sexta-feira, 31 de julho de 2026

Por incompatibilidade, Rascão Marques renunciou ao Conselho de Jurisdição Nacional do PSD

Imagem via Diário as Beiras

“O que aconteceu a Luís Neves foi uma operação preparada dentro da PJ”

"Veja, aqui, o episódio completo de Antes Pelo Contrário, com Pedro Delgado Alves e José Eduardo Martins. 
Em análise, os esclarecimentos do ministro Luís Neves e o caso de alegado vandalismo do gabinete de André Ventura."

Houve alterações na redestribuição de pelouros no executivo municipal: enquanto Cláudia Rocha passou a super vereadora, Manuel Domingues ficou sem diversos pelouros

Cláudia Rocha: a super vereadora
Conforme postagem de ontem, o presidente da Câmara da Figueira da Foz, Santana Lopes, cerca de 5 meses depois, procedeu a nova distribuição de competências por quatro dos cinco vereadores do executivo camarário, da coligação FAP. A anterior redistribuição tinha acontecido em fevereiro passado, na sequência da ainda mal clarificada renúncia ao mandato por parte da vice-presidente da Câmara da Figueira da Foz, Anabela Tabaçó.
De acordo com a página do Município da Figueira da Foz na internet, a vice-presidente, Olga Brás, é titular dos Assuntos Sociais, Saúde, Educação e Formação Profissional, Habitação, Coletividades, Relações Correntes com as Juntas de Freguesia e Cemitérios. 
Manuel Domingues, por seu lado, ficou com o Trânsito, Estacionamento, coadjuvação do presidente nas Questões de Proteção Civil e Bombeiros, Contratos de Concessão de Estacionamento e Polícia Municipal, que não existe, pois o processo da constituição de um corpo policial municipal está em curso. 
Cláudia Rocha passou a supervereadora, tendo em conta a elevada quantidade de pelouros que tem a seu cargo – Cultura, Turismo e Desenvolvimento Económico, Centro de Artes e Espectáculos, Recursos Humanos, Modernização Administrativa, Digitação e Novas Tecnologias, Mercados e Feiras, Coadjuvação de Olga Brás nas Relações com as Juntas de Freguesia, Desporto, Juventude, Serviço de Toponímia, Parque de Campismo e Serviço Veterinário Municipal. 
João Martins tem sob a sua alçada a coadjuvação do presidente nas questões de Desenvolvimento Económico e nas Questões de Ciência e Inovação e os pelouros do Urbanismo, Taxas e Licenças, Ocupação de espaço público, publicidade, taxas – Serviço de Receita, Fundos Europeus, Outros Financiamentos e respetivas Candidaturas, Serviço Municipal de Metrologia, Taxas e Licenças (pedidos de pagamento fracionado de taxas, licenças especiais de ruído). 
Santana Lopes reservou para si o Planeamento, Finanças e Orçamento, Ordenamento do Território, Projetos e Obras Estruturantes, Proteção Civil e Bombeiros, Assuntos Jurídicos e Contencioso, Ciência, Investigação e Inovação e Património. 
Ricardo Silva manteve os pelouros do Contrato de Concessão da Águas da Figueira, Ambiente, Espaços Verdes, Obras Municipais e Águas e Saneamento. 

Na freguesia de São Julião, Junta e farmácia asseguram serviço ao domicílio gratuito

"A junta de freguesia da sede do concelho da Figueira da Foz, contribui com apoio logístico, fornecendo à farmácia a lista de fregueses que se inscrevem naquele serviço ao domicílio. Que servirá, também, para outras respostas sociais que aquela autarquia poderá vir a assegurar."

quinta-feira, 30 de julho de 2026

Houve alterações na redestribuição de pelouros no executivo municipal

A SABER:

Santana Lopes

• Planeamento

• Finanças e Orçamento

• Ordenamento do Território

• Projetos e Obras Estruturantes

• Proteção Civil e Bombeiros

• Assuntos Jurídicos e Contencioso

• Ciência, Investigação e Inovação

• Património

 Olga Brás

• Assuntos Sociais

• Saúde

• Educação e respetiva Formação Profissional

• Habitação

• Coletividades 

• Relações correntes com as Juntas de Freguesia 

• Cemitérios 

Manuel Domjngues

• Trânsito

• Estacionamento 

• Coadjuvação do Presidente nas questões de Proteção Civil e Bombeiros

• Contratos de Concessão de Estacionamento 

• Polícia Municipal 

Ricardo Silva

• Ambiente

• Espaços Verdes

• Obras Municipais

• Águas e Saneamento

• Contrato de Concessão das Águas da Figueira

Cláudia Rocha

• Cultura

• Turismo e Desenvolvimento Económico

• Centro de Artes e Espectáculos (CAE)

