quarta-feira, 3 de julho de 2019

Quota de sardinha divide situação e oposição na última reunião de câmara realizada à porta fechada

Ricardo Silva, na última reunião de câmara, realizada à porta fechada na passada segunda-feira, apresentou uma moção a favor do aumento da quota ibérica da captura de sardinha para 15,4 mil toneladas, contra as actuais 10,8 mil, tendo como destinatário a tutela das pescas
A proposta foi chumbada, com seis votos contra do PS. Além de Ricardo Silva, o proponente, os outros dois vereadores eleitos pelo PSD, Carlos Tenreiro e Miguel Babo, também votaram a favor. Assinale-se, por se caso raro, a unanimidade de voto nos eleitos pela lista do PSD nas eleições de 2017.
Segundo uma publicação no facebook na página Carlos Tenreiro - Mudar Porque a Figueira Merece, "o Vereador Miguel Babo(PSD) lamentou o facto do governo continuar sem um estudo rigoroso que permita avaliar, em concreto, qual a quantidade de sardinha que pode e deve ser capturada anualmente. Adiantou que não serão agora as poucas toneladas a mais reivindicadas que irão alterar as medidas de defesa da espécie.
Por sua vez o Vereador Carlos Tenreiro do PSD chamou a atenção para a forma ponderada como a comunidade piscatória, ao longo dos tempos, sempre conseguiu avaliar os stocks anuais de sardinha, ainda que assente em análises empíricas tendo por base a experiência de quem "está no terreno" no dia a dia, sendo certo, afirmou “que a ausência do estudo fragiliza fortemente a capacidade negocial do governo quando as quotas são discutidas no seio da Comunidade Europeia, por estar desprovido de argumentos sólidos para contrapor o que ali é determinado e que regra geral acaba sempre por penalizar o nosso país. É tempo dos Governos de Portugal assumirem uma atitude mais séria e os Municípios ligados à captura da sardinha unirem-se em redor duma politica conjunta que promova a defesa dessa actividade."
Registe-se, que os armadores defendem o aumento para as 16 mil toneladas. 
Já no início de junho Ricardo Silva havia defendido o aumento da quota. Na altura, o presidente da câmara defendeu a necessidade de haver uma gestão dos stocks, para evitar que a espécie fique em risco de extinção. Por outro lado, Carlos Monteiro frisou que estava previsto o aumento da quota, no decurso da época de pesca, dependendo dos resultados da monitorização dos cardumes de sardinha na península.

Presidente da junta de freguesia de S. Pedro, finalmente, reagiu à intenção de José Esteves, que pretende o porto de pesca novamente na cidade...

No decorrer da última Assembleia Municipal, José Esteves, presidente da junta de Buarcos/S. Julião, defendeu a troca de localização dos portos. O presidente da junta de freguesia de S. Pedro, presente na Assembleia Municipal, ouviu e ficou mudo e quedo! 
Há momentos, porém, depois desta manhã OUTRA MARGEM ter referido esse facto, via Foz ao Minuto, António Salgueiro, presidente da junta de freguesia de S. Pedro, reagiu: considera «eventual troca da localização dos portos uma utopia». E acrescentou ainda. «Da parte da Junta de Freguesia de São Pedro, essa eventual troca de localização dos portos, caso seja proposta e tenha o apoio do Governo Central terá a nossa abertura e iremos respeitar a decisão, mas é uma utopia, primeiro porque seria um investimento económico muito grande para criar as infraestruturas necessárias que neste momento não existem, e há ainda a questão ferroviária. Neste momento o Porto Comercial situa-se ao lado de uma Estação Ferroviária, mas na eventual deslocação deixaria de ter».

Estrada Nacional 109 (IC1) ...

A Deputada figueirense Ana Oliveira questionou novamente o Governo, depois da pergunta por escrito, sobre a prometida requalificação do troço da Estrada Nacional 109 (IC1) que passa o concelho da Figueira da Foz de norte a sul. Ficou mais uma vez sem resposta.
O vídeo da sua intervenção é este:

Aqui está o vídeo da "resposta":


Sobre este assunto, a Comissão Política do PSD/Figueira emitiu um comunicado, de que respigo o seguinte:

"O Dr. Carlos Monteiro em 10 anos nem conseguiu articular e concretizar com o poder central requalificação da EN 109....

Uma estrada onde continuam a ocorrer acidentes nos cruzamentos da Costa de Lavos e Marinha das Ondas.

Para o Partido Socialista é tudo para BREVE...

Afinal qual é o papel da Câmara Municipal? Não devia fazer pressão junto do poder central socialista?"


