quarta-feira, 26 de março de 2014
terça-feira, 25 de março de 2014
Para mais tarde recordar
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| foto Paulo Pimenta |
Um blogger acima das possibilidades...
Em tempo.
Pouco tenho a dizer. Apenas, como sempre, aquilo que penso... E estou a pensar nos políticos em geral.
Que está a chegar ao limite da dignidade a capacidade de ser
um moço de recados alheios.
Que se está a prescindir da própria consciência e dignidade
para conseguir ser, não eleito do povo, mas mandarete teórico de alguns
milhares de militantes partidários controlados pela máquina partidária.
Que se está a agravar aquilo que vejo há
muito estar a acontecer: as minorias partidárias falseiam o resultado das eleições, impedindo o contacto do eleito com os eleitores (que
não são, claro, as bases partidárias).
Que está a crescer entre o povo o sentimento de que os eleitos não são seus representantes.
Que cada vez percebo melhor, por que se recusam os partidos a
dialogar entre si: querem o poder todo.
QUEM É IGUAL A QUEM? OU A RESISTÊNCIA HERÓICA DAS MULHERES DA COVA/GALA
Adelino Tavares da Silva, o autor deste inédito, foi meu Amigo e um grande
jornalista deste País, tendo chegado a ser Director do extinto «O Século», a
seguir ao 25 de Abril de 1974.
Quando morreu pertencia ao quadro de jornalistas
do também já extinto «O Diário».
Adelino Tavares da Silva tinha raízes
familiares no nosso concelho, pois o seu Pai – o Comandante Rainho – era da
Gala.
Como dizia Adelino Tavares da Silva, «é a contar estórias que a gente se entende».
Tinha tomado conhecimento deste evento há uns dias numa conversa onde dei conta do entusiasmo com os que os trabalhos estão a decorrer.
Francisco Sanchez, é o Encenador.
Portanto, no dia 5 de abril todos ao CLUBE MOCIDADE COVENSE!
Este "é um problema estritamente da administração do Hospital?..
| foto António Agostinho |
Solicitado pela bancada do Movimento Somos Figueira, o
parecer da Protecção Civil sobre o novo parque de estacionamento do Hospital
Distrital da Figueira da Foz já foi entregue ao executivo, mas os vereadores da
oposição só foram informados há minutos, no decorrer da própria reunião, pelo
que o assunto só será discutido numa próxima reunião. Ainda assim, numa breve
apreciação, João Ataíde, presidente da autarquia, admitiu que o relatório da
Protecção Civil "levanta algumas questões e não é favorável à solução ali
implementada", havendo "melhorias a efectuar na sequência das
críticas". O edil sublinha, no entanto, que este "é um problema
estritamente da administração do Hospital". (Via Foz Do Mondego Rádio)
Deixemos as flores e voltemos às demolições
| Avenida 12 de Julho, Gala. Foto de António Agostinho sacada daqui |
Ontem no Porto começou a ser demolida uma antiga fábrica que era um foco de
tráfico e consumo de droga.
De acordo com a autarquia, o processo de tomada de posse
administrativa do terreno, com “cerca de 130 metros de comprimento por 95 de
largura”, foi iniciado “apenas 2 semanas” depois de Rui Moreira ter sido
empossado presidente da Câmara, tendo em conta “problema social gravíssimo” do
espaço.
As demolições começaram, segunda-feira, porque terminaram na sexta-feira “os trâmites
legais e o prazo dado em edital para que os proprietários tomassem medidas”,
justifica o site do município portuense.
Pela Figueira é o que sabemos.
António Tavares, vereador PS, no poder há quase 5 anos.
“... não conseguimos perceber como pode a Açoreana, empresa proprietária do chamado edifício "O Trabalho", fazer perpetuar e permitir a degradação constante do mamarracho que todos conhecemos, para mais situando-se numa zona nobre da cidade e degrande fluxo de turistas e locais..."
A Figueira é mesmo uma cidade que não se leva a sério...
Das flores
“Obviamente,
queriam-me calado. Conheço-lhes os dotes censórios quando tinham poder para tal
e deles fui vítima, sem rebuço nem decoro. Incomodam-se com a poesia, com a
simples poesia ou com a descrição de factos, de meros factos. Vitupério!