• Recursos Humanos

• Modernização Administrativa, Digitação e Novas Tecnologias

• Mercados e Feiras

• Coadjuvação da Senhora Vereadora Olga Brás nas questões referentes às relações correntes com as Juntas de Freguesia

• Desporto 

• Juventude 

• Serviço de Toponímia 

• Parque de Campismo 

• Serviço Veterinário Municipal 

João Martins

• Coadjuvação do Presidente nas questões de Desenvolvimento Económico 

• Coadjuvação do Presidente nas questões de Ciência e Inovação 

• Urbanismo

• Taxas e Licenças

• Ocupação de espaço público, publicidade, taxas - Serviço de Receita 

• Fundos Europeus, Outros Financiamentos e respetivas Candidaturas 

• Serviço Municipal de Metrologia 

• Taxas e Licenças (pedidos de pagamento fracionado de taxas, licenças especiais de ruído) 

Rescaldo da Sessão Extraordinária da AM: «José Duarte Pereira esteve sob “fogo amigo”. A sua actuação foi criticada sobretudo pela maioria FAP»...

José Duarte Pereira, Presidente da Assembleia Municipal, segundo o Diário as Beiras, edição de hoje, «esteve sob “fogo amigo” na última sessão», que se realizou no passado dia 21 do corrente.
Politicamente falando, se aquilo porque passou, no decorrer da Sessão Extraordinária da Assembleia Municipal realizada no passado dia 21 o Presidente José Duarte Pereira, veio de "fogo amigo", José Duarte Pereira não precisa de inimigos.
Imagem via Diário as Beiras. Para ler melhor clicar em cima.
«Na Assembleia Municipal, o deputado municipal da FAP Gonçalo Oliveira, exigiu que o deputado do PS à Assembleia da República Pedro Delgado Alves se retracte sobre as afirmações segundo as quais “a única licença” da Bioadvance foi emitida pela câmara municipal. A este jornal, o parlamentar, já na posse de documentos adicionais que provam o contrário, incluindo um alvará da administração portuária, não se retractou e frisou que, de acordo com os documentos que possui, “a única licença que parece estar emitida e ainda em vigor é uma licença de construção do Município da Figueira da Foz”

«Da Assembleia Municipal para as reuniões de vereação, um edital publicado pelos serviços internos da Câmara da Figueira da Foz, sobre a não realização de reuniões de câmara em agosto, levou o vereador do Chega, Hugo Fresta, a apresentar um requerimento a exigir que seja corrigida a parte que alude a uma deliberação formal que não existiu. Entretanto, os mesmos serviços municipais assumiram e esclareceram o lapso. Conclusão, à semelhança do que é habitual, em agosto, por falta de quorum, não haverá sessões de câmara. A próxima reunião está agendada para o dia 3 de setembro.»

terça-feira, 28 de julho de 2026

Passos Coelho anda por aí... E que tal eleições?

E que tal, antes que aconteça a elevacão até ao trono de Passos Coelho, com os votos da maioria AD/Chega na AR e sem nenhum plebiscito popular,
"irmos para eleições?"
Sem maioria absoluta do Chega, qualquer governo que resultasse de umas eleições teria de se esforçar e investir muito para conseguir ser pior que esta coisa que temos a comandar os destinos do País.

Irritantes pessimistas: não vêm algo de positivo na realização de eleições?
É preciso ser mesmo muito masoquista para aceitar que esta legislatura chegue ao fim... 

Será que já não se recordam destas palavras de Pedro Passos Coelho?

"Estar desempregado não pode ser um sinal negativo. Despedir-se ou ser despedido não tem de ser um estigma. Tem de representar também uma oportunidade para mudar de vida. Tem de representar uma livre escolha, uma mobilidade da própria sociedade." 

Estas infantis declarações de Passos Coelho sobre o desemprego não têm nenhum sentido político ou ideológico. Na altura, estávamos em 2015, eram apenas a prova de que é possível chegar aos 47 anos, com a experiência social de um adolescente, a cargos de responsabilidade com o currículo de jotinha, a líder partidário com a inteligência de uma ameba, a primeiro-ministro com a sofisticação intelectual de um cliente habitual do fórum TSF e a governante sem nunca chegar a perceber que não é para receberem sermões idiotas sobre a forma como vivem que os cidadãos participam em eleições

Terei sido insultuoso no que escrevo? Não chego aos calcanhares de quem fala com a leviandade expressa acima sobre as dificuldades da vida de pessoas que nunca conheceram outra coisa que não fosse viver em "risco".

