"Algo falhou na concepção do espelho de água que de há um ano para cá se instalou junto ao forte de Santa Catarina. Não sei se a culpa foi do director, do arquitecto ou do engenheiro. Para o comum dos mortais, para o simples cidadão, para o turista que visita, pouco importa, neste momento, procurar responsáveis. A responsabilidade que seja discutida entre as pessoas responsáveis. O importante é que o problema que a imagem retrata, que dispensa qualquer tipo de descrição ou comentários (vamos apenas apelidá-la de “aquela coisa”), seja resolvido o quanto antes, de preferência para ontem, dia em que a foto foi tirada."
Para continuar a ler a opinião de PEDRO SILVA, clicar aqui.
quinta-feira, 12 de junho de 2014
O mundial de futebol....
![]() |
| A fachada de um edifício em São Paulo é utilizada para diivulgar a mensagem dos brasileiros que contestam os gastos excessivos com o Mundial de futebol - NELSON ALMEIDA/AFP/Getty Images |
A esperança, é que o "gigante", com o início da copa, adormeça...
Mas...
E se o "gigante" se mantiver "acordado"?...
Despedimentos no JN, DN, TSF e O Jogo (II)
A notícia sobre o despedimento colectivo de 160 pessoas na Controlinveste, com a excepção do jornal I, não mereceu chamada de primeira página em qualquer outro jornal generalista.
É uma nuance interessante.
É assim como que uma cortesia entre rivais iguais: hoje por ti, amanhã por mim. E mostra, também, quem manda nas redacções...
Época balnear na Figueira
| foto António Agostinho |
Em Quiaios, Costa de Lavos e Leirosa, começa no dia 1 de julho.
Segundo o jornal AS BEIRAS, "os acessos de madeira destruídos pelo mar, no último inverno, na Leirosa, Costa de Lavos e Quiaios, ainda não foram reparados, originando críticas das populações locais." Acrescento que em S. Pedro a situação é a mesma.
“A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) comprometeu-se a fazer a reposição das areias [projetadas para a via pública pelo mar e pelo vento] e reparar os passadiços, mas ainda não o fez e a câmara decidiu fazer uma intervenção minimalista, cuja empreitada, de rápida execução, já foi adjudicada e terá início nesta ou na próxima semana”, disse ao jornal AS BEIRAS o vereador Carlos Monteiro.
Mais fotos aqui.
Despedimentos no JN, DN, TSF e O Jogo
| O presidente do conselho de administração do grupo Controlinveste Conteúdos, Daniel Proença de Carvalho, afirmou que "as medidas agora anunciadas, embora dolorosas, são indispensáveis para que o grupo possa crescer sustentadamente no futuro próximo". |
Segundo disse à Lusa Sofia Lorena, do Público, a iniciativa surgiu de conversas entre jornalistas de vários órgãos de comunicação social, após ter sido conhecido, esta quarta-feira, que o grupo Controlinveste - detentor do Jornal de Notícias, Diário de Notícias, TSF e Jogo, entre outros - vai despedir 140 trabalhadores e negociar a saída de mais 20.
quarta-feira, 11 de junho de 2014
No país do fanico já passou o 10 de junho...
Nem
só de desmaios, manifestações e cães
polícia se
fez este polémico 10 de Junho. Como vem acontecendo de há uns anos
para cá, a presidência da República condecorou uns quantos
portugueses. E se há lá nomes que não levantam grandes discussões
como Eduardo Lourenço, Rodrigo Leão ou Mário Carvalho, a ocasião
também serviu, como vem sendo habitual, para condecorar alguns
amigos. Entre banqueiros, financiadores de campanha e altas patentes
militares, não pude deixar de notar que Miguel Horta e Costa foi
agraciado com uma das mais elevadas condecorações, a Grã-Cruz da
Ordem do Infante do Henrique, que segundo
o site da presidência se
destina a “distinguir
quem houver prestado serviços relevantes a Portugal, no País e no
estrangeiro, assim como serviços na expansão da cultura portuguesa
ou para conhecimento de Portugal, da sua História e dos seus
valores”.
Critérios
à parte, é bom não esquecer que este exemplo de cidadania esteve
envolvido no caso
do submarinos e
no caso
Mensalão,
que envolveu duas das suas mais destacadas entidades empregadoras, o
BES e a PT, durante o período em que lá exerceu funções. No
segundo caso, Horta e Costa foi implicado
por uma das testemunhas chave do processo, Marcos Valério.
Mas nada disto nos deve surpreender. Quantos piores do que ele não
foram já condecorados? Se calhar está é na hora de introduzir uma
pequena alteração na premissa e acrescentar que se distingue também
“quem houver prestado serviços relevantes aos bancos e partidos
políticos portugueses e amigos em geral”. O processo ganha
transparência e a malta fica a saber ao que vai.
No país do fanico, as
condecorações são o que são: “condecorações para amigos”...
Resumindo e concluindo...
O que daqui interessa retirar, independentemente da humanidade que manda respeitar os mais débeis, é se o Prof. Cavaco Silva está doente, ou se a sua personalidade não aguenta a adversidade.
