quarta-feira, 2 de abril de 2014

Leitura para os dias de chumbo : “Relatório da Proteção Civil municipal deteta falhas no parque de estacionamento do hospital”

Não sei se, apenas, por inabilidade política, incompetência ou azelhice pura, esqueceu, mais uma vez, uma coisa básica...
A política e a culinária devem respeitar o mesmo princípio: precisam de ingredientes certos, mas é na sua correcta aplicação que está a arte. 
Hoje, a comprovar aquilo que, até para um ignorante  era fácil de adivinhar, acabei de ler um curioso e sintomático texto, com assinatura de j´Alves,  publicado no jornal AS BEIRAS. Dado o seu manifesto interesse para os utentes do Hospital Distrital da Figueira, com a devida vénia, passo a citar:

“O relatório que a coligação Somos Figueira pediu aos Serviços Municipais de Protecção Civil, via câmara, a que o DIÁRIO AS BEIRAS teve acesso, aponta falhas no parque de estacionamento do Hospital Distrital da Figueira da Foz.
O documento começa por realçar a redução da largura dos corredores de emergência, que, sobretudo “devido ao sistema de curvas, não cumprem as medidas normalizadas”. Foram “identificadas ainda dificuldades na primeira curva de acesso, com a possibilidade de colisão com o telheiro”, acrescenta o documento.
Por outro lado, recomenda a instalação de um sistema alternativo do levantamento da cancela, para o caso de falhar a eletricidade. A necessidade de serem distribuídos mais cartões de livre acesso ao hospital pelas entidades de transporte de doentes é outras das considerações. Neste ponto, aponta que à delegação de Carvalhais da Cruz Vermelha foram entregues dois cartões para 22 viaturas. E nas suas homólogas da Figueira da Foz e da Borda do Campo existe uma relação de um para oito e de um para sete, respectivamente.
O horário do rececionista, que termina às 20H00, também é questionado pelo relatório, destacando que pode atrasar a saída das viaturas de transporte de doentes. No entanto, salvaguarda que esta pecha está a ser colmatada pela recepção do HDFF, com a qual se comunica através do intercomunicador instalado no acesso ao parque.
Por último, a Proteção Civil regista que a máquina de leitura de cartões não tem altura suficiente, obrigando os tripulantes ou auxiliares das viaturas de transporte de doentes a saírem da viatura para procederem a esta operação. O relatório termina sugerindo a aplicação de oito medidas.
HDFF contra-argumenta
Saliente-se que o relatório, com data de 11 de março, foi enviado para o gabinete do presidente da Câmara da Figueira da Foz, João Ataíde.
Este, por sua vez, reencaminhou-o para as administrações do HDFF e da empresa municipal Figueira Parques, que explora o parque de estacionamento.
O hospital respondeu, por escrito, ao autarca, contra-argumentando a maioria das considerações do relatório.
Não obstante, a administração do HDFF mostra-se disponível para corrigir algumas situações. Nomeadamente, distribuir mais cartões de livre acesso pelas entidades transportadoras de doentes, com a concordância do concessionário do parque. Por outro lado, admite que a máquina de leitura de cartões e senhas não tem altura suficiente, disponibilizando-se para solucionar este problema.
Em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, a administração do HDFF acrescenta que tem vindo a “acompanhar com cuidado e atenção o processo que resultou da requalificação e ordenamento do estacionamento no espaço do HDFF e está disponível para com, a Figueira Parques, estudar a melhor solução para o parque de estacionamento, tanto nas questões relacionadas com o acesso às instalações como com as questões de tarifação”.
Remata afiançando que “a gestão do parqueamento continuará a merecer a atenção e a avaliação que lhe são devidas, numa óptica de permanente melhoria”.
Chuva de críticas
Teo Cavaco, vice-presidente da Concelhia da Figueira da Foz do PSD e deputado municipal da coligação Somos Figueira, divulgou o relatório na Foz do Mondego Rádio, na noite de segunda-feira, na qualidade de comentador político. Não poupou nas críticas ao executivo camarário socialista, por ter envolvido a Figueira Parques na gestão do parque de estacionamento do HDFF.
O comentador realçou que o relatório da Proteção Civil “é absolutamente arrasador”, defendendo que “não havia razões de fundo para o estacionamento ser pago”.
Este é o pomo da discórdia entre a oposição e o executivo. Os primeiros censuram o segundo por ter arrastado (em 2013) a edilidade para uma decisão que prejudica os utentes. Este, por seu turno, justifica a medida com a necessidade de ordenar o estacionamento na zona de praia adjacente ao hospital. João Carronda e Joaquim Gil, que completam o painel de comentadores políticos da Foz do Mondego Rádio, também não foram parcimoniosos nas críticas à maioria socialista. “O executivo deixou-se ultrapassar pela oposição”, por ter sido esta a pedir o relatório à Proteção Civil, disse Carronda, que é deputado municipal do PS. E acrescentou que “houve alguma teimosia e autismo político”. Já o independente Joaquim Gil realçou que o envolvimento da autarquia no parque de estacionamento é “uma questão ainda por resolver”.
Um mal menor
Contactado pelo DIÁRIO AS BEIRAS, o gabinete de João Ataíde ressalva que “a conceção e a construção do parque de estacionamento é da exclusiva responsabilidade do HDFF”. Ou seja, a empresa municipal limitou-se a instalar os parquímetros e a explorar o espaço. Dito isto, acrescenta que a vantagem de a Figueira Parques ter dito que sim ao convite da administração do hospital é “poder corrigir” situações como aquelas que o relatório da Proteção Civil evidencia. Mas também para aplicar taxas mais amigas do utilizador. Se não fosse uma empresa municipal a gerir o espaço, o tarifário seria ainda mais elevado, defende o gabinete da presidência da Câmara da Figueira da Foz. A propósito de preços, eles já foram reduzidos e, ao que o DIÁRIO AS BEIRAS apurou, deverão baixar ainda mais.”