Gritam as bruxas.
Preferem o silêncio e a omissão e rejubilam no ruído cáustico das suas macabras
danças.”
(António Tavares, vereador PS,
no jornal AS BEIRAS)
Em tempo.
Aos cinquenta e tal anos,
será que o vereador queria, finalmente, ter
encontrado alguém carinhoso, atencioso, que lhe faça as vontadinhas todas e
que, mesmo passados 5 anos, continue a oferecer-te flores?..
Não será, talvez, ingenuidade a mais?
Como escreveu Mao Tse Tung: “deixai
que cem flores desabrochem e que floresçam as discussões”.
Entre as cem flores, algumas sempre resistem
ao tempo e à secura. Entre as begónias e gladíolos, pode ser que permaneça alguma rara.
Por exemplo, uma gardénia ou uma centáurea...
segunda-feira, 24 de março de 2014
O programa de empobrecimento está a ser um êxito!..
Com uma invejável determinação e coragem o Governo tem
conseguido transformar milhões de portugueses em pobres, os chamados novos pobres, pelo que o nosso índice de
felicidade tem vindo a subir sustentada e estruturalmente.
O país está melhor! «Quase dois milhões de pessoas em risco de pobreza. 10,9% da população em privação material severa», são resultados estimulantes...
É verdade que existe uma pequena minoria que tem sido discriminada, mas...
“Autarquia assume gestão do complexo desportivo do Estádio Municipal José Bento Pessoa”, uma questão que interessa a todos os Clubes do nosso Concelho que vai ser discutida e votada amanhã em reunião de Câmara
Texto hoje publicado no jornal AS BEIRAS:
“A Câmara da Figueira da Foz chamou a si a gestão do Estádio
Municipal José Bento Pessoa, que era gerido há várias décadas pela Naval 1.º de
Maio, no âmbito de um protocolo assinado com o clube. A denúncia do acordo acontece
na sequência da expiração da validade do documento, no dia 14 de fevereiro último.
Deste modo, a autarquia evita pagar indemnizações ao coletivo navalista.
Todavia, o novo regulamento da utilização do complexo desportivo
não agrada a ninguém, incluído a Naval.
Por sua vez, o Ginásio Clube Figueirense, que recuperou a
secção de futebol ao abrigo de um protocolo com a empresa privada Academia 94,
manifestou o seu descontentamento através de carta enviada ao executivo
camarário, a que o DIÁRIO AS BEIRAS teve acesso.
Na extensa missiva, o Ginásio alude a “anos e anos de sistemáticos
incumprimentos e violações flagrantes do protocolo de concessão das instalações
desportivas do estádio municipal”. Mais à frente acrescenta que o novo regulamento
viola alguns princípios que regem a gestão pública, advogando a sua “clara
nulidade”.
A direção ginasista invoca a “violação dos princípios da igualdade
e da livre concorrência” e critica a “atribuição de uma condição preferencial a
uma entidade [Naval]”.
Por outro lado, adverte que, “caso a salvaguarda dos
referidos princípios não seja assegurada pelo regulamento”, recorrerá aos meios
legais a seu dispor.
O peso da história
A proposta de regulamento do executivo municipal que vai
amanhã a votos na reunião de câmara dá preferência à Naval na utilização dos
campos sintéticos. A autarquia baseia-se no histórico dos clubes e associações que
utilizam ou pretendam utilizar o equipamento desportivo, o que coloca os
navalistas no topo da lista de utilizadores.
Recorde-se que o protocolo celebrado entre a autarquia e a
Naval que vigorava desde 2009 foi alterado em 2011.
Entre outras cláusulas, previa um apoio mensal de 10 mil
euros para a secção de formação do clube e em caso de denúncia unilateral do documento
pela autarquia esta teria de pagar as obras realizada pela Naval no estádio municipal
desde 1989.
Este segundo artigo caiu com a revisão do documento e o apoio
desceu para 7.500 euros.
O pagamento da água, eletricidade e gás pela câmara também
foi anulado, passando a despesa para a Naval.