Resumindo e concluindo...
O que daqui interessa retirar, independentemente da humanidade que manda respeitar os mais débeis, é se o Prof. Cavaco Silva está doente, ou se a sua personalidade não aguenta a adversidade.
Engenheiro Baldaque da Silva, João Pereira Mano e Manuel Luís Pata
“Em
1913 o engenheiro Baldaque da Silva apresentou o seu projecto de
construção de um porto oceânico e comercial ao sul do Cabo
Mondego. Fê-lo sob a curiosa designação de “Representação
dirigida ao Congresso Nacional da República Portuguesa sobre o
engrandecimento da Beira e a construção do porto oceânico comercial do
Cabo Mondego”, apoiado no tratamento estatístico da actividade
económica de toda a região.
Não
é o do conhecimento do autor
destas linhas as razões da sua não materialização e se a mesma
teria viabilidade técnica e económica, sendo embora um apetecível
exercício de imaginação reflectir sobre essa possibilidade. O
facto é que o projecto foi apresentado, devidamente fundamentado,
com um cunho eminentemente regionalista apoiado na evidente
preocupação de juntar sinergias.”
Aproveitando
a boleia da crónica desta semana do eng. Daniel Santos no jornal As
Beiras, recordo um texto do CapitãoJoão Pereira Mano,
(autor de "Terras
do Mar Salgado: São Julião da Figueira da Foz…" [1997],
Associado Honorário
do CEMAR-Centro de Estudos do Mar [2008], e Medalha de Ouro de
Mérito, a título póstumo [2012], da cidade da Figueira da Foz),
acerca do Com. Antonio Arthur Baldaque da Silva e acerca do seu
projecto de porto oceânico de águas profundas a construir no Cabo
Mondego (Buarcos):
(…) Autor
de diversos projectos de portos portugueses, e mesmo estrangeiros, o
engenheiro Baldaque da Silva — filho do engenheiro Silva que em
1859 conseguiu restabelecer a barra da Figueira ao Norte, depois de
ter construído o dique ou paredão do Cabedelo — foi o autor
do projecto do “Porto oceânico-comercial do Cabo Mondego” que,
além do molhe de abrigo — agora muito bem lembrado na
imprensa pelo figueirense Bruno de Sousa — delineava
uma doca comercial de 52 hectares de área, só aberta nos 150 metros
da sua entrada, limitada a Oeste pela parte do molhe que termina nos
Formigais, e concluía por uma portentosa rede de canais a ligar
o novo porto a Aveiro, Leiria e Coimbra — já não falando em
estruturas diversas, como sejam diques, doca de pesca e o respectivo
cais. Na altura, e ainda anos depois, os jornais da Figueira
bateram-se pela execução deste, ou de parte deste projecto, tendo
mesmo “A Voz da Justiça” começado a publicar o trabalho deste
denodado engenheiro hidrógrafo, a partir do nº 1136, de 21 de
Out. de 1913. Mas, como é óbvio, nada conseguiram. Porém, se a
Figueira quiser ter um PORTO só ali o terá. Como a Cidade Invicta
teve o seu em Leixões. E, no Cabo Mondego, há ou havia, para tal,
condições muito mais propícias do que aquelas que a foz do rio
Leça ofereceu.
(in
MANO, João Pereira, Terras do Mar Salgado: São Julião da Figueira
da Foz, São Pedro da Cova-Gala, Buarcos, Costa de Lavos e Leirosa,
Figueira da Foz: Centro de Estudos do Mar, 1997, pp. 321-322.)
E, já agora, aproveito para recordar ainda o que me tem dito ao longo dos anos o
velho e experiente Manuel Luís Pata, nas inúmeras e enriquecedoras
conversas que ao longo da minha vida com ele tenho tido: “a
Figueira nasceu numa paisagem ímpar. Porém, ao longo dos tempos,
não soubemos tirar partido das belezas da Natureza, mas sim
destruí-las com obras aberrantes. Na sua opinião, a única obra do
homem de que deveríamos ter orgulho e preservá-la, foi a
reflorestação da Serra da Boa Viagem por Manuel Rei. Fez o que
parecia impossível, essa obra foi reconhecida por grandes técnicos
de renome mundial. E, hoje, o que dela resta? – Cinzas!..”
terça-feira, 10 de junho de 2014
De convencidos a tolos
Durante os séculos XV e XVI, fomos reis do mundo.
A seguir a este período mágico, começou o período da decadência.
Os portugueses esbanjaram toda a riqueza.
A partir daí passámos de ricos a pobres e de convencidos a tolos... Até aos dias de hoje...
“Teresa Leal Coelho defende “sanções jurídicas” aos juízes do Tribunal Constitucional”...
A seguir a este período mágico, começou o período da decadência.
Os portugueses esbanjaram toda a riqueza.
A partir daí passámos de ricos a pobres e de convencidos a tolos... Até aos dias de hoje...
“Teresa Leal Coelho defende “sanções jurídicas” aos juízes do Tribunal Constitucional”...
