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“O que impede de saber não são nem o tempo nem a inteligência, mas somente a falta de curiosidade.”
- Agostinho da Silva

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Orçamento para 2010 passou na Câmara

Li no Diário de Coimbra de hoje, que “o Orçamento para 2010 ascende aos 68 milhões de € e foi aprovado em sessão de Câmara.”
Contra, votou o Movimento Figueira 100%, que considerou que o orçamento em “nada ou quase nada difere do orçamento apresentado em 2008 pelo anterior executivo”.
O PSD, por sua vez, que considerou que a diferença entre este e o orçamento do ano passado fica a dever-se aos 3 milhões do Parque Desportivo de Buarcos, “há a assunção de que acabou”, aos 535 mil euros de obras de beneficiação do estádio, aos 3 milhões retirados das freguesias e 2 milhões do turismo, ou seja, segundo o PSD, “a diferença entre um e outro orçamento são estas, são obras que não se vão fazer”, absteve-se.
Como alguém disse um dia, “há mais vida para além do orçamento”. Fosse por isso, ou por outro motivo qualquer “a sessão começou de uma forma bem disposta, com a responsável pelo Orçamento a oferecer uns “miminhos” aos seus colegas vereadores, designadamente um pote de mel a João Armando (PSD), para “adoçar” as suas intervenções, a António Tavares (PS) o livro publicado por este vereador no Verão passado sobre as contas da autarquia “Erros do passado, soluções para o futuro” e uma caixa de pastilhas “para a digestão” e ao presidente da câmara um presente de “futuro”: uns tacos de golfe “para quando fizer o Parque Desportivo de Buarcos”.
Resumindo e concluindo: continuamos a ter “um orçamento despesista, na senda do que tem vindo a ser tradição na Figueira de há alguns anos a esta parte”, mas fora isso tudo bem.
Da crispação do mandato anterior, evoluímos para sessões bem dispostas.
Atentem nestas declarações, feitas pela Vereadora da Gestão Financeira da Câmara Municipal da Figueira da Foz ao jornal As Beiras de ontem, segunda-feira, sobre a proposta de Orçamento Municipal para 2010, de que tomei conhecimento via blogue quinto poder: "(...) este é um orçamento que se aproxima dos valores reais (...)(..) só perspectivamos as coisas que pretendemos fazer. Por isso, não estamos a construir sonhos, tentamos ser realistas face às condicionantes financeiras da Câmara (...) "
Não é lá grande evolução, mas fica devidamente registado o facto da vereadora ser uma senhora bem disposta.
Mais pormenores aqui.

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