Em tempo.
Tal como prevímos há muito, Ataíde e esta maioria absoluta do PS,  têm um lindo problema para resolver com esta história do estacionamento pago no Hospital Distrital da Figueira da Foz.
Como é que uma Câmara, que não tem dinheiro para fazer cantar um cego, avança com 80 mil euros para resolver um problema que não é seu, que na melhor das hipóteses prevê recuperar em cinco anos, metendo-se num enorme imbróglio, isso, confesso, faz-me  uma enorme confusão!..
Vamos esperar pelos próximos capítulos...

DEPOIS DOS "DESENHOS", O "REDESENHO"

Primeiro, o programa de ajustamento estava, afinal, mal "desenhado". Depois, era o programa "pós-troika" que ainda não estava "desenhado". A semana passada, um secretário de Estado - que entretanto foi forçado a fazer-se de morto em nome da descoordenação política do Executivo - falou noutro "desenho" porventura mais "realista". Finalmente, soube-se que há um "redesenho" em marcha - "os cortes serão redesenhados" como se pode ler no video - para tornar "permanente" o que já foi "transitório", "provisório", "temporário" e o seu contrário. Boa noite e boa sorte.

daqui

terça-feira, 1 de abril de 2014

Esquisito!..

Acabei de receber uma curiosa chamada...
Perguntaram-me: “Laputa existe?.. E a ilha dos Marrões?.. E os Laputanos, esses lucubrativos e pitosgas, que nada vêm à sua volta, a não ser o fundo do copo onde param para proferir oráculos profundos, saciando uma sede constante; dada a convexidade do recipiente, os laputanos vêm as coisas do avesso: o pequeno veem grande e o grande pequeno.”
Como desligaram, fica aqui a resposta.
Não entendi lá muito bem a coisa... Mas, presumo, não deve ser grave!
Pela parte que me toca – se me toca alguma coisa... - depois de pensar um segundo, e em abstracto, desde que a pessoa que fez o telefonema esteja feliz e contente e não mexa em fósforos ou em facas afiadas, a questão de Laputa, dos Marrões e dos Laputanos é-me indiferente.
Siga...

AUTOCARRO ANFÍBIO NA FIGUEIRA DA FOZ

Imagem de António Agostinho
FOI HOJE INAUGURADO O TRANSPORTE DE AUTOCARRO ENTRE A FIGUEIRA E A COVA GALA..
DE TARDE, CONTINUAM AS VIAGENS EXPERIMENTAIS E GRATUITAS, ATÉ ÁS 18 HORAS.
EMBARQUE, NA RAMPA FRENTE Á CAMARA MUNICIPAL E DESEMBARQUE NO PORTINHO DA GALA. OS UTENTES TÊM DIREITO A UM LANCHE NAS INSTALAÇÕES DO NÚCLEO MUSEOLÓGICO DO MAR QUE VAI SER INAUGURADO EM BREVE. VEJA MAIS EM PORMENOR NESTA FOTO DE Carlos Henriques Marques, via Sérgio Gradil.


Actualização.
Hoje como sabem é dia 1 de abril.
Escreveremos tudo o que é verdade, outra vez, amanhã!

Luís Montenegro, um político translúcido...

Um filme actual e que você não poderá deixar de ver!
O país está cada vez melhor! 
Os portugueses é que são piegas. 
Vejamos: “O país está servido por um governo de grande competência, com um primeiro-ministro de reconhecida competência e honestidade, um vice corajoso e coerente que nunca recua nas suas posições, ministros sérios como a Paula Teixeira Pinto, académicos de renome internacional como o Carlos Moedas. Ou economistas ouvidos com avidez em qualquer universidade americana como a Maria Luís.”

Actualização.
Hoje como sabem é dia 1 de abril.
Escreveremos tudo o que é verdade, outra vez, amanhã!

A Associação Bodyboard Foz do Mondego comemora no próximo dia 5 de abril, no Centro de Artes e Espectáculos, 20 anos de existência

Fica o programa: 

9 horas surfada das Gerações- todas 4 gerações de Bodyboarders Figueirenses e muitos convidados reunidos dentro de água.
Local: Escola de Bodyboard Praia da Cova Gala.