A classe política que temos na Figueira: um grupo social profissionalizado, não ao serviço do concelho e do povo, mas das máquinas partidárias...
“Vista no seu conjunto, acredito que temos a geração jovem melhor formada de sempre...
….
Constato com satisfação a enorme quantidade de jovens que compõem as nossas orquestras filarmónicas e os muitos que integram elencos de grupos de teatro. O mesmo acontece com o seu interesse pelo concurso de leitura que todos os anos se desenrola em várias fases. Nesta altura, a nossa preocupação deve ir para o facto de o país não estar à altura desta geração e não ser capaz de a aproveitar para seu proveito. Isto, sim, pode ser grave.”
António Tavares, vereador do PS, hoje no jornal AS BEIRAS
Em tempo.
Não estou a ver como é que o PS e o PSD, num futuro que perspectivo próximo, vão mudar o ambiente político, expurgando-o dos espectros que lhe empestam o ar...
Por isso, vamos continuar a ler cronistas, vereadores do arco da tragédia deste poder, professores e comentadores a lamentarem o ar que respiram.
Não seria já mais do que tempo de fazer entrar ar puro?...
Constato com satisfação a enorme quantidade de jovens que compõem as nossas orquestras filarmónicas e os muitos que integram elencos de grupos de teatro. O mesmo acontece com o seu interesse pelo concurso de leitura que todos os anos se desenrola em várias fases. Nesta altura, a nossa preocupação deve ir para o facto de o país não estar à altura desta geração e não ser capaz de a aproveitar para seu proveito. Isto, sim, pode ser grave.”
António Tavares, vereador do PS, hoje no jornal AS BEIRAS
Em tempo.
Não estou a ver como é que o PS e o PSD, num futuro que perspectivo próximo, vão mudar o ambiente político, expurgando-o dos espectros que lhe empestam o ar...
Por isso, vamos continuar a ler cronistas, vereadores do arco da tragédia deste poder, professores e comentadores a lamentarem o ar que respiram.
Não seria já mais do que tempo de fazer entrar ar puro?...
Mais uma: a fotografia da 8ª Meia Maratona Figueira da Foz
O Atletas.net elegeu esta foto de Pedro Agostinho Cruz como a Foto da Prova da 8ª Meia Maratona Figueira da Foz.
"O Miúdo da Meia Maratona" é um instantâneo raro, diferente do habitual, genuíno e motivador de emoções várias.
Ao Pedro, os parabéns mais que merecidos.
Há que continuar.
Subir a corda a pulso é isto, meu caro...
"O Miúdo da Meia Maratona" é um instantâneo raro, diferente do habitual, genuíno e motivador de emoções várias.
Ao Pedro, os parabéns mais que merecidos.
Há que continuar.
Subir a corda a pulso é isto, meu caro...
Ciclismo na Figueira... (II)
| fotos António Agostinho |
A
Figueira tem tradições no ciclismo.
Em 1930, na primeira edição
da Volta dos Campeões, na Figueira da Foz, criada por iniciativa de
Arnaldo Sobral, registou-se a vitória de António Augusto de
Carvalho, o vencedor da primeira volta a Portugal.
Ainda me recordo de ter assistido a algumas edições desta famosa prova que se realizava num circuito que passava na Avenida Saraiva de Carvalho e Rua Fernandes Tomás.
Foi
com expectativa, gosto e alguma emoção, que fui assistir ao
prólogo do 35.º Grande Prémio ABIMOTA, disputado ontem na Figueira
da Foz: um Contra Relógio por equipas, com um total de 4 km,
divididos em 5 voltas de 800 mts cada, que decorreu na Avenida de
Espanha, (junto ao Forte), a partir das 17 horas e 30 minutos.
O
ciclismo, quanto a mim, depois do futebol, é o desporto que tem mais
impacto na sociedade portuguesa.
A tendência reprovável para pôr o desporto ao serviço do poder, do político ou de certas ideologias não surge apenas nas ditaduras (não é o caso do Estado Novo - Salazar desconfiava do desporto profissional e preferia a modesta "ginástica de formação"), mas também nas democracias.
A tendência reprovável para pôr o desporto ao serviço do poder, do político ou de certas ideologias não surge apenas nas ditaduras (não é o caso do Estado Novo - Salazar desconfiava do desporto profissional e preferia a modesta "ginástica de formação"), mas também nas democracias.
Todos
nos recordamos da corrida às medalhas olímpicas durante a guerra
fria e das tentativas dos EUA e das defuntas URSS e RDA para
demonstrar, por esse meio, a superioridade dos seus sistemas
económicos e políticos.
Sabemos,
hoje, que os líderes soviéticos procuraram associar as glórias
desportivas ao espírito de camaradagem e ao colectivismo, embora os
atletas (muitas vezes forçados) e a população, em geral, as vissem
como símbolos da coerção e exploração estatais. Sabemos, por
exemplo, que, em 1984, Ronald Reagan aproveitou o sucesso dos EUA nas
olimpíadas de Los Angeles para, na sua campanha de reeleição,
reafirmar a restauração do orgulho americano. Bill Clinton voltou a
fazer o mesmo nas olimpíadas de Atlanta, em 1996.