A EN109 é um problema antigo... Depois de alguns atrasos as obras deveriam ter começado em 2017... É o que constava no Plano de Proximidade da empresa pública Infraestruturas de Portugal (IP). Contactada, na altura,  pelo DIÁRIO AS BEIRAS, a empresa citou a informação do referido plano, que especifica que as obras decorrerão numa extensão de 47 quilómetros, entre a Figueira da Foz e Cantanhede. Esta intervenção inclui o pavimento da ponte sobre a foz do Mondego Edgar Cardoso e a substituição dos cruzamentos da Costa de Lavos e da Leirosa por rotundas. De acordo com a mesma fonte, as obras têm um orçamento de 5,8 milhões de euros. 
Por iniciativa de João Ataíde, este assunto foi debatido, no dia 30 de março de 2016, na reunião de câmara. O autarca, na oportunidade, revelou que falou, informalmente, com o presidente da IP, António Ramalho, sobre a urgência de se avançar com a requalificação da estrada, cujo piso se encontra degradado, sobretudo entre a Marinha das Ondas e a Figueira da Foz, zona de forte incidência de acidentes rodoviários. 
Até agora, nada...

terça-feira, 2 de julho de 2019

"Figueira da Foz, capital dos supermercados"...

"Será correta a betonização crescente da Várzea de Tavarede com a instalação destas superfícies comerciais?
E o que dizer da ocupação de parte do corredor verde das Abadias com um Aldi?
E quais as consequências em termos de trânsito rodoviário? E a impermeabilização crescente dos solos? E o quebrar da harmonia do verde contínuo da paisagem?
Serão isto tudo questões menores?
Nas cidades e países civilizados estas superfícies comerciais, habitualmente, são instaladas fora do aglomerado urbano.
Na Figueira da Foz, a revisão do PDM de 2017 tornou-se num elemento facilitador para a sua instalação à la carte dentro da cidade.
Isto não é construir cidade, antes pelo contrário, estamos a descaracterizá-la e a destruí-la a pouco e pouco."

Luís Pena, advogado, via LUX24.

Mobilidade Urbana no concelho da Figueira da Foz...

Um requerimento apresentado pelo Vereador PSD, Ricardo Silva, na reunião de câmara à porta fechada, realizada ontem, 1 Julho de 2019.

Para ler clicar aqui.

Porque é que se fizeram as obras em Buarcos? (2)

Via Diário as Beira. "Receios fundados!"
"Há um ano atrás nesta mesma coluna de opinião não opinei, apenas estranhei e receei o que se afigurava para Buarcos na então iniciada intervenção de regeneração urbana. Temia o retrocesso de um traçado oceânico moderno e de contiguidade da principal avenida da cidade, temia um estreitamento da via, inútil e prejudicial, e o sacrifício dum coberto vegetal consolidado há muito e que sombreava uma zona de jardim importante, usada e vivida pelos cidadãos.

Esperei para ver e finalmente opino. Não há qualquer coerência naquela intervenção, nem física nem funcional, e estética parece-me também duvidosa. O antigo jardim tornou-se numa imensa mancha desabrigada e inóspita replicando a aridez do areal da praia. O estrangulamento é total quer se chegue pela circular, pela rua Rancho das Cantarinhas ou pela avenida do Brasil.

Se a ideia era o estrangulamento do acesso está conseguido, mas não satisfeita troquei impressões com os comerciantes da zona, imaginava-os fartos de obras mas entusiasmados com o resultado final, também me enganei… queixam-se dos difíceis acessos que só “espantam os clientes” e que “não estávamos bem mas agora ficou pior”, os meus receios eram fundados! Se há intervenções justificadas já outras nem se percebe a sua razão de ser, nem a quem servem, nem o benefício que podem trazer para a cidade. Se a coerência desta intervenção é inexistente e a sua utilidade é nula, então só cumpre o propósito politico, aquele do “fez-se obra”!"

Nota OUTRA MARGEM: Porque continua muita coisa por responder e esclarecer, fica a pergunta: e agora?..

Na Assembleia Municipal, o presidente da junta de freguesia de S. Pedro ouviu e ficou mudo e quedo!

Imagem via Diário as Beiras

Curiosidades marginais (III): Porto Comercial e Zona Industrial e os erros estratégicos de localização

Crónica Marginal de  António Agostinho, 18 de Junho de 2001, publicada no jornal Linha do Oeste.
Para ler clicar aqui.

Fidelidade...

Imagem sacada daqui
Fidelidade, é uma coisa. Lealdade, é outra coisa.
A lealdade não tem preço. Mas tem valor. 
A lealdade não pode servir para enganar os tolos. A fidelidade, sim. Carlos Monteiro está no poder há 10 anos... 
Naquilo que é puro perdura a pureza. 
Repito: fidelidade e lealdade não são a mesma coisa.

Vota PS, vota PS, vota PS, vota PS...

segunda-feira, 1 de julho de 2019

A Figueira tem um futuro brilhante...

Antigo Mini Preço de Montemor o Velho

Chegou ao fim...

A não perder...

Mais um que vai chegar à Figueira?..

Calma, S. Pedro deve ser já a seguir...

"Secretário de Estado do Ambiente inaugura ampliação da ETAR de Oliveira do Hospital"...

