segunda-feira, 6 de fevereiro de 2023

Recandidatura de Lídio Lopes à presidência dos Bombeiros Voluntários em 2024

Via Diário as Beiras
“Inicio, imediatamente, uma reflexão sobre a recandidatura, o que não estava previsto”.

Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia

"Qualidade e rapidez." Von der Leyen "impressionada" com reformas para adesão da Ucrânia à UE

Uma entrevista a merecer atenção...

"Não conhecia a capacidade de aceleração para o precipício de António Costa", afirma Carvalho da Silva, numentrevista conduzida por Domingos de Andrade da TSF e Rafael Barbosa do Jornal de Notícias. Carvalho da Silva elenca os problemas que deveriam ser as prioridades de qualquer governo. A entrevista pode ser lida na íntegra, clicando aqui.
Manuel Carvalho da Silva. Foto: Leonardo Negrão / Global Imagens

“A preocupação primeira do Governo, do presidente da República e de quem quiser intervir na política deve ser a de olhar para os bloqueios com que o país se debate. Há quatro ou cinco grandes questões que têm que passar para o centro da observação de forma clara, ou vamos andar na reprodução contínua de casos e casinhos, ou de intervenções do presidente, umas vezes a meter a mão por baixo do Governo, outras vezes a dar-lhe uma martelada. Isto não tem interesse nenhum. A questão em que nos devemos centrar quando discutimos hipóteses de futuro, é, em primeiro lugar, como se resolve o baixo perfil da economia e do tipo de emprego. E aí há três coisas a considerar. A desvalorização salarial e das profissões como estratégia da economia não pode continuar. Não é possível termos um futuro melhor se as empresas portuguesas não se posicionarem melhor nas cadeias de valorNão é possível persistir-se nesta ideia de que o modelo de turismo que temos é a grande salvação e secundarizar-se a industrialização. O segundo grande problema é o demográfico. Não podemos estar a exportar jovens que formámos, quando necessitamos deles, e, por outro lado, não podemos utilizar a imigração como fator de manutenção de baixos salários e de exploração. São os défices na habitação, na mobilidade e na coesão territorial. É o problema da pobreza estrutural, tema a que nem o Presidente da República, nem outras instituições dão grande atenção. É chocante a condescendência com a pobreza que temos.”

domingo, 5 de fevereiro de 2023

Lídio Lopes com busto no quartel dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz

Lídio Lopes, presidente da direcção que, desde 8 de Janeiro de 1998, tem realizado um trabalho digno dos maiores e mais entusiásticos elogios de quem acompanha a vida dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz, foi ontem, sábado, homenageado.

Via Diário de Coimbra

sábado, 4 de fevereiro de 2023

"Licenciaturas, mestrados e outros graus académicos do ensino superior a médio prazo no Campus da Universidade de Coimbra na Figueira da Foz"

 Via Diário as Beiras

Biosfera: episódio sobre o avanço do mar e a erosão costeira no País, nomeadamente na Figueira da Foz...

Ep. 428 Jan. 2023

"A solução ideal era renaturalizar a saída do rio retirando os esporões, mas tal não é possível..."

A importância das palavras

"O Povo e ralé"

Imagem de autor desconhecido

"
A ralé é fundamentalmente um grupo no qual estão representados resíduos de todas as classes. É isto que torna tão fácil confundir a ralé com o povo, o qual também compreende todas as camadas sociais. Enquanto o povo, em todas as grandes revoluções, luta por um sistema realmente representativo, a ralé brada sempre pelo «homem forte», pelo «grande chefe»."

Hannah Arendt, As origens do totalitarismo, Publicações Dom Quixote, 2004

A homenagem a Lídio Lopes vai ser hoje

A homenagem esteve prevista para o passado sábado dia 28 de Janeiro. Porém, dado o falecimento do presidente da Assembleia-Geral, Coronel Carlos Alberto Gonçalvesficou adiada para hoje.

Imagem via Diário as Beiras.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023

"Santana Lopes admite criar sistema de transportes à margem da CIM-RC"

"Esta possibilidade é motivada pela demora do arranque do sistema intermunicipal."

Há coisas que não mudam: na Figueira é sempre Carnaval...

Resta-me, aguentar e cara alegre. O que não tem remédio, remediado está!

E ainda bem que assim pensa quem de direito. 

