domingo, 12 de junho de 2016

A partida real da 3ª e última etapa do 37º. Prémio Abimota em ciclismo aconteceu à pouco, junto ao restaurante O TACHO, na Gala

Uma foto do pelotão, obtida por telemóvel, cerca de 400 metros depois da partida real, ao passar frente à minha casa. A prova vai terminar, mais logo, em Águeda. Mais imagens aqui.

Com o devido respeito... (nada como o português pequenino e gabarolas para se vangloriar...)

O candidato das últimas eleições presidenciais Vitorino Silva, conhecido por Tino de Rans, vai formar um novo partido, pois quer “retirar o monopólio aos partidos”!..

Já o presidente Marcelo, por sua vez, disse na manhã de ontem, sábado, durante uma cerimónia em Champigny, nos arredores de Paris, no local onde existia um bidonville nos anos 60.: “A França é excepcional, mas nós somos muito melhores, nós somos os melhores”!..

Nota de rodapé.
Podem existir rodas quadradas?..
Claro.
E pobres de espírito?..
Igualmente...
E ainda bem...
Não que deles venha a ser o Reino dos Céus...
Mas, servem para podermos ter alguém a quem explicar que as rodas quadradas existem, mas não são funcionais... 
Os pobres de espírito, acabam por ter sempre alguma utilidade...

"O Zé Povinho olha para um lado e para o outro e... fica como sempre... na mesma".

12 de Junho de 1875 – «Nasce» o Zé Povinho

O «Zé Povinho», uma das mais conhecidas personagens criadas por Rafael Bordalo Pinheiro, é apresentado ao público nas páginas de A Lanterna Mágica, a publicação crítico-satírica que Bordalo dirigiu com Guilherme de Azevedo e Guerra Junqueiro. A melhor definição desta personagem foi dada por Ramalho Ortigão no Álbum das Glórias: «...Crescido, Zé Povinho correspondeu perfeitamente às esperanças que nele depositaram os solícitos poderes do reino. Como desenvolvimento de cabeça ele está mais ou menos como se o tivessem desmamado ontem. De músculos, porém, de epiderme e de coiro, endureceu e calejou como se quer, e, cumprindo com brio a missão que lhe cabe, ele paga e sua satisfatoriamente. De resto, dorme, reza e dá os vivas que são precisos. Um dia virá talvez em que ele mude de figura e mude também de nome para, em vez de se chamar Zé Povinho, se chamar simplesmente Povo. Mas muitos impostos novos, novos empréstimos, novos tratados e novos discursos correrão na ampulheta constitucional do tempo antes que chegue esse dia tempestuoso»
De calças remendadas e botas rotas, primeiro, fazendo um manguito, depois, o «Zé» continua presente na vida nacional.