"A infraestrutura, além de servir a sede do concelho, trata também as águas residuais de Aldeia de Nogueira, Nogueira do Cravo, S. Paio de Gramaços e Catraia de S. Paio. O local de descarga do efluente tratado é no rio de Cavalos, curso de água pertencente à bacia hidrográfica do rio Mondego, considerada meio sensível, pelo que, a ETAR de Oliveira do Hospital assegura um tratamento de nível terciário das águas residuais, integrando etapas para remoção de nutrientes (azoto e fósforo), bem como filtração e desinfecção por ultravioletas para reaproveitamento de parte do efluente tratado como água de serviço. Para além de muito contribuirem para a qualidade de vida da população que serve, bem como, para a protecção do meio ambiente, as obras realizadas nesta ETAR foram projetadas para atingir níveis de qualidade compatíveis com a atual legislação em vigor."

Canil/gatil: em outubro de 2018 custava 500 mil euros. Em julho de 2019, 300 mil euros é o orçamento aproximado do futuro canil.. Mais um pouco e ainda fica de borla!..

9 de outubro de 2018:

O vereador do «bem-estar animal», Miguel Pereira, em entervista ao jornal Diário as Beiras .
"Autarquia vai investir 500 mil euros em novo canil e gatil", pode ver-se numa chamada de primeira de 9 de Outubro de 2018 página do jornal AS BEIRAS.
Na página 9, pode ler-ser que, "inicialmente, foi indicada a Várzea de Tavarede, mas, neste momento, «o local ainda não está definido, ou seja, a autarquia ainda está a analisar opções».
A câmara garante, no entanto, que «não é intenção construir, num único ano, um megacentro de recolha animal, mas antes definir um terreno que, até ao final de 2018, possa começar a receber as infraestruturas básicas para funcionar e que tenha, também, capacidade para aí se poder adicionar boxes e espaços comuns para os animais que venham a estar sob custódia municipal»."


1 de julho de 2019:

Carlos Monteiro, presidente da câmara.
O novo canil/gatil municipal poderá ser construído junto ao campo de futebol do Bom Sucesso, no extremo norte do concelho, enquanto o centro de recolha de animais deverá ser instalado no complexo logístico da Câmara da Figueira da Foz, na Várzea de Tavarede, zona urbana. O actual canil, no horto municipal, tem capacidade para 16 animais e alberga cerca de 30, em jaulas exíguas. “Estamos a tratar de termos um canil municipal de alguma dimensão na zona do Bom Sucesso, num terreno que nos parece reunir as condições, e pretendemos construir o centro de recolha central junto ao quartel dos Bombeiros Municipais”, adiantou o presidente da câmara, Carlos Monteiro, ao DIÁRIO AS BEIRAS.  “Todos nós queremos que os animais sejam tratados com as melhores condições possíveis. E também queremos que o canil não interfira com a qualidade de vida das pessoas, nomeadamente, em termos de ruído”, defendeu Carlos Monteiro. 
Perguntado pelo DIÁRIO AS BEIRAS se concorda com a instalação do canil na freguesia, o presidente da Junta do Bom Sucesso, Carlos Batata, respondeu que “dependerá das contrapartidas”.

E até agora, nada!..

Deputada figueirense Ana Oliveira questionou Governo sobre a requalificação da EN109 (IC1)

Assunto: Requalificação EN109_ Troço Figueira da Foz/Pombal
Destinatários: Min. das Infraestruturas e da Habitação.
Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República.
Mais uma vez, questionamos o Ministério das Infraestruturas acerca da prometida requalificação do troço da N109 Figueira da Foz-Pombal.
No início do ano de 2016, a empresa pública Infraestruturas de Portugal (IP) anunciava o investimento de 3,25 milhões de euros para as obras da sua requalificação, valor que seria distribuído em dois anos, sendo 1,2 milhões em 2016 e 2,05 milhões em 2017.
O que é certo, é que passou o ano de 2016 e o ano de 2017 e pouco ou mesmo nada foi feito.
Mais tarde, em março de 2018, os Deputados do PSD eleitos por Coimbra efetuaram uma pergunta regimental e obtiveram como resposta, por parte do Sr. Ministro, que o projeto de execução para a empreitada na EN109 encontrava-se concluído e que o seu lançamento estava previsto para o mesmo ano.
Para reforçar mais as promessas, em julho de 2018, a IP informava que a perspetiva do início das obras da N109 seria no início de 2019, onde referia também que as obras começariam no concelho da Figueira da Foz e incluía repavimentação, melhoramento da sinalética e uma das mudanças mais importantes, incluía a substituição dos cruzamentos existentes de acesso às localidades de Costa de Lavos e Leirosa, por rotundas.
Passou o ano de 2018 e estamos em julho de 2019 e até agora não aconteceu nada!
Inadmissível! O Sr. Ministro das Infraestruturas faltou à verdade aos Deputados que o questionaram e faltou à verdade a todos os que diariamente utilizam aquela estrada nacional.
Relembramos que, o troço Figueira da Foz-Pombal é uma via muito movimentada, nomeadamente por veículos pesados e muito utilizada para o acesso a duas grandes unidades fabris.
Devido ao estado degradado da via, à péssima sinalização e aos perigosos cruzamentos já referidos, os acidentes são constantes e graves.
Face ao exposto, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, os deputados abaixo assinados do Grupo Parlamentar do Partido Social Democrata vêm endereçar a seguinte questão ao Ministro das Infraestruturas e da Habitação, através de V. Exa:
1. Qual o cronograma, exacto, para o começo das obras de requalificação do troço da EN109 referente ao concelho da Figueira da Foz?
Palácio de São Bento, 28 de junho de 2019