Porém, como a autarquia nunca pagou os 7.500 euros e os
contadores mantiveram-se em seu nome, o clube remetia a fatura dos três
serviços para a autarquia. De resto, neste encontro de contas, a Naval é
credora.
Impedido de utilizar
os sintéticos
A Naval exige ao Grupo Desportivo da Chã uma verba mensal pelo consumo de água, eletricidade
e gás. Como ainda não houve acordo, este clube amador de Tavarede que utiliza
os campos de treinos do estádio municipal há mais de 30 anos está impedido de
utilizar os relvados sintéticos, desde há duas semanas. Fátima Trigo, presidente
do GDC, afiança que, sem o apoio da câmara, as verbas agora exigidas pela Naval
(300 euros por mês) “são incomportáveis”. Por outro lado, exige igualdade de condições
na utilização dos equipamentos municipais.
A União Desportiva da Gândara tem o seu próprio campo com
relva artificial, o primeiro dos dois de que o concelho dispõe. O clube não necessita,
portanto, do estádio municipal. Contudo, o presidente, Antonino Oliveira, mostra-se
“solidário com os clubes que contestam o direito de preferência” que a autarquia
concede à Naval. O dirigente gandarês aproveita para exortar a câmara a
municipalizar o campo de Bom Sucesso, “para poder servir os clubes do norte do
concelho”.
O executivo municipal recusou-se a falar sobre o assunto antes
da reunião de câmara de amanhã. E, apesar das tentativas, não foi possível
recolher declarações da Naval 1.º de Maio.”
“louvor e simplificação de José Penicheiro”
Zé Penicheiro faleceu no passado dia 15.
Na altura Fernando Campos escreveu o seguinte:
E como o prometido é devido cá está o "depoimento que foi um pouco para além da ditirâmbica palermice circunstancial" do Fernando Campos
(pode ser lido na íntegra, clicando aqui).
Termina assim.
“Quando o conheci, em 1981, trabalhei com ele em
publicidade. Aprendi imenso (a relevância do seu contributo para a linguagem
desta arte de comunicação dava para escrever um tratado, um capítulo à parte na
sua vasta obra criativa (só semelhante ao de outro figueirense, Cândido Costa
Pinto. Este até com obra teórica publicada sobre o assunto, embora nunca tenha
exercido actividade na região). Mas em 84 (ou 85), quando trabalhei para ele -
na impressão serigráfica dos seus trabalhos – já ele se dedicava finalmente, em
exclusivo, à sua paixão de toda a vida, a pintura. Tinha mais de sessenta anos.
Numa idade em que a maior parte dos homens calça as pantufas
e se senta ao borralho a olhar para ontem, Penicheiro preparava-se para começar
outra vida. Criativa. E para consumar a sua obra – uma obra que teria, contudo,
um carácter sempre reminiscente, também a olhar para ontem, numa espécie de
interminável “Amarcord”.
Todavia, ao contrário de Fellini, não existe em Penicheiro o
conflito, o pormenor, o improviso, a blasfémia, o humor (ou o sarcasmo), a
revolta, a gargalhada, a obscenidade, a subversão, o grito.
Não há rostos, nem olhares, nem expressões na sua obra. Nem
se vêem das mãos as linhas da vida, ou as unhas negras e as calosidades. Apenas
vultos. Os homens, de chapéu; as mulheres, de lenço na cabeça, sempre curvada.
Tudo sob um manto intrincado de manchas opacas, numa densa bruma esquartejada
de harmoniosas decomposições tonais atenuadas. E uma indelével impressão de
nostálgica e solene mansidão resignada.
Penicheiro não pinta o que vê, pinta o que viu. Ou melhor, a
impressão com que ficou.
Foi esta visão sentimental, silenciosa e velada pela
distância do tempo que talvez tenha tranquilizado os novos (e até os velhos)
burgueses. A-do-ra-ram. Penicheiro tornou-se mesmo o artista mais premiado e
homenageado pelos “clubes de
serviço”. Arrematavam tudo, em alegres e
selectas jantaradas. À peça ou à molhada.
