terça-feira, 22 de novembro de 2016
A situação a sul do quinto molhe, na Praia da Cova, tem de ser avaliada por quem de direito...
A Agência Portuguesa do Ambiente vai investir 401 mil euros na reconstituição dos cordões dunares no Cabedelo, a norte da Praia da Leirosa e a norte da Praia da Vagueira, zonas afectadas pela erosão marítima.
O investimento será repartido pelos anos de 2016 (81.300,81 euros) e 2017 (320.325,21 euros), de acordo com a portaria do Secretário de Estado do Orçamento, João Rodrigo Reis Carvalho Leão, publicada hoje em Diário da República.
A intervenção nesta zona do litoral Centro passa também pela recuperação e reforço dos esporões da Torreira, Barra, Costa Nova e Mira, e o reforço do cordão dunar na costa da Figueira da Foz (Cova Gala e Lavos).- Via AS BEIRAS
Nota de rodapé.
Sobre este assunto, tudo, por aqui, foi dito ao longo dos anos e pode ser consultado...
O investimento será repartido pelos anos de 2016 (81.300,81 euros) e 2017 (320.325,21 euros), de acordo com a portaria do Secretário de Estado do Orçamento, João Rodrigo Reis Carvalho Leão, publicada hoje em Diário da República.
A intervenção nesta zona do litoral Centro passa também pela recuperação e reforço dos esporões da Torreira, Barra, Costa Nova e Mira, e o reforço do cordão dunar na costa da Figueira da Foz (Cova Gala e Lavos).- Via AS BEIRAS
Nota de rodapé.
Sobre este assunto, tudo, por aqui, foi dito ao longo dos anos e pode ser consultado...
Zona industrial: requalificação e buracos...
Requalificação da Zona Industrial da Figueira da Foz - Arranjo Paisagístico da Praça das Oliveiras, Construção de Pórtico e Outdoor's: 82.288,43 €...
Entretanto, os arruamentos da mesma zona industrial continuam com os buracos da praxe...
Na Figueira, a diferença entre existir e viver, é morar em Brenha?..
«Pago ao mês a juros para viver num inferno». «Investimos aqui, escolhemos viver nesta terra e fomos arrastados para esta situação. É um verdadeiro beco sem saída».
As palavras publicadas hoje no Diário de Coimbra, são de desespero de um morador no empreendimento da Quinta da Fonte Nova, em Brenha, construído pela Figueira Domus, empresa municipal da autarquia, nos primeiros anos deste milénio.
A vida, para alguns, é exasperante, aborrecida, tristonha, maçadora...
Basta, nas pequenas voltinhas que vamos dando ao longo da vida, termos o azar de comprar uma casa no sítio errado, para sermos surpreendidos por algo que, se calhar até estava à vista, mas em que nunca tínhamos reparado!
Mas, a vida terá mesmo de ser assim?..
As palavras publicadas hoje no Diário de Coimbra, são de desespero de um morador no empreendimento da Quinta da Fonte Nova, em Brenha, construído pela Figueira Domus, empresa municipal da autarquia, nos primeiros anos deste milénio.
A vida, para alguns, é exasperante, aborrecida, tristonha, maçadora...
Basta, nas pequenas voltinhas que vamos dando ao longo da vida, termos o azar de comprar uma casa no sítio errado, para sermos surpreendidos por algo que, se calhar até estava à vista, mas em que nunca tínhamos reparado!
Mas, a vida terá mesmo de ser assim?..
Escrever, é a única profissão em que ninguém é considerado ridículo, se não ganhar dinheiro. Já a política é outra coisa. Cuidado com as palavras...
Teotónio Cavaco, ontem no jornal AS BEIRAS.
"De facto, as palavras nem sempre significam o mesmo ao longo do tempo, nem sempre denominam a mesma coisa em geografias e contextos culturais diversos, e, por isso mesmo, temos de as saber usar. Certamente muitos dos que hoje se têm pronunciado contra o populismo corarão ao saber que os populistas russos das décadas de 1860 e 1870 foram inspiradores do Comunismo (o termo deriva aliás da expressão “ir para o povo”), ou que estes movimentos se opõem aos partidos políticos tradicionais, mostrando-se, na praxis ou na retórica, muito combativos perante as elites dominantes e opressoras.
De facto, ser populista é apelar à simpatia do povo (os sem acesso aos privilégios sociais, culturais, económicos ou políticos), para construir o seu poder, denunciando constantemente os males que encarnam as classes privilegiadas, na tentativa de dar voz e de redimir os humildes. E se por populismo entendermos então as propostas de construir o poder a partir da participação popular e da inclusão social?! Não quereremos ser todos populistas?!"