Nota OUTRA MARGEM.
1. quinta-feira, 31 de março de 2016: "Início das obras de requalificação da EN 109 agendado para 2017".
2. sexta-feira, 22 de junho de 2018: 109 vai ter obras de beneficiação...

3. terça-feira, 24 de julho de 2018: 109 vai ter obras de beneficiação... (II) 

4

"Quem ama porque o amam é agradecido, quem ama, para que o amem, é interesseiro: quem ama, não porque o amam, nem para que o amem, só esse é fino."

domingo, 30 de junho de 2019

Em memória de tempos em que nos diziam que a Aldeia caminhava determinada em direcção ao futuro...

Sintético: enquanto continuamos à espera, recordar é viver...

Via João Pedrosa Russo

Sacado daqui, com a devida e necessária vénia.
Nota OUTRA MARGEM.

Manuel Fernandes Tomás, "O Patriarca da Liberdade" e a consciência cívica...

Na Figueira,  sempre foi proibido questionar convenções.
Quem o faz, é imediatamente alvo de campanhas de ostracização.
Se algo ameaça a postura convencional, então é porque é extremista, ou marginal, ou pior.
Assim, não é de surpreender que – talvez na Figueira mais do que em qualquer outra cidade - os génios sejam todos póstumos.
É biografia recorrente aquela que acaba por concluir que, em vida, a excelsa pessoa nunca foi compreendida ou admirada.

Manuel Fernandes Tomás foi preciso morrer na miséria e na amargura para postumamente lhe reconhecerem o devido valor.


Joaquim Namorado: “Tudo existe. O que se Inventa é a descrição”

Joaquim Namorado viveu entre 1914 e 1986. Nasceu em Alter do Chão, Alentejo, em 30 de Junho. Se fosse vivo, faria hoje 105 anos. Por tal motivo, Alter do Chão, Coimbra e a Figueira da Foz, as terras por onde repartiu a sua vida, assinalam a data.
Mas Joaquim Namorado, em vida teve uma Homenagem. Tal aconteceu nos dias 28 e 29 de Janeiro de 1983. Por iniciativa do jornal barca nova, a Figueira prestou-lhe uma significativa Homenagem, que constituiu um acontecimento nacional de relevante envergadura, onde participaram vultos eminentes da cultura e da democracia portuguesa.
Há pessoas que nos estimulam. São as pessoas  que nunca se renderam ao percurso da manada.
Joaquim Namorado foi desses raros Homens e Mulheres que conheci.
Considerava-se um figueirense de coração e de acção – chegou a ser membro da Assembleia Municipal, eleito pela APU.
Teve uma modesta residência na vertente sul da Serra da Boa Viagem. Essa casa, aliás, serviu de local para reuniões preparatórias da fundação do jornal barca nova.
Joaquim Namorado, foi um Cidadão que teve uma vida integra, de sacrifício e de luta, sempre dedicada à total defesa dos interesses do Povo.
Nos dias 28 e 29 de Janeiro de 1983, por iniciativa do jornal barca nova, a Figueira prestou-lhe uma significativa Homenagem.
Na altura, lembro-me como se fosse hoje, nos bastidores do Casino Peninsular, escutei-o com deslumbramento.
Ao reviver o seu discurso, o que consegui a partir de uma gravação que obtive por um feliz acaso do destino,  fiquei com a certeza de que era necessário trazê-lo até aqui (fica o meu agradecimento aoPedro Agostinho Cruz), pois o que escutei fala mais de quem foi e continua a ser Joaquim Namorado, no panorama cultural português, do que tudo o que alguém, por mais talentoso que seja, conseguiria alguma vez transmitir sobre uma personalidade tão especial e genuína. Neste documento, para mim com uma carga emocional enorme, está o Joaquim Namorado com quem convivi nas mesas do velho café Nau e na redacção do barca nova, que permanece vivo na minha memória. Ainda por cima, ouve-se também, ainda que de forma breve, a voz do Zé Martins.  
Na sequência dessa homenagem, a Câmara Municipal da Figueira, durante anos, teve um prémio literário, que alcançou grande prestígio a nível nacional.
Santana Lopes, quando passou pela Figueira, como Presidente de Câmara, decidiu acabar com o “Prémio do Conto Joaquim Namorado”.