13 horas almoço convívio entre todas Gerações 
Local: Restaurante Carluz 

20 horas inauguração da Exposição Fotográfica ABFM: 20 Anos, 20 Fotografias, 20 Momentos na Sala Afonso Cruz no Centro de Arte e Espectáculos da Figueira da Foz.

20.30 horas pequeno cocktail e provas de vinhos gentilmente oferecidos pela Casa Havanesa e Vidigal Wines, Sala Afonso Cruz no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz.

21 horas Apresentação do livro comemorativo dos 20 anos da ABFM, Sala Afonso Cruz no Centro de Arte e Espectáculos da Figueira da Foz.

21.30 horas Gala de Celebração dos 20 anos de vida da ABFM no Grande Auditório, com espectáculo Musical e entrega de Condecorações.

1 hora da manhã Festa na Casa Havanesa e bolo de aniversário.
A casa Havanesa também conta com uma exposição de fotografia.

Avançar com confiança

Na Figueira, longe vai o tempo em que o presidente e os vereadores viajavam confortavelmente para as cerimónias oficiais...
O presidente da câmara e os vereadores passam a deslocar-se a pé, aos sábados e  domingos.
Tal medida, a implementar a partir já do próximo fim de semana, tem a ver com a poupança necessária em trabalho extraordinário pago aos motoristas camarários em 2013 e anteriores.
Ainda foi encarada a hipótese da viagem ser em económica – utilização dos transportes colectivos – mas tal alternativa ficou inviabilizada, pois estes ao fim de semana praticamente não existem no concelho.
Entretanto, esta decisão de fazer as viagens para as cerimónias oficiais ao fim de semana a pé – uma imposição do presidente - escandalizou alguns vereadores, sobretudo os que moram  na periferia.
Contudo, ficou contemplada uma reivindicação da vereação: um creme hidratante para as bolhas nos pés...

Actualização.
Hoje como sabem é dia 1 de abril.
Escreveremos tudo o que é verdade, outra vez, amanhã!

Joaquim Namorado, faz cem anos em 30 de junho próximo

Outra Margem,  terça-feira, 10 de Abril de 2007. Passo a recordar: Joaquim Namorado, Poeta de Incomodidade.

“Metam O burro na gaiola
de doiradas grades
e tratem-no a alpista
se quiserem
- é só um despropósito
Mas esperar dele o trinar
Do canário melodioso
É simplesmente tolo.”

Joaquim Namorado viveu entre 1914 e 1986. Nasceu em Alter do Chão, Alentejo, em 30 de Junho.
No concelho da Figueira – considerava-se um figueirense de coração e de acção – chegou a ser membro da Assembleia Municipal, eleito pela APU.
Teve uma modesta residência na vertente sul da Serra da Boa Viagem. Essa casa, aliás, serviu de local para reuniões preparatórias da fundação do jornal Barca Nova.
Muito mais poderia ser dito para recordar Joaquim Namorado, um Cidadão que teve uma vida integra, de sacrifício e de luta, sempre dedicada á total defesa dos interesses do Povo.
Nos dias 28 e 29 de Janeiro de 1983, por iniciativa do jornal Barca Nova, a Figueira prestou-lhe uma significativa Homenagem, que constituiu um acontecimento nacional de relevante envergadura, onde participaram vultos eminentes da cultura e da democracia portuguesa.
Na sequência dessa homenagem, a Câmara Municipal da Figueira, durante anos, teve um prémio literário, que alcançou grande prestígio a nível nacional.
Santana Lopes, quando passou pela Figueira, como Presidente de Câmara, decidiu acabar com o “Prémio do Conto Joaquim Namorado”.

O Sítio dos Desenhos, 31 de março de 2014, passo a citar Fernando Campos:

"O poeta incómodo".


Este ano comemoram-se oitocentos anos da língua Portuguesa. Ah pois.
E quatrocentos da primeira edição de “Peregrinação”, de Fernão Mendes Pinto. 
E quarenta do vintecincodAbril, claro. 
Os Correios de Portugal não se esqueceram de nada disto e estão a tratar de o evocar, convenientemente e como de costume, como aliás lhe compete, em belas edições filatélicas.
Os CTT também não se esqueceram dos cem anos do poeta (e matemático) Joaquim Namorado e também lhe dedicaram um selo, integrado numa nova série dedicada a “vultos da história e da cultura” nacionais.
.
Joaquim Namorado - que cheguei a conhecer fugazmente (nas mesas do café Nau) e a quem já evoquei aqui a propósito de outra coisa – é um poeta cuja relevância  intelectual e estética (dirigiu durante anos a revista Vértice e foi ele que cunhou uma das correntes literárias dominantes no século vinte português) é tão iniludível como o seu testemunho de cidadania. No entanto, além de poeta da incomodidade e de “Aviso à navegação”, empenhado políticamente (até à militância), também foi capaz da contenção, da ironia profunda, da invenção e do arrojo formal de Viagem ao país dos nefelibatas.