A vida são dois dias, o carnaval são três e a saúde é um estado transitório que não augura nada de bom! 
E enquanto o pau vai e vem, folgam as costas.

"António Manuel Pereira Moreira (conhecido como “Tomané”) e Sónia Sargento são os reis do Carnaval de Buarcos/Figueira da Foz deste ano. 

Como adiantou, ontem, o DIÁRIO AS BEIRAS, a rainha, buarcosense, é empresária e presidente da Escola de Samba A Rainha. 

O rei, por seu turno, figueirense, é um conhecido e popular funcionário do município, desde os 14 anos e acumula 48 anos de serviço. 

Exerce o cargo de encarregado geral das Obras Municipais e Logística."

O Carnaval de Buarcos/Figueira da Foz é organizado pela Associação do Carnaval de Buarcos/Figueira da Foz com o apoio da autarquia figueirense.

Viva o carnaval! A folia, mesmo que artificial, e o bom humor, são duas das melhores peças de vestuário que alguém pode usar na sociedade...

Passadiços no Paul do Taipal

Via Diário de Coimbra
"Como uma aparente boa ideia resultou num atentado à biodiversidade e num desbaratar de recursos públicos.
A conferência de imprensa convocada ontem pelo professor da Escola Superior Agrária de Coimbra (ESAC) e especialista em aves, David Rodrigues, constituiu um «grito de desespero», manifestando publicamente as suas reservas à construção de um passadiço no Paul do Taipal, projeto da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, com o aval do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF)."
Em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, David Rodrigues «frisou que se trata de uma “Zona de Proteção Especial e importante para da União Europeia em termos da conservação das aves”. Segundo o professor da Escola Superior Agrária de Coimbra (ESAC), a infraestrutura colocará em causa a biodiversidade, através da presença humana. No Paul do Taipal coexistem milhares de aves de várias espécies, com predominância para os patos, que ali encontram “um refúgio seguro”, já que, naquela zona, “a caça está proibida”
Nas plataformas de observação de aves, defendeu David Rodrigues, “o que se pretende é que o público consiga aproximar-se das aves sem as perturbar, e para isso são utilizados observatórios”. A diferença entre observatórios e miradouros como os que estão a ser construídos é que, nos primeiros, “as pessoas conseguem ver os animais sem serem vistas” e os segundos são “para se apreciar a paisagem”. A presença humana “espanta as aves”
A construção dos passadiços, pela autarquia montemorense, numa zona tutelada pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), que autorizou a obra e aprovou o projeto, tem sido alvo de ações judiciais, por parte dos contestatários. No entanto, até agora, não surtiram efeito.» 
Opinião contrária tem o Presidente da câmara de Montemor-o-Velho. Ouvido pelo DIÁRIO AS BEIRAS disse que “os passadiços estão construídos em cima de um caminho público e, até hoje, não se viu que espantasse o que quer que seja, nem durante as obras”. 
Emílio Torrão acrescentou: “aquele espaço passará a ter vigilância e a ser preservado de acordo com as regras do ICNF e não com as regras de outras pessoas”
Para Emílio Torrão, o Paul do Taipal é uma zona húmida que serve de “reserva para todas as espécies e não de uma única espécie de forma artificial, que são os patos”
Para o presidente da câmara de Montemor-o-Velho, «a plataforma em construção destina-se à observação da natureza, “em silêncio e de forma ordenada”, com quatro postos, um deles para investigadores e outras pessoas autorizadas, e um centro de interpretação. Não serão, pois, passadiços para as pessoas circularem livremente, garante Emílio Torrão.»

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2023

"A ampliação da Marina deve incluir espaços nas duas margens do rio o que permitirá também contribuir para o desenvolvimento do Sul do concelho"

 Via Diário as Beiras

Santana Lopes quer que os "investimentos previstos para produção de eletricidade em alto-mar sejam acompanhados de medidas de mitigação da erosão costeira e melhorias no porto comercial"

 Via Diário as Beiras

A tempo...

Via Diário as Beiras

"Chegaram ontem à Figueira da Foz duas embarcações para transporte de passageiros entre as duas margens da foz do Mondego. 

Uma é elétrica, tem 37 lugares e foi construída em Barcelona, ao abrigo de um concurso público lançado pela autarquia figueirense. A outra, com motor a combustão, foi alugada em Aveiro e operará durante as obras da Ponte Edgar Cardoso, ao longo de um ano e meio. Tem capacidade para 85 lugares. 