A consagração popular veio depois, naturalmente. O povo,
como é sabido, aplaude sempre os vencedores.
Porém, a coroa de glória de Zé Penicheiro, a verdadeira
consagração, surgiu já quase no fim da sua vida (e carreira, que os artistas
trabalham sempre até ao fim), em 2004: a encomenda de um mural monumental pela
Universidade de Aveiro, para comemoração dos seus trinta anos.
Nada mal. Para um homem que se tinha feito a si próprio, que
se gabava de nunca ter ido à escola e de toda-a-vida ter nutrido um sincero
desprezo pelo conhecimento académico.”
domingo, 23 de março de 2014
Pedro Agostinho Cruz, um fotógrafo na Gala Figueira Tv (II)
III Gala Figueira Tv/ Fotógrafo Freelancer 2013, PEDRO AGOSTINHO CRUZ: “estou
satisfeito por reunir quase 75 % dos votos na categoria para a qual fui
nomeado. Obrigado a vocês!
Sei o que quero! Quero estar entre os melhores, e isto
(ainda) não é aquilo que quero.
Obrigado pelo reconhecimento público do meu trabalho.”
Meu caro Pedro:
Quase 75%, já é alguma coisa...
Parabéns "puto". Ficaste a saber como vai ser a tua vida: para conseguires estar entre os melhores, vais ter de de ser mesmo muito melhor.
Isso, vai dar-te muito trabalho...
Talvez melhor do que ninguém conheço a dimensão do teu sonho e, sobretudo, graças aos teus Pais, o que tens
lutado por ele.
És um grande profissional, um grande trabalhador, um talento
já reconhecido.
Com a tua idade e na Figueira, "sem Pais ricos" (mas uns ricos Pais...) acredita, isso é quase um milagre ter acontecido...
Todavia, nunca te esqueças que estás em Portugal e na
Figueira.
Em Portugal e na Figueira, quando havia dinheiro e trabalho, não havia tempo
para ter filhos (a natalidade desceu com a melhoria das condições de vida - mas os teus pais fabricaram dois...); agora, quando não há dinheiro nem trabalho, não há condições para ter filhos (e temos cada
vez mais cortes em tudo – até nos abonos).
Resumindo e concluindo: os filhos dos portugueses e dos figueirenses foram,
portanto, um luxo dispensável.
Onde quer o palerma do teu tio chegar com isto, estás porventura a pensar com os teus botões?..
É simples: continua a trabalhar com o profissionalismo, a dedicação, a
humildade e o talento que tens.
Porém, nunca te esqueças, que estás em Portugal e na Figueira, onde até os filhos foram um luxo dispensável...
“Puto”, a terminar, um grande abraço.
Ah, desta vez não te safas, tens de pagar qualquer coisa...
Um cafezinho serve. Vale?..
O que é que eu iria fazer com 45% de votos?..
Não ganhei nem perdi... Fiquei na mesma!
Hoje, já é outro
dia.
Logo mais, levantar e almoço...
Ao contrário do que muita gente pensa, sou um gajo fácil de
contentar e um democrata de mão cheia...
sábado, 22 de março de 2014
A verdade incomoda...
E um blogue que fale
a verdade deixa de ser blogue político...
Porque poucos votam
nele.
Cada um (os que ao longo de quase 40 anos têm votado nos partidos do “arco do poder”), tem o Gaspar que merece...
![]() |
Óscar Gaspar,
o Gaspar do PS
|
“Começa a ser
evidente que o país tem um problema com os Gaspar, depois de nos termos livrado
mais ou menos do Gaspar do Passos Coelho, eis que agora temos de aturar o
Gaspar do Seguro, o primeiro cortou a torto e a direito nos funcionários
públicos, o segundo diz que gostaria de repor o que ganhavam mas não será
possível. Isto é, o Gaspar do Seguro acabou por dar razão ao Gaspar do Passos
Coelho.”
Vitupério, prosápia, alarde ou presunção?..
“O poder, todos os poderes são natural e inelutavelmente o
alvo da crítica, pelo que fazem (mal) pelo que não fazem (bem) e pelo que
deixam de fazer.