A Figueira chegou a ter um prémio literário com o seu nome, que o inenarrável Santana Lopes aniquilou e o actual poder autárquico sucialista substituiu pelo nome de João Gaspar Simões (nada contra, uma coisa não impede a outra). Mas há mesmo uma petição ao presidente da Câmara com o objectivo de “recuperar o prémio literário Joaquim Namorado”. Assine aqui,

- porque a cidade da Figueira da Foz, onde o poeta se fixou, fundou um jornal, foi eleito à assembleia municipal e residiu até á morte, nada. Isto de “vultos da história e da cultura” é, convenhamos, algo que lhe passa ao lado (veja-se os casos de Cândido Costa Pinto e de João César Monteiro).
.
A verdade é que ou a cidade tem memória de peixe - as coisas passam-se-lhe – só uma cidade com a memória de uma chaputa (ou de uma tremelga) se esquece dos seus maiores - ou então o poeta da incomodidade ainda incomoda. Mesmo depois de morto.

Os motores roubados aos pescadores no portinho da Gala têm de ser devolvidos o mais rápido possível

Contactado, ontem, pelo DIÁRIO AS BEIRAS, o comandante da Polícia Marítima, Paulo Inácio, explicou que os motores serão devolvidos depois de cumpridos todos os formalismos intrínsecos a este tipo de ocorrências. Neste momento, o processo encontra-se no Ministério Público, que vai determinar a devolução dos motores aos proprietários. Entretanto, a angústia dos pescadores, que desde sexta-feira estão impedidos de pescar, não se compadece com os trâmites processuais e com o facto de o fim de semana ter atrasado o curso das diligências. João Almeida, 61 anos, afirmou, que está “preso de pés e mãos”. E coloca a questão: “quem é que me vai pagar os prejuízos pelos dias que não posso ir pescar?”.

Em tempo.
A pesca da lampreia na bacia do rio Mondego, no ano de 2013, foi interditada entre 24 de fevereiro e 05 de março e entre 16 de abril a 31 de dezembro, segundo um despacho publicado em Diário da República.

Não pensem que, hoje, é dia das mentiras...

"Paulo Portas recusa cortes nas pensões"!..

"O primeiro ministro garante que não quer um modelo económico assente em baixos salários."

Actualização.
Hoje como sabem é dia 1 de abril.
Escreveremos tudo o que é verdade, outra vez, amanhã!

segunda-feira, 31 de março de 2014

O Arouca não culpa...

O Arouca está a fazer o seu melhor e os seus jogadores estão de parabéns por isso... 

O regabofe em ajustes directos

3,5 milhões de euros. Aqui vai uma adivinha: qual era o partido que, entre 2005 e 2011, demonizou os ajustes directos?

daqui

Ainda o caso dum Hospital colocado dentro de um parque de estacionamento pago

Na reunião de câmara da passada segunda-feira, o parecer que, há mais de um mês, havia sido solicitado ao responsável da Protecção Civil, a propósito do parque de estacionamento do Hospital Distrital da Figueira da Foz, mais especificamente no que diz respeito à entrada de viaturas em situações de emergência, foi entregue à oposição no  decurso da sessão.
Por esse motivo, não foi discutido na oportunidade. 
Entretanto, já deverá ter sido analisado, apreciado e reflectido pela oposição.
Para além de,  certamente, ir ser alvo de discussão política numa próxima sessão camarária (a próxima é óptima, pois é à porta fechada...), vai ser tema de uma conferência de imprensa a realizar em breve – segundo o que acabei de ouvir no programa Câmara Oculta, do Foz do Mondego Rádio, pela voz do “vereador” Teo Cavaco...  
Mais uma vez, este executivo camarário deixou-se ultrapassar, politicamente falando.
Não sei se, apenas, por inabilidade política, incompetência ou azelhice pura, esqueceu, mais uma vez, uma coisa básica...
A política e a culinária devem respeitar o mesmo princípio: precisam de ingredientes certos, mas é na sua correcta aplicação que está a arte. 

Memórias reprimidas

A descolonização portuguesa foi feita "à pressa" em Angola, país que ficou entregue a partidos armados que faziam guerra em vez de política, afirmou  o médico António Passos Coelho, que há 40 anos vivia em Luanda.
A Revolução de Abril apanhou o médico pneumologista em Luanda, onde residia com a mulher e os quatro filhos, entre eles o actual primeiro-ministro, e ocupava o cargo de director de hospital e chefe do serviço de combate à tuberculose.

O primeiro-ministro português admitiu não saber se a história o absolverá das opções que tomou como governante, e assumiu que "a maioria dos portugueses", incluindo ele próprio, "não gostou das medidas difíceis" do seu governo.