Durão
Barroso teve azar no Euro 2004, pois a Grécia trocou-nos as
voltas...
Vai toda a distância entre o poder que fomenta e promove o desporto e o poder que põe o desporto ao seu serviço.
Vai toda a distância entre o poder que fomenta e promove o desporto e o poder que põe o desporto ao seu serviço.
Foi
isso que senti ao ver o triste espectáculo da prova de ontem,
disputada nas condições que as fotos documentam, que prejudicaram a
prova e colocaram em risco a integridade física dos corredores.
Ainda assisti a uma queda e mais não houve porque os atletas optaram
por abordar as curvas à defesa.
A
zona requalificada junto ao Forte está bonita, mas a Figueira tem outros espaços onde a prova poderia desenrolar-se com outro
esplendor e outras condições, o que contribuiria para aquilo que, do meu ponto de vista,
seria o fundamental: uma belíssima jornada de propaganda para a
magnífica e espectacular modalidade desportiva que é o ciclismo.
segunda-feira, 9 de junho de 2014
NOTA DA REUNIÃO DA COMISSÃO CONCELHIA DA FIGª DA FOZ DO PCP REALIZADA A 7 DE JULHO DE 2014
Os resultados eleitorais obtidos pelo PCP e pela CDU no Concelho da Figueira da Foz acompanharam a tendência nacional, pelo que a CDU aumentou significativamente a percentagem e o número de votos, vencendo mesmo as eleições em algumas mesas do Concelho.
Em Vila Verde a CDU foi a segunda força política com mais de 24% dos votos expressos.
No que refere às outras forças políticas, todas sofreram descidas acentuadas mas o destaque principal vai para a coligação governamental PSD/CDS.
A abstenção verificada no Concelho, quase 70%, penaliza justamente as forças politicas que tudo têm feito para afastar as pessoas das políticas europeias e esconder as suas consequências para o Povo Português.
Não só o PSD/CDS “pagou a factura” pelo seguidismo acéfalo das políticas Troikistas da UE, BCE e FMI e do impacto destruídor das mesmas no nosso país, este “castigo” atingiu também o PS. Apesar de vencedor, e devido à sua política oportunista, continua a fazer de conta que é oposição, à espera de que o poder lhe caia nos braços, sem se comprometer com políticas significativamente diferentes das praticadas pelo PSD/CDS.
Na opinião do PCP, é esta não clarificação no que se refere às questões vitais para os portugueses, como sejam a saúde, a educação, a protecção social, o desenvolvimento económico e o emprego, que fez com que milhares dos seus potenciais eleitores não lhe dessem o seu voto, optando pela abstenção, pelo voto branco ou nulo ou ainda por outras candidaturas, cujas motivações aventureiristas e reaccionárias são bem evidentes.
Não deixa de ser um mau sintoma que o PS, em vez de ver nos seus resultados o reflexo da sua opção política, procure corrigi-los desenterrando projectos de leis eleitorais da direita, procurando, por este caminho conseguir na “secretaria” o que não conseguem através de adesão eleitoral.
No que se refere ao BE, e malgrado o “contraciclo figueirense” descoberto por alguns “analistas” locais em relação ao BE nacional, a verdade é que perdeu no Concelho 900 votos acompanhando assim a tendência global.
Finalmente, a Comissão Concelhia da Fig Foz do PCP, saúda todos os seus militantes e os apoiantes da CDU, todos os que decidiram votar nesta força, muitos pela primeira vez, e que assim reconheceram a seriedade e coerência de quem está na luta política para servir e não para se servir.
A Comissão Concelhia da Figueira da Foz do
PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS
Em Vila Verde a CDU foi a segunda força política com mais de 24% dos votos expressos.
No que refere às outras forças políticas, todas sofreram descidas acentuadas mas o destaque principal vai para a coligação governamental PSD/CDS.
A abstenção verificada no Concelho, quase 70%, penaliza justamente as forças politicas que tudo têm feito para afastar as pessoas das políticas europeias e esconder as suas consequências para o Povo Português.
Não só o PSD/CDS “pagou a factura” pelo seguidismo acéfalo das políticas Troikistas da UE, BCE e FMI e do impacto destruídor das mesmas no nosso país, este “castigo” atingiu também o PS. Apesar de vencedor, e devido à sua política oportunista, continua a fazer de conta que é oposição, à espera de que o poder lhe caia nos braços, sem se comprometer com políticas significativamente diferentes das praticadas pelo PSD/CDS.
Na opinião do PCP, é esta não clarificação no que se refere às questões vitais para os portugueses, como sejam a saúde, a educação, a protecção social, o desenvolvimento económico e o emprego, que fez com que milhares dos seus potenciais eleitores não lhe dessem o seu voto, optando pela abstenção, pelo voto branco ou nulo ou ainda por outras candidaturas, cujas motivações aventureiristas e reaccionárias são bem evidentes.
