"Hotéis da Figueira da Foz esgotados na passagem de ano"...
A Figueira, pelos vistos, volta a estar na moda, mas não há estudos sobre os motivos da escolha.
Portanto, ninguém consegue explicar, com segurança, a realidade do que esta notícia quer dar conta do que está a acontecer...
O que eu desejava, como figueirense, amante da sua cidade e do seu concelho, é que isto pudesse alimentar a hipótese de a Figueira estar à beira de partir para qualquer coisa de diferente, para melhor...
A ideia que nos querem vender, neste momento, em relação ao momento que atravessa a Figueira, é partir numa nova corrida e numa nova viagem!
Partir, comigo, costuma ser uma ânsia de conhecimento e de evasão.
Evasão de tudo...
Esquecendo-me de mim, até!
Mas, nunca idealizei a viagem sozinho, mas sempre com a componente da partilha da companhia que tanto enriquece a evasão.
Mas, neste caso, temos de encarar a realidade: Figueira, vamos partir para uma nova corrida e uma nova viagem?
Então, senhores "quens" de direito figueirenses, que já lá estão há mais de 7 anos no poder, digam-me, por favor, para onde?
quarta-feira, 21 de dezembro de 2016
Eu sei que a porta do gabinete de V. Exa. estará sempre aberta para mim, mas estou com falta da moedinha necessária para o estacionamento...
Exmº. Senhor presidente da câmara municipal da Figueira da Foz
Porque eu sei que temos um presidente "inteligente", tomo a liberdade de escrever a V. Excelência, só para colocar-lhe uma pergunta:
Isto, não é serviço público?
Confiando que V. Excelência terá sempre em consideração global o assunto relacionado com a formação associativa, cultural e desportiva, de maneira especial, das crianças de todo o concelho, e que tomará as decisões certas, despeço-me, como sempre cordialmente, enviando os meus melhores cumprimentos,
Adenda: entretanto, vou tendo uma cadeira por perto, não vá demorar algum tempo.
Porque eu sei que temos um presidente "inteligente", tomo a liberdade de escrever a V. Excelência, só para colocar-lhe uma pergunta:
Isto, não é serviço público?
Confiando que V. Excelência terá sempre em consideração global o assunto relacionado com a formação associativa, cultural e desportiva, de maneira especial, das crianças de todo o concelho, e que tomará as decisões certas, despeço-me, como sempre cordialmente, enviando os meus melhores cumprimentos,
António Agostinho, Aldeia da Cova e Gala, Figueira da Foz
Adenda: entretanto, vou tendo uma cadeira por perto, não vá demorar algum tempo.
Uma cidade de humoristas...
Todos fomos surpreendidos.
Até o próprio Ricardo Araújo Pereira!..
Quando estava a explicar ao Zé Luís de Sousa, que estava a chegar ao Museu, que a sessão com o humorista tinha mudado de sala, eis que surge o próprio Ricardo Araújo Pereira, que também não sabia de nada!
Lá avisámos - eu e o Zé Luís de Sousa - o Ricardo Araújo Pereira.
E como ele não sabia como chegar à nova sala onde se iria realizar a sessão, lá lhe demos a informação necessária para ele se conseguir dirigir até ao CAE, onde foi recebido, junto à porta sul, pelo vereador Tavares...
Temos uma Câmara humorista e brincalhona: na realização de uma sessão de humor, ia tramando até o próprio humorista!
Bom, para mim começou logo ali a boa disposição, que depois se prolongou pelas quase 2 horas da sessão!
Foi uma noite bem passada: começou particularmente bem e acabou muito bem, sim senhor...
Aliás, nada que não fosse previsível: RAP, além de um humorista e escritor extraordinário, é um comunicador de excelência.
Depois, a Figueira, com este executivo camarário, ajuda sempre...
Quando tudo é ridículo, nada pode ser ridicularizado...
O Bairro Novo e a pesada herança do edifício "O Trabalho”... (V)
De harmonia com o que li no jornal AS Beiras de ontem, "o prazo da licença para obras no Edifício O Trabalho caducou. Aliás, já caducaram todos os prazos a que o proprietário do imóvel, a seguradora Açoreana, recorreu."