Só de de pensar que esta personagem anda por aí, dá-me voltas ao estômago... Uma enxadazinha fazia-lhe tão bem...

900 hectares de arrozais e áreas florestais da Quinta de Fôja estão à venda

 Via Diário as Beiras

"Fernando Alexandre presidiu à cerimónia da inauguração de novas instalações, no antigo terminal rodoviário"

Via Diário as Beiras (para ler melhor clicar na imagem)

segunda-feira, 27 de julho de 2026

"A insuportável decadência"...

Via Jornal Público (para ler melhor clicar na imagem)

A edição 50 do "FestiMaiorca foi um sucesso... mesmo sem apoio da junta de freguesia"

Incidente

«Este ano, coincidindo com o 50.º aniversário, o FestiMaiorca não contou com apoio logístico e financeiro da Junta de Maiorca. Em declarações recentes ao DIÁRIO AS BEIRAS, o presidente, Nuno Santos, afirmava: “Neste momento, não é possível atribuir apoio financeiro”. Entretanto, o executivo da junta reconsiderou, mas não obteve resposta da organização. “O festival já fechou. Agora, já não precisamos de apoio”, reagiu, a este jornal, o diretor do FestiMaiorca, Luís Gonçalves, sustentando que “a junta alterou a decisão por ter sido pressionada pela comunicação social e outros”

Município atribuiu Medalha de Mérito Cultural em Prata Dourada ao festival

Por sua vez, «o Município da Figueira da Foz atribuiu a Medalha de Mérito Cultural em Prata Dourada ao FestiMaiorca, a propósito dos 50 anos do festival. A distinção foi entregue pelo presidente da câmara, Santana Lopes, no espetáculo de encerramento. Nota publicada pelo Gabinete de Apoio à Presidência nas redes sociais da autarquia frisa que a medalha “reconhece o relevante contributo do festival, ao longo de cinquenta anos, para a preservação, valorização e divulgação das tradições populares e do património cultural imaterial, bem como para a projeção da Figueira da Foz a nível nacional e internacional”

Distinções honoríficas atribuídas pelo Município ao FestiMiorca, João Damasceno e RFM SOMNII

O Município da Figueira da Foz atribuiu a Medalha de Mérito Cultural em Prata Dourada ao FestiMaiorca, a Medalha de Mérito Técnico-Científico em Prata Dourada a João Damasceno (cessou este mês, súbita e repentinamente, funções de diretor geral da Águas da Figueira) e Medalha de Mérito Cultural em Prata ao festival de música eletrónica RFM SOMNII. 

As propostas foram apresentadas pelo presidente da autarquia figueirense, Santana Lopes, tendo sido aprovadas em sessão de câmara. 

A medalha atribuída ao festival internacional de folclore organizado pela Casa do Povo de Maiorca já foi entregue pelo presidente da câmara, Santana Lopes, no decorrer do espetáculo que encerrou a edição 50 do FestiMaiorca.

domingo, 26 de julho de 2026

"O ódio sabe tão bem e é tão perigoso: é uma vingança instantânea e permanente. Merece a solidão."

"O ódio é como o dinheiro.

O ódio faz mal a quem o sente: isto está mais do que provado. O ódio ocupa a cabeça e a cabeça fica sem lugar para as coisas que fazem bem. O ódio gasta a nossa sensibilidade."

A inauguração é amanhã, pelas 11 horas: Ministro da Educação preside à cerimónia

"Antigo terminal rodoviário passa a ser Edifício 2 do polo universitário na cidade, para «potenciar» ensino e investigação."

Portugal, um País adiado desde mil novecentos e troca o passo

O Novo Aeroporto de Lisboa

Decreto-Lei n.º 48902, de 8 de Março de 1969. Transcorreram 20.956 dias: 57 anos, 4 meses e 16 dias.