Não deixa de ser um mau sintoma que o PS, em vez de ver nos seus resultados o reflexo da sua opção política, procure corrigi-los desenterrando projectos de leis eleitorais da direita, procurando, por este caminho conseguir na “secretaria” o que não conseguem através de adesão eleitoral.
No que se refere ao BE, e malgrado o “contraciclo figueirense” descoberto por alguns “analistas” locais em relação ao BE nacional, a verdade é que perdeu no Concelho 900 votos acompanhando assim a tendência global.
Finalmente, a Comissão Concelhia da Fig Foz do PCP, saúda todos os seus militantes e os apoiantes da CDU, todos os que decidiram votar nesta força, muitos pela primeira vez, e que assim reconheceram a seriedade e coerência de quem está na luta política para servir e não para se servir.
A Comissão Concelhia da Figueira da Foz do
PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS
A escolha é sempre do povo, que quase sempre escolhe com parcimónia...
“Procurámos
o caminho da renovação e da evolução na continuidade, sem
esquecer todos aqueles que dão o melhor de si à política
figueirense há muitos anos. As eleições autárquicas foram um
grande desafio...
É
possível que tenha cometido vários erros ao longo deste processo,
mas saio, sinceramente, de consciência tranquila que
dei o melhor de mim. Durante a campanha, numa visita que fiz a uma
das empresas do concelho, vi uma mensagem várias vezes repetida que
pretendia contrariar uma frase feita. Nessa empresa podia ler-se:
“Acertar é Humano”. É isso que tento fazer, mas nem sempre
consigo...”
Miguel Almeida, hoje no jornal AS BEIRAS
domingo, 8 de junho de 2014
A ABERRAÇÃO DAS PRIMÁRIAS
"Os portugueses vão poder escolher o secretário-geral do PS. Em teoria, o secretário-geral do PS é o candidato a primeiro-ministro do PS.
Até aqui, tudo pode fazer sentido.
Mas num sistema multipartidário e com a configuração do nosso, a ideia vai-se estragar. Os socialistas vão votar na sua facção, enquanto a oposição vai votar no pior candidato, para enfraquecer o PS, objectivo que será sempre alcançado, pois ainda que ganhe o candidato mais forte, será sempre por uma margem inferior, o que retira força ao forte, tanto no país como no partido.
Em relação à generalidade dos portugueses, esses não vão votar, como se compreende. Não votam em eleições nacionais, não vão naturalmente votar para o líder do PS."
Via Lóbi do Chá
Até aqui, tudo pode fazer sentido.
Mas num sistema multipartidário e com a configuração do nosso, a ideia vai-se estragar. Os socialistas vão votar na sua facção, enquanto a oposição vai votar no pior candidato, para enfraquecer o PS, objectivo que será sempre alcançado, pois ainda que ganhe o candidato mais forte, será sempre por uma margem inferior, o que retira força ao forte, tanto no país como no partido.
Em relação à generalidade dos portugueses, esses não vão votar, como se compreende. Não votam em eleições nacionais, não vão naturalmente votar para o líder do PS."
Via Lóbi do Chá
sábado, 7 de junho de 2014
Ao que isto chegou...
Já atingimos os limites?
Penso que não...
Aguardam-se desenvolvimentos.
Uma sugestão: que tal contratarem esta artista para fazer o retrato do professor Cavaco Silva para a galeria dos Presidentes?
Um Cavaco em loiça, todo forrado a alvas rendas, e a pingar lantejoulas.
Era bonito.
Penso que não...
Aguardam-se desenvolvimentos.
Uma sugestão: que tal contratarem esta artista para fazer o retrato do professor Cavaco Silva para a galeria dos Presidentes?
Um Cavaco em loiça, todo forrado a alvas rendas, e a pingar lantejoulas.
Era bonito.
Factos relatados e opiniões moldadas por interesses e paixões
“Se alguém pensa que está a pressionar-me, é melhor desistir”, avisou ontem Cavaco Silva.
Os factos relatados são a matéria das opiniões, e as opiniões, inspiradas por diferentes interesses e diferentes paixões.
Mas, o que são os factos?
Arendt diz que há uma «verdade de facto» e uma «verdade da razão», e que uma deve respeitar a outra. Só que, como também escreve, «quem diz a verdade tende a tornar o facto em opinião». Isso é assim porque há «interesses» e «paixões» que conduzem a uma interpretação.
“Eu guio-me exclusivamente por aquilo que considero ser o superior interesse nacional”, justificou o chefe de Estado e acrescentou que “por respeito pelo princípio constitucional da separação de poderes, como Presidente da República" não deve "comentar em público as decisões dos tribunais".
Um Presidente "respeita-as e aceita-as”. Lembrou que a independência dos tribunais está consagrada na Constituição, mas não resistiu a deixar uma crítica: “O que eu noto é que alguns agentes políticos têm memória curta porque nem se lembram, talvez, de algumas declarações ousadas que fizeram no passado em relação a outros órgãos de soberania.”