Arriscaria dizer que a crítica seria afinal um factor também de
construção, estímulo e desafio ao (bom) desempenho do poder. Só a critica com
este sentido me importa, ressalve-se.
Mas o que por regra se constata é que o poder, todos os poderes,
até o poderzito local (cujos titulares se acham grandes, enormes até) convivem mal
com a crítica.
E quando a máquina da propaganda oficial não chega há que
explorar outras vias aptas a abafar a crítica.
Não me surpreendeu por isso que os “escribas oficiais do
reino” se desdobrassem por aí, digo, por aqui em escritos de louvor ao
exercício autárquico. Surpresa nenhuma pois tratando-se de assessorias
remuneradas – essa praga que alastra, sem controlo, do poder central ao local –
elas assim assessoram.
O que já me surpreendeu foi ler por aí, digo, por aqui textos
de “ministros do reino” de louvor a obra própria, de inventariação de eventos
que embora destinados ao público parecem ser do desconhecimento público (e da
ausência de público!) e por isso carecem de publicitação mesmo que à posteriori.
E lá vem o auto elogio, nós fizemos isto, aquilo e
aqueloutro e a conclusão isto é que é cultura, isto é que é poesia… isto é que é
o nosso fado, acrescento eu. Pois é, elogio em boca própria é vitupério!”
Joaquim Gil, advogado, hoje no jornal AS BEIRAS.
Em tempo.
Esta elite intelectual que ascendeu ao poder na urbe nos
últimos 5 anos, já deu para perceber, é um magnifico exercício de análise de prosápia aplicada.
Moralmente, considera-se uma elite.
Superior, está bom de ver, pois os valores que se atribui a si própria, são os da cultura, da probidade, da tolerância, da competência, da honestidade e da solidariedade.
Superior, está bom de ver, pois os valores que se atribui a si própria, são os da cultura, da probidade, da tolerância, da competência, da honestidade e da solidariedade.
Em síntese: a cultura do bem corre-lhe nas veias.
Mas, como diz o nosso povo, presunção e água benta, cada um toma
a que quer.
Contudo, como água benta, porém, não rima com carnaval, ficamos recentemente melhor esclarecidos.
Parafraseando Idalécio Cação:
“Tanto que fazer / e nós aqui sentados.”
Contudo, como água benta, porém, não rima com carnaval, ficamos recentemente melhor esclarecidos.
Parafraseando Idalécio Cação:
“Tanto que fazer / e nós aqui sentados.”
sexta-feira, 21 de março de 2014
Os "palhaços" também têm prazo de validade!..
A SIC decidiu não renovar o contrato com Mário Crespo, informou a estação de Carnaxide em comunicado.
Dia da Árvore
Numa actividade conjunta com a Junta de Freguesia de São Pedro e a Figueira Domus, os alunos, professores e auxiliares da EB1 de Gala foram plantar, no Bairro Social da Cova Gala, um conjunto de árvores para comemorar desta forma do Dia da Árvore, que hoje se celebra.
daqui
daqui
Em dia dessa cena marada, chamada de poesia...
Neste país em pousio,
onde reina “o salve-se quem puder”,
em dia dessa cena marada
chamada de poesia,
deparo com cada barretada!..
Tem mais força o pentelho de uma mulher,
por exemplo, da ministra da economia,
do que um cabo para amarra de um navio...
Zé Penicheiro
“Hoje, 17 de Março, foi a enterrar na Figueira da Foz, com
92 anos, o Zé Penicheiro. A sua obra, o modo como se desenvolve traduz um
diálogo com a matéria. O artista vai às suas raízes, à vida vivida ao corpo e
ao espaço do olhar, para os interpretar. Assim nasceram os seus trabalhos,
sínteses de um tempo. Daí uma primeira fase, “caricatura em volume” rapidamente
ultrapassada pelo realismo, pela memória “neo-realista”. Depois, ergueu os seus
“cenários”, novas construções dotadas de uma dimensão funcional cubista, revivendo
o real. Foi um memorialista, um moralista comprometido. Recorda, faz-nos
recordar arquétipos, actividades esquecidas, lugares perdidos no tempo.