"Porque Portugal quando não é um país de vadios é um país de amadores. A fé da profissão, isto é, o segredo do triunfo dos povos, é absolutamente alheio ao organismo português do que resulta esta contínua atmosfera de tédio que transborda de qualquer resignação. Também o português não sente a necessidade da arte como não sente a necessidade de lavar os pés."
  • Almada Negreiros, in CONFERÊNClA FUTURISTA, Maio de 1917

Esta é a primeira medalha de ouro para o Remo português no escalão de sub-23

Histórico

Atletas da Naval Remo conquistaram em Duisburgo a primeira medalha de ouro de sempre para Portugal no Mundial Sub-23 de Remo.

sábado, 25 de julho de 2026

Em Portugal, até na penúltima etapa os pobres são discriminados

Famílias põem em risco orçamento por falta de vagas públicas em lares

Com reformas curtas, 90% das famílias procuram lares até 2000€. A escassez também no privado obriga mais de metade a ultrapassar o orçamento perante a perda de autonomia dos pais, alerta o '1.º Barómetro da Procura de Residências da Via Senior'.

Mário Crespo

 "A morte chegou, e Trump está a enfrentá-la. E a enfrentá-la mal"

Isto não se inventa

"Diz que 12 meses tem o ano, 13 com o subsídio de Natal, vá lá 14, com o subsídio de férias. Já vão 16 - dezasseis - 16 *** ENTREVISTA *** e *** GRANDE ENTREVISTA *** e ainda vamos no mês 7, que é o de Julho."


"Um dia destes vamos acordar num país onde escolhas como ser racista, xenófobo, mentiroso, populista e ignorante, para além de estarem perfeitamente normalizadas, serão linhas orientadoras de um governo.

Os imprevistos na vida de Luís Montenegro

Estamos perante casos que fragilizam a autoridade política de dois ministros e, dependendo da forma como gerir a crise, poderão fragilizar a do próprio primeiro-ministro

"Nestes tempos de surpresa e espanto, Luís Montenegro bem podia refletir sobre a resposta do primeiro-ministro inglês Harold Macmillan (1957–1963) quando um jovem lhe perguntou qual o adversário político que mais temia: “Os acontecimentos, rapaz, os acontecimentos.” Os adversários políticos de Montenegro são previsíveis. Os acontecimentos, não. Das oposições Montenegro nada tem a temer. Do imprevisto tem. Nenhum adversário político está em condições de lançar o país numa crise. Os acontecimentos podem fazê-lo, como Luís Montenegro está a comprovar, uma vez mais. 

Quem podia imaginar que Fernando Alexandre, um dos mais competentes e populares ministros deste Governo, de repente se via metido numa trapalhada com a digitalização e correção dos exames nacionais do ensino secundário, colocando 166.339 alunos e respetivas famílias à beira de um ataque de nervos? Quem podia antecipar que Luís Neves, um homem experimentado no combate ao crime, um ministro que estava a recuperar a imagem e a autoridade do Ministério da Administração Interna, afinal tinha negócios estranhos com um amigo empreiteiro, um atrelado perigoso que estava onde não devia estar e outras peripécias ainda por explicar? A resposta é: ninguém. 

Mas é assim que, num abrir e fechar de olhos, do nada, Montenegro tem dois dos principais ministros em risco, uma crise política em mãos, sem conseguir controlar os acontecimentos. Nassim Nicholas Taleb ficou famoso com a publicação de “Cisne Negro”, onde ele demonstra que os acontecimentos mais importantes são muitas vezes os mais imprevisíveis. Ele defende que o maior erro humano é acreditar que compreendemos e podemos prever a realidade melhor do que realmente conseguimos. É provável que esta tese se aplique tanto a Fernando Alexandre como a Luís Neves, embora com contornos muito diferentes. Voluntarismo, precipitação, facilitismo, ingenuidade, arrogância, entre outras falhas possíveis, são o combustível humano do imprevisto. E, por consequência, de desagradáveis acontecimentos. Particularmente graves quando ocorrem no exercício do poder. 

Dizem os biógrafos do infeliz Macmillan que a frase famosa “os acontecimentos, rapaz, os acontecimentos” foi proferida a propósito do caso Profumo, um inesperado escândalo sexual que envolveu o então ministro da Guerra, John Profumo, com Chris tine Keeler, suspeita de ligações a um oficial soviético. O escândalo comprometeu irremediavelmente a autoridade política de Macmillan e levou à derrota do Partido Conservador nas eleições seguintes. Ainda não é claro como irão terminar os acontecimentos que atormentam a vida de Luís Montenegro por estes dias. Mas há, desde já, algo que sabemos. Não estamos, claro, perante um caso Profumo. Mas estamos perante casos que fragilizam a autoridade política de dois ministros e, dependendo da forma como gerir a crise, poderão fragilizar a do próprio primeiro-ministro. Isso já não é um imprevisto. É a realidade."