Acerca do pedido de aclaração em si – que motivou acesa discussão no Parlamento mas acabou por ser aprovado com os votos da maioria PSD/CDS-PP -, Cavaco Silva defendeu que se trata de uma matéria que não é do Governo mas do Parlamento, por ser acerca de uma lei da Assembleia da República.
Mas, mesmo assim, não vê qualquer problema no pedido do Executivo liderado por Pedro Passos Coelho. “Se o aplicador da lei, se aquele que tem que aplicar as decisões dos tribunais – porque as decisões dos tribunais devem ser respeitadas e cumpridas – tiver dúvidas sobre aquilo que deve fazer para cumprir na íntegra as decisões de um tribunal, então pode-se pedir um esclarecimento das dúvidas no quadro da cooperação institucional entre órgãos de soberania. Acho isso absolutamente normal.”
Para quê perguntas a Cavaco Silva sobre os «factos» relatados?
A sua resposta só podia ser o que foi: uma interpretação, moldada pelos interesses e muito mais moldada ainda pelas paixões de um Presidente que é apenas de alguns portugueses.
Os factos relatados são a matéria das opiniões, e as opiniões, inspiradas por diferentes interesses e diferentes paixões.
Mas, o que são os factos?
Arendt diz que há uma «verdade de facto» e uma «verdade da razão», e que uma deve respeitar a outra. Só que, como também escreve, «quem diz a verdade tende a tornar o facto em opinião». Isso é assim porque há «interesses» e «paixões» que conduzem a uma interpretação.
“Eu guio-me exclusivamente por aquilo que considero ser o superior interesse nacional”, justificou o chefe de Estado e acrescentou que “por respeito pelo princípio constitucional da separação de poderes, como Presidente da República" não deve "comentar em público as decisões dos tribunais".
Um Presidente "respeita-as e aceita-as”. Lembrou que a independência dos tribunais está consagrada na Constituição, mas não resistiu a deixar uma crítica: “O que eu noto é que alguns agentes políticos têm memória curta porque nem se lembram, talvez, de algumas declarações ousadas que fizeram no passado em relação a outros órgãos de soberania.”
Acerca do pedido de aclaração em si – que motivou acesa discussão no Parlamento mas acabou por ser aprovado com os votos da maioria PSD/CDS-PP -, Cavaco Silva defendeu que se trata de uma matéria que não é do Governo mas do Parlamento, por ser acerca de uma lei da Assembleia da República.
Mas, mesmo assim, não vê qualquer problema no pedido do Executivo liderado por Pedro Passos Coelho. “Se o aplicador da lei, se aquele que tem que aplicar as decisões dos tribunais – porque as decisões dos tribunais devem ser respeitadas e cumpridas – tiver dúvidas sobre aquilo que deve fazer para cumprir na íntegra as decisões de um tribunal, então pode-se pedir um esclarecimento das dúvidas no quadro da cooperação institucional entre órgãos de soberania. Acho isso absolutamente normal.”
Para quê perguntas a Cavaco Silva sobre os «factos» relatados?
A sua resposta só podia ser o que foi: uma interpretação, moldada pelos interesses e muito mais moldada ainda pelas paixões de um Presidente que é apenas de alguns portugueses.
sexta-feira, 6 de junho de 2014
PARQUE DE ESTACIONAMENTO DO HOSPITAL DA FIGUEIRA DA FOZ...
"Entrou em vigor às 0h00 do dia de hoje (6 de Junho) uma nova redução no tarifário do parque de estacionamento do hospital, a segunda alteração desde que o sistema foi aplicado.
Assim, a tarifa horária a praticar baixará dos actuais 60 cêntimos para 40 cêntimos, mantendo-se, nos termos já vigentes, o regime de não pagamento para permanências inferiores a 1 hora. Para permanências superiores a 1 hora, será aplicada uma tarifa de 20 cêntimos pela 1ª hora.
A título de exemplo refere-se que, para os utilizadores que permanecerem 1 hora e 30 minutos no parque do Hospital, este novo tarifário representa uma redução superior a 50% face ao tarifário anterior.
Manter-se-á, também, a regra actual de não tarifação no período compreendido entre as 22 horas e as 7 horas." (daqui)
Em tempo:
Já que o estacionamento no Hospital Distrital da Figueira da Foz, sito na Aldeia da Gala, continua a ser pago, A LUTA VAI TER QUE CONTINUAR!..
Assim, a tarifa horária a praticar baixará dos actuais 60 cêntimos para 40 cêntimos, mantendo-se, nos termos já vigentes, o regime de não pagamento para permanências inferiores a 1 hora. Para permanências superiores a 1 hora, será aplicada uma tarifa de 20 cêntimos pela 1ª hora.
A título de exemplo refere-se que, para os utilizadores que permanecerem 1 hora e 30 minutos no parque do Hospital, este novo tarifário representa uma redução superior a 50% face ao tarifário anterior.