Resistir é preciso e é urgente

BAPTISTA BASTOS
Com o ar grave e a voz timbrada que se lhe conhecem, o dr. Pedro Passos Coelho foi às televisões e disse: "Vou tomar medidas para erradicar a fome no nosso país." 
Além do tropeção no idioma (que lhe é comum), esclareço que quem "toma medidas" são os alfaiates e as costureiras; ele, Passos, como governante "toma decisões." Depois, há uma insultuosa falta de pudor, quando assevera que irá "erradicar a fome no nosso país." 
Não foi ele que proclamou o "empobrecimento" dos portugueses como estratégia necessária ao equilíbrio das finanças?

Passatempo Fotográfico “ O Mar Da Figueira ”

A partir de amanhã, dia 1 de abril, estão abertas as inscrições para o passatempo fotográfico "O mar da Figueira".
O desafio é lançado pelo Núcleo Museológico do Mar, em parceria com o Arquivo Fotográfico Municipal da Figueira da Foz.
O passatempo fotográfico “O Mar da Figueira”, inteiramente realizado online, tem como objectivo selecionar 20 fotografias inéditas, para uma exposição denominada “10 + 10 olhares sobre o mar (da Figueira)” que se realizará no Núcleo Museológico do Mar, nos meses de agosto a dezembro de 2014.
As fotografias devem ser enviadas para o endereço eletrónico divulgacao.cultura@ cm-figfoz.pt até ao dia 27 de junho.
As normas de participação podem ser consultadas no sítio www.figueiradigital.com.

Durão Barroso, o ainda Presidente da Comissão Europeia

De vez em quando, alguém da área da actual maioria, tira mais uma carta da manga.
Desta vez foi Durão Barroso:  em entrevista ao Expresso, preconiza que a bem do consenso, para além de “os principais partidos estarem condenados a governar em conjunto”, o próximo Presidente devia ter o apoio de PS, PSD e CDS.
Mais um pouquinho e chegava ao partido único!..
Convenhamos, porém: se calhar, Durão, deve estar fora do contexto nacional e  um bocadinho baralhado.
O  próximo Presidente da República, independentemente do seu partido, após a eleição, não deveria apoiar, igualmente, o PS, o PSD, o CDS e, já agora, os restantes partidos?..
Barroso,  o "tal que fugiu para Bruxelas...diga ele o que disser", está a preparar o retorno!..

domingo, 30 de março de 2014

Grupo Desportivo Cova-Gala 0/Académica/Sub23 0

"Hoje, tenho a certeza que fiz uma foto que nunca mais vou esquecer. Estou satisfeito! Nem sempre é fácil na fotografia de desporto conciliar o momento com o equilíbrio da imagem, ou seja, composição. Acho que consegui." - Pedro Agostinho Cruz, fotógrafo. 

A amizade é uma coisa tão bonita não é?..

"Ex-presidente da câmara da capital algarvia pelo PS diz que ficou com crédito de Aprígio Santos por um valor simbólico. Não revela a verba que despendeu e diz que o fez por amizade."

Em tempo.
Certamente, que na nossa cidade há quem não veja mal algum nisto.
E se lhe perguntarem,  até garanta que quem o vê é...falso moralista!
Ou ignorante... 

Declaração de interesses.
O autor desta postagem esclarece que os assuntos que afectam o dia-a-dia da cidade em que nos inserimos interessam-lhe. 
Contudo, o autor desta postagem desconhece, por ignorância real,  que assuntos realmente afectam o dia-a-dia do poder da cidade em que nos inserimos, uma vez que  tirando o trânsito, o autor não se recorda de outro assunto que afecte o dia-a-dia do poder da cidade em que nos inserimos.
Os únicos temas que certo poder gostaria de ver tratado nos jornais e nos blogues deveriam focar, ou dizer respeito a cultura, poesia ou flores, entendendo o autor desta postagem que evita esses temas, pois  pouco ou nada acrescentaria àquilo que por aí­ se tem dito e escrito com relação a estes mesmos temas.

Farol do Cabo Mondego ao entardecer

foto António Agostinho

Hora de verão

Não esqueça, é uma hora. Adiante o relógio 60 minutos!..

Bom domingo

sábado, 29 de março de 2014

FUSING Culture Experience

Para saber tudo sobre este evento, aceda à página do facebook FUSING Culture Experience.

Só porque hoje é sábado...

... fica uma crónica publicada pelo advogado Joaquim Gil no jornal AS BEIRAS

“Porque hoje é sábado  e que outro melhor motivo poderia eu ter? – , lembrei-me de recomendar daqui a revisitação de um texto de 1969 de Cristina Torres em resposta ao inquérito do “Mar Alto”, “Da situação actual da cultura na Figueira” (Coord. de A. Augusto Menano, Cação Biscaia e Alberto Garrido), de que deixo aqui extractos bem actuais.
“A cultura é educação consciente do Homem em todos os sentidos: é o aproveitamento de tudo o que é nobre e elevado, feito pelo Homem para ser um elemento construtivo da sociedade em que tem de viver, agir e ser útil”.
 “Numa cidade onde há um liceu, escolas técnicas, colégios secundários e primários, grupos isolados da cultura, uma boa biblioteca onde se realizam conferências que bem merecem pelos assuntos que versam, e pelos nomes dos conferentes, outra aceitação. (Nestas conferências, diga-se a verdade, não é muito numerosa a concorrência)”.
“Onde estão afinal os representantes da actual cultura figueirense? Às vezes dá vontade de gritar aos mortos as palavras de Jesus a Lázaro: “levanta-te e caminha”. 
Não fora o texto do ano de 1969 e arriscaria dizer que era de hoje, tal a actualidade da crítica e o sentido do texto que fere certeiro uma certa soberba (dita) cultural que por aí se pavoneia. Mas eu só me lembrei do texto porque hoje é sábado…”