Bandas ao Coreto

quinta-feira, 23 de julho de 2026

Primeira pedra na futura unidade industrial da empresa Hanning está lançada

Da série, Figueira cidade do espectáculo... (3)

"A Gala de Encerramento da 50.ª edição do FestiMaiorca promete uma viagem pelos sons, danças e tradições do mundo, reunindo em palco todos os grupos "

"Concerto de tributo aos Scorpions no dia 1 de agosto no CAE"

Sessão Extraordinária de 21 de Julho de 2026: um acto falhado

Regimento da Assembleia Municipal da Figueira da Foz 2025/2029

Artigo 18.º 
Apresentação de votos e moções 

1  – Os membros da Assembleia Municipal, os grupos municipais ou a Mesa, podem apresentar votos de congratulação, protesto, pesar e moções. 

2 – Sem prejuízo do número seguinte, os votos e moções terão de ser enviados à Mesa da Assembleia Municipal, para posterior distribuição por todos os deputados municipais, com a antecedência mínima de dois dias úteis sobre a data da respetiva sessão, até à hora do encerramento do expediente. 

3 – É, contudo, sempre admitida a votação de propostas e moções cuja urgência ou interesse autárquico sejam reconhecidos pela maioria dos membros presentes no Plenário da Assembleia Municipal. 

4 – A votação e discussão dos votos e moções far-se-á no Período de Antes da Ordem do Dia, sendo apresentados pelo Presidente e lidos pelos respetivos proponentes logo após o Período de Intervenção do Público. 

Artigo 4.º 
(Eleição da mesa)

3. No caso de destituição ou demissão de qualquer dos membros da mesa, ou de cessação do respetivo mandato, proceder-se-á a nova eleição por escrutínio secreto, na sessão imediata.

Comecei a ver a Assembleia Municipal, mas como escrevi aqui, em determinado ponto desisti, tal o incómodo que o decorrer da sessão me estava a causar.
Já tenho idade e experiência para, sempre que posso, poupar-me.
Entretanto, verbalmente já ouvi muita gente. Todavia, escrito tenho apenas conhecimento desta publicação sobre o assunto. E o que a deputada municipal Adelaide Gonçalves escreve na sua austera página do facebook é grave e, a meu ver, merece ser esclarecido por quem teve a iniciativa de convocar uma Sessão Extraordinária da Assembleia Municipal,  que, conforme o Regimento da AM para 2025/2029, não contempla o denominado Período de Antes da Ordem do Dia.
Passo a citar:

"Percebemos bem, ontem, o objectivo da Assemb. Municipal Extraordinária: Era a aprovação de uma Moção, para contrariar a anteriormente aprovada em 26 de Junho, sobre a Bioadvance. Mas a Moção de ontem não podia ser aprovada por se tratar de sessão extraordinária. A Fap sabia, e tanto sabia que não a distribuiu, só foi lida. Pelas razões explicadas pelo Sr Presidente da Assembleia ela nao foi discutida mas o Sr Presidente da Câmara não aceitou a decisão e foi duma extrema incorrecção.

Mesmo que não lhe apeteça respeitar o Sr José Duarte enquanto pessoa, tem o dever, enquanto Presidente da Câmara de respeitar o Presidente da Assembleia Municipal e isso ontem não aconteceu.
Foi mau. Não foi caso único mas foi mau!"

Nota de Rodapé
E não mudou. José Duarte Pereira é, na minha opinião, um presidente que é, acima de tudo, uma pessoa. Com os seus defeitos e as suas virtudes. Não é o melhor, nem o mais competente, presidente de uma Assembleia Municipal, mas  exerce o cargo com urbanidade,  modéstia, respeito por todos, cordialidade democrática, tem estados de espírito, emociona-se e é exigente q.b..
Bastava-me que os políticos fossem assim- Merecia ser tratado da mesma forma.
Foi o que, lamentavelmente, não aconteceu na última sessão da AM.

A descredibilização que atinge a política concelhia, não é pontual nem subjectiva. 
É um processo evolutivo que ultrapassa as circunstâncias, os partidos e as personalidades. 
Radica-se na constatação quotidiana que os políticos figueirenses, seja qual for a sua ideologia, não são capazes de resolver os principais problemas do nosso concelho.
Isto afecta profundamente a democracia na Figueira, quer na forma como as pessoas a avaliam, quer na forma como as pessoas participam nela. 
Vamos ver em próximos actos eleitorais, via números e percentagem de votantes, o quão frágil está o instrumento a que se pretendeu reduzir a democracia: o voto, as eleições. 
Esta fragilização da participação popular, através do voto, a concretizar-se, constituirá um inevitável empobrecimento da democracia figueirense.

quarta-feira, 22 de julho de 2026

Exames nacionais: Ministro admite que "Estado falhou"

Quando corre bem, é mérito do Governo e do ministro da tutela
Quando corre mal, foi o Estado que falhou...