Manter-se-á, também, a regra actual de não tarifação no período compreendido entre as 22 horas e as 7 horas." (daqui)
Em tempo:
Já que o estacionamento no Hospital Distrital da Figueira da Foz, sito na Aldeia da Gala, continua a ser pago, A LUTA VAI TER QUE CONTINUAR!..
Número sete
O nosso Portugal, é cada vez mais o Portugal dos milhões de patrocínio para o futebol e dos tostões para “as artes”.
Quem sabe, hoje , por exemplo, quem é o Garrett?..
Alguém conhece Pascoaes?..
Quem conhece hoje o Camões ou o Padre António Vieira, de os ter lido, não de ouvir falar?..
E a literatura ainda não é do pior...
Se formos para a música e a pintura, tudo piora...
Podíamos referir o teatro e o cinema.
A política de cultura em Portugal tem um efeito altamente nocivo: o de manter a ilusão de que as coisas que por aí se fazem têm eficácia.
Verifique-se o que se passa na nossa cidade, a Figueira da Foz: temos um vereador azougado e está a criar-se a ficção de que existe uma política cultural no nosso concelho.
Se a realidade fosse essa, mas, sobretudo se a realidade cultural fosse diferente, não estávamos como estamos.
Como é que do vazio cultural pode sair alguma coisa?
Na Figueira e em Portugal...
Na Figueira, se existem tostões para a cultura, para o futebol existem cêntimos.
Estou a referir-me aos Clubes das Aldeias...
Em Portugal, nunca há inocentes: apenas quem não foi declarado culpado...
Mário Soares fez a previsão de que o PS iria "ganhar por pouco" as eleições europeias e acertou.
Mário Soares, o ex-Presidente da República, decidiu tomar partido na guerra interna que depois das eleições europeias foi aberta no Partido Socialista, por causa daquilo a que foi o primeiro a chamar "vitória de Pirro".
Mário Soares, o ex-primeiro ministro, apoia claramente António Costa para a liderança do PS e faz críticas muito violentas a António José Seguro, que, na sua opinião, nunca "ouviu os socialistas que não o bajulassem" e "nunca falou à esquerda".
Em Março de 1976 o Partido Socialista, dirigido por Mário Soares, preparava-se activamente para as eleições de 25 de Abril de 1976 e para a formação de um governo minoritário, já que todas as sondagens o davam como o partido que ganharia as eleições, como de facto ganhou.
Num discurso proferido por Mário Soares, no Porto no decurso da cimeira de dirigentes de partidos europeus integrados na Internacional Socialista, da própria Internacional Socialista e da Confederação Internacional dos Sindicatos Livres, reunida sob o lema «A Europa connosco!», Mário Soares disse a determinada altura:«Perante estas eleições o PS definiu uma orientação sem ambiguidades: apresentar-se-á só, recusando quaisquer alianças, quer com o PCP (partido que não deu até hoje suficientes provas de respeitar as regras democráticas) quer com os partidos da direita - o PPD e o CDS, que visam um regresso ao passado, ao feudalismo económico do passado, embora sob o disfarce de uma democracia autoritária que nem sequer respeitaria a pura forma.»
As verdades são para ser ditas.
E Mário Soares, para quem tem memória, não pode fugir ao facto de ser o «traidor mais emblemático» da nossa revolução e aos ideais do 25 de Abril de 1974.
Mário Soares, lembram-se, vendeu-se ao capitalismo e ao imperialismo dos Estados Unidos da América e ao seu amigo Frank Carlucci, que ao serviço da CIA controlou a nossa GLORIOSA REVOLUÇÃO DE ABRIL!
Mário Soares, lembram-se, quando primeiro-ministro, aliou-se ao CDS, de Freitas do Amaral, e fez parte do Governo do Bloco Central, com Mota Pinto.
Lembram-se?..
Nos 40 anos do falecimento do meu Pai
A liberdade de ir ao mar e voltar, devolve-nos a nós mesmos.
Faz-nos ser o que somos. Fazer o que queremos.
E o que gostamos.
Este é o nosso trabalho. O nosso destino. A nossa faina.
A nossa luta pela sobrevivência, é uma vida dura, mas libertadora, que nos alivia e protege dos olhares dos outros – os que ficam por terra.
O mar tem poder – um imenso poder, tão imenso que pode provocar mesmo a mudança dentro de nós.
O mar, este mar da Figueira, é como a alma da sua gente.
Limpo.
Pelo menos era assim que as almas deviam ser.
Gentes do mar, pescadores - é o que somos.
Temos a liberdade de fazer o que queremos e gostamos.
De viver e morrer nesta vida que a gente transporta dentro de nós.
Que vai e volta.
Sobre as ondas do mar.
Nota:
O texto acima, foi escrito por mim, de propósito, para uma Exposição fotográfica do meu sobrinho Pedro Agostinho Cruz, que decorreu entre 14 de Maio e 12 de Junho de 2011, no CAE.
Foi escrito por um filho, neto e bisneto de pescadores. Foi neles que me inspirei.
Na foto do lado direito está o meu Pai, José Pereira Agostinho, náufrago três vezes na pesca do bacalhau, falecido em 6 de Junho de 1974, aos 47 anos de idade.