Joaquim Namorado l
icenciou-se em Ciências Matemáticas pela Universidade de Coimbra, dedicando-se ao ensino. Exerceu durante dezenas de anos o professorado no ensino particular, já que o ensino oficial, durante o fascismo, lhe esteve vedado.
Depois do 25 de Abril, ingressou no quadro de professores da secção de Matemática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra.
Notabilizou-se como poeta neo-realista, tendo colaborado nas revistas Seara Nova, Sol Nascente, Vértice, etc. Obras poéticas: Aviso à Navegação (1941), Incomodidade (1945), A Poesia Necessária (1966). Ensaio: Uma Poética da Cultura (1994).)
Dizem que foi o Joaquim Namorado quem, para iludir a PIDE e a Censura, camuflou de “neo-realismo” o tão falado “realismo socialista” apregoado pelo Jdanov...
Entre muitas outras actividades relevantes, foi redactor e director da Revista de cultura e arte Vértice, onde ficou célebre o episódio da publicação de pensamentos do Karl Marx, mas assinados com o pseudónimo Carlos Marques. Um dia, apareceu na redacção um agente da PIDE a intimidar: “ó Senhor Doutor Joaquim Namorado, avise o Carlos Marques para ter cuidadinho, que nós já estamos de olho nele”...

Aquilo que se passou - o passado realmente acontecido - é o que resta na nossa memória. 
Joaquim Namorado continua presente na minha memóriaE é uma memória de que tenho orgulho.
Doutor (foi assim que sempre o tratei) - também sou um Homem coberto de dívidas. 
Consigo e com o  Zé, aprendi mais do que na escola: ensinamentos esses que deram sentido à minha vida, onde cabem a honra, a honestidade, a coragem, a justiça, o amor, a ternura, a fidelidade, o humor
Mas, para  Companheiros do barca nova nada há agradecer...
“É assim que as coisas se têm de continuar a fazer, pois a sarna reaccionária continua a andar por aí...”
A luta por uma outra maré continua!..
Até sempre e parabéns pelos 105 anos, meu caro Doutor Joaquim Namorado

Via António Francisco Baião

Sacado daqui, com a devida e necessária vénia.

Fundo Recomeçar: AJFF vai devolver apoio de 4.250 euros e aponta o dedo ao Vereador das Florestas...

A AJFF - Associação Juvenil da Figueira da Foz viu aprovado um projecto inserido no programa promovido pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e IPDJ denominado Fundo Recomeçar.
No âmbito da Medida 3 – Apoio ao Desenvolvimento de Actividades – foi atribuído um apoio financeiro de 4.250 euros à AJFF para a realização de actividades de dinamização, no sentido de estimular as populações jovens e não jovens das freguesias afectadas.
No caso da Figueira da Foz foram contempladas  as freguesias do Alqueidão, Paião, Quiaios e Bom Sucesso. O projecto consiste em criar cidadania ambiental junto dos jovens do concelho através de sessões sobre o funcionamento da Protecção Civil e dos Bombeiros, assim como a plantação de árvores nos locais afectados pelos incêndios.
O Fundo Recomeçar é constituído pelas receitas dos resultados líquidos da exploração dos jogos sociais do Estado, atribuídos à SCML, vendidos na semana de 16 a 24 de dezembro 2017, representando um valor de 4.464.812 euros.
Este fundo destina-se a prestar apoio financeiro a iniciativas desenvolvidas por entidades públicas ou privadas, que visem a recuperação do ambiente, o ordenamento florestal e a diminuição do risco de incêndio, através da reconstrução de infra-estruturas, aquisição de equipamentos e do desenvolvimento de projectos de actividades, em benefício da respectiva economia e da população, nas zonas afectadas pelos incêndios ocorridos entre 15 e 16 de outubro de 2017.
Em todo o processo e por  iniciativa da  AJFF, foi  procurada uma parceria com a Câmara Municipal da Figueira da Foz.
Contudo, por motivos alheios à AJFF, esta Associação Juvenil não obteve  resposta por parte da Câmara. Esperavam,  desde Dezembro de 2018,  sobretudo retorno por parte do pelouro das Florestas, para identificar a zona de plantação e as espécies de árvores autóctone.
Em Setembro de 2018 a AJFF reuniu com o actual Presidente da Câmara, Dr. Carlos Monteiro. Dessa reunião, ficou patente a vontade do município em apoiar o projecto, nomeadamente na cedência dos autocarros e selecção da área a plantar na Lagoa da Vela.  De referir que a verba aprovada custeava estas árvores, despesas com autocarros (se necessário) e outros materiais necessários para o projecto.
"O município não teria qualquer tipo de responsabilidade financeira nesta actividade. Em Dezembro, foi contactada via telefone  Ana Pereira (secretária da Vereação), para marcar uma reunião com o Vereador das Florestas , dizendo sempre que o  Vereador entraria em contacto. Nunca aconteceu. Tentámos em Janeiro, Fevereiro, Março e Abril sem sucesso e sempre com a mesma resposta de que seríamos contactados", afirma a AJFF através de nota de imprensa
"Mesmo assim", esclarece ainda a AJFF, "contactámos as escolas e houve desde logo um apoio e interesse na iniciativa.  Isto tem ainda duas agravantes. A primeira , como a alma do projecto era a actividade de plantar árvores com os jovens , optando por fazer em Setembro , isso não seria possível  pois não é a altura de plantar árvores e seria um mau contributo que daríamos à juventude. A segunda, caso a AJFF procedesse à compra do material previsto na candidatura após o envio da primeira parcela de cerca de 3000 euros , estaríamos neste momento numa situação extremamente difícil, pois não teríamos condições para devolver esse mesmo dinheiro, por falta de condições financeiras. Mesmo sem tendo responsabilidades no processo, agora seríamos responsabilizados pelo mesmo sem necessidade. Felizmente a verba não foi tocada por precaução.  Posto isto, a AJFF irá devolver o fundo à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.  Lamentamos o sucedido . É uma actividade que se perde para a Figueira da Foz. No entanto, iremos continuar a trabalhar em prol dos jovens e da cidadania figueirense!"