Nota de rodapé.
Colunista prevenido, vale por dois: ao escrever com palavras leves e doces, o novo colunista das segundas-feiras do jornal AS BEIRAS, mostra ser um Homem com capacidade de prevenir alguma surpresa desagradável no futuro.
Mais vale prevenir que remediar: na política nunca se sabe que "botas se pode ter de calçar", em breve.
Por isso, entretanto, as palavras querem-se leves e doces, pois nunca sabemos quando temos de as engolir, como aconteceu recentemente com outros que, depois da escrita nos jornais, passaram para a política executiva, pura e dura...
"De facto, as palavras nem sempre significam o mesmo ao longo do tempo, nem sempre denominam a mesma coisa em geografias e contextos culturais diversos, e, por isso mesmo, temos de as saber usar. Certamente muitos dos que hoje se têm pronunciado contra o populismo corarão ao saber que os populistas russos das décadas de 1860 e 1870 foram inspiradores do Comunismo (o termo deriva aliás da expressão “ir para o povo”), ou que estes movimentos se opõem aos partidos políticos tradicionais, mostrando-se, na praxis ou na retórica, muito combativos perante as elites dominantes e opressoras.
De facto, ser populista é apelar à simpatia do povo (os sem acesso aos privilégios sociais, culturais, económicos ou políticos), para construir o seu poder, denunciando constantemente os males que encarnam as classes privilegiadas, na tentativa de dar voz e de redimir os humildes. E se por populismo entendermos então as propostas de construir o poder a partir da participação popular e da inclusão social?! Não quereremos ser todos populistas?!"
Nota de rodapé.
Colunista prevenido, vale por dois: ao escrever com palavras leves e doces, o novo colunista das segundas-feiras do jornal AS BEIRAS, mostra ser um Homem com capacidade de prevenir alguma surpresa desagradável no futuro.
Mais vale prevenir que remediar: na política nunca se sabe que "botas se pode ter de calçar", em breve.
Por isso, entretanto, as palavras querem-se leves e doces, pois nunca sabemos quando temos de as engolir, como aconteceu recentemente com outros que, depois da escrita nos jornais, passaram para a política executiva, pura e dura...
O transparente mural de Buarcos...
O Mural de homenagem às gentes do mar, em Buarcos, da autoria do mestre Luís Soares, intitulado «Homenagem às Gentes do Mar», no âmbito da celebração do Dia Nacional do Mar, que ocorreu no dia 16 de novembro, foi inaugurado no passado sábado.
O mural encontra-se aplicado no muro do Cemitério de Buarcos, lado sul. Tem uma extensão de cerca de 99 metros, ocupa uma área de 282,5 m2 e é composto por 1427 azulejos de 33x60.
Como sabemos em outubro, o painel do mural já estava colocado no sítio.
Todavia, a data da celebração do contrato tem data de 11 do corrente mês de novembro!
Por sua vez, o relatório, que fundamentou o procedimento que deu origem ao ajuste directo à firma Pascoal & Veneza, ldª., no valor de 832,22 euros tem data de 8 do corrente mês de novembro.
Como também sabemos, a empreitada de colocação do painel, ao contrário do que consta no detalhe do contrato ontem publicado, também não respeitou o prazo legal dos três dias.
Ora cá está uma bela demonstração daquilo que a "nossa" Câmara entende por cumprimento de prazo...
É um conceito que se aplica aos outros!..
Nunca a nós.
O mural encontra-se aplicado no muro do Cemitério de Buarcos, lado sul. Tem uma extensão de cerca de 99 metros, ocupa uma área de 282,5 m2 e é composto por 1427 azulejos de 33x60.
Como sabemos em outubro, o painel do mural já estava colocado no sítio.
Todavia, a data da celebração do contrato tem data de 11 do corrente mês de novembro!
Por sua vez, o relatório, que fundamentou o procedimento que deu origem ao ajuste directo à firma Pascoal & Veneza, ldª., no valor de 832,22 euros tem data de 8 do corrente mês de novembro.
Como também sabemos, a empreitada de colocação do painel, ao contrário do que consta no detalhe do contrato ontem publicado, também não respeitou o prazo legal dos três dias.
Ora cá está uma bela demonstração daquilo que a "nossa" Câmara entende por cumprimento de prazo...
É um conceito que se aplica aos outros!..
Nunca a nós.
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