O Pedro, nascido em 1987, não conheceu o avô. Aliás, como as outras três netas: a Joana, minha filha, e as minhas sobrinhas, Vanessa e Beatriz.
Uma coisa, porém, eu garanto: se o meu Pai fosse vivo, seria um velhinho babado e orgulhoso com todos as netas. E, naturalmente, também com o neto Artista. Que, ao que consta, tem o mesmo olhar do avô...
O texto acima, foi escrito por mim, de propósito, para uma Exposição fotográfica do meu sobrinho Pedro Agostinho Cruz, que decorreu entre 14 de Maio e 12 de Junho de 2011, no CAE.
Foi escrito por um filho, neto e bisneto de pescadores. Foi neles que me inspirei.
Na foto do lado direito está o meu Pai, José Pereira Agostinho, náufrago três vezes na pesca do bacalhau, falecido em 6 de Junho de 1974, aos 47 anos de idade.
O Pedro, nascido em 1987, não conheceu o avô. Aliás, como as outras três netas: a Joana, minha filha, e as minhas sobrinhas, Vanessa e Beatriz.
Uma coisa, porém, eu garanto: se o meu Pai fosse vivo, seria um velhinho babado e orgulhoso com todos as netas. E, naturalmente, também com o neto Artista. Que, ao que consta, tem o mesmo olhar do avô...
quinta-feira, 5 de junho de 2014
28ª Festa de Sardinha começa hoje no Coliseu Figueirense
As portas abrem às 19H30, o ingresso custa 3.50 euros e dá o direito a uma dose de sardinha, um caldo verde com chouriço, acompanhado com broa e vinho tinto ou água. As sobremesas e café são extra menu.
A animação até sábado é da responsabilidade do grupo musical Duo Sanpedro.
Actualização:
Sexta-feira a Festa da Sardinha não abre as portas devido ao mau tempo...
A animação até sábado é da responsabilidade do grupo musical Duo Sanpedro.
Actualização:
Sexta-feira a Festa da Sardinha não abre as portas devido ao mau tempo...
Portugal não está na Europa?..
A pedido da Associação Portuguesa de Bancos, o PSD e o CDS revogaram um artigo que obrigava as instituições financeiras a devolver o dinheiro em casos de utilização fraudulenta de cartões de débito e de crédito nos contratos à distância. No mesmo sentido, na próxima semana entrará em vigor o decreto-lei 24/2014, que transpõe para a legislação nacional a directiva 2011/83 da UE, convenientemente amputada do seu artigo 18, através do qual se protegia os consumidores quando fazem pagamentos de bens ou serviços pela Internet no âmbito de contratos à distância ou fora do estabelecimento. A maioria diminui a protecção aos consumidores na mesma medida que a concede aos bancos. (Publico)
Boa sorte Paulo Bento
“Passos disse ontem à noite em Coimbra que os juízes do Constitucional têm de ser melhor escolhidos”.
Perante isto, o autor deste espaço não esconde a enorme preocupação quanto às condições da selecção nacional vir a ter sucesso no Mundial do Brasil.
Ter confiança quase cega na recuperação de CR7, pode ser aquilo que se costuma dizer em bom português, “contar com o ovo no cu da galinha”...
Oxalá, tal como Hugo Almeida confia, «Ronaldo esteja a recuperar bem»...
180 milhões no joelho esquerdo de Ronaldo é muita fruta...
Voltando ao início...
A MAIORIA DOS JUÍZES DO TRIBUNAL CONSTITUCIONAL, NÃO FORAM INDICADOS PELOS PARTIDOS DO CHAMADO ARCO DA GOVERNAÇÃO?
Perante isto, o autor deste espaço não esconde a enorme preocupação quanto às condições da selecção nacional vir a ter sucesso no Mundial do Brasil.
Ter confiança quase cega na recuperação de CR7, pode ser aquilo que se costuma dizer em bom português, “contar com o ovo no cu da galinha”...
Oxalá, tal como Hugo Almeida confia, «Ronaldo esteja a recuperar bem»...
180 milhões no joelho esquerdo de Ronaldo é muita fruta...
Voltando ao início...
A MAIORIA DOS JUÍZES DO TRIBUNAL CONSTITUCIONAL, NÃO FORAM INDICADOS PELOS PARTIDOS DO CHAMADO ARCO DA GOVERNAÇÃO?
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Se isto não é um país...
Rasteirado pela falta de pensamento estratégico, o Governo voltou a fazer um orçamento ilegal. Chumbado a meio do ano pelo Tribunal Constitucional. De imediato, os credores exigem novos cortes para financiarem a República. Cavaco refugia-se num dos seus habituais ciclos políticos de silêncio. E o PS discute a magna questão da guerra dos Antónios. No meio de tudo isto, perto de dois milhões de portugueses não sabem hoje quanto dinheiro vão ter no fim do mês, muito menos no resto do ano. Felizmente vem aí o Mundial, e Ronaldo vai jogar...
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