me a possibilidade de ainda ser a minha pobre cabecinha a fazer a última reflexão...

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