No país do faz de conta *...

Emanuel e Suzy avançam com queixa-crime na PJ!..
O autor e a intérprete do tema vencedor do Festival da Canção anunciaram em conferência de imprensa que querem ver "responsabilizados civil e criminalmente" os autores das "ameaças e injúrias" de que foram alvo.
... * perde-se tempo demais com notícias estéreis sobre matérias desfocadas, inexistentes ou que não permitem chegar a nenhuma acção correctora dos problemas que são identificados. 

Portinho da Gala: em 3 anos foram roubados 11 motores, incluindo os 4 que ontem "voaram"...

foto Pedro Agostinho Cruz
“Durante quinta-feira ou a madrugada de ontem, sexta, foram roubados os motores de quatro embarcações amarradas no Portinho da Gala, Figueira da Foz, aumentando para 11 o número de motores furtados nesta infraestrutura de pesca artesanal, no espaço de três anos.
Entretanto, na manhã de ontem, foram detidos, na fronteira de Vilar de Formoso, dois indivíduos do Leste europeu quando pretendiam viajar para Espanha transportando quatro motores de embarcações na viatura em que seguiam.
Ao meio da tarde, a Capitania do Porto da Figueira da Foz mantinha-se em contacto com as autoridades fronteiriças, para trocar informações sobre os motores apreendidos e furtados.
Saliente-se que este porto de pesca, situado na freguesia de S. Pedro, na margem Sul do estuário do Rio Mondego, é gerido pela Câmara da Figueira da Foz. O presidente da câmara João Ataíde, através do gabinete da presidência,  «lamenta o sucedido».”
Via AS BEIRAS

Promessas cumpridas

«O descrédito social da política contemporânea passa, e muito, pela noção cada vez mais disseminada de que só as promessas de regressão são sérias e de que todas as promessas de transformação que acrescentam dignidade e direitos às nossas vidas são demagogia irresponsável. Quando rigor só pode rimar com sofrimento e melhoria de condições passou a ser uma questão de fé e não uma possibilidade efectiva, a política só pode ser repudiada. O Governo prometeu empenhar-se em fazer o País "sair desta situação, empobrecendo". Cumpriu uma parte: a do empobrecimento. Os dados esta semana publicados pelo INE relativos a 2012 mostram, de facto, como o Governo honrou a promessa de empobrecer a grande maioria dos portugueses. " 
Para continuar a ler clique aqui.

CAE, 21H30...


“Contracanto” é um projeto musical e teatral que atravessa o universo musical e alegórico do cantor-autor José Afonso, com ilustrações encenadas da sua intemporalidade.
Com encenação de António Leal, este projeto conta, ao vivo, com sete músicos e seis cantores-atores que vão interpretando a música e o universo alegórico de José Afonso, personificando, assim, o próprio eco da sua obra. Pedro é a personagem transversal da narrativa. Através dele, o público revisita momentaneamente o final dos anos 60 e testemunha o seu desencantamento atual. Ricardo, seu filho adulto, vive agora algumas das mesmas angústias experimentadas pelo pai. Nos corredores laterais desta narrativa, os jovens, os cidadãos e as crianças abrem levemente outras portas: negligência, abandono, tecnocracia, sangue-frio, sangue-quente e, claro está, esperança. Um Portugal que canta a poesia de José Afonso e respira… ainda.

daqui

A geração que ganha!..

Não sejam invejosos, concorram às rifas do Governo.

FIGUEIRA DA FOZ VOLTA A TER UM FESTIVAL DE CINEMA

sexta-feira, 28 de março de 2014

Bruno de Carvalho

Sacado daqui

"RESPIRAR ABRIL - 40 ANOS"


Para que serve um vice-presidente de câmara?..