Numa pureza estética patente, marca da sua obra. Compromete-se.
Está do lado dos mais fracos, do povo. Retrata-os, mostra-os, como se de uma
“missão” se tratasse. Obrigação de retorno às origens, uma forma talvez de
pintar a saudade.
A arte do Zé não esquece os lugares: a infância, as praias, as
planícies, os estaleiros, a serra, o mar, as cidades da sua vida. É um diálogo constante
na sua obra, “O Pátio das galinhas”, “Buarcos, a boneca na praia”, “Margens do
Mondego”, “Feira numa manhã fria”,“Bouquinistes de Paris”,”A Casa dos Bicos”, e
tantos outros, trabalhos identificadores da essência do seu mundo. Um grande
abraço de até sempre, velho amigo.”
Crónica de António Augusto Menano, escritor, no jornal AS
BEIRAS.
“PS admite que não será possível repor salários e pensões de 2011”
Eu não vi, nem ouvi, mas sei, porque li, que o presidente Cavaco
falou recentemente aos portugueses a propósito das eleições para o Parlamento
Europeu. Disse-lhes para se portarem bem. Nada de “troca de acusações e
ataques“. Nada de “crispação“. Porque essas porcarias podem estragar os
“entendimentos” futuros...
quinta-feira, 20 de março de 2014
Para já 74 portugueses + 74 estrangeiros = 148!.. E agora?
"São 74 economistas estrangeiros que agora se vêm juntar às 74 personalidades portuguesas que, na semana passada, publicaram um manifesto a defender a reestruturação da dívida pública nacional. São economistas, muitos com cargos de relevo em instituições internacionais como o FMI, editores de revistas científicas de economia e autores de livros e ensaios de referência na área.
Estes economistas assinam um documento – com um conteúdo muito semelhante ao manifesto promovido por João Cravinho – intitulado “Reestruturar a dívida insustentável e promover o crescimento, recusando a austeridade”, no qual manifestam total concordância com o documento subscrito por vários políticos portugueses (de Manuela Ferreira Leite a Francisco Louçã), empresários, sindicalistas, académicos e constitucionalistas", segundo o Público!
Em tempo.
Texto e signatários aqui.
Estes economistas assinam um documento – com um conteúdo muito semelhante ao manifesto promovido por João Cravinho – intitulado “Reestruturar a dívida insustentável e promover o crescimento, recusando a austeridade”, no qual manifestam total concordância com o documento subscrito por vários políticos portugueses (de Manuela Ferreira Leite a Francisco Louçã), empresários, sindicalistas, académicos e constitucionalistas", segundo o Público!
Em tempo.
Texto e signatários aqui.
"Vamos chamar-lhe poema, só para facilitar"!.. (II)
“A lua não é do luar”, é o título da crónica de opinião no jornal AS
Beiras de Rui Curado da Silva, investigador, de que transcrevemos um excerto:
“Este ano, Portugal contribui generosamente para engrossar o
pelotão das foleiradas, com uma canção interpretada por uma natural da Figueira
e composta por esse grande e subtil poeta nacional: o Emanuel do Pimba.
Quem tem estado atento a festividades locais e aos carnavais,
não pode deixar de constatar o apurado gosto pela foleirada dos nossos autarcas
na escolha dos artistas convidados. Por exemplo, no carnaval da Bahia desfilam artistas
que representam o melhor da música brasileira, como Gilberto Gil.
Convidar um Sérgio Godinho para uma festa popular é algo que
não passa pelos neurónios de boa parte dos nossos autarcas.
Aos autarcas de esquerda,
diria que a promoção da foleirada não cumpre aquele tal D de Desenvolver que
nos foi legado em abril de 74. Por isso, seja a intérprete da Figueira ou da
Cochinchina, aquela canção é uma foleirada que não me representa.”
Em tempo.
Tenho vergonha que uma canção destas vá
representar Portugal.
Desta vez, a coisa correu um bocado pior que o habitual!
Para além disso, custa suportar aquela insustentável amoralidade e leveza - a de que os fins, e os resultados, justificam
todos e quaisquer meios...
Não é isso definitivamente que eu quero para a minha cidade e o meu País...
