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“O que impede de saber não são nem o tempo nem a inteligência, mas somente a falta de curiosidade.”
- Agostinho da Silva

terça-feira, 29 de novembro de 2016

O que vale para os figueirenses, vale para os girassóis: mesmo que seja, via o sol, o que interessa é roçar a felicidade (como sabem, atingi-la é mesmo muito difícil!..)

Diário AS BEIRAS.
"Já era do senso comum que a época balnear de 2016 foi a melhor desde o início do programa de austeridade (2011). Agora, os dados a que o Diário As Beiras teve acesso confirmam que excedeu as melhores expectativas.
Este jornal, aliás, já havia feito balanços preliminares da temporada turística, e, naquela em que se despedia da estação estival, pela primeira vez em muitos anos, todos os agentes económicos do sector foram unânimes em afirmar que há muito não viam tanta gente na Figueira da Foz, com a facturação a corresponder.
Os dirigentes associativos e empresários ligados ao turismo então por nós contactados convergiram, pois, numa avaliação positiva. As taxas de ocupação hoteleira, de resto, dão-lhes razão, o mesmo acontecendo com o consumo de água. Por outro lado, este ano, a chamada época alta não foi tão curta como costumava ser. Na hotelaria, setembro foi, em grande parte, frequentado por grupos de seniores estrangeiros."
Nota de rodapé.
Depois de ler o que está acima, pensei com os meus botões.
Aos agentes económicos figueirenses, que operam no sector turístico, resta apostarem, em permanência, na procura de anos bons do Sol. 
O Sol, dá para para animar. 
Aliás, todos nós, penso eu, temos uma necessidade vital de luz.
Não sei se já passaram por um campo de girassóis. 
Se passaram, devem ter reparado, que estavam  todos virados para o mesmo lado. 
Sobretudo nestes dias de frio, quem não procura uma réstia de sol para melhor se sentir? 
Todos buscamos esses raios de sol como um bálsamo... 
Todos: os Figueirenses, tal como uns meros girassóis!

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