João Ataíde, o independente reeleito numa lista do PS,  tomou posse em 19 de outubro passado. Leva, portanto, cerca de meio ano deste segundo mandato – o primeiro com maioria absoluta.
Na tomada de posse, o presidente da Câmara da Figueira da Foz afirmou ter como intenção, nos próximos quatro anos,  “prosseguir a consolidação financeira, manter a eficiência, rapidez e transparência dos serviços municipais, intervir no espaço público e nos equipamentos, melhorar a qualidade de vida no concelho e incrementar o desenvolvimento”.
Começou mal, porém, este segundo mandato do dr. João Ataíde: uma das duas reuniões mensais passou a ser realizada à porta fechada; depois, surgiu o caso do estacionamento pago no Hospital da Figueira da Foz;  a seguir, a polémica no CAE que envolveu directamente o seu vereador de confiança e agora vice-presidente  – o dr. António Tavares. Outras polémicas estão em cima da mesa. Uma,  que envolve  também directamente o seu vereador de confiança  - o dr. António Tavares, pois começou com uma frase do vereador PS no jornal AS BEIRAS:  "...  não conseguimos perceber como pode a Açoreana, empresa proprietária do chamado edifício "O Trabalho", fazer perpetuar e permitir a degradação constante do mamarracho que todos conhecemos, para mais situando-se numa zona nobre da cidade e de grande fluxo de turistas e locais..."; a outra, que vai ter novos capítulos, em breve, tem a ver com o facto de “a Câmara da Figueira da Foz ter chamado a si a gestão do EstádioMunicipal José Bento Pessoa, que era gerido há várias décadas pela Naval 1.º de Maio, no âmbito de um protocolo assinado com o clube”.
Presumo que um  vice-presidente de câmara, sirva talvez para  substituir o presidente, quando este está ausente, e usar a sua magnífica cultura, inteligência e lata visão e experiência política para tentar prevenir e evitar “tiros nos pés”, que causam sempre danos políticos para os protagonistas, como certamente o futuro nos irá demonstrar...
É estranho, ou talvez não, que quem quer dar a imagem que  tudo faz e faz e fará para proteger os cidadãos figueirenses tenha  assistido  e continue a assistir a tudo isto  caladinho, fazendo manobras de diversão no jornal, direccionadas para alvos que nada têm a ver com a forma como é gerida a autarquia figueirense, como, por exemplo, o autor deste blogue e outras pessoas que ousam divergir da maneira como esta maioria absoluta está a governar os destinos do nosso concelho.
Seja como for – e oxalá isso não aconteça - arrisca-se a que um destes dias o presidente, para voltar a mostrar quem manda (as pessoas esquecem-se com frequência), o despromova de vice para vereador  dos cemitérios.
Depois do prometedor salto qualitativo que, como político desta política, deu em meados do ano passado, seria muito mais condizente com a actuação que tem tido nos últimos meses.

Ontem, foi mais um dia de governo à beira de um ataque de nervos

O governo desmente-se a si próprio, o que não é uma técnica de gestão recomendável.
Persiste um enigma: foi Montenegro que driblou as Finanças ou estas que desautorizaram o chefe do grupo parlamentar?
O leitor em breve o saberá, mesmo que o governo não nos brinde com o desmentido do desmentido do desmentido. É claro, porém, que o PSD  está dividido sobre as vantagens do suicídio português maquilhado de política de austeridade.
Hoje, no jornal i pode ler-se:
“O secretário de Estado da Administração Pública revelou a jornalistas matéria sensível sobre pensões. 
A Contribuição Extraordinária de Solidariedade (CES), que atinge os reformados com pensões acima dos 1350 euros é provisória, mas o governo está à procura de uma medida de igual valor que mantenha os cortes nas pensões que até aqui a CES tem garantido.
O que o governo assegurou ontem, através do ministro da Presidência, é que para além dessa medida - relativamente à qual negou existir uma formulação definitiva, uma vez que não há conclusões do grupo de trabalho - "não haverá reduções adicionais de rendimento dos reformados em Portugal".
A  polémica sobre o novo desenho nos cortes das reformas rebentou ontem depois de vários diários trazerem na primeira página pormenores sobre a possibilidade de manter os cortes aos pensionistas perante a necessidade de acabar com a Contribuição Extraordinária de Solidariedade. A informação revelada era resultado de um briefing convocado pelo Ministério das Finanças, mas apanhou de surpresa o primeiro-ministro e o ministro responsável pela coordenação política, Poiares Maduro, que desconheciam que as Finanças tinham decidido revelar à comunicação social pormenores do que estava em cima da mesa. Em visita oficial a Moçambique, Passos Coelho apressou-se a classificar as notícias dos cortes permanentes nas pensões como fruto da "especulação", mas não deixou de mostrar claramente o seu desagrado com a decisão das Finanças de divulgar peças do processo aos jornalistas: "Por vezes assisto ao debate público sobre estas matérias e penso que ele podia ser mais sereno e mais informado do que é e espero que os membros do governo contribuam também para isso", disse o primeiro-ministro.
Quanto à notícia concreta, tanto primeiro-ministro como ministro da Presidência remeteram-na para o domínio da "especulação". "Não faz sentido estar a especular, será decidido no governo, não será decidido sem a minha participação", disse Passos Coelho. Com a ministra das Finanças ausente de viagem a Washington, coube ao secretário de Estado da Administração Pública, José Leite Martins, a condução do encontro com jornalistas que apanhou o núcleo duro do governo de surpresa. A reunião era um briefing - em que o secretário de Estado aceitou que as informações fossem atribuídas a "fonte oficial das Finanças".
O problema é que a divulgação não estava coordenada ao mais alto nível e rapidamente tanto o primeiro-ministro como o ministro da Presidência se apressaram numa operação de "controle de danos".
Luís Marques Guedes culpou directamente os jornalistas presentes por, alegadamente, terem transformado uma "conversa em off" em notícia. "Acho que as interpretações feitas pela comunicação social de conversas tidas com alguns membros do governo ou com um membro de um governo - não sei quem tenha sido - é exagerada para não dizer abusiva. Uma coisa é fazer um ponto da situação sobre os trabalhos que estão a decorrer, outra coisa é tirar daí conclusões. Se os jornalistas pretenderam transformar uma conversa em off num ponto de situação num dado adquirido, não chamaria a isso uma fuga de informação, chamaria a isso uma manipulação de informação". Mas a verdade é que não se tratava de uma "conversa em off". Secretário de Estado e jornalistas combinaram - à boa moda dos briefings - o que podia ser atribuído a "fonte oficial das Finanças" e o que não podia. Mas decididamente neste governo um briefing é uma actividade maldita.”