Por isso, considero, tal como o Rui Curado da Silva, seja a intérprete da Figueira ou da Cochinchina,
aquela canção é uma foleirada que, também, não me representa.
Eu só te quero fazer rir...
As mulheres costumam dizer que gostam de homens com sentido
de humor, homens que as façam rir.
Ter sentido de humor, porém, não é o mesmo que fazer rir.
Para fazer rir, fazem-se cócegas.
Mas, são raras as
mulheres que gostam ou aceitam que um homem lhes faça cócegas.
Digo-o por experiência própria. De vez em quando, por aqui, acontecem equívocos e reacções algo intempestivas.
Eu só te quero fazer rir!..
Não gostas que te façam rir?..
Foi assinado ontem um Protocolo de colaboração entre a CEMAR e a USFF
Ontem, dia 19.03.2014, na Aula do ABCD-Arquivo Biblioteca
e Centro de Documentação foi assinado um protocolo de colaboração entre o
Centro de Estudos do Mar-CEMAR e a Universidade Sénior da Figueira da Foz -
Associação Viver em Alegria (representados, respectivamente, por Alfredo
Pinheiro Marques e Luís Ferreira, presidentes das direcções respectivas).
Antes, Alfredo
Pinheiro Marques fez uma intervenção sobre o tema do Património Marítimo da Foz
do Mondego (desde a Idade Média e o tempo do Infante Dom Pedro até à Época
Contemporânea e ao tempo do Com. A.A. Baldaque da Silva, o autor do malogrado
projecto do porto oceânico de águas profundas do Cabo Mondego [1913], o porto
que, infelizmente, nunca veio a ser construído e que, se o tivesse sido,
poderia ter mudado toda a feição da economia e da sociedade portuguesa em
geral, e da Beira Litoral em particular).
A Associação Viver em Alegria é uma Instituição Particular
de Solidariedade Social dedicada a actividades sócio–culturais, recreativas e
outras, com grupos sócio–etários da infância, juventude e terceira idade, de
forma a beneficiar os mais desfavorecidos, minimizando as dificuldades sentidas
ao nível de integração na vida activa, saúde pública e nos aspectos culturais,
artísticos, técnicos, profissionais, de entretenimento e recreativo. A
Universidade Sénior é uma das suas pricipais vertentes de acção local.
O Centro de Estudos do Mar e das Navegações Luís de
Albuquerque - CEMAR é uma associação científica privada, sem fins lucrativos,
dotada de estatuto de utilidade pública, que foi criada na Figueira da Foz há
dezanove anos atrás [1995] e que se define como um centro de documentação e de
acção cultural, apontado quer para a investigação científica quer para a divulgação
cultural qualificada, e dedicado a "o Mar e o que, através dele, fizeram e
fazem os Portugueses".
Nos termos deste protocolo as duas entidades comprometem-se
a colaborar na organização de acções formativas futuras e de índole cultural.
Na ocasião, foi feito
o oferecimento de colecções de livros editados pelo CEMAR ao longo das últimas
duas décadas, para a biblioteca da Universidade Sénior da Figueira da Foz.
quarta-feira, 19 de março de 2014
GINÁSIO CLUBE FIGUEIRENSE CONTRA NOVO REGULAMENTO DO COMPLEXO DESPORTIVO MUNICIPAL
O Ginásio Clube Figueirense alega (entre outros pontos) que a proposta de regulamento - cuja discussão e votação esteve agendada para segunda-feira, na reunião do executivo entretanto adiada para dia 25 - "concede um privilégio a uma única entidade partindo de um pressuposto totalmente falso: o de que a formação desportiva jovem em matéria de futebol é uma função apenas desempenhada pela Associação Naval 1.º de Maio", contrapondo que quatro clubes do concelho possuem idênticas atribuições.
Via Foz Do Mondego Rádio
Via Foz Do Mondego Rádio
Um estória figueirense
| Avenida 12 de Julho, Gala. Foto de António Agostinho |
Na actual conjuntura só os proprietários abastados conseguem
fazê-lo. Grande parte dos edifícios encontrasse desocupada, sendo difícil o seu
arrendamento ou venda.