Autarca figueirinha: aprenda que o engenheiro Daniel Santos não vai durar para sempre...

"AS GRANDES SUPERFÍCIES E O PDM"


"Na última Assembleia Municipal discutiu-se a instalação das grandes superfícies comerciais em torno da ideia de que o PDM é um instrumento de gestão territorial absolutamente rígido.
A oposição apontou o dedo ao executivo, criticando-o pelo facto de ter aprovado um PDM que conteria em si a justificação para não se poder inviabilizar a construção do que quer que seja no estrito respeito dos índices, cérceas alinhamentos e utilizações que se encontram expressas no respetivo regulamento,
Claro que, o presidente fez sua a posição dos críticos o que permitiu argumentar que se o PDM permite, não há nada a fazer!
Ora, não há visão mais redutora do que entender que cada um pode fazer no território aquilo que lhe convém, desde que não sejam violados os limites das regras inscritas no regulamento.
Tal interpretação poderia conduzir a que, em classe de espaços onde seja permitida a construção de habitação, comércio, serviços e indústria compatível com o uso habitacional, se viesse a admitir a construção de uma única destas utilizações, o que pode não ser urbanisticamente recomendável.
É aí que deve o executivo fazer valer a sua ideia da política de urbanismo para o território, reflectindo sobre as vantagens ou os inconvenientes de autorizar a construção de determinado equipamento e agir em conformidade, reflectindo sobre os conceitos de economia urbana subjacentes à ideia de funcionamento da cidade.
O Direito é uma disciplina convocada para os instrumentos urbanísticos, mas não é o mais importante. Antes disso há que levar em conta que a urbis (o desenho da cidade) deve servir a polis (o serviço às pessoas que a utilizam).
E, sim, a Câmara, pode, de forma devidamente justificada, inviabilizar ou viabilizar, em função da sua interpretação do regulamento, com base na sua ideia de política de urbanismo, flexibilizando a sua análise de acordo com o melhor interesse para a cidade."

sábado, 29 de junho de 2019

Porque é que se fizeram as obras em Buarcos?

Imagem via Diário as Beiras
Depois da requalificação, quase à beira da inauguração, as más notícias.
O presidente, interrogado sobre os custos das alterações ao projecto inicial, respondeu que ainda não foram contabilizados, mas serão tornados públicos. A propósito de alterações ao projecto, Carlos Monteiro admitiu que o “estacionamento, que está mal feito”, deverá ser “rapidamente corrigido”. E acrescentou: “Não podemos estacionar em perpendicular à via. Há um erro de projecto que vai ser corrigido”

Quando se decidiu requalificar, não se sabia disto? Depois das obras se iniciarem, apesar de tantas críticas que este estacionamento logo mereceu, não se se notou que era necessário alterar?..
Deixou-se construir e, certamente,  vai-se estrear um estacionamento novinho em folha e agora - melhor: porquê só agora?!... - é que o presidente Monteiro reconhece  que “não podemos estacionar em perpendicular à via" e que "há um erro de projecto que vai ser corrigido”.
Renovo a pergunta: que objectivos estiveram na base da  obra de requalificação urbana da frente marítima de Buarcos ?
Fomentar o Turismo? Criar riqueza e postos de trabalho? Aumentar os residentes naquela área?
O actual presidente da Câmara, Dr. Carlos Monteiro,  à época o vereador da obras municipais, tem responsabilidades acrescidas na forma como todo este lamentável processo decorreu. Por exemplo: porque não houve diálogo  com os afectados (moradores e comerciantes) para encontrar soluções para tentar amenizar os prejuízos e os incómodos.
A autarquia figueirense teve sempre uma postura arrogante e autoritária perante quem discorda. Foi assim aqui. E está a ser assim no Cabedelo.