Notícias de Lavos

As Festas da Comunidade Lavoense para 2014,  vão ter  sete iniciativas que se realizam em lugares diferentes da freguesia.
O  programa tem início em Abril, com o “Cantar das Almas Santas”  (há mais de 55 anos que não se realiza), e vai acontecer nos dias 2, 3, 4 e 5 só nos lugares de Outeiro e Franco. No dia 5 será celebrada na Igreja Matriz, pelas 18h00, uma missa por intenção das Almas falecidas e para entrega de eventuais donativos.
A Corrida de Carretas será no Bizorreiro, a 27 de Abril, integrada nas Festas de S. Jorge.
A 27 de Julho, nos Carvalhais, integrado nas festas da Senhora da Luz, vai realizar-se o “Roteiro das Fontes e Lavadouros” (Fonte do Barroco, Largo do Poço, Fonte dos Telheiros, Fonte das Ruas e Fonte da Lagoa), fazendo-se em cada uma um quadro vivo tradicional, que finalizará com um almoço convívio (cada um leva o seu farnel).
O Dia da Cultura Lavoense está agendado para 3 de Agosto, em Santa Luzia, no Sport Clube de Lavos, a partir das 15h00 e está aberto a todos os grupos da freguesia que queiram associar-se. Inclui um desfile e atuação dos mesmos.
Entre 8 e 16 de Novembro, nos Armazéns de Lavos, realiza-se o 7.º Festival das Enguias, que vai contar com muita animação (Folclore, Concertinas, Grupos de Cantares, bombos, gaiteiros, fados, baile e algumas surpresas), tudo com o objetivo de valorizar este certame gastronómico.
O último evento está marcado para Dezembro, em data a anunciar, vai ter lugar na Casa do Povo de Lavos, com a representação da comédia “A birra do morto”, a representar por um grupo formado com “prata da casa”
Segundo explicou José Elísio, estas festas estão orçadas em 17.300 euros, e prometem “continuar a unir os lavoenses por uma freguesia ainda melhor”.

A Junta de Lavos  lançou um desafio às empresas:  solicitar apoios para as colectividades da freguesia.
O anúncio foi feito pelo presidente da junta, José Elísio, no início desta semana, durante a apresentação da Festa da Comunidade Lavoense.
O primeiro donativo já foi conseguido e destina-se à Sociedade Artística e Musical Carvalhense.
A Aviliz, uma empresa vocacionada para a actividade agropecuária, “assumiu um compromisso com dois mil euros anuais”, explicou José Elísio. A empresa compromete-se, assim, a suportar as despesas com a escola de música da filarmónica da SAMC.
Neste sentido, no dia 5 de abril, pelas 21H30, será assinado um protocolo, na sede da associação, sita em Carvalhais. Os pedidos de apoio vão continuar, até porque a freguesia de Lavos tem várias colectividades, para além dos grupos de escuteiros e de jovens lavoenses.

Por outro lado, a junta de freguesia realiza já amanhã, a primeira sessão de esclarecimento “para discutir o presente e o futuro de Lavos”. A iniciativa ter lugar  pelas 21H30, no Sport Club de Lavos.
No dia seguinte, à mesma hora, realiza-se uma nova sessão, na Casa do Povo de Lavos. 
Em abril, a ação é dirigida à população de Carvalhais e decorre, no dia 12, no Centro Recreativo e Cultural Carvalhense. A colectividade de Oucofra é a que se segue (dia 13). No mesmo dia, nova sessão, mas na Sociedade Artística e Musical Carvalhense.
Segundo José Elísio,  as sessões pretendem tão-somente “dar voz à população” sobre projectos, iniciativas e preocupações relacionadas com a freguesia.

Em tempo.
Informação recolhida no Blog dos Carvalhais e no jornal AS BEIRAS, edição papel.