Sendo assim, "o prédio vai continuar devoluto, em pleno Bairro Novo, uma das zonas mais concorridas da Figueira da Foz".
A vereadora Ana Carvalho adiantou ao jornal As Beiras que “a câmara ainda não tomou uma decisão”, mas vai “tentar pressionar o proprietário” a realizar obras. A via da tomada de posse administrativa do edifício, para a autarquia se substituir ao proprietário, “levanta dúvidas legais, por tratar-se de um imóvel legal”, ressalvou, além de também representar custos elevados para o município. Em caso de posse administrativa, o proprietário fica com a dívida ao município, relativa às obras realizadas, que depois seria executada.
No entanto, ressalvou Ana Carvalho, trata-se de um processo complexo e que por enquanto não se justifica. Entretanto, o dono tem feito reparações, “para não pôr em risco pessoas e bens”. Assim, elucidou a vereadora, “não há sustentabilidade técnica que afirme que o edifício é um risco público”.
Demolição, requalificação e reparação: são estas as alternativas à actual degradação.
João Ataíde, presidente da câmara, na reunião da vereação da passada segunda-feira, informou que prefere a demolição e anunciou a realização uma vistoria ao edifício.
O autarca respondia a um munícipe, que levou o assunto à sessão, e à oposição, que também interpelou o executivo sobre o tema.
Nota de rodapé.
Mais do mesmo.
Estou como o António Tavares, vereador executivo há sete anos, 7, em 11 de março de 2014 no jornal AS BEIRAS:
"... não consigo perceber como pode a Açoreana, empresa proprietária do chamado edifício "O Trabalho", fazer perpetuar e permitir a degradação constante do mamarracho que todos conhecemos, para mais situando-se numa zona nobre da cidade e de grande fluxo de turistas e locais..."
Estamos lixados.
Por um lado, este (citando Miguel Almeida) é "um Edifício que é um Trabalho"!
Por outro lado, a Figueira é mesmo uma cidade que não se leva a sério...
Sendo assim, "o prédio vai continuar devoluto, em pleno Bairro Novo, uma das zonas mais concorridas da Figueira da Foz".
A vereadora Ana Carvalho adiantou ao jornal As Beiras que “a câmara ainda não tomou uma decisão”, mas vai “tentar pressionar o proprietário” a realizar obras. A via da tomada de posse administrativa do edifício, para a autarquia se substituir ao proprietário, “levanta dúvidas legais, por tratar-se de um imóvel legal”, ressalvou, além de também representar custos elevados para o município. Em caso de posse administrativa, o proprietário fica com a dívida ao município, relativa às obras realizadas, que depois seria executada.
No entanto, ressalvou Ana Carvalho, trata-se de um processo complexo e que por enquanto não se justifica. Entretanto, o dono tem feito reparações, “para não pôr em risco pessoas e bens”. Assim, elucidou a vereadora, “não há sustentabilidade técnica que afirme que o edifício é um risco público”.
Demolição, requalificação e reparação: são estas as alternativas à actual degradação.
João Ataíde, presidente da câmara, na reunião da vereação da passada segunda-feira, informou que prefere a demolição e anunciou a realização uma vistoria ao edifício.
O autarca respondia a um munícipe, que levou o assunto à sessão, e à oposição, que também interpelou o executivo sobre o tema.
Nota de rodapé.
Mais do mesmo.
Estou como o António Tavares, vereador executivo há sete anos, 7, em 11 de março de 2014 no jornal AS BEIRAS:
"... não consigo perceber como pode a Açoreana, empresa proprietária do chamado edifício "O Trabalho", fazer perpetuar e permitir a degradação constante do mamarracho que todos conhecemos, para mais situando-se numa zona nobre da cidade e de grande fluxo de turistas e locais..."
Estamos lixados.
Por um lado, este (citando Miguel Almeida) é "um Edifício que é um Trabalho"!
Por outro lado, a Figueira é mesmo uma cidade que não se leva a sério...
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