Reuniões de Câmara em Agosto: mais uma capítulo da recente «estória» da Figueira completamente desnecessário

Em rigor, nem o Dr. Pedro Santana Lopes tem completamente razão, nem o Chega
A saber: 2025 - Dia 1 de Agosto, 2024 - Não houve. 2023 - Não houve. 2022 - Dia 31 de Agosto.
Para ver melhor, clicar em cima da imagem

LUÍS REPRESAS (1956-2026)

Para quem gosta de música portuguesa é uma notícia terrível: morreu Luís Represas

Foto: Leonardo Negrão

(A) Gosto com Sabor a Sal: 19.ª edição do evento anual realiza-se de 1 a 31 de agosto, em Armazéns de Lavos

Via Diário as Beiras

"O Município da Figueira da Foz realiza a 19ª edição de (A) Gosto com Sabor a Sal de 1 a 31 de agosto, no Núcleo Museológico do Sal. O programa é preenchido com mais de uma dezena de eventos. As atividades são gratuitas, exceto os eventos Saber (A)mar Salgado, Pátio de Estórias e Ecstatic Dance Coimbra. Já se encontram abertas as inscrições para todas as atividades, através do e-mail nucleo.sal@cm-figfoz.pt."

Município vai sortear 29 apartamentos com renda acessível para jovens

Imagem: Diário as Beiras
Ontem realizou-se uma Assembleia Municipal Extraordinária, onde foi aprovado o regulamento que sustenta as candidaturas ao sorteio de habitações com renda acessível. 
Tal aprovação permite ao Município da Figueira da Foz começar a sortear fogos na modalidade de renda acessível com os apartamentos que serão concluídos no final deste mês. São 29, distribuídos pelos blocos 1 e 2 dos designados prédios militares. 
“Vão ficar prontos este mês 29 fogos, destinados a jovens até aos 35 anos. Os primeiros sorteios vão ser com os 29”, adiantou ontem o presidente da câmara, Santana Lopes, intervindo na Assembleia Municipal. 
O documento baseia-se nas normas definidas pelo Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana, parceiro do município figueirense. O regulamento foi aprovado com 31 votos a favor e quatro abstenções (três do Chega e uma da CDU). 
A deputada municipal da CDU, Adelaide Gonçalves, fez reparos ao documento, destacando que o método de atribuição de habitações através de sorteio é injusto, uma vez que pode deixar de fora candidatos com rendimentos mensais mais baixos (a partir do equivalente a dois salários mínimos por agregado) e abrir a porta da habitação a quem aufere salários mais altos (com rendimentos de cerca de três mil euros). 
Santana Lopes admitiu que aquela argumentação da autarca comunista faz sentido. “Somos sensíveis àquilo que a senhora deputada disse”, frisou, defendendo que o documento fosse votado com a ressalva de que pode sofrer alterações naquele sentido. 
Por outro lado, Santana Lopes garantiu que as forças políticas com assento na câmara e na Assembleia municipais podem acompanhar o processo dos sorteios, em nome da transparência. 
O Chega fez uma declaração de voto, através da deputada Balbina Oliveira, na qual reiterou a posição do partido, segundo a qual devem ficar excluídos candidatos a habitação com renda acessível com antecedentes criminais e cidadãos fora da União Europeia. 
O debate sobre a política municipal para a indústria e o ambiente era o outro ponto da agenda.
Todavia, dado o rumo que a sessão tomou, levou-me a desistir de continuar a acompanhar os trabalhos. 
Pelo que tive conhecimento sobre o que se seguiu não perdi nada de positivo.

Ex-presidente do Júri de Exames devolve pergunta a Fernando Alexandre: “Como é que decide sem informações do JNE?”

Fernando Alexandre exige aos diretores publicação das notas hoje. E culpa escolas por "algumas centenas" de exames suspensos

Em declarações ao Expresso, Luís Duque de Almeida desafia o ministro da Educação a responder "quantas reuniões de acompanhamento de avaliação externa" é que fez no passado ano letivo: Estarei curioso de ouvir a resposta, atira, garantindo que teria prestado todas as informações se tivessem sido solicitadas pela tutela.