Os políticos locais dizem-se preocupados com o ambiente, falam de descarbonização e alterações climáticas. Na prática, investem milhões para trazer para o coração da cidade uma fonte poluente.
Por exemplo: foram feitos estudos de tráfego? O Dr. Carlos Monteiro já reconheceu que não. 

De que forma é justificada a redução da emissão de gases? Como foi feito o estudado sobre a descarbonização? Onde estão os resultados?
Ao longo da execução deste projecto, ninguém sabia nada, incluindo técnicos e decisores políticos. Muita coisa se fez, "sem dar por ela", incluindo o corte das árvores..
Porque continua muita coisa por responder e esclarecer, fica a pergunta: e agora?..

Perguntas figueirinhas

Montagem feita a partir de uma imagem sacada daqui
Alguém sabe quantos assessores e secretárias têm os 6 vereadores do PS?..

A característica distintiva e dominante do mercado no capitalismo não é a oportunidade e a escolha, mas antes a compulsão pela compulsão...

"Uns fecham, outros abrem. É assim a lei do mercado e da livre concorrência. O supermercado Mini-preço da rua da República fechou, cerca de dois anos depois de ter aberto. E, segundo afirmou o deputado municipal do PSD Manuel Rascão Marques, o estabelecimento da mesma marca junto à piscina do Ginásio também deverá encerrar em breve. Entretanto, a cadeia internacional Aldi vai construir uma média superf ície nas Abadias."

Via Diário as Beiras

Carlos Monteiro, ontem na Assembleia Municipal: "se não acabarem no dia 30, terão de acabar no dia 01, no dia 02, no dia 03. ”... Espera-se que o ano seja 2019 e o mês seja julho!...

sexta-feira, 28 de junho de 2019

Momento figueirinhas hilariante e deprimente....

Em directo da Assembleia Municipal

António Salgueiro, presidente da Junta de Freguesia de S. Pedro, há momentos: "a derrota da CDU na freguesia é o resultado do mentor da CDU que têm em São Pedro."
Silvina Queiroz, deputada municipal CDU, perguntou quem é o mentor .... "Diga o nome que a CDU discute em colectivo".
Salgueiro embrulhou-se e não respondeu!..
João Portugal, disse a seguir que estamos a discutir um ponto e meteram-se a discutir os resultados eleitorais!..

O ponto da ordem dos trabalhos era o protocolo com APA relativo à segunda fase do Cabedelo...
Que praga rogaram aos covagalenses para terem um presidente de junta assim?..

Seguidores fortes, não fazem um líder forte.

Contudo, um líder forte faz seguidores fortes.

Isto é realmente impressionante! A sério: não pensem que estou a ser sarcástico...

Época balnear conta com 67 nadadores-salvadores...

Fica apenas uma dúvida: Alhadas tem praias?..

Pregos de ouro e balneários de ouro, são momentos que todos na Figueira esperam para gozarem e falarem mal, sem se preocuparem com o politicamente correcto...

Esta reconstrução ficou mais cara que o custo de um apartamento na marginal!.. Será que os 90 mil euros poderão ser explicados pelo facto da arquitectura ter a assinatura de Ricardo Viera de Melo?
Pronto: depois de 90 mil euros gastos para reconstruir um balneário, "a Câmara Municipal abriu hoje ao público um equipamento que vem dignificar a praia e servir a população e os veraneantes que frequentam a praia naquela zona. Trata-se dos balneários/sanitários perto da rotunda, na Avenida do Brasil."
A Figueira não tem apenas um prego de ouro: também tem um balneário de ouro!..

Nota: se a taxa a aplicar fosse de 23%, que é o que paga um cidadão normal, o custo iria para cerca de 120 MIL EUROS!..

Promessas, promessas e, até agora, nada... Mas, nunca é tarde!

A crónica desta semana no Diário as Beiras

A máquina de agitação e propaganda do município não brinca em serviço...

As "elites", na Figueira, são elites, apenas porque são elites...

Marcelo: "Foi sempre o povo a lutar por Portugal. Mesmo quando elites falharam".