A partir da primeira quinzena de março e até ao fim da empreitada, será proibido circular na Ponte Edgar Cardoso entre as 20H30 e as 06H30, de segunda-feira a quinta-feira. A exceção a esta regra aplica-se a viaturas de emergência. A alternativa será a A17, isenta de portagens durante aquele espaço de tempo. Os peões, os ciclistas e utilizadores de outros meios de mobilidade suave já não podem circular naquela travessia. 

Os dois meios de transporte fluvial, que entram ao serviço no início de março, chegaram, pois, a tempo de mitigar os efeitos das obras da referida ponte para a mobilidade de pessoas entre as duas margens. 

Entretanto, adiantou ontem o vereador Manuel Domingues, falando na reunião de câmara, a autarquia, em diálogo com a associação comercial e industrial local, está a trabalhar no sentido de garantir estacionamento, junto ao cais das embarcações, no lado norte da cidade, para os operários que trabalham por turnos na margem sul."

"Distopia neoliberal de fachada socialista"

Via Diário de Notícias: "Dívida está melhor", disse o ministro. "Temos de ter em conta a situação geral do país, o país tem não só professores", "temos de cuidar do equilíbrio das contas públicas, não só para hoje, mas para o futuro", ripostou Fernando Medina, ontem, na TVI.

"Isto não vai acabar bem. Para quem é de esquerda, para quem acredita no papel emancipador dos serviços públicos. Mas também para os democratas, em geral. Os tempos são perigosos. A irresponsabilidade da fachada socialista que nos governa é dolorosa de assistir."

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2023

De acordo com o primeiro esboço apresentado na sessão de Câmara, a futura variante deverá usar o traçado correspondente a um aceiro que já existe, dentro de uma área que é propriedade do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas

"Câmara da Figueira da Foz quer avançar com variante a Quiaios neste mandato".

Já ontem era tarde: a erosão costeira é o tema mais estruturante do concelho da Figueira da Foz, a nível da gestão territorial

Santana Lopes defende intervenção do Presidente da República na defesa da costa

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Arquivo(Foto de Pedro Agostinho Cruz

«O presidente da Câmara da Figueira da Foz, no distrito de Coimbra, defendeu hoje que Marcelo Rebelo de Sousa devia efetuar um roteiro pela costa portuguesa a alertar para a necessidade do combate à erosão costeira.

Em declarações aos jornalistas, Pedro Santana Lopes, eleito pelo movimento Figueira a Primeira, considerou que se trata de uma “questão tão lancinante”, que o Presidente da República “devia chamar a si o tema”.

O autarca, que falava no final da sessão de Câmara, entende que o combate à erosão da costa portuguesa “é uma causa” e que o Estado devia adotar procedimentos para que a administração central intervenha de forma mais célere.

O Presidente da República devia efetuar um roteiro pela costa para sensibilizar o país e os decisores que gerem os fundos europeus, porque há muito dinheiro para aplicar, mas não se ouve falar da sua aplicação na defesa da costa, que não faz parte do discurso e da preocupação [nacional]”, sustentou.

Salientando que já houve “um Presidente que fez presidência aberta a calcorrear as riquezas geológicas do Cabo Mondego [na Figueira da Foz], Santana Lopes disse, “sem ironia nenhuma”, que a presidência de Marcelo Rebelo de Sousa “está sempre aberta, pelo país”, e que devia fazer um roteiro pela costa portuguesa.

A erosão costeira e o assoreamento do porto da Figueira da Foz têm sido uma preocupação de Santana Lopes desde o início deste mandato, com o autarca a defender “intervenções integradas” e em tempo útil para não se esbanjarem recursos.

Na reunião de hoje, o presidente do município figueirense disse que recebeu, por escrito, a garantia de que a Agência Portuguesa de Ambiente (APA) vai iniciar este mês a transposição de 100 mil metros cúbicos de areia na área costeira para reforço do cordão dunar, que já esteve prevista para maio e posteriormente para outubro.

A partir deste ano, estava previsto a transferência de 3,2 milhões de metros cúbicos na praia a sul na Cova Gala e dentro do mar, num investimento de cerca de 20 milhões de euros, mas essa intervenção foi adiada pela APA por dois anos.»

Ainda há quem cumpra: já chegaram:!..

"Embarcações que asseguram transporte entre margens já estão na Figueira..."