Fazer as obras constitui encargo de fraca contrapartida, com
reduzido benefício decorrente do estatuto dos benefícios fiscais,
correspondendo ao IMI de dois anos, actualmente sujeito à chamada cláusula de salvaguarda.
Constitui obrigação legal dos proprietários a manutenção do
edificado e, portanto, a Câmara mais não faz do que fazer cumprir a lei.
Porém, muitos deles não terão a possibilidade de fazer o
investimento que lhe é imposto. Legalmente, poderá a Câmara exercer a figura da
posse administrativa, ficando ela própria obrigada a proceder à respectiva
recuperação após expropriação por valores calculados nos termos da lei, de
acordo com o valor tributário, o qual se encontra, por definição, ajustado ao mercado.
Acrescem duas questões que deverão ser devidamente ponderadas:
- Reabilitar sem revitalizar, mantendo os interiores degradados
e disfuncionais mais não é do que aplicar uma simples maquilhagem. Mais importante
do que reabilitar será revitalizar os edifícios e a própria cidade. Isso só se
faz com pessoas e estas só surgirão se o estado da economia o permitir, isto é,
se houver emprego.
- Além disso, compete à Câmara dar o exemplo e reabilitar os
seus próprios edifícios, sem o que não poderá alardear autoridade junto dos munícipes.”
Em tempo.
Dia do PAI
Sou filho de um “Homem que nunca foi menino”.
Esta fotografia, é do meu PAI.
CRIADOR, juntamente com a minha MÃE, de um ser LIVRE.
Criar é educar.
Educar, é alimentar uma criança – “física, mental, social,
cultural, espiritual e religiosamente.”
Criar, é ajudar a despontar, à luz da consciência, a mais
bela obra da natureza - um ser humano único e irrepetível.
O meu PAI nasceu a 17 de Abril de 1927 e faleceu em 6 de Junho de 1974.
Porém, apesar de ter morrido cedo, enquanto viveu, cumpriu o
seu dever: “investiu na sua obra mais importante - os filhos.”
Ainda hoje é o meu melhor e maior AMIGO, com quem continuo a
partilhar o que é verdadeiramente importante para mim.
Obrigado PAI, pela herança que me deixaste: “o valor da
disciplina, da autoridade, da consciência dos limites... Da coragem para os
sacrifícios!...”
Obrigado PAI. Hoje, é só mais um DIA, o dia de S. José, o
pai de Jesus.
Na minha memória, José, MEU PAI , o TEU DIA acontece todos
os dias.
Eu sei que não precisava de ter escrito este texto para que soubesses que continuo a gostar muito de ti e que continuas a fazer-me muita falta.
Deixo-te com uma boa notícia: PAI, o nosso SPORTING ganhou no passado fim de semana, outra vez, ao Porto!...
Também ficaste surpreendido?..
Eu sei que não precisava de ter escrito este texto para que soubesses que continuo a gostar muito de ti e que continuas a fazer-me muita falta.
Deixo-te com uma boa notícia: PAI, o nosso SPORTING ganhou no passado fim de semana, outra vez, ao Porto!...
"Vamos chamar-lhe poema, só para facilitar"!..
“Estamos particularmente satisfeitos com a vitória da Suzy”, disse João Ataíde depois da vitória no Festival RTP da canção do Rei e da Rainha do Carnaval Figueira/Buarcos de 2014.
"O triunfo é a prova de reconhecimento do empenho e trabalho da dupla Suzy/Emanuel”, acrescentou o autarca, afirmando que este é o momento da Figueira da Foz “correr o mundo”.
João Ataíde tem toda a razão para o optimismo, pois, isto, pelos vistos, ainda vai melhorar mais...
Emanuel, o compositor e produtor do tema "Quero Ser
Tua", vai tentar que a canção sofra algumas alterações de forma a
torná-la mais apelativa ao voto europeu e não apenas aos emigrantes portugueses
que é habitual votarem. Caso a RTP permita Emanuel diz que poderá colocar algumas frases em inglês ou em espanhol.Desta vez é que vai ser.
Ô ô ô ô Aurora!
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