Pereira da Costa, ex-autarca
 e ex-deputado.
 Um figueirense, que disse 

no decorrer da última
 reunião de câmara,  que ia ser 

um cidadão mais activo na cidade.
O falhanço das elites, também aconteceu na  Figueira. Prova disso, é a tentativa de se menorizar a intervenção política e cívica de cidadãos, iguais a todos os outros: isto é, pertencentes ao povo real e sofrido.
É um tique que atravessa todos os espectros políticos figueirenses, que de vez em quando vem à tona de água, mesmo em cerimónias oficiais.
Tal, parece-me fruto do demagogo sistema psicológico,  que leva muita gente figueirinhas, por exemplo, a confundir a Figueira, cidade, ao  "concelho real", como se a Figueira não fosse nem parte da realidade do concelho nem, se se for ao fundo da questão, da realidade concelhia. Por muito que custe a muita gente,  o marginal António Agostinho (por exemplo), apesar de blogueiro,  é parte da Figueira. Portanto, a sua opinião conta.
Ainda por cima, a opinião dele interessa mais a mais pessoas que muitos pensam. Confio que esta publicação contribua para que a noite figueirense venha a ser  considerada tão espectacular para o concelho como o procurado, em tempo de eleições,  "concelho real". O bom povo do "concelho real" ainda um dia perceberá, que se as "elites" são elites, apenas porque são elites e que, portanto, sendo elites, será bom darem mais atenção aos que não são elites.
Mas, para isso exige-se o mínimo: todas as reuniões de câmara à porta aberta ao povo e à comunicação social, já!

Faroeste. Ruído. Barulho. Barulho. Ruído. Vidros duplos. Vidros duplos. Viva o consenso...

Para ouvir, clicar aqui.

quinta-feira, 27 de junho de 2019

Homenagens do 24 de de Junho...

 Via página do munícipio figueirenses no facebook.
"Na passada segunda-feira, 24 de junho, Dia da Cidade e feriado municipal, o Município atribuiu, numa cerimónia que se realizou no Centro de Artes e Espectáculos, 60 distinções honoríficas a pessoas singulares e colectivas.
O Presidente da Câmara Municipal, Carlos Monteiro, referiu na sua intervenção, que ser aquele o momento de homenagear “aqueles que contribuíram de diversas maneiras para engrandecer a nossa cidade, o nosso concelho”.

O ex-edil, João Ataíde, que recebeu a Chave de Honra da Cidade, afirmou tratar-se da "maior distinção" que alguma vez recebeu. Por sua vez, Lídio Lopes, que recebeu a Medalha da Cidade - que lhe confere o título de cidadão honorário, referiu-se ao momento como “único”.
Já José Bernardes, a quem foi atribuída a Medalha de Mérito Técnico-Científico em prata dourada, afirmou que "nada nos é tão caro como o apreço dos nossos".
Foram ainda distinguidos pela Autarquia, com a Medalha de Bons Serviços, os funcionários da Câmara Municipal, entretanto aposentados: José Manuel Teixeira das Neves Barros, Medalha de Bons Serviços em Prata Dourada; Maria de Lurdes de Lima Dias Coutinho Maltez, Medalha de Bons Serviços em Prata; Augusto da Costa Dias, Medalha de Bons Serviços em Prata; José Joaquim Silva Neto; Medalha de Bons Serviços em Prata; José Cordeiro Gonçalves- Medalha de Bons Serviços em Prata; Dulce Maria Lemos Fernandes da Cunha, Medalha de Bons Serviços em Prata.
Também Sansão Coelho, a "Associação Letras Nómadas” e Olga Brás, foram distinguidos com a Medalha de Mérito Cultural em prata, a Medalha de Mérito Social em prata dourada e a Medalha de Mérito Social em prata dourada, respectivamente.
A sessão não ficaria completa sem a entrega de Diplomas de Reconhecimento à “Bonae Spei" e a Isabel Lino, Dulce Pedrosa, Fernanda Jordão e Vera Parracho, quatro voluntárias da Marinha das Ondas.
Foram igualmente reconhecidas, 10 PME´s (Pequenas e Médias Empresas) Líder e 45 Excelência, sediadas no concelho.
Carlos Monteiro agradeceu a todos os homenageados pelo «esforço desenvolvido para o bem comum, o bem dos figueirenses, da cidade da Figueira da Foz e do concelho»."


"A câmara de Viseu homenageou - repito HOMENAGEOU - o João Félix e o seu presidente chamou-lhe um Novo Viriato."
Perante isto, um cidadão figueirenses interroga-se.

O que terá falhado, para que não tenha sido homenageado João Damasceno, o novo aguadeiro do concelho?
Carlos Monteiro e João Damasceno. Carlos Monteiro, um velho conhecido de João Dasceno, e uma voz, que antes de 2009, se fazia ouvir quando o assunto era água e o seu preço...

Estava na cara o que ia acontecer...

Imagem via Diário as Beiras
OUTRA MARGEM, PREVIU E AVISOU...
domingo, 26 de março de 2017
Vamos lá então discutir o PDM... (10)

quarta-feira, 28 de novembro de 2018
Parecer favorável para a construção de um Aldi nas Abadias... (a propósito do PDM feito à medida... Vamos então continuar a discutir?)

Tal como disse um dia destes a vereadora Ana Carvalho (minuto 14 do vídeo): "o PDM também foi feito à medida. Claro que sim...".
Embora haja quem não goste serviço público, é isto... No meio de tudo isto, neste caso, registe-se a coerência do PSD.